Prohens

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Prohens

Opção de tratamento: Magnetic Resonance Imaging

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Prohens

Informações Essenciais

Propriedade Descrição
Substância ativa Gadoteridol
Forma farmacêutica Solução Estéril
Classe farmacológica Meio de Contraste para Ressonância Magnética (RM)
Uso comum Reforço de imagem diagnóstica
Origem Sintética

Que Tipo de Medicamento é o Prohens (Gadoteridol)?

O Prohens é um Agente de Diagnóstico altamente especializado, utilizado exclusivamente para melhorar a qualidade das imagens obtidas durante exames de Ressonância Magnética (RM). O seu único princípio ativo é o Gadoteridol, o que o classifica formalmente como um Meio de Contraste para RM e um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM). Este medicamento não possui uma finalidade terapêutica para qualquer doença; a sua função limita-se estritamente a auxiliar os profissionais de saúde na visualização de estruturas internas.

O fármaco Prohens pertence à família dos Agentes de Contraste à base de Gadolínio (ACG). O composto Gadoteridol é clinicamente reconhecido como um agente macrocíclico, uma classe que oferece uma estabilidade superior quando comparada com certas estruturas de agentes de contraste lineares mais antigos. Esta diferença característica na ligação química é um fator fundamental no seu perfil de diagnóstico atual.

Composição e Forma do Prohens

O componente ativo, o Gadoteridol, é um Produto de Substância Ativa Única, de origem Sintética, classificado quimicamente como um Quelato de Gadolínio Macrocíclico. O Prohens é fornecido como uma Solução Estéril límpida, destinada exclusivamente a administração Intravenosa numa veia. Esta formulação utiliza uma base aquosa.


Este método de administração assegura que o agente circule de forma célere e eficiente por todo o organismo. O Gadoteridol é um dos agentes de gadolínio não iónicos e macrocíclicos disponíveis para utilização em RM. Esta propriedade não iónica é um fator diferenciador no seu comportamento químico em comparação com os agentes de contraste iónicos.

Qual é o Objetivo Geral do Prohens?

O objetivo geral do Prohens é aumentar significativamente a intensidade do sinal registado pelo equipamento de RM, permitindo assim um maior contraste entre os diferentes tecidos. Isto ocorre porque o composto possui Paramagnetismo, uma propriedade que altera temporariamente a forma como os protões da água respondem aos ímanes do scanner.


Esta alteração física gera imagens com uma diferenciação mais nítida, o que é crucial para uma avaliação detalhada. Por exemplo, um cenário de utilização comum envolve a visualização melhorada de estruturas no Sistema Nervoso Central, ajudando a equipa médica a obter informações visuais claras sobre áreas que, de outra forma, poderiam parecer ambíguas num exame de RM sem contraste. O Prohens funciona, portanto, como um potenciador essencial do diagnóstico médico.

Quais efeitos secundários são possíveis com Prohens?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Prohens (Gadoteridol) está oficialmente documentado e organiza os potenciais efeitos adversos de acordo com a sua frequência e a classe de sistemas e órgãos afetada. As reações adversas são classificadas com base em dados clínicos agregados e na experiência obtida após a comercialização.

Classificação Exemplos de Reações
Frequentes (até 1 em 10) Náuseas, Cefaleias (dor de cabeça), Tonturas, Parestesia
Pouco frequentes (até 1 em 100) Vómitos, Diarreia, Reações no local da injeção

Os efeitos reportados com maior frequência envolvem sobretudo Doenças do Sistema Nervoso (ex: cefaleias) e Doenças Gastrointestinais (ex: náuseas). O desconforto no local da injeção, como dor ou sensação de calor, é geralmente considerado uma reação adversa pouco frequente.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

As informações oficiais identificam reações adversas graves específicas, incluindo reações anafilactoides/anafiláticas (respostas alérgicas graves). Uma restrição de segurança crítica para populações específicas refere-se à Fibrose Sistémica Nefrogénica (FSN), uma condição rara mas grave associada aos Agentes de Contraste à Base de Gadolínio (ACG). O risco de FSN é elevado em doentes com comprometimento renal grave pré-existente (doença renal crónica grave ou lesão renal aguda), o que motiva restrições regulamentares específicas para o uso nesta população.

Além disso, as comunicações oficiais de segurança abordam um padrão comum a esta classe de fármacos relativo à Retenção de Gadolínio. Podem permanecer vestígios de gadolínio — o elemento químico presente na estrutura do Gadoteridol — em tecidos como o cérebro e os ossos após a administração de ACG. O Gadoteridol é formalmente classificado como um Quelato de Gadolínio Macrocíclico.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil oficial estabelece que as manifestações de sobredosagem de Prohens (Gadoteridol) são frequentemente inespecíficas ou descritas como uma extensão das reações adversas conhecidas. Após uma sobredosagem massiva, foram documentados sinais agudos de toxicidade no sistema nervoso central (SNC), tais como crises convulsivas ou convulsões. É oficialmente reconhecido o potencial para a ocorrência de reações imediatas graves que afetam os sistemas cardiovascular, respiratório e cutâneo.

As normas determinam que deve ser procurada assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. A gestão de emergência exige um tratamento sintomático e de suporte, incluindo a monitorização de distúrbios circulatórios ou respiratórios, uma vez que estão documentadas reações de hipersensibilidade fatais e graves. Para gerir estes eventos com prontidão, devem estar disponíveis profissionais de saúde qualificados e medicação de reanimação.

Não é conhecido qualquer antídoto farmacológico específico para o Gadoteridol. Por conseguinte, o tratamento foca-se essencialmente em cuidados de suporte, estando a hemodiálise documentada como o procedimento para acelerar a remoção e eliminação do agente da circulação sistémica.

A sobredosagem representa uma preocupação acrescida para doentes com comprometimento renal grave ou Lesão Renal Aguda (LRA). Nestes indivíduos, a capacidade do organismo para eliminar o agente está comprometida, sendo o risco adicionalmente aumentado pela utilização de doses superiores às recomendadas ou por administrações repetidas.

Usos terapêuticos de Prohens

O que o Prohens trata: principais utilizações e benefícios

O Prohens (Gadoteridol) é um agente de diagnóstico especializado, aplicado para auxiliar na melhoria do detalhe das imagens obtidas durante exames de Ressonância Magnética (RM). O seu principal benefício não consiste no tratamento direto de sintomas físicos, mas sim em ajudar a resolver a incerteza diagnóstica, contribuindo para uma melhor visualização das estruturas internas. Este agente é considerado relevante em dois domínios principais.

A sua utilização apoia a avaliação de condições que envolvem o Sistema Nervoso Central (SNC), tais como lesões intracranianas e anomalias no cérebro e na espinal medula, bem como em tecidos extracranianos/extraespinais, relevantes para situações que apresentem sintomas na área da cabeça e do pescoço. É aplicado em contextos clínicos onde os sintomas podem estar relacionados com patologias como tumores ou processos inflamatórios. A informação recolhida auxilia na manutenção da estabilidade funcional e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Benefício Diagnóstico
Cenário de Utilização Principal Aplicado para resolver a incerteza diagnóstica em áreas anatómicas complexas.
Benefício para o Paciente Contribui para atenuar o impacto global dos sintomas através do fornecimento de dados diagnósticos essenciais.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para o Prohens (Gadoteridol)

O Prohens está aprovado para utilização em adultos e em doentes pediátricos, incluindo recém-nascidos de termo, para a realização de exames de RM com contraste do cérebro, coluna vertebral e tecidos associados. A elegibilidade é estritamente definida por normas regulamentares, centrando-se no estado de saúde e na idade do doente.

Classificação Estatuto e População Base da Restrição
Contraindicado Doentes com antecedentes conhecidos de reação alérgica ou de hipersensibilidade ao Gadoteridol ou aos seus componentes. Exclusão absoluta.
Evitar a utilização Doentes com doença renal crónica grave (GFR < 30 mL/min/1,73 m^2) ou lesão renal aguda (LRA). Risco elevado de Fibrose Sistémica Nefrogénica (FSN); utilizar apenas se for essencial e se a imagem sem contraste for insuficiente.
Não aprovado Administração Intratecal (injeção no canal raquidiano). Associado a reações adversas graves.

Para doentes com risco de função renal reduzida, como pessoas com idade superior a 60 anos, ou com hipertensão ou diabetes, a Taxa de Filtração Glomerular (GFR) deve ser estimada através de análises laboratoriais antes da administração. A utilização durante a gravidez deve ser evitada, a menos que o exame de imagem seja considerado essencial e não possa ser adiado. O uso durante a lactação é geralmente considerado aceitável, baseando-se na avaliação da necessidade clínica da mãe.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

De acordo com as informações oficiais, o Prohens (Gadoteridol), enquanto agente de diagnóstico, não está sujeito às interações medicamentosas convencionais (baseadas no metabolismo ou transporte) que são típicas dos fármacos terapêuticos. Isto deve-se ao facto de o composto não ser metabolizado pelo sistema enzimático citocromo P450 e de ser eliminado rapidamente do organismo, principalmente através da filtração glomerular nos rins. Consequentemente, os documentos oficiais confirmam, de forma geral, que não existem interações conhecidas com outros medicamentos orais ou intravenosos que alterem os seus níveis sistémicos ou o seu mecanismo de ação.

Contudo, o perfil oficial do medicamento é definido por duas restrições baseadas no risco e no modo de administração:


Restrições Relacionadas com a Administração

Tipo de Interação Restrição Regulamentar
Incompatibilidade Física O Prohens não deve ser misturado fisicamente com outros medicamentos administrados em simultâneo ou com soluções de nutrição parentérica na mesma linha intravenosa. Esta é uma regra de administração obrigatória devido à incompatibilidade química documentada nas informações oficiais do produto.

Consideração sobre Exposição Cumulativa

Fator de Interação Restrição Oficial
Outros Agentes de Contraste à Base de Gadolínio (ACG) A utilização sequencial de ACG constitui um fator de risco documentado para a Fibrose Sistémica Nefrogénica (FSN) em doentes com comprometimento renal grave (taxa de filtração glomerular estimada - eGFR inferior a 30 mL/min/1,73 m^2). Recomenda-se que se aguarde o tempo suficiente para a eliminação total do agente entre as administrações de qualquer ACG em populações de risco.

Não existem interações oficialmente documentadas entre o Prohens e alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

O Prohens atua como um antagonista farmacológico em múltiplos sistemas de recetores, exercendo o seu efeito principal sobretudo no sistema nervoso central (SNC).

A sua interação molecular primordial é o antagonismo competitivo do recetor H1 da histamina.

Simultaneamente, o Prohens funciona como antagonista em vários outros alvos biológicos. Bloqueia o recetor de dopamina D2, especificamente na via mesolímbica, modificando assim a sinalização dopaminérgica. Adicionalmente, atua como antagonista nos recetores muscarínicos de acetilcolina (principalmente M1), o que leva a uma redução da transmissão colinérgica.

Estas interações combinadas nos recetores resultam numa cascata de consequências intracelulares, incluindo a inibição da sinalização da proteína acoplada a Gq (iniciada pela ligação da histamina e da acetilcolina) e a modulação da sinalização acoplada a Gi (iniciada pela ligação da dopamina). Ao nível sistémico, as consequências fisiológicas incluem a modulação do estado de vigília, através da supressão da via histaminérgica, e a redução da atividade no sistema vestíbulo-cerebelar e na zona quimiorrecetora de gatilho, devido às suas propriedades anticolinérgicas e antidopaminérgicas, respetivamente.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Prohens

O Prohens (Gadoteridol) é administrado rigorosamente sob a forma de Solução Estéril através de uma Injeção Intravenosa (IV). Este fármaco é utilizado como um agente de diagnóstico único, não tendo finalidades terapêuticas. O procedimento de administração correto está precisamente definido, focando-se no cálculo da dose, na técnica de aplicação e no tempo exato de execução em relação ao exame de Ressonância Magnética (RM).


Protocolo de Dosagem e Administração Registada

Categoria da Instrução Declaração Oficial
Via de Administração Exclusivamente por Injeção Intravenosa (IV).
Dose Padrão (Adultos e Pediatria) 0,1 mmol/kg de peso corporal, o que equivale a 0,2 mL/kg da solução de 0,5 mmol/mL.
Dose Suplementar (Apenas SNC em Adultos) Poderá ser administrada uma dose adicional de 0,2 mmol/kg, totalizando um máximo de 0,3 mmol/kg.
Uso Pediátrico A dose padrão de 0,1 mmol/kg é utilizada em todas as idades pediátricas, incluindo recém-nascidos de termo completo; a dosagem suplementar não está estabelecida.
Padrão de Frequência Utilização única para um procedimento de diagnóstico. A repetição da injeção requer um intervalo de, pelo menos, 7 dias.

Contexto do Procedimento

A administração envolve uma injeção intravenosa rápida ou em bolus, que deve ser imediatamente seguida pela injeção de, pelo menos, 5 mL de solução salina normal (soro fisiológico). Esta lavagem da linha é obrigatória para assegurar a entrega completa do agente de contraste. Se for utilizada a dose suplementar em adultos, esta deve ser administrada no prazo de 30 minutos após a injeção inicial, devendo a sequência de imagens de RM subsequente ser concluída no período de uma hora após a administração do contraste. A solução deve ser visualmente verificada quanto à presença de partículas antes da utilização e não deve ser misturada com outros medicamentos na mesma linha intravenosa.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

A investigação clínica recente sobre o Prohens tem-se focado na avaliação da sua eficácia e segurança em diversas populações de doentes. Estudos recentes indicam que este fármaco apresenta um perfil terapêutico consistente, com resultados que corroboram a sua utilidade clínica no tratamento das patologias para as quais está indicado.

Ensaios clínicos de fase III demonstraram que a administração de Prohens resulta numa melhoria significativa dos parâmetros clínicos avaliados em comparação com o placebo. Os dados sugerem que o tratamento é bem tolerado pela maioria dos participantes, com a maioria dos acontecimentos adversos reportados a serem de intensidade ligeira a moderada. Estes resultados reforçam o papel do Prohens como uma opção terapêutica viável no panorama clínico atual.

Além disso, análises de subgrupos em estudos observacionais de longo prazo têm fornecido informações valiosas sobre a manutenção da eficácia ao longo do tempo. A evidência acumulada indica que a resposta ao tratamento se mantém estável, sem sinais significativos de perda de eficácia ou de novos riscos de segurança não identificados anteriormente. Estes dados de vida real são essenciais para compreender o desempenho do fármaco fora do ambiente controlado dos ensaios clínicos tradicionais.

Investigações em curso estão também a explorar o potencial do Prohens em combinações terapêuticas e em protocolos de dosagem otimizados. O objetivo desta investigação contínua é refinar as diretrizes de tratamento e maximizar os benefícios para os doentes, garantindo simultaneamente a minimização de riscos. A evidência clínica disponível até à data apoia a utilização criteriosa do Prohens, integrando-o como uma ferramenta importante na gestão clínica das condições visadas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Prohens (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Prohens a começar a atuar?

R: O Prohens é administrado como uma injeção intravenosa única e rápida durante um procedimento de diagnóstico. As informações oficiais do produto indicam que o exame de RM é habitualmente realizado imediatamente após a injeção. O fármaco distribui-se rapidamente pelo corpo para melhorar a imagem e é eliminado de forma célere.


P: Existem estudos mais recentes sobre os efeitos a longo prazo do Prohens?

R: Foi observado que pequenas quantidades de gadolínio, o elemento ativo do Prohens, podem ficar retidas no organismo durante meses ou anos após a administração. As consequências clínicas desta retenção em pessoas com função renal normal não estão ainda totalmente estabelecidas. Estudos contínuos e orientações regulatórias mantêm a monitorização deste tema.


P: Qual é a duração típica do tratamento com Prohens?

R: O Prohens é um agente de diagnóstico destinado a uma única utilização num procedimento. Não é um medicamento de uso contínuo. As informações de prescrição oficiais indicam que, se for necessária uma repetição da injeção, é geralmente necessário um intervalo de pelo menos sete dias antes da administração seguinte.


P: O que acontece se eu falhar a toma do Prohens por um par de dias?

R: O Prohens é um agente de imagem administrado por um profissional de saúde numa hora agendada. Não é um medicamento com um regime de dosagem regular que um doente tome diariamente ou que possa "falhar". Se houver uma alteração ou atraso no seu procedimento, deve contactar o seu prestador de cuidados de saúde para reagendar.


P: O Prohens precisa de ser tomado com alimentos ou em jejum?

R: As informações oficiais do produto confirmam que o momento da injeção intravenosa de Prohens não tem relação com o consumo de alimentos. Pode ser administrado independentemente das refeições.


P: Qual é o risco de sintomas de privação se eu parar o Prohens subitamente?

R: Dado que o Prohens é administrado numa dose única e é eliminado rapidamente do organismo, não existem sintomas de privação conhecidos relatados na documentação regulatória.


P: O Prohens causa problemas de digestão ou mal-estar estomacal?

R: De acordo com os dados oficiais de segurança, a náusea é listada como um efeito secundário comum do Prohens. Efeitos gastrointestinais pouco comuns podem incluir vómitos e diarreia.


P: Os efeitos secundários do Prohens costumam desaparecer após algumas semanas?

R: O Prohens é uma injeção de utilização única que é eliminada do organismo rapidamente, geralmente num período de 24 horas. Por conseguinte, não seria de esperar que quaisquer efeitos secundários temporários que uma pessoa sinta persistam durante semanas após o procedimento.


P: Pode-se tomar analgésicos como o ibuprofeno ou o paracetamol com o Prohens?

R: Não foram realizados estudos formais de interação fármaco-fármaco para o Prohens. No entanto, não se preveem interações medicamentosas significativas porque o fármaco é eliminado rapidamente pelos rins e não é metabolizado pelo fígado.


P: O que se sente quando o Prohens está realmente a atuar?

R: Os doentes podem experienciar certas sensações comuns, tais como um sabor metálico temporário na boca (perversão do paladar) ou uma sensação localizada de calor ou frio no local da injeção. Isto baseia-se nas informações oficiais do produto.


P: Se eu falhar uma dose de Prohens, qual é a melhor coisa a fazer?

R: O Prohens só é administrado por um profissional de saúde num ambiente controlado para um procedimento de diagnóstico específico. Se houver um problema com o agendamento do seu procedimento, recomenda-se contactar o prestador de cuidados de saúde para determinar os passos seguintes adequados.


P: O Prohens é um fármaco que vicia?

R: Fontes governamentais oficiais confirmam que o Prohens (Gadoteridol) não está classificado como uma substância controlada e não é considerado um fármaco que cause habituação ou dependência.


P: O que devo fazer se tomar acidentalmente demasiado Prohens?

R: O Prohens só é administrado por pessoal de saúde formado num ambiente controlado. No evento raro de uma sobredosagem acidental, as informações oficiais de segurança indicam que o fármaco pode ser removido da corrente sanguínea através de hemodiálise.


P: O Prohens pode causar problemas de sono (insónia)?

R: Os problemas de sono não estão listados como uma reação adversa comum ou pouco comum na rotulagem oficial do produto Prohens.


P: O Prohens interage com a pílula contracetiva?

R: Embora não tenham sido realizados estudos de interação formais, o Prohens é rapidamente eliminado pelos rins sem ser metabolizado. Portanto, não se esperam interações significativas com medicamentos hormonais, como as pílulas contracetivas, devido à via de eliminação do fármaco.


P: Porque é que os médicos começam frequentemente os doentes com uma dose muito baixa de Prohens?

R: A dose recomendada de Prohens baseia-se no peso. As informações de prescrição oficiais não recomendam iniciar com uma dose inferior a este valor padrão, mas uma dose suplementar mais elevada pode ser utilizada em circunstâncias específicas para certos tipos de imagiologia do sistema nervoso central.


P: Posso conduzir ou operar máquinas enquanto estiver a tomar Prohens?

R: O rótulo oficial não aborda especificamente a condução, mas os doentes devem estar cientes de possíveis efeitos secundários como dor de cabeça ou tonturas. Após a injeção, é geralmente realizada uma observação durante um curto período antes de retomar as atividades normais.


P: Existem restrições quanto ao consumo de álcool enquanto se recebe Prohens?

R: A rotulagem oficial indica que não foram relatadas interações conhecidas com o álcool, uma vez que o fármaco é rapidamente eliminado pelos rins.


P: Posso cortar ou esmagar o comprimido de Prohens?

R: Não. O Prohens é fabricado e fornecido como uma solução estéril destinada apenas a injeção intravenosa. Não está disponível em forma de comprimido ou cápsula que possa ser cortado ou esmagado.


P: São necessários exames laboratoriais antes ou durante o tratamento com Prohens?

R: Sim, as diretrizes oficiais de segurança exigem que os doentes sejam submetidos a um rastreio para detetar a redução da função renal antes de receberem Prohens. Para todos os doentes em risco, a taxa de filtração glomerular (GFR) deve ser estimada através de análises laboratoriais antes da administração.


P: Porque é que o meu humor parece oscilar após começar o Prohens?

R: A rotulagem oficial lista alterações no estado mental ou no humor de uma pessoa como uma reação adversa menos comum. Se notar qualquer alteração invulgar ou preocupante no seu humor, é aconselhável comunicar o facto ao profissional de saúde prescritor.


P: O Prohens interage com medicamentos de venda livre para a constipação?

R: Embora não tenham sido realizados estudos de interação formais, o Prohens é eliminado rapidamente pelos rins e não é metabolizado pelo fígado. Por conseguinte, não se antecipam interações medicamentosas significativas com a maioria dos medicamentos de venda livre para a constipação devido à via de eliminação do fármaco.


P: O Prohens é uma substância controlada?

R: Não, o Prohens (Gadoteridol) não é categorizado como uma substância controlada pelos organismos reguladores.


P: O Prohens pode agravar quaisquer condições de saúde mental existentes?

R: Os dados oficiais de segurança comunicaram ansiedade e alterações no estado mental como efeitos secundários menos comuns. É aconselhável que indivíduos com antecedentes de condições de saúde mental discutam quaisquer preocupações potenciais com o seu prestador de cuidados de saúde antes do procedimento.


P: O Prohens pode causar tonturas ou sensação de desmaio?

R: A rotulagem oficial lista a tontura como uma reação adversa pouco comum. Embora a sensação de desmaio não esteja explicitamente listada, é um sintoma que pode estar associado a reações alérgicas mais graves, embora raras.


P: Existem riscos a longo prazo associados à toma de Prohens durante vários anos?

R: Vestígios do componente de gadolínio do Prohens podem ser retidos nos tecidos, incluindo o cérebro e o osso, após a administração. A retenção de gadolínio é uma preocupação maior para doentes que recebem muitas doses ao longo da vida. As consequências clínicas em doentes com função renal normal não estão atualmente estabelecidas na sua totalidade.

Como Prohens deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Prohens

As normas oficiais definem condições específicas necessárias para manter a qualidade e a esterilidade do Prohens (Gadoteridol), regulamentando também a sua eliminação.


Condições de Armazenamento Obrigatórias

Requisito Declaração Oficial
Temperatura Conservar a Temperatura Ambiente Controlada (20 °C a 25 °C).
Proteção Deve ser protegido da luz e não deve ser congelado.
Manuseamento Inspecionar visualmente a existência de partículas ou descoloração antes da utilização.

Regras de Manuseamento e Eliminação

O Prohens é fornecido num frasco para utilização única. É obrigatório eliminar qualquer porção não utilizada da solução imediatamente após a retirada da dose necessária.

Todos os resíduos de medicamentos devem ser eliminados de acordo com a legislação nacional e os regulamentos locais aplicáveis. Por razões de segurança, este medicamento deve ser sempre guardado fora do alcance e da vista das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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