Visão geral de Элигард
Factos Rápidos
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| Substância Ativa | Acetato de leuprorelina |
| Forma Farmacêutica | Suspensão de libertação prolongada (Depot) |
| Classe Farmacológica | Agonista da hormona libertadora de gonadotrofina (GnRH) |
| Objetivo Geral | Supressão contínua da testosterona |
| Origem | Análogo sintético nonapeptídeo |
Que tipo de medicamento é o Элигард (Eligard)?
O Элигард (Eligard) é um medicamento injetável sujeito a receita médica, classificado essencialmente como um agonista da hormona libertadora de gonadotrofina (GnRH). O princípio ativo central do medicamento é o acetato de leuprorelina (acetato de leuprolida), que consiste num análogo sintético nonapeptídeo da hormona GnRH natural. Esta classificação coloca-o funcionalmente entre os agentes antineoplásicos, devido ao seu efeito sistémico na regulação hormonal. O Элигард distingue-se por ser administrado exclusivamente através de injeção subcutânea, não por via intravenosa ou oral, uma característica essencial para a sua função de longa duração.
Composição e Formulação de Libertação Prolongada (Depot)
Este medicamento é um produto de substância única, apresentado como uma suspensão estéril de libertação prolongada, frequentemente referida pelo seu sistema de transporte proprietário, o Sistema de Entrega ATRIGEL. Esta formulação depot utiliza uma matriz polimérica especializada que contém componentes como o Poli(DL-lactido-co-glicolido). Após a injeção subcutânea, esta estrutura solidifica-se in situ, criando um reservatório localizado de fármaco. Este mecanismo assegura a libertação contínua do acetato de leuprorelina ao longo do ciclo terapêutico, o que é necessário para manter uma estabilidade hormonal sustentada.
Qual é o objetivo geral do Acetato de Leuprorelina?
O propósito terapêutico geral do Элигард é alcançar um estado profundo e sustentado de supressão da produção de testosterona. A ação fisiológica baseia-se na capacidade do agonista da GnRH em ocupar e dessensibilizar constantemente os recetores da hipófise. Este processo interrompe a sinalização hormonal necessária para que os testículos produzam testosterona, proporcionando assim um benefício sistémico para a gestão de condições dependentes de hormonas.

