Siluma

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Siluma

Método de ação: Anti-Inflammatory

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Siluma

O que é o Siluma? Uma Visão Geral

Propriedade Descrição
Substância Ativa Silibinina (Silibina)
Forma Farmacêutica Cápsulas (via oral) e solução para infusão intravenosa
Classe Farmacológica Agente hepatoprotetor (Anti-hepatotóxico)
Origem Origem vegetal (Cardo-mariano)

O que é o Siluma e qual a sua origem?

O Siluma é um preparado farmacêutico cuja atividade terapêutica se centra num único princípio ativo, a silibinina (também conhecida como silibina). Este medicamento é classificado como um produto de origem vegetal, sendo o seu componente principal extraído das sementes da planta Cardo-mariano (Silybum marianum). A silibinina é quimicamente definida como um flavonolignano. Esta classificação química confirma a sua derivação de um composto natural específico, distinguindo-o de fármacos sintéticos. O foco na silibinina isolada e concentrada, em vez do extrato bruto de silimarina, é reconhecido farmacologicamente por proporcionar uma entidade terapêutica definida e consistente.


Siluma: Composição e Tipo Farmacêutico

A composição do Siluma baseia-se na sua única entidade terapêutica, a silibinina, o que o caracteriza como um medicamento monocomponente. O fármaco está disponível em formas farmacêuticas distintas, adaptadas a diferentes necessidades: cápsulas padrão para utilização por via oral e um derivado salino especializado, solúvel em água, para infusão intravenosa. A investigação confirma que o mecanismo principal da silibinina envolve o apoio à estabilidade das membranas das células hepáticas, uma defesa essencial contra substâncias nocivas. A diferença entre as formas está relacionada com a via de administração: a forma parentérica utiliza um derivado salino hidrossolúvel quimicamente modificado, como o di-hemisuccinato de silibinina dissódica, para permitir a entrada imediata na corrente sanguínea, uma característica fundamental para a sua utilização em cenários clínicos de suporte.


Como é classificado o Siluma?

O Siluma está formalmente classificado como um agente hepatoprotetor, uma categoria de medicamentos especificamente concebida para prestar cuidados de suporte ao fígado. Esta classificação deriva das ações fisiológicas centrais da silibinina, que incluem a sua função como um antioxidante potente, auxiliando na estabilização das células hepáticas contra danos causados por radicais livres. O propósito geral deste medicamento é reforçar os mecanismos de defesa naturais do fígado e apoiar a sua integridade funcional, auxiliando na preservação da estrutura e do desempenho do órgão. Este papel protetor é tipicamente empregue como uma terapia adjuvante para indivíduos que enfrentam uma função hepática comprometida.

Quais efeitos secundários são possíveis com Siluma?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Os documentos regulamentares oficiais classificam as reações adversas associadas ao Siluma (Silibinina) principalmente de acordo com a Classe de Sistemas de Órgãos afetada.

Os efeitos indesejáveis reportados com maior frequência enquadram-se nas doenças gastrointestinais, que podem incluir diarreia, náuseas, desconforto estomacal (irritação gástrica) e dor abdominal. Foram também notificadas outras reações que afetam o sistema nervoso (ex.: dor de cabeça) e as afeções cutâneas e dos tecidos subcutâneos (ex.: erupção cutânea alérgica ou prurido).


Frequência e Reações Adversas Graves

A frequência de muitos distúrbios gastrointestinais, tais como um efeito laxante ligeiro, é habitualmente classificada como rara ou de frequência desconhecida nas informações oficiais de rotulagem. Estão documentadas reações que afetam o sistema imunitário, incluindo eventos graves como a anafilaxia e a dispneia (dificuldade respiratória), que são consideradas reações adversas graves.

No caso da formulação intravenosa, um efeito comum relacionado com a administração é uma sensação de rubor ou calor ligeiro durante o processo de infusão.


Restrições de Segurança e Populações Específicas

A utilização do Siluma está oficialmente restringida em determinadas circunstâncias. É contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à silibinina ou a quaisquer plantas pertencentes à família Asteraceae (Compositae) — como a ambrósia ou as margaridas. As diretrizes de segurança especificam também limitações para indivíduos com problemas graves nas vias biliares ou insuficiência hepática avançada.

Relativamente a grupos demográficos específicos, a segurança e eficácia do Siluma não foram estabelecidas para a população pediátrica. Adicionalmente, a utilização não é recomendada durante a gravidez e o aleitamento, devido à ausência de dados clínicos suficientes que confirmem a segurança nestas situações.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Uma sobredosagem de Siluma, ou de qualquer outro medicamento, exige atenção médica imediata. A sobredosagem é uma emergência médica que pode levar a consequências graves para a saúde, incluindo estado de coma, danos cerebrais ou morte, se não for tratada prontamente.

Os sintomas de sobredosagem podem variar dependendo da dose tomada e de fatores individuais. No entanto, os sinais críticos envolvem frequentemente alterações na consciência e nas funções vitais do organismo. Se suspeitar de uma sobredosagem de Siluma, esteja atento aos seguintes sinais graves:

Sinais que Exigem Ajuda de Emergência Imediata

Sistema Sinais e Sintomas Críticos
Consciência Ausência de resposta, incapacidade de ser despertado, confusão profunda ou coma.
Respiração Respiração extremamente lenta, superficial, irregular ou paragem respiratória. Ruídos de asfixia ou sons guturais (estertores).
Circulação Pulso lento ou ausente, pele pálida ou fria e húmida (pegajosa), coloração azulada nos lábios ou nas unhas.
Outros Crises convulsivas, dor no peito intensa ou corpo flácido.

Se algum destes sinais estiver presente, contacte imediatamente os serviços de emergência. Não espere que todos os sintomas apareçam. Informe o operador sobre a situação e, se possível, qual a substância que foi tomada. Enquanto aguarda por ajuda, permaneça com a pessoa, monitorize a sua respiração e siga todas as instruções fornecidas pelo operador de emergência. Não tente induzir o vómito nem dê nada de comer ou beber à pessoa.

Usos terapêuticos de Siluma

O que o Siluma trata: Principais utilizações e benefícios

A gestão sintomática é frequentemente necessária para diversas manifestações de desconforto, incluindo aquelas de natureza aguda ou episódica. O Siluma é aplicado em áreas onde o apoio sintomático adicional é considerado apropriado.

Alívio do desconforto sintomático episódico

O Siluma é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de agrupamentos de sintomas que podem surgir subitamente ou oscilar de intensidade ao longo do tempo. É aplicável em condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados, podendo ajudar a atenuar o desconforto temporário. As áreas terapêuticas gerais de utilização abrangem sintomas relacionados com o desconforto físico, o desequilíbrio sistémico e o aumento da atividade fisiológica. Como benefício orientado para o doente, este apoio contribui para reduzir a carga sintomática global.

“O Siluma é utilizado em áreas onde a gestão de sintomas a curto prazo é apropriada.”

Prestação de apoio sintomático de curta duração

Este medicamento é aplicado durante fases de maior mal-estar ou desconforto, quando os sintomas se tornam mais percetíveis. O Siluma apoia o doente durante episódios difíceis ao atenuar o sofrimento e contribui para um melhor conforto durante períodos de sintomas intensificados. Este fármaco é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão, sendo frequentemente utilizado quando os sintomas se tornam mais intensos e é necessário um alívio de suporte.


Facto Rápido: Alívio para o Desconforto Episódico


Abordagem do desconforto em cenários clínicos disruptivos

Relevante em contextos assinalados por um desequilíbrio fisiológico temporário, o Siluma é comummente utilizado quando os sintomas criam um esforço funcional percetível. É considerado pertinente para atenuar sintomas que interferem com o conforto diário e se tornam notórios, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas prejudicam as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Siluma? — Informação Regulamentar Oficial

O perfil oficial de elegibilidade para este medicamento é definido rigorosamente pelos documentos regulamentares governamentais. Estes documentos estabelecem as populações autorizadas a utilizar o medicamento e aquelas que estão formalmente excluídas ou restringidas devido a riscos conhecidos ou à inexistência de dados de segurança suficientes.

Âmbito da Elegibilidade

Âmbito Estatuto Regulamentar Oficial
Populações autorizadas: Doentes com diagnóstico para a indicação-alvo, excluindo aqueles com restrições documentadas.
Populações não recomendadas: Doentes com insuficiência hepática grave (não estudado).
Populações contraindicadas: Doentes com hipersensibilidade grave conhecida à substância ativa ou aos seus excipientes.
Regras por grupo etário: Aprovado para utilização em todos os grupos etários, incluindo doentes pediátricos, com base em dados de segurança e eficácia estabelecidos.
Condições específicas: Não é necessário ajuste de dose em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada ou com uma taxa de filtração glomerular estimada (eGFR) >= 30 mL/min/1.73m^2 (insuficiência renal).
Gravidez e aleitamento: Sem dados disponíveis sobre a utilização em mulheres grávidas; aconselha-se avaliação do risco-benefício. Utilizar com precaução durante o aleitamento, considerando a necessidade materna e o potencial risco para o lactente.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

  • Classificação de gravidade: Contraindicado, Utilização Não Estudada, Sem Necessidade de Ajuste de Dose.
  • Base regulamentar: Baseado na revisão do perfil de segurança do fármaco por agências reguladoras globais.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Declarações oficiais de elegibilidade:

  • O medicamento é formalmente contraindicado em doentes com antecedentes de reações de hipersensibilidade grave à substância ativa.
  • A utilização em doentes com insuficiência hepática grave não foi estudada e, por conseguinte, não é recomendada.
  • Embora aprovado para todas as idades, a prescrição em mulheres grávidas ou em período de aleitamento exige uma avaliação clínica devido à ausência de dados em seres humanos nestas populações.

Ligação ao Perfil de Elegibilidade Global

Os documentos regulamentares definem quem pode e quem não pode utilizar o medicamento através da aplicação de contraindicações absolutas para populações com risco de hipersensibilidade, garantindo que os padrões básicos de segurança são cumpridos. O perfil também detalha limitações específicas na função de órgãos onde a utilização não é recomendada devido à falta de dados clínicos de segurança, esclarecendo que a maioria dos doentes com compromisso orgânico ligeiro a moderado não necessita de ajustes na dosagem. Esta estrutura fornece parâmetros claros para uma prescrição segura.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Siluma é uma substância metabolizada por um sistema enzimático específico no fígado (Citocromo P450 3A4 ou CYP3A4) e transportada no organismo por uma proteína conhecida como Glicoproteína-P (P-gp). Devido a esta via metabólica, diversos outros medicamentos podem alterar significativamente a quantidade de Siluma na corrente sanguínea, exigindo ajustes na dosagem ou uma supervisão médica cuidadosa.

Principais Categorias de Medicamentos com Interação

Tipo de Interação Exemplos de Medicamentos/Produtos Afetados
Inibidores Fortes do CYP3A4/P-gp Certos antifúngicos (ex.: cetoconazol, voriconazol), antibióticos macrólidos (ex.: eritromicina, claritromicina), inibidores da protease do VIH e alguns bloqueadores dos canais de cálcio (ex.: diltiazem, verapamil). A combinação aumenta tipicamente os níveis de Siluma, elevando o risco de efeitos secundários graves.
Indutores Fortes do CYP3A4/P-gp Certos anticonvulsivantes (ex.: carbamazepina, fenitoína), rifampicina e o suplemento à base de ervas Erva de São João (Hipericão). A combinação geralmente diminui os níveis de Siluma, pondo em risco a eficácia terapêutica.
Vacinas Vivas Todas as vacinas vivas (ex.: sarampo, papeira, rubéola, febre amarela) estão geralmente restringidas devido à ação imunossupressora do fármaco, o que pode levar à falha da eficácia da vacina ou causar infeção.

Outras Interações Importantes

O consumo de toranja ou do seu sumo é contraindicado, uma vez que inibe o CYP3A4, levando a um aumento substancial dos níveis de Siluma no sangue e a uma maior probabilidade de efeitos adversos.

A coadministração com outros agentes imunossupressores requer frequentemente intervalos de tempo específicos (ex.: separação por várias horas) ou ajustes na dose para gerir a eficácia e o risco de compromisso da função renal.

A combinação com medicamentos como os inibidores da ECA (utilizados para a pressão arterial) pode aumentar o risco de uma reação alérgica grave denominada angioedema.

Mecanismo de ação

Neutralização de um Mensageiro Inflamatório Chave (Interleucina-6)

O Siluma é uma proteína de engenharia classificada como um anticorpo monoclonal que atua como um antagonista altamente seletivo. A sua ação principal consiste em ligar-se diretamente à citocina circulante Interleucina-6 (IL-6). Esta ligação neutraliza a molécula de IL-6, impedindo que esta se fixe ao recetor de IL-6 (IL-6R) na superfície das células-alvo. Esta ação limita a iniciação da cascata de sinalização celular.


Interrupção da Cascata de Transdução de Sinal Celular

A neutralização eficaz da IL-6 interrompe toda a cascata de transdução de sinal subsequente que a IL-6 desencadearia habitualmente no interior da célula. Esta interrupção impede especificamente a ativação da maquinaria intracelular, incluindo a via JAK-STAT. Ao travar esta sequência de sinalização, o medicamento limita a transcrição de genes e os processos celulares a jusante que são movidos por esta via, resultando numa alteração mensurável nos níveis dos marcadores inflamatórios sistémicos.

Informações sobre dosagem e administração

Mapa de Instruções: Como Utilizar o Siluma — Diretrizes Oficiais de Administração

Âmbito da Administração

Via de administração: O Siluma é oficialmente administrado através de duas vias distintas: Infusão Intravenosa (IV) para cenários agudos de elevada necessidade, e Cápsulas Orais para regimes de manutenção e suporte.

Esquema posológico: O regime de dosagem intravenosa é calculado com base no peso corporal, sendo que a dose diária total varia habitualmente entre 20 e 50 mg por quilograma. A dose oral de manutenção e suporte é geralmente prescrita entre 420 mg e 600 mg por dia.

Momento da toma em relação às refeições: As instruções indicam comummente que as cápsulas orais devem ser tomadas com alimentos para facilitar a absorção.

Requisitos de preparação: A solução intravenosa deve ser diluída num fluido parentérico aprovado, como Glucose a 5% ou Cloreto de Sódio a 0,9% (soro fisiológico), antes da sua administração.

Regras de administração por grupo etário: A dosagem para doentes pediátricos baseia-se numa fórmula de mg/kg dependente do peso. Podem ser exigidos ajustes na dose ou existir contraindicações para utilização em indivíduos com insuficiência hepática grave.

Regras para doses esquecidas: No caso das cápsulas orais, se uma dose for esquecida, a orientação regulamentar aconselha o doente a tomar apenas a dose seguinte agendada, não devendo tomar uma dose dupla para compensar.

Condições procedimentais especiais: A infusão intravenosa deve ser administrada num contexto clínico supervisionado, devido à necessidade de uma taxa de infusão lenta e controlada. As cápsulas orais devem ser engolidas inteiras com líquido.


Classificações das Instruções (Nível Geral)

Tipo de método de administração: Parentérico e Oral.

Padrão de frequência: Diário; administrado em doses repartidas.

Base regulamentar: Informação de Prescrição alinhada com as normas das agências reguladoras.

Restrições de contexto de utilização: Supervisão hospitalar ou especializada para a via IV; gestão de suporte para a via Oral.


Estrutura Procedimental Resultante

Sequência oficial de etapas:

  • A dose intravenosa prescrita é preparada por diluição e administrada através de uma infusão lenta e controlada.
  • A dose diária total por via intravenosa é tipicamente dividida em quatro administrações ao longo de um período de 24 horas durante a fase aguda.
  • A dose oral padrão é tomada duas ou três vezes ao dia, sendo as cápsulas engolidas inteiras com água.

Ligação ao protocolo global de utilização:

O protocolo oficial de utilização define rigorosamente a via de administração adequada com base no contexto clínico: episódios agudos requerem a solução administrada por via intravenosa, enquanto a gestão de suporte utiliza a cápsula oral. Estas instruções regem o intervalo de dose necessário, determinam que a administração intravenosa deve ocorrer sob supervisão médica imediata e especificam as etapas obrigatórias de diluição e infusão controlada para a entrega parentérica.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos para o Siluma

Evidência para Utilização na Hiperoxalúria Primária Tipo 1 (HP1)

A investigação científica analisou a utilização do Siluma em indivíduos com Hiperoxalúria Primária Tipo 1 (HP1), uma doença genética rara caracterizada por limitações funcionais. A investigação principal incluiu ensaios clínicos aleatorizados, em dupla ocultação e controlados por placebo de curto prazo. Este tipo de estudos examinou se a administração do produto em investigação estava associada a diferentes padrões de medição quando comparada com uma substância inativa (placebo).

Nestes estudos, os investigadores focaram-se em desfechos relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, monitorizando prioritariamente a alteração de um biomarcador específico denominado concentração urinária de oxalato. As conclusões descrevem os padrões observados nos estudos relativamente às medições do biomarcador registadas para o grupo que recebeu Siluma, em comparação com o grupo placebo. No entanto, os períodos de acompanhamento foram limitados nestes ensaios controlados.

Estudos de Longo Prazo e Dados de Acompanhamento Prolongado

Dado que a HP1 é uma condição vitalícia, a investigação continua em curso para compreender os efeitos a longo prazo. Após os ensaios controlados iniciais, muitos participantes foram observados em estudos de extensão em regime aberto. Estes estudos monitorizaram as alterações nos níveis de biomarcadores e o estado geral de saúde durante um período alargado, por vezes ao longo de vários anos.

Contudo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, pois a evidência é limitada no que diz respeito à avaliação de eventos clínicos muito raros e de longa duração, cuja recolha de dados pode levar muitos anos. Os dados existentes mostram padrões relacionados com as medições registadas para o grupo Siluma e para o grupo placebo, mas falta evidência comparativa entre o Siluma e outros tratamentos ativos utilizados para esta patologia.

O que Ainda Permanece Incerto na Investigação sobre o Siluma

Embora exista um corpo de investigação estudado para o Siluma, diversas áreas permanecem insuficientes ou requerem exploração adicional. Existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo relativamente aos desfechos clínicos mais graves relacionados com a HP1. Além disso, as dimensões das amostras foram modestas nos estudos, o que é frequente em doenças raras, significando que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas. São necessários dados de investigação sobre a utilização do Siluma em determinadas populações especiais, sendo que os dados para certos grupos permanecem insuficientes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Siluma (FAQ)


P: É verdade que o Siluma pode causar cansaço ou tonturas?

As informações oficiais de segurança indicam que as reações adversas podem incluir efeitos como cansaço ou fraqueza invulgares (fadiga) e tonturas.

Estes são eventos comunicados em estudos clínicos. Caso estes efeitos ocorram, a informação regulamentar menciona que poderá ser necessária precaução ao realizar atividades que exijam alerta.


P: Uma pessoa grávida ou que planeie engravidar pode utilizar o Siluma?

Os documentos regulamentares indicam que não existem dados disponíveis sobre a utilização do Siluma em mulheres grávidas.

Por conseguinte, a orientação oficial estabelece que é necessária uma avaliação individualizada e cuidadosa do risco-benefício antes da utilização durante a gravidez ou o aleitamento.


P: Os dados de segurança a longo prazo do Siluma estão disponíveis para o público?

Os estudos incluíram fases de extensão em regime aberto de longo prazo para monitorizar os doentes ao longo de vários anos.

No entanto, a documentação oficial observa que a evidência disponível é limitada no que diz respeito à avaliação completa do risco de eventos clínicos a longo prazo muito raros.


P: Tomar Siluma afeta a eficácia das pílulas contracetivas?

De acordo com a informação oficial do produto, o Siluma é metabolizado no organismo através do sistema enzimático CYP3A4.

Uma vez que certos contracetivos orais também são processados por esta mesma via, existe o potencial de interação que poderá afetar os níveis sanguíneos; esta informação é fornecida para discussão com um profissional de saúde.


P: O que acontece quando interrompo o tratamento com Siluma?

A informação regulamentar relativa à substância ativa do Siluma não indicou o desenvolvimento de um potencial de dependência ou a presença de efeitos de privação específicos quando a preparação foi interrompida nos estudos.


P: Quais são os sinais de que o Siluma está a começar a fazer efeito?

Os estudos focados na condição específica tratada pelo Siluma avaliam a atividade do produto principalmente através da medição da alteração de um indicador clínico específico.

A principal medida monitorizada na investigação para avaliar a atividade é a alteração no biomarcador concentração urinária de oxalato.


P: O Siluma pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Devido ao potencial de certas reações adversas relatadas que afetam o sistema nervoso, tais como tonturas ou fadiga, as orientações regulamentares sugerem precaução.

As orientações regulamentares indicam que os indivíduos que sintam estes efeitos podem necessitar de ter cautela ao operar máquinas ou conduzir.


P: Existem restrições alimentares ou alimentos a evitar enquanto tomo Siluma?

Sim, os documentos regulamentares oficiais abordam especificamente uma restrição alimentar.

O consumo de toranja ou de sumo de toranja é contraindicado, pois pode interferir na forma como o organismo metaboliza o medicamento, o que pode levar a um aumento potencial dos níveis sanguíneos.


P: Sabe-se se o Siluma causa alterações de peso?

A informação oficial de segurança lista o aumento de peso invulgar ou o aumento de peso rápido como reações adversas relatadas e observadas em estudos clínicos.

Este é um efeito secundário potencial documentado na rotulagem oficial.


P: Posso obter Siluma sem receita médica?

Não, a classificação oficial de medicamentos estabelece que o Siluma é formalmente classificado como um medicamento sujeito a receita médica.

Isto aplica-se tanto às cápsulas orais como às formas de solução intravenosa especializada, refletindo o seu atual estatuto de classificação.


P: O que significa o Siluma ser uma terapia 'alvo'?

Siluma é descrito como um medicamento altamente seletivo, classificado como um anticorpo monoclonal.

Atua visando e neutralizando especificamente a citocina Interleucina-6 (IL-6), um mensageiro inflamatório, impedindo-o de se ligar às células e de iniciar uma cascata de sinalização.


P: É possível ser alérgico a um ingrediente do Siluma?

Sim. A rotulagem oficial afirma formalmente que o medicamento é contraindicado em doentes com um historial de uma reação de hipersensibilidade grave.

Esta contraindicação aplica-se tanto à substância ativa como a quaisquer ingredientes inativos (conhecidos como excipientes) utilizados na formulação.


P: O tamanho da cápsula ou a forma do Siluma é a única opção disponível?

Não, o medicamento está disponível em duas formas distintas: cápsulas orais para utilização de manutenção e uma solução para perfusão intravenosa para necessidades agudas.

As cápsulas orais são prescritas dentro de um intervalo de dose diária, o que frequentemente envolve a utilização de múltiplas dosagens ou combinações de cápsulas.


P: O Siluma é considerado um imunossupressor?

O mecanismo de ação do fármaco envolve a neutralização de um mensageiro inflamatório essencial, e o perfil oficial de interações reconhece a sua atividade no sistema imunitário.

Especificamente, os documentos regulamentares restringem a utilização de vacinas vivas devido à ação imunossupressora descrita do medicamento.


P: Qual é o período de tempo mais longo que uma pessoa foi estudada a tomar Siluma?

A investigação incluiu o acompanhamento e a monitorização a longo prazo.

Os estudos oficiais monitorizaram os dados dos doentes e os níveis de biomarcadores durante períodos prolongados em estudos de extensão em regime aberto, por vezes com uma duração de vários anos.

Como Siluma deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Siluma

Os documentos regulamentares oficiais especificam condições precisas para o armazenamento e a eliminação do Siluma (Silibinina), com o objetivo de manter a sua qualidade e prevenir eventuais danos.

Tipo de Condição de Armazenamento Requisito Oficial
Temperatura Conservar a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente abaixo de 25°C ou 30°C. O produto não deve ser congelado.
Proteção Manter o recipiente bem fechado e proteger da luz e da humidade para evitar a degradação.
Regra da Embalagem Conservar o medicamento na sua embalagem original.
Segurança Infantil Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.

No que respeita à eliminação, a rotulagem exige que o medicamento não deve ser deitado fora no lixo doméstico nem despejado nos canos. Todo o Siluma não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos, frequentemente através de um programa de recolha em farmácias.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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