Eylea

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Eylea

Forma selecionada

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Eylea

O que é o Eylea?

O Eylea é um medicamento sujeito a receita médica de referência, utilizado no tratamento de várias doenças graves que podem comprometer a visão e que afetam a parte posterior do olho, tais como a degenerescência macular relacionada com a idade (DMI) forma húmida e o edema macular diabético (EMD). Este medicamento é o nome comercial da substância ativa aflibercept.


Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Aflibercept (DCI)
Forma Solução injetável para via intravítrea
Classe Farmacológica Inibidor do Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGF)
Fabricante Regeneron Pharmaceuticals (EUA) / Bayer AG (Internacional)
Diferenciação Principal Bloqueio duplo de VEGF-A e PlGF

O Eylea contém a substância ativa aflibercept, que é uma proteína de fusão recombinante especializada. É classificado como um inibidor do Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGF), uma classe de medicamentos fundamentada por estudos farmacológicos. Isto significa que o medicamento foi concebido para bloquear os sinais químicos que estimulam o crescimento de vasos sanguíneos anormais e com fugas na retina, a qual é a causa subjacente de diversas doenças retinianas.

Especificamente, o aflibercept é reconhecido clinicamente pela sua elevada afinidade de ligação e pela sua ação de bloqueio duplo. Foi concebido para se ligar não só ao VEGF-A, mas também ao Fator de Crescimento Placentário (PlGF), uma característica que o distingue de outros agentes anti-VEGF. Este mecanismo duplo tem como objetivo proporcionar uma supressão mais ampla dos fatores biológicos que causam a fuga de fluidos e o crescimento prejudicial de vasos sanguíneos.

O Eylea é administrado diretamente no olho por um especialista através de uma injeção intravítrea. Este método garante que o medicamento chegue eficazmente ao tecido alvo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Eylea?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança do Eylea (aflibercept) baseia-se estritamente em dados de fontes regulamentares. As reações adversas são categorizadas por frequência e pelo sistema afetado.


Reações Adversas Oculares e Sistémicas

A maioria dos efeitos secundários documentados é categorizada como Doenças Oculares. A frequência é classificada utilizando normas regulamentares (ex.: Muito Frequentes ≥ 10%, Frequentes 1% a < 10%).

Classificação Reações Adversas Representativas
Muito Frequentes Hemorragia conjuntival (sangramento na parte clara do olho).
Frequentes Dor ocular, aumento da pressão intraocular (PIO), cataratas, moscas volantes, descolamento do vítreo, hemorragia retiniana.

Problemas de Segurança Graves

As informações oficiais destacam riscos críticos relacionados principalmente com o procedimento de administração e com o mecanismo do fármaco como inibidor do fator de crescimento vascular. Estes incluem:

  • Endoftalmite (infeção grave no interior do olho) e descolamento da retina, ambos riscos associados ao procedimento de injeção intravítrea.
  • Eventos Tromboembólicos Arteriais (ETA): um risco sistémico documentado que inclui eventos graves, tais como acidente vascular cerebral não fatal, enfarte do miocárdio não fatal e morte vascular.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

O Eylea é contraindicado em doentes com uma infeção ocular ou periocular ativa ou suspeita, inflamação intraocular ativa ou hipersensibilidade conhecida ao aflibercept ou aos seus ingredientes inativos.

As notas de segurança oficiais alertam que o medicamento pode causar danos fetais, exigindo que mulheres com potencial reprodutivo utilizem contraceção eficaz durante o tratamento e por um período especificado após a dose final. Adicionalmente, os bebés prematuros tratados para Retinopatia da Prematuridade necessitam de períodos prolongados de monitorização para deteção de recorrência.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Âmbito da Sobredosagem

Classificação Declarações Oficiais
Apresentação de Sobredosagem Documentada A injeção de um volume excessivo do produto no olho pode resultar num aumento agudo da pressão intraocular (PIO).
Sistemas Fisiológicos Afetados O sistema ocular (especificamente a PIO) é afetado. O sistema cardiovascular (potencial para Eventos Tromboembólicos Arteriais) é também assinalado como um risco potencial.
Notas Específicas para Populações O tratamento bilateral simultâneo pode levar a uma maior exposição sistémica. Não estão documentadas considerações específicas de sobredosagem para insuficiência hepática ou renal.

Ações de Emergência e Suporte

Tipo de Ação Requisito de Protocolo
Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata Os doentes devem ser instruídos a comunicar imediatamente quaisquer sintomas sugestivos de endoftalmite ou descolamento da retina. Estes sintomas incluem dor ocular, vermelhidão ocular, sensibilidade à luz ou alterações na visão.
Monitorização Imediata É necessária a monitorização da pressão intraocular nos 60 minutos seguintes à injeção intravítrea, e a gestão clínica deve ser adequada.
Tratamento de Suporte O tratamento sintomático e de suporte constitui a orientação oficial para a gestão da sobredosagem. Não se conhece nenhum antídoto específico para o aflibercept.

O perfil de segurança define a sobredosagem principalmente através dos efeitos locais do excesso de volume no olho, especificamente a elevação aguda da pressão intraocular. A resposta de emergência foca-se na comunicação imediata e na gestão adequada de complicações graves, como a endoftalmite, conforme determinado pelas informações de prescrição oficiais, devido à natureza crítica destes eventos.

Usos terapêuticos de Eylea

Para que é utilizado o Eylea: principais utilizações e benefícios

O Eylea (aflibercept) é um medicamento utilizado para tratar diversas doenças graves da retina que afetam a visão central. Estas condições resultam geralmente de problemas nos vasos sanguíneos na parte posterior do olho, o que pode levar à perda progressiva da visão se não for devidamente gerido.

Degenerescência Macular Relacionada com a Idade (DMI)

O Eylea é indicado para o tratamento da forma húmida da degenerescência macular relacionada com a idade. Nesta condição, vasos sanguíneos anómalos crescem por baixo da mácula, a parte do olho responsável pela visão nítida e detalhada. Estes vasos podem libertar fluido ou sangue, causando danos e distorção visual. O principal benefício do tratamento é a estabilização da visão, evitando a progressão da doença, sendo que muitos doentes experimentam também uma melhoria na acuidade visual.

Edema Macular Diabético e Retinopatia Diabética

Em doentes com diabetes, os níveis elevados de açúcar no sangue podem danificar os vasos sanguíneos da retina. Isto pode levar ao edema macular diabético, onde a mácula incha devido à acumulação de líquido, ou à retinopatia diabética, caracterizada pelo crescimento de novos vasos frágeis. O Eylea ajuda a reduzir o inchaço e a controlar o crescimento destes vasos, protegendo a visão e reduzindo o risco de perda visual grave nestas populações.

Oclusão da Veia da Retina

O medicamento é também utilizado para tratar o edema macular resultante de uma oclusão da veia da retina (central ou de ramo). Quando ocorre um bloqueio nas veias que transportam o sangue para fora da retina, a pressão aumenta, provocando a fuga de fluido para a mácula. O tratamento com Eylea visa reduzir este edema, ajudando a recuperar a clareza visual e a prevenir danos permanentes.

Neovascularização Coroideia Miópica

O Eylea é prescrito para tratar a neovascularização coroideia em adultos com miopia grave. Nestes casos, desenvolvem-se vasos sanguíneos anómalos na coroide que podem romper a retina. Ao inibir o crescimento destes vasos, o tratamento ajuda a preservar a visão central necessária para tarefas quotidianas como ler ou conduzir.

Benefícios Gerais do Tratamento

O principal objetivo terapêutico do Eylea é manter a integridade estrutural da retina e prevenir a deterioração da função visual. Ao controlar a fuga de fluidos e o crescimento vascular anómalo, o medicamento oferece aos doentes a possibilidade de manter a sua autonomia e qualidade de vida através da preservação da visão funcional.

Critérios de utilização e restrições

O Eylea (aflibercept) está autorizado apenas para populações específicas de doentes, conforme definido pelas normas regulamentares, sendo o seu uso estritamente proibido noutros casos.

Contraindicações (Não deve ser utilizado)

  • Doentes com infeções oculares ou perioculares (no olho ou em redor do mesmo) ativas ou sob suspeita.
  • Doentes que apresentem inflamação intraocular grave ativa.
  • Indivíduos com hipersensibilidade (reação alérgica) conhecida ou suspeita ao aflibercept ou a qualquer um dos ingredientes inativos (excipientes).

Elegibilidade de Populações Especiais

Categoria de População Estatuto Regulamentar
Grupos Etários Aprovado para adultos em todas as indicações principais. O uso pediátrico não está estabelecido, exceto no caso de bebés prematuros com Retinopatia da Prematuridade (ROP).
Gravidez Não recomendado. Mulheres com potencial de engravidar devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e por um período especificado após a dose final.
Amamentação Não recomendado durante o período de aleitamento.
Compromisso Renal/Hepático Geralmente, não é necessário qualquer ajuste de dose com base nos dados atuais para compromisso renal ou hepático ligeiro.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Âmbito das Interações

O perfil oficial de interações do Eylea, que contém a substância ativa aflibercept, é definido principalmente pela sua via de administração única. Uma vez que o medicamento é administrado através de uma injeção intravítrea localizada, apenas níveis mínimos de aflibercept atingem a circulação sistémica. Esta característica serve de base para a conclusão de que não são antecipadas interações medicamentosas sistémicas.

A documentação técnica confirma que não se espera que o Eylea interaja com as enzimas hepáticas (CYP450) ou com os transportadores de fármacos responsáveis pelo metabolismo da maioria dos medicamentos sistémicos. Por conseguinte, as informações oficiais não listam quaisquer produtos medicinais ou substâncias que alterem significativamente a concentração plasmática ou a eliminação do aflibercept, nem o aflibercept altera a exposição de outros fármacos sistémicos administrados simultaneamente.

Restrições Relacionadas com Interações

Devido a esta atividade localizada, as principais restrições relacionadas com interações focam-se no ambiente imediato do olho, sendo classificadas como contraindicações ao próprio procedimento:

  • Infeção Ocular ou Periocular: O medicamento não deve ser administrado se estiver presente uma infeção ativa ou suspeita no olho ou em redor do mesmo.
  • Inflamação Intraocular: A administração é restringida na presença de inflamação grave ativa no interior do olho.
  • Hipersensibilidade: O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao aflibercept ou a qualquer um dos seus ingredientes inativos.

As informações oficiais não documentam quaisquer interações conhecidas com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

Como funciona o Eylea

O mecanismo de ação do aflibercept (Eylea) baseia-se no sequestro altamente direcionado de ligandos, atuando sobre os sinais moleculares subjacentes que são responsáveis pelo crescimento vascular patológico e pela fuga de fluidos.

Supressão de Sinais de Ligação Dupla

O aflibercept funciona como um recetor engodo solúvel que aprisiona, com elevada afinidade, o Fator de Crescimento Endotelial Vascular A (VEGF-A) e o Fator de Crescimento Placentar (PlGF). Esta neutralização simultânea impede que estes dois sinais ativem os seus recetores nativos (VEGFR-1 e VEGFR-2) nas células endoteliais, iniciando um bloqueio fundamental da cascata de crescimento.

Anti-angiogénese e Estabilização Vascular

Ao bloquear a ativação do VEGFR-2, o fármaco interrompe os processos celulares que conduzem à angiogénese patológica (formação anómala de vasos) e que causam uma permeabilidade vascular excessiva. Os efeitos fisiológicos resultantes são a inibição do crescimento de novos vasos e a restauração da integridade das barreiras vasculares, o que promove a redução da acumulação de líquido na arquitetura central da retina.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Eylea (aflibercept) é utilizado

O Eylea é um medicamento de prescrição que segue um protocolo de administração estruturado, estritamente definido pelas autoridades reguladoras. O princípio geral da sua utilização envolve duas fases primárias: um período inicial de carga e uma fase de manutenção subsequente. O tratamento caracteriza-se pela via de administração obrigatória por injeção intravítrea, o que significa que o medicamento é entregue diretamente no humor vítreo do olho. Este procedimento deve ser realizado por um médico qualificado, com experiência em injeções oculares, sob condições asséticas rigorosas.


Dosagem e Calendário Oficiais

A administração envolve dosagens precisas, que variam dependendo da formulação e da patologia. A dose padrão é de 2 mg de aflibercept por injeção, embora esteja também disponível uma dose superior de 8 mg (EYLEA HD) para regimes específicos em adultos.

Indicação (Dose Padrão) Frequência de Dosagem Inicial Frequência de Dosagem de Manutenção
DMI exsudativa 2 mg a cada 4 semanas durante 3 doses 2 mg a cada 8 semanas (pode estender-se até às 12 semanas)
EMD / RD 2 mg a cada 4 semanas durante 5 injeções 2 mg a cada 8 semanas

Para a formulação de 8 mg, o intervalo de manutenção pode variar entre as 8 e as 16 semanas após as 3 doses iniciais. O intervalo de tratamento pode ser ajustado (encurtado ou prolongado) pelo médico com base na resposta clínica, um princípio apoiado pelas informações oficiais do medicamento.

Regras Processuais e Populacionais

Regras processuais específicas regem a injeção: o medicamento é uma dose de utilização única para apenas um olho, e qualquer volume em excesso deve ser expelido da seringa para garantir que é administrada a quantidade exata prescrita. Não é necessário qualquer ajuste de dose para doentes com compromisso renal ou hepático, nem é necessária uma modificação especial para adultos mais velhos.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Eylea

A compreensão clínica do Eylea (aflibercept) baseia-se em resultados de investigações oficiais, principalmente estudos controlados de larga escala que analisaram como o medicamento foi estudado para patologias oculares específicas. Esta visão geral foca-se nos tipos de investigação disponíveis, nos grupos de doentes estudados e no que as fontes científicas descrevem sobre os resultados, sem oferecer qualquer orientação clínica ou recomendações.


Evidência para utilização na Degenerescência Macular da Idade (DMI) exsudativa

A investigação para a DMI exsudativa, uma condição que envolve períodos de maior atividade dos sintomas, baseou-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) fundamentais. Estes estudos examinaram como diferentes esquemas de tratamento se comparavam a outro medicamento padrão. Os estudos monitorizaram métricas fundamentais, focando-se especificamente em alterações na Melhor Acuidade Visual Corrigida (BCVA) e na Espessura Retiniana Central (CRT).

Os relatórios dos ensaios clínicos descrevem que os resultados documentaram padrões observados nos estudos relacionados com as medições de BCVA e as alterações medidas nos níveis de fluido durante os primeiros um a dois anos. A investigação também explorou se os padrões de estabilidade medida persistiam em certos grupos de doentes com tratamentos menos frequentes após a fase inicial. No entanto, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, uma vez que os resultados após os dois anos são frequentemente acompanhados através de relatórios observacionais, onde a qualidade da evidência varia entre os estudos.


Evidência para utilização no Edema Macular Diabético (EMD) e Retinopatia Diabética (RD)

Para o Edema Macular Diabético (EMD), a investigação envolveu ECA de larga escala avaliados em adultos com diabetes Tipo 1 ou Tipo 2. Os estudos focaram-se em alterações medidas na visão central (BCVA) e na espessura macular (CRT). Para a Retinopatia Diabética (RD) sem EMD que comprometa a visão, realizaram-se estudos para explorar alterações na progressão da própria doença ocular subjacente, examinando as mudanças medidas na Escala de Gravidade da Retinopatia Diabética (DRSS).

Os resultados dos estudos de EMD documentaram os desfechos visuais e anatómicos medidos durante o período do estudo. A duração do acompanhamento foi limitada nalguns ensaios e verifica-se uma carência de investigação que compare diretamente o aflibercept com alguns agentes mais recentes de ação prolongada.


Evidência para utilização no Edema Macular após Oclusão da Veia da Retina (OVR)

A investigação sobre o edema macular que ocorre após uma Oclusão da Veia da Retina foi avaliada em ensaios clínicos controlados específicos, tanto para a Oclusão da Veia Central da Retina (OVCR) como para a Oclusão de Ramo da Veia da Retina (ORVR). Estes estudos analisaram as alterações medidas na visão e na anatomia em intervalos de curto prazo. Os principais resultados descritos pela investigação relacionaram-se com alterações medidas na função visual central, especificamente o número de letras ganhas numa tabela de visão padronizada, e as alterações medidas no fluido macular observadas em testes de imagem. Os pontos de análise primária para a eficácia tiveram períodos de acompanhamento limitados (curto prazo), o que significa que existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo relativamente ao esquema de manutenção ideal.


O que ainda permanece incerto no panorama da investigação

As revisões oficiais reconhecem várias limitações na investigação realizada até ao momento. Falta evidência comparativa direta entre o aflibercept e todos os outros tratamentos em todos os esquemas de dosagem possíveis. Além disso, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, o que significa que as conclusões podem não refletir totalmente os resultados em indivíduos com históricos médicos complexos fora das indicações específicas analisadas nos ensaios. A certeza permanece baixa para os resultados a longo prazo, sublinhando a necessidade de monitorização e investigação contínuas.

Como Eylea deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Eylea

O Eylea (aflibercept) deve ser conservado e manuseado de acordo com diretrizes rigorosas para manter a sua integridade.

Requisitos de Conservação

Condição Especificação
Temperatura Conservar no frigorífico entre 2°C e 8°C.
Proteção Manter na cartonagem original para proteger da luz. Não congelar.
Limite Ambiente Os recipientes por abrir podem ser conservados à temperatura ambiente (inferior a 25°C) até 24 horas antes da utilização.

Manuseamento e Eliminação

O medicamento destina-se a uma utilização única. Deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças. Qualquer produto não utilizado que permaneça no frasco ou na seringa, incluindo o volume em excesso, deve ser eliminado imediatamente após a injeção. Todos os resíduos e componentes devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais para o manuseamento seguro de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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