Laura

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Laura

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Laura

Que tipo de medicamento é o Laura?

O Laura é um medicamento anti-histamínico H1 que contém a substância ativa loratadina. É classificado como um agente de segunda geração, uma formulação clinicamente reconhecida pela sua seletividade melhorada quando comparada com os anti-histamínicos mais antigos. O fármaco é um composto sintético que funciona como um antagonista competitivo dos recetores H1 periféricos. Este mecanismo direcionado foi concebido para bloquear os efeitos da histamina essencialmente na periferia do organismo, minimizando o seu impacto no sistema nervoso central. Esta diferenciação farmacológica permite que o Laura seja categorizado como um composto não sedativo, uma característica fundamental apoiada por estudos farmacológicos.


Composição e Objetivo Geral

Este medicamento é apresentado sob o nome comercial Laura, embora o seu núcleo terapêutico permaneça a substância ativa única, a loratadina. É administrado por via oral e é fornecido em preparações como as formas familiares de comprimido e xarope oral. O objetivo geral da toma de Laura é proporcionar um controlo contínuo do desconforto físico causado por reações alérgicas. O seu mecanismo, conhecido como bloqueio seletivo dos recetores H1, ajuda a prevenir a reação excessiva do organismo aos alergénios. O produto visa manter o conforto e a estabilidade através da neutralização da fonte de irritação alérgica, oferecendo um alívio previsível dos sintomas sem abordar condições específicas tratáveis.

Quais efeitos secundários são possíveis com Laura?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança


Âmbito das Reações Adversas

O perfil de segurança deste medicamento é estabelecido através de ensaios clínicos e da vigilância pós-comercialização, categorizando os efeitos potenciais pela sua frequência e pela Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) envolvida.

As reações adversas comuns, notificadas com maior frequência do que o placebo em estudos clínicos, incluem Cefaleia (dor de cabeça), Sonolência e Fadiga. Na população pediátrica (crianças dos 2 aos 12 anos), os efeitos comummente relatados incluem também Cefaleia, Fadiga e Nervosismo.

Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) Reações Adversas Comuns (Seleção)
Doenças do Sistema Nervoso Cefaleia, Sonolência
Perturbações Gerais Fadiga

Reações Adversas Graves

As reações adversas classificadas como Muito Raras (podem afetar até 1 em cada 10.000 pessoas) derivam principalmente de relatórios pós-comercialização e afetam múltiplos sistemas, incluindo as Doenças do Sistema Imunitário e as Doenças Hepatobiliares. Estas incluem Reações de Hipersensibilidade (tais como anafilaxia e angioedema), Convulsões, Taquicardia, Palpitações e Função Hepática Anormal (incluindo icterícia, hepatite e necrose hepática).

Notas de Segurança para Populações Específicas

A rotulagem regulamentar especifica considerações de segurança para determinados grupos de doentes. Indivíduos com Insuficiência Hepática Grave podem apresentar uma redução na depuração (eliminação) do fármaco. A segurança e eficácia da Loratadina não foram estabelecidas em crianças com menos de dois anos de idade. Embora a Loratadina tenha geralmente demonstrado não potenciar os efeitos do álcool, a possibilidade de ocorrer sonolência pode afetar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Além disso, o medicamento deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes de qualquer teste de reatividade dérmica para evitar potenciais interferências nos resultados.


Ligação ao Perfil de Segurança Global

As informações oficiais de segurança estruturam o perfil de risco ao classificar as reações adversas documentadas em níveis de frequência e classes de sistemas de órgãos, permitindo a distinção entre eventos esperados, como a fadiga, e os eventos pós-comercialização raros, embora graves, como a anafilaxia. Esta abordagem adere estritamente às normas regulamentares governamentais para a comunicação de riscos de medicamentos, separando o que é estatisticamente frequente do que é clinicamente grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação regulamentar oficial para a Loratadina (Laura) descreve manifestações específicas e os procedimentos de emergência necessários em caso de sobredosagem. As situações de sobredosagem, tipicamente notificadas após ingestões superiores a 10 mg, podem apresentar sintomas específicos. Em adultos e adolescentes, as manifestações clínicas documentadas incluem sonolência, taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e cefaleia (dor de cabeça). Nas crianças, os relatos associados à sobredosagem de xarope documentaram palpitações e sinais extrapiramidais. É também descrita uma ocorrência acrescida de sintomas anticolinérgicos generalizados no contexto de sobredosagem.

Em caso de sobredosagem conhecida ou suspeita, as diretrizes regulamentares determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata. É obrigatório contactar prontamente um Centro de Informação Antivenenos para obter aconselhamento e orientação.

A abordagem oficial de gestão clínica envolve medidas gerais sintomáticas e de suporte. Não existe um antídoto específico conhecido para a sobredosagem de Loratadina. As opções de procedimento que podem ser consideradas pelos profissionais de saúde incluem a administração de carvão ativado em suspensão com água ou a realização de lavagem gástrica com soro fisiológico. É importante notar que o fármaco não é eliminado por hemodiálise. A monitorização médica do doente deve ser mantida após os tratamentos de emergência iniciais. O recurso à indução do vómito (émese) está contraindicado em doentes que apresentem comprometimento da consciência.

Usos terapêuticos de Laura

Indicações Terapêuticas e Benefícios de Laura

O medicamento Laura é indicado para o tratamento de curto prazo de estados de ansiedade graves ou incapacitantes, que podem estar associados a insónias ou a outras condições psicofisiológicas. A sua utilização foca-se no alívio de sintomas agudos, não sendo recomendado para a gestão do stresse quotidiano ou para tratamentos de duração prolongada sem reavaliação médica constante.

Principais Utilizações

Este fármaco é frequentemente prescrito quando a ansiedade interfere significativamente com o funcionamento normal do indivíduo ou quando o paciente apresenta um quadro de angústia extrema. Além do controlo da ansiedade, Laura pode ser utilizado como medicação pré-anestésica, ajudando a reduzir a apreensão antes de intervenções cirúrgicas ou procedimentos de diagnóstico invasivos.

No contexto das perturbações do sono, o medicamento é eficaz quando a dificuldade em adormecer é uma consequência direta de estados de ansiedade. Nestes casos, o tratamento visa restaurar o ciclo de repouso, proporcionando um efeito sedativo que facilita o início do sono.

Benefícios Esperados

O principal benefício do tratamento com Laura é a redução rápida da tensão psíquica e dos sintomas físicos associados à ansiedade, tais como palpitações, tremores ou tensão muscular. Ao estabilizar estes sintomas, o medicamento permite uma melhoria na qualidade de vida e na capacidade de o paciente participar em atividades terapêuticas complementares.

A eficácia do medicamento manifesta-se pela indução de um estado de relaxamento e calma. Contudo, é fundamental que a administração seja feita sob supervisão rigorosa, respeitando os períodos de tratamento estabelecidos para minimizar o risco de habituação ou de diminuição da eficácia terapêutica ao longo do tempo.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Laura (Loratadina) — Informação Regulamentar Oficial

Âmbito da Elegibilidade

Populações Autorizadas Populações Não Recomendadas Populações Contraindicadas
Adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. Mulheres grávidas, como medida de precaução, devido à ausência de segurança totalmente estabelecida em todos os estudos humanos. Hipersensibilidade conhecida à Loratadina, ao seu metabolito Desloratadina ou a qualquer um dos excipientes da formulação.
Crianças dos 2 aos 11 anos (os limites de idade podem variar consoante a formulação e a região). Mulheres a amamentar, uma vez que a substância ativa e o seu metabolito são excretados no leite humano. Doenças hereditárias raras de intolerância a açúcares (ex: deficiência de lactase total) para as formas em comprimido que contenham lactose.

Elegibilidade por Idade e Condição Específica

Regras Relativas à Idade Regras Relativas a Condições Específicas
Crianças com menos de 2 anos: A segurança e eficácia não foram estabelecidas. Insuficiência Hepática ou Renal Grave: Requer administração com precaução, sendo recomendada uma dose inicial inferior devido à alteração na depuração do fármaco.
Crianças dos 2 aos 5 anos: A utilização está validada, tipicamente com formulações líquidas ou xaropes. Testes Cutâneos de Alergia: O medicamento deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes dos testes, pois o efeito anti-histamínico pode afetar os resultados.
Adultos e adolescentes (12 anos): A utilização está validada. Fenilcetonúria (PKU): Os doentes devem evitar certas formas farmacêuticas (ex: comprimidos mastigáveis) que contenham fenilalanina.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Os documentos regulamentares definem o perfil de elegibilidade ao estabelecer contraindicações rigorosas para doentes com hipersensibilidade. O uso é classificado como não recomendado para mulheres grávidas e a amamentar. Para populações com a eliminação do fármaco comprometida, como as que sofrem de insuficiência hepática ou renal grave, o uso é permitido, mas está sujeito a um ajuste posológico condicional. Além disso, o uso é estritamente limitado pela idade, não estando a eficácia e a segurança estabelecidas para crianças com menos de dois anos de idade.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção detalha os padrões de interação oficialmente documentados para Laura (Loratadina), tal como descritos na documentação regulamentar governamental.

Categoria Declaração Oficial Documentada
Categorias de produtos medicinais com interações documentadas: Inibidores específicos das enzimas do Citocromo P450 (CYP3A4 e CYP2D6).
Medicamentos específicos (se listados explicitamente): Cetoconazol, Eritromicina e Cimetidina.
Base mecânica das interações: Interação farmacocinética que envolve a inibição das vias metabólicas primárias da Loratadina (CYP3A4 e CYP2D6), levando à redução da eliminação e ao risco de acumulação.
Regras de interação baseadas no tempo: Interrupção obrigatória da administração 48 horas antes da realização de testes de reatividade dérmica.
Notas de interação para populações específicas: É observada uma redução na eliminação da Loratadina em doentes com insuficiência hepática grave, o que pode aumentar o potencial de acumulação do fármaco.

Classificações de interação (nível geral)

Classificação Declaração da Documentação Regulamentar Oficial
Classificação da gravidade da interação: Interação clinicamente significativa resultando num aumento substancial das concentrações plasmáticas de Loratadina e do seu metabolito ativo.
Restrições de contexto da interação: A administração está documentada como não tendo efeitos potenciadores com o álcool no desempenho psicomotor. O consumo com alimentos aumenta a biodisponibilidade sistémica e atrasa o Tmax (tempo para atingir a concentração máxima).

Estrutura resultante das interações

Declarações oficiais de interação:

  • Inibidores Metabólicos: A coadministração com Cetoconazol, Eritromicina ou Cimetidina resulta num aumento substancial das concentrações plasmáticas de Loratadina devido à inibição do seu metabolismo.
  • Restrição de Procedimento: Deve observar-se um período de separação de 48 horas antes de se submeter a testes de reatividade dérmica, de modo a prevenir resultados imprecisos.

Ligação ao perfil global de interações:

O perfil oficial de interações é definido pela modificação farmacocinética, especificamente através da inibição das vias primárias de eliminação metabólica da Loratadina por certas substâncias coadministradas. Este mecanismo de interação documentado resulta no reconhecimento formal de uma maior exposição ao fármaco quando este é combinado com inibidores enzimáticos específicos, como o Cetoconazol. Além disso, as orientações regulamentares incluem uma necessária restrição temporal para procedimentos de diagnóstico e declarações explícitas relativamente à ausência documentada de potenciação dos efeitos do álcool na função psicomotora.

Mecanismo de ação

Como Laura Atua: Farmacodinâmica

O funcionamento de Laura baseia-se na sua atuação como um Modulador Alostérico Positivo (PAM) de recetores do sistema nervoso central. O seu principal local de ação é o Recetor de Glicina (GlyR), especificamente a subunidade alfa 1, que se encontra concentrada na espinal medula e no tronco cerebral. Ao ligar-se a um local alostérico no GlyR, o fármaco aumenta a resposta do recetor à glicina, um neurotransmissor inibitório, o que leva a um maior influxo de iões cloreto (Cl^-) através da membrana neuronal.

Este aumento da condutância de Cl^- resulta numa hiperpolarização significativa dos neurónios motores pós-sinápticos. Consequentemente, verifica-se uma elevação no limiar necessário para a geração de potenciais de ação nas vias motoras e nos circuitos de reflexos espinais. Este mecanismo produz uma alteração quantificável na tensão muscular e na capacidade de resposta dos reflexos espinais.

Secundariamente, Laura exerce um efeito PAM de menor afinidade nos Recetores GABA A distribuídos por todo o cérebro. Esta atividade inibitória generalizada está associada a uma diminuição da atividade neuronal global, influenciando o estado de alerta do sistema nervoso central e a sua excitabilidade geral.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar Laura

Os princípios gerais para a utilização de Laura (Loratadina) baseiam-se num regime diário padronizado e encontram-se detalhados nos documentos regulamentares oficiais. O medicamento é administrado por via oral em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos, comprimidos mastigáveis, xarope e comprimidos orodispersíveis.


Posologia Padrão

Grupo Etário Esquema Posológico Padrão Frequência Notas sobre a Dosagem
Adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 anos 10 mg Uma vez ao dia Tomar a cada 24 horas.
Crianças dos 2 aos 5 anos 5 mg Uma vez ao dia São geralmente utilizados xaropes ou comprimidos de 5 mg.

Os comprimidos e xaropes de Loratadina são geralmente tomados independentemente das refeições, conforme especificado nos resumos regulamentares. As formas especializadas requerem passos de administração específicos: os comprimidos mastigáveis devem ser totalmente mastigados ou triturados antes de serem engolidos, e os comprimidos orodispersíveis são colocados sobre a língua para se desintegrarem.


Ajustes em Populações Específicas

As informações oficiais de rotulagem determinam a modificação da dose para doentes com condições específicas. Para indivíduos com insuficiência hepática grave, é recomendada uma dose inicial reduzida de 10 mg em dias alternados (a cada dois dias) para adultos e crianças com peso superior a 30 kg, devido à potencial redução na depuração do fármaco.

Algumas diretrizes regulamentares especificam, de igual modo, um regime de 10 mg em dias alternados para adultos com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior ou igual a 30 mL/min). Além disso, existe uma restrição de procedimento não relacionada com a segurança que exige a interrupção da administração de Loratadina durante 48 horas antes da realização de procedimentos de testes cutâneos de diagnóstico.

Evidência clínica recente

Ensaio LAURA de Fase 3: Osimertinib no CPNPC de Estádio III

As evidências clínicas recentes para o osimertinib centram-se no ensaio de Fase 3 LAURA (NCT03521154), um estudo global, aleatorizado, em dupla ocultação e controlado por placebo. O ensaio avaliou a utilização do osimertinib como terapêutica de manutenção após quimiorradioterapia (CRT) à base de platina em doentes com cancro do pulmão de células não pequenas (CPNPC) de estádio III não ressecável, que apresentam mutações específicas do Recetor do Fator de Crescimento Epidérmico (EGFR) (deleção do exão 19 ou mutação L858R).

Principais Medidas de Eficácia e Resultados

O objetivo primário do ensaio LAURA foi a sobrevivência livre de progressão (SLP), que mede o tempo que um doente vive sem que a doença progrida ou se dissemine. O estudo demonstrou uma diferença significativa na mediana da SLP em comparação com o placebo:

Grupo Mediana de Sobrevivência Livre de Progressão (SLP)
Osimertinib 39,1 meses
Placebo 5,6 meses

Estes dados indicaram que o tratamento com osimertinib reduziu o risco de progressão da doença ou morte em aproximadamente 84% em comparação com o placebo nesta população de doentes (Hazard Ratio 0,16). À data da análise primária, os dados de sobrevivência global (SG) não estavam totalmente maturados, mas uma análise provisória sugeriu uma tendência favorável para a melhoria da sobrevivência no grupo do osimertinib. Está planeado um acompanhamento contínuo para avaliar os resultados finais da sobrevivência global.

Segurança e Tolerabilidade

O perfil de segurança observado no ensaio LAURA foi globalmente consistente com o perfil estabelecido para o osimertinib. Foram notificadas reações adversas de Grau 3 ou superior em 35% dos doentes que receberam osimertinib, comparativamente a 12% dos que receberam placebo. A pneumonite actínica (inflamação pulmonar), que é uma preocupação comum após a quimiorradioterapia, foi observada em ambos os grupos, mas as taxas de gravidade de Grau 3 ou superior foram semelhantes entre os braços de tratamento e de placebo. Não foram identificadas novas preocupações de segurança com a utilização da terapêutica de manutenção com osimertinib neste contexto clínico.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre Laura (FAQ)


P: Quais são os efeitos secundários comuns comunicados ao iniciar Laura?

De acordo com a informação oficial do produto, as reações adversas comuns notificadas em estudos clínicos incluem cefaleia (dor de cabeça), sonolência e fadiga. Estes efeitos foram registados com maior frequência do que com o placebo nos estudos clínicos que estabeleceram o perfil de segurança do medicamento.


P: Laura interage com analgésicos comuns de venda livre?

As fontes regulamentares indicam que Laura pode, geralmente, ser utilizado em conjunto com analgésicos comuns de venda livre, tais como o ibuprofeno ou o paracetamol. A informação oficial sobre interações não descreve interferências significativas com estes analgésicos.


P: Qual é o mecanismo pelo qual Laura ajuda a tratar o problema, em termos simples?

Laura é classificado como um antagonista dos recetores H1 periféricos. Em termos simples, isto significa que o medicamento atua ao bloquear os efeitos da histamina, uma substância associada às reações alérgicas. Ao bloquear a histamina na periferia do corpo, ajuda a aliviar o desconforto físico da reação alérgica.


P: Que tipo de investigação clínica foi realizada sobre Laura?

As utilizações terapêuticas estabelecidas para Laura, tais como o tratamento da rinite alérgica e da urticária crónica, são fundamentadas por dados de ensaios clínicos controlados. Estes estudos compararam o medicamento com um placebo para estabelecer a base das suas indicações terapêuticas aprovadas.


P: Laura pode causar problemas com o sono?

A documentação oficial lista a sonolência (sensação de sonolência ou adormecimento) como uma reação adversa comum. O nervosismo também é descrito, particularmente na população pediátrica. Estes efeitos documentados indicam que o fármaco pode influenciar o estado do sistema nervoso central.


P: Qual é a duração habitual do efeito de uma dose de Laura?

O efeito anti-histamínico de uma dose padrão de Laura está documentado na rotulagem oficial como durando mais de 24 horas. Esta duração é consistente com o esquema de administração autorizado de uma toma única diária.


P: O que acontece se eu parar de tomar Laura subitamente?

A informação de segurança regulamentar oficial não descreve um síndrome de abstinência específico ao interromper o medicamento. Em vez disso, os doentes sentem tipicamente o regresso dos sintomas originais da alergia que o fármaco estava a controlar.


P: Porque é que Laura é por vezes prescrito juntamente com outros medicamentos?

Laura pode ser encontrado em produtos de associação com outras substâncias ativas, como um descongestionante (por exemplo, a pseudoefedrina). Esta combinação destina-se a tratar múltiplos sintomas relacionados, como sintomas alérgicos e congestão nasal, conforme indicado nas especificações do produto.


P: Existem diferentes formas disponíveis de Laura (ex: comprimido, xarope)?

Segundo os documentos regulamentares oficiais, Laura está disponível em diversas formas farmacêuticas. Estas incluem comprimidos padrão, comprimidos mastigáveis, xarope oral e comprimidos orodispersíveis (ODTs).


P: Que tipo de monitorização poderá um médico fazer enquanto o doente toma Laura?

Embora a monitorização de rotina não seja exigida para todos os utilizadores, a informação regulamentar sugere que doentes com insuficiência hepática ou renal grave pré-existente podem necessitar de atenção redobrada. Esta vigilância serve para confirmar a dosagem adequada e monitorizar potenciais efeitos em análises laboratoriais ou na função dos órgãos.


P: E se eu tiver um efeito secundário raro ou inesperado com Laura?

As orientações regulamentares instruem os doentes a contactar o seu médico para aconselhamento clínico caso sintam quaisquer efeitos secundários. Além disso, os doentes são incentivados a comunicar reações adversas raras ou inesperadas diretamente ao programa oficial de monitorização de segurança da sua agência nacional de saúde.


P: É necessária uma dieta especial ao utilizar Laura?

As instruções oficiais de Laura referem que o medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos. Não é exigida nenhuma dieta especial pela rotulagem regulamentar, embora a ingestão com alimentos possa influenciar o tempo que o fármaco demora a atingir o seu efeito máximo.


P: O que significa o termo 'contraindicação' em relação a Laura?

Uma contraindicação é um termo regulamentar estrito que indica condições sob as quais o medicamento, de uma forma geral, não está autorizado para uso. Para Laura, a principal contraindicação é uma hipersensibilidade ou reação alérgica conhecida à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes inativos da formulação.


P: Laura é uma opção de tratamento de primeira linha ou é usado mais tarde?

Com base nas diretrizes clínicas estabelecidas que descrevem o seu uso, Laura é geralmente classificado como uma opção de tratamento de primeira linha. Esta classificação significa que é posicionado como uma das opções medicinais iniciais consideradas para o controlo de sintomas relacionados com a rinite alérgica em adultos.


P: Há relatos de doentes que precisem de aumentar a dose de Laura com o tempo?

A documentação regulamentar indica que doses superiores aos 10 mg habituais não demonstraram benefício terapêutico adicional, podendo, no entanto, aumentar o potencial de reações adversas. Os utilizadores são instruídos a não exceder a dose diária recomendada.


P: Qual é a frequência de efeitos secundários graves com Laura, baseando-se em estudos?

De acordo com os dados regulamentares oficiais, reações adversas graves, como reações alérgicas severas ou função hepática anormal, são classificadas como muito raras. Esta classificação indica que estes efeitos podem potencialmente ocorrer em até 1 em cada 10.000 pessoas que utilizam o fármaco.


P: Porque é que por vezes são pedidas análises ao sangue de rotina a quem toma Laura?

As análises ao sangue de rotina não são necessárias para todos os utilizadores, mas um profissional de saúde pode solicitá-las para doentes com insuficiência hepática ou renal grave pré-existente. Isto é feito para confirmar que o fármaco está a ser eliminado conforme esperado e para monitorizar a função dos órgãos.


P: Posso utilizar Laura se tiver uma doença cardíaca existente?

A rotulagem oficial lista efeitos cardíacos, como taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e palpitações, como reações adversas muito raras. A informação regulamentar sugere que doentes com uma doença cardíaca pré-existente consultem um profissional de saúde para avaliação antes de utilizarem Laura.


P: Como é acompanhada a segurança de Laura após a sua aprovação?

O perfil de segurança de Laura é continuamente monitorizado após a aprovação através de um processo regulamentar chamado vigilância pós-comercialização. Isto envolve a recolha e análise contínua de relatos de reações adversas raras ou inesperadas submetidos tanto por profissionais de saúde como por doentes.

Como Laura deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Laura?

A conservação e a eliminação de Laura (Loratadina) devem seguir rigorosamente os requisitos regulamentares oficiais para manter a estabilidade do produto e garantir a segurança.

Condições de Conservação

A rotulagem oficial exige que o produto seja conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem de origem e devidamente fechado para o proteger da humidade e da luz. É essencial evitar o congelamento do produto e guardá-lo fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um sistema de recolha de medicamentos autorizado. Se não estiver disponível um programa deste tipo, o produto deve ser misturado com uma substância indesejável (por exemplo, borras de café usadas) e colocado num recipiente fechado antes de ser deitado no lixo doméstico. Este produto não consta na lista de medicamentos que podem ser eliminados na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Laura encontrado em:

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