Dilatrane

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dilatrane

Informações Essenciais

Propriedade Descrição
Princípio ativo Teofilinato de Colina (Oxtrifilina)
Forma Comprimido, Cápsula, Xarope, Solução para inalação por nebulização
Classe farmacológica Derivado da Xantina, Agente Broncodilatador
Objetivo geral Controlo a longo prazo da restrição do fluxo de ar
Origem Sal Sintético

Dilatrane é a designação comercial do medicamento que contém o princípio ativo Teofilinato de Colina, classificado como um Agente Broncodilatador pertencente ao grupo dos Derivados da Xantina. Este medicamento é um produto sintético de entidade única utilizado para a gestão estável e prolongada de condições caracterizadas pela restrição do fluxo de ar nas passagens brônquicas. A sua distinção reside na composição específica do seu sal e na disponibilidade através de múltiplas vias de administração.

O que é o Dilatrane e qual a sua Classe Farmacológica?

A identidade do Dilatrane é definida quimicamente pelo Teofilinato de Colina (DCI), também conhecido como Oxtrifilina. Este composto é um sal sintético criado através da combinação do componente terapêutico, a Teofilina, com a Colina. A classificação oficial enquadra-o na classe dos Derivados da Xantina dos Agentes Broncodilatadores. A sua classificação como broncodilatador é clinicamente reconhecida por organizações de saúde relevantes, confirmando a sua função principal no auxílio à função pulmonar. A forma de sal de colina é especificamente preparada para oferecer uma melhor solubilidade e tolerância gastrointestinal em comparação com a Teofilina anidra base, sendo esta uma característica diferenciadora que apoia a sua absorção sistémica fiável.

Composição e Formas Disponíveis de Teofilinato de Colina

A composição deste medicamento consiste exclusivamente no princípio ativo Teofilinato de Colina como um produto de entidade única. Está preparado para administração sistémica através de diversas formas farmacêuticas, incluindo nomeadamente comprimidos, cápsulas e uma solução oral (xarope). O medicamento é fornecido tanto em formas convencionais como em preparações de libertação prolongada, nas quais o fármaco é concebido para uma libertação lenta e consistente durante um período de tempo alargado. Estudos farmacológicos demonstraram que a formulação de libertação prolongada ajuda a minimizar as flutuações na concentração do fármaco na corrente sanguínea, mantendo assim níveis terapêuticos estáveis.

Objetivo Geral: Porquê utilizar o Dilatrane?

O objetivo geral do Dilatrane é aliviar a dificuldade respiratória ao promover o relaxamento do músculo liso que envolve as passagens aéreas. A sua ação como broncodilatador ajuda a alargar as vias respiratórias, contrariando o processo de estreitamento restritivo. Este mecanismo é utilizado principalmente em cenários que requerem a estabilização a longo prazo da função pulmonar, onde a manutenção da permeabilidade contínua das passagens brônquicas é fundamental para a gestão rotineira da saúde.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dilatrane?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Esta secção descreve os efeitos adversos e as características de segurança documentados do Dilatrane (teofilinato de colina), baseando-se estritamente em documentos regulamentares governamentais.

As reações adversas são frequentemente dependentes da concentração, o que significa que a sua frequência e gravidade aumentam significativamente quando a concentração sérica da substância ativa excede os 20 µg/mL, um risco documentado na rotulagem regulamentar.


Reações Adversas Documentadas por Sistema de Órgãos

As reações adversas encontram-se classificadas de acordo com o sistema do organismo afetado, conforme registado nos documentos oficiais:

Classe de Sistema de Órgãos Reações Adversas Comuns Reações Adversas Graves
Gastrointestinal Náuseas, vómitos, dor abdominal, diarreia Toxicidade grave
Sistema Nervoso Dores de cabeça (cefaleias), agitação, insónia, tremores Crises epiléticas (convulsões)
Cardíaco Taquicardia, palpitações, arritmias Arritmias ventriculares

Restrições de Segurança e Considerações Populacionais

O perfil de segurança regulamentar inclui limitações específicas e advertências para certas condições e grupos populacionais:

O medicamento está contraindicado em indivíduos com historial conhecido de úlcera péptica, um distúrbio convulsivo subjacente ou em casos que envolvam a utilização concomitante de outros derivados da xantina.

Recomenda-se precaução, sendo que a eliminação (clearance) é reduzida em doentes com comprometimento da função hepática ou certas condições cardiovasculares (por exemplo, insuficiência cardíaca congestiva), aumentando o risco de toxicidade.

A eliminação da substância ativa é geralmente mais lenta nos idosos (com mais de 60 anos) e em recém-nascidos. Efeitos menos graves, como náuseas e agitação, podem ser transitórios no início da terapêutica; contudo, a persistência destas reações sugere concentrações elevadas no sangue.

Nota: A toxicidade grave por teofilina, que pode ser fatal, é uma consideração de segurança crítica, dado que eventos graves (como convulsões ou arritmias ventriculares) podem ocorrer como o primeiro sinal de toxicidade.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A informação oficial de prescrição do teofilinato de colina (Dilatrane) detalha explicitamente as manifestações clínicas e as ações de emergência necessárias em caso de sobredosagem. Os sintomas iniciais documentados podem incluir vómitos persistentes ou incoercíveis, náuseas, dor abdominal, agitação, dores de cabeça (cefaleias), tremores e uma frequência cardíaca elevada (taquicardia). Estas manifestações sistémicas podem progredir rapidamente para eventos graves com risco de vida.

Desfechos Graves e Resposta de Emergência

A sobredosagem está associada a desfechos graves ou potencialmente fatais que afetam o sistema nervoso central e a função cardiovascular, incluindo crises epiléticas (convulsões), arritmias ventriculares e paragem cardíaca. As normas regulamentares determinam que se deve procurar assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se ocorrerem manifestações graves, tais como convulsões ou sintomas cardíacos graves.

O tratamento descrito nos documentos regulamentares foca-se em cuidados sintomáticos e de suporte. Não se conhece nenhum antídoto específico. São necessárias a hospitalização e a monitorização contínua, incluindo especificamente a monitorização por eletrocardiograma (ECG) e a medição frequente da concentração sérica de teofilina e de eletrólitos essenciais. Os documentos oficiais referem ainda que o risco de toxicidade grave é superior nos idosos e em doentes com comprometimento hepático ou cardíaco conhecido.

Usos terapêuticos de Dilatrane

Para que serve o Dilatrane: principais utilizações e benefícios

O Dilatrane (teofilinato de colina) é comummente utilizado no controlo das dificuldades respiratórias associadas a doenças pulmonares crónicas. O medicamento é habitualmente indicado para auxiliar na estabilização a longo prazo de patologias respiratórias crónicas, incluindo a asma brônquica, a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), a bronquite crónica e o enfisema. É utilizado em contextos clínicos caracterizados pela restrição persistente do fluxo de ar, proporcionando um alívio de suporte face aos sintomas relacionados com o esforço fisiológico evidente na gestão rotineira da saúde.

De acordo com a perspetiva do NIH MedlinePlus sobre a teofilina, o fármaco foca-se nos sintomas centrais da restrição do fluxo de ar, que incluem a pieira (sibilos), a falta de ar persistente (dispneia) e o aperto torácico. O benefício primordial é ajudar a reduzir a carga sintomática global, apoiando o bem-estar geral e a estabilidade durante as fases sintomáticas.

Informações Essenciais: Alívio da Restrição do Fluxo de Ar

Domínio dos Sintomas Benefício Principal
Pieira e dispneia Ajuda a atenuar a carga total de sintomas; auxilia na manutenção da estabilidade funcional
Sintomas noturnos Pode auxiliar na gestão da recorrência dos sintomas; contribui para um maior conforto
Restrição crónica Apoia a estabilização de condições respiratórias numa perspetiva de longo prazo

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Dilatrane?

A elegibilidade para o uso de Dilatrane (teofilinato de colina) é rigorosamente definida por documentos regulamentares, que distinguem entre proibições absolutas e situações de utilização condicional.

Contraindicações: Quem não deve utilizar O uso está contraindicado em doentes com hipersensibilidade ou alergia conhecida a derivados da xantina (como a teofilina) e em indivíduos com úlcera péptica ativa. Doentes com doença arterial coronária grave ou perturbações convulsivas não controladas devem também evitar oficialmente este medicamento.

Utilização Condicional: Populações Especiais Este medicamento exige precaução e monitorização próxima em diversas populações devido à redução documentada na eliminação (clearance) do fármaco. Isto inclui idosos (geralmente com idade superior a 55 anos) e lactentes com menos de um ano de idade. Doentes com comprometimento da função hepática (insuficiência hepática) apresentam risco de toxicidade. A precaução é também obrigatória para aqueles que sofrem de condições cardíacas graves (por exemplo, arritmias ou hipertensão grave).

Gravidez e Aleitamento Durante a gravidez, o fármaco é classificado como pertencendo à Categoria C; a sua eliminação diminui significativamente no terceiro trimestre, o que requer monitorização. Relativamente ao aleitamento, o fármaco é excretado no leite humano e as orientações oficiais sugerem a interrupção do medicamento ou da amamentação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

As interações do Dilatrane (teofilinato de colina) com outros medicamentos e produtos são definidas primordialmente pela eliminação (clearance) da sua parte ativa, a teofilina, através do sistema enzimático hepático CYP. Todas as declarações sobre interações derivam de documentação regulamentar oficial.

Categoria da Interação Declaração Regulamentar
Combinações Contraindicadas A administração concomitante de Dilatrane com outras preparações que contenham xantinas é proibida. A combinação com efedrina está contraindicada em crianças.
Alterações Farmacocinéticas O uso concomitante com inibidores do CYP, como a ciprofloxacina e o enasidenib, está documentado como fator de aumento das concentrações plasmáticas de teofilina e do risco de reações adversas graves. Inversamente, indutores do CYP, como a rifampicina e a carbamazepina, estão documentados como redutores dos níveis de teofilina através do aumento da sua eliminação metabólica.
Efeitos Farmacodinâmicos A teofilina pode potenciar o risco de hipocalemia quando administrada com beta-agonistas, corticosteroides ou diuréticos. A administração conjunta resultou também em efeitos documentados como arritmias (halotano) e o antagonismo de efeitos sedativos (benzodiazepinas).
Interações com Substâncias não Medicamentosas O consumo de tabaco e de marijuana está documentado como fator de aumento da eliminação da teofilina. O produto à base de plantas erva de S. João (Hipericão) também está documentado como redutor dos níveis sanguíneos. Componentes dietéticos específicos, como a carne de vaca grelhada no carvão, são oficialmente assinalados por alterarem a eliminação da teofilina.
Regras de Intervalo e Precauções As doses devem ser separadas por, pelo menos, 4 ou 12 horas após a utilização de outras preparações com xantinas. Está documentada uma redução na eliminação da teofilina em populações que incluem idosos, doentes com insuficiência cardíaca ou comprometimento hepático, aumentando a sua suscetibilidade a desfechos negativos resultantes de interações.

Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação Dual: Inibição da PDE e Antagonismo da Adenosina

O Dilatrane (teofilina) exerce o seu mecanismo de ação primordial através de duas vias moleculares distintas. Em primeiro lugar, funciona como um inibidor não seletivo das enzimas fosfodiesterase (PDE), particularmente dos tipos III e IV. Esta inibição impede a degradação do mensageiro secundário AMP cíclico (cAMP), levando ao aumento dos níveis intracelulares de cAMP nas células do músculo liso. Em segundo lugar, atua como um antagonista não seletivo dos recetores de adenosina. Esta ação dupla permite modular o tónus do músculo liso bronquial e influenciar a atividade do sistema nervoso central.


Modulação da Expressão Genética Inflamatória

Para além dos seus efeitos imediatos no tónus muscular, o fármaco influencia a regulação a longo prazo dos processos celulares ao afetar a transcrição genética. Este mecanismo envolve a restauração da atividade da Desacetilase das Histonas 2 (HDAC2), que auxilia na supressão da transcrição de genes regulados por fatores como o NF-kappaB, resultando na supressão da síntese de proteínas pró-inflamatórias nas células das vias aéreas.


Modulação do Estímulo Respiratório e da Função Muscular

O antagonismo dos recetores de adenosina exercido pelo fármaco estende-se igualmente ao sistema respiratório. Ao modular a sinalização da adenosina, o composto atua sobre o centro respiratório cerebral e influencia diretamente a contratilidade dos músculos respiratórios, incluindo o diafragma. Isto resulta numa modulação da frequência e da força de contração dos músculos respiratórios.

Informações sobre dosagem e administração

O Dilatrane (teofilinato de colina) é utilizado como uma terapêutica oral de manutenção a longo prazo em patologias crónicas caracterizadas pela restrição do fluxo de ar. O medicamento encontra-se disponível tanto em formas de libertação imediata (solução oral) como de libertação prolongada (comprimidos ou cápsulas), o que determina a frequência necessária das tomas.


Administração e Posologia Padrão

O tratamento é tipicamente iniciado com uma dose inicial reduzida, geralmente cerca de 300 mg por dia (equivalente de teofilina), que pode ser administrada em doses divididas se forem utilizadas formas de libertação imediata. O intervalo de manutenção padrão para adultos situa-se comummente entre 400 mg e 600 mg por dia, não sendo habitual que a dose diária total exceda o limite superior. As tomas devem ser efetuadas à mesma hora todos os dias para manter níveis sanguíneos constantes.

Titulação e Manuseamento Especial

Um princípio fundamental da utilização deste fármaco envolve a titulação lenta, na qual os ajustes da dose só são implementados após um mínimo de três dias. Este intervalo permite que a concentração do fármaco na corrente sanguínea estabilize antes de serem efetuados novos ajustes. No caso das formas de libertação prolongada, os comprimidos ou cápsulas devem ser deglutidos inteiros e não podem ser esmagados, partidos ou mastigados; esta medida é necessária para preservar a característica de libertação lenta pretendida.

Utilização em Populações Específicas

Aplicam-se regras de administração específicas a determinados grupos de doentes. No caso dos idosos (com idade igual ou superior a 60 anos), a dose diária total é habitualmente restrita a um máximo de 400 mg devido a uma metabolização mais lenta do fármaco. Para doentes pediátricos (com peso igual ou inferior a 45 kg), a dose é calculada com base no peso corporal. Em caso de esquecimento de uma toma, as orientações regulamentares desaconselham a toma de uma dose dupla; o doente deve tomar a dose seguinte conforme planeado.

Evidência clínica recente

Dilatrane: Evidência Clínica Recente

Evidência para o Uso na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)

A investigação analisou o Dilatrane (teofilinato de colina) em adultos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) estável através de ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas. Os estudos exploraram a resposta dos doentes ao longo de intervalos definidos, monitorizando medidas funcionais objetivas, tais como o movimento do ar nos pulmões e parâmetros fisiológicos. A investigação descreveu padrões relacionados com os valores da função pulmonar após a administração e alterações a curto prazo nos resultados reportados pelos doentes sobre a perceção de desconforto, em comparação com grupos de controlo.

O que permanece incerto é a extensão total do impacto nos desfechos a longo prazo para além dos períodos dos ensaios, uma vez que as durações de acompanhamento foram limitadas em muitos estudos. Adicionalmente, os dados para certos subgrupos de doentes com diferentes graus de gravidade da doença permanecem insuficientes, e a qualidade da evidência varia entre os estudos no que respeita a medidas funcionais como a capacidade de exercício.


Evidência para o Uso na Asma Brônquica

O medicamento foi estudado na asma brônquica crónica utilizando ECCA de curto a médio prazo e estudos comparativos. A investigação monitorizou desfechos como a função pulmonar objetiva e os resultados reportados pelos doentes sobre a perceção de desconforto associado a sintomas diurnos e noturnos. Os ensaios reportaram medições que demonstram diferenças nos parâmetros da função pulmonar em períodos curtos de observação, e a investigação inicial descreveu padrões relacionados com os valores da função pulmonar nas populações estudadas.

Evidência para os Subgrupos de Bronquite Crónica e Enfisema

A investigação específica analisou a bronquite crónica e o enfisema maioritariamente no contexto de estudos mais amplos de DPOC. A evidência para estes subgrupos baseia-se frequentemente em análises derivadas de populações gerais de ensaios, monitorizando medidas gerais de restrição do fluxo de ar. A investigação dedicada exclusivamente a estas condições isoladas não é publicada frequentemente em revisões sistemáticas recentes.


Estudos de Longo Prazo e Dados de Acompanhamento

Foram conduzidos estudos com várias durações, mas existe informação limitada sobre os desfechos a longo prazo que avaliem a durabilidade da resposta ao longo de vários anos. A investigação foi avaliada em grupos específicos de doentes, incluindo crianças com asma crónica e idosos integrados em ensaios de DPOC, embora os dados para certos grupos permaneçam insuficientes. As durações de acompanhamento foram limitadas em muitos dos principais ensaios clínicos.


O que Ainda é Incerto na Investigação sobre o Dilatrane

O panorama da investigação destaca o que se sabe — e o que ainda permanece incerto. A qualidade da evidência varia entre os estudos e o efeito observado nos ensaios clínicos pode não se aplicar universalmente, uma vez que a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante. A certeza permanece baixa quanto ao impacto a longo prazo na progressão da doença. Além disso, existe uma lacuna de evidência comparativa em ensaios recentes face a outras terapias de manutenção estabelecidas, e a investigação necessita de maior clarificação em determinados subgrupos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dilatrane (FAQ)

P: O que devo fazer se me esquecer acidentalmente de uma dose?

Se uma dose for esquecida, as instruções oficiais aconselham a tomar a dose seguinte agendada conforme planeado. As instruções regulamentares estipulam que não deve ser tomada uma dose dupla para compensar uma dose em falta. Manter a regularidade dos horários é fundamental para ajudar a conservar o nível do medicamento estável na corrente sanguínea.

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns do Dilatrane?

Os documentos regulamentares referem que as reações adversas comuns são frequentemente as que apresentam efeitos do tipo cafeína, incluindo náuseas, vómitos, dores de cabeça, agitação, insónia e tremores. É oficialmente observado que a gravidade e a frequência dos efeitos adversos aumentam significativamente quando a concentração da substância ativa excede um nível documentado.

P: Quanto tempo demora normalmente o Dilatrane a começar a atuar?

O Dilatrane está oficialmente aprovado como uma terapia de manutenção a longo prazo e não como um medicamento de alívio imediato para problemas respiratórios súbitos. Os estudos indicam que a melhoria terapêutica sustentada requer habitualmente que a concentração do fármaco esteja estável dentro do intervalo terapêutico pretendido. Por este motivo, é utilizado para a gestão crónica e estável, em vez de se procurar um efeito rápido.

P: O Dilatrane é utilizado para tratar ataques de asma súbitos?

A rotulagem oficial do produto indica que o Dilatrane (teofilinato de colina) não é um medicamento de resgate e não deve ser utilizado para tratar ataques de asma agudos e súbitos ou broncoespasmos. O medicamento destina-se especificamente à gestão estável e a longo prazo de condições respiratórias crónicas.

P: Existem alimentos específicos que deva evitar enquanto tomo este medicamento?

A informação regulamentar refere que certos componentes dietéticos, como a carne de vaca grelhada no carvão, podem alterar a rapidez com que o medicamento é eliminado do organismo. As orientações oficiais sugerem limitar ou evitar alimentos e bebidas que contenham cafeína (como café, chá e chocolate), uma vez que a sua combinação pode aumentar o risco de experienciar efeitos secundários do tipo cafeína, tais como agitação ou insónia.

Como Dilatrane deve ser armazenado e descartado?

O Dilatrane (teofilinato de colina) deve ser conservado e manuseado de acordo com as condições específicas definidas na rotulagem regulamentar do produto, de modo a garantir a sua estabilidade e eficácia.

Condições de Armazenamento

Requisito Condição Oficial de Rotulagem
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (20 °C a 25 °C).
Proteção O produto deve ser protegido da luz e protegido da humidade.
Embalagem Manter o recipiente bem fechado; algumas formas líquidas exigem a rejeição da porção não utilizada após uma única utilização.

Todas as formas deste medicamento devem ser mantidas fora da vista e do alcance das crianças. Deve evitar-se a exposição a temperaturas superiores a 25 °C, uma vez que tal pode afetar a estabilidade do fármaco em determinados recipientes.

Eliminação

A eliminação de Dilatrane não utilizado ou fora do prazo de validade, bem como da sua embalagem, deve ser efetuada em conformidade com os regulamentos locais, regionais e nacionais. Para proteger o ambiente, devem ser tomadas medidas para evitar a libertação inadequada do produto em águas residuais ou através de escoamento químico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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