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Melitase (ANTIBACTERIALS)

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Melitase (ANTIBACTERIALS)

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Melitase (ANTIBACTERIALS)

O que é o Melitase (Levofloxacina)?

O Melitase é uma preparação farmacêutica sintética cujo princípio ativo exclusivo é a Levofloxacina, um composto classificado como um potente antibiótico do grupo das fluoroquinolonas. Este medicamento foi especificamente desenvolvido para eliminar infeções bacterianas sistémicas causadas por agentes patogénicos sensíveis.

O componente ativo, a Levofloxacina, consiste num enantiómero S-(-) isolado e altamente focado, o que a distingue das quinolonas racémicas mais antigas. Este medicamento de substância única é geralmente designado como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM). A estrutura do composto é uma carboxiquinolona fluorada quiral, uma classificação que sustenta a sua capacidade de largo espetro contra diversos agentes patogénicos microbianos.

Composição e Objetivo Geral deste Agente Antibacteriano

O objetivo principal do Melitase é a destruição e resolução eficaz de infeções bacterianas através do seu modo de ação bactericida. O medicamento é disponibilizado em múltiplas formas farmacêuticas para oferecer versatilidade terapêutica, incluindo comprimidos orais, uma solução estéril para infusão para administração intravenosa e uma solução oftálmica (colírio) para utilização tópica localizada.

Esta variedade de formas facilita múltiplas vias de administração — oral, intravenosa e oftálmica — assegurando que a substância ativa possa ser entregue eficazmente onde é necessária. A elevada biodisponibilidade da Levofloxacina corrobora que o organismo consegue absorver e utilizar o fármaco de forma sistémica. O seu princípio terapêutico fundamental baseia-se na interferência com enzimas vitais para a replicação bacteriana, garantindo a rápida destruição dos agentes patogénicos.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Melitase (ANTIBACTERIALS)?

Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança

Esta secção descreve os efeitos adversos e as características de segurança do Melitase (Levofloxacina) oficialmente documentados, com base estritamente em fontes governamentais. Esta informação é de natureza descritiva e não se destina a ser aconselhamento clínico ou instrução de utilização.

As reações adversas são classificadas de acordo com a sua frequência e com a Classe de Sistemas de Órgãos afetada, conforme definido em documentos técnicos de referência.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

  • Frequentes: Efeitos observados em até 10 em cada 100 pessoas incluem principalmente Doenças Gastrointestinais (ex: diarreia, náuseas) e Doenças do Sistema Nervoso (ex: cefaleias, tonturas). Um aumento das enzimas hepáticas também é classificado como frequente.
  • Pouco frequentes: Reações verificadas em até 10 em cada 1.000 pessoas envolvem efeitos adicionais como vómitos, dor abdominal, insónia, ansiedade e efeitos dermatológicos, tais como erupção cutânea e prurido.
  • Raros: Efeitos documentados com esta frequência, como convulsões, parestesia (formigueiro) e distúrbios nos tendões, envolvem sistemas mais sensíveis.

Limitações de Segurança Graves Documentadas

A rotulagem oficial destaca diversas reações adversas graves. Estas incluem o risco de Ruptura do Tendão, que pode ocorrer durante ou após a conclusão da terapia, e a Neuropatia Periférica, que se pode manifestar através de danos nos nervos sensoriais ou sensoriomotores. Reações Hepáticas graves (danos no fígado) e o desenvolvimento de Diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD) são igualmente listados como preocupações de segurança graves associadas a esta classe de agentes antibacterianos.

Considerações de Segurança Específicas para Determinadas Populações

Estão definidas limitações específicas para certos grupos de doentes. O risco de ruptura do tendão encontra-se aumentado em adultos idosos, particularmente naqueles que recebem simultaneamente terapia com corticosteroides. Além disso, a utilização da Levofloxacina está restrita à população pediátrica (indivíduos com menos de 18 anos de idade) devido ao risco documentado de lesões irreversíveis nas articulações de suporte de peso.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda — Informação Regulamentar Oficial

Característica Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações documentadas de sobredosagem Efeitos no sistema nervoso central, incluindo tonturas, confusão, tremores e convulsões. São também referidos efeitos gastrointestinais como náuseas.
Sistemas fisiológicos afetados Sistema Nervoso Central (SNC), Sistema Cardiovascular (intervalo QT) e Sistema Renal.
Notas sobre populações específicas Doentes com comprometimento da função renal apresentam um risco superior de concentrações sistémicas elevadas e potencial toxicidade após uma sobredosagem.

Atuação de Emergência Necessária

Na ocorrência de uma sobredosagem aguda ou perante sintomas graves como confusão ou convulsões, as autoridades regulamentares determinam as seguintes ações:

Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade A sobredosagem pode resultar em efeitos cardíacos graves (prolongamento do intervalo QT, potencial de Torsades de Pointes) e Insuficiência renal aguda.
Declarações de resposta de emergência Procure assistência médica de emergência imediatamente. A gestão inclui tratamento sintomático e de suporte.
Limitações no contexto de sobredosagem Não se conhece um antídoto específico. Estão descritos procedimentos como a lavagem gástrica e a administração de carvão ativado para reduzir a absorção sistémica. A monitorização por ECG é necessária devido aos riscos cardíacos documentados.

Os documentos regulamentares estabelecem que uma sobredosagem aguda de Levofloxacina apresenta riscos que envolvem prioritariamente os sistemas neurológico e cardiovascular, a par do potencial de lesão renal. Uma vez que não existe um antídoto específico, as instruções oficiais exigem que se procure ajuda médica imediata para a prestação de cuidados de suporte intensivos, incluindo procedimentos de descontaminação e monitorização contínua por ECG.

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Usos terapêuticos de Melitase (ANTIBACTERIALS)

O que o Melitase (Levofloxacina) Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Melitase é habitualmente utilizado em situações nas quais a estabilidade funcional se torna afetada, ajudando a abordar sintomas relacionados com alterações agudas ou episódicas. Este fármaco é relevante em condições caracterizadas por períodos de intensificação de sintomas.

Este medicamento é aplicado no tratamento de infeções significativas, incluindo a Pneumonia Adquirida na Comunidade, a Pielonefrite Aguda (infeção renal), Infeções do Trato Urinário (ITU) complicadas e não complicadas, Prostatite Bacteriana Crónica e Infeções da Pele e da Estrutura Cutânea (SSSI). O medicamento desempenha um papel na gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, tais como febre alta, desequilíbrio sistémico e sintomas relacionados com estados inflamatórios.


Facto Rápido: Alívio para o Desconforto Sistémico
O Melitase é comummente utilizado para auxiliar em grupos de sintomas que surgem subitamente, tais como febre e desequilíbrio sistémico, ajudando na manutenção da estabilidade funcional durante episódios de desconforto.

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Critérios de utilização e restrições

O Melitase, contendo a fluoroquinolona Levofloxacina, está sujeito a limitações regulamentares específicas relativas à sua utilização em determinadas populações. A adesão a estas regras é obrigatória e baseia-se na rotulagem oficial governamental.

Populações para as quais a utilização é contraindicada

O Melitase é contraindicado e não deve ser utilizado por doentes com hipersensibilidade conhecida à Levofloxacina, a quaisquer outras quinolonas ou aos excipientes da formulação. É também contraindicado em doentes com antecedentes de epilepsia, historial de distúrbios nos tendões relacionados com a administração anterior de fluoroquinolonas, mulheres grávidas e mulheres a amamentar. A utilização geral deste fármaco é igualmente contraindicada em crianças e adolescentes em fase de crescimento.

Elegibilidade por idade e condições específicas

População Estado de Elegibilidade (Regulamentar) Restrição / Utilização Condicional
Adultos (≥ 18 anos) Geralmente Aprovado Aprovado para todas as indicações constantes na rotulagem.
Doentes Pediátricos Restrito / Contraindicado Geralmente restrito a infeções graves limitadas (ex: Antraz, Peste) em doentes com idade ≥ 6 meses.
Adultos Idosos (≥ 60 anos) Utilizar com Precaução Risco aumentado de distúrbios nos tendões; recomenda-se precaução, especialmente com o uso concomitante de corticosteroides.
Insuficiência Renal Utilização Condicional A dosagem deve ser ajustada em doentes com depuração da creatinina ≤ 50 mL/min.

A utilização deve também ser evitada em doentes com antecedentes de Miastenia Gravis (MG). A utilização condicional aplica-se a indivíduos com fatores de risco para o prolongamento do intervalo QT ou com historial de transplante de órgãos sólidos.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção detalha a informação oficialmente documentada sobre interações para o Melitase (Levofloxacina), fundamentada em fontes regulamentares governamentais de autoridade.

Classificação Agentes ou Classes de Interação Restrição / Monitorização Necessária
Contraindicado Fármacos que prolongam o intervalo QT (ex: Dronedarona, Pimozida, Tioridazina) Deve evitar-se a administração conjunta devido ao risco acrescido de prolongamento do intervalo QT e arritmia grave.
Redução da Absorção Produtos contendo catiões multivalentes (Antiácidos, Sucralfato, sais de Ferro ou Zinco, Didanosina) Separação Obrigatória: Deve ser tomado pelo menos duas horas antes ou depois da administração oral de Levofloxacina para evitar a redução da absorção.
Farmacodinâmica Corticosteroides Risco aumentado de tendinite e rutura do tendão, particularmente em doentes idosos e naqueles com insuficiência renal.
Farmacodinâmica Agentes Antidiabéticos (ex: Insulina, Gliburida) Requer uma monitorização cuidadosa da glicémia devido ao risco de disglícemia (hipoglicémia ou hiperglicémia).
Alteração da Depuração Probenecida, Cimetidina Reduzem a depuração renal da Levofloxacina (em cerca de 35% e 24%, respetivamente), indicando competição na secreção tubular.
Farmacodinâmica Antagonistas da Vitamina K (ex: Varfarina) Potenciação do efeito anticoagulante, exigindo monitorização rigorosa do Tempo de Protrombina ou do INR.
Farmacodinâmica Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) Podem aumentar o risco de estimulação do Sistema Nervoso Central (SNC) e crises convulsivas.

Ligação ao perfil global de interações:

Os documentos regulamentares definem o perfil de interação deste fármaco através de proibições claras (medicamentos que prolongam o QT) e restrições temporais (agentes quelantes) necessárias para gerir a exposição. O perfil destaca também o aumento de riscos farmacodinâmicos com agentes como os corticosteroides e antidiabéticos, enfatizando a suscetibilidade de populações específicas a determinados resultados adversos.

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Mecanismo de ação

O Melitase (Levofloxacina) atua como um inibidor de elevada afinidade contra duas enzimas bacterianas essenciais: a ADN Girase e a Topoisomerase IV. Esta ação impede que as enzimas completem a sua tarefa crítica de reparação e gestão da estrutura do cromossoma bacteriano, estabilizando as enzimas nas cadeias de ADN para formar um complexo de clivagem letal. Esta interferência molecular atinge mecanismos fundamentais essenciais para a viabilidade genética bacteriana.

A estabilização do complexo de clivagem leva à acumulação de quebras de cadeia dupla no ADN (DSBs) generalizadas e irreparáveis dentro do genoma bacteriano. Este processo destrutivo interrompe imediatamente a capacidade da célula de se replicar, transcrever ou reparar, resultando num mecanismo de autodestruição rápido conhecido como lise celular bactericida. Esta cascata leva à redução sistémica da carga microbiana viável.

A função deste mecanismo bactericida é inerentemente limitada pela genética bacteriana. O mecanismo é funcionalmente condicionado quando as bactérias adquirem mutações nas Regiões Determinantes de Resistência às Quinolonas (QRDR) das enzimas alvo, reduzindo a afinidade de ligação da Levofloxacina. Adicionalmente, o fármaco pode ser expelido ativamente do interior bacteriano por bombas de efluxo sobre-expressas, impedindo que este atinja a concentração inibidora necessária para estabilizar o complexo letal.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Melitase (Levofloxacina) — Diretrizes Oficiais de Administração

O Melitase (Levofloxacina) deve ser utilizado estritamente de acordo com as instruções oficiais facultadas pelas entidades reguladoras. O medicamento é fornecido para administração Oral (comprimidos, solução), Intravenosa (IV) por infusão e Oftálmica (solução tópica ocular), sendo as formas sistémicas bioequivalentes para a conclusão de um ciclo terapêutico.

A dosagem sistémica é habitualmente administrada uma vez ao dia (a cada 24 horas), com doses que variam entre 250 mg e 750 mg, dependendo da condição específica determinada pelo prescritor. A duração do tratamento varia significativamente, desde cursos curtos de 3 dias (ITU não complicada) até 60 dias (ex: profilaxia pós-exposição ao Antraz).


Condições de Administração e Ajustes

Propriedade de Administração Instrução Regulamentar Oficial
Ingestão Oral Os comprimidos podem ser tomados independentemente da ingestão de alimentos; a solução oral deve ser tomada 1 hora antes ou 2 horas após uma refeição.
Separação de Minerais/Catiões As formulações orais devem ser tomadas, pelo menos, 2 horas antes ou 2 horas após a administração de produtos que contenham catiões multivalentes (ex: antiácidos com alumínio/magnésio, suplementos de ferro, sucralfato).
Velocidade de Infusão IV Deve ser administrado apenas por infusão intravenosa lenta. Uma dose de 500 mg requer um mínimo de 60 minutos, e uma dose de 750 mg requer um mínimo de 90 minutos de tempo de infusão.
Regra de Ajuste de Dose É obrigatório o ajuste de dose para pacientes adultos com insuficiência renal (Depuração da Creatinina < 50 mL/min), envolvendo frequentemente uma redução da dose ou o prolongamento do intervalo entre doses. Não é necessário ajuste para insuficiência hepática.
Regra de Dose Esquecida Se uma dose sistémica for esquecida, deve ser tomada assim que o paciente se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte (ex: menos de 8 horas), a dose esquecida deve ser saltada para manter o cronograma e evitar a duplicação da dose.

Estas instruções oficiais de administração padronizam o método exato de entrega, o tempo e os protocolos de modificação de dosagem necessários para a utilização adequada da Levofloxacina.

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Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre Melitase (Levofloxacina)

Evidência para utilização em infeções respiratórias e sistémicas

A investigação que explora a utilização de Melitase para condições como a Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e a Pneumonia Hospitalar (PH) envolve estudos comparativos, incluindo Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA). Estes estudos foram concebidos para medir os resultados clínicos, reportando dados como a taxa de sucesso clínico e a taxa de erradicação microbiológica (eliminação das bactérias identificadas). Os estudos examinaram grupos de pacientes adultos com vários graus de gravidade da doença, desde casos ligeiros até casos que requerem administração intravenosa.

Evidência para utilização em infeções do trato urinário e renais

A Melitase foi avaliada em ensaios clínicos para o tratamento de Infeções do Trato Urinário (ITU) complicadas e de Pielonefrite Aguda (uma infeção renal). Os estudos focaram-se em resultados fundamentais, especificamente no acompanhamento da erradicação microbiológica dos patógenos bacterianos e na correspondente resposta clínica medida após o tratamento. A evidência para estas indicações é geralmente categorizada como de alto nível, mas os resultados são acompanhados no contexto da tendência mais ampla de aumento da resistência bacteriana. A vigilância científica da suscetibilidade dos patógenos é relevante, uma vez que continuam a surgir dados de investigação relativos a padrões clínicos relacionados com esta classe de fármacos face às tendências de resistência.

Estudos em populações especiais e observação prolongada

Os estudos monitorizaram a forma como o fármaco foi observado em vários grupos, incluindo pacientes pediátricos (crianças) para certas infeções graves. Os dados clínicos acumulados posteriormente em seres humanos informaram a aprovação regulamentar específica e limitada para a utilização em crianças com mais de seis meses de idade. A investigação também inclui especificamente populações de adultos mais velhos em estudos dedicados.

A maioria dos ensaios clínicos iniciais foca-se em resultados a curto prazo. Os dados sobre a durabilidade da resposta clínica meses ou anos após a infeção estar resolvida são limitados para muitas indicações, e os padrões a longo prazo não estão totalmente estabelecidos fora de contextos de doenças específicos.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Melitase (ANTIBACTERIANOS) (FAQ)


P: O Melitase interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

Os documentos oficiais indicam que a toma de Melitase com anti-inflamatórios não esteroides (AINE), como o ibuprofeno, pode aumentar o potencial de ocorrência de efeitos no sistema nervoso central, como convulsões. As fontes regulamentares não listam especificamente o paracetamol como tendo uma interação medicamentosa conhecida com este antibacteriano.


P: A que sinais devo estar atento relativamente a efeitos secundários graves, embora raros, do Melitase?

A informação oficial do produto descreve que os efeitos graves, mas raros, a ter em conta incluem sinais de rutura de tendão, tais como dor súbita, inchaço ou inflamação perto de uma articulação. Também pode ocorrer neuropatia periférica (danos nos nervos), que se manifesta através de dor, ardor, formigueiro ou fraqueza.


P: Quais são os sinais de uma reação alérgica ao Melitase?

Fontes de informação oficiais referem que os sinais de uma reação alérgica grave podem incluir erupção cutânea, urticária ou inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta. A dificuldade em respirar também é descrita como um potencial sinal de hipersensibilidade ao fármaco.


P: O Melitase interage com suplementos de ervas ou vitaminas?

Os documentos regulamentares focam-se em substâncias que contenham catiões multivalentes, como suplementos de ferro ou zinco. Estes devem ser separados da toma de Melitase oral por um intervalo de, pelo menos, duas horas para evitar a redução da absorção. A informação oficial do medicamento não fornece uma lista exaustiva sobre todas as interações possíveis com suplementos à base de plantas.


P: É possível ocorrer uma sobredosagem com Melitase e quais são os sintomas?

De acordo com os rótulos oficiais do produto, os sintomas descritos em casos de sobredosagem relacionam-se principalmente com o sistema nervoso central. Estes efeitos podem incluir confusão, tremores ou convulsões. A sobredosagem também pode estar associada a problemas relacionados com o ritmo cardíaco, conhecidos como prolongamento do intervalo QT.


P: O Melitase pode interagir com medicamentos para a tensão arterial?

Os documentos oficiais referem que o Melitase é conhecido por interagir com certos medicamentos que prolongam o intervalo QT (uma medida do ritmo cardíaco). Este grupo inclui determinados fármacos que podem ser prescritos para condições cardíacas ou tensão arterial elevada, sendo a sua utilização contraindicada (não devem ser utilizados).


P: É verdade que o Melitase pode alterar os resultados de alguns exames laboratoriais?

A documentação regulamentar indica que o uso de Melitase pode, potencialmente, levar a que certos resultados laboratoriais pareçam imprecisos. Especificamente, pode causar resultados falsos positivos em testes de rastreio de opiáceos na urina. Também se nota que interfere com alguns testes laboratoriais utilizados para detetar a Mycobacterium tuberculosis.


P: Os efeitos secundários relatados do Melitase são temporários ou permanentes?

Estudos e informações oficiais indicam que certos efeitos adversos graves, como a neuropatia periférica (danos nos nervos) e a rutura de tendão, podem ser irreversíveis. No entanto, a maioria dos outros efeitos secundários é geralmente reportada como sendo reversível após a interrupção do fármaco.


P: O Melitase tem alguma interação conhecida com contracetivos orais?

A informação regulamentar indica que não foi encontrada nenhuma interação clinicamente significativa entre o Melitase e agentes contracetivos orais.


P: O Melitase pode ser utilizado para tratar infeções virais como a gripe?

O Melitase está oficialmente indicado apenas para o tratamento de infeções bacterianas suscetíveis, conforme definido na rotulagem oficial. Não está aprovado nem se destina a ser utilizado contra infeções causadas por vírus, como a constipação comum ou a gripe.


P: O Melitase é considerado um antibacteriano de espetro alargado ou de espetro reduzido?

Segundo fontes de saúde autorizadas, o Melitase é descrito como um antibacteriano de espetro alargado. Isto significa que possui atividade contra uma grande variedade de diferentes tipos de bactérias.


P: O Melitase pode causar problemas de sono ou insónia?

A insónia (dificuldade em dormir) está documentada no perfil oficial de segurança como um efeito adverso pouco frequente. Isto significa que foi reportada em estudos clínicos, mas ocorre numa percentagem limitada de pacientes.


P: Com que rapidez é o Melitase eliminado do corpo?

Os estudos farmacocinéticos, que descrevem como o corpo processa o fármaco, estão documentados nos rótulos oficiais. Estes indicam que o medicamento tem uma semivida média de eliminação terminal de aproximadamente seis a oito horas em pacientes com função renal normal.


P: Existe o risco de desenvolvimento de resistência aos antibióticos com o uso de Melitase?

A rotulagem oficial inclui um aviso de que a utilização de um antibacteriano quando uma infeção bacteriana não está confirmada pode, potencialmente, aumentar o risco de desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos. Isto é mencionado na rotulagem oficial a par das utilizações aprovadas do fármaco.


P: O Melitase afeta os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes?

Os documentos regulamentares afirmam que o Melitase tem o potencial de causar alterações nos níveis de glicose no sangue, uma condição conhecida como disglicémia. Isto inclui a possibilidade de níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicémia) e níveis elevados (hiperglicémia).


P: Por que razão existem diferentes dosagens dos comprimidos de Melitase?

As tabelas de dosagem oficiais indicam que a dosagem prescrita e a duração do tratamento com os comprimidos são determinadas pelo tipo específico e pela gravidade da infeção bacteriana que está a ser tratada.


P: O Melitase está disponível como medicamento genérico?

Fontes autorizadas confirmam que a substância ativa do Melitase, a Levofloxacina, está disponível como medicamento genérico nos Estados Unidos e em várias outras regiões a nível global.


P: O Melitase afeta o microbioma intestinal?

Tal como muitos antibacterianos, o Melitase pode afetar o equilíbrio natural das bactérias no intestino. Os avisos de segurança oficiais mencionam explicitamente o risco de diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD), que é uma condição grave resultante de uma perturbação significativa das bactérias intestinais.

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Como Melitase (ANTIBACTERIALS) deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação do Melitase (Levofloxacina)

As diretrizes regulamentares oficiais estabelecem condições específicas para a conservação e a eliminação do Melitase, as quais variam consoante a forma farmacêutica.

Condições de Conservação:

  • Formas Orais (Comprimidos/Solução): Devem ser conservadas à temperatura ambiente controlada, entre os 20°C e os 25°C. É necessária proteção contra a humidade e o calor excessivo. O produto deve ser mantido na sua embalagem original.
  • Solução Intravenosa (IV): Conservar a 25°C; não congelar.
  • Estabilidade: A solução oral deve ser rejeitada 14 dias após a abertura do frasco.

Eliminação e Segurança:

O Melitase deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças. O medicamento não utilizado ou com prazo de validade expirado deve ser devolvido através de um programa de recolha de medicamentos (como o sistema VALORMED). Caso não existam programas disponíveis, devem seguir-se as orientações gerais: misturar o fármaco com uma substância desagradável, colocar num recipiente selado e depositar no lixo doméstico. Não deite o produto na canalização (não despejar na sanita ou no lavatório).

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Melitase (ANTIBACTERIALS) encontrado em:

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