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Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de ZOSTAVAX

O que é o ZOSTAVAX?

O ZOSTAVAX é um medicamento sujeito a receita médica, classificado como uma Vacina contra o Herpes Zoster, Viva. Esta classificação enquadra-o na classe farmacológica mais ampla das vacinas virais e dos agentes imunizantes. Trata-se de um produto biológico especializado, destinado exclusivamente à prevenção do herpes zoster (zona) em adultos com idade igual ou superior a 50 anos. Esta preparação é clinicamente reconhecida pelo seu papel na redução do risco de desenvolvimento de zona, sendo a opção original de dose única desenvolvida para este propósito.

Composição, Estirpe e Forma Farmacêutica

A substância ativa da preparação de ZOSTAVAX é o vírus da varicela-zoster (VZV) atenuado, especificamente a estirpe Oka/Merck. Este componente viral vivo é produzido utilizando células diploides humanas, o que é característico da sua origem biológica. Os dados farmacológicos confirmam que o ZOSTAVAX contém uma concentração substancialmente superior da estirpe de VZV do que a vacina padrão contra a varicela, refletindo as necessidades imunológicas específicas dos adultos mais velhos.

A sua apresentação farmacêutica consiste num pó liofilizado para suspensão injetável, fornecido num frasco para injetáveis de dose única. Este pó seco deve ser reconstituído com um diluente separado imediatamente antes da administração, criando uma suspensão destinada a injeção subcutânea.

Objetivo Geral e Reforço do Sistema Imunitário

O objetivo geral da administração do ZOSTAVAX é reduzir o risco de desenvolvimento de herpes zoster e de complicações relacionadas, tais como a nevralgia pós-herpética (NPH). A preparação alcança este resultado através da indução de imunidade ativa, fortalecendo os mecanismos de defesa naturais do organismo. Ao aumentar a imunidade celular específica contra o VZV, a vacina ajuda o corpo a manter um melhor controlo sobre o vírus que se encontra naturalmente latente, trabalhando assim para prevenir a reativação viral que causa a zona.

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Quais efeitos secundários são possíveis com ZOSTAVAX?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficialmente documentado para o ZOSTAVAX caracteriza-se por uma gama previsível de reações, categorizadas nos documentos regulamentares principalmente de acordo com a sua frequência. As reações mais frequentes são localizadas na área de administração.

Reações Adversas por Frequência

Classificação de Frequência Exemplos (Classe de Órgãos e Sistemas)
Muito Frequentes (igual ou superior a 1/10) Reações no local de injeção: dor/sensibilidade, eritema (vermelhidão), inchaço e prurido (comichão).
Frequentes (entre 1/100 e 1/10) Dor de cabeça (cefaleia) (Sistema Nervoso); Dor nas extremidades (Musculoesquelético); Calor, endurecimento (induração) e hematoma no local de injeção.
Pouco Frequentes (entre 1/1.000 e 1/100) Náuseas (Doenças Gastrointestinais).

Reações Graves e Restrições de Segurança

Relatórios pós-comercialização documentam reações adversas raras mas graves, incluindo respostas de hipersensibilidade severa, tais como a reação anafilática. Foi também reportada a ocorrência de varicela de estirpe vacinal ou de Herpes Zoster, particularmente em indivíduos com função imunitária comprometida. Foram observados casos raros de retinite necrotizante.

As informações oficiais definem diversas restrições absolutas de segurança. A vacina é contraindicada durante a gravidez e em indivíduos com antecedentes de reações alérgicas graves a qualquer componente, incluindo a gelatina ou a neomicina. Devido à natureza do componente viral vivo, não deve ser administrada a indivíduos com estados de imunodeficiência primária ou adquirida, tais como leucemia ou SIDA. Adicionalmente, a administração deve ser adiada em doentes com tuberculose ativa não tratada.

A administração concomitante com a Vacina Pneumocócica Polivalente tem sido observada por poder reduzir potencialmente a resposta imunitária ao ZOSTAVAX, sendo esta uma nota de segurança específica definida nos documentos oficiais.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação oficial indica que não foi relatado qualquer caso de sobredosagem com ZOSTAVAX. Nos casos em que foi administrada uma dose superior à recomendada, o perfil de reações adversas documentado revelou-se comparável ao observado com a dose padrão recomendada, indicando a inexistência de um padrão de toxicidade específico resultante de uma administração excessiva.

Quando procurar ajuda médica urgente

Dado que a administração de uma dose excessiva não apresenta um perfil de sintomas específico, as orientações centram-se na resposta a dois resultados graves oficialmente reconhecidos que requerem intervenção imediata:

  1. Reações alérgicas potencialmente fatais: Deve procurar-se assistência médica imediata perante qualquer sinal de uma reação alérgica grave, como a anafilaxia. Os sintomas que exigem a procura de ajuda urgente incluem urticária, inchaço da face, língua ou garganta, ou dificuldade em respirar.
  2. Doença viral grave: É observada a possibilidade de a estirpe viva da vacina causar doença disseminada pelo vírus varicela-zoster (VZV), incluindo desfechos fatais, particularmente em populações suscetíveis, tais como indivíduos com imunodeficiência subjacente.

Procedimentos de emergência

Devem estar prontamente disponíveis meios de tratamento adequados, incluindo a injeção de epinefrina (1:1.000), no momento da administração, para gerir quaisquer potenciais reações anafiláticas. A gestão de qualquer administração de uma dose superior à recomendada deve consistir em tratamento sintomático e de suporte.

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Usos terapêuticos de ZOSTAVAX

Indicações do ZOSTAVAX: principais utilizações e benefícios

O ZOSTAVAX é uma imunização profilática indicada para adultos com 50 ou mais anos de idade para ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença. A sua utilização foca-se estritamente na prevenção, não constituindo um tratamento para uma infeção ativa ou para uma dor já existente. O benefício do medicamento advém da redução da incidência da própria doença.


Âmbito Terapêutico e Benefício para o Doente

O propósito principal desta imunização é ajudar a diminuir a probabilidade de desenvolver herpes zoster (zona) e a sua complicação subsequente a longo prazo, a Nevralgia Pós-Herpética (NPH). Isto torna a vacina relevante em contextos clínicos que envolvam condições que se apresentam com desconforto sistémico ou localizado, particularmente aquelas caracterizadas por sintomas que criam uma sobrecarga fisiológica percetível, como a dor nervosa crónica. O uso do ZOSTAVAX pode auxiliar na redução da incidência global do episódio agudo, contribuindo para a gestão da carga sintomática total.

O benefício fundamental é a redução do risco de desenvolvimento de NPH, que envolve sintomas de atividade neurológica aumentada que podem interferir com as atividades da vida diária. Ao reduzir o risco desta dor de longa duração, a vacina apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

"O objetivo primordial do ZOSTAVAX é ajudar a reduzir o risco de dor debilitante e das complicações associadas ao herpes zoster."


Facto Rápido: Alívio do Risco de Dor Crónica

A imunização é comummente utilizada para ajudar a reduzir o risco de desenvolver Nevralgia Pós-Herpética (NPH), que é uma condição associada a sintomas relacionados com desconforto físico que podem interferir com o funcionamento diário.

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Critérios de utilização e restrições

O ZOSTAVAX está indicado para a imunização em indivíduos com 50 anos de idade ou mais. A sua utilização na população pediátrica não está estabelecida e a vacina não é indicada para pessoas com idade inferior a 50 anos.

A rotulagem oficial define diversas contraindicações absolutas, relacionadas principalmente com a composição de vírus vivo atenuado da vacina. As populações contraindicadas incluem qualquer indivíduo que esteja grávido ou que tenha antecedentes de uma reação anafilática a qualquer componente da vacina, como a gelatina ou a neomicina.

Uma exclusão importante envolve o estado imunitário. O medicamento não deve ser administrado a indivíduos com estados de imunodeficiência primária ou adquirida, incluindo aqueles com leucemia, linfoma ou SIDA. Esta exclusão estende-se também a indivíduos a receber terapêutica imunossupressora de dose elevada, como certos corticosteroides ou quimioterapia.

Restrições adicionais estabelecem que a vacinação deve ser adiada em casos de doença febril aguda moderada a grave ou tuberculose ativa não tratada. As mulheres em idade fértil devem evitar engravidar durante os 3 meses seguintes à vacinação. É também aconselhada precaução ao considerar a utilização em mulheres que estejam a amamentar. A documentação não contém restrições de elegibilidade específicas para doentes com insuficiência hepática ou renal.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados para o ZOSTAVAX, tendo por base os documentos regulamentares das autoridades competentes.


Combinações Contraindicadas e Terapêutica Imunossupressora

A administração de ZOSTAVAX está formalmente contraindicada em indivíduos que estejam a receber terapêutica imunossupressora, o que inclui doses elevadas de corticosteroides sistémicos, quimioterapia ou radioterapia. Esta restrição fundamenta-se no risco inerente de ocorrência de uma infeção disseminada grave ou fatal causada pelo vírus vivo da vacina. A vacina é igualmente contraindicada para doentes com estados de imunodeficiência resultantes de patologias como VIH/SIDA, leucemia ou linfoma. Contudo, a informação oficial clarifica que o ZOSTAVAX não está contraindicado para indivíduos que utilizem corticosteroides em doses baixas, por via tópica ou por inalação.

Interações com Outras Vacinas e Regras de Calendarização

Existem regras específicas que regem a coadministração com outros agentes imunizantes:

A Vacina Pneumocócica Polissacarídica 23-valente não deve ser administrada concomitantemente com o ZOSTAVAX. Está documentado que a coadministração resulta numa redução da imunogenicidade do ZOSTAVAX, o que exige que as administrações sejam separadas por um intervalo de, pelo menos, 4 semanas.

A Vacina Inativada contra a Gripe pode ser administrada concomitantemente com o ZOSTAVAX, desde que as injeções sejam aplicadas em locais anatómicos distintos.

Antivirais contra o VZV e Integridade da Preparação

A utilização simultânea de ZOSTAVAX com medicamentos antivirais eficazes contra o Vírus da Varicela-Zoster (VZV) não foi formalmente avaliada em estudos clínicos. Adicionalmente, apenas seringas certificadas como isentas de conservantes, antisséticos e detergentes são permitidas para a reconstituição, uma vez que está documentado que estas substâncias inativam o vírus da vacina in vitro.

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Mecanismo de ação

O ZOSTAVAX é uma vacina viva atenuada que fornece ao organismo a estirpe Oka/Merck do Vírus da Varicela-Zoster (VZV). Esta estirpe viral atenuada serve como um estímulo antigénico para o sistema imunitário. Após a administração, o vírus vivo replica-se localmente, iniciando um estado que mimetiza uma infeção, mas sem cariz patogénico. A presença desta replicação do VZV modula diretamente a via imunitária.

Este processo desencadeia a ativação e a expansão de populações de células imunitárias específicas para o VZV, particularmente os linfócitos T CD4+. Isto representa uma cascata mecanística central que envolve a proliferação de células T e a geração de células de memória contra múltiplos antigénios do VZV. A consequência fisiológica resultante é um aumento sustentado da Imunidade Celular (IC) específica para o VZV.

Esta densidade reforçada de células T específicas para o VZV restaura a capacidade do organismo de suprimir a proliferação espontânea e a reativação do VZV de tipo selvagem latente, que reside nos gânglios da raiz dorsal. Desta forma, a vacina atua no sentido de reforçar a vigilância imunológica necessária para manter o vírus sob controlo.

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Informações sobre dosagem e administração

Como é utilizado o ZOSTAVAX

O ZOSTAVAX é uma preparação para imunização destinada a ser administrada num esquema de dose única em indivíduos com idade igual ou superior a 50 anos. O protocolo oficial de administração é altamente específico, exigindo uma adesão meticulosa aos passos de preparação e ao método de aplicação delineados na documentação regulamentar. Esta administração única define o curso completo de utilização, uma vez que a necessidade de, ou o calendário para, uma revacinação subsequente não se encontra estabelecida na documentação oficial.


Parâmetros Oficiais de Utilização

Parâmetro de Utilização Instrução Regulamentar
Regime Posológico Uma dose única de 0,65 mL da suspensão reconstituída.
Via de Administração Deve ser administrada exclusivamente por injeção subcutânea (SC), tipicamente na região deltoide (parte superior do braço).
População-alvo Reservada estritamente para adultos com 50 ou mais anos de idade; não indicada para uso pediátrico.
Intervalo de Preparação Requer a reconstituição do pó liofilizado com o diluente fornecido; deve ser administrada num período de 30 minutos após a mistura para manter a potência indicada.

Os requisitos procedimentais mais críticos envolvem a administração imediata da dose após a sua preparação. O pó liofilizado deve ser reconstituído com o diluente fornecido e administrado prontamente para manter a potência rotulada. A administração deve ser estritamente subcutânea, tipicamente na região deltoide, aderindo à restrição de que a preparação não deve ser injetada por via intravascular sob qualquer circunstância. Esta estrutura global formaliza o padrão de utilização normalizado exigido pelas autoridades regulamentares.

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Evidência clínica recente

Visão Geral dos Estudos sobre o ZOSTAVAX

Esta secção apresenta um resumo neutro da investigação principal e dos ensaios clínicos que avaliaram o ZOSTAVAX, focando-se na estrutura dos estudos e nos tipos de resultados medidos, sem apresentar alegações sobre a eficácia ou resultados específicos.


Evidência para a Prevenção do Herpes Zoster (Zona)

A investigação clínica que avaliou o ZOSTAVAX incluiu ensaios clínicos aleatorizados, duplamente cegos e controlados por placebo (RCTs) de grande dimensão. Estes modelos de estudo são o padrão utilizado para avaliar o funcionamento de um tratamento ou vacina, em que os participantes foram distribuídos aleatoriamente para receberem ZOSTAVAX ou uma substância inativa (placebo). A investigação incidiu sobre condições caracterizadas por episódios agudos ou disruptivos.

Nestes ensaios fundamentais, a investigação analisou o resultado primário, monitorizando a incidência de Herpes Zoster (Zona) entre os participantes ao longo de um intervalo de tempo definido. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com a ocorrência da condição nas populações observadas. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, fornecendo uma perspetiva sobre mudanças a curto prazo.

Evidência para a Prevenção da Nevralgia Pós-Herpética (NPH)

Os mesmos ensaios clínicos de base e os subestudos derivados que analisaram a ocorrência de Zona foram também avaliados quanto à Nevralgia Pós-Herpética (NPH), um desfecho relacionado com o desconforto físico. A investigação examinou a incidência de NPH entre os participantes após um episódio agudo de Zona.

Os estudos que exploraram alterações de sintomas a curto prazo monitorizaram a NPH durante períodos de tempo específicos, definindo-a frequentemente como dor com duração de 90 dias ou mais após o aparecimento inicial da erupção cutânea da Zona. Além disso, os investigadores utilizaram uma métrica denominada pontuação da Carga da Doença (BOI), que foi estudada para resultados que refletem o funcionamento diário e a intensidade dos sintomas, e que monitoriza de forma combinada a incidência, a gravidade e a duração da dor.

Estudos a Longo Prazo e Durabilidade do Acompanhamento

Para compreender durante quanto tempo se mantiveram os resultados medidos, os investigadores realizaram subestudos de persistência, que consistem em cenários de investigação observacional alargada dos participantes dos ensaios originais. Estes estudos acompanharam os participantes durante vários anos após o ensaio primário, tendo sido recolhidos alguns dados até 11 anos após a imunização. No entanto, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos utilizando a mesma estrutura de ensaio aleatorizado, uma vez que a duração alargada do acompanhamento foi limitada pela ausência de um grupo de controlo simultâneo não vacinado.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o ZOSTAVAX (FAQ)


P: O ZOSTAVAX ainda está disponível para os doentes nos EUA ou a nível global?

De acordo com as informações oficiais sobre o produto, o ZOSTAVAX foi descontinuado nos Estados Unidos a 18 de novembro de 2020. Esta informação é fornecida como contexto histórico, uma vez que a vacina já não se encontra disponível para utilização no mercado norte-americano.


P: O ZOSTAVAX previne totalmente a Zona?

O ZOSTAVAX está indicado para reduzir o risco e a incidência de Zona. A proteção que confere não é considerada absoluta e as informações oficiais indicam que a sua eficácia está documentada como diminuindo ao longo do tempo após a administração.


P: Espera-se que o ZOSTAVAX reduza a gravidade de um surto de Zona?

Os ensaios clínicos monitorizaram o impacto na gravidade utilizando métricas como a pontuação da Carga da Doença (BOI), que acompanha de forma combinada a incidência, gravidade e duração da dor. Os estudos acompanharam a gravidade da doença e as complicações, e os resultados forneceram informações sobre o impacto da vacina na gravidade na população observada.


P: Durante quanto tempo se pensa que o ZOSTAVAX confere proteção após a sua receção?

Os dados dos estudos indicam que foi observada eficácia contra a Zona durante aproximadamente 5 anos. As fontes oficiais referem que esta proteção foi documentada como diminuindo ao longo do tempo após a administração.


P: Se eu já tiver tido Zona, posso ainda assim receber o ZOSTAVAX?

As diretrizes oficiais estabelecem que o ZOSTAVAX pode ainda ser administrado a indivíduos que tenham experienciado Zona anteriormente. Isto é permitido porque a recorrência da doença é possível.


P: Existe um limite de idade máximo para quem pode receber o ZOSTAVAX?

O ZOSTAVAX foi indicado para indivíduos com 50 anos de idade ou mais. Os documentos regulamentares oficiais especificam uma idade mínima, mas não definem um limite de idade máximo explícito para a administração da vacina.


P: Porque é que o ZOSTAVAX não é recomendado para pessoas com menos de 50 anos?

As diretrizes oficiais observaram que a proteção fornecida pela vacina diminui com o tempo. Devido a esta diminuição da eficácia, a administração a adultos mais jovens poderia resultar numa proteção inadequada mais tarde, quando o risco de Zona se torna maior.


P: Existem alimentos ou suplementos comuns que possam interagir com o ZOSTAVAX?

Nenhuns alimentos específicos ou suplementos comuns estão listados como interações oficiais nos documentos regulamentares. As fontes regulamentares enfatizam a importância de discutir todos os medicamentos, substâncias e hábitos de saúde, incluindo o uso de alimentos, álcool ou tabaco, com um profissional de saúde.


P: Quanto tempo duram normalmente os efeitos secundários do ZOSTAVAX?

A maioria dos efeitos secundários comuns, como dor, vermelhidão ou dor de cabeça, são tipicamente de natureza ligeira. As informações oficiais indicam que estas reações resolvem-se geralmente em 2 ou 3 dias.


P: O ZOSTAVAX está associado a quaisquer efeitos secundários graves a longo prazo?

Relatórios pós-comercialização documentam efeitos secundários graves raros, tais como reações alérgicas graves, que são classificadas como raras ou muito raras. Estudos observacionais alargados acompanharam os participantes originais dos ensaios por períodos de até 11 anos para recolher dados a longo prazo.


P: O ZOSTAVAX contém conservantes ou mercúrio?

As vacinas que visam o Vírus Varicela-Zoster (VZV), incluindo o ZOSTAVAX, são geralmente formuladas sem tiomersal, um conservante que contém mercúrio. O produto é um pó liofilizado para uma injeção de dose única, que tipicamente não requer conservantes.


P: O que diz a investigação sobre a eficácia do ZOSTAVAX em pessoas com mais de 80 anos?

Os dados dos estudos indicaram que a eficácia da vacina entre adultos com 80 anos ou mais foi de aproximadamente 18%, em média, durante os primeiros 3 anos após a vacinação com ZOSTAVAX. Esta conclusão baseia-se em investigação específica realizada neste grupo etário.


P: Como é acompanhada a eficácia a longo prazo do ZOSTAVAX?

A eficácia foi acompanhada através de cenários de investigação observacional alargada, conhecidos como subestudos de persistência. Estes estudos acompanharam os participantes originais dos ensaios durante vários anos para monitorizar a duração e a diminuição da proteção ao longo do tempo.


P: O ZOSTAVAX é seguro para pessoas com diabetes ou doenças cardíacas?

As orientações oficiais indicam que pessoas com condições médicas crónicas, tais como diabetes ou doenças cardíacas, podem ser vacinadas a menos que exista uma contraindicação específica para a sua condição. Nenhuma das condições é uma contraindicação oficial por si só.


P: Pode uma pessoa receber o ZOSTAVAX se estiver a tomar anticoagulantes?

A vacina deve ser administrada apenas via injeção subcutânea (SC). Esta rota de administração é especificada para indivíduos com trombocitopenia grave (baixo nível de plaquetas) ou qualquer distúrbio de coagulação para ajudar a evitar riscos de hemorragia associados à injeção intramuscular.


P: Existem relatórios oficiais de que o ZOSTAVAX cause a propagação do vírus a outros?

Os documentos regulamentares observam um risco teórico de transmissão do vírus da vacina do recetor para contactos suscetíveis. Este risco está tipicamente associado a recetores que desenvolvem uma erupção cutânea semelhante à varicela após a vacinação.


P: O que significa o termo 'contraindicação' em relação ao ZOSTAVAX?

Uma contraindicação é uma condição ou fator que serve como motivo para não administrar um tratamento médico específico, como um fármaco ou vacina. Indica que o tratamento não deve ser administrado porque provavelmente causaria danos ou riscos ao doente.


P: Pode o ZOSTAVAX ser recebido se uma pessoa estiver atualmente a ter um surto de Zona?

As instruções oficiais estabelecem que a administração da vacina é tipicamente adiada para indivíduos que sofram de doença febril aguda ou infeção moderada a grave. O propósito da vacina é a prevenção e não está indicada para o tratamento de um surto ativo.


P: O ZOSTAVAX é considerado eficaz contra a nevralgia pós-herpética (NPH)?

Os ensaios clínicos que avaliaram o ZOSTAVAX comunicaram conclusões mostrando que a vacina proporcionou uma redução na incidência de nevralgia pós-herpética (NPH), uma complicação potencial da Zona. Os dados dos estudos sugeriram um intervalo específico de eficácia contra esta condição.


P: Porque é que é importante informar o profissional de saúde sobre todos os medicamentos antes de receber o ZOSTAVAX?

A vacina é estritamente contraindicada com certas terapêuticas imunossupressoras de dose elevada, como a quimioterapia. A divulgação de todos os medicamentos é crítica para identificar todas as potenciais contraindicações fármaco-fármaco ou fármaco-doença definidas nos documentos regulamentares.


P: Quanto tempo deve alguém esperar para receber o ZOSTAVAX após uma doença recente?

As diretrizes regulamentares oficiais estabelecem que a administração é adiada em indivíduos que sofram de doença febril aguda moderada a grave até à recuperação. Não está definida na rotulagem regulamentar uma duração de espera específica, como um número de dias.


P: O ZOSTAVAX protege contra todas as estirpes do vírus da Zona?

O ZOSTAVAX contém a estirpe atenuada Oka/Merck do Vírus Varicela-Zoster (VZV). Destina-se a reforçar a imunidade celular específica contra o VZV em geral, e a sua eficácia está documentada contra a incidência global de Herpes Zoster.


P: Porque é que os documentos oficiais especificam que o ZOSTAVAX é para prevenção e não para tratamento?

Os documentos regulamentares declaram explicitamente que o ZOSTAVAX é indicado apenas para a prevenção do Herpes Zoster (Zona). Não está indicado para o tratamento de uma infeção ativa por zoster ou da nevralgia pós-herpética (NPH).


P: É possível receber o ZOSTAVAX se eu nunca tiver tido varicela?

Sim, é geralmente considerado desnecessário rastrear um historial prévio de varicela ou realizar testes laboratoriais antes de administrar o ZOSTAVAX em pessoas com 50 anos ou mais. A exposição ao VZV é presumida na maioria dos adultos.

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Como ZOSTAVAX deve ser armazenado e descartado?

Os requisitos oficiais para a conservação de ZOSTAVAX foram definidos para manter a atividade do componente viral vivo. O pó liofilizado deve ser conservado refrigerado entre 2°C e 8°C. É fundamental não congelar a vacina em momento algum, devendo o produto ser rejeitado se houver suspeita de congelamento.

O frasco para injetáveis deve ser protegido da luz, mantendo-se na sua embalagem exterior de origem até ao momento da utilização. O diluente que acompanha a vacina pode ser conservado à temperatura ambiente ou refrigerado.

Após a reconstituição, a vacina deve ser utilizada imediatamente para assegurar a sua potência e deve ser rejeitada se não for utilizada num prazo de 30 minutos.

Relativamente à eliminação, o ZOSTAVAX deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças. As doses não utilizadas ou com prazo de validade expirado, bem como todos os materiais residuais (por exemplo, agulhas e seringas usadas), devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais e não devem ser colocados no lixo doméstico ou em águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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