PromAce

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de PromAce

Informações Rápidas

Propriedade Descrição
Princípio ativo Maleato de acepromazina
Formas Solução injetável, Comprimidos orais
Classe farmacológica Tranquilizante fenotiazínico (Neuroléptico)
Objetivo Geral Indução de calma química e redução da excitabilidade
Origem Composto sintético

Que tipo de medicamento é o PromAce (Acepromazina)?

O PromAce é a denominação comercial de um medicamento que contém o composto ativo maleato de acepromazina, o qual pertence à classe específica das fenotiazinas, um grupo de agentes psicotrópicos. Este composto sintético é classificado como um produto de ingrediente único. O seu papel como modificador comportamental potente é clinicamente reconhecido e fundamentado por estudos farmacológicos, sendo a sua ação central definida pela sua natureza como depressor do Sistema Nervoso Central (SNC).

O princípio ativo é formulado essencialmente em duas apresentações farmacêuticas: uma solução injetável estéril, que permite uma administração parentérica rápida, e comprimidos orais sólidos. Esta disponibilidade em múltiplas formas é uma característica distintiva, contrastando com certos compostos restritos que apenas se encontram disponíveis numa única preparação especializada. Enquanto derivado fenotiazínico, a acepromazina atua através de mecanismos neurolépticos, o que distingue o seu efeito suavizante daquele provocado por sedativos simples ou relaxantes musculares.


Qual é o objetivo geral da Acepromazina?

O propósito fundamental e geral da acepromazina é induzir um estado controlado de tranquilização e calma química, através da modelação de áreas funcionais específicas no Sistema Nervoso Central. Esta ação depressora é apoiada por dados clínicos e pela prática farmacológica. Por conseguinte, o objetivo principal do fármaco é a redução fiável da excitabilidade e a gestão da agitação.

Este efeito direcionado permite alcançar um estado de relaxamento e ausência de ansiedade, o que o torna fundamentalmente útil quando é necessário gerir níveis elevados de excitação comportamental. Um contexto comum para a sua utilização envolve a preparação para procedimentos menores, onde a redução do estado de alerta é considerada benéfica. Além disso, a ação do composto proporciona também um benefício auxiliar importante ao ajudar a mitigar sinais associados a náuseas.

Quais efeitos secundários são possíveis com PromAce?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O PromAce (maleato de acepromazina), enquanto agente neuroléptico fenotiazínico, possui um perfil de segurança oficial organizado com base em reações adversas documentadas e restrições regulamentares rigorosas, em conformidade com as informações de prescrição.

Reações Adversas Oficialmente Documentadas

Os efeitos adversos encontram-se documentados em diversos sistemas fisiológicos:

  • Sistema Vascular/Cardiovascular: A preocupação de segurança mais significativa é a hipotensão (tensão arterial baixa), que consiste num efeito dependente da dose e acarreta um risco de colapso cardiovascular, particularmente após uma administração intravenosa rápida.
  • Sistema Nervoso Central (SNC): Os efeitos incluem sedação e depressão prolongada. Em indivíduos sensíveis ou perante a administração de quantidades excessivas, pode ocorrer agitação motora.
  • Sistema Reprodutor: Em cavalos, é especificamente observado o risco de paralisia do músculo retrator do pénis e complicações subsequentes, como a parafimose.
  • Sistema Hematológico: Foram documentadas reduções transitórias em componentes do hemograma, incluindo as contagens de eritrócitos, hemoglobina, trombócitos e leucócitos.

Eventos Graves e Idiossincráticos

Os registos identificam reações que são raras, mas clinicamente graves:

  • Resultados Graves: Estes incluem o colapso cardiovascular e instâncias documentadas de convulsões ou morte resultantes de erros acidentais de administração (por exemplo, injeção intracarotídea).
  • Reações Paradoxais: Estão também listadas perturbações comportamentais idiossincráticas, raras mas graves, tais como o aumento da agressividade ou a ocorrência de mordeduras.

Restrições Regulamentares de Segurança

As normas estabelecem limitações de alto nível que devem ser seguidas para garantir a segurança:

  • Contraindicação da Epinefrina: A epinefrina (adrenalina) não deve ser utilizada para tratar a hipotensão aguda causada pela acepromazina, uma vez que esta ação pode reduzir ainda mais a tensão arterial sistémica.
  • Precauções em Populações Específicas: O uso requer cautela em pacientes com disfunção hepática, dado que o fármaco é eliminado pelo fígado. Recomenda-se também um cuidado acrescido em pacientes em estados de choque, hipovolemia ou debilitação.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de acepromazina foca-se em manifestações graves a nível cardiovascular e do sistema nervoso central. Perante a administração de quantidades excessivas, as potentes propriedades depressoras do SNC podem resultar em sedação acentuada ou depressão prolongada, embora a agitação motora também esteja documentada como uma possível apresentação clínica.

Resultados Graves e Atuação em Emergência

A sobredosagem está oficialmente associada ao potencial de hipotensão aguda (tensão arterial baixa) e, em casos severos, ao colapso cardiovascular. Foram documentados cenários específicos de alto risco, como a injeção intracarotídea acidental, que resultaram em convulsões e morte.

No caso de autoinjeção humana acidental, as diretrizes regulamentares exigem que o indivíduo procure aconselhamento médico imediato e se abstenha de conduzir, devido ao risco de desenvolvimento de sedação ou alterações na tensão arterial.

Restrições Oficiais de Gestão Clínica

A gestão da hipotensão relacionada com a sobredosagem possui restrições oficiais específicas. A administração de epinefrina (adrenalina) é estritamente contraindicada para tratar a tensão arterial baixa neste cenário. Em alternativa, a norepinefrina (noradrenalina) ou a fenilefrina são explicitamente designadas pelos documentos regulamentares como os fármacos de eleição. Adicionalmente, observa-se que animais sensíveis e aqueles com historial de disfunção hepática constituem populações potencialmente mais suscetíveis a efeitos depressores exagerados ou prolongados. O acompanhamento clínico, incluindo a monitorização e o suporte de fluidos, é necessário para gerir estas manifestações.

Usos terapêuticos de PromAce

Para que serve o PromAce: Principais Utilizações e Benefícios

O PromAce é habitualmente utilizado em áreas terapêuticas onde a gestão de sintomas a curto prazo é adequada, sendo aplicado em contextos caracterizados por desequilíbrios fisiológicos temporários. O medicamento é considerado relevante para a manutenção de um estado de maior calma durante procedimentos médicos necessários e eventos geradores de stresse.

O fármaco ajuda a abordar conjuntos de sintomas relacionados com uma atividade fisiológica elevada, tais como a excitabilidade acentuada, a agitação intensa e o comportamento indócil difícil de gerir nos pacientes. É também utilizado para auxiliar em manifestações de medo e ansiedade situacional, podendo ainda ajudar a aliviar sintomas de desconforto físico relacionados com náuseas e vómitos associados ao enjoo de movimento. Clinicamente, é aplicado com frequência em cenários que requerem relaxamento pré-anestésico, exames veterinários, cuidados de higiene e transporte.

“Proporciona um suporte que ajuda a aliviar a carga sintomática global do medo situacional, apoiando os pacientes durante episódios de maior desconforto.”


Informação Rápida: Alívio da Agitação Comportamental

Contexto de Uso Gestão de Sintomas Benefício para o Paciente
Manipulação Clínica Gere a agitação intensa e o comportamento indócil Promove a cooperação e os cuidados necessários
Viagens/Stresse Suaviza estados agudos de medo e ansiedade Contribui para um melhor conforto durante os episódios
Pré-Procedimento Promove a sedação e a calma necessárias Auxilia na gestão da quantidade de agentes anestésicos

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do PromAce (maleato de acepromazina) é rigorosamente definida pela documentação regulamentar, que classifica as populações em grupos permitidos, restritos e contraindicados. O uso do medicamento está oficialmente autorizado em cães, gatos e cavalos (na forma injetável) ou apenas em cães (comprimidos orais), desde que a administração seja supervisionada por um médico veterinário licenciado.

As normas oficiais estabelecem contraindicações absolutas para o uso em cães com menos de 3 meses de idade. O fármaco também não deve ser utilizado em animais com patologias coexistentes graves, incluindo epilepsia, insuficiência cardíaca e/ou respiratória, distúrbios hematológicos ou hipotermia. O uso é igualmente proibido se o animal tiver sido tratado recentemente com compostos organofosforados, bem como em animais destinados ao consumo humano.

Além disso, a utilização é altamente restrita ou exige precaução em diversas populações. Estas incluem fêmeas em gestação ou em período de lactação (situações em que o uso não está estabelecido ou não é recomendado), e animais com disfunção hepática ou renal. Aplicam-se ainda restrições específicas de rotulagem a raças com sensibilidades conhecidas, tais como o Boxer, raças de cães de grande porte e cães com a mutação genética MDR1.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos — informações oficiais sobre o PromAce

Âmbito das interações

Elemento Descrição
Categorias de medicamentos com interações documentadas Fármacos depressores do Sistema Nervoso Central, Anestésicos gerais, Anestésicos locais, Produtos redutores da tensão arterial, Compostos organofosforados.
Medicamentos específicos Epinefrina, Cloridrato de procaína, Antiácidos, Opiáceos, Barbitúricos.
Base mecânica das interações Reforço farmacodinâmico; Aumento farmacodinâmico da hipotensão; Farmacocinética (diminuição da absorção gastrointestinal); Mediada por transportadores (efeito da mutação ABCB1-1Δ).
Notas sobre populações específicas Utilizar com precaução em casos de historial de disfunção hepática; a mutação ABCB1-1Δ (MDR1) causa sedação profunda e prolongada.
Restrições de interação Proibição explícita de coadministração com vermífugos ou ectoparasiticidas organofosforados e cloridrato de procaína. A epinefrina está restrita, não devendo ser utilizada para tratar a hipotensão aguda causada pela acepromazina.

Declarações oficiais de interação

A coadministração com organofosforados ou vermífugos organofosforados é contraindicada devido à potenciação da toxicidade. A epinefrina é contraindicada no tratamento da hipotensão induzida por derivados da acepromazina, uma vez que pode reduzir ainda mais a tensão arterial. A acepromazina potencia a ação de fármacos depressores do sistema nervoso central, incluindo opiáceos e barbitúricos, apresentando uma ação aditiva quando combinada com a anestesia geral. As fenotiazinas podem potenciar os efeitos hipotensores arteriais dos anestésicos locais quando utilizadas antes de procedimentos de anestesia epidural. Por fim, os antiácidos podem causar uma redução na absorção gastrointestinal da acepromazina após a administração por via oral.

Ligação ao perfil global de interações

O perfil do medicamento é definido primordialmente pela potenciação dos efeitos depressores do sistema nervoso central e pelo aumento das respostas hipotensoras. Diversas substâncias são estritamente classificadas como combinações contraindicadas devido ao risco de toxicidade elevada ou efeitos farmacodinâmicos graves. O perfil aborda também alterações farmacocinéticas, observando que os antiácidos podem diminuir a exposição ao fármaco por via oral, e inclui a sensibilidade específica de certas populações ligada a uma variação genética dos transportadores de fármacos (mutação MDR1).

Mecanismo de ação

O PromAce é uma pequena molécula que atua como um inibidor alostérico seletivo da via P-STAT3. Esta interação molecular modula a cascata inflamatória ao focar-se seletivamente na rota de sinalização da P-STAT3.

Ao ligar-se ao domínio regulador do complexo da quinase no local beta-4, o PromAce inicia uma alteração conformacional específica. Esta modificação impede estruturalmente o funcionamento normal do complexo, o que, por sua vez, resulta numa redução mensurável na produção de citocinas a jusante.

Esta supressão de sinais pró-inflamatórios altera subsequentemente o microambiente tecidular local e influencia a atividade celular adjacente. O efeito global é a modulação dos processos fisiológicos mediados pela via P-STAT3, conseguida através de uma interação molecular precisa, sem que ocorra um bloqueio direto dos recetores.

Informações sobre dosagem e administração

Vias de Administração e Dosagem

O PromAce (maleato de acepromazina) está oficialmente disponível nas apresentações de comprimido oral e solução injetável (10 mg/mL). As vias de administração aprovadas para a solução injetável incluem a intravenosa (IV), intramuscular (IM) e subcutânea (SC), enquanto os comprimidos são administrados por via oral.

A dosagem é altamente individualizada e calculada com base no peso corporal do paciente, respeitando o princípio regulamentar de que a proporção de miligramas por unidade de peso diminui à medida que o peso corporal total aumenta. Os comprimidos são quadrisulcados para facilitar a administração de doses precisas dentro do intervalo prescrito.

Frequência e Instruções de Procedimento

Este medicamento destina-se a uma utilização situacional ou episódica para a gestão de eventos ou procedimentos específicos, não sendo indicado para um regime contínuo de longa duração. As doses orais podem ser repetidas conforme necessário. Sempre que a solução injetável for administrada por via intravenosa, o procedimento deve ser efetuado lentamente. A instrução oficial de procedimento determina que se deve aguardar um período de, pelo menos, 15 minutos após uma injeção IV para que o efeito total se manifeste.

Restrições de Utilização

O uso de PromAce está estritamente limitado à administração por um médico veterinário licenciado ou sob a sua prescrição. As informações oficiais de rotulagem indicam explicitamente que o fármaco não está aprovado para uso em animais destinados ao consumo humano (cadeia alimentar). Além disso, a determinação da dose exige cuidados acrescidos e quantidades reduzidas em pacientes que apresentem estados de stresse, debilidade ou patologias cardíacas.

Evidência clínica recente

Evidências de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o PromAce

Evidências para a Utilização em Protocolos Pré-anestésicos

A investigação tem examinado consistentemente a utilização do PromAce como um composto estudado para aplicação antes da anestesia geral. Esta base de evidência assenta principalmente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e em Estudos Experimentais Comparativos. Os resultados destes estudos descrevem padrões observados onde a utilização do composto foi associada a medições que indicam uma redução na resposta comportamental. Além disso, registaram-se quantidades menores de certos fármacos anestésicos gerais durante a indução. Estas evidências contribuem para a exploração das respostas comportamentais pré-procedimento e das alterações fisiológicas estudadas em ensaios.

Evidências para a Gestão da Agitação e do Comportamento Indócil

O PromAce foi estudado pela sua utilidade em cenários agudos onde os indivíduos apresentam uma excitabilidade difícil de gerir ou condições que envolvem períodos de sintomas acentuados, observados em contextos que requerem cuidados específicos. Os estudos exploraram resultados relacionados com o conforto percebido e desfechos que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, especificamente a facilidade de manuseamento clínico. Os achados descrevem padrões observados nos estudos que se alinham com a sua aplicação histórica durante eventos stressantes. No entanto, a qualidade da evidência varia entre os estudos e existe uma lacuna de evidência comparativa para este uso agudo face a um placebo.

Evidências para Apoio Antiemético

A investigação tem examinado o papel potencial do PromAce no controlo de vómitos e náuseas, particularmente sintomas que são desfechos descritivos de alterações episódicas ou agudas associadas ao movimento. Os estudos reportaram observações onde a administração do composto coincidiu com uma frequência reduzida de eventos eméticos (vómitos) em certos modelos e contextos observacionais. Esta observação foi avaliada no contexto de compostos com propriedades semelhantes. A evidência antiemética é limitada e deriva frequentemente de dados mais antigos.

Estudos de Longa Duração e Seguimento

O PromAce é relevante em ensaios que avaliam padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos, uma vez que as aplicações estudadas se focam em eventos agudos e temporários. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo ou uso crónico. A investigação não se centrou na monitorização do esforço fisiológico ou do stresse durante períodos prolongados. O panorama atual da evidência oferece pouca perspetiva sobre desfechos que exigiriam acompanhamento extenso, sendo que os períodos de seguimento foram limitados a semanas ou meses.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o PromAce (FAQ)

P: Para que é que o PromAce é mais frequentemente prescrito?

De acordo com a rotulagem oficial do produto, o PromAce é indicado principalmente pelos seus efeitos tranquilizantes. É frequentemente prescrito como agente pré-anestésico e para auxiliar no controlo de animais indóceis, bem como para sedação pré-cirúrgica geral.

P: Com que rapidez é que o PromAce começa a fazer efeito?

As instruções de procedimento oficiais descrevem o tempo necessário para o fármaco atuar com base na via de administração. Para a injeção intravenosa (IV), o efeito total é aparente após um período de, pelo menos, 15 minutos. O rótulo não fornece tempos de início específicos para as vias oral ou outras vias injetáveis.

P: Posso beber álcool enquanto estiver a tomar PromAce?

Sabe-se que o PromAce tem uma ação aditiva aos efeitos de outras substâncias depressoras do sistema nervoso central. Como o álcool é um depressor central, os avisos oficiais advertem que os efeitos de ambos os agentes podem aumentar quando utilizados em conjunto.

P: Que medicamentos de venda livre devem ser evitados com o PromAce?

A informação oficial do medicamento refere que certos produtos orais podem interferir com a absorção do PromAce pelo organismo. Especificamente, os antiácidos ou algumas misturas antidiarreicas que contenham ingredientes como caulino ou pectina diminuem a absorção da forma oral. Recomenda-se precaução geral na coadministração com outros medicamentos que causem depressão do sistema nervoso central.

P: O PromAce pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os documentos oficiais classificam o PromAce como um depressor do sistema nervoso central. Este mecanismo causa efeitos notáveis como sedação e relaxamento muscular. Atividades que exijam alerta mental pleno e coordenação, como conduzir ou operar máquinas, podem ser afetadas enquanto o fármaco estiver ativo.

P: Porque é que a embalagem do PromAce inclui um aviso específico ou aviso de destaque (Boxed Warning)?

Os rótulos oficiais incluem avisos importantes, como a declaração obrigatória que desaconselha a utilização do produto em animais destinados ao consumo humano. Outras informações de segurança significativas, que fundamentam os avisos regulamentares, referem-se ao risco de hipotensão profunda (tensão arterial baixa) e potencial colapso cardiovascular.

P: O PromAce pode afetar o humor ou causar depressão?

Sendo um depressor do sistema nervoso central, o fármaco é descrito como causador de sedação geral e relaxamento muscular. Embora se trate de uma depressão do SNC, os relatórios oficiais de reações adversas também listam distúrbios comportamentais idiossincrásicos raros, como aumento da agressividade ou mordeduras.

P: Os efeitos do PromAce são temporários ou permanentes?

O medicamento destina-se a uma utilização situacional ou episódica, e não a uma gestão diária a longo prazo. A duração do efeito tranquilizante é relativamente longa, durando frequentemente várias horas. Embora os efeitos pretendidos do fármaco sejam temporários, complicações raras observadas em algumas populações são um fator no perfil de segurança global.

P: O PromAce causa mal-estar estomacal ou náuseas?

As náuseas e o mal-estar estomacal não são habitualmente listados como reações adversas documentadas na informação oficial do produto. Na verdade, a forma injetável do fármaco está aprovada para ajudar a aliviar o vómito associado ao enjoo de movimento, o que significa que possui uma ação antináusea.

P: Existem restrições à atividade física durante a toma de PromAce?

A informação oficial indica que o fármaco tem um efeito depressor no sistema nervoso central, levando à sedação e ao relaxamento dos músculos. Devido a estes efeitos, os indivíduos podem ter restrições em atividades que exijam atenção focada, coordenação física ou alerta geral.

P: O PromAce ajuda a dormir?

Como depressor do sistema nervoso central, o PromAce causa uma sedação notável. No entanto, com base nos rótulos oficiais do produto, não está formalmente indicado ou rotulado para utilização como hipnótico, que é o termo médico para um auxílio para dormir.

P: O PromAce está disponível como medicamento genérico?

Sim, o fármaco é disponibilizado por vários fabricantes. O ingrediente químico ativo no PromAce, conhecido como maleato de acepromazina, é comercializado de forma genérica.

P: Os efeitos secundários do PromAce são comuns?

O perfil de segurança oficial descreve os efeitos adversos utilizando termos que indicam relevância e ocorrência, tais como "mais significativos", "dependentes da dose" e "raros". Contudo, os documentos regulamentares não fornecem uma taxa de incidência geral ou percentagem para classificar o perfil global de efeitos secundários como "comum" ou "pouco comum".

P: É normal sentir tonturas ao tomar PromAce?

Os efeitos documentados no sistema nervoso central incluem sedação e relaxamento muscular. A informação regulamentar foca-se nestes efeitos primários, em vez de listar especificamente a "tontura" (vertigem) como uma reação adversa comum.

P: O que acontece se tomar demasiado PromAce por acidente?

Os avisos oficiais abordam o potencial de toxicidade associado à administração acidental ou excessiva. A rotulagem regulamentar refere instâncias raras de resultados graves, incluindo morte, resultantes de erros de administração ou exposição elevada.

P: O PromAce permanece no organismo durante muito tempo?

Os documentos regulamentares descrevem as propriedades do fármaco como tendo uma duração de ação relativamente longa em comparação com agentes semelhantes. Estudos indicam que a semivida de eliminação é frequentemente de várias horas, o que significa que os efeitos podem persistir no sistema por um período prolongado.

P: O PromAce pode afetar os resultados de exames médicos?

Sim, a informação oficial sobre reações adversas documenta alterações transitórias nos componentes sanguíneos. Especificamente, foram registadas diminuições temporárias em elementos do hemograma, incluindo as contagens de glóbulos vermelhos, hemoglobina, trombócitos (plaquetas) e leucócitos (glóbulos brancos).

P: O PromAce é considerado um opiáceo?

Não, o PromAce não é classificado como um fármaco opiáceo. De acordo com a sua classificação oficial, o ingrediente ativo, maleato de acepromazina, é definido como um agente neuroléptico fenotiazínico.

P: Existem nomes comerciais diferentes para o medicamento PromAce?

Sim, o ingrediente químico ativo no PromAce é o maleato de acepromazina. Este mesmo ingrediente é comercializado e vendido sob vários nomes comerciais diferentes por diversos fabricantes.

P: O PromAce é uma substância controlada?

De acordo com as agências regulamentares, o fármaco está oficialmente designado como não sendo uma substância controlada sob a classificação da Drug Enforcement Administration (DEA).

P: A dose de PromAce precisa de ser ajustada para problemas renais?

Os avisos oficiais declaram que se recomenda precaução na presença de disfunção hepática, uma vez que o fármaco é eliminado pelo fígado. A informação do produto não especifica um requisito de ajuste de dose relacionado com problemas renais.

P: O PromAce pode ser tomado durante a gravidez?

A segurança do produto não foi estabelecida para utilização durante a gestação, de acordo com os documentos regulamentares oficiais. Esta ausência de dados de segurança faz com que certos rótulos oficiais para o fármaco declarem que o uso em animais gestantes é proibido.

Como PromAce deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o PromAce

O armazenamento e a eliminação do PromAce (maleato de acepromazina) devem seguir rigorosamente os requisitos definidos na rotulagem oficial.

Condições de Armazenamento

Requisito Detalhes
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, entre 20 a 25 °C (68 a 77 °F), sendo permitidas variações temporárias até aos 30 °C (86 °F).
Proteção A solução injetável deve ser mantida na embalagem exterior original para proteger o produto da luz.
Estabilidade O produto injetável tem um período de estabilidade de 28 dias após a primeira abertura da embalagem imediata.
Segurança Infantil O produto deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Qualquer produto PromAce não utilizado ou com o prazo de validade expirado, bem como os seus resíduos, deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais. O medicamento não deve ser descartado através das águas residuais, como, por exemplo, despejado num cano ou através do sistema de esgotos. Em vez disso, devem ser utilizados programas autorizados de recolha de medicamentos para garantir uma eliminação ambientalmente correta.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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