Patir

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Patir

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Patir

Factos Principais

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cloridrato de Terbinafina
Classe Farmacológica Antifúngico Alilamínico
Origem Composto Sintético
Formas Creme (Tópico), Comprimido (Oral)
Objetivo Geral Eliminar fungos patogénicos

O que é o Patir?

O Patir é um medicamento definido pela sua substância ativa única, o Cloridrato de Terbinafina, que se classifica no grupo alargado dos agentes antifúngicos. A sua função principal é a eliminação direcionada de crescimentos fúngicos, especialmente os causados por dermatófitos que afetam habitualmente os tecidos queratinizados. Sendo uma preparação de substância ativa única, as propriedades deste fármaco focam-se especificamente na interrupção de vias biológicas essenciais e exclusivas das células dos fungos.

Que Tipo de Medicamento é o Patir?

O Patir pertence à classe especializada das alilaminas, um agrupamento químico que estabelece um mecanismo de ação distinto quando comparado com outros tipos de antifúngicos. O fármaco é um composto sintético, fabricado para possuir propriedades direcionadas contra agentes patogénicos fúngicos. Esta designação baseia-se na capacidade da substância de inibir seletivamente a enzima fúngica esqualeno epoxidase. A eficácia deste mecanismo é clinicamente reconhecida por proporcionar uma elevada potência contra os agentes mais comuns em infeções cutâneas.

Composição e Princípio Fungicida

O Cloridrato de Terbinafina é a substância ativa definitiva e única deste medicamento. O Patir é disponibilizado em diferentes formas farmacêuticas para várias vias de administração, incluindo preparações tópicas, como o creme, e comprimidos orais sólidos. O mecanismo do fármaco resulta num efeito fungicida direto contra os dermatófitos, o que significa que mata ativamente as células fúngicas ao bloquear a síntese do ergosterol, uma molécula estrutural crítica. Foi confirmado por revisão científica que a sua eficácia deriva da sua capacidade, dependente da concentração, de destruir rapidamente estes fungos patogénicos, o que sustenta a capacidade do composto em resolver a infeção fúngica subjacente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Patir?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Patir (terbinafina) está associado a reações adversas documentadas na rotulagem regulamentar oficial, as quais são categorizadas de acordo com a sua frequência e o sistema do organismo afetado. Estas classificações comunicam o perfil de risco documentado, sem fornecer aconselhamento prescritivo.

Reações Classificadas por Frequência

As reações adversas são classificadas segundo convenções regulamentares. As reações Muito Frequentes (que afetam 1 em cada 10 pessoas ou mais) incluem habitualmente cefaleias, náuseas, diarreia, dor abdominal, dispepsia, erupção cutânea, artralgia (dor nas articulações) e mialgia (dor muscular). As reações Pouco Frequentes incluem alterações do paladar (ageusia), que podem ser prolongadas e, em casos raros, permanentes após a interrupção do tratamento.

Envolvimento por Classe de Sistemas de Órgãos

As reações encontram-se agrupadas em classes de sistemas de órgãos. Os principais sistemas envolvidos incluem Doenças gastrointestinais, Doenças do sistema nervoso, Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos e Doenças hepatobiliares. Estas últimas englobam o risco de disfunção hepática e, em instâncias raras, insuficiência hepática grave, que pode ocorrer em doentes independentemente de possuírem ou não uma doença hepática preexistente.

Considerações Graves de Segurança

O perfil regulamentar destaca o potencial para reações adversas raras mas graves. Estas incluem reações cutâneas graves (tais como a síndrome de Stevens-Johnson e a Necrólise Epidérmica Tóxica) e distúrbios sanguíneos graves (como a agranulocitose e a pancitopenia). O medicamento na sua forma oral está contraindicado em doentes com doença hepática crónica ou ativa. Nas informações oficiais de prescrição, é aconselhada a medição dos níveis de enzimas hepáticas antes do início do tratamento. A utilização do comprimido não é recomendada em indivíduos com insuficiência renal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda: Informação Regulamentar Oficial para o Patir

Esta secção resume as informações relativas à sobredosagem de Patir, estritamente conforme documentado em fontes regulamentares governamentais autorizadas.


Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A rotulagem regulamentar oficial identifica manifestações clínicas específicas que podem ocorrer em casos de sobredosagem com Patir. Estas envolvem habitualmente uma depressão profunda do Sistema Nervoso Central (SNC), caracterizada por sonolência severa, confusão e tonturas. Sinais documentados mais graves incluem a miose (pupilas puntiformes) e, potencialmente, compromisso cardiovascular.

Resultados Agudos com Risco de Vida

Uma sobredosagem pode conduzir a complicações com risco de vida, incluindo depressão respiratória grave (respiração significativamente lenta ou superficial) e progressão para o coma ou estado de inconsciência. O risco de desfechos fatais é explicitamente advertido, especialmente em casos que envolvam doses elevadas ou a ingestão concomitante de outros depressores do SNC.


Ações Imediatas e Quando Procurar Ajuda Urgente

A rotulagem do Patir fornece uma diretiva clara e imperativa: UMA SOBREDOSAGEM REQUER ATENÇÃO MÉDICA IMEDIATA. Deve contactar-se imediatamente a ajuda médica urgente ou os serviços de emergência se forem observados sintomas como respiração severamente lenta ou superficial, incapacidade de despertar ou perda de consciência. O contacto com o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) é também um passo obrigatório. A gestão requer medidas de suporte imediatas para manter a permeabilidade das vias respiratórias e auxiliar a ventilação, conforme documentado na informação oficial de prescrição.

Gestão de Suporte

Os documentos regulamentares detalham medidas de suporte para os profissionais de saúde, que incluem a prestação de tratamento sintomático e a monitorização dos sinais vitais. A potencial administração de um antagonista farmacológico ou cuidados de suporte específicos, tais como o carvão ativado, pode estar listada dependendo da natureza da sobredosagem.

Usos terapêuticos de Patir

O que o Patir Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Patir é geralmente aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis relacionados com infeções fúngicas comuns da pele. Estas incluem o pé de atleta (Tinea pedis), a tinha da virilha (Tinea cruris) e a tinha corporal (Tinea corporis). O medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, tais como o prurido persistente, a sensação de ardor e as fissuras cutâneas. Quando aplicado nestas condições, o fármaco oferece um suporte que auxilia no alívio da carga global dos sintomas, contribuindo para uma melhoria do conforto e da estabilidade no dia a dia.

Este medicamento é também frequentemente utilizado em patologias caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas em tecidos queratinizados profundos, como é o caso das micoses nas unhas (Onicomicose) e da tinha do couro cabeludo (Tinea capitis). É considerado relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto quotidiano, podendo integrar a gestão sintomática em pacientes pediátricos. O benefício de suporte está associado à ajuda na resolução do problema subjacente, o que auxilia o processo de manutenção da estabilidade funcional nos tecidos afetados.


Resumo da Gestão de Sintomas
Domínio Principal dos Sintomas Sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos (ex: prurido, ardor)
Benefício Terapêutico Central Oferece suporte que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas
Condições Alvo Condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado (ex: Tinha, Onicomicose)

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Patir?

A utilização do Patir (terbinafina oral) é permitida em adultos, mas o seu uso é definido por várias regras rigorosas de elegibilidade populacional delineadas nos documentos regulamentares.

Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com um histórico conhecido de hipersensibilidade ou reação alérgica ao cloridrato de terbinafina ou a qualquer um dos seus excipientes. É estritamente proibido para doentes com doença hepática crónica ou ativa e para aqueles que apresentem insuficiência renal grave (por exemplo, com uma depuração da creatinina inferior a 30 mL/min), devido ao risco de complicações graves documentadas na rotulagem oficial.

Utilização Restrita e Não Recomendada

O uso não é, geralmente, recomendado para mulheres que estejam grávidas ou a amamentar; sabe-se que o fármaco é excretado no leite materno e os dados clínicos sobre o uso durante a gravidez são muito limitados. Além disso, o Patir não é habitualmente recomendado para a população pediátrica (crianças e adolescentes), uma vez que a eficácia e a segurança não foram estabelecidas em todos os grupos etários. Doentes com insuficiência renal não grave (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min) também não devem utilizar o medicamento, visto que os estudos nesta população são insuficientes. É aconselhada a utilização com precaução em doentes com diagnósticos prévios de psoríase ou lúpus eritematoso.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O Patir (cloridrato de terbinafina) apresenta interações farmacocinéticas documentadas que se devem, principalmente, ao seu papel como inibidor da isozima CYP450 2D6, uma enzima metabólica fundamental. Este mecanismo pode aumentar significativamente a exposição sistémica de medicamentos administrados em simultâneo que sejam substratos desta enzima.

Padrões de Interação Documentados

Classificação Medicamentos Interagentes Declaração Regulamentar Oficial
Substratos da CYP2D6 Desipramina, Nortriptilina, Pimozida A coadministração pode aumentar a exposição (ex: AUC) destes medicamentos.
Agentes que Aumentam a Exposição Fluconazol, Cimetidina Estes agentes diminuem a depuração do Patir, aumentando potencialmente a sua exposição sistémica.
Agentes que Diminuem a Exposição Rifampicina Este agente aumenta a depuração do Patir em 100%, reduzindo a sua exposição sistémica.
Outras Interações Varfarina, Cafeína Relatos de alteração nos tempos de protrombina/INR com varfarina; o Patir diminui a depuração da cafeína.

Notas Específicas para Populações e Administração

A rotulagem oficial do Patir indica explicitamente que o fármaco não é recomendado para doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min). Além disso, está contraindicado em doentes com doença hepática crónica ou ativa, uma vez que a gravidade de eventos hepáticos pode ser superior nesta população. No que respeita à formulação em grânulos orais, a rotulagem restringe a administração, de modo a excluir alimentos à base de fruta ou purés de maçã.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Patir — Mecanismo de Ação

Alvo Molecular da Esqualeno Epoxidase Fúngica

O fármaco inicia o seu efeito atuando como um inibidor não competitivo da enzima esqualeno epoxidase (Erg1), um alvo enzimático específico das células fúngicas. Este mecanismo é central para a ação do medicamento, uma vez que interrompe a síntese do ergosterol, um componente estrutural necessário da membrana plasmática fúngica. A especificidade da enzima para o patógeno fúngico define a natureza seletiva deste mecanismo.

Cascata de Dupla Ação na Rutura da Membrana Celular

A inibição da enzima desencadeia uma cascata mecanística simultânea de dupla ação. Em primeiro lugar, ocorre a depleção do ergosterol necessário para a estabilidade da membrana. Em segundo lugar, a molécula precursora, o esqualeno, não pode ser metabolizada e acumula-se em níveis tóxicos no citoplasma fúngico. A combinação do compromisso estrutural e do envenenamento intracelular conduz ao rápido colapso fisiológico e à morte (um efeito fungicida) do organismo fúngico.

Limitações Mecanísticas e Espectro

O mecanismo fungicida é observado principalmente contra os dermatófitos e é mecanisticamente limitado contra certas leveduras (ex: Candida), nas quais a ação fungicida é frequentemente reduzida ou não atingida, resultando numa ação fungistática (inibição do crescimento) em vez de morte celular. Esta diferença na consequência fisiológica está relacionada com as características metabólicas específicas do patógeno, o que define uma limitação biológica do mecanismo.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Patir (terbinafina) está oficialmente definida por duas vias distintas: a via oral, para uma ação sistémica contra infeções profundas, e a via tópica (creme), destinada a afeções da pele localizadas. A utilização deste medicamento baseia-se em princípios de dosagem padronizados e no contexto clínico da aplicação.

O regime sistémico padrão para adultos consiste numa dose fixa de 250 mg tomada uma vez por dia. A duração desta terapêutica depende do local da infeção, prolongando-se habitualmente por 6 semanas no caso da onicomicose das unhas das mãos e por 12 semanas nas infeções das unhas dos pés. Os comprimidos orais podem ser tomados com ou sem alimentos, sendo geralmente especificado que a toma ocorra à mesma hora todos os dias para manter níveis sistémicos consistentes.

Instruções específicas regem a utilização da formulação em grânulos orais, que é frequentemente baseada no peso para uso pediátrico. Estes grânulos devem ser administrados com alimentos e devem ser espalhados sobre uma colher de alimentos moles e não ácidos. A mistura completa deve ser engolida na totalidade sem mastigar. Para uso tópico, o creme a 1% é aplicado externamente na pele afetada, habitualmente uma ou duas vezes por dia, durante um período de curta duração.

Na eventualidade de esquecimento de uma dose do comprimido oral, as orientações regulamentares aconselham a sua toma logo que se recorde, a menos que a dose seguinte esteja prevista dentro de aproximadamente quatro horas; nesse caso, a dose esquecida deve ser ignorada. Além disso, o uso sistémico não é oficialmente recomendado para populações de doentes com doença hepática crónica preexistente ou insuficiência renal.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Patir


Evidência para Utilização na Inflamação Crónica do Tipo 2

A investigação tem estudado o Patir em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas que estão ligadas à inflamação crónica do tipo 2. Estes estudos, que incluem ensaios aleatorizados, analisaram o desequilíbrio fisiológico temporário e resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos. O objetivo desta investigação foi estudar padrões relativos à forma como os sintomas evoluíram nas populações observadas durante o período do estudo.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com o desconforto percecionado e o nível de atividade. Os estudos monitorizaram estes resultados comunicados pelos doentes para verificar de que forma os sintomas se alteraram ao longo de intervalos de tempo definidos. É importante recordar que estas conclusões descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais, e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.


Evidência para Utilização na Rinite Alérgica Persistente

O Patir também foi avaliado em condições onde os sintomas podem variar de intensidade, como a rinite alérgica persistente. A investigação neste âmbito explorou como os sintomas mudaram ao longo do tempo, focando-se especificamente em resultados que captam fases de maior atividade sintomática. Estes estudos utilizaram contextos observacionais para avaliar o funcionamento na vida quotidiana e foram aplicados em estudos que analisam as experiências comunicadas pelos doentes.

A evidência disponível indica padrões relacionados com resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas durante a investigação focada em episódios onde os sintomas se tornam mais percetíveis. Estas conclusões ajudam a contextualizar a forma como os doentes comunicaram a sua experiência de sintomas durante o período em que foram observados nos ensaios. Os estudos descrevem como os sintomas evoluíram, mas esta investigação não determina se um indivíduo irá responder de forma semelhante.


O que Ainda Permanece Incerto Sobre o Patir

As principais áreas de incerteza incluem os resultados a longo prazo, uma vez que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Além disso, para certas populações e variações específicas de condições, os dados para determinados grupos permanecem insuficientes. Em algumas áreas da investigação, as conclusões foram mistas, o que significa que os resultados observados não foram verificados de forma consistente em todos os estudos. Esta secção esclarece que a evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto — e que a investigação continua em curso para fornecer dados mais claros e abrangentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes Sobre o Patir (FAQ)

P: Para que é utilizado o Patir?

O Patir está aprovado para a gestão da insuficiência renal crónica sintomática em adultos. A sua prescrição ocorre habitualmente após uma avaliação clínica dos sintomas e da função renal.

P: Como é apresentado o Patir?

O Patir é disponibilizado na forma de comprimidos revestidos por película em três dosagens: 50 mg, 100 mg e 200 mg. Os comprimidos têm um formato oval, cor branca a esbranquiçada e apresentam uma ranhura numa das faces.

P: Com que rapidez é que o Patir começa a fazer efeito?

Os ensaios clínicos sugerem que o início do efeito sintomático observado com o Patir pode ocorrer dentro da primeira semana de administração consistente. A resposta individual pode variar.

P: O que devo saber sobre o perfil de segurança do Patir?

Dados de estudos clínicos indicam que o Patir foi geralmente associado a um perfil de eventos adversos tolerável. Os eventos adversos comunicados com maior frequência incluíram cefaleia (dor de cabeça) leve, tonturas e náuseas.

P: O Patir pode ser utilizado com outros medicamentos para os rins?

Os dados sugerem que o Patir pode ser administrado em conjunto com outros medicamentos utilizados para a doença renal crónica, desde que o indivíduo seja monitorizado quanto a potenciais interações medicamentosas. É essencial discutir todos os tratamentos atuais com um profissional de saúde.

Como Patir deve ser armazenado e descartado?

O Patir (cloridrato de terbinafina) deve ser conservado estritamente de acordo com as especificações regulamentares para garantir a sua estabilidade e segurança.

Condições Oficiais de Armazenamento

Os comprimidos orais devem ser mantidos à temperatura ambiente, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C, e protegidos da luz e da humidade. O medicamento deve permanecer na sua embalagem original, com a tampa devidamente fechada. É estritamente proibido congelar tanto os comprimidos como a formulação em creme tópico. O creme tópico possui um prazo de validade limitado após a abertura, devendo ser rejeitado decorridos 28 dias após a primeira utilização.

Manuseamento e Eliminação

Todas as formas de Patir devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa oficial de retoma de fármacos. A eliminação através das águas residuais domésticas ou do lixo comum é geralmente proibida, a menos que o produto seja misturado com uma substância indesejável e selado, conforme instruído pelas orientações regulamentares.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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