Stilla

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Stilla

Que tipo de medicamento é o Stilla e qual a sua composição?

O Stilla é um medicamento sintético de substância ativa única, definido como um descongestionante oftálmico e formulado como uma solução aquosa estéril para utilização ocular tópica. O componente essencial do Stilla é a sua substância ativa, a Tetrizolina (cloridrato de tetrizolina). Este composto é classificado farmacologicamente como um agente simpaticomimético e um agonista seletivo dos recetores adrenérgicos alpha1, pertencendo ao grupo dos derivados das imidazolinas.

A apresentação do Stilla como solução oftálmica (colírio) dita a sua via de administração estritamente oftálmica. A composição baseia-se na inclusão do cloridrato de Tetrizolina num veículo aquoso estéril, que contém sais tampão para garantir a estabilidade adequada e a compatibilidade com a superfície delicada do olho.


Qual é o objetivo geral do colírio Stilla?

O objetivo geral do colírio Stilla é proporcionar um alívio sintomático rápido e temporário da vermelhidão ocular ligeira e da irritação física. Esta função é apoiada por estudos farmacológicos que confirmam a atividade do fármaco como um potente vasoconstritor, que é o mecanismo principal que leva à redução do tamanho dos vasos sanguíneos.

Como agonista adrenérgico alpha1, a Tetrizolina faz com que os vasos sanguíneos na conjuntiva do olho se contraiam. Esta ação focada de estreitamento local dos vasos sanguíneos reduz diretamente a proeminência visível dos mesmos. Isto proporciona o benefício geral de tornar a aparência do olho mais límpida e de aliviar o desconforto físico associado à congestão ocular temporária.

Quais efeitos secundários são possíveis com Stilla?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança da solução oftálmica de tetrizolina está organizado pelo tipo e frequência das reações adversas documentadas. O efeito reportado com maior frequência é a irritação ocular transitória, tipicamente descrita como uma sensação de picada ou ardor após a aplicação, sendo classificada como comum.


Categorização das Reações Adversas

As reações adversas estão agrupadas por classes de sistemas de órgãos na rotulagem oficial, focando-se principalmente em doenças oculares (como desconforto ocular, visão turva ou dilatação temporária da pupila) e em potenciais doenças do sistema nervoso e cardíacas (como cefaleias ou palpitações) resultantes da absorção sistémica. Efeitos como a visão turva e certas reações sistémicas são geralmente classificados como pouco frequentes ou raros.


Padrões de Segurança e Restrições Relacionados com a Duração

A utilização prolongada, frequente ou excessiva pode levar a um agravamento ou ao retorno da vermelhidão, um fenómeno conhecido como hiperemia de recuo ou congestão. Este padrão adverso impõe uma restrição fundamental na duração da utilização, que deve ser estritamente de curto prazo.


Restrições de Segurança Específicas para Populações

Este medicamento é contraindicado em grupos específicos de doentes devido ao risco acrescido de reações adversas graves. Isto inclui indivíduos diagnosticados com glaucoma de ângulo fechado e crianças com menos de 6 anos de idade. A utilização requer também precaução especial em doentes com doença cardiovascular grave, como hipertensão não controlada ou arritmias cardíacas, e naqueles que utilizam inibidores da monoaminoxidase (IMAO), ou que tenham cessado recentemente a sua utilização. Os efeitos sistémicos resultantes da ingestão acidental por crianças pequenas podem ser graves, incluindo depressão respiratória e do sistema nervoso central.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Stilla (solução oftálmica de tetrizolina) é definido pelo risco de toxicidade sistémica após ingestão oral acidental, sendo esta a causa principal de eventos adversos graves documentados.

Âmbito da Sobredosagem Descrição
Apresentações de sobredosagem documentadas A absorção sistémica pode levar a uma depressão profunda do SNC (sonolência, coma), alterações acentuadas na pressão arterial (hipotensão), diminuição grave da frequência cardíaca (bradicardia), hipotermia e depressão respiratória.
Fatores relacionados com a dose ou exposição Estão documentados efeitos graves após a ingestão de apenas uma pequena quantidade (ex.: 1–2 mL) da solução.
Notas sobre sobredosagem em populações específicas Crianças pequenas (com idade igual ou inferior a 5 anos) são a população oficialmente documentada como estando em maior risco de desfechos potencialmente fatais.
Quando é necessária ajuda médica imediata Imediatamente após a ingestão acidental, sem esperar que os sintomas ocorram.

Classificações de Sobredosagem (nível geral)

Tipo de Classificação Base Regulamentar
Classificação de gravidade Definida como eventos adversos graves que frequentemente requerem hospitalização e monitorização em cuidados intensivos.
Declarações de resposta de emergência Procurar assistência médica de emergência imediatamente e contactar de imediato um Centro de Informação Antivenenos.

Estrutura Resultante da Sobredosagem

Declarações oficiais sobre sobredosagem:

  • As consequências mais graves incluem choque circulatório, bloqueio cardíaco completo e a necessidade de suporte das vias aéreas devido a falência respiratória.
  • Não se conhece um antídoto específico para a tetrizolina; a gestão é inteiramente sintomática e de suporte.
  • Os procedimentos médicos necessários envolvem monitorização por ECG contínua e observação rigorosa do estado neurológico e hemodinâmico do doente durante, pelo menos, 24 horas.

O perfil regulamentar destaca que o potencial para depressão cardiovascular e do SNC grave, com risco de vida, necessita diretamente da ação de emergência mandatada de procurar atenção médica imediatamente após a ingestão. A inexistência de uma terapia específica enfatiza ainda mais a importância crítica do internamento hospitalar imediato e das medidas de suporte intensivo descritas nos documentos oficiais.

Usos terapêuticos de Stilla

O que o Stilla trata: principais utilizações e benefícios

O Stilla é utilizado em situações que envolvem determinados sintomas de mal-estar, atuando sobre os sintomas relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio sistémico. Esta categoria de medicação pode integrar uma gestão sintomática, sendo habitualmente utilizada em condições que apresentam episódios agudos, nos quais é necessário um apoio sintomático de curta duração.

Esta classe de fármacos é relevante para atenuar sintomas relacionados com o desconforto físico, a febre e estados inflamatórios ou irritativos. O Stilla é aplicado em contextos marcados por um desequilíbrio fisiológico temporário para ajudar na gestão de diversos problemas, incluindo cefaleias, dores musculares, pequenas distensões e febre associada a infeções agudas.

Ao abordar estes grupos de sintomas, o Stilla auxilia na redução da carga sintomática global, apoiando os doentes durante episódios de maior desconforto e proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades quotidianas.


Facto Rápido: Alívio da Dor e da Febre O Stilla é útil em situações em que múltiplos sintomas ocorrem em simultâneo e geram um esforço funcional percetível, particularmente em sintomas associados a alterações agudas ou episódicas, como dores corporais generalizadas e desequilíbrio sistémico.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Stilla?

A elegibilidade para a utilização de Stilla é estritamente definida por documentos regulamentares, que estabelecem critérios claros para os doentes.

Estado Requisitos de Elegibilidade/Restrições
Permitido De forma geral, para doentes com 12 ou mais anos de idade que não apresentem contraindicações documentadas.
Contraindicado A utilização é estritamente proibida em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer outro componente do medicamento.
Contraindicado Não deve ser utilizado em doentes com menos de dois anos de idade, devido ao risco de desidratação grave.
Contraindicado O uso é proibido em doentes com uma obstrução gastrointestinal mecânica conhecida ou suspeita.
Consideração Especial O uso em mulheres grávidas ou a amamentar não é recomendado, a menos que o benefício potencial justifique o risco potencial, conforme determinado por um profissional de saúde.

As fontes regulamentares oficiais especificam que o uso é contraindicado em doentes com histórico de reação alérgica grave ao fármaco ou aos seus componentes, bem como naqueles com bloqueio gastrointestinal. A aprovação do medicamento está limitada por um requisito de idade mínima, proibindo a sua utilização em crianças com menos de dois anos de idade. Outros grupos, como doentes grávidas ou em período de aleitamento, requerem uma consideração especial, o que significa que o medicamento não é recomendado, exceto se o clínico responsável concluir que o benefício supera o risco potencial. Estas normas asseguram que o medicamento seja apenas utilizado pela população de doentes oficialmente autorizada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação oficial estrutura o perfil de interações do Stilla (Tetrizolina) em torno da sua classificação como um agente simpaticomimético, focando-se principalmente nos efeitos farmacodinâmicos. A administração de tetrizolina é contraindicada com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), devido ao risco de efeitos simpaticomiméticos aditivos que podem resultar numa reação hipertensiva. Esta restrição inclui uma regra de intervalo temporal obrigatória, que exige que o Stilla não seja utilizado nos 14 dias seguintes à interrupção do tratamento com IMAO.


As classificações de interação também abrangem a utilização com medicamentos que afetam os sistemas cardiovascular e nervoso central. É necessária precaução na coadministração com agentes anestésicos halogenados (tais como o halotano ou o isoflurano), devido ao potencial documentado para provocar ou agravar arritmias ventriculares. Da mesma forma, os agentes anti-hipertensores (por exemplo, bloqueadores beta, metildopa, reserpina) podem ter o seu efeito terapêutico contrariado pela ação vasoconritora da tetrizolina. A utilização com outros fármacos simpaticomiméticos requer precaução devido ao potencial de efeitos sistémicos cumulativos, e a coadministração com depressores do sistema nervoso central (incluindo o álcool) pode potenciar os efeitos de sedação.

As informações técnicas indicam a inexistência de interações farmacocinéticas específicas (mediadas pelo CYP) ou mediadas por transportadores. É aconselhada precaução específica para doentes idosos com doença cardiovascular grave preexistente ou diabetes.

Mecanismo de ação

Como funciona o Stilla: mecanismo de ação

Alvo nos recetores alfa-adrenérgicos

O mecanismo do Stilla baseia-se na sua ação como um agonista direto nos recetores adrenérgicos alfa-1 (alpha1) localizados nas células do músculo liso vascular da conjuntiva do olho. Esta ligação molecular específica inicia uma cascata de transdução de sinais localizada, característica da via simpática.

Modulação vascular periférica local

A ativação dos recetores alpha1 provoca a contração do músculo liso vascular, um processo conhecido como vasoconstrição. Esta ação modula diretamente a dinâmica do fluxo sanguíneo local ao reduzir o diâmetro dos pequenos vasos sanguíneos. Esta alteração mecânica também reduz a permeabilidade dos vasos, o que limita a extravasação de fluidos e de componentes celulares para o tecido circundante.

Modulação das respostas vasculares

Esta ação periférica conduz a uma modulação fisiológica correspondente das respostas oculares visíveis. A vasoconstrição contribui para uma diminuição previsível do volume sanguíneo localizado (hiperemia) e do conteúdo de fluido nos tecidos (edema). O ajuste fisiológico resultante é estritamente localizado nos vasos sanguíneos conjuntivais e não influencia as causas subjacentes da resposta vascular.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Stilla — Diretrizes de Administração

O Stilla, uma solução oftálmica que contém cloridrato de tetrizolina (tetra-hidrozolina), deve ser utilizado de acordo com as instruções estabelecidas para este tipo de formulação.


Âmbito da Administração

Propriedade Instrução
Via de administração Oftálmica Tópica (apenas aplicação direta no olho).
Esquema posológico 1 a 2 gotas instiladas no(s) olho(s) afetado(s).
Frequência e duração Administrado até 4 vezes ao dia, com uma duração máxima obrigatória de 72 horas de autoutilização contínua.
Regras por grupo etário A utilização em crianças com menos de 6 anos de idade requer a consulta de um profissional de saúde.
Condições especiais A ponta do recipiente não deve tocar em nenhuma superfície para manter a esterilidade, e os utilizadores devem remover as lentes de contacto antes da aplicação.

Classificações das Instruções

Propriedade Classificação
Tipo de método Tópico (aplicação localizada, não sistémica).
Padrão de frequência Limite máximo (4 vezes ao dia) durante um período de curto prazo.
Restrições de contexto Duração limitada (não se destina à gestão crónica ou a longo prazo).

Estrutura Procedimental

Sequência de etapas:

  • Certifique-se de que as mãos estão limpas e que a solução está límpida.
  • Instile 1 ou 2 gotas no olho afetado, evitando o contacto entre a ponta do conta-gotas e o olho.
  • Feche bem a tampa para manter a esterilidade após cada aplicação.

Protocolo de Utilização

O Stilla é um tratamento localizado administrado através de uma solução oftálmica estéril a 0,05%. A frequência e a duração total do tratamento estão estritamente definidas pelo limite diário máximo e pelo período de interrupção de 72 horas. Este protocolo rege o método de administração e o período de aplicação de curto prazo especificado para este tipo de solução.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama dos Estudos sobre Stilla (Solução Oftálmica de Tetrizolina)


Evidência que Apoia a Alteração Sintomática na Vermelhidão Ocular Ligeira

A investigação principal sobre o Stilla incidiu no estudo da alteração temporária da vermelhidão ocular ligeira, uma condição caracterizada por manifestações flutuantes ou episódicas. A maioria dos dados fundamentais provém de Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECAC) de curto prazo, que compararam a solução oftálmica de tetrizolina com um veículo inativo (placebo) para determinar padrões de alteração. Outras investigações, incluindo estudos observacionais pós-comercialização, exploraram os padrões de utilização em contextos reais.

Os principais resultados medidos nestes ensaios relacionaram-se com a alteração na vermelhidão ocular e a mudança na aparência do olho. Especificamente, os investigadores monitorizaram a extensão da vermelhidão utilizando sistemas de graduação normalizados e mediram o tempo necessário para que surgisse uma alteração observável, bem como a duração dessa mesma alteração. Os ensaios relatam como os sintomas evoluíram nos grupos observados ao longo de intervalos de tempo curtos e definidos, com conclusões que descrevem padrões observados na alteração do tamanho dos vasos sanguíneos visíveis (congestão conjuntival) quando comparados com o placebo.


Evidência a Longo Prazo e Duração do Acompanhamento

A evidência central que apoia a observação local temporária do Stilla está, em grande parte, limitada a estudos com durações de acompanhamento restritas. Os ensaios de eficácia tipicamente observaram as respostas durante períodos curtos, rastreando frequentemente observações apenas por algumas horas após uma dose única ou durante um máximo de 72 horas no caso de doses repetidas. Este foco na utilização aguda significa que os dados relacionados com a utilização crónica e diária por períodos prolongados são escassos, e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.

Dados observacionais e relatórios científicos descrevem padrões relacionados com o que é conhecido como "vermelhidão reativa" (rebound). Este fenómeno pode estar associado à congestão reativa, em que a utilização prolongada ou excessiva foi observada, em alguns relatórios, como levando a um aumento da vermelhidão após a interrupção. Embora este padrão tenha sido observado em alguns estudos, a consistência total, o mecanismo subjacente e a frequência da congestão reativa entre todos os utilizadores não estão totalmente estabelecidos em investigação controlada formal a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Stilla (FAQ)

Q: Com que rapidez devo esperar ver um efeito do Stilla?

Os documentos oficiais caracterizam o produto como proporcionando um alívio rápido e temporário da vermelhidão ocular, que é a sua função pretendida. Os estudos clínicos monitorizaram especificamente o tempo necessário para que ocorra uma alteração observável na aparência do olho.

Q: Os idosos podem utilizar o Stilla ou é apenas para adultos jovens?

A informação oficial do produto indica que o Stilla se destina, de forma geral, a doentes com 12 ou mais anos de idade. No entanto, é aconselhada precaução oficial para doentes idosos com doença cardiovascular grave pré-existente ou diabetes. A elegibilidade para o uso deve ser avaliada face às contraindicações específicas listadas nos documentos regulamentares.

Q: O Stilla provoca sonolência ou cansaço?

O perfil de segurança regulamentar observa que as doenças do sistema nervoso estão listadas como possíveis reações adversas, embora sejam geralmente pouco frequentes ou raras. Os avisos oficiais indicam que a coadministração com depressores do SNC (incluindo o álcool) pode potenciar os efeitos sedativos.

Q: É seguro conduzir ou utilizar máquinas enquanto utilizo Stilla?

Estudos e informações oficiais indicam que o medicamento pode causar efeitos secundários temporários, tais como visão turva e dilatação da pupila (midríase). Estes efeitos documentados poderão potencialmente interferir com atividades que exijam uma visão clara, como conduzir ou operar máquinas.

Q: O Stilla afeta o meu humor ou causa nervosismo?

O perfil de segurança regulamentar refere que as doenças do sistema nervoso estão listadas como possíveis reações adversas, embora sejam geralmente pouco frequentes ou raras. Esta informação deriva do perfil de reações adversas documentado pelas autoridades de saúde.

Q: Qual é a taxa de sucesso descrita nos ensaios clínicos para o Stilla?

Os ensaios clínicos realizados em intervalos de tempo curtos compararam a solução com um placebo (veículo inativo). As conclusões oficiais destes estudos descrevem padrões de alteração observada na vermelhidão e aparência ocular quando a solução foi comparada com um placebo, em vez de fornecerem uma "taxa de sucesso".

Q: Com que frequência os efeitos secundários do Stilla são graves?

De acordo com as normas regulamentares oficiais, o efeito mais frequentemente relatado é a irritação ocular transitória (picada ou ardor), classificada como Frequente. Reações adversas mais graves, como efeitos cardíacos ou sistémicos resultantes da absorção, são geralmente classificadas como Pouco Frequentes ou Raras na rotulagem oficial.

Q: O Stilla tem diferentes dosagens disponíveis?

A concentração oficialmente regulamentada descrita no protocolo de utilização é a solução oftálmica a 0,05%. Os documentos regulamentares especificam esta dosagem para a formulação.

Q: O que acontece se eu me esquecer de um dia de utilização do Stilla?

As orientações oficiais indicam que o medicamento é para utilização em caso de necessidade, até ao limite diário máximo. É instruído que os utilizadores evitem aplicar uma dose dupla ou extra para compensar uma aplicação esquecida.

Q: O Stilla pode ser tomado ao mesmo tempo que as minhas vitaminas diárias?

A rotulagem oficial não contém informações específicas relativas a interações com vitaminas ou minerais. A informação regulamentar sugere que geralmente não se espera que os suplementos orais tenham um efeito que interaja com as gotas tópicas oculares.

Q: O Stilla interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

O perfil oficial de interações especifica precaução para certas classes de medicamentos, como os IMAO e agentes anti-hipertensores. O perfil não lista os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) comuns, como o ibuprofeno, como uma contraindicação específica ou motivo de precaução obrigatória.

Q: Porque é que o Stilla é por vezes descrito como um "inibidor"?

Os documentos oficiais classificam o Stilla como um agonista direto dos recetores alfa-1 adrenérgicos, o que constitui uma ação simpaticomimética. Isto significa que o fármaco ativa os recetores para causar vasoconstrição, em vez de atuar como um inibidor.

Q: Existe uma versão genérica do Stilla disponível?

A substância ativa do Stilla, o cloridrato de tetrizolina (tetra-hidrozolina), está listada nos documentos regulamentares como um medicamento de venda livre. Isto significa que a substância ativa está comummente disponível sob vários nomes de produtos genéricos.

Q: O que torna o Stilla diferente de outros tratamentos semelhantes?

Os documentos oficiais descrevem o Stilla como um descongestionante oftálmico e um agente simpaticomimético. A sua ação única envolve atuar como um agonista direto nos recetores alfa1-adrenérgicos para causar vasoconstrição localizada (estreitamento dos vasos sanguíneos) na conjuntiva.

Q: O Stilla foi estudado em crianças?

Os documentos regulamentares estabelecem restrições de idade específicas, incluindo uma contraindicação para crianças com menos de dois anos de idade. Estas restrições foram estabelecidas com base na avaliação de segurança realizada para a população pediátrica pelas autoridades de saúde.

Q: O Stilla é considerado uma substância controlada?

O medicamento é regulamentado como um fármaco de venda livre (MNSRM) e não lhe é atribuída uma classificação de substância controlada.

Q: Posso beber café ou cafeína enquanto utilizo Stilla?

A informação regulamentar oficial inclui um aviso de precaução relativo à coadministração do medicamento com outros fármacos simpaticomiméticos. Isto deve-se à possibilidade de efeitos sistémicos cumulativos de fármacos que estimulam o sistema nervoso simpático.

Q: O que acontece se eu aplicar acidentalmente duas doses de Stilla?

As orientações regulamentares indicam que, se for utilizada uma quantidade excessiva do fármaco ou se a solução for deglutida acidentalmente, deve contactar-se imediatamente um Centro de Informação Antivenenos. Nestas situações, é também referida a procura de ajuda médica de emergência.

Q: O Stilla pode ser cortado ao meio ou esmagado?

O Stilla é formulado como uma solução oftálmica estéril (gotas oculares) para aplicação tópica no olho. Devido à sua forma líquida, o produto não pode ser modificado fisicamente como um comprimido sólido através de corte ou esmagamento.

Q: Quanto tempo após parar o Stilla é que este sairá do meu sistema?

Os dados farmacocinéticos utilizados nos processos regulamentares sugerem que, após a dosagem ocular terapêutica, a semivida sérica média da substância ativa é de aproximadamente 6 horas. O composto poderá permanecer detetável no organismo até 12 horas após a última dose.

Q: Porque é que se fala do Stilla para uma condição que não é a sua utilização principal?

O Stilla é oficialmente regulamentado e indicado principalmente para o alívio sintomático, rápido e temporário da vermelhidão ocular ligeira e irritação física. A sua utilização aprovada é estritamente definida pelas autoridades regulamentares para este fim específico.

Q: Que tipo de médico costuma prescrever o Stilla?

O Stilla, que contém a substância ativa tetrizolina, é geralmente regulamentado como um medicamento de venda livre (MNSRM). Sendo um produto de venda livre, não requer uma prescrição médica para ser obtido.

Q: O Stilla interage com suplementos como a Erva de S. João?

A rotulagem oficial fornece avisos para classes específicas de fármacos, mas não contém avisos específicos relativos à Erva de S. João. A informação regulamentar sugerem que geralmente não se espera que os suplementos orais tenham um efeito sistémico que interaja com as gotas tópicas oculares.

Q: O que devo fazer se um efeito secundário do Stilla parecer invulgar?

As autoridades regulamentares dispõem de um mecanismo para a notificação de eventos adversos. Caso ocorram efeitos secundários invulgares ou inesperados, é aconselhável contactar um profissional de saúde ou utilizar o sistema de notificação disponibilizado pela autoridade de saúde nacional relevante.

Q: Sabe-se se o Stilla causa dependência?

O medicamento não está classificado como uma substância controlada e é regulamentado como um medicamento de venda livre.

Como Stilla deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação

O Stilla (solução oftálmica de tetrizolina) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 15 °C e os 30 °C, e deve ser protegido tanto do calor excessivo como do congelamento. O medicamento deve também ser armazenado de forma a estar protegido da luz.

Para evitar a contaminação, o recipiente deve ser mantido bem fechado e a ponta do conta-gotas não deve tocar em qualquer superfície. Os utilizadores devem eliminar o frasco aberto após 28 a 30 dias da primeira utilização, independentemente da quantidade de medicamento restante. Não utilize a solução se esta mudar de cor ou se apresentar turva.

Segurança Infantil e Eliminação

O Stilla deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças. Caso o medicamento seja deglutido, contacte imediatamente os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos.

O medicamento fora de prazo ou não utilizado deve ser eliminado de acordo com as diretrizes locais para resíduos farmacêuticos, frequentemente através de programas de retoma de medicamentos. Se não estiver disponível um programa de retoma, a eliminação pode envolver a mistura do medicamento com uma substância indesejável antes de o colocar num saco selado no lixo doméstico. A solução não deve ser deitada na sanita nem despejada no lava-loiça.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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