Revaxis

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Revaxis

Método de ação: Vaccine

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Revaxis

O que é o Revaxis?

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Toxoide Diftérico, Toxoide Tetânico, Vírus da Poliomielite Inativado (Tipos 1, 2, 3)
Forma Suspensão injetável
Classe Farmacológica Vacinas, Combinações de Vacinas Bacterianas e Virais (Código ATC: J07CA01)
Utilização Comum Reforço para imunização ativa contra Difteria, Tétano e Poliomielite
Origem Biológica (Toxoides e Vírus Inativado)
Estatuto de Venda Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM)

O Revaxis é classificado como uma vacina combinada inserida na classe farmacológica de vacinas bacterianas e virais associadas, destinada à imunização ativa contra três doenças infecciosas graves: a difteria, o tétano e a poliomielite (paralisia infantil). Este medicamento está explicitamente designado como uma vacina de reforço para indivíduos a partir dos seis anos de idade que tenham completado previamente um esquema de vacinação primária, não sendo indicado para a imunização inicial. Estudos clínicos confirmam consistentemente a sua eficácia na indução de níveis elevados de anticorpos protetores contra os três componentes, apoiando a sua utilização para garantir uma seroproteção a longo prazo.

A formulação contém três substâncias ativas fundamentais: o Toxoide Diftérico Purificado, o Toxoide Tetânico Purificado e o Vírus da Poliomielite Inativado (que compreende os serotipos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3). Esta composição é tecnicamente classificada como Td/IPV, onde a letra minúscula "d" assinala o teor reduzido de antigénios do componente da difteria, o que a distingue das fórmulas utilizadas em idades mais precoces. Os componentes são de origem biológica — as toxinas bacterianas são modificadas para se tornarem toxoides inofensivos e o vírus da poliomielite é totalmente inativado, o que significa que não podem causar as doenças que pretendem prevenir.

Enquanto preparação farmacêutica, o Revaxis apresenta-se como uma vacina adsorvida, fornecida sob a forma de suspensão injetável. Contém Hidróxido de Alumínio, que atua como adsorvente para estabilizar a resposta imunitária. O seu propósito geral é preventivo: visa manter uma memória imunitária eficaz ao longo da adolescência e da idade adulta, proporcionando uma defesa contínua contra a difteria, o tétano e a poliomielite.

Quais efeitos secundários são possíveis com Revaxis?

Reações Adversas Classificadas por Frequência

O perfil de segurança do Revaxis está estruturado em torno das reações adversas categorizadas por frequência e pelo sistema corporal afetado. Os efeitos mais frequentes são geralmente transitórios e de curta duração. As reações são classificadas da seguinte forma:

  • Muito Frequentes (afetam mais de 1 em cada 10 pessoas): Reações locais no local da injeção, incluindo dor, inchaço (edema), vermelhidão (eritema) e induração (endurecimento), que surgem tipicamente nas primeiras 48 horas e duram 1 a 2 dias. Os efeitos sistémicos comuns incluem dor de cabeça e mal-estar geral.
  • Frequentes (afetam menos de 1 em cada 10 pessoas): Efeitos sistémicos como febre (pirexia), náuseas, vómitos e tonturas (vertigens).
  • Pouco Frequentes/Raros: Efeitos menos frequentes que incluem gânglios inchados (linfadenopatia), dores musculares (mialgia) e dores articulares (artralgia).

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Estão documentados eventos raros mas graves, frequentemente comunicados através da vigilância pós-comercialização com uma frequência não calculada (Desconhecida). Estes incluem reações anafiláticas (resposta alérgica sistémica grave), síndrome de Guillain-Barré (SGB), neurite braquial (neuropatia do braço ou ombro) e convulsões.

As restrições oficiais de segurança indicam que a vacina não deve ser administrada por via intravascular. É necessário o adiamento da vacinação em indivíduos com doença febril grave aguda ou com uma perturbação neurológica progressiva ou instável. Em indivíduos com distúrbios de coagulação ou trombocitopenia, a administração deve ser feita com precaução devido ao risco de nódoas negras ou hemorragia no local da injeção.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que não foram reportados casos específicos de sobredosagem com a vacina Revaxis, o que significa que não existe um síndrome de sobredosagem farmacológica único formalmente documentado no resumo das características do medicamento. Consequentemente, espera-se que quaisquer efeitos potenciais de uma dose excessiva sejam geralmente reações adversas conhecidas, mas de forma exacerbada.

Âmbito da Sobredosagem Informação Regulamentar Oficial
Manifestações Documentadas Não estão listados sintomas de sobredosagem únicos; o foco recai sobre reações alérgicas sistémicas potencialmente fatais (anafilaxia/choque) que exigem ação imediata.
Sistemas Fisiológicos Afetados Os sistemas imunitário, respiratório e cardiovascular são relevantes, com sinais que incluem dificuldade em respirar, desmaio (colapso) e hipotensão (pressão arterial baixa).
Resposta de Emergência Tratamento e supervisão médica adequados devem estar prontamente disponíveis para utilização imediata em caso de reação anafilática. A gestão é sintomática e de suporte.
Quando é Necessária Ajuda Urgente Se surgirem sinais de uma reação alérgica grave, como inchaço do rosto ou da garganta, após abandonar o local da injeção, o paciente deve consultar um médico IMEDIATAMENTE.

O perfil regulamentar define-se pela ausência de uma sobredosagem tóxica documentada, deslocando o foco para a preparação obrigatória para emergências perante eventos adversos sistémicos graves e raros. As orientações oficiais exigem que os pacientes procurem atenção médica imediata se ocorrerem sintomas como colapso ou dificuldade em respirar, confirmando a ênfase das autoridades na resposta rápida a riscos alérgicos agudos.

Usos terapêuticos de Revaxis

O que a Revaxis trata: principais utilizações e benefícios

A Revaxis é uma vacina de reforço combinada, aplicada em áreas onde é necessário um suporte preventivo adicional contra três doenças infecciosas graves: a Difteria, o Tétano e a Poliomielite (paralisia infantil). Esta vacina é geralmente indicada para crianças a partir dos seis anos de idade, adolescentes e adultos, como dose de reforço após a vacinação primária. A vacina é relevante para atenuar sintomas relacionados com o aumento da atividade neurológica ou muscular, tais como espasmos musculares graves, rigidez e a potencial paralisia associada ao Tétano e à Poliomielite.

É habitualmente utilizada para auxiliar na manutenção da seroproteção a longo prazo durante a adolescência e a idade adulta, sendo considerada relevante em contextos clínicos para a gestão de ferimentos suscetíveis ao tétano (por exemplo, cortes profundos). O benefício terapêutico central é a capacidade de ajudar a manter a estabilidade funcional e o bem-estar geral.

“A sua utilização é relevante para apoiar as defesas do organismo contra as manifestações graves da Difteria, do Tétano e da Poliomielite.”


Facto Rápido: Contexto: Apoio à Estabilidade Funcional

A vacina é aplicada na abordagem da carga sintomática global associada ao desequilíbrio sistémico e a sintomas ligados ao stresse funcional de órgãos específicos.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Revaxis?

O Revaxis é uma vacina de reforço oficial indicada para indivíduos que já completaram um esquema de vacinação primária contra a difteria, o tétano e a poliomielite. Está autorizada para utilização em crianças a partir dos seis anos de idade, adolescentes e adultos, mas não se destina estritamente à imunização primária.

Populações com Contraindicações

A utilização é contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas, aos componentes da vacina ou a resíduos vestigiais como a neomicina ou a polimixina B. A administração deve também ser evitada em pessoas que tenham sofrido complicações neurológicas após uma vacina anterior contra a difteria ou o tétano.

Utilização Restrita ou Condicional

A vacinação deve ser adiada na presença de uma doença febril grave aguda. A vacina não é recomendada se o indivíduo tiver recebido um reforço contendo toxoides da difteria ou do tétano nos últimos cinco anos. A utilização requer precaução em indivíduos com distúrbios hemorrágicos ou imunossupressão, situações em que a resposta imunitária pode ser reduzida. O Revaxis não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que exista uma necessidade urgente de reforçar a imunidade, mas pode ser administrado durante o aleitamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações oficiais para o Revaxis definem o perfil de interações principalmente através de efeitos farmacodinâmicos e restrições de administração, em vez de interações metabólicas.

Interações Farmacodinâmicas e de Procedimento Documentadas

Tipo de Interação Substância ou Classe de Medicamentos Declaração Oficial
Farmacodinâmica Agentes imunossupressores (ex: esteroides, quimioterapia) A administração simultânea pode levar a uma imunogenicidade reduzida e a uma resposta limitada de anticorpos.
Procedimento (Momento/Local) Outras vacinas ou imunoglobulinas O Revaxis pode ser administrado ao mesmo tempo, desde que as injeções sejam aplicadas num local anatómico diferente (ex: um membro diferente).
Procedimento (Mistura Física) Outros medicamentos O produto não deve ser misturado com quaisquer outros medicamentos na mesma seringa ou ampola.

Contexto das Interações

As informações oficiais do produto indicam que a vacinação continua a ser recomendada para indivíduos imunossuprimidos, embora a resposta de anticorpos protetora esperada possa ser limitada. O perfil de interação desta vacina combinada caracteriza-se pela ausência de interações farmacocinéticas documentadas com medicamentos coadministrados, tais como as mediadas por enzimas CYP ou transportadores de fármacos. A pequena quantidade de etanol anidro presente como excipiente está oficialmente documentada como não tendo efeitos percetíveis no recetor.

Mecanismo de ação

A Revaxis é uma vacina de reforço constituída por toxoides purificados de Corynebacterium diphtheriae e Clostridium tetani, e por vírus da poliomielite inativados (tipos 1, 2 e 3), adsorvidos num adjuvante de sais de alumínio.

Após a injeção intramuscular, os componentes antigénicos são libertados no microambiente dos tecidos locais. O adjuvante, hidróxido de alumínio, atua através da formação de um depósito no local da injeção, facilitando a presença prolongada do antigénio. As células apresentadoras de antigénios (APCs), principalmente as células dendríticas, fagocitam o complexo antigénio-adjuvante. O componente de sais de alumínio ativa a via do inflamassoma NLRP3 no interior das APCs, levando ao processamento e secreção de citocinas pró-inflamatórias, como a interleucina-1 beta (IL-1beta).

A apresentação de antigénios pelas APCs aos linfócitos T (virgens e de memória) e aos linfócitos B ocorre nos gânglios linfáticos drenantes. Esta interação celular e a cascata de sinalização coestimuladora induzem a proliferação e diferenciação de células T auxiliares CD4^+ e a ativação de linfócitos B específicos para o antigénio. A ativação das células B conduz à expansão clonal e diferenciação em plasmócitos, que são as principais células efetoras da imunidade humoral. Estes plasmócitos iniciam a síntese de novo e a secreção de anticorpos específicos (IgG, IgM) que visam o toxoide diftérico, o toxoide tetânico e os antigénios do vírus da poliomielite. Além disso, o processo gera células B e T de memória de vida longa. Esta modulação fisiológica ao nível do sistema resulta numa resposta imunitária anamnéstica, caracterizada por um aumento rápido e amplificado dos títulos de anticorpos específicos em circulação perante uma exposição subsequente ao antigénio.

Informações sobre dosagem e administração

Administração e Dosagem

O Revaxis deve ser administrado exclusivamente por um profissional de saúde devidamente qualificado. Esta vacina é fornecida como uma suspensão para injeção e deve ser administrada por via intramuscular. O local de injeção preferencial é geralmente o músculo da parte superior do braço (músculo deltoide).

A dose recomendada para adultos e crianças com idade igual ou superior a seis anos é de uma única injeção de 0,5 ml. É fundamental que a vacina não seja administrada por via intravascular ou intradérmica.

Esquema de Vacinação

O Revaxis é indicado como uma dose de reforço em indivíduos que já completaram o esquema de vacinação primária contra a difteria, o tétano e a poliomielite. A necessidade e o momento de administração de doses de reforço adicionais devem seguir as recomendações oficiais e as diretrizes de saúde nacionais vigentes.

Em caso de ferimentos que exijam profilaxia contra o tétano, o profissional de saúde avaliará se a administração de Revaxis é apropriada de acordo com o historial vacinal do paciente e o risco de infeção.

Procedimentos de Segurança

Antes da administração, o profissional de saúde deve verificar se a vacina atingiu a temperatura ambiente e agitar bem a seringa para obter uma suspensão homogénea e esbranquiçada. O conteúdo deve ser inspecionado visualmente para detetar eventuais partículas estranhas ou alterações na aparência física antes de ser utilizado.

Caso tenha alguma dúvida sobre a utilização deste medicamento ou se falhou uma dose prevista, deverá consultar o seu médico ou farmacêutico para obter orientações específicas sobre o seu plano de vacinação.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Revaxis

A informação aqui apresentada constitui um resumo da forma como a comunidade científica tem estudado o Revaxis. Descreve os tipos de estudos realizados, as medições efetuadas e os limites conhecidos da base de evidência atual, sem oferecer orientações clínicas ou afirmar a eficácia.

Evidência para utilização como reforço contra Difteria, Tétano e Poliomielite

A investigação explorou o Revaxis utilizando modelos de estudo que incluem ensaios clínicos aleatorizados e comparativos. Estes estudos foram conduzidos para analisar a resposta imunitária medida quando a vacina foi administrada como reforço a indivíduos que já tinham completado um esquema de vacinação primária. Os investigadores monitorizaram resultados específicos do sistema imunitário, tais como a medição de limiares de níveis de anticorpos pré-definidos contra o Toxoide Diftérico, Toxoide Tetânico e os três tipos de Poliovírus.

Os estudos reportaram medições indicando que a maioria dos participantes atingiu o limiar de níveis de anticorpos pré-definido um mês após a administração. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com os níveis de anticorpos pós-reforço. É importante notar que esta vacina não foi estudada para o propósito de imunização primária. Em comparação com formulações que contêm quantidades mais elevadas de componentes da difteria, os níveis médios de anticorpos reportados em alguns estudos podem diferir, embora o limiar de seroproteção medido pareça ser atingido nas populações estudadas.

Investigação sobre a utilização em ferimentos agudos suscetíveis ao tétano

A investigação que explora a utilização de vacinas contendo Tétano, incluindo o Revaxis, no contexto de um ferimento agudo suscetível ao tétano, baseia-se em políticas clínicas mais amplas e dados observacionais. A investigação analisou a resposta imunitária a vacinas contendo Td quando administradas como parte da gestão de ferimentos agudos. Estes estudos monitorizaram o aumento rápido dos níveis de anticorpos contra o Toxoide Tetânico. No entanto, falta evidência comparativa proveniente de estudos dedicados que comparem especificamente o Revaxis com todos os outros produtos Td/VPI no cenário imediato de um ferimento agudo.

Estudos de longo prazo e durabilidade da proteção

A investigação tem monitorizado os níveis de anticorpos ao longo de intervalos de tempo definidos. Estudos de médio prazo exploraram a persistência dos níveis de anticorpos medidos durante alguns anos após a dose de reforço. No entanto, as durações do acompanhamento foram limitadas em alguns ensaios. Como resultado, existe informação limitada sobre resultados a longo prazo que caracterizem totalmente a persistência dos anticorpos e a monitorização contínua de marcadores imunitários para além das janelas de acompanhamento intermédio.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Revaxis (FAQ)

P: Por que razão o Revaxis é frequentemente referido como o "reforço 3-em-1 para adolescentes"? O termo "reforço 3-em-1 para adolescentes" é uma designação comum. Isto deve-se ao facto de a vacina proteger contra três doenças: difteria, tétano e poliomielite. É frequentemente administrada como um reforço de rotina a jovens por volta dos 13 ou 14 anos de idade em alguns calendários nacionais de vacinação.


P: Durante quanto tempo se pode esperar que a proteção do Revaxis dure? As informações oficiais de investigação indicam que os dados sobre a persistência da proteção da vacina a muito longo prazo são limitados. Para uma defesa contínua contra o tétano e a difteria, as orientações de saúde indicam tipicamente a necessidade de uma vacinação de reforço aproximadamente a cada 10 anos após a dose anterior.


P: Qual é o esquema completo recomendado de vacinação primária e de reforço para as vacinas contra o tétano, difteria e poliomielite? Os documentos oficiais classificam o Revaxis como uma dose de reforço destinada a indivíduos que já completaram um esquema de vacinação primária completo. O esquema primário específico (número de doses e intervalos) é determinado pelas diretrizes nacionais e pelas vacinas recebidas na infância. Os reforços subsequentes contendo o componente do tétano são geralmente administrados a cada 10 anos para ajudar a manter a seroproteção.


P: Quais são os sinais conhecidos de uma reação alérgica grave (anafilaxia) ao Revaxis? O folheto informativo oficial refere que as reações alérgicas graves, conhecidas como anafilaxia, são eventos raros após a vacinação. Os sinais de uma reação grave descritos nos recursos de saúde incluem inchaço dos olhos, lábios ou garganta, dificuldade em respirar ou engolir e sensação de desmaio ou tontura.


P: Existe alguma preocupação em receber o Revaxis enquanto se tem uma doença ligeira, como uma constipação? De acordo com as informações oficiais do produto, a presença de uma infeção ligeira, como uma constipação comum sem febre, não é geralmente considerada um motivo para adiar a vacinação. No entanto, se um indivíduo tiver uma doença aguda grave acompanhada de febre alta, recomenda-se geralmente o adiamento da administração do Revaxis.


P: Como é que a segurança e a eficácia do Revaxis são monitorizadas pelas autoridades de saúde após a aprovação? A segurança do Revaxis é monitorizada de forma contínua através da vigilância pós-comercialização realizada pelas agências reguladoras nacionais. Este processo baseia-se em notificações de profissionais de saúde e do público relativamente a quaisquer suspeitas de efeitos secundários. A eficácia é também continuamente revista através de acompanhamento clínico e programas de saúde pública.


P: Por que razão é necessária uma dose de reforço de tétano, difteria e poliomielite mais tarde na vida? As doses de reforço são necessárias porque o nível protetor de anticorpos contra o tétano, a difteria e a poliomielite diminui naturalmente ao longo do tempo após a série de vacinação primária. As vacinações de reforço são administradas para reativar rapidamente a memória imunitária do corpo. Esta ação pretende ajudar a restaurar a seroproteção.


P: É possível sentir um inchaço extenso do membro vacinado após a injeção? Sim, o folheto informativo da vacina documenta que são possíveis reações extensas no local da injeção, embora a frequência exata seja desconhecida. Isto pode incluir um inchaço extenso de todo o membro vacinado que se pode estender para além de uma ou ambas as articulações adjacentes. Estas reações resolvem-se tipicamente no prazo de 3 a 5 dias.


P: O que deve ser feito se alguém sentir tonturas ou vertigens imediatamente após a injeção de Revaxis? A tontura (vertigem) está listada como um possível efeito secundário nas informações oficiais do produto. Se este sintoma ocorrer, as orientações oficiais indicam que o recetor deve evitar conduzir ou utilizar máquinas. As unidades de saúde também possuem procedimentos para gerir e prevenir lesões decorrentes de desmaios, que podem ocorrer como uma resposta psicológica ao processo de injeção.


P: O Revaxis contém algum ingrediente que possa ser relevante para uma pessoa com Fenilcetonúria (PKU)? Sim, as informações oficiais do produto referem que o Revaxis contém uma pequena quantidade de fenilalanina como excipiente. A fenilalanina pode ser prejudicial para indivíduos diagnosticados com fenilcetonúria (PKU).


P: A vacina Revaxis é exigida rotineiramente para todos os tipos de viagens internacionais? A vacina não é exigida rotineiramente para todas as viagens internacionais. Fontes oficiais de saúde referem que o Revaxis pode ser recomendado se a última dose de um indivíduo tiver sido há mais de 10 anos, ou se este viajar para áreas com acesso limitado a ajuda médica ou com um risco mais elevado destas doenças.


P: Que tipos de profissões ou atividades podem necessitar de uma dose extra da vacina Revaxis? As orientações oficiais de saúde indicam que a vacina pode ser necessária para certas profissões, como aquelas com um risco elevado de exposição ao tétano. É também utilizada como parte do protocolo oficial de gestão de certos ferimentos suscetíveis ao tétano, conforme definido pelas diretrizes nacionais.


P: O que diz o folheto informativo para o utilizador sobre conduzir ou utilizar máquinas após a injeção? As informações oficiais para o utilizador referem que foram notificadas tonturas (vertigens) como efeito secundário após a vacinação. Se este sintoma ocorrer, as informações oficiais indicam que o recetor deve evitar conduzir ou utilizar máquinas até que a tontura tenha passado completamente.


P: Que tipo de documentação ou registos devem ser guardados após receber o Revaxis? As orientações administrativas para profissionais de saúde indicam que detalhes como o número do lote da vacina devem ser registados. Os indivíduos podem também receber um cartão de registo ou boletim de vacinas para documentar a administração, o que é útil para acompanhar as necessidades de reforços futuros.


P: Qual é a diferença entre o toxoide tetânico e a doença tétano? O toxoide tetânico é o componente inativo dentro da vacina; é uma versão modificada da toxina bacteriana que não pode causar doença. O tétano (a doença, por vezes associada ao trismo) é a infeção grave causada pela bactéria real, que liberta toxinas que levam a espasmos musculares severos e convulsões.

Como Revaxis deve ser armazenado e descartado?

O Revaxis deve ser conservado no frigorífico para manter a integridade dos componentes da vacina. As especificações oficiais do produto determinam um intervalo de temperatura rigoroso entre 2 °C e 8 °C.

Condições de Conservação e Manuseamento

A congelação é proibida, pelo que a vacina não deve ser congelada. Se o produto tiver sido congelado, deve ser eliminado imediatamente, uma vez que a congelação compromete a sua estabilidade. Para garantir a proteção da luz, a seringa pré-cheia deve ser mantida na embalagem de origem. No que respeita à segurança infantil, e tal como todos os medicamentos, o produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Qualquer Revaxis não utilizado ou materiais residuais associados devem ser eliminados de acordo com as exigências locais. Os equipamentos, tais como a seringa e a agulha, são considerados objetos cortantes e perfurantes, devendo ser manuseados e descartados seguindo as diretrizes locais para resíduos farmacêuticos e médicos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Revaxis encontrado em:

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