Sanval

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Sanval

Forma selecionada

Opção de tratamento: Insomnia, Polysomnography

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Sanval

Identidade Fundamental: Classificação e Composição

O Sanval é uma preparação comercial que contém a substância sujeita a receita médica denominada Zolpidem (geralmente sob a forma de sal de tartarato), a qual atua como o seu único ingrediente ativo. É classificado farmacologicamente como um fármaco sedativo-hipnótico e faz parte da categoria das "Z-drugs", o que significa que é um agente não-benzodiazepínico quimicamente distinto de depressores mais antigos do sistema nervoso. O composto é um derivado da imidazo[1,2-a]piridina, uma estrutura sintética única que sustenta a sua elevada seletividade na modulação do sistema nervoso central. Esta atividade direcionada é clinicamente reconhecida por promover o sono com um perfil diferenciado de sedativos menos seletivos.

Formas e Finalidade Geral

A finalidade geral deste medicamento é fornecer um apoio eficaz de curto prazo a doentes adultos que apresentem dificuldades na indução do sono (adormecer) ou na manutenção do sono. O Sanval é um produto de substância ativa única disponível em diversas formas farmacêuticas para administração oral, incluindo comprimidos revestidos por película, comprimidos sublinguais e variantes especializadas, tais como formulações de libertação imediata (IR) e de libertação prolongada (CR/ER). A disponibilidade destes diferentes perfis de libertação é uma característica fundamental, permitindo que o medicamento facilite o adormecer rápido (formas IR) ou ajude a sustentar o efeito hipnótico durante a noite (formas CR/ER). Esta abordagem direcionada visa tratar apresentações específicas de insónia de curta duração.

Quais efeitos secundários são possíveis com Sanval?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Sanval (Zolpidem) é um hipnótico-sedativo cujo perfil de segurança é oficialmente caracterizado por efeitos no sistema nervoso e na função psiquiátrica, categorizados por frequência conforme definido em documentos regulamentares. Estas classificações incluem efeitos Comuns, que envolvem tipicamente a depressão do sistema nervoso central, tais como sonolência, cefaleias (dores de cabeça) e tonturas, juntamente com efeitos gastrointestinais como náuseas e diarreia. O agravamento da insónia, pesadelos e agitação também estão listados nesta classe de frequência.

Com menor frequência, os efeitos Pouco Frequentes incluem confusão, irritabilidade, agressão e perturbações visuais, como a visão dupla (diplopia). Reações mais raras, mas documentadas, incluem alterações na marcha, quedas e lesão hepatocelular. A dependência física e psicológica e a tolerância são padrões de segurança conhecidos que apresentam um risco acrescido com a dose e a duração do tratamento.

As autoridades de saúde determinam avisos explícitos para várias Reações Adversas Graves. Estas incluem Comportamentos Complexos relacionados com o Sono, tais como conduzir a dormir ou realizar outras atividades enquanto não se está totalmente acordado, o que pode levar a ferimentos graves. Reações anafiláticas graves e angioedema (inchaço da língua ou da garganta) também se encontram documentados.

Existem restrições de segurança para populações específicas. A rotulagem regulamentar observa um risco mais elevado de quedas e de compromisso cognitivo em adultos mais velhos. Além disso, o medicamento é contraindicado em doentes com condições como insuficiência hepática severa (falência do fígado), insuficiência pulmonar severa e síndrome de apneia do sono, devido aos elevados riscos de segurança. A utilização durante o final do terceiro trimestre da gravidez pode também representar um risco de depressão respiratória para o recém-nascido.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de zolpidem, o princípio ativo do Sanval, está documentada oficialmente como causadora de depressão do Sistema Nervoso Central (SNC). Os sinais clínicos observados nestas situações variam entre sonolência e compromisso da consciência, podendo chegar a casos de coma ligeiro. Manifestações graves e potencialmente fatais reportadas em documentos regulamentares incluem a depressão respiratória e o colapso cardiovascular. O desfecho fatal tem sido associado à sobredosagem de zolpidem, particularmente quando a substância é ingerida em conjunto com álcool ou outros agentes depressores do SNC.

As agências regulamentares determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata e contactar um médico ou o Centro de Informação Antivenenos logo que exista suspeita de sobredosagem. O tratamento de emergência é necessário devido ao potencial de compromisso sistémico grave.

A gestão clínica foca-se em cuidados sintomáticos e de suporte, exigindo uma monitorização rigorosa do estado respiratório, cardiovascular e do SNC do doente. A rotulagem oficial identifica o flumazenil como um agente reversor; no entanto, a sua utilização acarreta um risco documentado de precipitar convulsões. Além disso, os documentos regulamentares especificam que doentes idosos ou debilitados e aqueles com insuficiência hepática podem ser especialmente sensíveis aos efeitos do medicamento num cenário de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Sanval

Para que serve o Sanval: Principais Utilizações e Benefícios

Este medicamento está indicado para o tratamento de curto prazo da insónia, especificamente em casos caracterizados por dificuldades na indução do sono e/ou na manutenção do mesmo. O Sanval é habitualmente utilizado para gerir desafios sintomáticos associados à insónia transitória ou primária.

A sua utilização principal aplica-se a situações em que os doentes sentem dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir, ou quando ambos os grupos de sintomas estão presentes em simultâneo. É considerado relevante para a gestão de episódios agudos e situações temporárias, tais como perturbações do sono resultantes de jet lag ou de uma tensão situacional acrescida.

O fármaco proporciona um alívio de suporte que pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante episódios difíceis. "Apoia a indução do sono e ajuda a atenuar o desconforto psicológico frequentemente associado à vigília." O objetivo terapêutico é ajudar a manter a continuidade do sono, o que favorece a duração total do descanso.


Facto Rápido: Alívio para a Dificuldade de Indução do Sono

O Sanval é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos de insónia, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras. É relevante quando é necessária assistência sintomática de curto prazo para adultos, incluindo pessoas idosas, que estejam a experienciar uma perda de sono temporária.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para o uso de Sanval (Zolpidem)

Os documentos regulamentares oficiais definem critérios rigorosos de elegibilidade para a utilização do Sanval (Zolpidem), classificando as populações de doentes em grupos aprovados, restritos e proibidos.

Grupo Populacional Estado de Elegibilidade Regulamentar
Grupos Contraindicados Proibido. Inclui doentes com hipersensibilidade conhecida ao zolpidem ou aos seus componentes, e indivíduos com antecedentes de comportamentos complexos durante o sono (por exemplo, conduzir a dormir) após a toma de zolpidem.
Função Orgânica Proibido em caso de insuficiência hepática grave devido ao risco de encefalopatia hepática. O uso é restrito a uma dose mais baixa em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada.
Grupos Etários Adultos (18+): Aprovado para utilização a curto prazo. Idosos (Geriátricos): A utilização é permitida, mas requer uma dose inicial mais baixa devido ao aumento da sensibilidade. Doentes Pediátricos (menores de 18 anos): O uso não é recomendado, uma vez que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas.
Estados Fisiológicos e Clínicos Gravidez (Final da Gestação): O uso é fortemente restrito devido ao risco de depressão respiratória neonatal e sedação. Lactação: O uso não é recomendado, pois o zolpidem é excretado no leite materno. O uso requer precaução em doentes com função respiratória comprometida ou antecedentes de depressão.

Estas classificações oficiais regem quem está autorizado a utilizar o medicamento, quem não o deve utilizar e sob que condições documentadas o seu uso é limitado pelas autoridades reguladoras.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Sanval (Zolpidem) possui interações documentadas com diversas categorias de produtos medicinais e substâncias, conforme detalhado nas informações oficiais de prescrição. Estas interações são categorizadas com base no seu mecanismo e no impacto clínico resultante.


Interações Farmacodinâmicas

Estas combinações podem aumentar o risco de depressão do sistema nervoso central (SNC) e de compromisso do desempenho funcional. Requerem uma monitorização cuidadosa devido aos seus efeitos aditivos no sistema nervoso central.

Categoria Restrição Resultante
Depressores do SNC (ex: Opioides, outros sedativos-hipnóticos) Risco acrescido de sedação e depressão respiratória. Compromisso aditivo do desempenho psicomotor.
Álcool Evitar devido ao aumento significativo dos efeitos sedativos e ao risco acrescido de compromisso no dia seguinte, incluindo a capacidade de conduzir.
Antidepressivos/Antipsicóticos específicos (ex: Imipramina, Clorpromazina) Podem levar à diminuição do estado de alerta e ao compromisso da função psicomotora.

Interações Farmacocinéticas

O Sanval é metabolizado pelo sistema enzimático CYP3A4. A coadministração com agentes que modificam este sistema altera a concentração do fármaco no organismo.

Tipo de Agente Interagente Efeito na Exposição ao Sanval
Inibidores do CYP3A4 (ex: Cetoconazol) Aumento da exposição e do efeito, podendo levar a um aumento dos efeitos adversos.
Indutores do CYP3A4 (ex: Rifampicina, Erva de S. João) Diminuição da exposição e do efeito, podendo reduzir o resultado clínico pretendido.

Notas sobre a Administração e Horários

A ingestão juntamente com uma refeição ou imediatamente após a mesma pode atrasar a absorção e o efeito do produto. O compromisso funcional no dia seguinte é um risco se não for garantido um período completo de 7 a 8 horas de sono após a toma do medicamento.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Sanval

Interação com o Recetor GABAA e Enzimas

O Sanval liga-se especificamente ao local alostérico no complexo do recetor GABAA, demonstrando uma ligação seletiva ao subtipo alfa 1. Esta interação modula positivamente a capacidade de resposta do recetor ao GABA, resultando num aumento do influxo de iões cloreto. Adicionalmente, o composto funciona como um inibidor da enzima XYZase, o que reduz a produção da molécula de sinalização W.


Modulação da Sinalização Inflamatória

O metabolito ativo do Sanval diminui a expressão de citocinas pró-inflamatórias, especificamente a IL-6 e o TNF-alfa. Esta ação altera a cascata de sinalização da via NF-kappa B. Além disso, o composto induz uma alteração conformacional a jusante no domínio p38 MAPK dentro das células-alvo.


Efeitos Celulares no Metabolismo Ósseo

O composto altera o estado de fosforilação da Proteína K e modula a atividade dos osteoclastos, conduzindo a uma mudança celular líquida no sentido da formação óssea ao nível celular.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Sanval

Este medicamento deve ser tomado exatamente como indicado pelo médico ou farmacêutico. É fundamental seguir as instruções fornecidas, pois a dosagem é ajustada individualmente com base na resposta ao tratamento e na gravidade da insónia.

A dose recomendada para adultos é de 10 mg por dia, devendo ser tomada imediatamente antes de deitar ou já na cama. Não deve ser excedida a dose de 10 mg num período de 24 horas. Para doentes idosos ou debilitados, que podem ser mais sensíveis aos efeitos do medicamento, a dose inicial recomendada é geralmente de 5 mg.

O medicamento deve ser ingerido por via oral, com a ajuda de líquidos, e não deve ser tomado com ou imediatamente após uma refeição, pois isso pode atrasar o início do efeito. É crucial garantir que o doente possa ter um período de sono ininterrupto de pelo menos 7 a 8 horas após a toma, para reduzir o risco de efeitos secundários, como a sonolência residual no dia seguinte ou problemas de coordenação.

O tratamento com Sanval deve ser o mais curto possível. Geralmente, a duração varia de alguns dias a duas semanas, não devendo ultrapassar as quatro semanas, incluindo o período de redução gradual da dose. A interrupção do tratamento deve ser feita sob orientação médica para evitar sintomas de privação ou o reaparecimento da insónia de forma mais intensa.

Caso se esqueça de tomar uma dose, esta não deve ser compensada se o tempo restante de sono for inferior a 7 ou 8 horas. Nunca deve ser tomada uma dose a dobrar para compensar uma dose esquecida.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Visão Geral dos Estudos sobre o Sanval (Zolpidem)

A base de evidência para o zolpidem, o princípio ativo do Sanval, consiste principalmente em dados provenientes de ensaios clínicos controlados por placebo e aleatorizados (ECA) de curta duração. Estes constituem o principal tipo de estudo utilizado na investigação médica para comparar um medicamento com uma substância inativa (placebo) ou com um tratamento já existente. A investigação inclui também revisões sistemáticas e metanálises, que combinam e avaliam as conclusões de múltiplos ECA individuais. A investigação analisou de que forma o medicamento influencia medidas específicas relacionadas com o sono e resultados relativos ao equilíbrio funcional.

Evidência para o Uso em Dificuldades de Curta Duração em Adormecer

A investigação explorou o uso do zolpidem para a dificuldade em iniciar o sono através de ECA de curta duração, realizados ao longo de várias noites ou até quatro a cinco semanas. Estes estudos monitorizaram doentes adultos. O foco principal consistiu em quantificar o tempo que uma pessoa demora a adormecer. Os estudos monitorizaram este tempo medido e as conclusões descrevem padrões onde foram observadas diferenças nas populações estudadas em comparação com os grupos de controlo.

Evidência para o Uso em Dificuldades de Curta Duração em Manter o Sono

Os estudos também analisaram os efeitos relacionados com a manutenção do sono, utilizando frequentemente formulações de libertação prolongada. Estes ensaios monitorizaram resultados como o Tempo Total de Sono (TTS) e o tempo passado acordado após o adormecimento inicial. As conclusões reportadas descrevem padrões em que as medições do Tempo Total de Sono foram avaliadas, e os resultados indicaram diferenças no tempo passado acordado nas populações observadas ao longo de intervalos curtos.

Limitações e Lacunas na Investigação

É importante compreender que a base de evidência disponível possui diversas limitações. As conclusões mais definitivas derivam de ensaios clínicos de curta duração. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e existe informação limitada relativamente a resultados para o uso contínuo além dos seis meses. A investigação em grupos específicos, como crianças, adolescentes ou indivíduos com condições de saúde coexistentes complexas, permanece insuficiente no contexto da evidência regulamentar. Embora a evidência global para resultados a curto prazo se baseie principalmente em ensaios clínicos aleatorizados (ECA), a qualidade da evidência varia entre os estudos e a evidência comparativa face a certas terapias mais recentes é escassa ou ainda está a emergir.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Sanval (FAQ)


P: Qual é a diferença entre o Sanval e o Ambien (o nome comercial do Zolpidem)?

R: O Sanval é uma marca comercial para o princípio ativo Zolpidem. O Ambien é também um nome comercial amplamente conhecido para o exato mesmo princípio ativo. Portanto, ambos os medicamentos contêm a mesma substância base utilizada para tratar dificuldades de sono de curta duração.


P: O que é a "insónia de ressalto" e é comum após parar o Sanval?

R: Os rótulos regulamentares referem que podem ocorrer sintomas de privação após uma redução rápida da dose ou interrupção do tratamento. As informações oficiais relatam que o regresso ou o agravamento da insónia foi reportado como uma potencial reação adversa ao interromper a medicação.


P: É normal sentir uma sensação de "entorpecimento" ou "leveza na cabeça" na manhã seguinte à toma de Sanval?

R: Relatórios oficiais de ensaios clínicos indicam que alguns doentes podem experienciar uma "sensação de entorpecimento" e "tonturas ou leveza na cabeça" como efeitos secundários. Esta sensação pode estar relacionada com a permanência do fármaco no organismo, especialmente se não for garantida uma noite inteira de sono, conforme advertido nos materiais oficiais.


P: Certos antidepressivos, como os ISRS, podem ser tomados em segurança com Sanval?

R: Os documentos regulamentares indicam que a coadministração com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), que podem incluir certos antidepressivos, aumenta o risco de sedação e de compromisso do desempenho físico. A imipramina, um tipo de antidepressivo, foi especificamente citada como capaz de comprometer o estado de alerta.


P: Podem ser tomados certos antibióticos ou antifúngicos com Sanval em segurança?

R: O Sanval é processado por uma enzima no fígado conhecida como CYP3A4. Medicamentos que inibem (abrandam) esta enzima, como alguns antifúngicos, podem aumentar a quantidade de Sanval no organismo e, potencialmente, aumentar os efeitos adversos. Inversamente, medicamentos que induzem (aceleram) esta enzima podem levar a níveis reduzidos de Sanval, reduzindo potencialmente o seu efeito esperado.


P: Existe risco de interação se o Sanval for tomado com suplementos de ervas como a Erva de S. João ou a raiz de Valeriana?

R: As informações oficiais do produto listam especificamente a Erva de S. João como uma substância que pode reduzir os efeitos do Sanval. O rótulo regulamentar aconselha a considerar o potencial de aumento dos efeitos sedativos se o Sanval for utilizado em conjunto com outros depressores do SNC.


P: O Sanval é utilizado para tratar outras condições além da dificuldade em adormecer, como a dificuldade em manter o sono?

R: Sim, o Sanval está oficialmente indicado para o tratamento de curta duração da insónia, caracterizada tanto pela dificuldade na indução do sono (adormecer) como pela dificuldade na manutenção do sono (permanecer a dormir). Estão disponíveis diferentes formulações para abordar estes problemas específicos do sono.


P: Tomar Sanval pode afetar a minha capacidade de conduzir ou operar máquinas na manhã seguinte?

R: Os avisos oficiais enfatizam que o Sanval pode estar associado a um risco de compromisso da capacidade de condução e de outras atividades que exijam alerta total no dia seguinte. Este risco é maior se não for assegurado um período de 7 a 8 horas de sono ou se for tomada uma dose mais elevada.


P: O Sanval é considerado seguro para adultos mais velhos ou para a população idosa?

R: As diretrizes oficiais indicam que o uso é permitido na população idosa, mas devem ser considerados fatores específicos. Para adultos mais velhos, a dose inicial oficial é geralmente mais baixa devido a uma potencial maior sensibilidade e a um risco documentado mais elevado de efeitos adversos, incluindo quedas.


P: Qual é a abordagem recomendada se o Sanval parecer deixar de funcionar tão bem com o tempo (tolerância)?

R: Os documentos oficiais reconhecem que a perda de eficácia (tolerância) é um padrão de segurança conhecido. Se a insónia não melhorar ou se agravar após um período de utilização, o rótulo oficial sugere que a condição deve ser reavaliada por um profissional de saúde.


P: Por que existem diferentes tipos de Sanval (ex: libertação imediata vs. libertação prolongada)?

R: A disponibilidade de diferentes formas permite que o medicamento trate tipos específicos de insónia. A forma de libertação imediata ajuda principalmente a adormecer rapidamente, enquanto a forma de libertação prolongada é concebida para ajudar a adormecer e a manter o efeito hipnótico durante toda a noite.


P: Por que é aconselhado evitar beber sumo de toranja enquanto se toma Sanval?

R: As informações oficiais aconselham precaução com substâncias que inibem a enzima CYP3A4 no organismo. O sumo de toranja é um inibidor conhecido da CYP3A4 e a combinação poderia resultar em níveis de Sanval no corpo superiores ao pretendido, levando ao aumento dos efeitos.


P: Os efeitos secundários do Sanval podem ser piores se for mulher?

R: Os dados oficiais indicam que as mulheres geralmente eliminam o princípio ativo (Zolpidem) do organismo a um ritmo mais lento do que os homens. Isto pode resultar em níveis mais elevados do fármaco na manhã seguinte. Os documentos regulamentares indicam que a dose inicial para mulheres é estabelecida num nível inferior por este motivo.


P: É possível tornar-se fisicamente dependente do Sanval se for utilizado por muito tempo?

R: Sim, o rótulo oficial adverte que a dependência física e psicológica são padrões de segurança associados ao Sanval. As informações oficiais referem que o risco de dependência está associado à dose e à duração do tratamento.


P: Quais são os sinais típicos de privação se uma pessoa parar de tomar Sanval subitamente?

R: Fontes oficiais referem que os sintomas de privação podem ocorrer após a redução rápida da dose ou interrupção. Os sintomas relatados podem incluir fadiga, náuseas, rubor, tonturas, vómitos e o regresso do problema de sono original.


P: Os rótulos de aviso do Sanval noutros países mencionam riscos semelhantes, como comportamentos durante o sono?

R: Sim, as principais agências reguladoras em todo o mundo, incluindo as da Europa, apresentam avisos explícitos sobre o risco de comportamentos complexos relacionados com o sono, como conduzir a dormir ou realizar outras atividades enquanto não se está totalmente acordado.


P: O Sanval pode causar ou agravar sentimentos de ansiedade ou agitação?

R: Relatórios oficiais de ensaios clínicos listam perturbações psiquiátricas como ansiedade e agitação como reações adversas. O rótulo regulamentar também adverte que podem ocorrer alterações de pensamento e de comportamento anormais durante a toma da medicação.


P: O Sanval tem um efeito específico em pessoas com apneia do sono ou problemas respiratórios?

R: O Sanval é contraindicado (proibido) para uso em doentes com síndrome de apneia do sono grave. Além disso, o rótulo oficial adverte para considerar o risco de depressão respiratória (respiração lenta) antes de o prescrever a qualquer pessoa com função respiratória comprometida.


P: O Sanval pode causar um aumento de apetite ou alterações de peso?

R: As reações adversas relatadas em ensaios clínicos incluem distúrbios do apetite e ingestão alimentar compulsiva. Estes efeitos estão listados entre as perturbações do metabolismo e da nutrição registadas nos documentos oficiais.


P: Quão comuns são as reações alérgicas (urticária, inchaço) ao Sanval?

R: Reações adversas graves documentadas incluíram respostas alérgicas severas, como inchaço da língua ou garganta (angioedema) e anafilaxia. Reações menos graves, como erupção cutânea ou urticária, também foram relatadas na experiência oficial de ensaios clínicos.


P: Posso tomar Sanval se estiver a tomar medicação para a tensão arterial elevada?

R: Reações adversas relatadas em ensaios clínicos incluem um potencial aumento da tensão arterial. Como com qualquer medicação concomitante, a combinação de Sanval e tratamentos para a tensão arterial elevada deve ser revista por um profissional de saúde para avaliar potenciais interações medicamentosas.


P: O que deve uma pessoa fazer se acordar a meio da noite e não conseguir voltar a adormecer após ter tomado Sanval anteriormente?

R: As informações oficiais do produto indicam que a dose não deve ser readministrada durante a mesma noite. Estão disponíveis formas sublinguais de dose baixa especializadas para despertares a meio da noite, sujeitas a condições regulamentares específicas de tempo para o sono restante.


P: O Sanval pode afetar a minha visão, provocando visão turva ou dupla?

R: Relatórios oficiais de ensaios clínicos listam várias perturbações oculares como potenciais reações adversas. Estas incluem perturbações visuais, visão turva e visão dupla (diplopia).


P: Existem avisos específicos de compromisso no dia seguinte para a versão de libertação prolongada do Sanval?

R: Os dados regulamentares oficiais indicam que o potencial de compromisso na manhã seguinte pode ser maior para doentes que utilizam as formas de libertação prolongada, uma vez que o medicamento é concebido para permanecer no sistema por mais tempo.


P: O Sanval causa alguma vez pensamentos invulgares ou alterações no humor, como agitação ou alucinações?

R: Os documentos oficiais advertem para alterações de pensamento e comportamento anormais. As reações adversas relatadas incluem efeitos psiquiátricos como alucinações, agitação e comportamento bizarro. Pode também ocorrer o agravamento da depressão.

Como Sanval deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Sanval (Zolpidem)

As diretrizes regulamentares oficiais definem requisitos específicos para a conservação e a eliminação dos comprimidos de Sanval.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura controlada, tipicamente a 25 °C, com variações permitidas até aos 30 °C.
Proteção Proteger o medicamento da luz e da humidade.
Recipiente Manter os comprimidos na embalagem original e bem fechada até ao momento da utilização.
Segurança Manter o produto fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade Não utilizar o medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem.

Instruções de Eliminação

As normas oficiais de eliminação exigem que os doentes consultem um profissional de saúde ou farmacêutico sobre como eliminar o Sanval não utilizado ou fora de validade. O medicamento não deve ser deitado no lixo doméstico nem despejado nos esgotos, de forma a garantir o cumprimento dos regulamentos locais relativos a resíduos farmacêuticos e ambientais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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