Synflorix

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Synflorix

Forma selecionada

Método de ação: Vacciness

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Synflorix

Que tipo de produto médico é o Synflorix?

O Synflorix é identificado oficialmente como uma vacina pneumocócica polissacarídica conjugada (adsorvida), classificada fundamentalmente como um agente imunológico utilizado para a preparação ativa do sistema imunitário. A sua forma farmacêutica é uma suspensão injetável branca e turva, o que o distingue como um produto biológico destinado à administração por via intramuscular. A vacina insere-se na classe farmacológica das vacinas, especificamente as que visam infeções pneumocócicas (Código ATC J07AL52).

Compreender a composição: 10-valente e conjugada

A estrutura do Synflorix é a de um produto combinado complexo, conhecido pela sua estrutura 10-valente, que incorpora polissacarídeos capsulares purificados de dez serotipos específicos de Streptococcus pneumoniae. Estes polissacarídeos bacterianos estão quimicamente ligados, ou conjugados, a várias proteínas transportadoras — incluindo a Proteína D (derivada de Haemophilus influenzae não tipável), o Toxoide Tetânico e o Toxoide Diftérico — para reforçar a resposta imunitária. A utilização de múltiplas proteínas transportadoras nesta vacina visa melhorar a imunogenicidade, especialmente em lactentes.

A vacina é designada como adsorvida porque os componentes ativos estão fixados ao adjuvante, fosfato de alumínio, que ajuda a estimular as defesas do organismo e estabiliza a formulação na base aquosa. A inclusão da Proteína D como transportadora é uma característica diferenciadora reconhecida clinicamente por apoiar a resposta imunitária.

Função principal: Estabelecer a imunização ativa

A função principal do Synflorix é estabelecer a imunização ativa, estimulando o sistema imunitário a criar a sua própria defesa contra os dez serotipos específicos incluídos no produto. Este treino imunológico gera anticorpos duradouros e células de memória, preparando o corpo para reconhecer rapidamente os componentes bacterianos alvo em caso de exposição natural.

O objetivo de todo este processo biológico é a prevenção, sendo tipicamente utilizado em contextos de saúde pública para proteger o indivíduo, permitindo a prontidão imunológica antes que ocorra uma potencial infeção. Este tipo de preparação é apoiado por estudos farmacológicos que demonstram a geração de anticorpos funcionais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Synflorix ?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

Esta secção descreve os efeitos adversos e as características de segurança do Synflorix oficialmente documentados, baseando-se estritamente em fontes regulamentares governamentais autorizadas. O perfil de segurança está formalmente organizado pela frequência de ocorrência e pelo sistema fisiológico afetado.

Reações adversas classificadas por frequência

As reações documentadas com maior frequência são classificadas como Muito Frequentes (ge 1/10). Estas incluem tipicamente efeitos locais, tais como dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, bem como reações sistémicas como febre (ge 38C), sonolência, irritabilidade e perda de apetite. Efeitos menos frequentes, classificados como Frequentes, incluem a formação de induração (nódulo duro) no local da injeção. Reações Pouco Frequentes podem envolver diarreia, vómitos, erupção cutânea e prurido.

Reações sistémicas e graves

Nos documentos regulamentares, os efeitos adversos são agrupados por Classe de Sistemas de Órgãos, envolvendo o Sistema Nervoso (ex.: sonolência, convulsões), o Sistema Gastrointestinal e a Pele e Tecido Subcutâneo (ex.: erupção cutânea). Eventos raros e clinicamente significativos documentados na rotulagem oficial incluem convulsões (incluindo convulsões febris), Angioedema e a ocorrência de doença de Kawasaki.

Condicionantes de segurança e notas específicas para populações

A administração é oficialmente contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina. Os textos regulamentares aconselham o adiamento da administração em indivíduos com uma doença febril aguda grave. A rotulagem oficial inclui precauções específicas para certas populações, observando um risco potencial documentado de apneia (interrupção temporária da respiração) em bebés muito prematuros (le 28 semanas de gestação), o que pode exigir monitorização pós-administração. Adicionalmente, a rotulagem refere que a reatogenicidade, particularmente as reações no local da injeção e a febre, pode ser mais acentuada após a dose de reforço administrada a crianças mais velhas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que não foram comunicados casos de sobredosagem na experiência clínica com o Synflorix. Devido à classificação da vacina como um agente imunológico, as orientações oficiais para eventos graves focam-se na gestão de reações sistémicas agudas.

Âmbito da Sobredosagem Declaração Regulamentar
Manifestação Documentada Não foram relatados casos de sobredosagem.
Risco de Desfecho Grave A reação anafilática é um evento potencial com risco de vida.
Nota para Populações Específicas Lactentes muito prematuros (nascidos com le 28 semanas de gestação) apresentam um risco documentado de apneia.

Declarações Oficiais de Emergência:

Deve-se procurar assistência médica imediata perante sintomas indicativos de uma reação alérgica grave, tais como inchaço dos membros, do rosto ou da garganta, ou em caso de fraqueza súbita e grave ou colapso. O tratamento e a supervisão médica adequados devem estar prontamente disponíveis para gerir o risco raro de um evento sistémico grave, como a anafilaxia, após a administração.

Deve ser considerada a monitorização respiratória durante 48 a 72 horas para lactentes muito prematuros, devido ao risco potencial de apneia. Não é conhecido nem está descrito qualquer antídoto específico nas informações regulamentares de prescrição.

Ligação ao perfil global de sobredosagem:

O perfil regulamentar é definido pela declaração oficial de ausência de casos relatados, deslocando o foco da emergência para a gestão de reações sistémicas raras e graves. Isto exige que os cuidadores contactem imediatamente os serviços de emergência ao notarem o aparecimento de sintomas potencialmente fatais, garantindo o acesso imediato a cuidados médicos de suporte, conforme exigido pela rotulagem oficial.

Usos terapêuticos de Synflorix

Para que é utilizado o Synflorix: principais aplicações e benefícios

O Synflorix é considerado relevante para utilização em lactentes e crianças para abordar condições relacionadas com estirpes específicas de pneumococos. O foco primário reside no suporte preventivo, o qual ajuda a atenuar a carga global de sintomas associados a infeções graves.

Este agente é habitualmente utilizado em condições que se apresentam com episódios agudos e desequilíbrio sistémico, tais como a meningite (uma infeção sistémica), a septicémia (envenenamento do sangue) e a bacteriemia. Este suporte preventivo ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis, apoiando o paciente durante episódios clínicos difíceis.

A utilização deste agente é também relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, associados a infeções localizadas. É comummente utilizado em condições que apresentam episódios agudos, incluindo a pneumonia e a otite média aguda (OMA), que envolvem sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos.

A aplicação é relevante em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, incluindo a utilização em grupos pediátricos de alto risco, como bebés prematuros e crianças com doenças crónicas subjacentes, como a disfunção esplénica.

Facto Rápido: Alívio para Sintomas Sistémicos e Respiratórios (Através da Prevenção)

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para o Synflorix é rigorosamente definida pelas entidades reguladoras para utilização numa faixa etária pediátrica específica e está sujeita a regras documentadas para populações particulares e contraindicações.

Elegibilidade Oficial e Contraindicações

Estado da População Regra Regulamentar (Rotulagem Oficial)
Faixa Etária Aprovada Lactentes e crianças desde as 6 semanas até aos 5 anos de idade.
Contraindicação Absoluta Indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina, incluindo substâncias ativas, excipientes ou proteínas transportadoras.
Utilização Condicional (Adiamento) A administração deve ser adiada em indivíduos que sofram de uma doença febril aguda grave.
Utilização Condicional (Precaução) A utilização requer precaução em crianças com trombocitopenia ou qualquer distúrbio de coagulação.
Utilização não estabelecida A segurança e eficácia não foram estabelecidas para crianças com mais de 5 anos de idade, adolescentes ou adultos.

Considerações para Populações Especiais

O Synflorix é frequentemente administrado a grupos pediátricos de alto risco, tais como aqueles com infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), drepanocitose ou disfunção esplénica. No entanto, os documentos regulamentares estabelecem que, ao administrar a série primária a lactentes muito prematuros (nascidos com le 28 semanas de gestação), o risco de apneia e a necessidade de monitorização respiratória durante 48 a 72 horas devem ser considerados. Adicionalmente, crianças com resposta imunitária comprometida podem apresentar uma resposta de anticorpos reduzida à vacinação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Synflorix é uma vacina cujo perfil de interação é definido pela sua utilização com outras vacinas e pelo potencial de uma resposta imunitária reduzida quando combinado com determinados medicamentos.

Coadministração com outras vacinas

O Synflorix pode ser administrado ao mesmo tempo que várias outras vacinas, incluindo as da Difteria, Tétano, Tosse convulsa (acelular), Hepatite B, Poliomielite inativada, Haemophilus influenzae tipo b, Sarampo, Papeira, Rubéola e Varicela. Uma restrição crítica é que diferentes vacinas injetáveis administradas simultaneamente devem ser sempre aplicadas em locais de injeção separados.

Modificadores da exposição e da resposta imunitária

Categoria de Substância Declaração de Interação
Medicamentos imunossupressores Pacientes a receber tratamento imunossupressor podem não gerar uma resposta imunitária adequada à vacina (eficácia reduzida).
Antipiréticos profiláticos Dados clínicos sugerem que a utilização profilática de paracetamol (antes ou imediatamente após a vacinação) pode reduzir a resposta imunitária ao Synflorix. A relevância clínica é atualmente desconhecida.

Condicionantes de tempo e específicas para certas populações

É necessário um intervalo mínimo de 8 semanas entre a administração do Synflorix e a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente.

Crianças com resposta imunitária comprometida devido a condições como a infeção por VIH ou terapia imunossupressora contínua podem ter uma resposta de anticorpos reduzida à vacina. Foram observados resultados inconsistentes na resposta imunitária ao componente do poliovírus inativado tipo 2 quando coadministrado; a relevância clínica não é conhecida.

Mecanismo de ação

Ativação da imunidade dependente das células T

O Synflorix funciona através da apresentação ao sistema imunitário do hospedeiro de antigénios polissacarídicos bacterianos ligados (conjugados) a uma proteína transportadora. Este mecanismo de entrega direcionada envolve as Células Apresentadoras de Antigénio (APCs) e as células T auxiliares (células T CD4^+), iniciando assim a complexa cascata molecular que promove uma resposta imunitária dependente das células T. Este processo apoia a geração de memória imunitária, que envolve a persistência a longo prazo de linfócitos específicos para o antigénio.


Impulsionar a resposta humoral e a produção de anticorpos funcionais

A via de ativação das células T sustenta a diferenciação dos linfócitos B em plasmócitos especializados, levando à produção de anticorpos IgG específicos. Estes anticorpos revestem a superfície da célula bacteriana (um processo designado por opsonização), que atua como um marcador molecular. O efeito fisiológico resultante é a iniciação da fagocitose — a destruição das bactérias marcadas por células imunitárias — o que demonstra a consequência funcional da ação dos anticorpos sobre as estruturas da superfície do agente patogénico.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

A utilização do Synflorix é regida por instruções de protocolo fixo presentes na documentação regulamentar oficial, garantindo uma administração consistente do produto. A vacina é indicada exclusivamente para crianças com idades compreendidas entre as 6 semanas e os 5 anos, não estando autorizada para utilização em crianças mais velhas ou adultos.

Âmbito da Administração

Característica Instrução Oficial (Baseada na Rotulagem)
Via de administração: Apenas injeção intramuscular (IM). Não deve ser administrada por via intravascular, intradérmica ou subcutânea.
Esquema posológico: É utilizado um volume fixo de 0,5 mL em cada injeção, independentemente da idade ou do peso da criança.
Requisitos de preparação: A suspensão deve ser bem agitada imediatamente antes da utilização, até se tornar um líquido branco, turvo e uniforme.

Esquema de Vacinação Específico por Idade

O número total de doses e os intervalos de tempo dependem da idade da criança quando é administrada a primeira dose. O ciclo completo deve ser concluído com Synflorix. Os esquemas podem variar consoante a região, baseando-se nos programas de imunização oficiais.

No caso de lactentes com idades entre as 6 semanas e os 6 meses, a série primária consiste tipicamente em duas ou três doses, com intervalos de pelo menos 1 a 2 meses entre elas. É recomendada uma dose de reforço pelo menos 6 meses após a última dose primária, geralmente entre os 12 e os 15 meses de idade.

Para bebés prematuros nascidos entre as 27 e as 36 semanas de gestação, é estipulada uma série primária específica de 3 doses, acrescida de uma dose de reforço, totalizando 4 doses no ciclo.

Para crianças que iniciam a vacinação entre os 12 meses e os 5 anos de idade, o esquema consiste em duas doses administradas com um intervalo de, pelo menos, 2 meses entre elas.

Estrutura do Procedimento

As instruções oficiais estabelecem que o profissional de saúde deve administrar a dose de 0,5 mL por via de injeção IM num local muscular designado, como a face anterolateral da coxa em lactentes. Caso se verifique o esquecimento de uma dose, a documentação regulamentar instrui que o restante ciclo deve ser completado, mantendo-se os intervalos mínimos de tempo adequados entre as injeções.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos do Synflorix

Esta secção descreve a investigação realizada sobre o Synflorix, detalhando os tipos de estudos, as populações analisadas e os resultados que foram monitorizados. Os resultados refletem padrões de grupo observados em contexto de investigação e não desfechos individuais; a investigação não determina se um indivíduo terá uma resposta idêntica.

Evidência na prevenção da Doença Pneumocócica Invasiva (DPI) e infeções respiratórias

A investigação sobre o potencial de imunização do produto contra infeções pneumocócicas foi conduzida através de ensaios clínicos controlados de grande escala (RCTs), bem como de programas de vigilância observacional. Estes estudos envolveram grupos alargados de lactentes e crianças jovens saudáveis. Os investigadores analisaram resultados como a incidência de Doença Pneumocócica Invasiva (DPI) confirmada por cultura, pneumonia com diagnóstico hospitalar e episódios de Otite Média Aguda (OMA). As avaliações regulamentares classificaram a evidência relativa à DPI com a classificação qualitativa de Alta. O efeito observado em relação à OMA e à pneumonia parece ser substancialmente inferior ao efeito verificado na DPI.

Estudos imunológicos e resposta por serotipo

A investigação incluiu estudos laboratoriais focados em resultados imunológicos, examinando o desenvolvimento de marcadores imunitários relacionados com os componentes da vacina. Os estudos monitorizaram a geração de níveis de anticorpos específicos por serotipo e de anticorpos funcionais para todos os dez serotipos contidos no produto. A investigação também explorou se o produto gerava respostas de reatividade cruzada contra um serotipo relacionado, o 19A. Um dado reportado na investigação é que a magnitude medida da resposta imunitária funcional foi inferior para os serotipos 1 e 5, quando comparada com as respostas imunitárias observadas para os restantes oito serotipos.

Estudos em grupos pediátricos de alto risco

A investigação também explorou a resposta imunitária gerada em populações específicas de doentes associadas a um risco mais elevado de doença pneumocócica. Tratou-se principalmente de ensaios imunológicos realizados em crianças com condições subjacentes, tais como infeção por VIH, drepanocitose ou disfunção esplénica, e em lactentes prematuros estáveis. A evidência disponível relativa a estes grupos de doentes foi descrita como moderada, e os ensaios reportaram de que forma os marcadores imunitários se desenvolveram nestas coortes específicas após esquemas de dosagem padrão ou modificados.

Lacunas de investigação e incertezas documentadas

A base de evidência destaca o que ainda permanece incerto quanto ao perfil de investigação do produto: os dados para certos grupos de alto risco continuam a ser insuficientes e os resultados aplicam-se apenas às coortes limitadas que foram estudadas. Ainda não é claro de que forma a variabilidade observada na resposta imunitária para os serotipos 1 e 5 se associou a diferenças na incidência da doença causada por esses serotipos específicos. Além disso, a evidência é limitada no que toca à proteção contra serotipos pneumocócicos não incluídos na formulação da vacina, e os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Synflorix (FAQ)


P: Quais são os serotipos específicos de Streptococcus pneumoniae incluídos no Synflorix?

Os documentos regulamentares listam os serotipos específicos de Streptococcus pneumoniae para os quais o Synflorix foi formulado para proteger. Esta vacina 10-valente contém polissacarídeos dos seguintes dez serotipos: 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F.

P: Como é que o Synflorix se diferencia da Prevenar 13 (PCV13) em relação ao número de serotipos abrangidos?

A informação oficial do produto descreve o Synflorix como uma vacina 10-valente, o que significa que visa dez estirpes (serotipos) específicas de Streptococcus pneumoniae. Para comparação, outras vacinas como a Prevenar 13 são conhecidas por serem 13-valentes, abrangendo treze estirpes. A diferença refere-se aos serotipos específicos incluídos nas respetivas formulações.

P: Como é que o Synflorix é diferente da antiga vacina PCV7?

A documentação regulamentar descreve o Synflorix como uma vacina 10-valente, que protege contra dez serotipos de Streptococcus pneumoniae. Em comparação, a vacina PCV7, mais antiga, foi formulada para proteger contra sete serotipos.

P: Por que razão um calendário de saúde pública pode escolher o Synflorix em vez de uma vacina pneumocócica diferente?

O Synflorix contém componentes específicos que o diferenciam de outras vacinas pneumocócicas. Os resumos regulamentares oficiais destacam a utilização da Proteína D do H. influenzae como uma proteína transportadora única para vários dos seus componentes. Estas características distintivas são descritas nos documentos regulamentares como uma característica única da formulação do produto.

P: O Synflorix é considerado uma imunização infantil de rotina na maioria dos programas?

Os documentos oficiais descrevem a utilização da vacina "como parte de um programa de imunização rotineira de lactentes". Este enquadramento sugere que o produto está incluído nos calendários de saúde pública recomendados nas regiões onde está registado.

P: O Synflorix contém componentes vivos ou inativados?

O Synflorix está classificado como uma Vacina Pneumocócica Polissacarídica Conjugada. Isto significa que é composto por polissacarídeos bacterianos purificados e proteínas transportadoras e, portanto, não contém bactérias vivas capazes de causar a doença.

P: O Synflorix pode causar a doença que se destina a prevenir?

Uma vez que a vacina é uma vacina conjugada composta por partes purificadas e não vivas da bactéria, não contém o germe vivo. Esta composição significa que a vacina não pode causar a doença pneumocócica invasiva que se destina a prevenir.

P: O Synflorix protegerá contra todos os tipos de pneumonia ou meningite?

A vacina é indicada para proporcionar imunização ativa apenas contra doenças causadas pelos dez serotipos específicos de Streptococcus pneumoniae que contém. Portanto, a vacina não protege contra todos os tipos de pneumonia ou meningite causados por outros agentes patogénicos.

P: A vacina protege contra outras bactérias além do Streptococcus pneumoniae?

As indicações terapêuticas oficiais estabelecem que o Synflorix se destina apenas à imunização contra doenças causadas pelo Streptococcus pneumoniae. Não está indicado para proteção contra outros tipos de bactérias ou agentes patogénicos.

P: O que significa o termo médico "doença pneumocócica invasiva" em linguagem simples?

Este termo médico (DPI) é utilizado em documentos regulamentares para descrever infeções graves causadas pelo Streptococcus pneumoniae. Estas condições sérias incluem a septicémia (infeção no sangue), a meningite (infeção das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinal) e a bacteriemia (presença de bactérias no sangue).

P: Quais são os sinais de uma reação alérgica grave ao Synflorix que exigem atenção imediata?

As reações alérgicas graves são raras, mas os seus sinais estão formalmente documentados na informação de segurança. Estes sinais podem incluir uma erupção cutânea com comichão (urticária), inchaço do rosto ou da garganta (Angioedema) que causa dificuldade em respirar, ou colapso súbito.

P: Crianças com um sistema imunitário enfraquecido ou doença crónica subjacente podem receber o Synflorix?

Os documentos regulamentares afirmam que a vacina é indicada para utilização em certas crianças de alto risco, como as que têm infeção por VIH ou drepanocitose. No entanto, a informação oficial também indica que indivíduos que tenham uma resposta imunitária comprometida podem gerar uma resposta de anticorpos reduzida à vacina.

P: Uma criança pode mudar para uma vacina pneumocócica diferente, como a PCV13, se tiver começado com o Synflorix?

A orientação regulamentar afirma que é recomendado que os indivíduos que recebam uma primeira dose de Synflorix completem o esquema vacinal completo utilizando o mesmo produto.

P: Quanto tempo dura geralmente a proteção do Synflorix?

Os estudos indicam que o Synflorix gera memória imunitária no organismo, que é o mecanismo para a proteção a longo prazo. No entanto, os resumos regulamentares oficiais observam que dados específicos de desfechos a longo prazo relacionados com a prevenção da doença não estão totalmente estabelecidos.

P: Estão reportadas interações com alimentos ou bebidas para o Synflorix?

A informação oficial regulamentar do produto descreve interações específicas com certos medicamentos, tais como imunossupressores ou medicamentos profiláticos para reduzir a febre. No entanto, a documentação não reporta nem discute quaisquer interações conhecidas com alimentos ou bebidas.

P: Quais são os ingredientes não ativos ou excipientes da vacina?

A informação oficial do produto lista os componentes não ativos da vacina (excipientes). Estes incluem o Fosfato de alumínio, que atua como um adjuvante para ajudar a estimular as defesas do organismo, bem como o Cloreto de sódio e Água para injetáveis.

P: O Synflorix contém tiomersal?

De acordo com a informação oficial regulamentar do produto, o Tiomersal não está listado entre os excipientes contidos na formulação da vacina.

P: A vacina Synflorix requer receita médica?

O Synflorix está formalmente classificado como um medicamento sujeito a receita médica.

Como Synflorix deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Synflorix

O Synflorix (Vacina pneumocócica polissacarídica conjugada, adsorvida) deve ser conservado sob condições rigorosas para manter a sua integridade, conforme estipulado na rotulagem regulamentar.

Condição Requisito
Intervalo de Temperatura Conservar no frigorífico entre 2°C e 8°C.
Congelamento Não congelar; a vacina deve ser eliminada caso tenha sido congelada.
Proteção contra a Luz Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.

No caso dos frascos multidose, o produto deve ser utilizado num prazo de 28 dias após a primeira abertura, desde que mantido sob refrigeração. A vacina não deve ser utilizada após o prazo de validade indicado.

Todos os produtos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais, não devendo ser deitados em águas residuais ou no lixo doméstico. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Synflorix encontrado em:

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