Kreon

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Kreon

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Kreon

O Kreon é um medicamento que contém uma mistura de enzimas naturais designada por pancreatina. Estas enzimas são essenciais para o processo de digestão, ajudando o organismo a decompor e a absorver gorduras, proteínas e hidratos de carbono dos alimentos.

Este medicamento é utilizado no tratamento da insuficiência exócrina do pâncreas, uma condição em que o pâncreas não produz enzimas em quantidade suficiente para garantir uma digestão adequada. Esta deficiência pode ocorrer em diversas situações clínicas, como na fibrose quística, na pancreatite crónica ou após intervenções cirúrgicas no pâncreas ou no estômago.

As enzimas contidas no Kreon são apresentadas em pequenas esferas revestidas, conhecidas como minimicroesferas, que são libertadas no estômago a partir de uma cápsula. Estas esferas foram concebidas para se misturarem com os alimentos e passarem para o intestino delgado, onde se tornam ativas e auxiliam na digestão e absorção de nutrientes, melhorando assim o estado nutricional e reduzindo sintomas como a dor abdominal ou a diarreia associada à má absorção.

Quais efeitos secundários são possíveis com Kreon?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança da Pancrelipase (Kreon) reflete principalmente os efeitos potenciais no sistema gastrointestinal, conforme classificado nos registos de segurança do medicamento.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas documentadas são categorizadas pela frequência com que foram observadas em ensaios clínicos:

Classificação Exemplos de Reações Adversas
Muito Frequentes (≥ 1/10) Dor abdominal
Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Náuseas, vómitos, diarreia, obstipação, distensão abdominal
Pouco Frequentes Erupção cutânea, prurido (comichão), urticária

Reações Adversas Graves e Considerações de Segurança

As reações adversas com uma frequência desconhecida ou rara, identificadas através da vigilância após a comercialização, incluem reações de hipersensibilidade graves, que se podem manifestar como anafilaxia.

Foi documentada uma reação adversa grave e rara conhecida como colonopatia fibrosante, um distúrbio que envolve estreitamentos no intestino grosso. Esta condição foi observada principalmente em doentes pediátricos com fibrose quística a receber doses elevadas de Pancrelipase. Existe uma associação estabelecida entre a exposição a doses elevadas e o risco nesta população específica.

Devido à origem do medicamento a partir do pâncreas de porco (origem suína), uma restrição de segurança fundamental é a contraindicação para indivíduos com hipersensibilidade conhecida aos componentes ativos do fármaco ou à proteína suína.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil relativo à sobredosagem de Pancreatina (Kreon) foca-se essencialmente em complicações graves associadas à exposição crónica a doses extremamente elevadas, em vez de toxicidade aguda por um evento único, uma vez que a enzima é minimamente absorvida por via sistémica. Não existe um antídoto específico para a sobredosagem de Pancreatina documentado nas informações oficiais de rotulagem.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Classificação Manifestação/Sintoma
Gastrointestinal Colonopatia fibrosante, caracterizada por estenoses colónicas, dor abdominal invulgar ou grave, distensão abdominal ou sintomas sugestivos de obstrução intestinal.
Metabólica Hiperuricosúria (excesso de ácido úrico na urina) e Hiperuricemia (excesso de ácido úrico no sangue).

Ações de Emergência e Necessidade de Assistência Médica

As informações oficiais de prescrição indicam que se deve procurar assistência médica imediata ou contactar os serviços de emergência em caso de dor abdominal grave ou invulgar ou sinais de uma reação alérgica grave, tais como dificuldade em respirar ou inchaço dos lábios.

O tratamento de uma sobredosagem de Pancreatina é de suporte, exigindo a interrupção da terapia enzimática e a instituição imediata de tratamento sintomático direcionado para o apoio a todas as funções vitais.

Nota Específica para Populações: Os doentes pediátricos com fibrose quística apresentam um risco acrescido de colonopatia fibrosante caso as dosagens excedam os limites recomendados.

Usos terapêuticos de Kreon

Informações Essenciais: Utilização Terapêutica

  • Objetivo Principal: Gestão dos sintomas da insuficiência exócrina do pâncreas (IEP).
  • Condições Relacionadas: Utilizado na IEP associada a patologias como a fibrose quística, a pancreatite crónica e a cirurgia pancreática.
  • População Alvo: Indicado para doentes adultos e pediátricos.

O Kreon é uma terapia sujeita a receita médica utilizada para tratar a capacidade comprometida de digerir alimentos em doentes que sofrem de insuficiência exócrina do pâncreas (IEP). A IEP é uma condição médica na qual o pâncreas não produz enzimas digestivas em quantidade suficiente.

O medicamento foi concebido para apoiar a digestão de gorduras, proteínas e hidratos de carbono presentes nos alimentos, através da reposição destas enzimas em falta. Este processo destina-se a auxiliar o organismo na manutenção de um estado nutricional adequado.

O Kreon é habitualmente utilizado para gerir a IEP resultante de condições como a fibrose quística, a inflamação crónica do pâncreas ou após a remoção cirúrgica do pâncreas. O objetivo deste tratamento é fornecer suporte à absorção de nutrientes e ajudar a minimizar os sintomas relacionados com uma digestão inadequada.

Para obter uma lista detalhada das indicações aprovadas, deve ser consultada a informação completa de prescrição.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Restrições Oficiais para o Kreon

O Kreon está aprovado para utilização em todos os grupos etários, especificamente doentes adultos e pediátricos, incluindo lactentes desde o nascimento, para o tratamento da Insuficiência Pancreática Exócrina (IPE).

Âmbito de Elegibilidade Estatuto
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida à pancreatina de origem suína (proteína de porco) ou a qualquer excipiente.
Regras de elegibilidade por idade Elegível para todas as idades (adultos, crianças e lactentes).
Estatuto de elegibilidade na gravidez e lactação Permitido se for claramente necessário para manter um estado nutricional materno adequado.

Restrições Relacionadas com a Elegibilidade

Os seguintes grupos requerem uma utilização condicional ou restrita, conforme documentado na rotulagem regulamentar:

  • Doentes com Fibrose Quística em Doses Elevadas: É necessária precaução extrema; doses superiores a 6.000 unidades de lipase/kg/refeição em crianças com menos de 12 anos têm sido associadas a colonopatia fibrosante.
  • Condições Metabólicas/Renais: Recomenda-se precaução em doentes com gota, insuficiência renal ou hiperuricemia, devido ao potencial aumento dos níveis de ácido úrico no sangue.
  • Administração em Lactentes: Os conteúdos das cápsulas não devem ser misturados diretamente no leite de fórmula ou no leite materno antes da administração.

Esta estrutura separa rigorosamente as poucas exclusões absolutas das regras de utilização condicional e confirma a ampla elegibilidade por grupo etário definida pelos organismos reguladores.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Kreon (Pancreatina) é uma terapia de substituição enzimática que atua localmente no trato gastrointestinal, apresentando um perfil de interação distinto dos medicamentos de absorção sistémica. Não estão documentadas interações farmacocinéticas sistémicas que envolvam enzimas CYP ou transportadores de fármacos, e não existem produtos medicinais formalmente listados como combinações contraindicadas devido ao risco de interação.

Padrões de Interação Documentados

Tipo de Interação Substância/Produto de Interação Declaração Oficial
Farmacodinâmica Inibidores da alfa-glucosidase A coadministração pode resultar numa eficácia reduzida do inibidor.
Interferência na Absorção Sais de Ferro e Ácido Fólico Pode diminuir a absorção gastrointestinal e os níveis sistémicos destes suplementos.
Interferência na Formulação Antiácidos (ex: Carbonato de Cálcio) Pode reduzir a eficácia ao interferir com o revestimento de libertação prolongada.

A interação com antiácidos pode exigir uma separação do tempo de administração para ajudar a preservar a função pretendida das esferas com revestimento entérico. É também referida precaução relacionada com populações específicas para doentes com Hiperuricemia ou Gota pré-existentes, uma vez que o conteúdo natural de purinas nas enzimas de origem suína pode levar a um aumento dos níveis de ácido úrico no sangue. O perfil geral é definido por estes efeitos locais e antagonismos mediados por enzimas.

Mecanismo de ação

Digestão Luminal através de Catálise Hidrolítica Exógena

Este mecanismo envolve um processo de catálise hidrolítica exógena, no qual os componentes ativos — lipase, amilase e protease — são introduzidos como enzimas de substituição. Estas moléculas visam diretamente e decomponhem quimicamente as gorduras, amidos e proteínas da dieta no lúmen do intestino delgado. Esta ação inicia a cascata catabólica necessária, convertendo macronutrientes complexos e não absorvíveis em monómeros simples (como ácidos gordos livres e aminoácidos), o que facilita a etapa fundamental da assimilação de nutrientes.

O mecanismo depende de um sistema de libertação especializado, concebido para proteger os componentes ativos da inativação causada pelo ácido gástrico agressivo. A pancrelipase está contida em Minimicroesferas com revestimento entérico, que resistem à elevada concentração de iões de hidrogénio (H+). Este revestimento protetor dissolve-se apenas quando o pH aumenta no duodeno (tipicamente para aproximadamente 5,5), permitindo que as enzimas sejam libertadas intactas e ativas no local exato da assimilação.

O mecanismo depende da complementaridade funcional, exigindo a ação simultânea dos três tipos de enzimas para atuar sobre os substratos heterogéneos presentes no quimo. Ao coordenar a decomposição de todos os principais grupos de nutrientes em simultâneo, o mecanismo suporta um processo digestivo abrangente. O efeito fisiológico resultante é a transferência integrada dos produtos hidrolíticos (monómeros) através da parede intestinal.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Kreon

O Kreon (pancrelipase) é um medicamento de administração oral, apresentado em cápsulas de libertação retardada, sendo utilizado como uma terapia de substituição a longo prazo. O princípio fundamental da sua utilização é a dependência da ingestão alimentar, o que significa que o medicamento deve ser administrado durante todas as refeições e lanches para permitir que as enzimas se misturem com o bolo alimentar. Se uma dose for esquecida, esta deve ser omitida e a dose seguinte deve ser tomada com a próxima refeição ou lanche programado.


Orientações Oficiais de Administração

Categoria Instrução
Esquema Posológico Altamente individualizado e baseado no peso, determinado pelas unidades de lipase por quilograma de peso corporal (unidades/kg). As doses iniciais em adultos são habitualmente de 500 unidades/kg por refeição, com um limite máximo geralmente fixado em 2.500 unidades/kg por refeição.
Frequência Condicional (tomado em cada momento de ingestão de alimentos). As doses para lanches correspondem geralmente a metade da dose prescrita para uma refeição completa.
Preparação As cápsulas devem ser engolidas inteiras. Para evitar a irritação e a destruição das enzimas, as cápsulas ou o seu conteúdo não podem ser triturados nem mastigados. Se necessário, o conteúdo pode ser misturado apenas com uma pequena quantidade de alimentos pastosos ácidos (pH igual ou inferior a 4,5), como puré de maçã, e consumido imediatamente.

Utilização em Populações Específicas

A dosagem para doentes pediátricos é também baseada no peso e específica para a idade. Para lactentes (0–12 meses), o regime prescrito é de 3.000 unidades de lipase por cada 120 mL de leite de fórmula infantil ou por cada sessão de amamentação. Estes procedimentos asseguram que as enzimas com revestimento entérico permanecem protegidas até atingirem o intestino delgado, estruturando a utilização correta e precisa do medicamento de acordo com os padrões estabelecidos.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Kreon

Evidência para Uso na Insuficiência Pancreática Exócrina (IPE) devido a Fibrose Quística

A investigação sobre a utilização da pancreatina na IPE associada à Fibrose Quística (FQ) inclui ensaios controlados aleatorizados (ECA) de curto prazo. Estes estudos controlados foram realizados com o intuito de explorar medições relacionadas com a absorção de gordura e de proteínas. Os investigadores analisaram medições laboratoriais objetivas, principalmente o Coeficiente de Absorção de Gordura (CFA) e o Coeficiente de Absorção de Nitrogénio (CNA), que ajudam a medir a eficácia com que as gorduras e proteínas são decompostas e absorvidas pelo organismo. A população em estudo incluiu crianças e adultos com IPE causada por FQ.

Os resultados da investigação descrevem padrões observados na medição da digestão de gorduras e proteínas a curto prazo. Os estudos também monitorizaram resultados secundários relacionados com o estado nutricional, tais como variações no peso corporal e o acompanhamento da frequência e consistência das fezes. O que permanece incerto é o cenário detalhado a longo prazo. Devido ao facto de os principais ensaios de eficácia que medem o CFA/CNA serem de curto prazo (durando tipicamente menos de uma semana), existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo no que diz respeito à manutenção nutricional sustentada.


Evidência para Uso na IPE por Pancreatite Crónica ou Cirurgia Pancreática

Para doentes que sofrem de IPE devido a pancreatite crónica ou cirurgia pancreática, a investigação também utiliza ECA controlados por placebo e metanálises. Estes estudos foram avaliados em populações adultas. O foco central desta investigação foi a avaliação dos principais biomarcadores: o CFA e o CNA.

Estes estudos comunicaram consistentemente alterações objetivas nas medições de CFA e CNA, que são métricas utilizadas para acompanhar a absorção de gordura e proteínas. No entanto, a investigação também explorou resultados reportados pelos doentes, tais como sintomas relacionados com desconforto físico e alterações na consistência das fezes. Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, mas os resultados foram mistos nalguns parâmetros subjetivos. Além disso, a evidência relacionada com a investigação de níveis de dose ou uso ideal durante episódios de agravamento de sintomas (crises) é limitada, uma vez que os ensaios se focam habitualmente em doentes em estado estável.


Investigação em Grupos Específicos de Doentes e Incertezas

A investigação foi realizada tanto em doentes adultos como pediátricos. Para as crianças, a investigação inclui estudos conduzidos em vários grupos etários, começando em lactentes. Esta investigação especializada examinou medições relacionadas com a população pediátrica, que é um subconjunto da evidência de investigação na IPE relacionada com a FQ. Adicionalmente, têm sido observadas evidências emergentes de ensaios em curso e estudos de rótulo aberto em grupos de doentes com IPE devido a cancro do pâncreas.

A literatura científica aponta para diversas áreas onde a investigação está em curso ou onde a evidência é limitada. A duração do acompanhamento foi limitada nos ensaios mais rigorosos, o que significa que o impacto a longo prazo nos principais resultados clínicos não está totalmente estabelecido. Além disso, os resultados dos subgrupos relativos ao impacto nos sintomas subjetivos são por vezes mistos, o que significa que a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante em relação a estes sintomas específicos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Kreon (FAQ)

P: O Kreon pode ser tomado após uma refeição ou deve ser tomado apenas durante a mesma?

R: O Kreon foi desenvolvido como uma terapia de substituição enzimática e, como tal, destina-se a estar presente no trato digestivo no momento em que os alimentos são consumidos. As informações oficiais do produto indicam que o medicamento deve ser administrado durante as refeições e pequenos lanches. Esta prática ajuda a garantir que as enzimas se misturem totalmente com os alimentos ingeridos para auxiliar no processo digestivo.


P: Qual é a dose diária máxima de Kreon?

R: Existem diretrizes regulamentares oficiais para a quantidade máxima recomendada de pancreatina. Para adultos e doentes pediátricos com idade superior a 12 meses, as orientações oficiais sugerem que a dose diária total, geralmente, não deve exceder as 10.000 unidades de lipase/kg de peso corporal por dia. A dosagem específica é sempre altamente individualizada com base na condição clínica do doente.


P: Posso guardar o Kreon que foi misturado com puré de maçã para utilizar mais tarde?

R: Se a cápsula for aberta e o seu conteúdo for misturado com uma pequena quantidade de alimentos ácidos (como puré de maçã), a mistura destina-se a ser consumida imediatamente. De acordo com as informações regulamentares do produto, qualquer conteúdo da cápsula que tenha sido misturado com alimentos não deve ser guardado para utilização posterior, uma vez que isto pode comprometer a eficácia das enzimas.


P: Tomar Kreon afeta a cor ou o cheiro das minhas fezes?

R: Embora a rotulagem regulamentar não detalhe especificamente alterações na cor ou no odor das fezes, os estudos clínicos comunicaram fezes anormais como uma reação adversa em alguns doentes. O termo "fezes anormais" refere-se a fezes com aparência ou consistência invulgares em comparação com o normal. Este efeito é um dos possíveis efeitos secundários gastrointestinais.


P: O Kreon pode ser utilizado com segurança em doentes com problemas renais graves (insuficiência renal)?

R: As informações oficiais aconselham que se exerça cautela ao prescrever pancreatina a doentes com insuficiência renal (problemas nos rins). Isto deve-se ao facto de o medicamento ser de origem suína e conter purinas naturais, que acarretam um risco potencial de aumento dos níveis de ácido úrico no sangue. Recomenda-se a discussão sobre a saúde renal individual e os fatores de risco específicos com um profissional de saúde.

Como Kreon deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação do Kreon

O Kreon (pancreatina) deve ser conservado estritamente de acordo com as condições descritas na rotulagem regulamentar para manter a sua estabilidade.

Requisito Instrução Oficial
Temperatura Conservar à temperatura ambiente, geralmente entre 15 °C e 25 °C (59 °F a 77 °F). Evitar o calor excessivo.
Proteção Manter o produto na sua embalagem original, bem fechada, para o proteger da humidade.
Estabilidade Utilizar o produto no prazo de 6 meses após a primeira abertura do frasco. Os conteúdos misturados com alimentos devem ser ingeridos imediatamente e não podem ser guardados.
Eliminação Manter fora do alcance das crianças. O Kreon não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser entregue numa farmácia ou num ponto de recolha de resíduos de medicamentos para uma eliminação segura, evitando o lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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