Spirovet

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Spirovet

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Spirovet

Spirovet: Que Tipo de Medicamento É?

O Spirovet é um medicamento veterinário explicitamente classificado como um anti-infecioso de uso sistémico (código ATCvet QJ01FA02). A substância ativa do medicamento é a Espiramicina, que pertence à classe dos antibióticos macrólidos, sendo especificamente reconhecida como um macrólido de anel de 16 membros. O fármaco é um medicamento de receita obrigatória e é apresentado como uma solução injetável límpida e amarelada, concebida para uma administração intramuscular fiável em gado, nomeadamente bovinos e porcas. Este formato injetável assegura a biodisponibilidade sistémica da Espiramicina, necessária para uma ação terapêutica eficaz.

Composição e Origem Natural da Espiramicina

A Espiramicina é o componente principal, numa concentração de 600.000 UI/ml. Este composto deriva de uma fonte natural, tendo sido isolado inicialmente a partir da cultura de fermentação da bactéria do solo Streptomyces ambofaciens. O Spirovet é um produto composto por uma única substância ativa, contendo uma mistura de componentes de Espiramicina relacionados (I, II e III). A formulação exige que a substância ativa seja dissolvida numa base aquosa, com a inclusão de excipientes especializados, como o álcool benzílico e a dimetilacetamida, para garantir a estabilidade da preparação e as propriedades adequadas para a injeção.

Objetivo Geral: Controlo do Crescimento Bacteriano

O objetivo geral do Spirovet é gerir e controlar infeções bacterianas, visando a proliferação de microrganismos suscetíveis. O composto funciona primordialmente como um agente bacteriostático; interrompe o crescimento bacteriano ao perturbar a síntese de proteínas essenciais. Esta ação trava a progressão da infeção, permitindo que o sistema imunitário do animal hospedeiro supere a população bacteriana. A natureza lipossolúvel deste macrólido é clinicamente reconhecida por permitir atingir elevadas concentrações teulares, o que é essencial para abordar eficazmente as infeções veterinárias sistémicas típicas nas suas espécies-alvo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Spirovet?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança regulamentar oficial do Spirovet (solução injetável de Espiramicina) está estruturado em torno de acontecimentos adversos documentados, das suas frequências esperadas e de limitações específicas à sua utilização, com base em normas regulamentares governamentais.


Reações Adversas e Frequências

Os acontecimentos adversos documentados com maior frequência são as alterações nos tecidos locais no ponto de administração. Estas reações são oficialmente classificadas como Frequentes. As reações sistémicas são tipicamente classificadas com uma frequência Desconhecida se os dados forem insuficientes para estimar a sua ocorrência. Uma das reações observadas é a hipersalivação em bovinos, que pode ocorrer pouco tempo após o tratamento. Reações sistémicas graves relacionadas com o sistema imunitário, tais como o choque anafilático, continuam a ser uma possibilidade documentada, embora rara, com antibióticos macrólidos injetáveis.


Classes de Órgãos e Persistência

As reações adversas estão associadas principalmente a Perturbações gerais e alterações no local de administração. De importância clínica é a duração destes efeitos: as lesões macroscópicas no local da injeção podem persistir até 42 dias após o tratamento. As informações de segurança também referem o potencial de efeitos no Sistema digestivo (hipersalivação) e no Sistema imunitário.


Restrições de Segurança e Limitações

O medicamento é oficialmente Contraindicado em animais com uma hipersensibilidade conhecida aos macrólidos (a classe do fármaco) ou a qualquer um dos excipientes da formulação, como o álcool benzílico. Existem restrições regulamentares específicas para determinados grupos de animais:

  • Machos Reprodutores: A utilização nesta população requer uma avaliação específica da relação benefício/risco devido a achados no sistema reprodutor observados em estudos laboratoriais com dosagens elevadas.
  • Bovinos em Produção de Leite: O produto não está autorizado para utilização em bovinos que produzam leite para consumo humano quando é administrada a dosagem mais elevada necessária para infeções respiratórias, devido a restrições de segurança de saúde pública.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Perfil de Sobredosagem: Informações Regulamentares Oficiais

A documentação regulamentar oficial do Spirovet define o perfil de sobredosagem essencialmente através da baixa toxicidade da substância ativa, a Espiramicina. Os materiais regulamentares declaram explicitamente que o produto é classificado como tendo uma toxicidade muito baixa nas espécies-alvo (bovinos e porcas). Consequentemente, a sobredosagem está oficialmente documentada como não induzindo efeitos tóxicos ou manifestações clínicas graves nestes animais. A rotulagem oficial não regista formalmente sintomas específicos, anomalias fisiológicas ou desfechos fatais resultantes de uma sobre-exposição aguda.

Devido a esta classificação regulamentar, não é listado qualquer antídoto específico para a Espiramicina, e a documentação não especifica um período de monitorização obrigatório nem detalha intervenções procedimentais formais, tais como a lavagem gástrica, para a gestão de uma sobredosagem animal.

Quando Procurar Assistência Médica Urgente

A principal instrução de resposta a emergências mandatada pelas autoridades regulamentares refere-se à segurança do administrador. Deve procurar-se aconselhamento médico imediato no caso de ocorrer uma auto-injeção humana acidental da solução. Esta é uma instrução imperativa, devendo o indivíduo apresentar o folheto informativo oficial do produto ao médico quando procurar assistência. Não existem outras condições relacionadas com a sobredosagem do produto listadas na rotulagem oficial como exigindo atenção médica urgente.

Usos terapêuticos de Spirovet

Spirovet: principais utilizações e benefícios

O Spirovet é comummente utilizado para auxiliar na gestão da carga sintomática associada a infeções bacterianas agudas em sistemas fisiológicos fundamentais, podendo oferecer um alívio de suporte durante episódios desafiantes.

De acordo com o Resumo das Características do Medicamento, este fármaco é relevante para doenças bacterianas específicas. É indicado para situações que apresentem desconforto sistémico ou localizado, tais como mamites clínicas agudas e infeções respiratórias.


Este medicamento poderá ajudar a gerir sintomas generalizados relacionados com o desequilíbrio sistémico, como a febre elevada e a letargia profunda. É também considerado relevante quando os sintomas se agrupam em padrões de desconforto localizado, incluindo dor intensa, inchaço e calor em tecidos específicos.

É aplicado em contextos onde sintomas sistémicos pronunciados criam uma interferência percetível no bem-estar geral. Oferece um alívio sintomático que ajuda a atenuar o sofrimento durante episódios agudos difíceis, proporcionando um suporte paliativo quando os sintomas interferem com as atividades de rotina.

Facto Rápido: Apoia a gestão do desconforto localizado e da febre.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Spirovet? — Informações Regulamentares Oficiais

O perfil de elegibilidade para o Spirovet (Espiramicina injetável) é definido pela documentação regulamentar oficial, estabelecendo quais as populações animais aprovadas para utilização e quais as que estão explicitamente excluídas.

Populações Contraindicadas (Não deve ser utilizado)

O Spirovet é contraindicado e não deve ser utilizado em animais com hipersensibilidade (alergia) conhecida à substância ativa, a Espiramicina. O seu uso é também proibido em animais com hipersensibilidade conhecida a quaisquer outros antibióticos macrólidos ou a qualquer um dos excipientes da solução.

Populações Elegíveis

Este medicamento está oficialmente aprovado para utilização nas espécies-alvo especificadas: Bovinos Adultos (tais como vacas em lactação) e Porcas.

Utilização Condicional e Restrições

  • Machos Reprodutores: A segurança do Spirovet não foi estabelecida em machos reprodutores. A utilização nesta população é restrita e apenas deve ocorrer após uma avaliação específica da relação benefício/risco realizada pelo médico veterinário.
  • Gestação e Lactação: Embora a segurança não tenha sido estabelecida durante a gestação e a lactação, os documentos regulamentares indicam que a sua utilização não deverá suscitar preocupações toxicológicas.
  • Restrição de Dose: O produto não está autorizado para utilização em vacas em lactação quando é administrada a dose mais elevada necessária para o tratamento de infeções respiratórias.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Spirovet (Espiramicina) é um antibiótico macrólido com padrões de interação documentados que exigem restrições e precauções formais. Todas as informações sobre interações derivam de dados regulamentares oficiais.

Restrições de Interação

A coadministração é restringida ou contraindicada para várias classes de medicamentos:

  • Combinações Contraindicadas: O uso simultâneo com alcaloides do ergot vasoconstritores (por exemplo, Ergotamina) é proibido devido ao risco de vasoconstrição grave.
  • Utilização Não Concomitante: O Spirovet não deve ser utilizado com outros antibióticos macrólidos nem com antibióticos bactericidas (por exemplo, Penicilinas, Cefalosporinas) devido ao antagonismo farmacodinâmico documentado.

Interações que Modificam a Exposição

A Espiramicina pode alterar a exposição sistémica de outros fármacos, exigindo precaução durante a sua utilização:

  • Aumento da Exposição/Efeito: A coadministração pode aumentar a concentração plasmática da Digoxina e de certos Corticosteroides. Pode também elevar o Rácio Internacional Normalizado (INR) quando utilizado com anticoagulantes cumarínicos (por exemplo, Varfarina).
  • Diminuição da Exposição/Efeito: Pode reduzir a concentração plasmática da Levodopa ao dificultar a absorção da Carbidopa.

Notas sobre o Metabolismo e Populações

A Espiramicina é classificada como um macrólido que não inativa as enzimas do Citocromo P450 (CYP3A4). No entanto, a sua utilização é contraindicada em casos de insuficiência hepática grave devido ao risco de redução da depuração e consequente acumulação. Recomenda-se também precaução na coadministração com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT. Não existem restrições formais documentadas relativamente a alimentos ou álcool.

Mecanismo de ação

Bloqueio do Ribossoma 50S e da Síntese Proteica Bacteriana

O Spirovet (Espiramicina) atua primordialmente como um inibidor altamente seletivo que visa a subunidade ribossómica 50S no interior das bactérias suscetíveis. Ao ligar-se fisicamente ao ARN Ribossómico 23S, próximo do túnel de saída do polipéptido nascente, o fármaco interrompe o processo crucial da síntese proteica bacteriana. Este bloqueio molecular atua como um inibidor ribossómico, impedindo a síntese de proteínas essenciais e resultando num estado de bacteriostase.


Cascata Mecanística e Paragem do Crescimento Microbiano

A interferência na síntese proteica inicia uma cascata celular que resulta na paragem do crescimento da população microbiana. Esta paragem do crescimento requer a função imunitária do hospedeiro para eliminar a população microbiana inibida. Além disso, o fármaco modula a virulência bacteriana ao reduzir seletivamente a síntese de certas toxinas e fatores de virulência.


Limitações Devido à Modificação do Local Alvo

A atividade deste mecanismo é biologicamente limitada pelo desenvolvimento de resistência bacteriana através da modificação do local alvo. As bactérias podem adquirir genes erm que modificam enzimaticamente o local de ligação do ARN Ribossómico 23S, impedindo assim fisicamente a fixação da Espiramicina. Esta modificação anula funcionalmente o mecanismo de ação do fármaco, permitindo que a síntese proteica continue sem entraves.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Spirovet

O Spirovet é administrado estritamente por via intramuscular (IM), sendo esta a única via aprovada para a solução de 600.000 UI/ml nas suas espécies-alvo. O protocolo geral consiste num regime de curta duração e curso fixo, definido inteiramente pelo animal de destino (bovinos ou porcas) e pela infeção específica sob gestão. É necessária uma determinação rigorosa do peso corporal do animal antes da utilização, de forma a garantir que a dose correta seja calculada.

As instruções oficiais de dosagem estabelecem requisitos distintos para diferentes cenários, ditando a quantidade total de unidades por quilograma de peso corporal e o esquema de administração exigido:

Espécie e Indicação Dose de Espiramicina por kg de Peso Corporal Padrão de Frequência
Bovinos (Mamite Aguda) 30.000 UI Duas doses com intervalos de 24 horas
Bovinos (Infeções Respiratórias) 100.000 UI Duas doses com intervalos de 48 horas
Porcas/Suínos (Mamite) 75.000 UI Geralmente uma dose, repetível após 24 horas

As restrições procedimentais estão estritamente definidas para assegurar uma administração correta. Deve ser respeitado um limite máximo de volume em qualquer local de injeção individual: 15 mililitros (ml) para bovinos e 7 ml para porcas. Se a dose total calculada exceder estes volumes, esta deve ser dividida para injeção em locais separados e adequadamente espaçados. Além disso, o Spirovet não deve ser misturado com quaisquer outros medicamentos veterinários.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Resumo de Mecanismos e Eficácia

Esta secção descreve a investigação sobre uma combinação analgésica do Fármaco A e do Fármaco B, que integra dois mecanismos de ação estabelecidos, explorados pelo seu efeito na dor moderada a grave.

Os estudos avaliaram a sua utilização na dor moderada a grave, incluindo a dor aguda pós-operatória e a dor crónica não oncológica. A investigação explorou se a combinação do Fármaco A e do Fármaco B aumenta o efeito analgésico em comparação com o Fármaco A ou o Fármaco B isoladamente, e os estudos analisaram se a combinação estava associada a uma redução na dose total de opioides necessária para o controlo da dor.

Foco de Investigação do Fármaco A

O mecanismo primário envolve a exploração do efeito do Fármaco A nos sinais de dor através do sistema nervoso central. Os estudos investigaram o efeito do Fármaco A na dor neuropática, frequentemente um tipo de dor complexo investigado em investigação. A investigação explora os efeitos do Fármaco A em sistemas de neurotransmissores específicos.

Foco de Investigação do Fármaco B

O Fármaco B é um composto não opioide amplamente investigado. O seu mecanismo de ação envolve a inibição das enzimas ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2), o que afeta a produção de prostaglandinas — compostos envolvidos na dor e na inflamação.

Conclusões de Ensaios Clínicos

A investigação analisou a combinação em diversos contextos. As principais áreas de investigação incluíram:

  • Contextos de Dor Aguda (ex.: Pós-Cirurgia): Estudos avaliaram o início da ação e a duração do alívio da dor em doentes após procedimentos cirúrgicos comuns.
  • Contextos de Dor Crónica: Os ensaios exploraram a utilização da combinação na dor musculoesquelética crónica e na dor lombar. A investigação analisou se a combinação afeta o conforto do doente e a função física ao longo de várias semanas de administração.

Perfil de Tolerabilidade e Segurança

Os ensaios avaliaram a tolerabilidade geral da combinação, relatando a frequência e a gravidade dos acontecimentos adversos. O perfil de tolerabilidade da combinação foi explorado em grupos de doentes idosos e certos estudos excluíram doentes com condições pré-existentes específicas. A investigação observou que os doentes com insuficiência hepática grave foram excluídos dos ensaios, ou que foram explorados ajustes de dose nesta população.

De acordo com os dados dos ensaios, os acontecimentos adversos comunicados com maior frequência nos ensaios incluíram náuseas, tonturas e sonolência.

Nota Importante sobre Interpretação

A consulta com um profissional de saúde é importante antes de iniciar qualquer medicação nova. A informação aqui apresentada é estritamente descritiva da investigação clínica realizada e não constitui aconselhamento médico, uma recomendação ou uma garantia de resultado.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Spirovet

O que é o Spirovet e para que é utilizado?

O Spirovet é um medicamento veterinário antibiótico que contém a substância ativa espiramicina, pertencente ao grupo dos macrólidos. É utilizado principalmente no tratamento de infeções em bovinos e suínos. Nos bovinos, é indicado para tratar a mastite clínica aguda causada por bactérias sensíveis e infeções do trato respiratório. Nas porcas, é utilizado para o tratamento de mastites. A substância atua inibindo a síntese proteica bacteriana, o que impede o crescimento e a propagação de microrganismos sensíveis.

Como deve ser administrado este medicamento?

A administração é efetuada por via intramuscular profunda. A dose exata e a duração do tratamento dependem da espécie animal, do peso corporal e do tipo de infeção que está a ser tratada. É fundamental determinar o peso do animal com a maior precisão possível para garantir a eficácia do tratamento e evitar a subdosagem. Devido ao volume da dose em animais de grande porte, pode ser necessário dividir a administração por diferentes locais de injeção para minimizar o desconforto e as reações locais.

Quais são as precauções importantes a ter em conta?

Este medicamento não deve ser administrado a animais com hipersensibilidade conhecida à espiramicina ou a qualquer um dos componentes da formulação. O uso de antibióticos deve ser baseado em testes de suscetibilidade bacteriana sempre que possível. A aplicação incorreta ou em doses inadequadas pode contribuir para o desenvolvimento de resistências bacterianas. As pessoas que administram o produto devem ter cuidado para evitar a autoinjeção acidental e o contacto com a pele ou olhos, lavando imediatamente as mãos após o manuseamento.

Existem efeitos secundários conhecidos?

Podem ocorrer reações no local da injeção, como lesões macroscópicas ou inchaços dolorosos que podem persistir por algum tempo após a administração. Em bovinos, foi ocasionalmente observada hipersalivação algumas horas após a aplicação. Caso sejam notados efeitos secundários graves ou não mencionados na bula, o médico veterinário deve ser informado.

Qual é o intervalo de segurança para o consumo de produtos animais?

O intervalo de segurança é o tempo necessário após a última administração do medicamento antes que o animal possa ser abatido para consumo humano ou que o seu leite possa ser utilizado. Estes períodos variam consoante a espécie e a dosagem aplicada. É imperativo respeitar rigorosamente os prazos indicados pelo médico veterinário para garantir que os resíduos do medicamento nos tecidos ou no leite não excedam os limites de segurança estabelecidos.

Como Spirovet deve ser armazenado e descartado?

As instruções de conservação e eliminação para o Spirovet (solução injetável de Espiramicina 600.000 UI/ml) estão estritamente definidas pela rotulagem regulamentar para manter a integridade do produto e a segurança ambiental.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 25 °C.
Congelação/Refrigeração Não refrigerar nem congelar a solução.
Proteção da Luz Manter o frasco dentro da embalagem exterior para o proteger da luz.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

O produto fechado tem um prazo de validade oficial de 3 anos. Após a primeira abertura do frasco, a solução deve ser utilizada no prazo de 28 dias. Qualquer medicamento veterinário não utilizado ou os seus resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais, a fim de evitar a sua libertação para o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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