Quiflor

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Quiflor

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Quiflor

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Marbofloxacina
Classe Farmacológica Antibacteriano (Fluoroquinolona)
Formas Disponíveis Solução injetável, comprimidos palatáveis
Objetivo Geral Defesa contra infeções bacterianas
Origem Sintética, derivado do ácido carboxílico

Que tipo de medicamento é o Quiflor e qual a sua composição?

O Quiflor é um medicamento veterinário classificado como um antibacteriano sintético pertencente à terceira geração das fluoroquinolonas. A sua composição baseia-se na substância ativa única, a marbofloxacina, um composto derivado do ácido carboxílico utilizado para combater agentes patogénicos bacterianos em animais como cães e gatos. Este medicamento integra a classe de antibióticos de alto nível e é clinicamente reconhecido pela sua eficácia fiável contra um amplo espetro de patógenos. O Quiflor apresenta-se especificamente em duas formas: uma solução injetável para administração parentérica e comprimidos palatáveis para administração oral.

Como funciona a Marbofloxacina para oferecer um benefício geral?

A marbofloxacina atua como um agente bactericida potente, o que significa que elimina as bactérias visadas em vez de apenas inibir o seu crescimento. Esta ação envolve a interferência direta com enzimas bacterianas essenciais, tais como a ADN-girase e a topoisomerase IV, que são necessárias para a replicação e reparação do ADN. Esta função fundamental proporciona uma capacidade sistémica robusta para a resolução de várias infeções bacterianas, como as que afetam os tecidos moles ou o trato urinário. A importância da marbofloxacina no arsenal antimicrobiano é reconhecida institucionalmente, sendo designada como um antimicrobiano de Categoria B, o que realça que o fármaco é considerado crítico para utilizações terapêuticas específicas.

Principais diferenciais da classe das Fluoroquinolonas

A marbofloxacina posiciona-se como um composto de terceira geração dentro do grupo mais vasto das fluoroquinolonas. Esta evolução estrutural oferece vantagens funcionais, incluindo uma maior potência e um espetro alargado de eficácia contra uma maior variedade de patógenos Gram-negativos e Gram-positivos, quando comparada com agentes mais antigos. Um fator diferenciador fundamental do produto Quiflor é a sua disponibilidade em múltiplas dosagens de comprimidos (5 mg, 20 mg e 80 mg), permitindo um ajuste terapêutico preciso com base nas necessidades do paciente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Quiflor?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O Quiflor (Marbofloxacina) está associado a um perfil de segurança oficial que define os potenciais efeitos secundários e as restrições para a sua utilização adequada. A maioria dos eventos adversos relatados envolve o trato gastrointestinal, ocorrendo ocasionalmente efeitos ligeiros como vómitos, diarreia e redução do apetite. Estes sinais cessam tipicamente de forma espontânea após o tratamento e não exigem a interrupção do ciclo de terapia.


Restrições Regulamentares de Segurança

Os documentos regulamentares estabelecem restrições importantes relativas ao sistema musculoesquelético e a populações específicas de pacientes. O medicamento não é recomendado ou está contraindicado em cães e gatos imaturos e em fase de crescimento rápido, devido ao risco oficialmente documentado de erosão da cartilagem articular (artropatia), uma preocupação séria associada à classe das fluoroquinolonas. É também aconselhada precaução em relação ao sistema nervoso; embora as reações graves sejam raras nas doses recomendadas, o potencial para distúrbios neurológicos, incluindo convulsões, exige uma utilização cuidadosa em animais com diagnóstico de epilepsia.


Outras Considerações de Segurança

São possíveis reações de hipersensibilidade, pelo que o fármaco não deve ser utilizado em animais com alergia conhecida às fluoroquinolonas. Adicionalmente, a ingestão oral simultânea de catiões divalentes (como o cálcio ou o ferro) pode interferir com a absorção do fármaco, reduzindo potencialmente a sua eficácia. Estas condicionantes definem as fronteiras de segurança necessárias para a utilização da marbofloxacina.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

Propriedade Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações Documentadas Distúrbios neurológicos agudos, tremores, anorexia, vómitos, desidratação, vermelhidão cutânea, inchaço facial, letargia, perda de peso e diarreia com sangue (em doses elevadas).
Sistemas Fisiológicos Afetados Sistema Nervoso Central (SNC) e sistema esquelético (danos na cartilagem das articulações).
Fatores de Dose ou Exposição Sinais como diarreia com sangue foram observados em múltiplos elevados da dose recomendada. A ingestão acidental (do produto por um ser humano) é anotada como um fator de exposição.
Notas sobre Populações A sobredosagem pode causar um risco acrescido de danos na cartilagem articular (artropatia) em animais jovens ou em crescimento.
Respostas de Emergência A sobredosagem deve ser tratada sintomaticamente. Procure assistência médica imediatamente e mostre a embalagem ou o folheto informativo ao médico (em caso de ingestão humana acidental).
Necessidade de Ajuda Urgente Quando ocorre ingestão humana acidental ou quando são observados sinais agudos, tais como distúrbios neurológicos.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Propriedade Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de Gravidade Associada a resultados graves, incluindo lesões na cartilagem das articulações e distúrbios neurológicos agudos.
Base Regulamentar Baseada no Resumo das Características do Produto (RCP) e informações de prescrição regulamentares equivalentes.
Limitações do Contexto Não é conhecido qualquer antídoto específico.

Estrutura Resultante da Sobredosagem

Declarações Oficiais sobre Sobredosagem:

  • A sobredosagem pode resultar em distúrbios neurológicos agudos, incluindo tremores, e diversos sinais sistémicos.
  • O resultado documentado mais grave associado à sobredosagem é a lesão da cartilagem nas articulações.
  • A gestão da sobredosagem deve ser sintomática, uma vez que não se conhece nenhum antídoto específico.
  • Uma consideração específica para esta população é o risco aumentado de lesões na cartilagem articular em pacientes jovens e em crescimento após um evento de sobredosagem.

Ligação ao perfil global de sobredosagem: Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem do Quiflor ao documentar sinais clínicos agudos específicos, incluindo perturbações neurológicas, e ao listar o potencial para resultados graves, como a artropatia. As instruções oficiais exigem o contacto imediato com profissionais de saúde no caso de ingestão humana acidental e estabelecem que o estado clínico resultante deve ser abordado com tratamento sintomático.

Usos terapêuticos de Quiflor

O que o Quiflor trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Quiflor (Marbofloxacina) é utilizado para tratar infeções bacterianas em diversos sistemas orgânicos fundamentais de cães e gatos, sendo aplicado em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional. Este medicamento contribui para aliviar a carga sintomática global, sendo habitualmente utilizado para auxiliar em sintomas relacionados com o desconforto físico e sinais infeciosos disruptivos.

O medicamento é relevante para o tratamento de condições em que os sintomas são causados por bactérias suscetíveis, particularmente infeções da pele e dos tecidos moles (como piodermites e abcessos), infeções do trato urinário e manifestações específicas do trato respiratório.

“É comummente utilizado para ajudar em quadros sintomáticos que se podem tornar intensos ou perturbadores, apoiando o paciente durante episódios difíceis através do alívio da aflição.”

Nestes contextos, o Quiflor é aplicado quando os sintomas resultantes da infeção interferem com o funcionamento diário, incluindo inflamação, secreções, vermelhidão ou desconforto ao urinar e ao respirar. O tratamento apoia, de uma forma geral, a melhoria do conforto no dia-a-dia ao atenuar o fardo físico e ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais evidentes.


Facto Rápido: Alívio do Mal-estar Causado pela Infeção

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Quiflor — Informação Regulamentar Oficial

Categoria Declaração Regulamentar
Populações autorizadas Cães e Gatos (As espécies-alvo oficiais)
Populações contraindicadas Animais com hipersensibilidade conhecida à marbofloxacina, a outras fluoroquinolonas ou a qualquer um dos excipientes. Animais com resistência conhecida às quinolonas.
Regras de idade Cães com menos de 12 meses (ou menos de 18 meses para raças excecionalmente grandes, como o Cão de Fila Dinamarquês). Gatos com menos de 16 semanas (devido ao risco de danos nas articulações).
Regras por condição clínica Recomenda-se uma utilização cautelosa em cães e gatos com diagnóstico de epilepsia ou outros distúrbios do sistema nervoso central.
Gestação e lactação A segurança não foi estabelecida; a utilização é permitida apenas mediante uma avaliação documentada do benefício/risco.
Restrições de concentração Os comprimidos de maior concentração (20 mg ou 80 mg) estão contraindicados para uso em gatos; apenas a concentração de 5 mg está aprovada para esta espécie.

Ligação ao perfil global de elegibilidade

Os documentos regulamentares oficiais definem a elegibilidade principalmente através de contraindicações absolutas baseadas na idade, visando mitigar o risco de danos na cartilagem articular durante o crescimento rápido. A elegibilidade é também vedada pelo historial clínico do paciente, especificamente em casos de alergia ou resistência bacteriana. Além disso, o uso está sujeito a precauções condicionais para animais com distúrbios neurológicos e a um estatuto de segurança não estabelecida para populações gestantes e lactantes.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações do Quiflor (Marbofloxacina) é definido por padrões oficialmente documentados que alteram a exposição ao fármaco ou resultam em incompatibilidade farmacêutica, com base em informações regulamentares das autoridades de saúde.

Interferência Farmacocinética

Substância Interativa Resultado Regulamentar Oficial Tipo de Interação
Catiões Multivalentes Orais (Alumínio, Cálcio, Magnésio, Ferro) Reduz a biodisponibilidade da Marbofloxacina, exigindo a separação do momento de administração. Farmacocinética (Redução da Absorção)
Teofilina Leva à inibição da depuração (clearance) da Teofilina, resultando num aumento da sua concentração plasmática. Farmacocinética (Redução da Depuração)

Restrições e Cuidados na Coadministração

A coadministração com Tetraciclinas ou Macrólidos é restrita devido ao potencial documentado de efeitos antagonistas. O rótulo oficial refere também que interações com Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), com exceção do ácido tolfenâmico, não podem ser excluídas devido à falta de estudos específicos. Além disso, o Quiflor em solução injetável deve cumprir a regra de incompatibilidade farmacêutica e não deve ser misturado fisicamente com quaisquer outros medicamentos veterinários na mesma seringa ou recipiente de administração.

Mecanismo de ação

Como o Quiflor Atua

O Quiflor (Marbofloxacina) é um agente antibacteriano cujo mecanismo de ação se baseia na destruição irreversível do genoma bacteriano, o que desencadeia uma ação bactericida.


Foco nas Enzimas de Manutenção do ADN Bacteriano

O núcleo da ação do Quiflor reside na sua afinidade específica para com duas enzimas bacterianas essenciais: a ADN-girase (Topoisomerase II) e a Topoisomerase IV. Estas enzimas são críticas para regular o superenrolamento, a separação e a replicação do cromossoma bacteriano. O Quiflor atua como um inibidor, interferindo seletivamente nestes sistemas bacterianos para interromper os processos necessários à replicação e divisão celular. Este envolvimento direcionado com a maquinaria bacteriana é o ponto de partida molecular para o efeito do fármaco.


Ativação da Cascata Letal de Danos no ADN

Uma vez ligado, o Quiflor não se limita a bloquear as enzimas; ele estabiliza o complexo enzima-ADN no seu estado clivado (cortado). Este mecanismo de aprisionamento impede a religação das cadeias de ADN bacteriano, levando a uma acumulação catastrófica de quebras de cadeia dupla no genoma da bactéria. Este dano irreparável ativa o mecanismo de autodestruição da célula bacteriana, resultando numa ação bactericida rápida e dependente da concentração. A consequência funcional é a morte e a lise das células bacterianas suscetíveis.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Quiflor (Marbofloxacina) é regida por diretrizes regulamentares específicas que definem a sua via, dosagem e a duração de utilização necessária.

Âmbito da Administração

O Quiflor está oficialmente aprovado para administração por via oral, através de comprimidos palatáveis, e por via parentérica, através de injeção subcutânea (SC) ou intravenosa (IV). O esquema posológico estabelecido requer uma administração única diária. O regime padrão indicado é de 2 mg de marbofloxacina por cada kg de peso corporal, embora regimes alternativos até aproximadamente 5,5 mg/kg, uma vez ao dia, estejam autorizados em algumas regiões. A precisão na dosagem é crucial e exige uma determinação exata do peso corporal do animal.

Restrições de Procedimento

As instruções oficiais definem orientações de temporização específicas: os comprimidos devem, geralmente, ser administrados em jejum. A administração oral deve ser separada por, pelo menos, duas horas da ingestão de produtos que contenham catiões divalentes, tais como cálcio, ferro ou magnésio, para evitar a interferência com a absorção do fármaco. A duração total prescrita deve ser sempre cumprida na íntegra.

Regras de Duração e População

A duração do tratamento é limitada no tempo, começando tipicamente com um período mínimo (por exemplo, 10 dias para certas infeções) e estendendo-se até um máximo de 30 ou 40 dias. A administração deve continuar por dois a três dias após a resolução dos sinais clínicos, independentemente da duração total do ciclo de tratamento. Além disso, as informações oficiais de prescrição restringem o uso do Quiflor com base na idade: geralmente, não está indicado para utilização em cães de raças grandes com menos de 18 meses ou em raças pequenas/médias com menos de 12 meses, o que constitui uma limitação estrutural à sua aplicação.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Quiflor

A avaliação clínica do Quiflor (Marbofloxacina) fundamenta-se primordialmente em estudos formais, incluindo Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e avaliações de campo controladas, realizados sob revisão regulamentar. A investigação analisa a forma como o medicamento foi avaliado em estudos focados na evolução dos sintomas e nos padrões medidos de eliminação de agentes patogénicos nas suas utilizações autorizadas. A seguinte visão geral descreve os tipos de investigação disponíveis, as observações efetuadas nestes estudos e os aspectos da evidência que ainda estão em fase de emergência ou não totalmente estabelecidos.


Evidência Científica para Infeções da Pele e Tecidos Moles (IPTM)

A investigação que analisou o Quiflor em estudos de infeções da pele e tecidos moles envolveu diversos desenhos de estudos controlados. Estes estudos monitorizaram indivíduos diagnosticados com condições caracterizadas por episódios agudos ou disruptivos. Os investigadores mediram a Taxa de Cura Clínica (acompanhando sinais físicos como a inflamação) e a Taxa de Cura Bacteriológica (monitorizando a eliminação medida do agente patogénico alvo suscetível).

Estudos realizados durante períodos de maior atividade sintomática descreveram padrões observados nos resultados medidos relacionados com o desconforto físico. Especificamente, os ensaios documentaram a obtenção de eliminação bacteriológica após cursos de tratamento definidos, e as avaliações de campo reportaram medições relacionadas com sinais visíveis de infeção ao longo dos intervalos de tempo observados.


Base de Evidência para Infeções do Trato Urinário (ITU)

A base de evidência para a aplicação do Quiflor em infeções do trato urinário inferior (ITU) consiste em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e Estudos Clínicos Observacionais. A investigação focou-se em indivíduos onde a presença de uma estirpe bacteriana suscetível foi confirmada antes da avaliação. Os resultados centrais monitorizados foram a Taxa de Cura Bacteriológica (através de resultados de urocultura) e a Taxa de Cura Clínica (avaliação de alterações nos sintomas urinários).

Relatórios comparativos documentaram os parâmetros sintomáticos medidos e descreveram padrões relacionados com a eliminação do agente patogénico observada na urina. A base de investigação fornece dados limitados sobre resultados medidos em pacientes com problemas de saúde sistémicos complexos e concomitantes, uma vez que estes grupos são frequentemente excluídos dos ensaios de eficácia.


Principais Limitações e Áreas de Incerteza na Investigação

Embora a investigação forneça informações sobre alterações a curto prazo, existem várias limitações. A qualidade da evidência varia entre os estudos, particularmente ao comparar resultados derivados de ensaios pequenos e altamente específicos com estudos de campo mais abrangentes. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, especialmente no que toca a resultados a longo prazo e à avaliação do produto em indivíduos com problemas de saúde complexos pré-existentes. Os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados, e a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais sobre a resposta clínica.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Quiflor (FAQ)

P: De que forma é que o Quiflor se diferencia de outros medicamentos para a mesma condição?

R: As informações oficiais descrevem o Quiflor como um antibacteriano sintético pertencente à classe das fluoroquinolonas de terceira geração. Esta classificação está associada a um espectro de atividade alargado contra uma variedade de agentes patogénicos, quando comparado com alguns agentes mais antigos da mesma classe farmacológica.


P: O Quiflor precisa de ser administrado a longo prazo?

R: O Quiflor está definido para uma utilização de curta duração. Os documentos oficiais caracterizam o tratamento como sendo de curto prazo, com uma duração máxima de utilização definida (por exemplo, até 40 dias para certas condições). Não está classificado como um medicamento de uso crónico ou de longo prazo.


P: Existem efeitos secundários graves, embora raros, associados ao Quiflor?

R: Os documentos de segurança regulamentar destacam restrições importantes à utilização, tais como o risco de erosão da cartilagem articular (artropatia) em populações imaturas e em crescimento rápido, e o potencial para distúrbios neurológicos, incluindo convulsões. Recomenda-se precaução em populações com condições pré-existentes, como a epilepsia, conforme indicado nos avisos de segurança.


P: Posso administrar o Quiflor se o animal também tomar um suplemento vitamínico?

R: A absorção do fármaco pode ser reduzida se for administrado próximo de certos suplementos. Os avisos oficiais estabelecem que o medicamento deve ser administrado com, pelo menos, duas horas de intervalo de produtos que contenham catiões multivalentes, como o cálcio, ferro ou magnésio, que são comummente encontrados em suplementos minerais ou vitamínicos.


P: O Quiflor é geralmente adequado para crianças?

R: O Quiflor é um medicamento veterinário. Para as suas espécies-alvo, a informação oficial de prescrição fornece restrições de idade específicas. Por exemplo, não está indicado para utilização em cães de raças grandes com menos de 18 meses de idade ou gatos com menos de 16 semanas de idade.


P: É normal o animal sentir-se cansado ao iniciar o Quiflor?

R: Sinais ligeiros de letargia (cansaço) e diminuição da atividade encontram-se entre os potenciais efeitos secundários reportados. Estes sinais, que afetam o trato gastrointestinal e o comportamento, ocorrem ocasionalmente e têm sido observados como resolvendo-se sem intervenção específica.


P: Existem alimentos que devam ser evitados durante o Quiflor?

R: As instruções oficiais recomendam separar a administração dos comprimidos da ingestão de produtos que contenham catiões multivalentes (como o cálcio ou o ferro) em, pelo menos, duas horas. Isto inclui a ingestão de certos alimentos ou produtos lácteos que possam conter estes minerais.


P: O Quiflor pode causar alterações de humor?

R: O perfil de segurança regulamentar aconselha precaução relativamente ao sistema nervoso. Devido ao potencial para distúrbios neurológicos, o rótulo oficial refere que podem ocorrer alterações comportamentais ou problemas no sistema nervoso, exigindo ponderação para o seu uso em populações suscetíveis.


P: O Quiflor foi estudado em pacientes idosos?

R: A visão geral dos estudos refere que a investigação se foca principalmente em alterações de sintomas a curto prazo. Além disso, nota-se que a base de evidência possui dados insuficientes para certos grupos, e os estudos são limitados na avaliação de problemas de saúde complexos pré-existentes, frequentemente observados em populações de idade avançada.


P: Como é medida a eficácia do Quiflor nos ensaios clínicos?

R: A eficácia em estudos formais é medida através de dois parâmetros fundamentais. Os investigadores acompanham a Taxa de Cura Clínica (avaliando alterações nos sinais físicos) e a Taxa de Cura Bacteriológica (monitorizando a eliminação medida do agente patogénico alvo).


P: E se o animal tiver problemas de estômago — o Quiflor causará irritação?

R: Os eventos adversos reportados com maior frequência envolvem o trato gastrointestinal, incluindo efeitos ligeiros como vómitos, diarreia e apetite reduzido. Estes sinais ocorrem ocasionalmente e são frequentemente observados como resolvendo-se sem intervenção específica.


P: De que forma é que o Quiflor afeta os níveis de açúcar no sangue?

R: O Quiflor pertence à classe das fluoroquinolonas antibacterianas. Os documentos regulamentares para os equivalentes desta classe para uso humano referem que ocorreram distúrbios nos níveis de açúcar no sangue, incluindo hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) e hiperglicemia.


P: Existe uma dose diária máxima descrita para o Quiflor?

R: A informação oficial de prescrição define uma dose padrão de 2 mg por kg de peso corporal, uma vez ao dia. Regimes alternativos estão autorizados até um máximo diário de aproximadamente 5,5 mg por kg, uma vez ao dia, em certas regiões.


P: Quanto tempo após interromper o Quiflor é que o fármaco é eliminado do sistema?

R: Os dados farmacocinéticos descrevem como o fármaco é processado. Os documentos regulamentares reportam a semivida de eliminação da Marbofloxacina em cães, por exemplo, como sendo de aproximadamente 14 horas. O fármaco é predominantemente eliminado na forma ativa através da urina e das fezes.


P: Existem dados clínicos sobre o uso de Quiflor em mulheres a amamentar?

R: Os documentos oficiais declaram que a segurança para utilização durante a lactação não foi estabelecida em estudos formais. O uso em populações lactantes só é permitido de acordo com uma avaliação documentada do benefício/risco.


P: Existe alguma dosagem alternativa descrita no rótulo, como uma ou duas vezes ao dia?

R: O esquema posológico estabelecido na informação oficial especifica a administração uma vez ao dia.


P: É seguro consumir álcool enquanto se toma Quiflor?

R: O Quiflor é um medicamento veterinário e o seu rótulo oficial não aborda o consumo de álcool por humanos. Em conformidade com os requisitos de segurança de todos os medicamentos, o produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.


P: Animais com problemas renais podem utilizar Quiflor?

R: Recomenda-se oficialmente uma utilização cautelosa em animais que tenham ou sejam diagnosticados com problemas renais ou hepáticos. Isto deve-se ao facto de estas condições poderem afetar potencialmente a depuração do fármaco do organismo.


P: O Quiflor pode ser tomado com ou sem alimentos?

R: As instruções oficiais definem que os comprimidos devem, geralmente, ser administrados com o estômago vazio para evitar interferências com a absorção do fármaco. Esta é uma restrição procedimental fundamental.


P: Que tipos de testes são necessários antes de iniciar o Quiflor?

R: Antes de utilizar Quiflor, é necessário determinar o peso corporal preciso do animal para garantir a exatidão da dose. Além disso, é necessário confirmar a presença de uma estirpe bacteriana suscetível para assegurar a utilização apropriada do medicamento.


P: O que diz a investigação mais recente sobre o uso prolongado de Quiflor?

R: Refere-se que a investigação fornece principalmente informações sobre alterações a curto prazo e resultados relacionados com cursos terapêuticos definidos. A base de evidência apresenta limitações quanto a resultados de longo prazo e para a avaliação do medicamento em indivíduos com condições de saúde complexas pré-existentes.


P: A náusea é uma experiência inicial muito comum com o Quiflor?

R: Potenciais efeitos secundários que envolvem o trato gastrointestinal, tais como náuseas, vómitos e apetite reduzido, ocorrem ocasionalmente. Observa-se que estes efeitos se resolvem sem intervenção específica.

Como Quiflor deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Quiflor

Os comprimidos de Quiflor (marbofloxacina) devem ser guardados na embalagem original para garantir a proteção contra a luz. Quando o produto se encontra na embalagem destinada à venda, não requer condições especiais de temperatura para o seu armazenamento.

Estabilidade e Segurança Infantil

Condição Requisito
Prazo de Validade do Produto Selado Até 3 anos.
Comprimidos Divididos Devem ser conservados a temperatura inferior a 25°C no blister original e utilizados no prazo de 5 dias.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Requisitos de Eliminação

Qualquer Quiflor não utilizado ou os seus resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais. Os regulamentos oficiais especificam que o medicamento não deve ser eliminado através das águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Quiflor encontrado em:

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