Promonta

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Promonta

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Montelucaste (sob a forma de montelucaste sódico)
Forma Comprimidos, Comprimidos mastigáveis, Granulado oral
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT)
Uso comum Tratamento preventivo da inflamação crónica das vias respiratórias
Origem Composto sintético

1. Que Tipo de Medicamento é o Promonta?

O Promonta é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa Montelucaste, pertencendo a uma classe de fármacos sintéticos conhecidos como Antagonistas dos Recetores dos Leucotrienos (ARLTs). Esta classificação indica que a sua função principal é bloquear os efeitos de certas substâncias químicas inflamatórias no organismo, uma ação clinicamente reconhecida para a gestão da inflamação crónica. O medicamento está posicionado essencialmente para o controlo e manutenção a longo prazo, não sendo indicado para utilização como medicação de alívio imediato e de ação rápida.

2. Composição e Formas Orais do Promonta

O componente essencial do Promonta é o princípio ativo Montelucaste. Sendo um medicamento exclusivamente de administração oral, o Promonta foi concebido para ser tomado por via bocal, permitindo que o ingrediente seja absorvido e atue de forma sistémica no corpo. Este fármaco encontra-se disponível em múltiplas apresentações sólidas, incluindo comprimidos convencionais, comprimidos mastigáveis e granulado oral. Estas diversas opções de dosagem permitem uma maior facilidade de utilização consoante as necessidades de cada doente.

3. Qual é o Objetivo Geral dos Antagonistas dos Leucotrienos?

O objetivo geral de um antagonista dos leucotrienos como o Promonta é reduzir a resposta do organismo à inflamação mediada por mensageiros químicos potentes chamados leucotrienos. Ao bloquear o recetor correspondente, o Montelucaste impede o sinal químico que, de outra forma, desencadearia o inchaço e a constrição das passagens aéreas. Este mecanismo proporciona um benefício de manutenção ou preventivo, ajudando a estabilizar a carga inflamatória subjacente associada a condições respiratórias de longa duração.

Quais efeitos secundários são possíveis com Promonta?

As possíveis reações adversas e características de segurança do Promonta estão estruturadas de acordo com os documentos regulamentares oficiais.

Classificações Oficiais de Segurança e Reações Graves

As autoridades regulamentares exigem um Aviso de Advertência — o seu alerta de segurança mais proeminente — para descrever o risco de eventos neuropsiquiátricos graves. Estes incluem pensamentos e comportamentos suicidas, depressão, agitação e alucinações. Tais eventos foram relatados em todos os grupos etários e podem desenvolver-se ou persistir mesmo após a interrupção do medicamento.

As fontes regulamentares documentam também reações adversas raras, mas clinicamente significativas, como a eosinofilia sistémica, apresentando por vezes características compatíveis com a Síndrome de Churg-Strauss (uma forma de vasculite), e casos de Hepatite (lesão hepática).

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são formalmente categorizadas por frequência com base em dados de estudos clínicos, de acordo com o quadro regulamentar padrão:

Classificação de Frequência Exemplos (Classe de Sistemas de Órgãos)
Muito Frequentes Infeção das vias respiratórias superiores
Frequentes Distúrbios gastrointestinais (diarreia, náuseas, dor abdominal); Pirexia (febre); Exantema; Elevação das enzimas hepáticas (transaminases)
Pouco Frequentes Psiquiátricos (ansiedade, insónia, sonhos anormais); Sistema nervoso (tonturas, convulsões); Musculoesqueléticos (dor articular, dores musculares); Perturbações gerais (edema, fadiga)

Restrições de Segurança e Notas sobre Populações

As informações oficiais especificam que o Promonta não deve ser utilizado para tratar ataques agudos de asma e não deve ser substituído abruptamente por corticosteroides inalados ou orais. Para o tratamento da rinite alérgica, os organismos regulamentares aconselham a reserva do medicamento para indivíduos que não toleram ou que não responderam adequadamente a terapias alternativas. As informações de segurança referem que as formulações de comprimidos mastigáveis contêm aspartame, o que é uma consideração importante para doentes com Fenilcetonúria (PKU). Para adultos seniores e doentes com insuficiência hepática de grau ligeiro a moderado, normalmente não é necessário qualquer ajuste na dosagem.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem para o Promonta (Montelucaste) com base nas manifestações clínicas relatadas e nas ações de emergência obrigatórias. Todas as informações derivam estritamente de fontes governamentais autorizadas.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os sinais e sintomas clínicos relatados após uma sobredosagem aguda incluem efeitos nos sistemas gastrointestinal e nervoso central. As manifestações especificamente documentadas são dor abdominal, sonolência, cefaleia, vómitos, náuseas, sede e hiperatividade psicomotora (inquietação ou agitação).

Ações de Emergência Necessárias

As orientações regulamentares estipulam a ação imediata em todos os casos de suspeita de sobredosagem. É obrigatório procurar assistência médica imediata ou contactar uma linha de apoio antivenenos. Além disso, os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se a pessoa tiver colapsado, sofrido uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não conseguir despertar.

Gestão e Monitorização

Os procedimentos de gestão descritos na rotulagem oficial incluem a aplicação das medidas de suporte habituais, a remoção de material não absorvido do trato gastrointestinal e a instituição de monitorização clínica. Está explicitamente estabelecido que não se conhece um antídoto específico para o tratamento da sobredosagem com Montelucaste. A análise regulamentar de exposições pediátricas a doses elevadas indica que o composto está associado a uma baixa toxicidade aguda nesse contexto.

Usos terapêuticos de Promonta

O que o Promonta trata: principais utilizações e benefícios

Os domínios terapêuticos principais do Promonta são aplicados em contextos marcados por um aumento do desconforto ou tensão, abrangendo condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados. A sua ação é relevante em contextos que envolvem uma sobrecarga sistémica acrescida.

Relativamente ao seu princípio ativo, o Promonta é comummente utilizado em condições que apresentam episódios agudos. Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores em cenários de Asma e Rinite Alérgica Sazonal (Alergias Sazonais). O medicamento fornece um suporte que auxilia no alívio da carga global dos sintomas, ajudando a manter a estabilidade funcional quando os sintomas são mais percetíveis.

É aplicado na abordagem de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos. Clinicamente, é frequentemente utilizado durante fases em que os sintomas se tornam mais evidentes e é necessário um alívio de suporte. É considerado relevante em contextos que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes. Esta ação de suporte ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Como observado em contextos clínicos relevantes: “Apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.”

Facto Rápido: Relevante para Sintomas de atividade neurológica ou muscular aumentada

Esta abordagem contribui para um melhor conforto durante os períodos sintomáticos e apoia o bem-estar geral durante as fases de sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Promonta?

Os documentos regulamentares definem regras rigorosas de elegibilidade populacional para o Promonta (Montelucaste).

Categoria Regra de Elegibilidade
População Contraindicada Doentes com hipersensibilidade conhecida ao montelucaste ou a qualquer componente da formulação não devem utilizar o medicamento.
Condições Agudas O medicamento não está indicado para utilização na reversão de crises agudas de asma ou estado de mal asmático.
Restrições de Idade A idade mínima aprovada para utilização varia consoante a indicação; por exemplo, o uso está estabelecido a partir dos 12 meses de idade para a asma, mas a partir dos 6 anos de idade para a prevenção da broncoconstrição induzida pelo exercício. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas em crianças abaixo destes limiares de idade especificados.
Comorbilidade/Restrição O uso para a rinite alérgica está restrito a doentes que tenham tido uma resposta inadequada a tratamentos alternativos. Os doentes com fenilcetonúria (PKU) devem ter em atenção que a formulação em comprimidos mastigáveis contém uma fonte de fenilalanina.
Função Orgânica Não é necessário qualquer ajuste posológico para o uso em doentes com insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira a moderada. A elegibilidade para doentes com insuficiência hepática grave não foi estabelecida.
Gravidez/Lactação O uso durante a gravidez e a lactação deve ser considerado apenas se for claramente essencial.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

Esta secção resume as interações com outros produtos, conforme documentado nas informações regulamentares governamentais oficiais.

Categorias de Interações Documentadas

Categoria Restrição Prática e Declaração Oficial
Meios de Contraste Iodados É necessária a interrupção temporária do Promonta no momento ou antes de qualquer procedimento de diagnóstico por imagem que utilize agentes de contraste iodados intravasculares. O Promonta não deve ser retomado durante pelo menos 48 horas após o procedimento, e apenas após a função renal ter sido reavaliada e confirmada como normal. Esta restrição é necessária devido ao risco documentado de acumulação do fármaco e subsequente acidose láctica, caso ocorra uma lesão renal aguda.
Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) A coadministração com outros medicamentos que provoquem sonolência ou diminuam o estado de alerta (como opioides, ansiolíticos e certos anti-histamínicos) requer uma vigilância apertada. Esta combinação apresenta um risco clinicamente significativo de sedação profunda e depressão respiratória devido a efeitos depressores aditivos.
Fármacos Catiónicos de Eliminação Renal O uso concomitante de fármacos catiónicos eliminados pelo sistema de transporte de catiões orgânicos do rim (por exemplo, cimetidina, trimetoprima, amilorida) pode aumentar a concentração de Promonta no sangue ou aumentar a concentração do fármaco com o qual este interage. Isto pode necessitar de monitorização ou de uma gestão clínica específica.
Álcool O consumo excessivo de álcool deve ser estritamente evitado durante o tratamento, pois aumenta significativamente o risco de acidose láctica, uma complicação grave. O consumo de álcool intensifica o efeito do fármaco no metabolismo do lactato.

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do produto com base em dois tipos de risco: a potenciação de reações adversas graves através de efeitos aditivos (com depressores do SNC) e o potencial de acumulação do fármaco com risco de vida devido à excreção comprometida (com meios de contraste iodados e fármacos catiónicos). Estas condicionantes impõem restrições temporais específicas para determinados procedimentos médicos e exigem uma vigilância clínica reforçada.

Mecanismo de ação

Bloqueio Seletivo de Recetores — Modulação da Sinalização Inflamatória

A ação central do Promonta envolve o antagonismo seletivo do Recetor de Cisteinil-Leucotrienos Tipo 1 (CysLT1). A substância ativa, o Montelucaste, liga-se com elevada afinidade a este recetor, reduzindo a ativação do mesmo por moléculas inflamatórias endógenas (cisteinil-leucotrienos, principalmente o LTD4). Este bloqueio molecular modula a cascata de sinalização química ligada à contração do músculo liso e aos processos inflamatórios crónicos nas passagens aéreas.


Modulação da Via — Modulação dos Processos Fisiológicos das Vias Aéreas

Ao modular a via de sinalização dos leucotrienos, o Montelucaste afeta a cascata fisiológica subsequente. Esta ação influencia mecanismos ligados à contractilidade do músculo liso das vias aéreas e modifica processos como o aumento da permeabilidade vascular e a quimiotaxia das células imunitárias. A consequência fisiológica envolve a modulação sustentada da cascata mediada pelos leucotrienos, afetando processos que regulam tanto a resposta inflamatória crónica como o tónus muscular basal das vias aéreas.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Promonta

O Promonta (Montelucaste) é administrado exclusivamente por via oral e está disponível em várias formas, incluindo o comprimido revestido por película de 10 mg, comprimidos mastigáveis e granulado oral de 4 mg. O esquema estabelecido para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 15 anos é uma dose única diária de 10 mg para o tratamento de manutenção crónica. O momento desta toma diária é definido pela sua finalidade. Para a manutenção crónica, a administração é geralmente orientada para o período da noite.


A dose única diária não deve ser excedida. Se o medicamento for utilizado para a prevenção de sintomas induzidos pelo exercício, a dose é de 10 mg, tomada como uma administração única, pelo menos 2 horas antes do exercício. Os doentes que já cumprem o regime de manutenção diária não devem tomar uma dose extra para este fim.

Condições de Administração e Manuseamento

A dosagem está normalizada para certos grupos de doentes; a documentação oficial indica que não é necessário qualquer ajuste posológico para adultos seniores ou indivíduos com insuficiência hepática ou renal de grau ligeiro a moderado.

Os comprimidos revestidos por película de 10 mg podem ser tomados com ou sem alimentos. Se for utilizado o granulado oral, este pode ser administrado diretamente ou misturado com pequenas quantidades de alimentos moles (como puré de maçã, arroz ou leite materno), mas deve ser tomado no prazo de 15 minutos após a abertura da saqueta. No caso de esquecimento de uma dose, a dose seguinte deve ser tomada no horário regular agendado; duplicar a dose não é o procedimento padrão. Este regime estabelece um protocolo para o tratamento diário crónico, que deve ser continuado diariamente para manter uma presença sistémica consistente.

Evidência clínica recente

Promonta: Evidência Clínica Recente

Evidência para o Tratamento e Prevenção da Asma Crónica

A investigação científica analisou a avaliação do Promonta na asma crónica, baseando-se em ensaios clínicos controlados e aleatorizados (RCTs) em populações que abrangem desde adultos a crianças a partir de um ano de idade. Estes estudos monitorizaram os resultados dos doentes relacionados com a função pulmonar, tais como a medição do volume expiratório forçado no primeiro segundo (FEV1), a par de resultados comunicados pelos doentes descrevendo o desconforto, como a frequência diária de sintomas. Os estudos monitorizaram padrões relacionados com a utilização de inaladores de alívio de ação curta. A investigação descreve a avaliação do fármaco em abordagens de gestão a longo prazo, embora a evidência comparativa seja limitada no que diz respeito à avaliação face às terapias padrão com corticosteroides inalados. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, mas fornece um contexto e não previsões individuais.

Evidência para a Prevenção de Dificuldades Respiratórias Induzidas pelo Exercício (BIE)

O Promonta foi avaliado em estudos especificamente concebidos para examinar resultados relacionados com alterações episódicas ou agudas na respiração associadas ao esforço fisiológico. A investigação explorou a sua avaliação através de ensaios clínicos controlados e aleatorizados de provocação aguda, onde os estudos monitorizaram a função pulmonar através do rastreio da queda máxima do FEV1 após o esforço físico. Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, notando padrões relacionados com a alteração do FEV1. O nível de certeza permanece baixo para alguns aspetos desta condição, uma vez que a duração do acompanhamento para o uso diário contínuo foi limitada e os dados para crianças com menos de seis anos de idade permanecem insuficientes.

Evidência para a Rinite Alérgica e Dados a Longo Prazo

Para a rinite alérgica (sazonal e perene), a investigação examinou o fármaco em ensaios clínicos controlados e aleatorizados de curta duração, aplicados em estudos que analisam as experiências comunicadas pelos doentes. Estes ensaios monitorizaram resultados ligados a estados inflamatórios, tais como a Pontuação Total de Sintomas Nasais (TNSS) e as pontuações de sintomas oculares. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos relacionados com alterações na intensidade dos sintomas. Os efeitos a longo prazo em todas as indicações não estão totalmente estabelecidos. A evidência é limitada para grupos especiais, incluindo adultos seniores e populações grávidas ou em período de amamentação, onde a investigação é frequentemente condicionada por considerações éticas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Promonta (FAQ)

P: O Promonta é considerado um tratamento novo ou já estabelecido?

De acordo com as informações regulamentares, o Promonta (Montelucaste) é um tratamento estabelecido. Recebeu a aprovação inicial em 1998. É amplamente utilizado e está disponível como genérico para o tratamento de manutenção das condições para as quais está aprovado.

P: Com que rapidez se começam a notar os efeitos do Promonta?

Os estudos demonstram que o medicamento é absorvido de forma relativamente rápida após a dose. A substância ativa atinge a sua concentração plasmática máxima média em aproximadamente 3 a 4 horas após a toma do comprimido por um adulto. Isto reflete o início da atividade molecular do fármaco no organismo.

P: O Promonta causa aumento ou perda de peso?

Os documentos regulamentares categorizam as reações adversas com base na sua frequência em ensaios clínicos. O aumento ou perda de peso não está listado entre os efeitos secundários comunicados como comuns ou pouco comuns nas informações oficiais de segurança do Promonta.

P: O que acontece se eu parar de tomar o Promonta subitamente?

O Promonta é prescrito como um medicamento de toma única diária para manutenção crónica. As informações regulamentares referem que foram comunicados efeitos secundários graves de saúde mental que surgiram ou persistiram mesmo após a interrupção do medicamento. A decisão de alterar o regime diário prescrito ou interromper o tratamento deve ser discutida com o profissional de saúde prescritor.

P: Qual é a diferença entre o Promonta e a versão genérica (se existir)?

Promonta é o nome de marca da substância ativa Montelucaste, que está amplamente disponível sob a forma genérica. As normas exigem que todas as versões genéricas aprovadas contenham exatamente a mesma substância ativa e cumpram os mesmos padrões regulamentares de qualidade, dosagem e equivalência terapêutica que o produto de marca.

P: O Promonta pode interagir com vitaminas comuns?

Com base nas informações regulamentares, não se conhece geralmente uma interação entre o Promonta e suplementos vitamínicos comuns. É importante que todas as vitaminas, minerais e suplementos que estejam a ser tomados sejam comunicados a um profissional de saúde.

P: Que documentos oficiais descrevem como o Promonta é aprovado para uso?

As utilizações e condições aprovadas para o Promonta estão oficialmente descritas no Resumo das Características do Medicamento e no Folheto Informativo. Estes documentos são publicados pelas autoridades regulamentares nacionais.

P: O Promonta é considerado um opioide ou uma substância controlada?

O Promonta (Montelucaste) é classificado como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos. De acordo com as classificações regulamentares, não é um opioide e não está designado como uma substância controlada.

P: O Promonta afeta a pressão arterial ou a frequência cardíaca?

Uma revisão dos dados oficiais de reações adversas não lista alterações na pressão arterial ou na frequência cardíaca entre os efeitos secundários comunicados como comuns ou pouco comuns. Preocupações sobre a saúde cardiovascular durante a toma deste medicamento podem ser discutidas com um profissional de saúde.

P: Quanto tempo permanece o Promonta no sistema após a última dose?

O tempo necessário para que metade do fármaco seja eliminado da corrente sanguínea é conhecido como a semivida plasmática média. No caso do Promonta, esta semivida varia habitualmente entre 2,7 e 5,5 horas em adultos jovens saudáveis. Esta medição fornece uma indicação da rapidez com que o fármaco é processado pelo organismo.

P: Existe um folheto informativo para o doente disponível para o Promonta?

Sim, os materiais oficiais de informação ao doente são obrigatórios e disponibilizados pelas autoridades regulamentares e fabricantes. Estes materiais, frequentemente chamados de Folheto Informativo ou Guia de Medicação, são concebidos para ajudar os utilizadores a compreender a utilização correta e os riscos potenciais do medicamento.

P: O Promonta é um fármaco comum nesta área de tratamento?

Com base nas estatísticas de utilização de medicamentos, o Promonta (Montelucaste) é considerado um fármaco comum e amplamente utilizado, figurando frequentemente entre os medicamentos prescritos com maior frequência para as suas indicações aprovadas.

P: Posso tomar Promonta se tiver diabetes?

As informações regulamentares não listam a diabetes como uma contraindicação ou precaução para a utilização de Promonta. O profissional de saúde prescritor deve estar totalmente ciente da condição diabética de um doente antes de o tratamento ser iniciado.

P: A eficácia do Promonta desaparece com o tempo?

O Promonta é prescrito para tratamento de manutenção crónica, o que pressupõe um benefício sustentado. Qualquer preocupação relativa a uma perceção de diminuição do controlo ou agravamento dos sintomas ao longo do tempo deve ser discutida com um profissional de saúde.

P: Como se compara o Promonta com outros medicamentos utilizados para o mesmo fim?

As diretrizes oficiais indicam que o Promonta é geralmente reservado para terapia de manutenção. É frequentemente avaliado como uma opção menos preferencial em comparação com os tratamentos padrão com corticosteroides inalados para o controlo da asma a longo prazo.

P: O Promonta afetará a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Alguns efeitos secundários comunicados para este medicamento incluem tonturas e alterações no humor ou comportamento. O impacto potencial dos efeitos secundários comunicados na capacidade de realizar tarefas que exijam alerta mental deve ser reconhecido.

P: Quais são os efeitos secundários graves que requerem atenção médica imediata?

Os eventos adversos graves comunicados incluem alterações súbitas no humor ou comportamento (como agitação ou pensamentos suicidas), sinais de reações alérgicas, vasculite e problemas hepáticos. A suspeita de qualquer efeito grave justifica o contacto imediato com um profissional de saúde.

P: O que significa o termo 'contraindicação' para o Promonta?

Uma contraindicação descreve uma condição ou fator que significa que o uso de um medicamento é impróprio ou potencialmente prejudicial para um doente. Para o Promonta, uma contraindicação fundamental é uma hipersensibilidade conhecida ou reação alérgica aos componentes do fármaco.

P: Sabe-se se o Promonta causa quaisquer efeitos secundários a longo prazo?

Os documentos regulamentares indicam que a gama completa de efeitos a longo prazo em todas as utilizações aprovadas não está totalmente estabelecida. Os doentes são monitorizados consistentemente quanto a eventos adversos graves que podem ocorrer durante o uso crónico, tais como alterações neuropsiquiátricas.

P: Como é que o Promonta é descrito no folheto que acompanha a embalagem?

O folheto oficial contém secções obrigatórias que detalham o medicamento. Estas incluem as utilizações aprovadas, informações de administração, contraindicações, advertências e precauções obrigatórias, uma lista de reações adversas comunicadas e interações medicamentosas conhecidas.

P: Posso tomar Promonta se já estiver a tomar um analgésico de venda livre?

Não existe interação documentada entre o Promonta e analgésicos comuns de venda livre, como o paracetamol. Os documentos regulamentares referem que se espera que doentes com sensibilidade conhecida à aspirina continuem a evitar aspirina ou AINEs (anti-inflamatórios não esteroides) enquanto utilizam Promonta.

P: O Promonta pode interagir com suplementos à base de plantas?

As informações oficiais referem que não existem dados suficientes para confirmar a segurança de medicinas complementares e remédios à base de plantas quando tomados com Promonta. A divulgação de todos os suplementos a um profissional de saúde é importante para ajudar a evitar possíveis problemas.

P: Existem alterações específicas no estilo de vida recomendadas durante a toma de Promonta?

O consumo excessivo de álcool deve ser estritamente evitado durante o tratamento devido a potenciais riscos. Além disso, espera-se que doentes com sensibilidade conhecida à aspirina continuem a evitar aspirina e outros agentes anti-inflamatórios não esteroides.

P: O Promonta pode ser tomado com sumo de toranja?

Não existe qualquer advertência ou restrição específica relativa ao sumo de toranja documentada nas informações de prescrição oficiais do Promonta. Quaisquer preocupações específicas sobre a dieta podem ser discutidas com um profissional de saúde.

P: Existem sintomas específicos que signifiquem que o Promonta não está a funcionar?

Como medicamento de manutenção, os sinais que podem sugerir um controlo inadequado incluem o aumento do uso de inaladores de alívio ou sintomas mais frequentes e graves. A falha em atingir os objetivos clínicos pode ser definida pela persistência de baixa função pulmonar ou pela necessidade de corticosteroides sistémicos.

Como Promonta deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Promonta

A rotulagem oficial exige condições específicas para manter a estabilidade do Promonta (Montelucaste sódico).

Requisitos de Conservação

O Promonta deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20°C e os 25°C. O produto deve ser mantido bem fechado no recipiente original para garantir a proteção contra a luz e a humidade. A rotulagem oficial exige que o dessecante (agente de secagem) não seja removido do recipiente.

Restrição Requisito
Temperatura 20°C a 25°C
Proteção Proteger da luz e da humidade
Recipiente Manter bem fechado na embalagem original

Por segurança, o Promonta deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Promonta não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado de acordo com os requisitos regulamentares locais para resíduos farmacêuticos. A instrução oficial proíbe a eliminação do medicamento através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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