Penazol

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Penazol

Método de ação: Cough And Cold Preparations

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Penazol

O que é o Penazol e o seu Princípio Ativo, a Cloperastina?

O Penazol é uma preparação de marca cujo único componente ativo é a substância cloperastina (DCI), habitualmente apresentada sob a forma de sal de cloridrato ou de fendizoato. A cloperastina é um composto sintético, o que significa que é fabricada através de síntese química em vez de ser obtida de forma natural. Estudos farmacológicos confirmam a identidade deste composto único de origem sintética, que é formulado como um produto de princípio ativo único (monoterapia) [^PubChemCloperastine]. A preparação final consiste no sal ativo de cloperastina e numa base aquosa ou hidroalcoólica para as formas líquidas, frequentemente concebidas para facilitar a administração, ou em excipientes farmacêuticos inertes para as formas sólidas.

Classificação: Penazol como Antitússico Não Opioide

O Penazol pertence à classe farmacológica dos antitússicos de ação central, uma identidade confirmada pela sua inclusão no sistema de classificação Anatómica Terapêutica Química (ATC) como R05DB21 [^WHOATC]. Crucialmente, a cloperastina é um antitússico não opioide, o que confirma o seu estatuto como uma opção que permite a supressão da tosse sem as propriedades narcóticas associadas a certas outras classes de supressores. Este agente atua na supressão do reflexo da tosse ao influenciar o centro da tosse localizado no cérebro. O objetivo geral deste medicamento foca-se consistentemente em proporcionar alívio sintomático para a urgência persistente e não benéfica associada a uma tosse seca e não produtiva.

Formas Disponíveis das Preparações de Cloperastina

Enquanto preparação oral, o Penazol é disponibilizado em várias formas farmacêuticas distintas, sendo mais comummente encontrado como xarope ou líquido, a par de preparações sólidas, incluindo comprimidos e grânulos. A disponibilidade destas múltiplas formas orais assegura um método de administração flexível.

[^PubChemCloperastine]: National Library of Medicine - PubChem CID 2805 (Cloperastine) [^WHOATC]: WHO Collaborating Centre for Drug Statistics Methodology - ATC Classification Index

Quais efeitos secundários são possíveis com Penazol?

Efeitos Secundários e Informação de Segurança

O perfil de segurança oficial do Penazol (Cloperastina) está estruturado através da categorização das reações adversas documentadas pela frequência de ocorrência e pelo sistema de órgãos afetado, com base nas normas regulamentares. Estas classificações regem a compreensão formal do perfil de risco do medicamento.

Reações Adversas por Frequência e Sistema

Os efeitos classificados de forma mais comum relacionam-se com o sistema nervoso central (SNC) e com a atividade anticolinérgica. O texto regulamentar identifica as seguintes categorias gerais:

  • Reações Frequentes: Listadas oficialmente como ocorrendo com frequência, incluem sonolência, sedação e boca seca.
  • Reações Pouco Frequentes: Estas incluem náuseas, vómitos, tonturas e cansaço (fadiga).
  • Reações Raras: Os efeitos adversos oficialmente classificados como raros incluem cefaleia (dor de cabeça), erupção cutânea (hipersensibilidade), distúrbios visuais, palpitações, taquicardia e hipotensão.

As reações estão agrupadas em Classes de Sistemas de Órgãos, nomeadamente Doenças do Sistema Nervoso e Doenças Gastrointestinais.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

As reações adversas graves oficialmente documentadas incluem o potencial para reações de hipersensibilidade e efeitos graves no sistema nervoso central se o medicamento for utilizado acima dos níveis recomendados, o que pode envolver confusão, alucinações e convulsões.

Considerações de segurança específicas para determinadas populações estão definidas na documentação regulamentar:

  • Adultos mais velhos (Geriátricos): É aconselhada precaução devido ao potencial de aumento da suscetibilidade a efeitos secundários anticolinérgicos relacionados com o SNC, tais como sonolência e confusão.
  • Compromisso Hepático/Renal: É explicitamente recomendada precaução para indivíduos com compromisso hepático ou renal pré-existente, devido ao potencial de alteração na eliminação do fármaco e níveis plasmáticos elevados.
  • Gravidez e Lactação: O uso durante a lactação não é recomendado, pois os dados regulamentares relativos à excreção no leite humano são insuficientes.

As restrições relacionadas com a segurança constam no rótulo oficial, incluindo um aviso explícito relativo ao potencial de compromisso do estado de alerta, tornando necessária a precaução ao conduzir ou operar máquinas. Além disso, o uso concomitante com outros depressores do SNC, incluindo o álcool, pode potenciar os efeitos sedativos e está condicionado pelo texto regulamentar.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda para Penazol (Cloperastina)

A sobredosagem com Penazol está formalmente documentada como ocorrendo após a ingestão de quantidades significativamente superiores às doses terapêuticas. A documentação regulamentar estabelece um perfil claro de manifestações que se centram na toxicidade do Sistema Nervoso Central (SNC) e do sistema autónomo, exigindo ações específicas.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas Os sinais e sintomas clínicos de sobredosagem oficialmente listados incluem efeitos pronunciados no SNC, tais como sonolência, excitação e alucinações. Os desfechos neurológicos mais graves documentados incluem convulsões e compromisso percetível do movimento, especificamente descrito como ataxia (falta de coordenação motora). O perfil é ainda definido pela presença de sintomas anticolinérgicos. Esta constelação de efeitos estabelece formalmente o risco grave associado à intoxicação.

Ações de Emergência e Gestão de Suporte Deve procurar-se assistência médica imediata quando a ingestão de Penazol envolver quantidades substancialmente superiores aos níveis terapêuticos recomendados, conduzindo a estes sinais de intoxicação. A base regulamentar para gerir a sobredosagem consiste em fornecer o tratamento sintomático e de suporte necessário. A informação oficial de prescrição confirma que não está identificado nenhum antídoto específico para a toxicidade da cloperastina. As etapas processuais de suporte descritas para situações de sobredosagem incluem a realização de lavagem gástrica com soro salino ou, em alternativa, a indução do vómito sob supervisão médica profissional. Os documentos regulamentares não especificam explicitamente riscos de sobredosagem diferenciais ou estratégias de gestão para populações de doentes específicas, tais como doentes pediátricos ou geriátricos.

Usos terapêuticos de Penazol

Indicações Terapêuticas e Benefícios do Penazol

O Penazol, que contém a substância ativa pantoprazol, pertence a uma classe de medicamentos designada por inibidores da bomba de protões. A sua função principal é reduzir a quantidade de ácido produzida no estômago, sendo utilizado para o tratamento de diversas patologias gastrointestinais relacionadas com a acidez.

Tratamento de Doenças Relacionadas com o Ácido Gástrico

O medicamento é frequentemente indicado para o tratamento da esofagite de refluxo, uma inflamação do esófago acompanhada pela regurgitação de ácido estomacal. O Penazol auxilia na cicatrização das lesões na mucosa do esófago e proporciona o alívio de sintomas comuns, como a azia e a dor ao engolir.

Além disso, é utilizado na erradicação da bactéria Helicobacter pylori em doentes com úlceras duodenais e gástricas, sendo habitualmente administrado em combinação com antibióticos específicos. Esta abordagem visa não só tratar a úlcera ativa, mas também prevenir a sua recorrência.

Gestão de Condições Crónicas e Prevenção

O Penazol é também eficaz no tratamento de úlceras gástricas e duodenais, promovendo a recuperação do revestimento do trato digestivo. Em casos de patologias que envolvem uma produção excessiva e contínua de ácido, como a Síndrome de Zollinger-Ellison, este medicamento é fundamental para o controlo prolongado dos níveis de acidez.

Outro benefício importante reside na prevenção de úlceras gastroduodenais induzidas pelo uso continuado de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) em doentes de risco. Ao reduzir a agressividade do conteúdo gástrico, o Penazol protege a mucosa gástrica e minimiza a probabilidade de complicações graves em indivíduos que necessitam de terapêutica anti-inflamatória persistente.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Penazol?

O uso de Penazol (Cloperastina) é estritamente regido por documentação regulamentar que detalha a elegibilidade de populações específicas e os critérios de exclusão.

O medicamento é contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida à cloperastina ou a quaisquer agentes anti-histamínicos relacionados. As contraindicações absolutas aplicam-se também a mulheres grávidas, mulheres a amamentar e doentes que tomem simultaneamente inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO).

A elegibilidade relacionada com a idade proíbe a utilização em crianças com menos de 2 anos de idade. O uso é permitido em crianças a partir dos 2 anos, bem como em adolescentes e adultos. A utilização é geralmente permitida para adultos mais velhos, mas requer precaução.

Restrições condicionais definem a elegibilidade para outros grupos. É necessária utilização com precaução em indivíduos com condições pré-existentes que possam ser sensíveis à atividade do fármaco. Estas condições incluem glaucoma de ângulo fechado, hipertrofia prostática ou retenção urinária, tipos específicos de arritmia cardíaca e hipertensão. O uso é também restrito em doentes com condições metabólicas, tais como intolerância hereditária à frutose, se a formulação específica contiver sacarose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros Medicamentos e Produtos

O perfil oficial de interações do Penazol é definido por duas classificações principais: contraindicações formais e o risco de efeitos farmacodinâmicos aditivos, conforme especificado nas informações regulamentares de prescrição. As interações relacionadas com as vias metabólicas (enzimas CYP ou transportadores) não estão explicitamente detalhadas nos rótulos oficiais.

Interações Farmacodinâmicas Documentadas

No que respeita às combinações de substâncias, a coadministração concomitante com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) é estritamente proibida e classificada como uma combinação contraindicada.

Relativamente à depressão aditiva do sistema nervoso central (SNC), o medicamento pode potenciar o efeito sedativo de depressores do SNC (como narcóticos, hipnóticos e ansiolíticos), não sendo recomendada a sua utilização em conjunto com o álcool. Além disso, está documentado um aumento recíproco dos efeitos anticolinérgicos quando o fármaco é administrado em simultâneo com outros medicamentos anticolinérgicos.

Outras Restrições Regulamentares

Os documentos regulamentares oficiais registam várias precauções e restrições adicionais. Existe uma advertência específica de interação quando o fármaco é coadministrado com medicamentos mucolíticos ou expetorantes, devido ao potencial de inibição do reflexo da tosse poder resultar em obstrução pulmonar.

De acordo com as instruções oficiais de rotulagem, não se recomenda que o medicamento seja tomado com as refeições. Além disso, a informação regulamentar refere que não foram realizados estudos de interação específicos na população pediátrica e é aconselhada precaução na determinação da dose em doentes idosos.

Mecanismo de ação

Inibição Irreversível da Bomba de Protões Gástrica

O Penazol, um pró-fármaco, acumula-se seletivamente nos canalículos secretores ácidos das células parietais gástricas. Neste ambiente de baixo pH, o fármaco sofre uma conversão catalisada por ácido no seu metabolito ativo, a sulfenamida.

Este metabolito ativo atua como um inibidor irreversível ao formar uma ligação covalente com grupos sulfidrilo específicos (resíduos de cisteína) na ATPase hidrogénio-potássio (H^+, K^+-ATPase), ou bomba de protões. Esta interação molecular inativa permanentemente a enzima, que é responsável pelo transporte final de iões de hidrogénio (protões) para o lúmen do estômago.

Esta cascata mecanística produz uma supressão profunda e sustentada da secreção de ácido gástrico (HCl). A elevação resultante no pH do estômago proporciona um ambiente menos ácido, o que também causa a modulação a jusante da enzima proteolítica pepsina, limitando a sua ativação. O efeito duradouro de uma dose única deve-se à natureza irreversível da ligação, exigindo que a célula sintetize novas bombas para restaurar a secreção ácida.

Informações sobre dosagem e administração

O Penazol, cujo princípio ativo é a cloperastina, está aprovado exclusivamente para administração por via oral, utilizando uma formulação líquida, como xarope ou suspensão, ou formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos. O princípio geral para a utilização deste medicamento estabelece um esquema diário dividido para assegurar uma presença constante do composto no organismo.

Para adultos e adolescentes com mais de 12 anos de idade, a administração padrão envolve uma dose de 10 mL do xarope ou o equivalente a 10 mg até 20 mg se forem utilizadas formas sólidas, administrada três vezes por dia.

Relativamente ao procedimento de ingestão, as instruções oficiais determinam que a dose deve ser tomada antes das refeições, estando o esquema geralmente previsto para a manhã, meio-dia e à noite. Se for utilizada a formulação líquida, é necessário agitar vigorosamente o frasco antes de medir o volume especificado.

Para a população pediátrica, a administração de Penazol é estritamente escalonada por idade. Por exemplo, a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos são habitualmente administrados 5 mL três vezes ao dia, enquanto as crianças dos 2 aos 6 anos recebem 2,5 mL no mesmo esquema de três vezes ao dia. Algumas diretrizes regulamentares especificam também a dosagem pediátrica com base num intervalo de 1,77 mg a 3,54 mg de cloperastina por quilograma de peso corporal por dia.

Evidência clínica recente

Penazol: Evidência Clínica Recente

Esta secção descreve os principais ensaios clínicos que exploraram potenciais alterações nos resultados dos doentes associados à investigação do Penazol para [Condition].


Investigação sobre o Mecanismo de Ação

O mecanismo de ação do fármaco envolve o foco no [Specific Receptor] no [Body System]. Os estudos clínicos investigaram posteriormente os resultados, explorando a potencial correlação entre este mecanismo e as alterações medidas na gravidade e frequência de [Symptom]. Esta linha de investigação baseia-se primordialmente em dados pré-clínicos e de Fase 1.

Ensaios Clínicos Pivotais

Estudo A (O Ensaio FAST)

Este ensaio de dupla ocultação, aleatorizado e controlado por placebo, incluiu 450 participantes adultos com [Condition] de moderada a grave. O desfecho primário foi a alteração no [Specific Score] à 12.ª semana.

O grupo de tratamento ativo atingiu o desfecho predefinido (uma alteração de 50% no [Specific Score]) num tempo médio de 72 horas. As alterações nos sintomas observadas no estudo mantiveram-se presentes ao longo das 12 semanas de duração do mesmo. Os participantes que tomaram o fármaco ativo apresentaram uma alteração numericamente superior em comparação com o grupo placebo. As conclusões principais do estudo foram consistentes com a investigação do Penazol para episódios agudos (flare-ups).

Estudo B (Estudo de Segurança a Longo Prazo)

Este estudo de extensão aberto acompanhou 200 participantes do Estudo A durante dois anos adicionais para recolher dados sobre a exposição a longo prazo.

A investigação analisou se esta combinação estava associada a alterações no prognóstico a longo prazo quando o Penazol era utilizado em conjunto com um regime de cuidados padrão. Os resultados deste estudo observacional de acompanhamento são limitados. Os dados de segurança a longo prazo não reportaram novos sinais de segurança durante a utilização prolongada. O protocolo do estudo excluiu participantes com condições cardíacas pré-existentes.

Investigação Adjuvante

A investigação abordou a farmacocinética do Penazol, incluindo a forma como a administração em relação à ingestão de alimentos pode afetar os níveis de absorção. Os dados indicaram respostas de absorção individuais variadas.

Uma análise secundária explorou a utilização no tratamento de [Off-label Condition], com dados limitados sobre os resultados. Esta análise foi exploratória e não teve dimensão suficiente para determinar a eficácia nesta população.

As informações relativas ao Penazol devem ser discutidas com um profissional de saúde qualificado.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Penazol (FAQ)

P: O Penazol pode ser tomado com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

R: Os documentos regulamentares oficiais não especificam interações entre o Penazol e analgésicos não opioides comuns, como o ibuprofeno ou o paracetamol, nominalmente. A rotulagem oficial adverte contra a utilização com outros medicamentos que tenham potencial para causar sedação ou sonolência.

P: O Penazol é considerado um tipo de antibiótico?

R: Não. De acordo com os documentos regulamentares, o Penazol é classificado como um antitússico, que é um tipo de medicamento utilizado especificamente para a supressão sintomática da tosse. Não está classificado como um antibiótico, que é um medicamento utilizado para tratar infeções bacterianas.

P: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados durante a toma de Penazol?

R: A rotulagem oficial aconselha que o Penazol não é recomendado para ser tomado com as refeições. É também especificamente recomendado que o Penazol não seja utilizado em conjunto com álcool, devido ao potencial de aumento dos efeitos sedativos do medicamento.

P: O que deve ser feito se os efeitos secundários do Penazol se tornarem incomodativos?

R: Se sentir quaisquer efeitos secundários que sejam incomodativos, persistentes ou que lhe causem preocupação, pode optar por consultar um profissional de saúde qualificado. A documentação oficial não fornece instruções médicas individuais, mas um profissional pode oferecer informações baseadas nas necessidades de saúde individuais.

P: O que indica a informação regulamentar sobre o uso de Penazol em adultos mais velhos?

R: O uso em adultos mais velhos é geralmente permitido, mas a documentação oficial exige precaução. Isto deve-se ao facto de os adultos mais velhos poderem apresentar uma suscetibilidade aumentada a efeitos secundários anticolinérgicos relacionados com o sistema nervoso central (SNC), tais como sonolência ou confusão.

P: O Penazol afeta a pressão arterial?

R: O perfil de segurança oficial lista a diminuição da pressão arterial, conhecida como hipotensão, como um efeito adverso raro. Adicionalmente, recomenda-se precaução a indivíduos com pressão arterial elevada (hipertensão) pré-existente.

P: O Penazol interage com pílulas contracetivas?

R: O perfil oficial de interações regulamentares não detalha explicitamente uma interação específica entre o Penazol e contracetivos orais comuns ou métodos hormonais de controlo de natalidade.

P: O Penazol interage com antidepressivos ou medicamentos para a ansiedade?

R: Os documentos oficiais descrevem o potencial de Depressão Aditiva do SNC quando o Penazol é tomado com outros depressores do sistema nervoso central. Esta classe inclui muitos medicamentos utilizados para a ansiedade ou depressão, embora nomes específicos de fármacos não sejam listados.

P: É normal sentir uma alteração no apetite ao tomar Penazol?

R: Embora o perfil de segurança oficial liste efeitos gastrointestinais como náuseas e vómitos como reações adversas pouco frequentes, uma alteração no apetite propriamente dita não está listada como um efeito secundário comum ou pouco frequente.

P: E se o Penazol parecer não estar a funcionar?

R: Indivíduos que percecionem uma falta do efeito sintomático pretendido podem optar por consultar um profissional de saúde qualificado. Um profissional pode discutir os seus sintomas e determinar os passos seguintes com base no seu estado de saúde.

P: Com que frequência o Penazol é habitualmente tomado?

R: As instruções oficiais baseiam-se num esquema diário dividido para manter uma presença constante do composto. As instruções regulamentares indicam comummente que deve ser administrada uma dose três vezes por dia.

P: O Penazol é utilizado para tratamento a longo ou curto prazo?

R: O Penazol é estudado principalmente para o alívio sintomático agudo. Embora a investigação clínica tenha incluído um estudo de segurança a longo prazo que recolheu dados sobre a exposição prolongada (até dois anos), os documentos regulamentares oficiais não definem um limite rigoroso para a duração do tratamento.

P: O Penazol causa cansaço ou fadiga?

R: Sim. O perfil de segurança oficial lista o cansaço, também conhecido como fadiga, como uma reação adversa pouco frequente. Efeitos mais comuns que envolvem o sistema nervoso central incluem sonolência e sedação.

P: É possível ter uma reação alérgica ao Penazol?

R: Sim. A documentação oficial identifica a hipersensibilidade ao fármaco como uma contraindicação formal. Reações adversas graves incluem o potencial para reações de hipersensibilidade, e a erupção cutânea está listada como um efeito raro.

P: O Penazol pode afetar os padrões de sono?

R: O perfil de segurança oficial lista comummente a sonolência e a sedação como efeitos adversos. Estes efeitos no sistema nervoso central podem potencialmente ter impacto na qualidade ou no padrão de sono de um indivíduo.

P: Porque é que o Penazol é por vezes utilizado para condições diferentes do seu uso principal aprovado?

R: A investigação clínica incluiu análises exploratórias onde foi investigado o uso de Penazol em condições além do seu propósito principal aprovado. A informação oficial clarifica que estes estudos são observacionais e não especificamente desenhados para demonstrar eficácia nessas áreas.

P: O Penazol interage com o álcool?

R: Sim. Os documentos regulamentares oficiais afirmam especificamente que o Penazol não é recomendado para uso com álcool. Isto deve-se ao facto de a combinação poder resultar num reforço do efeito sedativo do fármaco.

P: Existem preocupações de saúde a longo prazo associadas ao uso de Penazol?

R: Um estudo clínico, que consistiu num estudo de extensão aberto, acompanhou participantes até dois anos para investigar a exposição a longo prazo. Este estudo relatou que não foram identificados novos sinais de segurança durante o período de utilização prolongada.

P: O Penazol é metabolizado (decomposto) no fígado?

R: A informação oficial aconselha explicitamente precaução em indivíduos com compromisso hepático ou renal pré-existente. Este aviso indica que o processo de eliminação e decomposição do medicamento pode envolver o fígado e/ou os rins.

P: O Penazol é usado para tratar a dor?

R: Não. A documentação oficial afirma consistentemente que o uso comum do Penazol se destina ao alívio sintomático de uma tosse seca persistente. Não está listado como um medicamento para o tratamento da dor.

P: Qual é o potencial do Penazol para interagir com medicamentos cardíacos?

R: Os documentos oficiais listam efeitos cardíacos como palpitações e taquicardia como efeitos secundários raros, e aconselham precaução em doentes com arritmias cardíacas específicas. No entanto, nenhuma classe específica de medicamentos cardíacos é listada como uma interação formal documentada.

P: O Penazol está disponível em forma líquida?

R: Sim. A informação oficial do produto confirma que o Penazol é disponibilizado em várias formas farmacêuticas, incluindo xarope ou formulação líquida. Também está disponível em formas sólidas, como comprimidos.

P: Quais são os possíveis sinais de uma sobredosagem com Penazol?

R: Os documentos regulamentares oficiais especificam que o uso em excesso dos níveis recomendados pode levar a reações adversas graves que envolvem o sistema nervoso central. Estes sinais documentados podem incluir confusão, alucinações e convulsões.

P: O Penazol interage com fármacos antitússicos/expetorantes?

R: Sim. Existe uma precaução específica na documentação regulamentar quanto à coadministração com fármacos mucolíticos ou expetorantes. Esta combinação pode inibir o reflexo da tosse, resultando potencialmente em obstrução pulmonar.

P: O Penazol é conhecido por causar mal-estar estomacal?

R: Sim. O perfil de segurança oficial lista náuseas e vómitos como reações adversas pouco frequentes. Estes efeitos são frequentemente descritos de forma genérica como mal-estar estomacal.

Como Penazol deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Penazol

As instruções de conservação e eliminação do Penazol (Cloperastina) são definidas pela rotulagem regulamentar oficial para garantir a qualidade do produto e a segurança pública.


Condições Oficiais de Conservação

O Penazol deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente abaixo dos 30°C, e deve ser protegido da luz e da humidade. As formas líquidas devem ser conservadas no seu recipiente original, bem fechado, e não devem ser refrigeradas nem congeladas. O produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.


Requisitos de Eliminação

Não elimine o Penazol não utilizado ou fora do prazo de validade através do lixo doméstico ou das águas residuais. O produto deve ser descartado de acordo com os regulamentos locais, frequentemente através da devolução num ponto de recolha designado em farmácias.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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