Ronic

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ronic

O que é o Ronic?

O Ronic é um medicamento que contém a substância ativa anastrozol, pertencente a um grupo de fármacos denominados inibidores da aromatase. Este medicamento é utilizado principalmente no tratamento do cancro da mama numa fase inicial ou avançada em mulheres que já passaram pela menopausa.

O funcionamento do Ronic baseia-se na redução da quantidade da hormona estrogénio produzida pelo organismo. Em muitos casos de cancro da mama em mulheres pós-menopáusicas, o crescimento das células cancerígenas é estimulado pelo estrogénio circulante. Ao bloquear a enzima aromatase, que é responsável pela produção de estrogénio a partir de outras hormonas no corpo, o Ronic ajuda a interromper ou a abrandar o desenvolvimento destas células malignas.

Este medicamento é habitualmente prescrito como um tratamento a longo prazo para prevenir a recorrência da doença após cirurgia ou outros tratamentos iniciais, ou para gerir a progressão da doença em estados mais avançados. É fundamental que a utilização do Ronic seja acompanhada por um profissional de saúde, garantindo que o perfil clínico da doente é adequado para este tipo de terapia hormonal.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ronic?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Sendo um glucocorticoide de ação prolongada e elevada potência, o Ronic (Dexametasona) possui um perfil de segurança abrangente e bem documentado que reflete os seus efeitos sistémicos em múltiplos sistemas fisiológicos. As reações adversas oficialmente listadas são categorizadas pelo sistema de órgãos afetado e pela sua frequência comunicada na utilização clínica, a qual pode variar consoante o documento regulamentar.


Padrões de Segurança e Envolvimento de Sistemas

O perfil de segurança está intrinsecamente ligado à duração da exposição ao fármaco. Um aspeto fundamental é o efeito documentado no Sistema Endócrino e no Metabolismo, incluindo o desfecho Muito Comum de supressão adrenal (insuficiência adrenocortical secundária), particularmente em tratamentos prolongados, bem como os efeitos comuns de aumento de peso e hiperglicemia. A utilização a longo prazo está habitualmente associada ao desenvolvimento de características cushingoides.

Os efeitos adversos que envolvem o Sistema Musculoesquelético incluem a osteoporose e a fraqueza muscular (miopatia), com o risco a apresentar-se frequentemente aumentado em adultos mais velhos. São também observados efeitos no Sistema Gastrointestinal, incluindo a ocorrência pouco frequente documentada de ulceração péptica e, raramente, reações adversas graves como perfuração ou hemorragia. A informação do medicamento lista ainda efeitos no Olho (por exemplo, cataratas e glaucoma) e no domínio Psiquiátrico (como alterações de humor e insónia).

Devido à sua ação imunossupressora, o tratamento com Ronic está associado a uma suscetibilidade acrescida e ao potencial de exacerbação de infeções e infestações preexistentes, incluindo infeções oportunistas.


Considerações Especiais de Segurança e Temporalidade

Os documentos regulamentares assinalam considerações de segurança específicas para determinadas populações de doentes. Os doentes pediátricos apresentam risco de atraso no crescimento, o que requer uma monitorização cuidadosa. Os adultos mais velhos podem ter um risco acrescido de efeitos secundários específicos, tais como osteoporose e hipertensão. O Ronic está oficialmente contraindicado para utilização em indivíduos com infeções fúngicas sistémicas preexistentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que uma sobredosagem aguda com Dexametasona raramente constitui um problema clínico. No entanto, o risco de toxicidade está associado a uma exposição prolongada e excessiva ao medicamento.

Manifestações Documentadas e Resultados Graves

A utilização prolongada acima dos níveis prescritos pode resultar em supressão adrenocortical e no desenvolvimento de um estado cushingoide. Os resultados graves que requerem atenção incluem o risco de insuficiência adrenal aguda fatal se o fármaco for interrompido subitamente após uma utilização crónica. Outras manifestações documentadas que podem necessitar de cuidados de emergência incluem convulsões e distúrbios hidroeletrolíticos significativos, tais como hipertensão grave. Em doentes com compromisso hepático grave ou em idosos, os efeitos do fármaco podem ser potenciados, aumentando o risco de desfechos adversos.

Medidas de Emergência Determinadas pelos Reguladores

Ação Necessária Resumo das Orientações Oficiais
Ajuda Imediata Procure assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem; contacte o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou os serviços de emergência (112).
Antídoto Não é conhecido qualquer antídoto específico para a sobredosagem de Dexametasona.
Gestão Clínica O tratamento limita-se estritamente a medidas sintomáticas e de suporte, incluindo a monitorização dos sinais vitais e avaliações laboratoriais.

Deve procurar-se ajuda médica urgente em todos os casos de suspeita de sobredosagem para iniciar os cuidados de suporte e a monitorização adequados.

Usos terapêuticos de Ronic

O que o Ronic trata: principais utilizações e benefícios

O Ronic (Dexametasona) é um medicamento que geralmente contribui para o apoio sintomático de doentes que enfrentam desafios clínicos significativos, focando-se num alívio anti-inflamatório e imunossupressor intenso. É habitualmente utilizado em diversas áreas médicas quando os sintomas se tornam intensos, sendo considerado relevante nos casos em que é necessária uma moderação rápida das manifestações. De acordo com os padrões terapêuticos estabelecidos, a sua aplicação abrange diversas categorias de tratamento.

Domínios Terapêuticos Principais

Este medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, auxiliando na gestão de condições como alergias graves, exacerbações asmáticas agudas, distúrbios autoimunes, certas patologias hematológicas e oncológicas, e edema cerebral. O fármaco pode ajudar a gerir agrupamentos de sintomas que se tornem intensos ou disruptivos, tais como inchaço profundo, dor severa e compromisso respiratório.

“Ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas se tornam mais percetíveis.”

O Ronic é relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, oferecendo um alívio sintomático que pode ajudar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas durante manifestações difíceis e recorrentes, prestando um suporte que contribui para atenuar a carga sintomática global.


Facto Rápido: Alívio da Inflamação
O Ronic é comummente utilizado quando é adequado um apoio sintomático de curto prazo para abordar o desconforto sistémico ou localizado relacionado com a inflamação aguda ou com uma resposta imunitária excessiva.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Ronic?

A elegibilidade para o Ronic (Dexametasona) é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares com base em contraindicações, idade e estado de saúde atual. O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por doentes com infeções fúngicas sistémicas, hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou por aqueles que apresentem herpes simplex ocular ativo.

Populações com Restrições de Utilização

Grupo Populacional Restrição de Elegibilidade
Gravidez/Amamentação Não recomendado; classificado como acarretando riscos de toxicidade embriofetal e supressão do crescimento em lactentes.
Pediatria A utilização é limitada e exige precaução devido ao potencial de inibição do crescimento e do desenvolvimento esquelético.
Idosos A utilização é permitida, mas requer uma monitorização clínica próxima devido à maior suscetibilidade a efeitos como hipertensão e osteoporose.

Condições que Exigem Precaução

A utilização de Ronic requer uma precaução especial em indivíduos com certas condições preexistentes. Estas incluem úlceras pépticas ativas ou latentes, historial de perturbações afetivas graves ou psicose, diabetes, osteoporose e condições cardiovasculares específicas, como a insuficiência cardíaca congestiva. Indivíduos a receber doses imunossupressoras estão proibidos de receber vacinas vivas ou vivas atenuadas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Ronic com Outros Medicamentos e Produtos

Esta secção resume as interações medicamentosas oficialmente documentadas para o Ronic (Dexametasona), conforme especificado na rotulagem regulamentar.

Classificação da Interação Agentes Interagentes (Exemplos) Declaração Regulamentar Oficial
Combinações Contraindicadas Vacinas Vivas Atenuadas A coadministração é restrita quando o Ronic é utilizado em doses imunossupressoras, devido ao risco de diminuição da resposta de anticorpos séricos.
Modificação da Exposição (Diminuição) Indutores Fortes da CYP3A4 (Fenitoína, Rifampicina) Estes agentes aumentam a depuração metabólica do Ronic, levando à redução das concentrações sistémicas e a uma potencial diminuição da eficácia.
Modificação da Exposição (Aumento) Inibidores Fortes da CYP3A4 (Cetoconazol, Itraconazol) Estes agentes diminuem a depuração do Ronic, o que pode aumentar os seus níveis plasmáticos e o risco de efeitos relacionados com os corticosteroides.
Riscos Farmacodinâmicos AINEs (Ibuprofeno, Naproxeno) O uso concomitante aumenta o risco oficialmente documentado de hemorragia gastrointestinal e ulceração devido à toxicidade aditiva.
Metabólicas/Farmacodinâmicas Agentes Antidiabéticos (Insulina, Metformina) Os efeitos do Ronic podem reduzir a eficácia dos medicamentos antidiabéticos, aumentando potencialmente os níveis de glicose no sangue.
Riscos Farmacodinâmicos Talidomida, Lenalidomida A utilização combinada está associada a um risco acrescido, documentado a nível regulamentar, de tromboembolismo venoso.
Riscos Farmacodinâmicos Agentes Depletores de Potássio (Diuréticos, Anfotericina B) A coadministração aumenta o risco documentado de hipocalemia (níveis baixos de potássio).
Produtos Não Medicinais Álcool, Erva de São João Recomenda-se precaução com o álcool devido ao risco acrescido de ulceração gastrointestinal. Prevê-se que a Erva de São João diminuu a concentração de Ronic por atuar como indutor da CYP3A4.

A documentação regulamentar refere que a depuração metabólica do Ronic diminui em doentes com cirrose, o que conduz a um efeito acentuado. Da mesma forma, alterações no estado da tiróide (hipo ou hipertiroidismo) podem modificar a depuração do Ronic. Estas notas específicas para determinadas populações exigem a consciencialização para possíveis alterações nos níveis sistémicos do Ronic. Não existem requisitos explícitos de intervalo de tempo (por exemplo, "administrar com X horas de diferença") indicados nas informações principais de prescrição.

Mecanismo de ação

Controlo Molecular da Expressão Génica Inflamatória

O mecanismo central do Ronic (Dexametasona) envolve a atuação como um agonista seletivo para o Recetor de Glucocorticoides (GR) intracelular. Este complexo fármaco-GR desloca-se para o núcleo da célula, onde altera a programação genética celular. Esta interação promove simultaneamente a ativação de genes anti-inflamatórios (transativação) e a inibição de genes pró-inflamatórios através da repressão de fatores de transcrição essenciais, como o NF-kappa B (transrepressão). Este domínio principal contribui para a modulação dos processos moleculares que sustentam as respostas imunitárias.


Supressão de Mediadores-Chave da Cascata Inflamatória

As alterações celulares resultantes desencadeiam uma cascata de supressão em múltiplas etapas moleculares dentro do processo inflamatório. Isto inclui o bloqueio da enzima fosfolipase A2 (PLA2) (através da regulação positiva da Anexina A1), impedindo assim a síntese de mensageiros inflamatórios, como as prostaglandinas e os leucotrienos. Adicionalmente, o fármaco suprime a libertação de citocinas pró-inflamatórias. Este domínio contribui para a redução da disponibilidade de mediadores inflamatórios e para a supressão de eventos de sinalização associados a respostas fisiológicas intensas.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Ronic

A administração de Ronic deve ser realizada seguindo rigorosamente as instruções fornecidas pelo profissional de saúde ou as indicações contidas no folheto informativo. O cumprimento da posologia e do método de administração é fundamental para a eficácia e segurança do tratamento.

Este medicamento é geralmente administrado por via oral. Recomenda-se que os comprimidos sejam ingeridos inteiros, com o auxílio de um copo de água, preferencialmente à mesma hora todos os dias para manter níveis constantes da substância no organismo. A ingestão pode ser feita com ou sem alimentos, a menos que exista uma indicação específica em contrário por parte do médico assistente.

A dosagem apropriada é determinada individualmente, tendo em conta a condição clínica a tratar, a resposta do paciente à terapia e outros fatores como o peso ou a função renal e hepática. Nunca se deve ajustar a dose de forma autónoma nem interromper o tratamento precocemente, mesmo que os sintomas apresentem melhorias, sem a validação prévia de um profissional de saúde.

Caso ocorra o esquecimento de uma dose, esta deve ser tomada assim que possível, exceto se estiver muito próxima do horário da dose seguinte. Nestas situações, deve ignorar-se a dose esquecida e retomar o esquema habitual. Não deve ser administrada uma dose dupla para compensar uma dose em falta. Em caso de toma excessiva acidental, é essencial contactar imediatamente um médico ou os serviços de emergência hospitalar.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos para o Ronic

A evidência científica relativa ao Ronic (Dexametasona) descreve padrões observados em diversos contextos clínicos. Esta visão geral detalha o que a investigação explorou relativamente às suas principais utilizações, os tipos de resultados monitorizados nos estudos e as áreas onde a evidência permanece limitada ou incerta.


Evidência para Utilização em Condições Inflamatórias e Autoimunes Graves

A utilização de Ronic em patologias caracterizadas por manifestações episódicas ou flutuantes, como perturbações autoimunes ou inflamatórias graves, foi alvo de estudo. A base de evidência central inclui um histórico de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e encontra-se resumida em revisões sistemáticas e meta-análises, sustentando a sua inclusão de longa data nas diretrizes de tratamento para estes episódios agudos.

Nestes estudos, os investigadores focaram-se em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional durante períodos de maior atividade dos sintomas. Os resultados descrevem padrões observados em estudos relativos a alterações de curto prazo na intensidade de sintomas graves durante episódios agudos. Os resultados a longo prazo não estão bem caracterizados. A investigação que explora a gestão crónica inclui frequentemente doentes em transição para medicações alternativas.


Evidência para Utilização em Condições Respiratórias Agudas Graves

O Ronic foi estudado para a gestão da inflamação sistémica em doentes hospitalizados com quadros de dificuldade respiratória aguda e grave que necessitavam de oxigénio ou suporte ventilatório. Esta evidência provém de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) pragmáticos de grande escala.

Nestes ensaios, os estudos monitorizaram resultados que avaliam o esforço ou stress fisiológico, tais como a duração total do internamento hospitalar. A investigação acompanhou resultados relacionados com doenças graves, incluindo a taxa de mortalidade por todas as causas na população hospitalizada. A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo, com dados que mostram padrões relacionados com a mortalidade aos 28 dias quando o Ronic foi administrado especificamente durante o período de necessidade de suporte respiratório. O foco principal destes ensaios incidiu em períodos de observação aguda e não na recuperação funcional a longo prazo.


O que Ainda Permanece Incerto na Investigação sobre o Ronic

Embora a evidência para utilizações agudas seja consistente, a qualidade da evidência varia entre estudos para algumas utilizações mais antigas e estabelecidas. Além disso, os dados descrevem frequentemente padrões de grupo, e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante. Falta evidência comparativa para uma dosagem ideal universal ou para um esquema de administração que se aplique a todas as utilizações do Ronic. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes (por exemplo, populações grávidas ou em período de amamentação).

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Ronic (FAQ)


P: Com que rapidez se pode esperar que o Ronic comece a atuar?

As informações oficiais do produto indicam que o Ronic atinge a sua concentração máxima no organismo aproximadamente uma hora após a toma por via oral. Em certas condições agudas e graves, a sua ação pode iniciar-se logo aos 30 minutos, altura em que podem começar a ser detetados níveis mensuráveis do fármaco no sangue.

P: Quanto tempo permanece o Ronic no organismo após a última dose?

Embora a substância em si seja maioritariamente eliminada da corrente sanguínea em cerca de 20 horas, os seus efeitos biológicos são muito mais prolongados. A informação oficial indica que os efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores podem persistir entre 36 a 54 horas após a última dose, devido à sua longa semivida biológica.

P: Qual é o período de tempo típico para o efeito total do Ronic?

A concentração máxima inicial no organismo é geralmente atingida cerca de uma hora após a administração. A duração da ação anti-inflamatória é duradoura, persistindo frequentemente por 2 a 3 dias após uma dose única, devido à natureza da sua semivida biológica.

P: Qual é a principal diferença entre o Ronic e um medicamento semelhante, como o 'X-Dryl'?

O Ronic (Dexametasona) é classificado pelas autoridades regulamentares como um glucocorticoide de ação prolongada (corticosteroide) conhecido pela sua elevada potência. Por exemplo, estudos farmacológicos oficiais descrevem o Ronic como sendo aproximadamente 25 vezes mais potente do que o esteroide de ação curta hidrocortisona. Esta classificação relaciona-se com a força do seu efeito biológico e com a rapidez com que o corpo processa o fármaco.

P: O Ronic é considerado um medicamento de alto risco?

O Ronic é um medicamento potente que exerce efeitos sistémicos fortes. Os documentos regulamentares incluem um Aviso de que a sua utilização pode levar a eventos adversos graves, tais como supressão adrenal, reações psiquiátricas graves e um risco acrescido de infeção. Devido a estes riscos documentados, a sua utilização requer supervisão médica estreita durante todo o curso do tratamento.

P: O que devo fazer se um efeito secundário do Ronic se tornar incomodativo?

As instruções oficiais para o doente estabelecem que, se algum efeito secundário persistir ou se tornar incomodativo, ou se notar quaisquer sintomas psicológicos invulgares ou preocupantes, deve contactar um profissional de saúde. A orientação oficial para esta situação é consultar um profissional de saúde para que as potenciais reações adversas possam ser avaliadas clinicamente.

P: Existem testes obrigatórios antes de iniciar o Ronic?

Sim, as diretrizes oficiais de monitorização indicam que podem ser necessários testes laboratoriais antes e durante o tratamento com Ronic. Estes testes são habitualmente utilizados para verificar potenciais alterações no organismo, tais como a monitorização dos níveis de glicose no sangue ou a avaliação da função do cortisol.

P: O Ronic está disponível em diferentes dosagens?

De acordo com a rotulagem oficial do produto, o Ronic (dexametasona) está disponível em várias formas farmacêuticas e dosagens. Isto inclui múltiplas dosagens em comprimidos, que variam geralmente entre 0,5 mg e 20 mg, bem como várias concentrações para as formas de solução oral e injetável.

P: É normal sentir tonturas ao tomar Ronic?

Os documentos regulamentares listam as tonturas como uma das reações adversas notificadas associadas ao Ronic. A informação oficial de segurança instrui o doente a consultar um profissional de saúde se ocorrerem tonturas ou desmaios, especialmente se surgirem acompanhados de outros sintomas preocupantes, como batimentos cardíacos acelerados.

P: O Ronic pode afetar os resultados de testes laboratoriais?

Sim, as propriedades oficiais do Ronic indicam que este foi concebido para suprimir a produção natural da hormona cortisol pelo organismo. Devido a esta ação, o fármaco é utilizado em procedimentos médicos especializados, como o Teste de Supressão da Dexametasona (TSD), e pode afetar diretamente os resultados desse e de outros exames laboratoriais semelhantes.

P: O que acontece se tomar Ronic com sumo de toranja?

Os avisos oficiais para corticosteroides indicam que o Ronic é decomposto no organismo pela enzima CYP3A4. Dado que o sumo de toranja é conhecido por inibir esta enzima, prevê-se que o seu consumo abrande o metabolismo do fármaco. Esta potencial alteração na depuração pode levar a uma concentração mais elevada de Ronic no corpo e poderá aumentar o risco de experienciar efeitos adversos.

P: O Ronic é uma substância controlada?

De acordo com a classificação regulamentar, o Ronic (dexametasona) é um medicamento sujeito a receita médica. No entanto, não está oficialmente classificado como uma substância controlada ao abrigo das leis de substâncias controladas (estupefacientes ou psicotrópicos).

P: Qual é a probabilidade de ter uma reação alérgica grave ao Ronic?

A documentação de segurança regulamentar indica que foram notificados casos raros de anafilaxia (uma reação alérgica grave) com a utilização de Ronic e outros fármacos da classe dos corticosteroides. Uma hipersensibilidade conhecida ao medicamento é listada como uma contraindicação oficial para a sua utilização.

P: É possível desenvolver tolerância ao Ronic com o tempo?

Os avisos oficiais para a utilização prolongada indicam que o organismo pode desenvolver uma dependência física do medicamento. Isto ocorre porque o fármaco causa a supressão do eixo HPA (hipotálamo-pituitária-adrenal), onde as glândulas adrenais diminuem naturalmente a produção de hormonas. Para gerir esta dependência física e evitar sintomas de privação documentados, o protocolo regulamentar exige que a dose seja reduzida gradualmente (desmame) quando o tratamento é interrompido.

P: O Ronic é conhecido por causar vício?

O Ronic não é classificado como uma substância que cause vício pelas agências regulamentares. Contudo, a documentação oficial de segurança sublinha que a utilização prolongada faz com que o corpo se torne fisicamente dependente do fármaco devido à supressão das glândulas adrenais. Por este motivo, as orientações regulamentares estabelecem que uma redução gradual da dose (desmame) é um protocolo necessário ao terminar o tratamento.

P: Muitos doentes interrompem o Ronic devido a efeitos secundários?

Dados de ensaios clínicos de corticosteroides semelhantes listaram certas reações adversas que resultaram na interrupção do tratamento por parte de alguns doentes nos estudos. Estas razões documentadas incluíram o aumento de peso, o desenvolvimento de cataratas e distúrbios do sono.

P: Existem interações conhecidas entre o Ronic e medicamentos para o coração?

Sim, está documentado que o Ronic interage com Agentes Depletores de Potássio, que incluem certos diuréticos habitualmente prescritos para condições cardíacas. Os documentos regulamentares aconselham igualmente que é necessária precaução quando o Ronic é utilizado por indivíduos com condições cardiovasculares específicas, como a insuficiência cardíaca congestiva.

P: O Ronic funciona através da alteração dos níveis hormonais?

O Ronic é classificado como um esteroide adrenocortical porque é um medicamento sintético que atua de forma semelhante à hormona natural do corpo, o cortisol. Funciona mimetizando os efeitos dos glucocorticoides naturais e, através de um mecanismo de feedback, suprime temporariamente a libertação de hormonas relacionadas pelo próprio organismo (como a ACTH e o cortisol).

Como Ronic deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Ronic (Dexametasona)

O Ronic deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento deve ser protegido da luz e do excesso de calor e humidade. É obrigatório manter o Ronic fora da vista e do alcance das crianças e conservá-lo na embalagem original, devidamente fechada.

Estabilidade e Manuseamento

As formas líquidas, tais como a solução oral e a solução injetável, devem ser protegidas da congelação. A solução oral concentrada deve ser eliminada 90 dias após a abertura do frasco.

Eliminação

O Ronic não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado através de um sistema de recolha de resíduos de medicamentos. Caso não esteja disponível um programa deste tipo, misture o medicamento com uma substância indesejável (como terra ou borras de café), coloque-o num saco selado e deposite-o no lixo doméstico. Não esmague os comprimidos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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