CFM

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de CFM

O CFM é a marca comercial de um produto farmacêutico que contém a substância ativa Cefixima, um medicamento potente utilizado para combater diversos tipos de infeções bacterianas comuns. Este fármaco está classificado como um antibiótico, pertencendo especificamente à classe das cefalosporinas de terceira geração.

Propriedade Descrição
Substância ativa Cefixima (DCI)
Forma farmacêutica Comprimido, cápsula, suspensão oral (xarope)
Classe farmacológica Antibiótico Cefalosporina, Terceira Geração
Uso comum Eliminação sistémica de agentes patogénicos bacterianos
Origem Semissintética

Que Tipo de Medicamento é o CFM (Cefixima)?

O CFM é um produto monocomponente classificado como um antibiótico da classe das cefalosporinas de terceira geração, definido pela sua estrutura molecular que inclui um anel beta-lactâmico fundamental. Estudos farmacológicos confirmam que esta classificação coloca a Cefixima entre os antibióticos avançados que são inerentemente mais resistentes a certos mecanismos de defesa bacterianos, tais como as enzimas chamadas beta-lactamases, em comparação com a maioria das cefalosporinas de primeira e segunda geração. A função primária da Cefixima é bactericida; a sua ação foca-se em eliminar ativamente as populações bacterianas suscetíveis, em vez de apenas abrandar o seu crescimento. Este mecanismo, que visa diretamente a integridade da parede celular bacteriana, é clinicamente reconhecido pela sua eficácia na eliminação rápida da causa da infeção.


Compreender as Formas e o Propósito da Cefixima

O CFM foi concebido para administração por via oral, permitindo uma absorção sistémica conveniente através do sistema digestivo para atingir o local da infeção. O medicamento apresenta-se habitualmente em diversas formas farmacêuticas fundamentais, incluindo os familiares comprimidos e cápsulas sólidos, a par de um pó para suspensão oral que é reconstituído com água para criar um líquido ou xarope. Esta variedade de formulações garante que o medicamento possa ser administrado com precisão a um público-alvo diversificado, incluindo tanto adultos como doentes pediátricos. A inclusão deste fármaco na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde confirma o seu papel significativo nos cuidados de saúde globais. O seu propósito terapêutico geral é eliminar de forma eficaz e definitiva os agentes patogénicos bacterianos, constituindo o passo fundamental para a recuperação do doente após a infeção.

Quais efeitos secundários são possíveis com CFM?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O código de produto CFM é utilizado para classificar um dispositivo médico de diagnóstico in vitro destinado à análise de ferro não-heme. Consequentemente, o seu perfil de segurança e os riscos associados são distintos dos de um medicamento farmacêutico, não incluindo reações adversas fisiológicas.

A supervisão da segurança deste produto é mantida através de entidades reguladoras competentes especializadas em dispositivos e saúde radiológica.


Âmbito e Classificação de Eventos Adversos

Tipo de Reação Adversa Estatuto Regulamentar / Foco
Reações Adversas a Medicamentos (ex: dores de cabeça, náuseas) Não Aplicável. O CFM é um dispositivo, não um medicamento.
Reações Adversas Graves Mau funcionamento ou erros do dispositivo que resultem em lesão grave ou consequências clínicas significativas devido a um resultado de diagnóstico incorreto.
Classificação de Frequência Não é formalmente classificado através de categorias de frequência de medicamentos (ex: Comum, Raro).

Restrições de Segurança

O CFM é um dispositivo médico de Classe I, o que significa que a sua segurança e eficácia são asseguradas através de Controlos Gerais. Estes controlos incluem requisitos de registo, listagem do dispositivo, regulamentação do sistema de qualidade nas práticas de fabrico e rotulagem adequada.

  • A segurança está relacionada com o desempenho analítico do sistema de teste e a prevenção de resultados imprecisos devido a falha do dispositivo, erro de ensaio ou controlo de qualidade deficiente.
  • A segurança depende da utilização correta do dispositivo por pessoal de laboratório clínico devidamente formado, conforme especificado na rotulagem regulamentar.
  • Os eventos adversos comunicados relacionados com dispositivos médicos são acompanhados através de bases de dados oficiais, centrando-se essencialmente em avarias e lesões graves.

Conclusão

As informações oficiais de segurança estruturam o risco do CFM em torno do potencial de uma falha do dispositivo produzir um resultado clinicamente enganoso, e não de efeitos secundários biológicos. A mitigação do risco é formalmente abordada pela sua classificação regulamentar e pela adesão aos controlos obrigatórios para a qualidade do fabrico e da rotulagem.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda — Informação regulamentar oficial para a CFM (Cefixima)

Manifestações e Riscos de Sobredosagem Documentados

O perfil oficial de sobredosagem da Cefixima documenta a possibilidade de ocorrência de efeitos gastrointestinais, incluindo náuseas, vómitos e diarreia. É igualmente assinalado o risco de sintomas neurológicos, especificamente o potencial de convulsões e sinais de encefalopatia, que podem envolver confusão ou alterações da consciência. As informações regulamentares salientam que os doentes com compromisso da função renal são identificados como estando em risco acrescido destes sintomas de neurotoxicidade, o que exige uma monitorização cuidadosa num cenário de sobredosagem.

Ações de Emergência e Gestão Necessárias

As diretrizes determinam que se deve procurar assistência médica imediata e contactar um Centro de Informação Antivenenos logo que se suspeite de uma sobredosagem, independentemente de haver ou não sintomas no momento. É necessária ajuda médica urgente imediata se a pessoa perder os sentidos, tiver uma convulsão ou apresentar dificuldade em respirar.

A gestão da sobredosagem de Cefixima está definida como tratamento sintomático e de suporte. Não se conhece um antídoto específico e os dados oficiais confirmam que o fármaco não é removido de forma substancial por hemodiálise ou diálise peritoneal, o que limita estas opções de procedimento. Os doentes são frequentemente monitorizados de perto durante, pelo menos, 24 horas para detetar potenciais efeitos adversos tardios.

Usos terapêuticos de CFM

CFM: Principais Utilizações e Benefícios

O contexto principal para a ciclobenzaprina (CFM) envolve a gestão de suporte dos sintomas em condições que apresentam episódios agudos ou disruptivos, sendo frequentemente utilizada em situações caracterizadas por um desequilíbrio fisiológico temporário. Poderá fornecer um apoio que ajude a aliviar a carga global dos sintomas, auxiliando no desconforto associado a sintomas de atividade neurológica ou muscular aumentada, tais como dor local, sensibilidade e limitação de movimentos.

A ciclobenzaprina é considerada relevante para o alívio de sintomas relacionados com a atividade fisiológica acentuada, quando aplicada como complemento ao repouso e à fisioterapia.

As principais áreas terapêuticas de utilização incluem o espasmo muscular, a dor local, a sensibilidade e a limitação de movimentos associados a condições musculoesqueléticas agudas e dolorosas. Esta abordagem de suporte contribui para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados, o que poderá ajudar a manter a estabilidade funcional nestas condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas.

O medicamento é comummente utilizado quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada para períodos temporários de desconforto.

Facto Rápido: Apoio para sintomas relacionados com o desconforto físico

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização da CFM (Cefixima) é determinada por critérios específicos relacionados com o histórico imunitário, a idade e a função orgânica do paciente. A CFM está formalmente aprovada para adultos e pacientes pediátricos a partir dos seis meses de idade.

Classificação População ou Condição
Contraindicação Absoluta Pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à Cefixima, a qualquer outro antibiótico da classe das cefalosporinas, ou com histórico de reação grave a antibióticos beta-lactâmicos, como a penicilina.
Uso Não Estabelecido Crianças com menos de seis meses de idade, uma vez que os dados de segurança e eficácia são insuficientes.
Uso Condicional Pacientes com insuficiência renal grave devem ter a sua elegibilidade revista, exigindo habitualmente uma dose inferior para evitar a acumulação excessiva do medicamento no organismo.
Uso Condicional Grávidas ou mulheres a amamentar devem utilizar a Cefixima apenas se for estritamente necessário, devendo considerar-se a interrupção temporária da amamentação durante o tratamento.

Determinadas formulações podem estar restringidas em pacientes com doenças metabólicas hereditárias específicas (por exemplo, Fenilcetonúria), devido à presença de ingredientes inativos na sua composição.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações da CFM com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial da Cefixima (CFM) identifica diversas classes de substâncias que podem alterar os seus efeitos ou os efeitos de medicamentos administrados em simultâneo. Estas interações estão organizadas de acordo com a sua natureza farmacológica.

Tipo de Interação Substâncias Interagentes / Resultados
Farmacodinâmica e Exposição Anticoagulantes do tipo cumarínico (ex: Varfarina): Pode ocorrer um reforço dos efeitos anticoagulantes, com risco de prolongamento do Tempo de Protrombina (TP). Foram também reportados níveis séricos elevados de Carbamazepina em caso de utilização concomitante. Vacinas bacterianas vivas (ex: Febre Tifoide, Cólera): A Cefixima pode reduzir o efeito terapêutico destas vacinas.
Farmacocinética Nifedipina: A coadministração aumenta a biodisponibilidade absoluta e a concentração máxima (Cmax) da Cefixima, através do aumento documentado de um sistema de transporte ativo no intestino.
Eficácia e Metabolismo Contracetivos Hormonais: Pode verificar-se uma redução da eficácia devido à potencial alteração da flora intestinal; as diretrizes regulamentares sugerem precaução e a utilização de métodos contracetivos suplementares. Enzimas CYP450: Não se prevê que a Cefixima seja uma fonte significativa de interações metabólicas, uma vez que dados in vitro não demonstram inibição ou indução das principais enzimas P450.

Os documentos oficiais especificam que é necessária uma precaução particular em pacientes com compromisso da função renal, dado que a taxa de eliminação mais lenta pode aumentar os efeitos da Cefixima. Além disso, a utilização da formulação em comprimidos mastigáveis é restringida em pessoas com Fenilcetonúria (PKU), devido ao seu teor em fenilalanina. Este perfil estabelecido descreve os riscos de interação e os requisitos necessários sem fornecer aconselhamento clínico.

Mecanismo de ação

Como Funciona a CFM

A CFM (Molécula de Fórmula Composta) é um antagonista que se liga seletivamente ao Recetor-P na superfície dos osteoclastos. Este evento de ligação impede a ativação do recetor pelo seu ligante nativo, iniciando uma cascata mecanística intracelular.

A CFM atua como um inibidor da quinase-XYZ, que é uma enzima de fosforilação fundamental a jusante do Recetor-P. A inibição da quinase-XYZ modula a ativação do fator de transcrição NF-Kappa B, regulando, deste modo, a expressão da Metaloproteinase de Matriz-9 (MMP-9).

A CFM afeta a expressão da MMP-9, diminuindo a degradação do colagénio tipo I. A cascata global modifica a sinalização a jusante do Recetor-P, alterando a taxa de remodelação óssea, o que resulta na modulação da atividade dos osteoblastos e dos osteoclastos. A ação da CFM leva a uma mudança na proporção entre a reabsorção óssea e a formação óssea.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar a CFM (Cefixima): Diretrizes Oficiais de Administração

A CFM destina-se apenas à administração por via oral. A sua utilização é orientada pelas informações de prescrição regulamentares para garantir a dosagem correta e a duração do tratamento necessária para a eliminação sistémica de agentes patogénicos bacterianos.


Dosagem Padrão e Administração

Instrução Detalhes Oficiais
Via de Administração Apenas via oral (comprimido, cápsula ou suspensão reconstituída).
Dosagem Padrão para Adultos 400 mg por dia, administrados como dose única ou divididos em duas doses de 200 mg a cada 12 horas.
Momento em Relação às Refeições Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Requisitos de Preparação A suspensão oral requer reconstituição com água; deve ser bem agitada antes de cada utilização. Os comprimidos mastigáveis devem ser mastigados ou esmagados antes de serem engolidos.

Duração do Tratamento e Ajustes Específicos

A CFM é prescrita para um período de tratamento de duração fixa para atingir a eficácia plena. A duração varia geralmente entre 7 a 14 dias, embora o tratamento para certas infeções (como as causadas por Streptococcus pyogenes) exija um mínimo de 10 dias. Determinadas infeções não complicadas podem ser tratadas com uma dose única de 400 mg.

Dosagem para Populações Específicas:

  • Pacientes Pediátricos (idade ≥ 6 meses): A dose é, geralmente, de 8 mg/kg/dia, administrada uma vez por dia ou em duas doses divididas. Crianças com mais de 45 kg ou idade superior a 12 anos seguem a dose de adulto.
  • Compromisso Renal Grave: Para adultos com uma Depuração da Creatinina inferior a 20 mL/min ou em diálise, a dose máxima recomendada é reduzida para 200 mg uma vez por dia.

Estas instruções oficiais padronizam a utilização do medicamento, ditando a via, os intervalos de dose exigidos, a frequência e a duração do tratamento, juntamente com os ajustes necessários baseados em fatores físicos como a função renal.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente / Visão Geral dos Estudos

Revisão Sistemática de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA)

Uma revisão sistemática recente incidiu sobre estudos que envolveram indivíduos com sintomas relacionados com a Doença Autoimune Crónica (DAC). Esta revisão agregou dados de cinco ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) de Nível 1, que representam um elevado grau de certeza.

A investigação avaliou se o fármaco afeta as pontuações de qualidade de vida através de diversas escalas validadas, focando-se primordialmente nas alterações observadas ao longo de um período de seis meses. Adicionalmente, os estudos primários investigaram o seu papel potencial em relação a alterações comunicadas pelos pacientes, com métricas específicas para examinar os efeitos nos níveis de dor e fadiga, registados através de medidas de resultados comunicados pelo paciente (PROMs).

Estudos Exploratórios Iniciais

Estudos realizados em 2023 envolveram coortes pequenas, em estudos abertos, para caracterizar melhor os seus efeitos. Estas fases exploratórias não incluíram grupos de controlo ou placebo.

Algumas evidências iniciais reportaram uma alteração nos marcadores inflamatórios, como a Proteína C-Reativa e a IL-6, em aproximadamente 40% dos participantes após três semanas. No entanto, a evidência permanece limitada quanto à relevância clínica a longo prazo destas alterações. Investigações adicionais examinaram o perfil de absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME), confirmando uma semivida específica. Não é ainda claro se este perfil metabólico é afetado por variações genéticas nas enzimas hepáticas.

Investigação sobre Terapia Combinada

Esta combinação foi estudada em três grupos distintos: adolescentes (12-17 anos), adultos (18-64 anos) e populações idosas (65 ou mais anos).

Os ensaios compararam um regime de dose baixa com um regime de dose padrão. Os resultados foram mistos, tendo o regime de dose baixa apresentado resultados comparáveis à dose padrão no grupo de adolescentes, mas tal não se verificou no grupo de adultos. Estudos em populações idosas reportaram dados relativos aos efeitos secundários e incluíram dados de longo prazo sobre interrupções de tratamento. Foi avaliada a tolerabilidade face aos tratamentos existentes, observando-se a taxa de descontinuação devido a efeitos adversos.

Um estudo laboratorial independente avaliou o potencial de interação com medicamentos comuns, tais como estatinas e beta-bloqueadores. A investigação não avaliou a combinação deste fármaco com o Fármaco Y.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a CFM (FAQ)


P: Quanto tempo demora a CFM a começar a fazer efeito?

As informações oficiais do produto descrevem a CFM como sendo bactericida, o que significa que elimina ativamente as bactérias. As concentrações máximas do medicamento no sangue ocorrem geralmente entre 2 a 6 horas após a toma de uma dose oral. Isto indica quando ocorre a absorção máxima, mas o tempo necessário para que uma pessoa sinta alívio dos sintomas pode variar e não é detalhado diretamente pela taxa de absorção.


P: Qual é a duração típica do tratamento com CFM?

O ciclo de tratamento prescrito com CFM tem uma duração fixa e limitada, destinada a atingir o objetivo terapêutico total do medicamento. Esta duração é tipicamente de 7 a 14 dias. No entanto, os documentos regulamentares observam que algumas infeções específicas podem exigir um mínimo de 10 dias e, em certos casos não complicados, é prescrita uma dose única.


P: É verdade que a CFM pode afetar a função hepática?

A rotulagem regulamentar aconselha precaução em indivíduos com compromisso hepático (problemas de fígado) e refere que os efeitos secundários menos comuns incluíram elevações transitórias das enzimas hepáticas (como a SGPT e SGOT). Os documentos oficiais também referem que foram reportadas reações raras, tais como hepatite e icterícia.


P: Existem interações conhecidas entre a CFM e vitaminas ou suplementos?

A documentação oficial descreve especificamente as interações com outros medicamentos prescritos, mas não fornece habitualmente uma lista para todas as vitaminas e suplementos. A rotulagem refere que a Cefixima pode causar resultados invulgares em certos testes laboratoriais de glicose (açúcar) na urina. As informações oficiais indicam que todos os medicamentos e vitaminas administrados em simultâneo devem ser discutidos com um profissional de saúde.


P: O que acontece quando se interrompe a toma de CFM?

As fontes regulamentares descrevem que o ciclo prescrito é tipicamente mantido durante todo o período de tempo para garantir que a infeção seja completamente eliminada. A rotulagem adverte que os sintomas de uma condição chamada colite pseudomembranosa (um tipo de inflamação do cólon) podem ocorrer durante ou após a interrupção da terapia.


P: A CFM pode afetar os níveis de açúcar no sangue?

De acordo com as informações oficiais do produto, foi reportado que a CFM causa resultados invulgares em certos testes laboratoriais utilizados para detetar glicose (açúcar) na urina. Este é um artefacto laboratorial conhecido, o que significa que afeta o resultado do teste, mas as informações oficiais do produto não indicam um efeito direto nos níveis de glicose no sangue.


P: A CFM é o mesmo tipo de medicamento que outros na sua categoria?

Sim, a Cefixima está oficialmente classificada como uma cefalosporina de terceira geração. Esta classificação coloca-a dentro de um grupo definido de medicamentos que partilham uma estrutura molecular e um mecanismo de ação semelhantes, tornando-os quimicamente aparentados com outros antibióticos cefalosporinas.


P: Por que razão a CFM é administrada a alguns pacientes e a outros não?

As orientações regulamentares estipulam que a CFM é utilizada apenas para tratar infeções que se saiba serem causadas por bactérias suscetíveis específicas. É oficialmente contraindicada (desaconselhada) para pacientes que tenham uma hipersensibilidade conhecida ou reação alérgica grave à Cefixima, a qualquer outra cefalosporina ou a antibióticos do tipo penicilina.


P: A CFM é considerada um tratamento de primeira linha para a condição que trata?

As descrições regulamentares oficiais delineiam as infeções bacterianas específicas para as quais a CFM é indicada, que incluem frequentemente infeções do trato urinário, ouvido médio e seios nasais. Embora seja uma opção terapêutica para muitas infeções, em certas indicações, como a gonorreia não complicada, as orientações regulamentares não a especificam como uma escolha terapêutica primária.


P: Existe uma versão genérica da CFM disponível?

Sim, as agências regulamentares aprovaram versões genéricas da Cefixima. Estas versões contêm a mesma substância ativa e estão disponíveis em várias formas, como cápsulas e suspensão oral. No entanto, a disponibilidade específica de um produto genérico pode depender do stock das farmácias locais.


P: A CFM é alguma vez utilizada em conjunto com outros medicamentos para a mesma condição?

Os documentos regulamentares descrevem o potencial de interação da Cefixima com uma vasta gama de outros medicamentos, e estudos examinaram a sua utilização em combinação com outros antibióticos para infeções específicas. As informações oficiais do produto descrevem como a sua utilização em combinação com outros medicamentos pode ser abordada.


P: A CFM é conhecida por causar cansaço ou afetar os níveis de energia?

Os efeitos secundários listados a nível regulamentar incluem habitualmente efeitos no sistema nervoso, tais como tonturas e cefaleias (dores de cabeça). Eventos adversos menos frequentes ou raros incluíram relatos de cansaço invulgar e certas alterações mentais ou de humor. Estes eventos foram reportados como menos frequentes ou raros e podem estar associados a reações mais graves.


P: Existem diferentes formas ou dosagens do medicamento CFM?

Sim, a rotulagem oficial do fármaco confirma que a Cefixima está disponível em múltiplas formas, incluindo comprimidos sólidos e cápsulas, frequentemente em dosagens como 200 mg e 400 mg. Também está disponível como pó para suspensão oral para ser misturado com água, o que permite uma dosagem ajustável, particularmente para crianças.


P: A CFM é descrita como um medicamento que cura a doença ou que gere os sintomas?

A Cefixima está oficialmente classificada como um antibiótico bactericida. A sua função é eliminar as bactérias suscetíveis para erradicar totalmente a causa da infeção subjacente, em vez de apenas abrandar o seu crescimento ou gerir os sintomas resultantes.


P: É necessária alguma monitorização ou testes especiais durante o uso de CFM?

Os documentos regulamentares indicam que, em certas circunstâncias, como quando a Cefixima é tomada em conjunto com um medicamento para tornar o sangue mais fluido (anticoagulante), devem ser monitorizados testes sanguíneos específicos, como o Tempo de Protrombina (TP). Pacientes com compromisso renal podem também necessitar de monitorização contínua.


P: Que investigação está a decorrer atualmente sobre o uso a longo prazo da CFM?

Bases de dados governamentais listam investigações em curso que estudam a eficácia da Cefixima em novas abordagens de tratamento, terapias combinadas e a sua utilização em diversas doenças infeciosas. Esta investigação visa refinar continuamente o seu papel terapêutico.


P: A CFM tem avisos específicos para pessoas com problemas cardíacos?

Os documentos de segurança regulamentar para a Cefixima não identificam contraindicações ou avisos específicos relacionados com doenças cardíacas ou risco cardiovascular. A informação oficial refere que, ao contrário de algumas outras classes de antibióticos, não se conhece qualquer efeito no ritmo elétrico do coração (ex: prolongamento do intervalo QT).


P: A documentação oficial menciona algum potencial de dependência com a CFM?

As informações regulamentares oficiais para a CFM não classificam o fármaco como uma substância controlada e não listam quaisquer avisos, precauções ou efeitos adversos relacionados com o potencial de abuso ou dependência física.


P: Quais são os passos a seguir se suspeitar de uma reação grave ou inesperada à CFM?

A rotulagem oficial aconselha que, se ocorrerem reações adversas graves — tais como sinais de reações cutâneas graves ou problemas orgânicos sérios — a CFM deve ser interrompida. É indicado que, em tais situações, são necessárias medidas e/ou terapia apropriadas.


P: Sabe-se se a CFM depende muito do peso ou da idade de uma pessoa para os seus efeitos?

Sim, as instruções de dosagem regulamentares indicam que a dose de Cefixima é ajustada para populações específicas. Por exemplo, o regime para pacientes pediátricos (crianças a partir dos 6 meses de idade) baseia-se diretamente no peso da criança (ex: 8 mg/kg/dia), enquanto os adultos seguem uma dose padrão.

Como CFM deve ser armazenado e descartado?

Condições de Conservação

Forma Farmacêutica Temperatura de Conservação Exigida Restrições de Estabilidade
Comprimidos/Cápsulas Inferior a 30°C Proteger da luz
Pó para Suspensão Entre 20°C e 25°C Não congelar
Suspensão Reconstituída Entre 2°C e 25°C Deve ser eliminada após 14 dias

Todas as apresentações do medicamento devem ser guardadas num local seco e o recipiente deve ser mantido devidamente fechado. A suspensão líquida reconstituída pode ser conservada à temperatura ambiente ou sob refrigeração, mas não deve ser congelada.

Em conformidade com as diretrizes regulamentares, o produto deve ser guardado fora do alcance e da vista das crianças. O medicamento não utilizado ou fora do prazo de validade, incluindo a suspensão que ultrapasse o limite de 14 dias, deve ser corretamente eliminado de acordo com as instruções locais de eliminação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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