Alaspan

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alaspan

O produto farmacêutico Alaspan é um medicamento utilizado para o alívio sintomático de condições alérgicas, sendo formalmente classificado como um anti-histamínico de segunda geração. A sua função central é intervir no processo biológico que liberta o mediador químico histamina. O fármaco é clinicamente reconhecido pelo seu perfil de ação prolongada e não sedativo, um facto apoiado por estudos farmacológicos publicados nas principais bases de dados médicas.

Propriedade Descrição
Substância ativa Loratadina
Forma Comprimido, Xarope, Suspensão
Classe farmacológica Antagonista dos recetores H1
Uso comum Condições alérgicas
Origem Composto orgânico sintético

Definição do Alaspan: Classificação e Identidade Central

O Alaspan define-se pela sua substância ativa, a Loratadina, um antagonista dos recetores H1 potente, de ação prolongada e seletivo. Está oficialmente agrupado na classe farmacológica dos antialérgicos e é reconhecido como um agente não sedativo. Esta classificação especializada confirma que a Loratadina atua visando recetores específicos fora do sistema nervoso central, o que a torna adequada para o controlo rotineiro de manifestações alérgicas.

A Loratadina é um composto orgânico sintético, facto confirmado pela sua estrutura química específica como um derivado tricíclico. Esta ação antagonista seletiva é central para a sua identidade como um anti-histamínico de segunda geração, posicionando-o como uma ferramenta altamente específica para controlar a reação indesejada do organismo a alergénios comuns, tais como a exposição sazonal ao pólen.


Composição, Origem e Formas Disponíveis

A composição do Alaspan centra-se na molécula de Loratadina, que o organismo metaboliza posteriormente no seu composto ativo, a Desloratadina. O Alaspan é fabricado principalmente como um medicamento de substância única, embora a molécula ativa também se encontre em formulações combinadas, como o Alaspan AM, que integra um descongestionante nasal. O estatuto de venda livre (OTC) em muitas regiões reforça o seu perfil de segurança estabelecido.

Para a via de administração oral, o Alaspan está prontamente disponível em diversas formas farmacêuticas essenciais. Estas incluem tipicamente a forma de comprimido padrão e formatos líquidos, como xarope ou suspensão, garantindo uma administração flexível entre grupos de doentes, incluindo crianças. O xarope, frequentemente disponível com um perfil de sabor específico, representa uma característica distinta concebida para melhorar a adesão pediátrica.


Função Terapêutica Geral e Princípio do Mecanismo

A função terapêutica geral do Alaspan decorre diretamente da sua atuação como um antagonista seletivo dos recetores H1 periféricos. Esta ação proporciona o benefício geral do medicamento ao interromper diretamente os efeitos da histamina, que é libertada pelo sistema imunitário em resposta a um alergénio. Ao bloquear quimicamente estes recetores H1, a Loratadina previne a resposta fisiológica que conduz aos sintomas alérgicos. Este princípio direcionado permite que o fármaco proporcione um alívio sintomático eficaz para os sinais físicos de alergia, tais como a irritação e a inflamação, sem os efeitos depressores acentuados no sistema nervoso associados aos anti-histamínicos de gerações anteriores.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alaspan?

O perfil de segurança oficial do Alaspan (loratadina) encontra-se normalizado em diversos documentos regulamentares, classificando os possíveis efeitos secundários de acordo com a frequência com que são reportados e os sistemas do organismo que afetam.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são formalmente agrupadas em categorias baseadas na frequência de reporte em adultos e adolescentes. Os efeitos frequentes, notificados em mais de 1 em cada 100 pessoas, incluem dores de cabeça, sonolência, insónia e aumento do apetite. No caso das crianças entre os 2 e os 12 anos, os efeitos reportados com maior frequência são as dores de cabeça, o nervosismo e a fadiga. Reações como taquicardia, convulsões, função hepática anormal e reações de hipersensibilidade (incluindo angioedema e anafilaxia) são classificadas como muito raras.


Classes de Sistemas de Órgãos e Reações Graves

As reações adversas estão organizadas por classes de sistemas de órgãos, incluindo doenças do sistema nervoso (ex.: tonturas, convulsões), doenças cardíacas (ex.: palpitações), doenças gastrointestinais (ex.: boca seca, náuseas) e doenças hepatobiliares. As reações adversas graves, embora muito raras, incluem especificamente as reações de hipersensibilidade severas e casos documentados de alteração da função hepática.


Considerações de Segurança e Restrições

Segurança em populações específicas: A segurança do medicamento não foi estabelecida em crianças com menos de 2 anos de idade. É aconselhada precaução em indivíduos com comprometimento hepático grave, uma vez que a eliminação do fármaco pode estar reduzida. O uso não é recomendado durante o aleitamento. Além disso, algumas formulações contêm fenilalanina (sob a forma de aspartame), o que requer cautela em indivíduos com fenilcetonúria.

Restrições: O medicamento deve ser interrompido aproximadamente 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia, uma vez que pode interferir com os resultados dos mesmos. Embora esteja classificado como um anti-histamínico não sedativo, as informações oficiais assinalam que, muito raramente, poderá ocorrer uma redução do estado de alerta.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação regulamentar oficial do Alaspan (loratadina) detalha as manifestações específicas e as ações de emergência necessárias no caso de ingestão de uma quantidade excessiva do medicamento. As apresentações clínicas de sobredosagem documentadas com maior frequência incluem a sonolência, a taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e as dores de cabeça, a par do potencial aumento de sintomas anticolinérgicos.

Quando procurar ajuda imediata

Na ocorrência de uma sobredosagem, é necessário procurar assistência médica imediata ou contactar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), ou dirigir-se prontamente ao serviço de urgência hospitalar mais próximo, conforme determinado pelas autoridades de saúde. A sobredosagem pode manifestar-se com uma sonolência de maior gravidade, particularmente em doentes com comprometimento hepático ou renal pré-existente, bem como em idosos.

Gestão e monitorização da sobredosagem

O tratamento da sobredosagem de Alaspan envolve a instituição de medidas gerais sintomáticas e de suporte. Procedimentos médicos como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado (em suspensão com água) podem ser considerados pelos profissionais de saúde. Está oficialmente estabelecido que não se conhece um antídoto específico para a loratadina. Devido a este facto, e uma vez que a substância não é eliminada por hemodiálise, é necessária a manutenção de monitorização médica do doente após o tratamento de emergência inicial para gerir os sinais clínicos documentados.

Usos terapêuticos de Alaspan

O que o Alaspan trata: Principais utilizações e benefícios

O Alaspan é comummente utilizado em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional para a rinite alérgica (febre dos fenos) e para a urticária idiopática crónica. Esta medicação pode fazer parte da gestão sintomática, proporcionando suporte aos pacientes durante episódios de maior desconforto.

Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem surgir subitamente ou flutuar, tais como espirros repetitivos, corrimento nasal, prurido nasal e as manifestações oculares associadas de olhos lacrimejantes e irritação. Para a pele, é relevante na gestão de sintomas que criam uma tensão funcional percetível, incluindo prurido persistente, erupções cutâneas e edema localizado.

Esta terapia de suporte é frequentemente utilizada durante fases em que os sintomas se tornam mais evidentes e é, geralmente, aplicável aos grupos etários relevantes. Como benefício centrado no paciente, este perfil auxilia os indivíduos durante episódios de maior desconforto ao aliviar o mal-estar, o que pode ajudar na manutenção da estabilidade funcional e do estado de alerta ao longo das 24 horas do dia.


Facto Rápido: Alívio do Prurido e dos Sintomas Nasais

O Alaspan é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, promovendo o conforto e atenuando o peso de estados inflamatórios ou irritativos que afetam a pele e as vias respiratórias superiores.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Alaspan?

A elegibilidade da população para o uso de Alaspan (loratadina) é definida pela documentação regulamentar oficial, que descreve os grupos etários aprovados, as contraindicações e as restrições baseadas no estado fisiológico do indivíduo.


Contraindicações Absolutas e por Faixa Etária

Classificação Estatuto Regulamentar Oficial
Uso Aprovado Adultos e crianças com 6 ou mais anos de idade (para comprimidos/cápsulas) e crianças com 2 ou mais anos de idade (para formas líquidas).
Uso Não Estabelecido Crianças com menos de 2 anos de idade; a segurança e a eficácia não foram formalmente estabelecidas nesta faixa etária.
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida à loratadina, ao seu metabolito ativo ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Restrições Baseadas em Condições Clínicas

O uso restrito é aplicável a doentes com determinados estados clínicos, o que exige uma análise especializada:

  • Comprometimento Orgânico Grave: Para doentes com comprometimento hepático grave ou insuficiência renal grave (taxa de filtração glomerular < 30 mL/min), está recomendada uma dose inicial mais baixa, como a administração em dias alternados.
  • Gravidez: Como medida de precaução, o uso é preferencialmente evitado, embora os dados oficiais não indiquem evidência de toxicidade malformativa.
  • Amamentação: O uso não é recomendado em mulheres a amamentar, uma vez que a loratadina é excretada no leite materno.
  • Comorbilidades: As formulações que contêm lactose são contraindicadas para doentes com problemas hereditários raros, tais como a intolerância à galactose. As apresentações que contêm aspartame apresentam restrições para doentes com Fenilcetonúria (PKU).

Os documentos regulamentares definem a elegibilidade através destas exclusões específicas e diretrizes de uso condicional, que devem ser respeitadas antes de se iniciar o tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar oficial do Alaspan (loratadina) foca-se nas interações farmacocinéticas com inibidores documentados de enzimas metabólicas. Os medicamentos específicos listados que apresentam interação incluem o cetoconazol, a eritromicina e a cimetidina. A coadministração com estes agentes, que inibem as enzimas CYP3A4 e/ou CYP2D6, resulta num aumento substancial das concentrações plasmáticas (AUC) da loratadina e do seu metabolito ativo. Este resultado farmacocinético está oficialmente associado a um potencial aumento de efeitos adversos devido à consequente elevação da exposição sistémica. Nenhuma combinação destes produtos medicinais está formalmente classificada como contraindicada devido ao risco de interação nas informações regulamentares.

Os documentos regulamentares definem também orientações relativas ao consumo de outras substâncias. Está documentado que a ingestão de alimentos aumenta a AUC total da loratadina em aproximadamente 48% e atrasa o tempo necessário para atingir a sua concentração plasmática máxima. Inversamente, um dado farmacodinâmico fundamental indica que o Alaspan, quando administrado com álcool, não apresenta, segundo os dados oficiais, efeitos de potenciação nas funções psicomotoras em estudos controlados. Além disso, o perfil oficial inclui precauções específicas para certas populações: doentes com comprometimento hepático grave ou comprometimento renal crónico podem apresentar uma depuração reduzida documentada da loratadina.

Mecanismo de ação

Como o Alaspan atua no organismo

O Alaspan contém loratadina, um princípio ativo que pertence à classe dos anti-histamínicos tricíclicos de segunda geração. O seu mecanismo de ação baseia-se na interferência seletiva com os recetores H1 da histamina periférica, uma substância química naturalmente libertada pelo sistema imunitário durante uma reação alérgica.

Quando o corpo entra em contacto com um alérgeno, a histamina liga-se aos recetores H1, desencadeando sintomas comuns como espirros, prurido, corrimento nasal e olhos lacrimejantes. A loratadina atua bloqueando estes recetores, impedindo que a histamina exerça os seus efeitos nos tecidos. Esta ação ajuda a reduzir a inflamação e o desconforto associados à rinite alérgica e a outras condições dermatológicas alérgicas, como a urticária.

Uma característica distintiva deste componente é a sua seletividade pelos recetores periféricos em vez dos recetores localizados no sistema nervoso central. Devido à sua estrutura molecular, a substância não atravessa a barreira hematoencefálica em quantidades significativas nas doses terapêuticas recomendadas. Por este motivo, o medicamento é geralmente classificado como um anti-histamínico não sedativo, minimizando a ocorrência de sonolência ou fadiga quando comparado com os anti-histamínicos de primeira geração.

Após a administração oral, a substância é rapidamente absorvida e metabolizada no fígado, transformando-se num metabolito ativo que prolonga o efeito terapêutico. Esta farmacocinética permite um controlo contínuo dos sintomas alérgicos com uma única dose diária, mantendo a eficácia ao longo de vinte e quatro horas.

Informações sobre dosagem e administração

O Alaspan (loratadina) é administrado exclusivamente por via oral em todas as suas formas aprovadas, incluindo comprimidos convencionais, soluções líquidas e comprimidos de desintegração oral. Este medicamento é habitualmente administrado numa toma única diária, tirando partido do seu perfil farmacológico de ação prolongada para proporcionar cobertura durante um intervalo completo de 24 horas.

Regimes Posológicos Oficiais

A dose padrão prescrita é estratificada por grupo etário e não deve exceder o limite diário especificado.

População Dose Diária Padrão Frequência Máxima
Adultos e crianças ge 6 anos 10 mg Uma vez ao dia
Crianças dos 2 aos 5 anos 5 mg Uma vez ao dia

Condições de Administração e Ajustes

O fármaco oferece flexibilidade quanto ao horário das refeições, podendo ser tomado com ou sem alimentos. A utilização adequada requer a observância do manuseamento específico de cada forma farmacêutica: as formas líquidas devem ser medidas com precisão utilizando um dispositivo de dosagem designado, e os comprimidos de desintegração oral são colocados diretamente sobre a língua para se dissolverem.

Um ajuste fundamental está oficialmente especificado para indivíduos com compromisso hepático ou renal grave (doença nos rins ou no fígado). Nestas populações de doentes, o intervalo posológico inicial para a dose de 10 mg é alargado para dias alternados, uma medida necessária para considerar a redução potencial na depuração do fármaco. Se uma dose for recordada como esquecida, a orientação sugere que seja tomada o mais brevemente possível; no entanto, se estiver quase na hora da próxima dose programada, a dose esquecida deve ser omitida para evitar duplicar a quantidade.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama de Estudos sobre o Alaspan


Evidência no Uso em Rinite Alérgica

A investigação sobre o Alaspan (loratadina) tem-se focado prioritariamente no contexto da rinite alérgica (frequentemente designada como febre dos fenos), uma condição caracterizada por manifestações flutuantes ou episódicas, como espirros, corrimento nasal e olhos lacrimejantes com prurido. Os Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) têm sido o principal tipo de estudo realizado, comparando a loratadina com um placebo (uma substância inativa) e, por vezes, com outros tratamentos em uso. Estes estudos exploraram contextos de investigação que envolveram sintomas instáveis e incluíram tanto adultos como crianças (habitualmente a partir dos 6 anos de idade).

Os estudos monitorizaram os resultados dos doentes utilizando sistemas de pontuação padronizados, como a Pontuação Total de Sintomas Nasais (TNSS) e a Pontuação Total de Sintomas Oculares (TOSS). Os estudos reportam alterações medidas nas pontuações de sintomas ao longo de períodos de curto a médio prazo, com uma duração comum de 2 a 6 semanas. Foram utilizados contextos de investigação especializados para analisar o início da ação (o tempo decorrido até serem registados os primeiros padrões de melhoria dos sintomas).


Evidência no Uso em Urticária Idiopática Crónica

A investigação científica analisou o Alaspan no âmbito da urticária idiopática crónica (UIC), uma patologia que apresenta ciclos de estabilidade e de agudização, envolvendo tipicamente prurido persistente e pápulas (vergões) com duração superior a seis semanas. Esta investigação consistiu essencialmente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas, as quais consolidam os dados de múltiplos ensaios individuais.

Nestes ensaios, os investigadores avaliaram escalas padronizadas como a Pontuação de Atividade da Urticária (UAS), que combina as medições do tamanho das pápulas e a gravidade do prurido (comichão). A investigação descreve a evolução dos sintomas nas populações observadas em períodos de curto prazo, frequentemente com a duração de quatro a seis semanas. A evidência explorou resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado e o impacto da condição no funcionamento quotidiano.


Aspetos Ainda Incertos na Investigação sobre o Alaspan

Embora exista uma base de investigação substancial, a evidência destaca o que é conhecido e o que permanece incerto sobre o Alaspan. Uma área de incerteza relaciona-se com o início da ação, onde diferentes estudos reportam tempos variáveis até ser observado o alívio inicial dos sintomas. Adicionalmente, embora a qualidade da evidência varie entre os estudos, verifica-se geralmente uma escassez de evidência comparativa direta, de longo prazo e de alta qualidade, face a todos os novos anti-histamínicos de segunda geração atualmente disponíveis no mercado. Para determinados grupos, como crianças com idade inferior a 6 anos, os dados ainda são emergentes e os resultados em subgrupos são incertos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Alaspan (FAQ)


Q: Preciso de receita médica para adquirir o Alaspan?

Em muitos países, o Alaspan (loratadina) é designado como um medicamento de venda livre (não sujeito a receita médica). Esta classificação significa que se encontra amplamente disponível para compra sem prescrição. No entanto, o seu estatuto exato pode depender das regulamentações locais e da formulação ou dosagem específica em causa.


Q: O Alaspan é o mesmo que o Claritine ou o Zyrtec?

O Alaspan contém o princípio ativo loratadina, que é o mesmo composto ativo encontrado no conhecido medicamento de marca Claritine. Ambos são classificados como anti-histamínicos de segunda geração. O medicamento Zyrtec contém um princípio ativo diferente, embora semelhante, a cetirizina.


Q: Quanto tempo demora o Alaspan a começar a fazer efeito?

Os estudos que analisam o início da ação reportam que o efeito anti-histamínico começa habitualmente entre uma a três horas após a toma de uma dose única. As informações oficiais indicam que o efeito medido atinge geralmente a sua eficácia máxima entre as 8 e as 12 horas após a administração.


Q: O Alaspan pode causar sono ou fadiga?

Embora o Alaspan seja oficialmente classificado como um anti-histamínico não sedativo, os documentos regulamentares listam a Sonolência (sonolência ou cansaço) como uma reação adversa frequente em adultos e adolescentes. A informação oficial do produto refere que é aconselhada precaução antes de realizar tarefas que exijam agilidade mental.


Q: É verdade que o Alaspan pode causar aumento de peso?

Os documentos regulamentares listam o Aumento do Apetite como um efeito secundário frequente reportado por alguns indivíduos, incluindo adultos e adolescentes. O aumento de peso em si não é tipicamente listado como uma categoria de reação adversa primária na informação oficial do produto.


Q: Qual é a diferença entre o Alaspan e a sua versão genérica?

A versão genérica do Alaspan deve, por exigência das autoridades reguladoras, conter exatamente o mesmo princípio ativo, dosagem e forma farmacêutica. Os medicamentos genéricos devem também demonstrar bioequivalência, o que significa que têm de atuar no organismo da mesma forma que o medicamento original de marca.


Q: É seguro conduzir ou trabalhar com máquinas após tomar Alaspan?

O perfil de segurança oficial refere que, muito raramente, pode ocorrer uma redução do estado de alerta. Os documentos regulamentares aconselham prudência em tarefas que exijam atenção mental total, como conduzir ou operar máquinas, devido à possibilidade rara deste efeito.


Q: O Alaspan interage com medicamentos comuns para a azia, como os antiácidos?

O perfil oficial de interações medicamentosas lista prioritariamente medicamentos específicos que inibem certas enzimas metabólicas. Geralmente, não existe uma interação específica ou aviso nos documentos regulamentares para a administração conjunta com produtos antiácidos não absorvéis habitualmente utilizados para a azia.


Q: O Alaspan pode ser tomado com analgésicos como o ibuprofeno ou o paracetamol?

As orientações oficiais e a informação ao doente indicam que não foram reportadas interações específicas entre o Alaspan (loratadina) e analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno ou o paracetamol.


Q: O Alaspan pode ser utilizado para alergias a animais de estimação?

O Alaspan está aprovado para o alívio de sintomas causados por alergénios perenes (que ocorrem todo o ano), que incluem frequentemente agentes como ácaros do pó, bolores e pelos de animais. O seu uso aprovado destina-se ao tratamento dos sintomas de rinite alérgica, independentemente do agente desencadeador específico.


Q: Se eu parar de tomar Alaspan, os meus sintomas voltam imediatamente?

O composto ativo e o seu metabolito ativo têm semividas de eliminação relativamente longas. É expectável que os sintomas regressem gradualmente à medida que a quantidade de medicamento no organismo diminui e a resposta alérgica subjacente é retomada, em vez de ocorrer um retorno imediato.


Q: O Alaspan está disponível em forma líquida ou mastigável?

O Alaspan (loratadina) está disponível para administração oral em diversas formas farmacêuticas, incluindo líquido (xarope ou solução), comprimidos padrão e comprimidos de desintegração oral ou mastigáveis. Estas diferentes formas foram concebidas para oferecer flexibilidade a diversos grupos de doentes.


Q: O Alaspan ajuda nos sintomas de asma?

Os documentos regulamentares definem o uso aprovado do medicamento para o alívio sintomático da rinite alérgica (febre dos fenos) e da urticária idiopática crónica (comichão e pápulas). Não está oficialmente indicado para o tratamento de sintomas de asma.


Q: O Alaspan tem um efeito cumulativo no organismo?

Estudos farmacocinéticos indicam que a absorção e a eliminação do fármaco não são significativamente alteradas pela duração do tratamento. Isto indica que a eliminação do medicamento do organismo permanece consistente e que o uso continuado não leva, tipicamente, à acumulação progressiva de níveis excessivos.


Q: Existem diferentes dosagens de Alaspan disponíveis?

O Alaspan é fabricado em diferentes dosagens, as quais estão definidas nos documentos oficiais para utilização em grupos etários específicos. Estas dosagens definidas incluem as formas de 10 mg e 5 mg.


Q: O Alaspan ajuda na congestão sinusal?

O medicamento está oficialmente aprovado para aliviar os sintomas centrais da rinite alérgica, tais como espirros, corrimento nasal e comichão nos olhos. O princípio ativo é, por vezes, encontrado em combinação com um descongestionante nasal noutras fórmulas para tratar especificamente a congestão sinusal.


Q: Qual é a duração da ação do Alaspan após a toma?

Os estudos demonstraram que uma dose única de Alaspan proporciona um efeito anti-histamínico que dura mais de 24 horas. Esta duração de ação estabelecida é a base para o seu esquema de administração de uma vez ao dia.

Como Alaspan deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Alaspan (Loratadina)

As diretrizes regulamentares oficiais estabelecem condições ambientais e de manuseamento específicas para manter a estabilidade do Alaspan.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20 °C e 25 °C.
Proteção Proteger da humidade excessiva, do calor e da luz direta. As formas líquidas devem ser mantidas longe do congelamento.
Embalagem Manter o medicamento na sua embalagem original, garantindo que esta se encontra bem fechada; não utilizar se o selo ou o blister estiverem danificados.
Segurança Deve ser armazenado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Alaspan não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado através de um ponto de recolha oficial de medicamentos. Caso não esteja disponível um programa de retoma, misture o medicamento com uma substância pouco apelativa (como areia para gatos), coloque-o num recipiente selado e deite-o no lixo doméstico. O medicamento não deve ser deitado na sanita nem despejado num lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Alaspan encontrado em:

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