Sintocalmin

Links rápidos para seções importantes

Sintocalmin

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Sintocalmin

O que é o Sintocalmin? Uma Visão Geral Fundamental

O Sintocalmin é uma preparação farmacêutica potente, classificada essencialmente como um analgésico não opioide, utilizada pela sua capacidade combinada de aliviar a dor, reduzir a febre e atenuar espasmos.


Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Metamizol sódico (Dipirona)
Forma Comprimidos, Supositórios, Solução (Injetável)
Classe Farmacológica Analgésico não opioide, Antipirético, Espasmolítico
Uso Comum Alívio sintomático de dor, febre e espasmos musculares
Origem Sintética (Derivado pirazolónico)

Classificação e Composição

A substância ativa do Sintocalmin é o Metamizol sódico, também conhecido como Dipirona, que é quimicamente classificado como um derivado pirazolónico sintético. Esta classificação insere-o no grupo de Outros Analgésicos e Antipiréticos (código ATC N02BB02), conforme designado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A preparação é monocomponente, consistindo exclusivamente nesta substância ativa, que funciona como um pró-fármaco que o organismo metaboliza em componentes ativos, nomeadamente a 4-metil-amino-antipirina (4-MAA). Este mecanismo de pró-fármaco sustenta a sua forte ação farmacológica.


Perfil Terapêutico e Benefício Central

O objetivo geral do Sintocalmin é proporcionar um alívio sintomático eficaz do desconforto agudo e da temperatura corporal elevada. O seu benefício central é a sua tripla ação: atua fortemente sobre a dor, intervém rapidamente na redução da febre e proporciona um efeito espasmolítico crucial ao relaxar o tecido muscular liso. Este perfil abrangente torna-o particularmente adequado para o alívio temporário de desconforto grave, como dor acompanhada de cãibras ou espasmos viscerais. O medicamento é habitualmente fornecido em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos para uso oral e soluções para injeção, oferecendo flexibilidade na administração dependendo da necessidade.

Quais efeitos secundários são possíveis com Sintocalmin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Sintocalmin (Metamizol Sódico) é definido pelo seu potencial, oficialmente documentado, de causar tanto reações comuns e menos graves, como eventos adversos raros, mas graves. Estas características são categorizadas e comunicadas pelas entidades reguladoras, envolvendo principalmente o sistema sanguíneo e linfático e o sistema imunitário.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos adversos são classificados de acordo com as faixas de frequência estabelecidas em documentos regulamentares oficiais:

  • Pouco frequentes (entre 1 em 1.000 e 1 em 100): Incluem reações gerais de hipersensibilidade, reações hipotensivas transitórias (pressão arterial baixa temporária) e certas reações cutâneas, como a erupção medicamentosa fixa.
  • Raros (menos de 1 em 1.000): Envolvem eventos como a leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e eventos alérgicos generalizados graves, incluindo reações anafiláticas.
  • Muito raros (menos de 1 em 10.000): Incluem a agranulocitose (uma diminuição acentuada de glóbulos brancos específicos) e insuficiência renal aguda.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

As preocupações de segurança clinicamente mais significativas e oficialmente documentadas são classificadas como reações adversas graves. Estas incluem a agranulocitose, o choque anafilático, a trombocitopenia (contagem baixa de plaquetas) e casos raros de lesão hepática induzida pelo fármaco. A agranulocitose é uma nota de segurança fundamental, uma vez que a rotulagem oficial afirma que este distúrbio sanguíneo potencialmente fatal não é dependente da dose e pode ocorrer em qualquer momento durante a exposição.

As limitações de segurança também se relacionam com condições pré-existentes. Doentes com instabilidade circulatória ou hipotensão apresentam um risco documentado mais elevado de reações hipotensivas graves. Adicionalmente, os documentos regulamentares observam que os adultos mais velhos e as pessoas com compromisso renal ou hepático existente podem apresentar uma eliminação prolongada dos metabolitos do medicamento, o que requer consideração.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de Sobredosagem e Resultados Graves

Os documentos regulamentares oficiais detalham que uma sobredosagem de Sintocalmin (Metamizol Sódico) pode apresentar-se inicialmente com distúrbios gastrointestinais graves, incluindo náuseas, vómitos e dor abdominal, a par de efeitos no sistema nervoso central, tais como sonolência ou confusão. Os resultados documentados mais críticos relacionam-se com a falência sistémica.

A ingestão excessiva grave está associada ao risco de choque, hipotensão profunda e danos agudos em órgãos principais, especificamente insuficiência hepática aguda e deterioração aguda da função renal. Estas manifestações graves orientam a classificação regulamentar oficial do risco de sobredosagem.

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

Deve procurar-se assistência médica imediata se houver suspeita de uma sobredosagem ou se forem observados sintomas graves.

Esta ação imediata é também obrigatória caso sejam detetados sintomas sugestivos de agranulocitose — um evento potencialmente fatal que inclui febre, calafrios, dor de garganta ou úlceras nas mucosas — uma vez que este é um risco sério, independentemente da dose tomada.

Os procedimentos de gestão documentados em fontes oficiais são sintomáticos e de suporte, dado que não se conhece um antídoto específico. Estas medidas podem incluir procedimentos para a descontaminação gastrointestinal e a monitorização necessária das contagens de células sanguíneas, caso se suspeite de uma reação hematológica grave.

Usos terapêuticos de Sintocalmin

Para que é Utilizado o Sintocalmin: Principais Usos e Benefícios

O Sintocalmin (que contém Passiflora incarnata) é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas associados ao stresse fisiológico acentuado e à sobrecarga funcional temporária. De acordo com a visão geral terapêutica estabelecida para este princípio ativo, trata-se de um medicamento tradicional à base de plantas, indicado para o alívio de sintomas ligeiros de stresse mental e para ajudar a dormir. É aplicado em contextos onde é necessário um apoio sintomático de curta duração para abordar sintomas de tensão, inquietação e perturbações episódicas do sono.


Alívio de Estados de Tensão Nervosa e Inquietação

Este domínio terapêutico é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão, abordando especificamente sintomas relacionados com uma atividade fisiológica elevada, como a agitação interior. O medicamento apoia os doentes durante episódios de maior desconforto, atenuando a carga sintomática global.


Apoio em Perturbações Episódicas do Sono

O medicamento é frequentemente utilizado em condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes que interferem na capacidade de adormecer ou de permanecer a dormir. Proporciona um alívio sintomático que pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas durante os períodos de repouso. A sua aplicação é indicada em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, especialmente quando os sintomas que interferem com o funcionamento diário se tornam mais percetíveis, contribuindo para reduzir o peso total dos sintomas.


Facto Rápido: É comummente utilizado para auxiliar em sintomas de stresse mental ligeiro e em flutuações sintomáticas episódicas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Sintocalmin? (Elegibilidade Regulamentar Oficial)

A elegibilidade para utilizar o Sintocalmin, que contém Metamizol Sódico, é estritamente definida pelas autoridades regulamentares com base no histórico de saúde e no estado fisiológico do doente. As normas centram-se em contraindicações absolutas e restrições obrigatórias.

Contraindicações (Não Deve Utilizar)

O medicamento é estritamente contraindicado para indivíduos com:

  • Histórico de agranulocitose (um distúrbio sanguíneo grave) ou compromisso da função da medula óssea.
  • Síndrome de asma induzida por analgésicos conhecida ou hipersensibilidade ao metamizol ou a substâncias relacionadas.
  • Lactentes com menos de 3 meses de idade ou com peso inferior a 5 kg.
  • Doentes no terceiro trimestre de gravidez.

Utilização Restrita e Populações Especiais

A utilização está restrita ou requer consideração especial em grupos específicos de doentes:

  • Gravidez e Lactação: Contraindicado no terceiro trimestre e, de um modo geral, não recomendado nos dois primeiros trimestres; geralmente contraindicado durante a amamentação.
  • Compromisso de Órgãos: Doentes com compromisso renal ou hepático devem evitar doses elevadas múltiplas devido à acumulação de metabolitos.
  • Estado Circulatório: Doentes com hipotensão arterial ou circulação instável requerem uma utilização condicionada devido ao risco de uma queda acentuada da pressão arterial.
  • Idade: A dose deve ser reduzida em idosos e doentes debilitados devido à eliminação mais lenta da substância.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Está documentado que o Sintocalmin (Metamizol Sódico) participa em interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outros produtos medicinais. O perfil geral de interação é oficialmente assinalado como tornando-se clinicamente relevante sobretudo quando o medicamento é utilizado em doses elevadas por um período superior a um dia.

Interações Farmacocinéticas (Alteração da Exposição)

O medicamento é oficialmente classificado como um indutor moderado a forte de várias enzimas metabólicas, nomeadamente a CYP3A4, CYP2B6 e CYP2C19, e como um inibidor moderado da CYP1A2. Esta indução enzimática resulta na redução das concentrações plasmáticas de medicamentos administrados em conjunto, o que pode afetar a sua eficácia. As substâncias oficialmente listadas como tendo níveis plasmáticos diminuídos incluem o imunossupressor ciclosporina e o sedativo midazolam. Inversamente, o Sintocalmin pode diminuir a taxa de excreção de outros fármacos, tais como o abacavir e o alopurinol, aumentando potencialmente a sua exposição sistémica.

Interações Farmacodinâmicas e Restrições de Tempo

O Sintocalmin interage com o agente antiagregante plaquetário ácido acetilsalicílico (AAS), inibindo o seu efeito nos trombócitos (plaquetas). Para atenuar este antagonismo, uma restrição de tempo obrigatória exige que o AAS seja administrado pelo menos 30 minutos antes do Sintocalmin. Estão também documentados riscos de toxicidade aditiva, tais como um aumento do risco de nefrotoxicidade (toxicidade renal) quando combinado com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Nenhuma combinação específica entre medicamentos está explicitamente classificada como absolutamente contraindicada nos documentos regulamentares.

Mecanismo de ação

O Sintocalmin (Sinomenina) atua principalmente através da modulação das vias de sinalização inflamatória e imunológica. A sua atividade tem como alvo enzimas e fatores de transcrição fundamentais, nomeadamente os membros da família Janus Kinase (JAK), especificamente a JAK1, JAK2 e JAK3. Ao funcionar como um inibidor, a Sinomenina interfere com a atividade da tirosina quinase destas enzimas. Esta interação inibitória interrompe a cascata de fosforilação a jusante de vários recetores de citocinas e de fatores de crescimento, bloqueando assim a ativação e a subsequente translocação nuclear das proteínas STAT (Signal Transducer and Activator of Transcription), tais como a STAT3.

A atenuação da via JAK/STAT resulta numa redução sistémica nos níveis de transcrição e expressão de vários mediadores pró-inflamatórios, incluindo o Óxido Nítrico (NO), o Fator de Necrose Tumoral alfa (TNF-alfa) e a Interleucina-6 (IL-6). Esta cascata intracelular culmina na consequência fisiológica ao nível do sistema de diminuição da sinalização inflamatória e da supressão da atividade das células imunitárias nos tecidos afetados.

Informações sobre dosagem e administração

O Sintocalmin (Metamizol) é administrado através de diversas vias oficiais, incluindo a via oral (comprimidos ou gotas), a via retal (supositórios) e por injeção (intravenosa ou intramuscular). A escolha da via de administração é determinada pelas necessidades clínicas imediatas, sendo a via intravenosa (IV) habitualmente reservada para situações em que a administração oral não é viável, refletindo a necessidade de uma supervisão próxima.


Dosagem e Frequência

O regime de administração está estruturado de acordo com os limites e intervalos de tempo definidos pelas entidades reguladoras. Para adultos (com idade igual ou superior a 15 anos), a dose única oral habitual varia entre 500 mg e 1000 mg. A frequência das tomas permite a administração até quatro vezes ao dia, sendo necessário respeitar um intervalo mínimo de 6 a 8 horas entre doses sucessivas para cumprir os esquemas aprovados. A dose oral diária máxima está limitada a 4000 mg.


Procedimento de Administração e Ajustes

A administração é regida por normas procedimentais específicas. No caso da toma oral, os comprimidos ou as gotas podem ser ingeridos com ou sem alimentos. Para a via intravenosa (IV), a solução injetável deve ser administrada lentamente, a uma velocidade que não ultrapasse os 500 mg por minuto. Esta restrição rigorosa da velocidade é um requisito procedimental fundamental. Além disso, o medicamento destina-se apenas ao uso a curto prazo para a gestão sintomática aguda, sendo que o esquema posológico requer ajustes em idosos e doentes pediátricos, bem como em doentes com insuficiência renal ou hepática.

Evidência clínica recente

Sintocalmin: Evidência Clínica Recente

Ensaios de Fase Inicial

A investigação científica tem explorado se foram observadas alterações no estado clínico em estudos iniciais focados na resposta à dose e na tolerabilidade. Estes ensaios centraram-se principalmente no estabelecimento de um intervalo de doses para investigação posterior. A combinação foi investigada quanto ao seu potencial para afetar tanto as componentes físicas como psicológicas da condição em estudo.


Estudos de Eficácia

Os estudos analisaram se este fármaco estava associado a uma redução da dor e ao tempo de início do efeito. Estas investigações foram maioritariamente ensaios duplamente cegos e controlados por placebo. As avaliações incluíram a verificação de se as alterações na gravidade da dor foram mantidas nos participantes do estudo ao longo de um período de 12 semanas.

  • Desenho do Estudo: O método principal para avaliar a eficácia foi o ensaio clínico aleatorizado (ECA), comparando a terapia combinada com um placebo (substância inativa).
  • Áreas de Resultados Chave: Os estudos avaliaram variáveis tais como:
    • Pontuações de dor comunicadas pelos próprios (utilizando a escala VAS).
    • Melhoria funcional global.
    • Métricas de qualidade de vida.
  • Um estudo com 300 doentes analisou se a medicação estava associada a uma alteração na duração das agudizações (flare-ups).

Tolerabilidade e Análise de Subgrupos

A tolerabilidade e o potencial para eventos adversos foram acompanhados ao longo de todos os estudos.

  • Avaliação de Subgrupos: Um estudo avaliou as taxas de eventos cardiovasculares específicos em doentes com patologias cardíacas pré-existentes. A investigação explorou o potencial efeito na biologia subjacente da condição em comparação com uma substância inativa.
  • Atividade Persistente da Doença: Esta abordagem foi estudada para determinar o seu potencial para afetar medidas de atividade persistente da doença.
  • Terapia Combinada: A investigação explorou se o fármaco, quando combinado com fisioterapia, apresentava resultados diferentes.
  • Perfil de Exposição: Investigação específica ainda não avaliou o perfil de exposição e resposta da substância em pessoas com compromisso hepático grave.

As informações acima constituem um resumo dos resultados apresentados em investigação clínica e não representam uma revisão exaustiva de toda a evidência disponível.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Sintocalmin (FAQ)

Q: Quanto tempo demora o Sintocalmin a fazer efeito?

Estudos clínicos analisaram a rapidez com que o medicamento começa a atuar, o momento em que atinge o seu efeito máximo e a duração do efeito após a primeira administração. A informação oficial do produto indica que estes fatores — início, pico de efeito e duração — foram avaliados na investigação.


Q: O Sintocalmin pode causar problemas se eu tiver um historial de problemas hepáticos?

As preocupações de segurança oficiais incluem o potencial de lesão hepática induzida pelo fármaco, que consiste em danos no fígado. Os documentos regulamentares indicam que doentes com compromisso hepático existente podem ter um risco acrescido de acumulação de metabolitos e efeitos adversos associados, o que exige uma análise cuidadosa da sua utilização.


Q: O Sintocalmin pode causar problemas se eu tiver doença renal?

A insuficiência renal aguda (um declínio súbito da função renal) está documentada como uma reação adversa muito rara, mas grave. Para doentes com compromisso renal existente, a eliminação dos metabolitos do medicamento pode ser prolongada, o que é um fator que requer uma revisão cuidadosa face às diretrizes oficiais.


Q: Que tipo de profissional de saúde pode prescrever o Sintocalmin?

O medicamento é geralmente categorizado como um produto sujeito a receita médica em várias jurisdições regulamentadas. Isto indica que a utilização do medicamento está sujeita à autorização de um profissional de saúde licenciado, embora o seu estatuto legal possa variar consoante o país.


Q: É possível que o Sintocalmin cause uma reação alérgica grave?

Sim, os avisos oficiais classificam eventos alérgicos generalizados graves, incluindo reações anafiláticas e choque anafilático, como efeitos adversos raros ou muito raros. Os documentos de segurança oficiais contêm orientações indicando que sinais de um evento alérgico grave exigem a consulta imediata de um profissional médico.


Q: Qual é a forma correta de conservar o Sintocalmin?

De acordo com a informação oficial do produto, o Sintocalmin deve ser conservado a uma temperatura igual ou inferior a 25°C e não deve ser congelado. Deve ser mantido na embalagem de origem para proteção contra a luz e a humidade, e deve ser sempre guardado fora da vista e do alcance das crianças.


Q: Existem riscos de saúde a longo prazo associados ao uso de Sintocalmin?

O medicamento destina-se exclusivamente a uma utilização de curto prazo para a gestão sintomática aguda, conforme estipulado nos documentos regulamentares. Alguns dados de segurança oficiais indicam que a exposição prolongada ou repetida pode estar associada a danos em certos órgãos, particularmente no sistema hematopoiético (formação do sangue).


Q: Que evidência apoia a utilização de Sintocalmin em grupos específicos de doentes?

As diretrizes regulamentares exigem que a dose seja reduzida em doentes idosos e doentes debilitados devido à eliminação mais lenta da substância. A documentação oficial também indica que a sua utilização é restrita ou condicional em populações específicas, tais como aquelas com instabilidade circulatória.


Q: O Sintocalmin é um tipo de analgésico ou algo diferente?

O Sintocalmin é classificado principalmente como um analgésico não opioide, ou seja, um aliviador da dor. É também reconhecido pela sua função como antipirético (redutor da febre) e espasmolítico (relaxante do músculo liso), conferindo-lhe uma ação combinada.


Q: O Sintocalmin é uma substância controlada?

O estatuto legal do medicamento varia consoante o país, abrangendo desde a venda exclusiva mediante receita médica até à disponibilidade como medicamento não sujeito a receita médica em diferentes jurisdições. A substância ativa está classificada como um não opioide, o que a coloca fora das classes de fármacos tipicamente designadas como substâncias controladas.


Q: É normal sentir alguma sonolência ao tomar Sintocalmin pela primeira vez?

A sonolência é um efeito adverso que foi documentado nalguns resumos regulamentares oficiais. A frequência deste efeito secundário é atualmente classificada como desconhecida.


Q: Posso utilizar Sintocalmin se estiver a tomar um antidepressivo?

Os documentos regulamentares listam o antidepressivo sertraline como um exemplo de um medicamento que pode ser afetado pelo Sintocalmin. A documentação regulamentar indica que, quando o Sintocalmin é administrado conjuntamente com certos medicamentos, pode reduzir a sua concentração no sangue, diminuindo potencialmente a sua eficácia clínica.


Q: Qual é a diferença entre o Sintocalmin e um remédio natural?

O Sintocalmin é classificado como um derivado sintético da pirazolona. Isto significa que é uma substância farmacêutica fabricada quimicamente, ao contrário de um remédio natural derivado diretamente de uma planta ou de outra fonte orgânica.


Q: O Sintocalmin funciona em todas as pessoas que o tomam?

A eficácia clínica é avaliada através de ensaios aleatorizados e controlados por placebo para determinar os efeitos do medicamento numa população de estudo. Estes ensaios foram desenhados para avaliar a eficácia do medicamento numa população em comparação com um placebo. A informação oficial indica que o efeito terapêutico resultante não é garantidamente o mesmo para cada indivíduo.


Q: As crianças ou adolescentes podem utilizar Sintocalmin?

O medicamento é estritamente contraindicado para lactentes com menos de 3 meses de idade ou com peso inferior a 5 kg. Para doentes pediátricos mais velhos (crianças e adolescentes), a informação oficial do produto exige um ajuste específico da dose.


Q: O Sintocalmin apresenta risco de dependência ou vício?

O Sintocalmin é classificado como um analgésico não opioide e é um derivado sintético da pirazolona. Esta classificação química coloca-o fora das classes de fármacos tipicamente associadas ao potencial de dependência ou vício.


Q: O Sintocalmin pode ser tomado com álcool?

Os dados de segurança oficiais documentam que o medicamento tem o potencial para causar manifestações no sistema nervoso central (SNC), tais como tonturas ou sonolência. A documentação oficial destes potenciais efeitos no sistema nervoso central é uma consideração importante no que diz respeito ao uso concomitante com álcool.


Q: Quais os medicamentos comuns de venda livre que interagem com o Sintocalmin?

O agente antiagregante plaquetário ácido acetilsalicílico (AAS), que está comummente disponível sem receita médica, está especificamente documentado como interagindo com o Sintocalmin. A interação pode inibir o efeito antiagregante plaquetário do AAS.


Q: O que devo fazer se um efeito secundário do Sintocalmin me estiver a incomodar?

As orientações oficiais enfatizam que os doentes devem ser instruídos a contactar um médico imediatamente se desenvolverem sinais ou sintomas que possam indicar uma reação adversa grave, como um distúrbio sanguíneo como a agranulocitose. Esta orientação sobre a consulta imediata reflete a gravidade de certas reações adversas documentadas.


Q: Sabe-se se o Sintocalmin afeta os padrões de sono?

O perfil de efeitos adversos documentado nalguns resumos oficiais inclui a sonolência como um sintoma possível, sendo esta uma manifestação relacionada com o sono.


Q: O Sintocalmin é utilizado para a ansiedade ou apenas para a condição para a qual foi aprovado?

A utilização comum oficial listada nos documentos regulamentares é o alívio sintomático da dor, febre e espasmos musculares. Qualquer outro uso médico, como para a ansiedade, não está incluído na rotulagem oficial do medicamento.


Q: O Sintocalmin tem uma versão genérica disponível?

A substância ativa do medicamento é o Metamizol Sódico. Este nome é comummente conhecido como o nome genérico da substância.


Q: Porque é que o Sintocalmin é por vezes descrito como um fármaco 'único'?

O fármaco é destacado em revisões clínicas pelo seu perfil de tripla ação. Esta característica advém da sua capacidade combinada de proporcionar um forte alívio da dor (analgésico), redução da febre (antipirético) e um efeito espasmolítico (relaxante do músculo liso).


Q: O Sintocalmin afeta os resultados de exames laboratoriais?

Os avisos oficiais mencionam que, quando são utilizadas doses mais elevadas, um metabolito do medicamento pode causar uma coloração avermelhada na urina. Esta alteração visual pode potencialmente afetar a interpretação de certos testes laboratoriais.


Q: Como é que o Sintocalmin é eliminado do corpo?

O medicamento é extensamente metabolizado após a administração. Estudos farmacocinéticos mostram que aproximadamente 96% da dose administrada é eliminada do corpo através da urina, sob a forma de diversos metabolitos.


Q: O Sintocalmin interage com pílulas contracetivas?

O medicamento é classificado como um indutor moderado a forte da enzima metabólica CYP3A4. Este achado oficial indica que este tipo de interação é uma consideração documentada ao utilizar contracetivos hormonais com Sintocalmin.


Q: O Sintocalmin é um fármaco psicotrópico?

Não. O Sintocalmin está classificado sob o código ATC N02BB02 como um Analgésico Não Opioide, Antipirético e Espasmolítico, não sendo designado como um agente psicotrópico.


Q: Does Sintocalmin impact fertility?

Dados de segurança regulamentares listam o medicamento como suspeito de afetar a fertilidade ou o feto. Esta informação baseia-se em dados não clínicos incluídos nos documentos oficiais do produto.


Q: Porque é que os médicos prescrevem Sintocalmin em vez de outros tratamentos?

O perfil do medicamento é adequado para o desconforto agudo devido à sua tripla ação única de alívio da dor, redução da febre e efeito espasmolítico. As propriedades farmacológicas oficiais indicam que é particularmente indicado para desconforto grave acompanhado de cãibras ou espasmos viscerais.

Como Sintocalmin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Sintocalmin?

Os requisitos de conservação e eliminação do Sintocalmin (Metamizol Sódico) devem cumprir rigorosamente a documentação regulamentar para garantir a estabilidade e segurança do medicamento.


Requisitos de Conservação

Condição Requisito Regulamentar
Temperatura Conservar a temperatura igual ou inferior a 25°C; Não congelar.
Proteção Manter na embalagem/caixa de origem para proteger da luz e da humidade.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças (obrigatório).
Estabilidade A solução injetável aberta deve ser utilizada imediatamente e qualquer porção não utilizada deve ser eliminada.

Instruções de Eliminação

O Sintocalmin não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado no lixo doméstico ou através das águas residuais (por exemplo, deitado na sanita). O produto deve ser eliminado de acordo com a regulamentação local. O método oficial consiste na utilização de um sistema de recolha de resíduos de medicamentos ou na devolução do fármaco num ponto de recolha em farmácias, a fim de evitar a libertação no meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Sintocalmin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: