Metradol

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Metradol

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Metradol

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Ibuprofeno
Forma Comprimidos, Cápsulas, Solução Oral (Via Oral)
Classe Farmacológica Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE)
Objetivo Geral Alívio da dor, inflamação e febre
Origem Sintética (Derivado do ácido propiónico)

Que tipo de medicamento é o Metradol e qual o seu componente principal?

O medicamento Metradol é um fármaco baseado no composto ativo Ibuprofeno, que está oficialmente categorizado como um Anti-inflamatório não esteroide (AINE). O Ibuprofeno é reconhecido quimicamente como um derivado do ácido propiónico, o que destaca a sua origem sintética e o posiciona dentro de uma classe de agentes conhecidos por mitigarem processos inflamatórios. A revisão técnica do Ibuprofeno confirma o seu estatuto como um medicamento fundamental de venda livre para o tratamento da dor e da febre. Esta classificação atribui ao fármaco as suas principais funções farmacológicas: atua como analgésico (para aliviar a dor), antipirético (para reduzir a febre) e como um agente para suprimir a inflamação.

Formulação e Objetivo Geral

A composição deste medicamento foi concebida para absorção sistémica, assumindo geralmente a forma farmacêutica física de comprimidos ou cápsulas para administração por via oral. Embora o Ibuprofeno esteja amplamente disponível como um produto de ingrediente único, algumas preparações podem utilizar uma combinação de dose fixa com outros agentes analgésicos compatíveis. Esta abordagem sugere que a formulação é projetada para proporcionar um alívio reforçado quando apropriado, uma distinção frequentemente utilizada em formulações profissionais para sintomas agudos. O medicamento cumpre o seu propósito através da inibição reversível das enzimas Ciclo-oxigenase (COX), o que limita a produção de prostaglandinas — mediadores químicos que sinalizam a inflamação e a dor. Este mecanismo é reconhecido por atenuar os sintomas em diversos cenários, como a gestão do desconforto após procedimentos dentários.

Quais efeitos secundários são possíveis com Metradol?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O Metradol, sendo um analgésico opioide, apresenta diversos riscos de segurança documentados, incluindo o potencial de dependência, abuso e utilização indevida, os quais podem conduzir a overdose e morte. Os efeitos secundários comunicados com maior frequência afetam os sistemas nervoso e gastrointestinal, tais como náuseas, tonturas, sonolência, vómitos, obstipação e cefaleias.


Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Existem diversos riscos graves associados a este fármaco. O mais crítico é a depressão respiratória potencialmente fatal, particularmente durante o início do tratamento ou após um aumento da dose. A utilização concomitante com outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo o álcool, aumenta significativamente o risco de sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.

O fármaco está igualmente associado a um risco acrescido de convulsões e Síndrome Serotoninérgica, que pode colocar a vida em risco, especialmente quando coadministrado com outros medicamentos serotononérgicos. A utilização prolongada pode resultar em dependência física, tolerância e síndrome de abstinência opioide neonatal caso seja utilizado durante a gravidez.


Considerações de Segurança para Populações Específicas

O Metradol está contraindicado em crianças com menos de 12 anos de idade e para o controlo da dor pós-operatória em menores de 18 anos submetidos a amigdalectomia e/ou adenoidectomia. É recomendada precaução em doentes idosos e naqueles com insuficiência renal ou hepática grave, devido à alteração na eliminação do fármaco. O medicamento está sujeito a programas de segurança específicos destinados a gerir os riscos de abuso e utilização indevida.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de Metradol e Quando Procurar Ajuda

Uma sobredosagem de Metradol (Ibuprofeno) exige atenção profissional imediata. O perfil de sobredosagem oficialmente documentado identifica efeitos em múltiplos sistemas do organismo, distinguindo entre manifestações comuns e complicações graves que podem colocar a vida em risco.

Manifestações Documentadas Resultados / Riscos Graves
Náuseas, vómitos, dor abdominal, diarreia. Insuficiência renal aguda, acidose metabólica.
Sonolência, tonturas, cefaleia intensa, acufenos (zumbidos). Hemorragia gastrointestinal, perfuração, choque, coma.

Ação Imediata Necessária

Procure assistência médica imediata ou contacte o Centro de Informação Antivenenos sem demora perante qualquer suspeita de sobredosagem. Esta ação é crítica se estiverem presentes sintomas graves, tais como sinais de hemorragia gástrica interna (fezes com sangue ou pretas, vómitos que assemelham a borra de café) ou sintomas neurológicos súbitos (convulsões, perda de consciência). Os doentes idosos estão referenciados como estando em maior risco de eventos gastrointestinais graves após exposição excessiva.

Protocolo de Gestão Clínica

Não existe um antídoto específico disponível para a toxicidade do Ibuprofeno; como tal, a gestão clínica é sintomática e de suporte. É necessária a monitorização profissional dos sinais vitais, da função renal e do estado ácido-base, podendo ser administrado carvão ativado em circunstâncias específicas.

Usos terapêuticos de Metradol

O que o Metradol trata: principais utilizações e benefícios

O Metradol é frequentemente utilizado em áreas onde o controlo sintomático de suporte é adequado para sintomas relacionados com desconforto físico, desequilíbrio sistémico ou inflamação localizada. Este fármaco é habitualmente utilizado para auxiliar no alívio de dores ligeiras e para apoiar a gestão da febre.

O Metradol é relevante em condições que apresentam episódios agudos ou disruptivos, incluindo cefaleias (dores de cabeça), dores musculares, dores de dentes, dores de costas, dores associadas à artrite e dores menstruais. É aplicado, quando apropriado, para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, podendo auxiliar na manutenção da estabilidade funcional ao ajudar a atenuar a intensidade da dor.

O medicamento é pertinente em contextos que envolvem uma sobrecarga sistémica acrescida, especificamente para a gestão da febre e das dores corporais associadas à constipação. Utilizada em situações que envolvem certos sintomas de mal-estar, esta abordagem contribui geralmente para atenuar a carga global de sintomas durante períodos de desequilíbrio fisiológico temporário.


Factos Rápidos: Gestão de Suporte de Sintomas Principais

Tipo de Sintoma Contexto de Exemplo Benefício Primário
Dor Dores musculoesqueléticas, dor de dentes Auxilia na manutenção do conforto
Inflamação Dor associada à artrite, distensão de tecidos moles Apoia o alívio do inchaço/rigidez
Sintomas Sistémicos Constipação, imunização Contribui para a redução da carga febril

Critérios de utilização e restrições

O Metradol (um produto de combinação de tramadol e paracetamol) é um medicamento que contém um opioide, com regras de elegibilidade rigorosas definidas na rotulagem regulamentar para prevenir riscos potencialmente fatais, tais como a depressão respiratória e a toxicidade hepática.

Populações Contraindicadas

O uso de Metradol é proibido em doentes com hipersensibilidade conhecida aos componentes, intoxicação aguda com depressores do sistema nervoso central, depressão respiratória significativa ou asma aguda ou grave. É também contraindicado para doentes que estejam a tomar Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) ou que os tenham interrompido nos últimos 14 dias.

Restrições de Idade e de Órgãos

O Metradol está contraindicado em crianças com menos de 12 anos de idade e em menores de 18 anos após a realização de amigdalectomia ou adenoidectomia. É necessária precaução e ajuste de dose para adultos idosos (com mais de 75 anos). O uso não é recomendado em doentes com insuficiência hepática ou renal grave.

Estado de Gravidez e Aleitamento

Gravidez: O uso prolongado durante a gravidez pode causar Síndrome de Abstinência Opioide Neonatal no recém-nascido.

Aleitamento: O uso não é recomendado devido ao risco de reações adversas graves, incluindo sedação excessiva do lactente e depressão respiratória, especialmente em mães que são metabolizadoras ultrarrápidas do tramadol.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Proibições Oficiais e Regras de Intervalo

O Metradol (Ibuprofeno) está formalmente contraindicado em coadministração com outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) e doses elevadas de Ácido Acetilsalicílico (Aspirina), devido a um risco documentado e acrescido de hemorragia gastrointestinal e ulceração. O seu uso é também restrito na gestão da dor perioperatória associada à cirurgia de Bypass Coronário (CABG). É assinalada uma regra de intervalo específica para a aspirina em doses baixas; é necessário separar as tomas para minimizar o potencial de o Metradol inibir competitivamente o efeito antiagregante plaquetário da mesma.


Interações Farmacodinâmicas e de Exposição

O perfil de interações documenta que a coadministração com Anticoagulantes (ex: Varfarina), Corticosteroides e Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) está associada a um aumento do risco de hemorragia. As informações detalham também alterações farmacocinéticas para certos fármacos. Por exemplo, o Metradol reduz a eliminação tanto do Lítio como do Metotrexato, o que pode levar a um aumento documentado das concentrações plasmáticas destes medicamentos coadministrados. O Metradol pode também reduzir a eficácia de Anti-hipertensores (ex: inibidores da ECA) e de Diuréticos.


Restrições de Substâncias e Populações

O consumo de álcool está documentado como um fator que aumenta o risco de hemorragia gastrointestinal. Além disso, o perfil informativo inclui notas específicas para certas populações, indicando que os doentes idosos e aqueles com função renal comprometida apresentam uma suscetibilidade acrescida a efeitos adversos por interação, o que exige precaução em terapias combinadas.

Mecanismo de ação

Como funciona o Metradol: O Modelo do Mecanismo de Ação

O mecanismo do Metradol, baseado no Ibuprofeno, centra-se na sua capacidade de interferir com vias de sinalização específicas mediadas por enzimas, as quais são responsáveis pela geração de sinais químicos dentro da Via dos Prostanoides.


Bloqueio da Via Principal de Síntese de Prostanoides

Este domínio descreve a ação inicial do fármaco: a inibição competitiva e reversível das enzimas Ciclo-oxigenase (COX) (COX-1 e COX-2). Ao ligar-se de forma competitiva a estes alvos moleculares primários, o fármaco limita a produção de moléculas sinalizadoras de lípidos essenciais, tais como a Prostaglandina E2 (PGE2) e o Tromboxano A2 (TXA2). Esta limitação da síntese de mediadores modifica etapas moleculares iniciais que influenciam as respostas fisiológicas sistémicas.


Modificação da Sinalização Periférica e Central

O efeito fisiológico resultante manifesta-se em dois sistemas distintos: ao nível periférico, a redução da PGE2 limita a sensibilização dos nocicetores (recetores fisiológicos da dor), modificando a sinalização nociceptiva periférica. Ao nível central, a inibição da PGE2 no hipotálamo evita a elevação anómala do ponto de regulação térmica do organismo. Estas ações resultam coletivamente na modificação de processos impulsionados por padrões distintos de sinalização da PGE2, abrangendo tanto o sistema central como o periférico.

Informações sobre dosagem e administração

As diretrizes oficiais de administração para o Metradol (Ibuprofeno) são definidas por um protocolo de utilização estruturado que estabelece limites claros sobre a quantidade, frequência e duração da toma. Este enquadramento garante a padronização entre as suas diferentes formas aprovadas.

O Metradol está aprovado para administração principalmente por Via Oral, abrangendo formas como comprimidos, cápsulas e suspensões líquidas. Estão também aprovadas formulações especializadas para a via Intravenosa (IV), destinadas maioritariamente a utilização em contexto clínico. O princípio geral que orienta toda a administração é a exigência de utilizar a menor dose eficaz durante o período de tempo mais curto necessário para alcançar o resultado pretendido.

Detalhe da Administração Diretriz Oficial
Intervalo de Dose Oral 200 mg a 400 mg por dose. A dose diária máxima para automedicação é tipicamente de 1200 mg, enquanto os regimes de prescrição para uso crónico podem ser divididos até um máximo total de 3200 mg por cada 24 horas.
Padrão de Frequência As doses devem ser separadas por um intervalo mínimo de 4 horas, sendo geralmente administradas a cada 4 ou 6 horas, conforme necessário. Para condições crónicas, a dose diária total é administrada em 3 ou 4 doses divididas para manter o efeito terapêutico.
Contexto da Toma O medicamento pode ser tomado com alimentos ou leite se ocorrer desconforto gastrointestinal. As suspensões líquidas requerem ser agitadas vigorosamente antes da medição, utilizando um dispositivo de dosagem calibrado.
Limite de Duração A automedicação para a dor está formalmente limitada a 10 dias, e para a febre a 3 dias, a menos que haja indicação contrária de um profissional de saúde.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Eficácia Clínica: Dados de Fase II e III

Ensaios em Monoterapia

Estudos analisaram a utilização deste tratamento como terapia única para adultos com artrite reumatoide ativa.

Resultados de Fase II: Estudos iniciais de determinação de dose exploraram diferentes níveis de dosagem e os seus potenciais efeitos nas pontuações de atividade da doença (DAS28) ao longo de um período de 12 semanas. Os resultados foram variáveis, com algumas doses a mostrarem uma diferença comunicada nos resultados superior a outras.

Ensaios de Fase III: Ensaios mais abrangentes descreveram resultados que incluíram melhorias na mobilidade e uma redução do edema durante o período de estudo. Os relatórios dos ensaios indicaram que uma percentagem de participantes atingiu uma melhoria de 20% nos critérios de resposta do American College of Rheumatology (ACR20) após 24 semanas.

Gestão de Sintomas Agudos: A investigação também verificou a utilização do fármaco durante períodos de intensificação da atividade da doença. Num estudo, os participantes reportaram uma redução dos sintomas durante crises agudas.

Ensaios de Terapia Combinada

A investigação analisou o uso deste tratamento em combinação com um fármaco antirreumático modificador da doença (DMARD) convencional. Os estudos exploraram se a terapia combinada está associada a diferenças na gestão da doença a longo prazo quando comparada com a monoterapia.

Resultados Principais: Os investigadores focaram-se na avaliação da progressão dos danos nas articulações através de radiografia ao longo de um período de dois anos. Embora alguns dados iniciais tenham sugerido uma taxa de progressão mais lenta no grupo de combinação, a evidência a longo prazo permanece limitada e o acompanhamento posterior continua a decorrer.

Análise Comparativa: Observaram-se efeitos anti-inflamatórios notáveis em ambos os grupos, tendo este resultado sido comunicado no contexto da comparação do fármaco com outros tratamentos.

Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Eventos Adversos Comunicados

Em todos os principais estudos, os eventos adversos comunicados com maior frequência incluíram queixas gastrointestinais de intensidade ligeira a moderada (náuseas, diarreia) e cefaleias. Estes eventos foram tipicamente temporários e levaram à interrupção da participação no estudo numa pequena percentagem de participantes (menos de 5% nos ensaios de Fase III).

Populações Especiais e Contraindicações na Investigação

No âmbito da investigação, indivíduos com problemas renais crónicos foram geralmente excluídos da participação nos ensaios. O impacto do fármaco em doentes com condições cardiovasculares pré-existentes foi também o foco específico de uma análise pós-hoc.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Metradol (FAQ)

P: O Metradol pode causar sonhos estranhos ou dificuldade em dormir?

R: A informação oficial do produto para medicamentos relacionados com o Metradol refere a dificuldade em dormir (insónia) e sonhos invulgares como possíveis efeitos secundários. Caso sinta estes efeitos, as orientações sugerem a consulta de um profissional de saúde para uma avaliação mais detalhada.

P: Quanto tempo é que o Metradol permanece no organismo após a última dose?

R: O tempo que o Metradol permanece no sistema está detalhado na secção de Farmacocinética da informação oficial de prescrição. Esta informação documenta a semivida do fármaco, que é uma medida de quanto tempo o corpo demora a reduzir a quantidade do medicamento para metade.

P: Existem alimentos que deva evitar especificamente enquanto tomo Metradol?

R: Os documentos oficiais não costumam listar alimentos específicos a evitar durante a toma deste medicamento. Contudo, é frequentemente recomendado tomar o Metradol com alimentos ou leite se existir preocupação com desconforto gastrointestinal, de forma a ajudar a reduzir a irritação gástrica.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Metradol (instrução geral)?

R: As diretrizes gerais para a gestão de uma dose esquecida consistem em tomá-la assim que possível, a menos que esteja próxima a hora da dose seguinte. A orientação oficial desaconselha a toma de duas doses em simultâneo.

P: Pode tomar-se Metradol se houver alergia à penicilina?

R: Os rótulos oficiais do produto listam contraindicações para hipersensibilidade conhecida aos componentes do próprio Metradol. Embora o texto regulamentar não detalhe habitualmente alergias cruzadas com outros medicamentos, rever todas as alergias conhecidas com um profissional de saúde é um passo padrão antes de iniciar qualquer novo tratamento.

P: Quais são as razões mais comuns para a interrupção da toma de Metradol?

R: Dados de ensaios clínicos listam frequentemente os eventos adversos mais comuns que levam à descontinuação da medicação. Estes incluem habitualmente efeitos secundários ligeiros a moderados, tais como problemas gastrointestinais (náuseas, diarreia) e cefaleias.

P: O Metradol pode afetar o meu humor ou causar ansiedade?

R: Os folhetos oficiais listam efeitos secundários nas categorias psiquiátrica e do sistema nervoso. Efeitos como nervosismo ou ansiedade são por vezes observados nos perfis de segurança de medicamentos semelhantes que atuam no sistema nervoso central.

P: Quais são os suplementos naturais que podem interagir com o Metradol?

R: Os avisos oficiais incluem interações conhecidas com certos suplementos à base de plantas. Por exemplo, a coadministração com Erva de São João (Hipericão) pode afetar o metabolismo do fármaco ou aumentar o risco de hemorragia.

P: O Metradol pode ser esmagado ou partido se for um comprimido?

R: A secção de administração do rótulo oficial especifica se um comprimido pode ser alterado com segurança (esmagado, partido ou mastigado). Se o rótulo do produto não indicar especificamente que a divisão ou esmagamento é permitido, a formulação foi desenhada para ser engolida inteira para garantir que o medicamento funcione conforme pretendido.

P: Porque é que os médicos aconselham os doentes a não partilharem o Metradol?

R: Existem avisos rigorosos relacionados com o potencial de abuso e o risco de utilização indevida do fármaco. A partilha de medicação não é segura, uma vez que o fármaco pode ter consequências inesperadas e perigosas para alguém a quem não foi prescrito.

P: Qual é a diferença entre o Metradol de marca e o seu equivalente genérico?

R: De acordo com as normas regulamentares, os equivalentes genéricos contêm a mesma substância ativa que o produto de marca. Devem cumprir os mesmos padrões de dosagem, pureza, qualidade e desempenho.

P: O Metradol tem algum impacto nos níveis de açúcar no sangue?

R: Embora pouco comum, alguns documentos referem que os AINEs podem potencialmente levar a alterações como a hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue), o que pode ser relevante para indivíduos com condições existentes como a diabetes.

P: Durante quanto tempo é que o Metradol é habitualmente prescrito? (intervalo de dias)

R: Os documentos regulamentares estabelecem a duração máxima para o autotratamento, como até 10 dias para a dor ou 3 dias para a febre. O uso para condições crónicas ou inflamatórias é monitorizado durante um período mais longo, com a duração total baseada na patologia a tratar.

P: Existem diferentes formas de Metradol, como cápsulas, comprimidos ou líquido?

R: Sim, os rótulos oficiais do medicamento listam todas as formas farmacêuticas aprovadas. Estas incluem tipicamente formas como comprimidos, cápsulas e soluções ou suspensões orais.

P: O Metradol pode ser utilizado para prevenção (profilaxia) em certas situações?

R: A secção de indicações define as condições exatas que o fármaco está aprovado para tratar. O Metradol é geralmente aprovado para o alívio de sintomas existentes e não está autorizado para uso preventivo, a menos que tal esteja explicitamente listado no rótulo.

P: Que tipo de estudos foram realizados sobre a segurança a longo prazo do Metradol?

R: Os documentos regulamentares resumem a duração dos ensaios clínicos, que podem incluir estudos com duração de seis meses ou dois anos. A informação oficial considera também dados de vigilância pós-comercialização para avaliar a segurança ao longo do tempo.

P: Se tiver diarreia enquanto tomo Metradol, é um efeito secundário ou algo grave?

R: A informação oficial do produto lista a diarreia como um evento adverso comummente relatado (ligeiro a moderado). No entanto, existem também avisos sobre sinais de eventos gastrointestinais mais graves (como hemorragia ou ulceração), que exigem uma avaliação clínica imediata.

P: O Metradol interage com remédios à base de plantas como a Erva de São João?

R: Documentos oficiais listam frequentemente remédios específicos à base de plantas como potenciais riscos. A Erva de São João (Hipericão), por exemplo, é mencionada porque pode afetar a forma como o organismo processa o medicamento ou aumentar o risco de hemorragia.

P: O Metradol interage com anti-hipertensores (medicamentos para a tensão arterial)?

R: Sim, os AINEs, como o Ibuprofeno, podem reduzir o efeito anti-hipertensor de certos medicamentos para a tensão arterial, incluindo fármacos como os inibidores da ECA e os diuréticos.

P: É verdade que não se pode beber álcool de todo enquanto se toma Metradol?

R: É aconselhado evitar ou limitar o consumo de álcool durante a toma de Metradol. Esta precaução deve-se ao facto de o consumo de álcool estar documentado como aumentando o risco de efeitos secundários graves, tais como hemorragia gastrointestinal.

P: Quais são os sinais de uma reação grave ao Metradol a que devo estar atento?

R: A informação oficial fornece avisos sobre eventos graves, tais como depressão respiratória potencialmente fatal ou reações alérgicas severas. Estes sintomas requerem uma avaliação clínica imediata.

P: O Metradol interage com anticoagulantes como a varfarina?

R: Sim, os anticoagulantes, como a Varfarina, são listados como um risco de interação significativo. Combinar Metradol com estes medicamentos está associado a um risco acrescido de hemorragia.

P: Qual é a evidência científica que apoia o uso de Metradol para infeções nas gengivas?

R: Embora o fármaco seja indicado principalmente para a dor, inflamação e febre, as indicações referem o seu uso na gestão do desconforto após procedimentos dentários, o que apoia o seu papel na redução da dor e inflamação dentária.

P: Porque é que é importante tomar Metradol com alimentos ou um copo cheio de água?

R: A toma do medicamento com alimentos ou leite é recomendada para prevenir o mau estar estomacal ou diminuir as probabilidades de desconforto gastrointestinal, minimizando a irritação direta no revestimento do estômago.

Como Metradol deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Armazenamento e Eliminação

Os documentos regulamentares exigem o cumprimento rigoroso dos protocolos de armazenamento e eliminação indicados na rotulagem do Metradol.

Condições de Armazenamento:

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C, longe do calor excessivo e da humidade. É crucial evitar que o produto congele. O recipiente deve ser mantido bem fechado na sua embalagem original e guardado fora da vista e do alcance das crianças. Preparações específicas, como soluções reconstituídas, podem ter uma estabilidade de utilização limitada, exigindo frequentemente a sua utilização num prazo de 48 horas.

Regras de Eliminação:

O Metradol não utilizado ou fora do prazo de validade deve, idealmente, ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos. Se não existir um programa disponível, siga as diretrizes oficiais para inutilizar o medicamento (misturando-o com uma substância pouco apelativa, como terra ou areia para gatos) num saco selado antes de o colocar no lixo doméstico. Geralmente, desaconselha-se deitar analgésicos fortes na sanita, a menos que tal seja explicitamente indicado por listas governamentais oficiais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Metradol encontrado em:

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