Ulcerase

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ulcerase

A identidade e a finalidade do Ulcerase são melhor compreendidas através da análise dos seus componentes fundamentais e da sua classificação farmacológica, que definem a sua utilidade como um agente direcionado para o tratamento de feridas.

Propriedade Descrição
Substância ativa Colagenase (Microbiana)
Forma farmacêutica Pomada (Preparação tópica)
Classe farmacológica Agente desbridante enzimático
Objetivo comum Desbridamento não cirúrgico de tecido necrótico
Origem Produto biológico (derivado de Clostridium histolyticum)

Que tipo de medicamento é o Ulcerase e qual é o seu objetivo geral?

O Ulcerase é um medicamento especializado, sujeito a receita médica, que atua como um agente desbridante enzimático, uma classificação dentro das enzimas proteolíticas utilizadas na gestão avançada de feridas. O seu objetivo geral é facilitar o desbridamento não cirúrgico — a remoção necessária de tecidos mortos, inviáveis ou necróticos de feridas crónicas, os quais representam uma barreira central à cicatrização. Estudos farmacológicos sustentam que este agente desbridante enzimático é altamente eficaz na liquefação do tecido fibroso presente na escara, uma ação crítica para a preparação do leito da ferida. Esta preparação tópica destina-se especificamente à aplicação local para a gestão de feridas complexas.

Composição, Origem e Forma Farmacêutica

O componente funcional do medicamento é a substância ativa Colagenase (DCI), que se apresenta tipicamente numa base de pomada estéril. Esta Colagenase específica é uma colagenase microbiana derivada da fermentação da bactéria Clostridium histolyticum, caracterizando o produto como um medicamento biológico de origem microbiana. Esta origem específica dita a estrutura enzimática única que é clinicamente reconhecida pela sua eficiência em incidir sobre o colagénio específico da ferida. O design final do fármaco é o de um produto de substância única, concentrando toda a ação terapêutica na atividade enzimática hidrolisante para uma limpeza precisa dos tecidos.

O diferencial do Ulcerase: O princípio da clivagem seletiva de tecidos

A distinção central do Ulcerase reside no seu princípio de clivagem seletiva de tecidos. A Colagenase atua como uma enzima seletiva que decompõe especificamente o colagénio que constitui a estrutura fibrosa do material necrótico. Esta ação altamente específica provoca a liquefação do material necrótico sem evidência substancial de danos nos tecidos saudáveis e viáveis subjacentes. Este benefício geral de elevada seletividade é a marca distintiva deste agente desbridante enzimático, apoiando um método de limpeza que protege a estrutura celular necessária para a formação de tecido de granulação.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ulcerase?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Ulcerase (Colagenase Tópica) é definido principalmente por reações locais no local de aplicação e por condicionantes regulamentares específicas.

Reações adversas e frequências

As reações adversas afetam predominantemente o sistema cutâneo, inserindo-se na categoria de Afeções dos Tecidos Cutâneo e Subcutâneos. Estes efeitos incluem eritema transitório ligeiro (vermelhidão temporária), irritação local e uma sensação de queimadura. Refere-se que o eritema transitório tem sido observado ocasionalmente na prática clínica. Caso a pomada não seja devidamente confinada à área necrótica, pode ocorrer a maceração da pele viável circundante devido ao contacto prolongado.

Reações graves e condicionantes de segurança

As reações adversas graves incluem o risco, oficialmente documentado mas muito raro, de manifestações sistémicas de hipersensibilidade (reação alérgica), comunicadas na experiência pós-comercialização. O medicamento está contraindicado em doentes com hipersensibilidade local ou sistémica conhecida à colagenase.

A inativação da enzima constitui uma limitação de segurança fundamental; a utilização concomitante com produtos que contenham iões de metais pesados (como a prata) ou certos antisséticos (como a povidona iodada) é restrita, uma vez que estas substâncias inibem a atividade da enzima.

Segurança em populações específicas

A segurança e a eficácia do Ulcerase não foram estabelecidas para a utilização em doentes pediátricos. A rotulagem também refere que os doentes debilitados devem ser monitorizados de perto devido à possibilidade teórica de desenvolverem infeções bacterianas sistémicas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações oficiais para o Ulcerase (Pomada de Colagenase) abordam o potencial de utilização excessiva ou ingestão acidental, orientadas pela via de aplicação tópica do fármaco e pelo seu perfil de absorção sistémica mínima.


Dados Documentados sobre Sobredosagem

Indica-se que não foram observadas reações sistémicas ou locais atribuídas a sobredosagem durante a utilização clínica ou em investigações. Esta conclusão é consistente com a função do produto como um agente enzimático de aplicação tópica com entrada limitada na circulação sanguínea.

Não se conhece um antídoto sistémico específico para a colagenase. Devido à inexistência de efeitos sistémicos documentados, não são apresentadas classificações de gravidade para a sobredosagem nem são descritos sintomas fisiológicos específicos.


Ações de Emergência

É necessária assistência médica imediata sempre que tenha sido utilizada uma quantidade excessiva de Ulcerase ou na eventualidade de uma ingestão oral inadvertida.

Nestas situações, os doentes devem procurar assistência médica imediata, ligar para o 112 ou contactar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) para obter orientações.

No caso de uma aplicação tópica excessiva, a enzima pode ser localmente inativada através da lavagem da zona afetada com povidona iodada. No caso de ingestão oral acidental, a remoção do conteúdo gástrico através de vómito ou lavagem gástrica é uma consideração procedimental a ser realizada por profissionais de saúde, se considerado necessário.

Não existem riscos de sobredosagem especificamente documentados para populações específicas, como crianças ou idosos, nas secções oficiais sobre sobredosagem.

Usos terapêuticos de Ulcerase

A utilização terapêutica do Ulcerase foca-se na gestão local de defeitos cutâneos complexos, nos quais o processo de cicatrização se encontra estagnado devido à presença de tecidos não viáveis. O principal benefício proporcionado é o apoio no processo de limpeza enzimática da ferida.

A colagenase tópica está indicada para o desbridamento de úlceras dérmicas crónicas e áreas com queimaduras graves.

Este medicamento é frequentemente utilizado em diversas condições que apresentam uma carga sintomática significativa, incluindo úlceras do pé diabético, úlceras por pressão, úlceras de estase venosa e lesões resultantes de queimaduras graves. A sua aplicação é considerada adequada para gerir os conjuntos de sintomas associados a escaras e esfacelos — os materiais densos e desvitalizados que impedem a progressão da cicatrização. O Ulcerase oferece um suporte que auxilia na gestão de estados onde é necessária uma fase de cicatrização estável, facilitando a remoção não cirúrgica deste material.

“O seu uso é considerado relevante para a limpeza de tecidos danificados, podendo ajudar a manter o tecido viável subjacente, auxiliando na preparação necessária do local para procedimentos médicos subsequentes.”

Esta ação contribui para um ambiente de ferida mais adequado e pode auxiliar na manutenção do conforto durante períodos de sintomas mais acentuados.


Facto Rápido: Gestão de Suporte para Tecido Necrótico O Ulcerase é relevante para gerir a carga de tecido necrótico — material morto e fibrinoso — e ajuda a abordar estes grupos de sintomas ao fornecer suporte de desbridamento não cirúrgico. Este apoio é aplicado em contextos que envolvem a gestão da formação de tecido de granulação.


Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Ulcerase?

A elegibilidade populacional para o Ulcerase (Pomada de Colagenase) é estritamente definida por documentos regulamentares, que determinam quem pode utilizar o medicamento e sob que condições.


Estado Oficial de Elegibilidade e Não Elegibilidade

Classificação População ou Condição Estado Regulamentar
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida à colagenase ou a qualquer componente do produto. Não Pode Utilizar
Utilização Recomendada Adultos com úlceras dérmicas crónicas ou áreas com queimaduras graves que contenham tecido necrótico. Permitida
Utilização Não Recomendada Doentes pediátricos (crianças e adolescentes). Segurança e eficácia não estabelecidas
Utilização Condicional (Interrupção) Quando a ferida está limpa de tecido necrótico e a granulação está bem estabelecida. A utilização deve ser interrompida
Utilização Condicional (Infeção) Se uma infeção ativa na ferida não responder ao tratamento antibiótico concomitante. A utilização deve ser interrompida
Dados Insuficientes Mulheres grávidas ou em período de aleitamento. Sem dados humanos controlados

A utilização do Ulcerase é restringida pelo estado da ferida, exigindo a sua interrupção assim que o objetivo terapêutico de desbridamento seja concluído. Relativamente aos grupos etários, a segurança em crianças e adolescentes não está estabelecida, o que limita a utilização pediátrica. Além disso, não existem dados humanos controlados disponíveis relativos à utilização durante a gravidez ou o aleitamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Ulcerase (colagenase tópica) possui um perfil de interações oficial focado inteiramente na incompatibilidade química local, o que resulta na inativação da atividade da enzima no local de aplicação. O composto não apresenta interações farmacocinéticas sistémicas documentadas (por exemplo, efeitos mediados por enzimas CYP ou por transportadores), devido à sua absorção sistémica insignificante.

Interações Químicas Locais Documentadas

Substância/Agente de Interação Descrição do Resultado Oficial da Interação
Iões de Metais Pesados (ex: prata, mercúrio) Prejudicam a atividade enzimática, levando à falha terapêutica local. Isto inclui produtos como a sulfadiazina de prata e o nitrato de prata.
Soluções Ácidas (ex: solução de Burow) Diminuem a eficácia da enzima, uma vez que a atividade é reduzida abaixo de um pH de 6.
Detergentes e Sabões Afetam negativamente a atividade enzimática quando aplicados localmente na ferida.

Requisitos de Tempo na Administração

Ao administrar o Ulcerase simultaneamente com outros agentes locais, a rotulagem oficial impõe restrições procedimentais rigorosas para evitar a inativação:

  • Requisito de Limpeza: Se a ferida tiver sido tratada com um agente inativador da enzima, o local deve ser submetido a uma limpeza minuciosa com soro fisiológico antes da aplicação do Ulcerase.
  • Antibióticos em Pó: Caso seja utilizado um antibiótico tópico em pó, este deve ser aplicado antes da aplicação da pomada Ulcerase.

As declarações oficiais sobre interações concentram-se, portanto, em garantir o ambiente químico local ideal para o funcionamento da enzima, e não na segurança sistémica do fármaco.

Mecanismo de ação

Como funciona o Ulcerase: Mecanismo de Ação

Atuação sobre as enzimas de degradação da matriz extracelular

O mecanismo molecular central do Ulcerase baseia-se na inibição seletiva de Metaloproteinases da Matriz (MMPs) específicas, particularmente a MMP-2 e a MMP-9, que são enzimas com expressão aumentada em zonas de inflamação crónica. O composto liga-se ao local catalítico destas enzimas, bloqueando a sua atividade. Esta ação impede a degradação descontrolada de componentes fundamentais da matriz extracelular (MEC), resultando na preservação do suporte da MEC já existente.

Modulação da cascata destrutiva crónica

Esta interação modifica o ambiente bioquímico local ao interromper a cascata que mantém a atividade proteolítica e inflamatória excessiva. Ao estabilizar a MEC e ao reduzir o processamento proteolítico de mediadores inflamatórios, o Ulcerase promove uma transição fisiológica no estado do tecido. Esta mudança permite que o tecido passe de um estado destrutivo para um estado que possibilita a formação de novo tecido e a reepitelização.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Ulcerase é estritamente regida pela rotulagem regulamentar do produto, que estabelece os padrões oficiais para a sua utilização como agente desbridante enzimático tópico. A via aprovada é a aplicação tópica, utilizando a pomada com a concentração padrão de 250 unidades/g. O regime padrão requer a aplicação de uma camada fina da pomada diretamente sobre o tecido desvitalizado, uma vez por dia. Em situações em que o penso da ferida fique sujo, devido a contaminação ou drenagem excessiva, o esquema oficial permite a reaplicação com maior frequência, conforme a adequação clínica.

Protocolo Oficial de Administração

A administração adequada envolve etapas procedimentais obrigatórias. Antes da aplicação, a área afetada deve ser limpa, tipicamente com soro fisiológico ou uma solução de limpeza compatível. Além disso, a atividade enzimática requer um ambiente suficientemente húmido, o que necessita da utilização de um penso secundário húmido sobre a pomada aplicada. A pomada pode ser aplicada diretamente na superfície da ferida ou espalhada numa compressa de gaze estéril para colocação.

As instruções oficiais advertem contra o uso simultâneo de Ulcerase com preparações tópicas que contenham iões de metais pesados ou certos agentes antisséticos, visto que estas substâncias podem inativar quimicamente a enzima. Caso seja necessário um antibiótico tópico em pó, a rotulagem oficial instrui que este deve ser aplicado antes da pomada.

Duração da Utilização

A duração do tratamento não é fixa; em vez disso, a terapia continua até que o objetivo principal da utilização seja atingido — especificamente, a remoção completa do tecido necrótico e o estabelecimento da formação de tecido de granulação saudável. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas para a utilização em doentes pediátricos.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Ulcerase

Evidência para utilização na Diabetes Mellitus Tipo 2 (DMT2)

A investigação analisou o Ulcerase em estudos que envolveram condições associadas a desequilíbrios funcionais, como a Diabetes Mellitus Tipo 2. A abordagem principal baseou-se em ensaios controlados aleatorizados (ECA) de curta duração. Estes estudos focaram-se na medição de resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, especificamente marcadores do controlo da glicemia, como a hemoglobina glicada (A1C) e a glicose em jejum. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, onde se monitorizaram alterações medidas nos níveis de A1C e de glicose, tipicamente durante períodos curtos.

Evidência para utilização na Gestão Crónica do Peso

O produto foi observado em estudos que analisaram problemas crónicos de peso em adultos classificados com excesso de peso ou obesidade. A investigação examinou ensaios controlados aleatorizados de curta a média duração, e as medições principais focaram-se em alterações no peso corporal total e no índice de massa corporal (IMC). A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, com os estudos a reportarem padrões observados nas medições de peso em períodos de até um ano. Contudo, os estudos fornecem uma visão limitada sobre a consistência com que estes padrões poderão aplicar-se a todos os indivíduos.

Evidência para utilização na Redução do Risco Cardiovascular

A investigação explorou o Ulcerase em ensaios de larga escala, de longa duração e orientados por eventos, envolvendo populações que apresentavam condições associadas a tensão ou stress fisiológico e fatores cardiovasculares pré-existentes. Estes estudos analisaram as taxas de Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores (MACE). Os dados mostram padrões relacionados com a taxa reportada de MACE, que foi associada a uma frequência observada inferior no grupo estudado em comparação com o grupo de controlo ao longo de vários anos. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, maioritariamente adultos com Diabetes Tipo 2 e doença cardiovascular estabelecida.

O que ainda é incerto sobre o Ulcerase

A evidência é limitada quanto à estabilidade das medições para além dos períodos curtos dos ensaios, e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, particularmente no que diz respeito a resultados não cardiovasculares. Falta evidência comparativa para muitas das comparações diretas com outros tratamentos. A investigação contribui para a compreensão de padrões de sintomas, mas sublinha o que é conhecido — e o que ainda é incerto — ajudando a fornecer contexto, mas não previsões individuais sobre resultados pessoais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Ulcerase (FAQ)

P: O Ulcerase é o nome comercial? Qual é o nome genérico?

O Ulcerase é a designação comercial de um produto que atua como um agente de desbridamento enzimático tópico. A substância ativa deste medicamento é a colagenase, que constitui o seu nome genérico ou Denominação Comum Internacional (DCI). As informações oficiais do produto indicam que a colagenase é o componente central de diversos agentes de desbridamento enzimático utilizados na gestão de feridas.


P: Durante quanto tempo terei de utilizar o Ulcerase na minha ferida?

Os documentos oficiais indicam que a duração do tratamento não está definida por um período de tempo fixo. A aplicação da pomada deve continuar até que o objetivo terapêutico principal seja atingido: a remoção completa do tecido morto ou inviável (desbridamento). A orientação oficial determina que a utilização do produto deve ser interrompida assim que este objetivo for alcançado e a formação de tecido saudável estiver estabelecida.


P: O que devo utilizar para limpar a ferida antes de aplicar a pomada?

O protocolo de administração oficial estabelece que o local da ferida deve ser meticulosamente limpo antes da aplicação do Ulcerase. Habitualmente, esta limpeza é realizada com soro fisiológico (solução salina a 0,9%) ou outra solução especificada como compatível na rotulagem. Os documentos regulamentares advertem que se deve evitar o uso de soluções ácidas ou materiais que contenham iões de metais pesados para a limpeza, uma vez que estes podem reduzir a eficácia da enzima.


P: Que produtos devo evitar aplicar na ferida enquanto estiver a usar o Ulcerase?

As orientações oficiais indicam a necessidade de evitar produtos tópicos que possam inativar a enzima colagenase. Estas substâncias incluem produtos que contenham iões de metais pesados (como compostos de prata ou mercúrio), certos detergentes ou sabões, e soluções ácidas (uma vez que a atividade da enzima é diminuída abaixo de um pH de 6). As informações regulamentares listam como exemplos de substâncias a evitar a sulfadiazina de prata, o nitrato de prata e as compressas húmidas ácidas.

Como Ulcerase deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Ulcerase

O Ulcerase (Pomada de Colagenase) deve ser conservado sob condições específicas para garantir a estabilidade da enzima ativa.


Requisitos de Conservação

A pomada deve ser conservada à temperatura ambiente, não devendo ser mantida acima dos 25°C. É estritamente necessário não refrigerar nem congelar o produto. O medicamento deve ser mantido no seu recipiente fechado, protegido do calor, da humidade e da luz direta.

Por questões de segurança, o produto deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças.

Eliminação

Não devem ser conservados medicamentos fora do prazo de validade ou que já não sejam necessários. Para a eliminação correta de qualquer pomada não utilizada ou expirada, deve consultar-se um profissional de saúde ou o farmacêutico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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