Pisapem

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Pisapem

O que é o Pisapem?

O Pisapem é um antibiótico de largo espectro potente, sujeito a receita médica, pertencente à classe dos carbapenemos. Foi concebido como um agente antibacteriano sistémico destinado especificamente ao combate de infeções bacterianas graves e persistentes em todo o corpo, tais como infeções abdominais ou cutâneas complicadas. O componente ativo central, o meropenem, é um composto sintético derivado da tienamicina. Estudos farmacológicos confirmam que o meropenem é reconhecido clinicamente pela sua eficácia fiável contra uma vasta gama de bactérias, incluindo estirpes que apresentam resistência a gerações de antibióticos mais antigas.

Composição e Diferenciação da Forma

O Pisapem define-se pela sua composição de dois componentes, sendo fornecido como um pó estéril para solução para injeção ou perfusão. Este produto de combinação específico inclui o agente terapêutico, meropenem, e o bicarbonato de sódio, que serve como um tampão farmacêutico crucial. Este tampão é uma característica diferenciadora fundamental para esta formulação intravenosa (IV), respondendo aos desafios de estabilidade química inerentes ao meropenem, garantindo assim que o medicamento permanece totalmente potente após a reconstituição.

O mecanismo do meropenem é bactericida — elimina ativamente as bactérias alvo através da interrupção da síntese da parede celular das mesmas, um princípio bem fundamentado por diretrizes médicas estabelecidas. Esta ação rápida e definitiva faz do Pisapem uma ferramenta valiosa para controlar a proliferação de organismos patogénicos em cenários de infeção críticos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Pisapem ?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Pisapem (Meropenem) é definido pelas classificações de frequência oficialmente reconhecidas e pelos agrupamentos por classes de sistemas de órgãos estabelecidos em documentos regulamentares de referência. As reações adversas são agrupadas com base na frequência com que ocorrem.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Classificação Exemplos de Efeitos Documentados
Frequentes Diarreia, náuseas, vómitos, cefaleia (dor de cabeça), trombocitemia, inflamação ou dor no local da injeção, flebite, prurido (comichão) e erupção cutânea.
Pouco Frequentes Trombocitopenia, leucopenia, hipocalemia, parestesia, colite associada a antibióticos e aumentos da ureia ou da creatinina no sangue.
Raros Convulsões, agranulocitose e angioedema.

Estes efeitos são categorizados por Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo Doenças Gastrointestinais, Doenças do Sistema Nervoso, Doenças do Sangue e do Sistema Linfático, e Doenças da Pele e Tecidos Subcutâneos.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Existem reações adversas graves que incluem reações de hipersensibilidade (anafiláticas) potencialmente fatais e condições cutâneas graves conhecidas como SCARs (por exemplo, síndrome de Stevens-Johnson). O risco de convulsões é superior em doentes com distúrbios pré-existentes do Sistema Nervoso Central (SNC) ou insuficiência renal, uma condição em que o ajuste da dose pode ser necessário de acordo com as orientações oficiais para populações específicas.

Além disso, a diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD) é uma complicação gastrointestinal grave documentada como ocorrendo durante ou após a administração de antibióticos. O medicamento é contraindicado em indivíduos com antecedentes conhecidos de hipersensibilidade aos carbapenemes ou a outros antibióticos beta-lactâmicos. A coadministração com Ácido Valproico está associada a um risco aumentado de crises epilépticas súbitas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil oficial relativo à sobredosagem de Pisapem é definido principalmente pelo risco de uma elevada concentração sistémica do fármaco, com efeitos documentados que afetam sobretudo o Sistema Nervoso Central (SNC) e o sistema renal. As manifestações clínicas documentadas incluem sinais neurológicos agudos, tais como convulsões, tremores e cefaleia grave, a par de efeitos gastrointestinais como náuseas, vómitos e diarreia. Os achados laboratoriais podem demonstrar a elevação das transaminases hepáticas e o aumento da creatinina sérica, indicando um potencial envolvimento sistémico.

Um risco fundamental assinalado na documentação oficial é a possibilidade de progressão grave, incluindo o estado de mal epiléptico e outros distúrbios neurológicos reversíveis. Os doentes com insuficiência renal pré-existente apresentam um risco acrescido de toxicidade grave do SNC devido à depuração diminuída do fármaco.

Uma vez que não se conhece um antídoto específico para esta sobredosagem, a ação de emergência exigida é a interrupção imediata de Pisapem e a instituição de um tratamento estritamente sintomático e de suporte. Em casos de sobre-exposição grave, a hemodiálise está documentada como uma medida processual que pode remover eficazmente o fármaco da circulação.

Quando procurar ajuda médica imediata: Qualquer suspeita de sobredosagem, ou a observação de sinais como convulsões ou outros sintomas graves do SNC, exige atenção médica imediata ou o contacto com os serviços de emergência, conforme determinado pelas autoridades competentes.

Usos terapêuticos de Pisapem

Para que é utilizado o Pisapem: Principais utilizações e benefícios

O Pisapem é um medicamento antibiótico de largo espetro, pertencente à classe das penicilinas associadas a inibidores das beta-lactamases. A sua formulação combina o piperacilina, que atua na eliminação de uma vasta gama de bactérias, e o tazobactam, que protege a piperacilina da degradação por certas enzimas bacterianas. Esta combinação permite que o medicamento seja eficaz contra infeções complexas causadas por microrganismos sensíveis.

Indicações principais em adultos e adolescentes

O tratamento com Pisapem é indicado para a gestão de infeções bacterianas graves em diversas partes do corpo. Em pacientes adultos e adolescentes, as suas utilizações principais incluem:

  • Infeções do trato respiratório inferior: Incluindo pneumonia grave, como a pneumonia adquirida no hospital ou associada à ventilação mecânica.
  • Infeções do trato urinário: Casos complicados que afetam os rins ou a bexiga.
  • Infeções intra-abdominais: Como a peritonite ou infeções da vesícula biliar e apêndice.
  • Infeções da pele e tecidos moles: Infeções profundas ou extensas que requerem intervenção antibiótica sistémica.
  • Gestão da neutropenia febril: Utilizado em pacientes com febre e contagens baixas de glóbulos brancos, onde existe uma forte suspeita de infeção bacteriana.

Utilizações em pediatria

No contexto pediátrico, a utilização do Pisapem é mais restrita e específica. O medicamento é indicado para crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 12 anos para o tratamento de infeções intra-abdominais complicadas. Tal como nos adultos, pode também ser utilizado em crianças neutropénicas que apresentem febre de origem presumivelmente bacteriana.

Benefícios e eficácia terapêutica

O principal benefício do Pisapem reside na sua capacidade de combater estirpes bacterianas que desenvolveram resistência a outros tipos de penicilinas. Ao inibir as enzimas que normalmente neutralizariam o antibiótico, o Pisapem assegura que a piperacilina permaneça ativa contra o agente patogénico. Este mecanismo ajuda a controlar a progressão da infeção, reduzir a carga bacteriana e apoiar a recuperação do sistema imunitário do paciente em ambientes hospitalares e contextos de cuidados agudos.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Pisapem?

O perfil de elegibilidade para o Pisapem (Meropenem) é definido por critérios regulamentares oficiais que especificam as populações de doentes autorizadas, com restrições ou proibidas de utilizar o medicamento.

Contraindicações Absolutas

O Pisapem é estritamente contraindicado em doentes com uma hipersensibilidade conhecida ao meropenem ou a qualquer excipiente contido na formulação. O uso é também proibido em doentes com antecedentes conhecidos de reações de hipersensibilidade grave (como anafilaxia) a qualquer outro antibiótico da classe dos carbapenemes ou a qualquer outro agente antibacteriano beta-lactâmico, incluindo penicilinas ou cefalosporinas.

Restrições de Idade e de Uso Condicional

O Pisapem está geralmente aprovado para utilização em adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a três meses para as indicações estabelecidas. O uso em lactentes com menos de três meses de idade não é geralmente recomendado, uma vez que os dados de segurança e eficácia não estão totalmente estabelecidos para todas as infeções.

Para adultos com insuficiência renal grave, definida por uma depuração da creatinina ≤ 50 mL/min, o uso é condicional e exige um ajuste posológico obrigatório. O uso em doentes com distúrbios pré-existentes do Sistema Nervoso Central ou antecedentes de convulsões requer precaução e monitorização.

Gravidez e Amamentação

O uso durante a gravidez e a lactação é geralmente restrito e não recomendado, a menos que o benefício definido pelas normas regulamentares seja considerado superior ao risco potencial, devido aos dados limitados em seres humanos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

Pisapem (Meropenem) possui um perfil de interações distinto, definido por padrões farmacocinéticos e farmacodinâmicos específicos, conforme documentado em fontes oficiais.


Interações que Afetam a Exposição ao Medicamento

As informações oficiais identificam uma interação farmacocinética significativa que envolve a probenecida, um medicamento utilizado para inibir a secreção tubular renal ativa. A coadministração de probenecida compete com o meropenem por esta via de eliminação no rim. Esta interação aumenta formalmente a semivida de eliminação e a concentração plasmática do meropenem, um efeito associado à competição mediada por transportadores.


Interações que Afetam os Níveis de Anticonvulsivantes

Uma segunda interação importante envolve os agentes anticonvulsivantes ácido valproico e valproato de sódio. A coadministração com Pisapem resulta numa redução confirmada da concentração sérica do anticonvulsivante. Devido ao risco farmacodinâmico de perda de controlo das crises epilépticas, esta combinação não é, geralmente, recomendada. Esta precaução é explicitamente realçada para doentes cujas crises estão, de outra forma, bem controladas por estes agentes.


Outras Restrições de Interação

Não estão documentadas interações específicas que exijam restrições com substâncias comuns, tais como o álcool, alimentos ou produtos e suplementos à base de plantas. Além disso, não existem registos de regras obrigatórias de intervalo de tempo para as substâncias com interação conhecida, nem existem interações documentadas mediadas por enzimas metabólicas do citocromo P450 (CYP).

Mecanismo de ação

Bloqueio Direcionado da Síntese da Parede Celular Bacteriana

A função principal do Pisapem é atuar como um inibidor covalente das Proteínas de Ligação à Penicilina (PBPs), que são enzimas bacterianas necessárias para a montagem estrutural final da parede celular protetora. Esta interação específica de alta afinidade interrompe permanentemente a via de síntese do peptidoglicano, levando diretamente à lise rápida (rutura e morte) da célula bacteriana.


Suporte Mecanístico através da Estabilização Bioquímica

O segundo componente, o Bicarbonato de Sódio, desempenha um papel crucial ao fornecer suporte mecanístico essencial como um tampão de pH. Esta estabilização impede que a molécula ativa de Meropenem sofra uma degradação química antes de se conseguir ligar às PBPs, garantindo que a concentração máxima potencial do fármaco esteja disponível para iniciar a cascata bactericida, resultando na redução da população bacteriana viável.


Restrições à Eficácia Mecanística

A capacidade funcional do mecanismo é limitada por mecanismos de resistência, tais como o desenvolvimento bacteriano de PBPs modificadas com menor afinidade de ligação ou a utilização de bombas de efluxo para expelir ativamente o fármaco. Estes fatores interferem diretamente no mecanismo central, reduzindo funcionalmente a quantidade de fármaco que alcança e inibe com sucesso o alvo enzimático pretendido.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Pisapem

O Pisapem é administrado estritamente em ambiente clínico devido à sua via intravenosa (IV) e aos requisitos especializados de preparação. As instruções oficiais para a sua utilização estruturam-se em torno do método de entrega, de uma frequência fixa e de ajustes obrigatórios para populações específicas.

Âmbito da Administração

Campo Instrução
Via de administração Perfusão Intravenosa (IV) (método padrão) ou Injeção Intravenosa (IV) em Bolus (para doses até 1 g).
Esquema posológico (Adultos) As doses padrão variam entre 500 mg e 2 gramas de Meropenem, dependendo da infeção.
Requisitos de preparação O medicamento é um pó estéril que requer reconstituição e diluição com um fluido intravenoso compatível, como Cloreto de Sódio a 0,9%, imediatamente antes da administração.
Regras por grupo etário Doentes Pediátricos (≥ 3 meses): A dosagem é baseada no peso (10 mg/kg a 40 mg/kg) a cada 8 horas. Adultos com Insuficiência Renal: A dose e/ou o intervalo devem ser ajustados quando a depuração da creatinina é ≤ 50 mL/min.
Condições especiais A perfusão IV deve ser administrada ao longo de 15 a 30 minutos. O bolus IV (para doses ≤ 1 g) é aplicado durante 3 a 5 minutos. A solução deve ser inspecionada visualmente antes da administração.

Estrutura do Procedimento

A frequência padrão é de 8 em 8 horas para doentes com função renal normal, constituindo uma parte central do protocolo de utilização. O procedimento oficial exige que se determine primeiro a via e a dose, procedendo-se depois à preparação adequada da solução, à sua inspeção visual e, finalmente, à administração durante o período de tempo especificado. O ciclo de tratamento dura habitualmente entre 7 a 14 dias.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos do Pisapem

Evidência em Infeções Complicadas da Pele e Tecidos Moles (IcPTM)

A avaliação clínica do componente ativo do Pisapem incluiu Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECA) e revisões sistemáticas. Estes estudos envolveram comparações com outros agentes antibacterianos intravenosos estabelecidos. Os investigadores analisaram resultados fundamentais relacionados com a resposta clínica, tais como a melhoria do doente ou a resolução de sintomas agudos numa consulta de acompanhamento, e a taxa de erradicação microbiológica, que verifica se as bactérias causadoras da doença foram eliminadas. Os estudos focaram-se em adultos hospitalizados e doentes pediátricos com mais de três meses de idade com infeções complexas.

As conclusões descrevem padrões observados nos ensaios onde os resultados medidos para este tratamento foram comparados com critérios predefinidos utilizados para tratamentos padrão estabelecidos. Os resultados comunicados aplicam-se apenas às populações estudadas e descrevem, geralmente, resultados a curto prazo medidos até 28 dias após o tratamento.

O que permanece incerto é a durabilidade da resposta. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos no que diz respeito à potencial recorrência da infeção ou a padrões de sintomas prolongados para além das janelas de observação curtas dos ensaios principais.


Evidência em Infeções Intra-abdominais Complicadas (cIAI)

A base de evidência para infeções intra-abdominais baseia-se em ensaios clínicos prospetivos, aleatorizados e controlados por comparador. Estes estudos exploraram alterações de sintomas a curto prazo em doentes com condições como apendicite complicada e peritonite, que são patologias caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas. Os ensaios tipicamente monitorizaram tanto a taxa de cura clínica como a taxa de erradicação microbiológica em consultas de acompanhamento específicas.

A investigação descreve achados clínicos e microbiológicos que foram observados em relação a outras terapias intravenosas utilizadas para gerir estas infeções. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, sugerindo que o tratamento foi avaliado em contextos com cargas de sintomas variadas.

Os resultados em subgrupos são incertos para doentes que enfrentam as complicações anatómicas mais graves e complexas da infeção intra-abdominal. A informação limitada sobre os resultados a longo prazo nestes subgrupos de doentes criticamente doentes significa que a evidência é limitada relativamente ao espectro total das trajetórias de recuperação.


Evidência em Meningite Bacteriana em Crianças

Investigação dedicada analisou este tratamento em crianças, recorrendo a Ensaios Clínicos Aleatorizados e estudos farmacocinéticos especializados para investigar os níveis do fármaco no sistema nervoso central. Estes estudos exploraram a forma como a condição evoluiu em doentes pediátricos (bebés e crianças com mais de três meses de idade). Foram monitorizados resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, incluindo a taxa de resultados bacteriológicos no líquido cefalorraquidiano (LCR) e a medição de resultados neurológicos a longo prazo.

Os estudos relataram como os sintomas evoluíram nas populações observadas, com resultados que descrevem padrões de resultados bacteriológicos e de resposta clínica nesta condição grave. O acompanhamento estendeu-se para além do internamento hospitalar para medir efeitos a longo prazo.

No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes. A evidência é limitada para o uso em bebés com menos de três meses de idade. Adicionalmente, devido à natureza rara da doença, as amostras foram modestas em comparação com ensaios para infeções mais comuns, o que limita a capacidade de extrair conclusões muito abrangentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Pisapem (FAQ)

P: Para que é geralmente prescrito o Pisapem?

R: Os documentos oficiais indicam que o Pisapem é prescrito para tratar infeções bacterianas graves, incluindo infeções complicadas da pele e dos tecidos moles e infeções intra-abdominais complicadas. É também indicado para o tratamento da meningite bacteriana em crianças com idade igual ou superior a três meses.

P: O Pisapem é o mesmo tipo de medicamento que [nome de fármaco comum semelhante]?

R: O Pisapem pertence à classe de antibióticos dos carbapenemes, um grupo reservado para o tratamento de infeções bacterianas sistémicas graves. Embora partilhe algumas características com outros medicamentos desta classe, como o imipenem, os seus perfis químicos e de atividade específicos diferem.

P: Com que rapidez o Pisapem começa a atuar?

R: O componente ativo do Pisapem atua rapidamente como um agente bactericida, o que significa que começa a eliminar as bactérias alvo pouco depois da administração, interrompendo a formação das suas paredes celulares. A semivida de eliminação do fármaco é de aproximadamente 1 hora em adultos com função renal normal, o que reflete o tempo de permanência no organismo.

P: Quanto tempo duram os efeitos do Pisapem?

R: A semivida de eliminação do componente ativo é de cerca de 1 hora para adultos com função renal normal. O esquema posológico padrão é frequentemente estruturado para ser administrado a cada 8 horas, de modo a ajudar a manter uma concentração terapêutica constante no organismo. Este esquema visa manter os níveis do fármaco eficazes para combater a infeção.

P: O Pisapem tem um período de "perda de efeito"?

R: O medicamento é geralmente programado para ser administrado a cada 8 horas para manter uma eficácia contínua. O sucesso do tratamento depende da manutenção da concentração do fármaco acima do nível inibitório mínimo para as bactérias durante todo o intervalo entre doses.

P: Quais são as principais conclusões dos ensaios fundamentais do Pisapem?

R: Os estudos e a informação oficial indicam que as principais conclusões dos ensaios fundamentais se focaram na obtenção de uma resposta clínica satisfatória e de uma elevada taxa de erradicação microbiológica nos doentes. Os ensaios compararam os resultados do tratamento com critérios predefinidos utilizados para outros tratamentos padrão estabelecidos.

P: Por que razão algumas pessoas interrompem a toma de Pisapem?

R: Uma reação alérgica ou de hipersensibilidade grave é uma contraindicação estrita e exige uma ação imediata. As razões para a interrupção incluem frequentemente reações adversas documentadas, como diarreia grave, ou eventos raros e graves, como convulsões.

P: Os adultos mais velhos podem utilizar o Pisapem?

R: De acordo com a informação oficial do produto, não é necessário qualquer ajuste da dose para doentes idosos que tenham uma função renal normal. No entanto, se qualquer adulto apresentar insuficiência renal, a dosagem é tipicamente ajustada de acordo com as diretrizes obrigatórias.

P: Porque é que algumas pessoas dizem sentir-se "atordoadas" ou com "nevoeiro mental" com o Pisapem?

R: A experiência descrita como sentir-se "atordoado" ou com "nevoeiro" pode estar relacionada com efeitos adversos reportados no sistema nervoso central (SNC). Estes efeitos incluem sintomas documentados como confusão, tonturas ou uma sensação anormal de formigueiro ou picadas (parestesia).

P: É normal sentir cansaço após tomar Pisapem?

R: O cansaço ou fraqueza invulgar está listado como um potencial efeito adverso que pode ser grave. A informação de segurança oficial aconselha que tais efeitos devem ser comunicados a um profissional de saúde.

P: O Pisapem causa aumento de peso?

R: O perfil de segurança oficial refere que o aumento de peso invulgar ou rápido é um efeito adverso potencial raro, reportado na experiência pós-comercialização. Alterações inesperadas ou significativas no peso corporal devem ser monitorizadas durante o tratamento.

P: O Pisapem interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

R: Os rótulos regulamentares oficiais não listam uma interação com o analgésico comum paracetamol. O aviso de interação mais significativo refere-se a anticonvulsivantes como o Ácido Valproico, uma vez que a coadministração pode reduzir o nível do anticonvulsivante no sangue.

P: O Pisapem precisa de ser tomado à mesma hora todos os dias?

R: O esquema posológico prescrito é tipicamente definido para ser administrado a cada 8 horas. O cumprimento rigoroso deste intervalo é importante para ajudar a manter a concentração do fármaco num nível terapêutico eficaz para combater a infeção.

P: O Pisapem é considerado uma substância controlada?

R: O Pisapem (Meropenem) é um antibiótico que não está classificado como uma substância controlada. É um medicamento potente que requer prescrição médica.

P: O Pisapem pode afetar os meus padrões de sono?

R: Os documentos oficiais de segurança listam potenciais efeitos secundários que podem afetar o sono. Estes incluem tanto a dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir (insónia) como a sonolência invulgar.

P: É verdade que o Pisapem pode afetar a minha visão?

R: A informação de segurança oficial refere que a visão turva é um potencial efeito adverso que tem sido reportado. Este efeito é considerado raro e foi observado durante a experiência pós-comercialização.

P: Posso conduzir ou operar máquinas enquanto tomo Pisapem?

R: O meropenem pode afetar o estado de alerta mental e causar compromisso motor. Devido a este potencial, recomenda-se precaução em atividades como operar máquinas ou conduzir veículos motorizados.

P: O Pisapem afeta o humor ou a ansiedade?

R: Foram reportados efeitos secundários raros no sistema nervoso central relacionados com o humor e o comportamento na experiência pós-comercialização, incluindo sintomas como agitação, hostilidade e depressão.

P: Qual é a diferença entre o Pisapem e um placebo nos ensaios clínicos?

R: Os ensaios clínicos avaliaram o medicamento comparando os seus resultados com os de outros agentes antibacterianos intravenosos estabelecidos, em vez de um placebo.

P: Existe uma versão genérica do Pisapem disponível?

R: O ingrediente ativo principal, o meropenem, está disponível de forma genérica e sob vários nomes de marca. O Pisapem é a denominação específica desta formulação, que inclui o meropenem combinado com um tampão farmacêutico.

P: Existem requisitos de monitorização durante a toma de Pisapem?

R: Recomenda-se que os doentes recebam monitorização periódica do seu estado durante o tratamento. Isto inclui análises ao sangue, como hemogramas completos e testes de função hepática, bem como a monitorização contínua da função renal.

P: Qual é o objetivo do aviso de "caixa negra" no Pisapem?

R: O rótulo oficial para o Meropenem não apresenta um aviso de "caixa negra". No entanto, inclui um aviso proeminente relativo ao potencial de convulsões e ao risco de crises epilépticas súbitas quando utilizado com o fármaco anticonvulsivante Ácido Valproico.

Como Pisapem deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Pisapem

O Pisapem (Meropenem e Bicarbonato de Sódio, pó para solução injetável) exige controlos de temperatura específicos para manter a sua integridade, tal como exigido pela rotulagem oficial.


Condições de Conservação

Forma do Produto Requisito de Temperatura
Pó não reconstituído Conservar a temperatura ambiente controlada (não superior a 30°C).
Solução reconstituída Não deve ser congelada. A estabilidade depende do tempo e da temperatura.

Estabilidade da Solução e Eliminação

A estabilidade da solução preparada é limitada, variando entre 1 e 15 horas, dependendo da concentração, do diluente e do facto de ser refrigerada ou mantida à temperatura ambiente. O produto destina-se apenas a uma única utilização. Qualquer produto não utilizado, incluindo o respetivo recipiente, deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais e nacionais relativos a resíduos de saúde. Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Pisapem encontrado em:

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