Tevir

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Tevir

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Tevir

Que tipo de medicamento é o Tevir e qual o seu objetivo?

O Tevir é um medicamento antiviral especializado, disponível apenas mediante receita médica, que pertence à classe dos antirretrovirais. A sua substância ativa é classificada como um Inibidor Nucleotídico da Transcriptase Reversa (INTR), uma classificação amplamente reconhecida nas diretrizes de tratamento globais pela sua eficácia. O seu objetivo fundamental é combater infeções virais crónicas específicas, limitando a capacidade de o vírus se multiplicar no organismo, o que conduz a uma redução da carga viral global. Este medicamento ajuda a manter o número de vírus na corrente sanguínea em níveis baixos, permitindo que o sistema imunitário do doente funcione de forma mais eficaz.


Qual é a substância ativa do Tevir?

A principal substância ativa do Tevir é o tenofovir, um composto sintético derivado de um análogo fosfonado de nucleósido acíclico. Esta substância ativa é administrada como uma formulação oral de profármaco — especificamente, como Fumarato de Tenofovir Disoproxil (TDF) ou Tenofovir Alafenamida (TAF). Tanto o TDF como o TAF são frequentemente utilizados para tratar infeções virais crónicas devido à sua atividade potente contra enzimas específicas da transcriptase reversa. A diferença entre o TDF e o TAF é uma característica farmacológica fundamental, uma vez que a forma mais recente (TAF) foi cientificamente concebida para entregar o fármaco ativo de forma mais eficiente às células-alvo. O medicamento está disponível em comprimidos orais ou em pó oral, e pode ser fornecido como um produto isolado ou em preparações de associação de dose fixa.


Como é que o Tevir se distingue de outros antivirais?

A característica definidora do Tevir é o seu papel como análogo nucleotídico, distinguindo-o estruturalmente dos inibidores nucleosídicos da transcriptase reversa de gerações anteriores. Esta estrutura molecular permite que a substância ativa funcione como um falso bloco de construção que é incorporado no material genético do vírus. Uma vez incorporado, esta ação causa a terminação da cadeia de ADN viral, impedindo com sucesso que a enzima transcriptase reversa complete o processo necessário para que o vírus gere cópias de si mesmo. Esta interferência molecular altamente específica garante que o Tevir atinja uma etapa crucial e vulnerável do ciclo de vida viral.

Quais efeitos secundários são possíveis com Tevir?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança do Tevir

Os documentos regulamentares oficiais categorizam o perfil de segurança do Tevir com base na incidência e no tipo de reações adversas comunicadas, observadas durante os ensaios clínicos e a vigilância pós-comercialização.

Reações Adversas por Frequência e Classe de Sistemas de Órgãos

As reações adversas são classificadas por frequência utilizando definições regulamentares normalizadas, tais como Muito Frequentes, Frequentes, Pouco Frequentes, Raras e Muito Raras. Os eventos comunicados com maior frequência observados nos dados de vigilância incluem Erros de Dosagem (especificamente doses incorretas ou doses extra administradas) e reações locais no Local de Injeção, como a dor.

As reações adversas são agrupadas pelo sistema corporal afetado (Classe de Sistemas de Órgãos). Os sistemas corporais notáveis envolvidos incluem:

  • Doenças Gastrointestinais: Tais como náuseas e outros problemas do trato digestivo.
  • Perturbações Gerais e Alterações no Local de Administração: Relativas a reações no local de injeção e mal-estar geral.
  • Doenças do Metabolismo e da Nutrição: Envolvendo alterações nos processos metabólicos do organismo.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

A documentação regulamentar destaca reações específicas que cumprem os critérios para serem consideradas graves, o que significa que colocam a vida em risco, requerem hospitalização ou resultam em incapacidade persistente. Os riscos graves documentados associados ao fármaco ou à sua classe incluem a Pancreatite e, em instâncias raras, o Carcinoma Medular da Tiroide (Neoplasias da Tiroide).

Segurança Específica da População: Riscos como a Retinopatia Diabética podem exigir uma monitorização particular na população de doentes alvo. Além disso, o perfil de segurança oficial define condições ou grupos de doentes para os quais o fármaco está contraindicado, o que significa que não deve ser utilizado, e exige avisos específicos para a utilização sob precauções particulares.

Notas de Monitorização de Segurança: A informação de segurança é continuamente atualizada e revista por organismos regulamentares para garantir que todos os riscos conhecidos e potenciais são sistematicamente documentados e comunicados.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial do Tevir (Tenofovir) estabelece requisitos específicos para a intervenção imediata e a gestão subsequente em caso de sobredosagem. A diretriz principal determina que o doente deve ser obrigatoriamente monitorizado por profissionais de saúde se houver suspeita de uma toma excessiva, o que indica a necessidade de procurar assistência médica urgente.

Manifestações Documentadas e Medidas de Emergência

Na eventualidade de uma sobredosagem, a informação oficial do medicamento refere que o doente deve ser observado quanto a "evidências de toxicidade". A estratégia de tratamento assenta em medidas gerais de suporte que incluem a monitorização contínua dos sinais vitais e a observação do estado clínico do doente. A assistência médica urgente é necessária para iniciar estes procedimentos de monitorização exigidos pelas normas regulamentares. Não existe nenhum antídoto específico conhecido para uma sobredosagem de Tevir.

Considerações sobre a Gestão Procedimental

Um facto procedimental fundamental documentado na rotulagem oficial diz respeito à remoção do fármaco do organismo. A substância ativa do Tevir é eficientemente removida por hemodiálise, com um coeficiente de extração documentado de aproximadamente 54%. Este procedimento é uma consideração necessária para a gestão clínica, particularmente em casos onde surja toxicidade grave ou função renal comprometida. A documentação oficial nota igualmente que não se sabe se o tenofovir pode ser removido por diálise peritoneal. Estas informações definem coletivamente o protocolo médico oficial para a gestão de casos de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Tevir

Indicações Principais

O Tevir é um medicamento antiviral indicado para o tratamento da infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana de tipo 1 (VIH-1) em adultos. Este fármaco pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como inibidores da transcriptase reversa, que atuam bloqueando a capacidade do vírus de se replicar e infetar novas células no organismo.

Além do tratamento da infeção por VIH-1, o Tevir é também utilizado para o tratamento da hepatite B crónica. Nestes casos, o medicamento ajuda a reduzir a quantidade de vírus da hepatite B no corpo, o que pode melhorar a condição do fígado e prevenir danos a longo prazo associados à infeção viral persistente.

Benefícios e Eficácia

O principal benefício do Tevir no contexto do VIH-1 é a redução da carga viral para níveis indetetáveis, permitindo simultaneamente a recuperação ou manutenção do sistema imunitário. Ao controlar a replicação viral, o medicamento ajuda a prevenir a progressão da doença e diminui o risco de complicações relacionadas com a imunodeficiência.

No tratamento da hepatite B crónica, a utilização deste medicamento visa diminuir a atividade inflamatória no fígado. A supressão eficaz do vírus contribui para a redução do risco de complicações graves, como a cirrose ou a insuficiência hepática, promovendo uma melhor gestão da saúde do paciente a longo prazo.

É importante notar que o Tevir não constitui uma cura para a infeção por VIH-1 ou para a hepatite B, mas sim um tratamento crónico que visa controlar a presença viral e melhorar a qualidade de vida do doente através da gestão eficaz da carga viral.

Critérios de utilização e restrições

O Tevir, que contém a substância ativa Tenofovir, é um antiviral sujeito a receita médica com regras de elegibilidade estritamente definidas pelas autoridades regulamentares, baseadas na idade, no peso e na função dos órgãos.

Populações Não Elegíveis

Classificação Restrição
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida a qualquer componente do Tevir.
Não Recomendado Doentes com compromisso renal grave (CrCl < 30 mL/min) não devem utilizar as combinações de dose fixa de TAF ou TDF.
Proibição de Monoterapia O TAF isolado não é recomendado para o tratamento do VIH-1 devido ao risco de resistência viral.
Doença Hepática Grave O TAF não é recomendado em doentes com compromisso hepático descompensado (classificação Child-Pugh B ou C).

Idade e Condições de Utilização

  • Adultos: Geralmente elegíveis, mas o TDF requer um ajuste no intervalo entre doses em adultos com compromisso renal (CrCl < 50 mL/min).
  • Uso Pediátrico: A elegibilidade é restringida pelo peso e pela idade. Para o TDF, a utilização está estabelecida em crianças com idade ≥ 2 anos e peso ≥ 10 kg. Para o TAF, o requisito mínimo é uma idade ≥ 6 anos e peso ≥ 25 kg. A utilização não está estabelecida em crianças abaixo destes limiares.
  • Coinfeção: Se um doente estiver infetado simultaneamente com o vírus da hepatite B (VHB) e com o VIH-1, o Tevir deve ser utilizado apenas como parte de um regime de combinação antirretroviral completo.
  • Lactação: A amamentação não é recomendada em mães infetadas pelo VIH-1 devido ao risco de transmissão do vírus ao lactente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Tevir com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais classificam as interações com o Tevir (Tenofovir) em categorias específicas, definindo combinações restritas e os respetivos efeitos na exposição do organismo ao fármaco.

Combinações Proibidas e Restritas

A administração conjunta de Tevir é contraindicada com certos medicamentos devido ao risco de toxicidade orgânica aditiva ou duplicação terapêutica:

  • Adefovir Dipivoxil: Proibido devido ao potencial documentado de aumento do risco de toxicidade renal (danos nos rins).
  • Outros produtos que contenham Tenofovir: Proibidos para prevenir a duplicação do fármaco no organismo.

A coadministração com medicamentos nefrotóxicos é restrita ou desaconselhada nas informações regulamentares, devido ao risco documentado de compromisso renal aditivo.

Efeitos na Exposição ao Medicamento

As interações relacionam-se frequentemente com o modo como o fármaco é eliminado do corpo, levando a concentrações alteradas:

  • Aumento da Exposição ao Tevir: A administração conjunta com certos Inibidores da Protease do VIH-1 (por exemplo, Atazanavir) — quando coformulados ou tomados com um potenciador farmacocinético (Ritonavir ou Cobicistat) — está oficialmente documentada como causadora do aumento das concentrações plasmáticas de tenofovir.
  • Efeitos nos Transportadores: A formulação de Tenofovir Alafenamida (TAF) é um substrato para os transportadores P-glicoproteína (P-gp) e BCRP, o que significa que medicamentos que inibam ou induzam estes transportadores podem alterar a absorção e a exposição do TAF.

Requisitos de Administração

  • Requisito Alimentar: A formulação TAF deve ser obrigatoriamente tomada com alimentos para garantir a exposição e absorção ideais do medicamento.
  • Separação de Tempo: A coadministração da formulação TDF com Carvão Ativado requer uma separação de, pelo menos, 4 horas entre as tomas.

Notas Específicas para Populações

A informação regulamentar refere que estão documentados aumentos significativos na exposição ao TDF em doentes com insuficiência renal (redução da função renal), o que constitui uma consideração relevante a nível de interações para esta população.

Mecanismo de ação

Ativação Intracelular e Mimetismo Molecular

O Tevir é administrado como um pró-fármaco inativo que necessita de ser processado pelas quinases celulares do hospedeiro para se transformar no metabolito farmacologicamente ativo, o difosfato de tenofovir. Este metabolito atua como um mímico molecular, assemelhando-se estruturalmente ao nucleótido natural trifosfato de desoxiadenosina (dATP), preparando-o para interagir com a enzima viral.


Inibição Alvo da Enzima Viral e Terminação da Cadeia Genética

O difosfato de tenofovir ativo compete com o dATP pela incorporação na cadeia de ADN viral em síntese, através da enzima viral (Transcriptase Reversa ou Polimerase). Uma vez incorporado, o fármaco atua imediatamente como um terminador obrigatório da cadeia de ADN, uma vez que carece do grupo químico necessário para a elongação adicional do ADN. Esta ação resulta numa cessação irreversível da produção de novo material genético viral e na inibição da proliferação viral sistémica.


Seletividade Mecânica e Otimização da Entrega

Este mecanismo demonstra uma elevada seletividade devido à afinidade significativamente menor do fármaco para com as polimerases do ADN humano. Além disso, a formulação do pró-fármaco TAF otimiza a entrega, resultando numa maior concentração do metabolito ativo dentro das células-alvo (linfócitos e hepatócitos), o que aumenta o efeito inibitório no local da replicação.

Informações sobre dosagem e administração

O Tevir é administrado por via oral, sendo que a dose diária específica e o momento da toma são determinados pela formulação ativa utilizada (Fumarato de Tenofovir Disoproxil ou Tenofovir Alafenamida). O regime padrão para adultos envolve a toma do medicamento uma vez por dia.

Diretrizes Oficiais de Administração

Tipo de Formulação Momento da toma em relação às refeições Contexto da Dosagem
Comprimidos TDF Podem ser tomados independentemente da ingestão de alimentos. A dose padrão é de 300 mg uma vez por dia.
Comprimidos TAF Devem ser tomados com alimentos (no caso do fármaco isolado). A dose padrão é de 25 mg uma vez por dia.
Pó Oral TDF Deve ser misturado com alimentos pastosos e tomado com alimentos. A dosagem pediátrica é determinada com base no peso corporal.

O protocolo oficial de utilização especifica condicionantes relativas tanto à ingestão como à fisiologia do doente. Por exemplo, a Tenofovir Alafenamida deve ser administrada juntamente com alimentos para facilitar a absorção adequada. Para doentes a tomar TDF, as indicações oficiais determinam um ajuste no intervalo entre doses quando existe uma função renal reduzida, tal como a administração da dose de 300 mg a cada 48 horas para intervalos específicos de clearance da creatinina. Além disso, se uma dose programada for esquecida por mais de 18 horas, a instrução é omitir essa dose e simplesmente retomar o esquema regular de uma toma por dia. Estas instruções explícitas definem a estrutura procedimental padronizada para a utilização do medicamento.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Tevir

Esta visão geral resume o registo oficial de investigação e avaliação clínica do Tevir, descrevendo os tipos de estudos realizados e os padrões de alteração observados, sem oferecer interpretação ou orientação clínica. As conclusões refletem padrões de grupo e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Evidência para Utilização na Infeção por VIH-1 Estabelecida

O registo de investigação do Tevir na infeção por VIH-1 estabelecida baseia-se em inúmeros estudos, incluindo Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de elevado nível e estudos de coorte de longo prazo. Os estudos monitorizaram dois tipos principais de resultados: endpoints virológicos (medições da carga viral de ARN do VIH-1) e endpoints imunológicos (acompanhamento da contagem de células T CD4). As conclusões descrevem padrões observados relativos a medições relacionadas com a supressão da carga viral nos participantes dos estudos. Embora a evidência contribua para a compreensão da resposta virológica, os resultados a longo prazo que se estendem para além dos cinco anos derivam principalmente de estudos de coorte observacionais.


Evidência para Utilização na Infeção Crónica pelo Vírus da Hepatite B (VHB)

A investigação sobre o Tevir na infeção crónica pelo VHB foi avaliada em ensaios clínicos de Fase 3 e 4 de grande escala e em estudos de acompanhamento prolongado. A investigação explorou populações com doença hepática compensada, monitorizando resultados fundamentais que são marcadores funcionais. Estes incluem a supressão virológica (níveis de ADN do VHB), alterações bioquímicas (normalização das enzimas hepáticas) e, nalguns casos, melhoria histológica. Os dados de longo prazo descrevem padrões observados relacionados com resultados histológicos, embora a evidência não forneça informações sobre uma cura funcional completa. A investigação descreve que os resultados se aplicam maioritariamente a doentes com doença hepática compensada e monitorizou doentes que necessitam de terapia a longo prazo.


Evidência para Utilização na Prevenção do VIH-1 (PrEP e PEP)

Para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), a evidência deriva de grandes ensaios controlados aleatorizados que examinaram o resultado primário da incidência de novas infeções por VIH-1. A investigação descreve padrões observados relacionados com a incidência de novas infeções por VIH-1 nos grupos estudados e uma associação entre o resultado observado e a adesão ao regime. Para a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), a evidência é essencialmente observacional. As conclusões sugerem que a janela para o início atempado (dentro de 72 horas após a exposição) foi uma variável primária monitorizada nos resultados observados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Tevir (FAQ)


P: Quais são as principais patologias que o Tevir se destina a tratar?

R: O Tevir é um medicamento sujeito a receita médica utilizado para o tratamento da infeção por VIH-1 e da infeção crónica pelo vírus da Hepatite B (VHB). O seu objetivo fundamental é ajudar a controlar o crescimento e a propagação destes vírus específicos no organismo, visando uma redução da carga viral global.


P: O Tevir é utilizado para problemas de saúde de longa duração?

R: Sim. De acordo com as informações regulamentares oficiais, o Tevir é descrito como um tratamento para infeções virais crónicas. Estas condições exigem tipicamente uma terapia contínua em vez de um ciclo de tratamento de curta duração.


P: Preciso de parar de tomar as minhas vitaminas enquanto tomo Tevir?

R: Os documentos oficiais referem que o Tevir pode interagir com certas vitaminas ou produtos à base de plantas que estejam a ser tomados em simultâneo. Esta não é uma instrução específica, mas sim um lembrete geral de que estes produtos podem ser relevantes para discussão como parte do seu regime terapêutico global.


P: Quais são os efeitos secundários mais comunicados do Tevir?

R: Com base em dados de ensaios clínicos e na rotulagem regulamentar oficial, os eventos adversos comunicados com frequência incluem dores de cabeça, diarreia, náuseas e fadiga. Esta informação representa padrões de grupo observados em estudos e não indica que qualquer pessoa vá experienciar obrigatoriamente estes efeitos.


P: O Tevir pode causar cansaço ou sonolência?

R: A sensação de fadiga (cansaço) é descrita na informação oficial do produto como um evento adverso frequentemente comunicado. Embora a sonolência não seja tipicamente listada, outros efeitos relacionados, como tonturas e dificuldade em adormecer (insónia), são efeitos conhecidos do medicamento.


P: É normal sentir uma alteração no apetite após iniciar o Tevir?

R: Uma diminuição no apetite está listada nos avisos regulamentares oficiais como um sintoma associado a alguns dos eventos adversos graves, embora pouco comuns, que podem ser comunicados com este medicamento. É uma possibilidade referida nos documentos oficiais. Alterações no apetite podem ser discutidas com um profissional de saúde.


P: O Tevir é seguro para adultos mais velhos ou idosos?

R: A informação regulamentar refere que doentes com idade igual ou superior a 65 anos podem necessitar de uma monitorização próxima durante o tratamento. Isto deve-se ao potencial de o medicamento ser processado mais lentamente pelo organismo com o avançar da idade, fator este descrito na informação regulamentar.


P: O Tevir interage com o álcool, mesmo em pequenas quantidades?

R: A informação regulamentar aconselha que o consumo de álcool é um fator que pode ser relevante para discussão com um profissional de saúde antes e durante a utilização de Tevir.


P: É verdade que o Tevir tem um "Aviso de Advertência Destacado" (Boxed Warning)?

R: Sim, as rotulagens regulamentares oficiais incluem um Aviso de Advertência Destacado. Este alerta destaca o potencial para acidose lática (acumulação de ácido no sangue) e problemas hepáticos graves, bem como o risco de uma exacerbação grave da Hepatite B após a interrupção do medicamento.


P: Qual é o período de tempo esperado para observar o efeito total do Tevir?

R: A investigação clínica realizada com o Tevir descreve a monitorização de alterações na carga viral e nos marcadores imunitários ao longo de períodos de estudo que variam entre 48 semanas e vários anos. O tempo necessário para um indivíduo observar o efeito terapêutico total varia.


P: O Tevir tem interações conhecidas com medicamentos comuns para a constipação ou gripe?

R: Os documentos regulamentares listam certos medicamentos não sujeitos a receita médica, tais como os Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), como podendo aumentar o risco de problemas renais quando tomados com Tevir. Os AINEs são ingredientes encontrados em muitos medicamentos comuns para a constipação e gripe.


P: O Tevir pode causar problemas de sono?

R: Sim, a dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir, conhecida como insónia, está listada nos documentos oficiais como um evento adverso frequentemente comunicado associado ao uso de Tevir.


P: O que acontece se eu tomar acidentalmente duas doses de Tevir muito próximas uma da outra?

R: A informação regulamentar fornece aconselhamento ao doente no sentido de procurar assistência nos serviços médicos de emergência ou num centro de informação antivenenos caso ocorra uma suspeita de sobredosagem.


P: Existem preocupações de saúde a longo prazo associadas à utilização de Tevir?

R: A informação regulamentar documenta riscos a longo prazo associados ao medicamento, tais como a diminuição da densidade mineral óssea e o potencial para o aparecimento ou agravamento de compromisso renal.


P: Como é que a eficácia do Tevir se altera ao longo do tempo?

R: Os documentos regulamentares observam a preocupação de que a descontinuação do medicamento, mesmo por um curto período, possa levar o vírus a desenvolver resistência ao tratamento. Este desenvolvimento de resistência pode afetar opções terapêuticas futuras.


P: Quais são os efeitos secundários graves conhecidos que requerem atenção imediata?

R: A informação regulamentar descreve sintomas que podem indicar uma condição médica grave, tais como sentir-se muito fraco ou cansado, dor muscular invulgar, ou batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, os quais justificam a procura de assistência imediata.


P: O que deve uma pessoa fazer se notar efeitos invulgares enquanto utiliza Tevir?

R: Os documentos regulamentares descrevem a consulta a um profissional de saúde para orientação relativa a sintomas novos ou invulgares, ou se houver suspeita de efeitos secundários graves.


P: Existem interações medicamentosas conhecidas entre o Tevir e medicamentos para o coração?

R: O Tevir é descrito na rotulagem oficial como tendo interações com uma vasta gama de medicamentos. Tal como com qualquer fármaco, potenciais interações com medicamentos cardíacos específicos podem ser relevantes para discussão com um profissional de saúde.


P: O Tevir pode causar alterações de humor ou problemas de saúde mental?

R: Sim, a depressão e a ansiedade estão listadas nos documentos oficiais como eventos adversos frequentemente comunicados associados ao Tevir.


P: Qual é a duração máxima do tratamento com Tevir descrita na rotulagem oficial?

R: A rotulagem oficial não define uma duração máxima de tratamento para infeções virais crónicas. O medicamento é geralmente descrito para uma utilização contínua e a longo prazo em condições crónicas.


P: Os documentos oficiais mencionam algum efeito do Tevir na condução ou operação de máquinas?

R: Devido ao potencial de efeitos adversos como tonturas, a informação oficial refere que pode ser necessária precaução ao operar máquinas ou conduzir até que os efeitos do medicamento no indivíduo sejam totalmente conhecidos.


P: O Tevir pode ser tomado se eu já estiver a tomar um antidepressivo?

R: Uma vez que as alterações de humor e a depressão são referidas como eventos adversos comunicados, a informação regulamentar oficial indica que este medicamento deve ser considerado no contexto de outros tratamentos, particularmente aqueles que afetam o sistema nervoso central.

Como Tevir deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Tevir (Tenofovir)

Os documentos regulamentares oficiais definem requisitos específicos para a conservação e eliminação do Tevir, de modo a manter a sua estabilidade e garantir a segurança.

Condições de Conservação

O Tevir deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20 °C e os 25 °C, sendo permitidas variações entre os 15 °C e os 30 °C. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças e protegido da humidade.

Os comprimidos devem permanecer na embalagem original, que deve ser mantida bem fechada. A formulação TAF requer que quaisquer comprimidos não utilizados sejam eliminados 150 dias após a primeira abertura do frasco.

Instruções de Eliminação

O Tevir não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser eliminado na canalização ou no lixo doméstico. A eliminação deve cumprir os regulamentos locais e o produto deve ser devolvido a uma farmácia ou a um profissional de saúde para o tratamento adequado de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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