Lasca

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lasca

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Dienogest, Etinilestradiol
Forma Comprimido Oral
Classe farmacológica Associação de Estrogénio e Progestogénio
Utilização comum Contraceção Reversível
Origem Composto Hormonal Sintético

Qual é o Tipo Farmacêutico e a Composição de Lasca?

O Lasca é classificado como um contracetivo hormonal combinado (CHC), pertencendo à classe farmacológica das preparações que associam Estrogénio e Progestogénio. Este medicamento é um produto de combinação fixa que contém duas substâncias ativas sintéticas distintas: o progestogénio Dienogest e o estrogénio Etinilestradiol. O Dienogest é um progestogénio específico derivado da 19-nortestosterona, reconhecido pela sua elevada seletividade e afinidade de ligação aos recetores da progesterona. A combinação destas duas entidades esteroides assegura um mecanismo duplo para uma modulação robusta do sistema endócrino.

Origem, Forma e Estrutura de Lasca

Os componentes ativos de Lasca são compostos inteiramente sintéticos, concebidos para modular as ações biológicas dos recetores endócrinos naturais do organismo. O Lasca é administrado por via oral, sendo formulado como um comprimido para absorção sistémica através do trato digestivo. O formato de pílula contracetiva oral facilita a entrega precisa e padronizada de ambos os componentes sintéticos. A estrutura de combinação fixa significa que a proporção de estrogénio e progestogénio permanece constante em cada comprimido, proporcionando o perfil hormonal uniforme necessário para uma eficácia consistente.

Qual é o Objetivo Geral de Lasca?

O objetivo primordial de Lasca é proporcionar uma contraceção reversível altamente fiável, especificamente para a prevenção de gravidezes indesejadas em mulheres em idade reprodutiva. Esta função principal é alcançada através da ação conjunta dos componentes hormonais para suprimir a ovulação, interrompendo eficazmente a libertação mensal de um óvulo. Além disso, a regulação hormonal sistemática fornecida pela combinação de Dienogest e Etinilestradiol ajuda, geralmente, a estabelecer padrões menstruais mais previsíveis e estabilizados. As propriedades antiandrogénicas inerentes ao componente progestogénico Dienogest são reconhecidas por oferecerem um benefício distinto no tratamento de certos sintomas hormonais, como a acne moderada, em mulheres que optam pela utilização de contraceção oral.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lasca?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Lasca (Dienogest/Etinilestradiol) baseia-se nas classificações regulamentares oficiais que definem as reações adversas por sistema de órgãos e frequência. O foco de segurança mais significativo relaciona-se com os acontecimentos tromboembólicos, que são categorizados como reações adversas raras, mas graves.


Classificação Oficial de Frequência

Os efeitos secundários são classificados de acordo com a frequência com que foram documentados na utilização clínica:

Nível de Frequência Exemplos de Efeitos Secundários (Agrupamento SOC)
Frequentes (1/100 a 1/10) Dor de cabeça, Dor/sensibilidade mamária, Náuseas, Hemorragia irregular, Alterações de humor
Pouco Frequentes (1/1.000 a 1/100) Enxaqueca, Vómitos, Diarreia, Hipertensão, Retenção de líquidos, Erupção cutânea
Raros (menos de 1/1.000) Tromboembolismo Venoso (TEV), Tromboembolismo Arterial (TEA)

As Reações Adversas Frequentes afetam principalmente o Sistema Nervoso (Cefaleias) e o Sistema Reprodutor (Dor mamária, hemorragia irregular). A hemorragia irregular (spotting) está oficialmente documentada como sendo mais frequente durante os ciclos iniciais do tratamento.


Reações Adversas Graves e Restrições

As informações oficiais designam o Tromboembolismo Venoso (TEV) (incluindo trombose venosa profunda e embolia pulmonar) e o Tromboembolismo Arterial (TEA) (incluindo acidente vascular cerebral e enfarte do miocárdio) como reações adversas graves. O risco de TEV é assinalado como sendo mais elevado durante o primeiro ano de utilização.

As restrições de segurança determinam que este medicamento não deve ser utilizado em indivíduos com antecedentes atuais ou históricos de TEV ou TEA, mutações trombogénicas conhecidas ou doença hepática grave. Estão documentadas considerações de segurança específicas para mulheres fumadoras, particularmente as que têm 35 anos ou mais, devido a um aumento significativo do risco de acontecimentos cardiovasculares graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações e Gravidade da Sobredosagem

A documentação regulamentar oficial do Lasca (Dienogest/Etinilestradiol) estabelece o cenário de sobredosagem aguda como sendo de risco sistémico mínimo, focando-se principalmente na obrigatoriedade de cuidados de suporte. As manifestações de sobredosagem aguda após a ingestão de doses elevadas estão documentadas como sendo, tipicamente, não graves. Os sinais clínicos relatados incluem náuseas, vómitos e a ocorrência de hemorragia de privação (hemorragia vaginal) em mulheres. As revisões regulamentares confirmam que não foram relatados efeitos nocivos graves ou resultados com risco de vida associados à sobredosagem aguda desta classe de medicamentos.

Ações de Emergência Necessárias

Em todos os casos de suspeita de sobredosagem aguda, a ação determinada pelas autoridades é procurar assistência médica de emergência ou contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV) para obter instruções especializadas e orientação. O protocolo de gestão é estritamente sintomático e de suporte, uma vez que não é conhecido qualquer antídoto específico para agentes hormonais combinados. A documentação oficial observa que não foram relatados resultados graves após a ingestão aguda de doses elevadas por crianças pequenas.

Declarações Oficiais sobre Sobredosagem

  • A ingestão aguda de doses elevadas é considerada como não constituindo risco de vida.
  • As apresentações documentadas incluem náuseas, vómitos e hemorragia vaginal.
  • O tratamento deve ser sintomático e de suporte, uma vez que não está disponível um antídoto específico.
  • É necessária assistência médica imediata para todas as suspeitas de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Lasca

O que o Lasca Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Lasca (Dienogest/Etinilestradiol) é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, abordando tanto o planeamento reprodutivo como condições sintomáticas específicas. O medicamento é utilizado em domínios que abrangem determinados sintomas geradores de mal-estar. Esta informação está em conformidade com as fontes oficiais para esta classe de contracetivos orais combinados.

A função primária deste medicamento é proporcionar uma contraceção fiável e reversível. O fármaco é considerado relevante para o alívio de sintomas associados a perdas de sangue menstrual abundantes (menorragia) e para a gestão de sintomas que interferem com o funcionamento quotidiano, tais como períodos dolorosos (dismenorreia). É também aplicado na abordagem de manifestações visíveis de excesso de androgénios, incluindo a acne moderada a grave e o crescimento excessivo de pelos.

Esta abordagem terapêutica pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas são mais percetíveis, apoiando as pacientes durante episódios difíceis.


Facto Rápido: Apoio na Gestão de Sintomas
Categorias Principais de Utilização Contraceção, apoio sintomático em situações de fluxo abundante e gestão de acne de origem hormonal.
Principais Benefícios Apoia a prevenção fiável da gravidez, auxilia na regularidade do ciclo e contribui para atenuar a carga sintomática de dores ou problemas de pele.
Contexto Clínico Aplicado em situações que requerem regulação hormonal a longo prazo para abordar sintomas crónicos e recorrentes.

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade: Estatuto Regulamentar Oficial

O Lasca está formalmente indicado para utilização por mulheres em idade reprodutiva, incluindo adolescentes pós-pubertárias. A sua utilização não está estabelecida em crianças, não sendo indicado antes da menarca (o início da menstruação) ou em mulheres após a menopausa.

A utilização de Lasca é absolutamente contraindicada na presença de determinadas condições médicas, principalmente aquelas que aumentam o risco de formação de coágulos sanguíneos. Isto inclui antecedentes de trombose venosa profunda, embolia pulmonar, acidente vascular cerebral (AVC) ou doença coronária. O uso é também contraindicado para mulheres com mais de 35 anos que fumem.

As condições de contraindicação incluem ainda a hipertensão não controlada, doença hepática grave ou tumores hepáticos, diabetes com complicações vasculares e qualquer tipo de cancro sensível a hormonas (como o cancro da mama), atual ou passado.

O Lasca está contraindicado durante a gravidez. A sua utilização não é recomendada durante a amamentação, uma vez que pode diminuir a produção de leite. Além disso, as informações oficiais do medicamento referem que a segurança e eficácia não foram avaliadas em mulheres com um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 30 kg/m².

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações oficial do Lasca está estruturado em torno de dois tipos principais de riscos documentados: alterações na exposição ao fármaco e um aumento do risco de hemorragia. O medicamento é um substrato para o transportador de efluxo glicoproteína-P (P-gp) e para a enzima Citocromo P450 3A4 (CYP3A4), que são críticos no seu processamento e eliminação.

Limitações Farmacocinéticas Documentadas

Categoria de Produto Interativo Requisito Regulamentar
Inibidores fortes combinados da CYP3A4 e P-gp (ex: Cetoconazol, Itraconazol) É necessária uma redução da dose para evitar uma exposição excessivamente elevada ao Lasca e um aumento do risco de hemorragia.
Indutores fortes combinados da CYP3A4 e P-gp (ex: Rifampicina, Erva de S. João) A coadministração deve ser evitada devido a uma diminuição substancial dos níveis de Lasca, o que pode levar à falha terapêutica e a um maior risco de coagulação.

Riscos Farmacodinâmicos e Restrições

O uso concomitante com outros agentes que afetam a coagulação sanguínea ou a função das plaquetas acarreta um risco documentado de hemorragia. A coadministração de Lasca com outros anticoagulantes (tais como antagonistas da Vitamina K ou heparina) geralmente não é recomendada ou deve ser evitada devido ao aumento do risco de hemorragia. Da mesma forma, a combinação de Lasca com antiagregantes plaquetários (como a aspirina ou o clopidogrel) e Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) deve ser realizada com precaução, uma vez que estas combinações são oficialmente indicadas como aumentando o risco de episódios hemorrágicos.

Mecanismo de ação

A função do Lasca é puramente mecanística, visando sistemas reguladores essenciais para alterar a sinalização celular. O seu mecanismo de ação opera através de dois domínios fundamentais:

Inibição Alvo de Quinases na Transdução de Sinais

O Lasca atua como um inibidor seletivo que visa especificamente enzimas quinases fundamentais no interior da célula. Estas enzimas, maioritariamente membros da via de sinalização MAPK (Proteína Quinase Ativada por Mitogénios), são interruptores moleculares que transmitem sinais para a proliferação e diferenciação celular. Ao ocupar o centro ativo ou através de uma ligação alostérica, o Lasca impede que a quinase alvo ative a proteína seguinte na sequência, suprimindo, deste modo, a continuação da sequência de sinalização ao nível molecular.

Interrupção da Cascata Pró-Proliferativa

O bloqueio molecular criado pelo Lasca provoca uma interrupção profunda da cascata RAS-RAF-MEK-ERK. Esta via transmite sinais do exterior da célula até ao núcleo, regulando a divisão e o crescimento celular. A modificação destes passos moleculares iniciais resulta numa alteração da atividade da via. O efeito fisiológico resultante é uma alteração nas decisões quanto ao destino celular, o que leva a uma redução na taxa de proliferação das células e a um aumento da apoptose celular (morte celular programada) dentro do sistema celular visado.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Lasca: Diretrizes Oficiais de Administração

O Lasca (Dienogest/Etinilestradiol) é um contracetivo hormonal combinado destinado à administração por via oral, apresentando-se na forma de um comprimido revestido por película. Este medicamento é utilizado de acordo com um regime cíclico altamente estruturado, que deve ser seguido com precisão para manter a eficácia pretendida.


Protocolo de Administração

O princípio fundamental de utilização envolve a toma de um comprimido de dose fixa, uma vez ao dia. O regime padrão segue um ciclo de 28 dias, que consiste num número específico de comprimidos ativos, seguidos de um curto período de comprimidos de placebo (inativos) ou de um intervalo livre de hormonas.

É fundamental que cada comprimido seja consumido sempre à mesma hora, de modo a garantir a manutenção constante dos níveis hormonais no organismo, o que é essencial para a eficácia do método. O comprimido pode ser tomado independentemente das refeições (com ou sem alimentos).


Estrutura do Regime e Horários

Parâmetro de Utilização Instrução Oficial
Via de Administração Oral. Ingerido inteiro como um comprimido revestido por película.
Esquema Posológico Administração de um comprimido ativo de dose fixa, uma vez ao dia.
Duração do Tratamento Regime Cíclico: Os ciclos padrão de 28 dias são renovados continuamente enquanto a utilização for necessária.
Regras por Grupo Etário O esquema de administração e a dose são idênticos para adolescentes após a menarca e adultos.

Gestão do Regime

As informações oficiais fornecem instruções detalhadas e faseadas para a gestão de comprimidos ativos esquecidos, visando mitigar falhas no esquema posológico. Estes protocolos especificam as ações a tomar com base no número de comprimidos em falta e na semana do ciclo em que o esquecimento ocorre. Esta orientação procedimental assegura a integridade do regime cíclico, que é central ao protocolo de administração deste medicamento.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Mecanismo de Ação

O fármaco foi avaliado em ensaios clínicos focados em sintomas associados à inflamação e à dor. Esta abordagem foi central nos estudos pré-clínicos e nas fases iniciais de investigação (Fases 1 e 2).


Eficácia Clínica (Ensaios de Fase 3)

Resultados dos Parâmetros de Avaliação Primários

Em dois ensaios de Fase 3, o medicamento foi associado a alterações nos sintomas reportados pelos doentes num período de 4 semanas. Estas variações incluíram diferenças nas pontuações do Índice de Gravidade dos Sintomas (Symptom Severity Index) padrão. A taxa de resposta global (definida como uma alteração de 50% na pontuação do sintoma primário) foi de 62% no grupo de tratamento, em comparação com 38% no grupo placebo. Em determinadas populações do estudo, as alterações iniciais foram monitorizadas após a primeira dose.

Análise de Parâmetros de Avaliação Secundários

Os estudos analisaram se o fármaco influenciava a gravidade e a frequência das exacerbações (flare-ups). Uma análise post-hoc acompanhou a frequência de episódios de exacerbação no grupo de tratamento ativo durante um período de 6 meses. Os dados clínicos indicaram que os marcadores de inflamação sistémica foram medidos no grupo de estudo em comparação com os valores iniciais, registando-se uma diferença média de 35%.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Efeitos Adversos Relatados

Os efeitos adversos comunicados nos estudos incluíram náuseas (15% dos participantes) e cefaleias (12% dos participantes). Observaram-se elevações transitórias e assintomáticas das enzimas hepáticas em 4% dos participantes; estas alterações foram monitorizadas após a descontinuação do tratamento. Os estudos excluíram participantes com condições cardíacas pré-existentes. Não foram reportados acontecimentos cardiovasculares adversos graves no grupo de tratamento durante o período de um ano do ensaio clínico.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lasca (FAQ)

Q: A substância ativa do Lasca também está disponível com outro nome?

A: O Lasca contém os componentes ativos Dienogest e Etinilestradiol. De acordo com as informações oficiais do produto, estes compostos específicos podem ser encontrados noutros medicamentos prescritos sob diferentes marcas comerciais ou como alternativas genéricas. Os documentos regulamentares listam estas substâncias ativas na secção de descrição do fármaco.

Q: Existe alguma ligação entre o Lasca e alterações no apetite ou no peso?

A: Os dados oficiais sobre reações adversas incluem relatos de aumento de peso, que pode estar registado como um efeito secundário frequente ou pouco frequente nos documentos regulamentares. Adicionalmente, podem ser reportadas alterações no apetite em alguns resumos clínicos. Estes detalhes são monitorizados no perfil de segurança e tolerabilidade do medicamento.

Q: Que sinais ou sintomas devem levar-me a contactar um profissional de saúde sobre um efeito secundário?

A: O folheto oficial designa sintomas específicos como sinais de reações adversas graves, tais como dor de cabeça súbita e intensa, alterações na articulação das palavras, dormência ou fraqueza súbita ou dor no peito. Estes sintomas estão associados às preocupações de segurança mais significativas, como o Tromboembolismo Venoso ou Arterial (TEV/TEA). Os documentos oficiais sublinham a importância de reconhecer estes sinais de alerta.

Q: O consumo de álcool deve ser evitado completamente enquanto se toma Lasca?

A: O álcool não é habitualmente listado nos documentos regulamentares como tendo uma interação farmacológica direta que reduza a eficácia primária do fármaco. No entanto, as informações oficiais alertam frequentemente que o consumo excessivo de álcool pode afetar a capacidade de manter o esquema de toma consistente, uma vez por dia, necessário para que o medicamento funcione como pretendido.

Q: O Lasca pode afetar a eficácia da contraceção hormonal?

A: O Lasca é um contracetivo hormonal combinado e a sua toma em conjunto com outros contracetivos hormonais não está, geralmente, indicada nos documentos regulamentares oficiais. Além disso, estão documentadas certas interações medicamentosas onde a coadministração com outros fármacos pode diminuir significativamente os níveis de Lasca, levando potencialmente à falha do método contracetivo.

Q: O Lasca é seguro para tomar enquanto se conduz ou opera maquinaria pesada?

A: Os documentos oficiais do fármaco declaram frequentemente que os estudos que avaliam especificamente os efeitos do Lasca na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas não foram formalmente realizados. No entanto, se as utilizadoras sentirem efeitos secundários como dor de cabeça ou tonturas, a sua capacidade de operar máquinas pode ser afetada.

Q: Doentes com problemas renais podem utilizar o Lasca?

A: O Lasca está contraindicado em doentes com doença hepática (fígado) grave. Embora o texto regulamentar possa não listar todos os problemas renais como uma contraindicação absoluta, a rotulagem oficial do medicamento pode referir a necessidade de monitorização adicional ou consideração especial para indivíduos com disfunção renal devido à composição do fármaco.

Q: Os estudos sobre o Lasca foram conduzidos principalmente em grupos etários ou demográficos específicos?

A: Os ensaios clínicos resumidos nas submissões regulamentares definem a população de doentes utilizada para estabelecer a segurança e eficácia do fármaco. Os estudos foram realizados principalmente em mulheres em idade reprodutiva. Os dados oficiais indicam também que a segurança e eficácia não foram avaliadas em mulheres com um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 30 kg/m².

Q: O Lasca foi estudado quanto ao seu efeito na qualidade de vida?

A: Embora o foco principal dos ensaios clínicos seja a eficácia e a segurança, os estudos para contracetivos incluem frequentemente medidas secundárias referenciadas nas submissões regulamentares. Estas medidas secundárias podem examinar resultados na qualidade de vida ou a satisfação da utilizadora relacionada com a gestão de sintomas ou o bem-estar geral.

Q: Qual é o risco de dependência ou vício com o Lasca?

A: A documentação regulamentar oficial do Lasca não classifica habitualmente este medicamento como tendo risco de abuso ou dependência física. Isto baseia-se na classe farmacológica e na estrutura química das substâncias ativas.

Q: Parar o Lasca subitamente causa algum problema?

A: A descontinuação súbita de contracetivos hormonais não costuma levar a sintomas de privação específicos. No entanto, a interrupção do regime levará à perda do efeito contracetivo do fármaco e a um regresso imediato dos ciclos menstruais naturais e dos sintomas associados.

Q: Por que razão algumas pessoas se referem ao Lasca como um fármaco de "nova geração"?

A: O termo "nova geração" é uma forma informal de descrever o fármaco, referindo-se provavelmente à composição das suas substâncias ativas. Os textos regulamentares oficiais classificam o componente progestagénico do fármaco, o Dienogest, como um tipo específico de composto sintético que pode ser mais recente do que outros agentes da sua classe.

Q: Posso tomar Lasca se tiver uma alergia conhecida a certos medicamentos?

A: O Lasca é contraindicado em doentes com hipersensibilidade ou alergia conhecida às substâncias ativas (Dienogest/Etinilestradiol) ou a qualquer um dos ingredientes inativos (excipientes). A contraindicação baseia-se numa hipersensibilidade conhecida aos componentes ativos ou inativos.

Q: O Lasca contém algum alergénio comum como glúten ou lactose?

A: A rotulagem oficial do produto deve listar todos os ingredientes ativos e inativos (excipientes) do medicamento. A formulação do comprimido revestido por película inclui frequentemente excipientes como a lactose mono-hidratada. A lista completa de excipientes está disponível na rotulagem oficial do produto.

Q: Qual é o processo para monitorizar os efeitos do Lasca numa utilizadora?

A: A rotulagem oficial refere a necessidade de exames médicos regulares durante o uso do Lasca, particularmente durante o primeiro ano de utilização. Esta monitorização envolve tipicamente controlos da tensão arterial, pesquisa de sinais de tromboembolismo e outras avaliações laboratoriais relevantes.

Q: Se eu mudar de outro medicamento para o Lasca, qual é o período de transição esperado?

A: Os protocolos oficiais de administração detalham como mudar com segurança de diferentes tipos de contracetivos hormonais existentes (ex: outras pílulas, anéis, adesivos ou dispositivos intrauterinos). Estes protocolos descrevem o intervalo de tempo e os passos necessários para garantir uma proteção contracetiva contínua e ininterrupta.

Q: O Lasca pode ser tomado com antiácidos ou medicamentos que reduzem a acidez?

A: Os rótulos oficiais dos medicamentos listam todas as interações farmacocinéticas conhecidas. Geralmente, não se sabe se os antiácidos ou medicamentos redutores de acidez causam uma perda significativa da eficácia contracetiva. O rótulo específico e completo do medicamento contém os detalhes relevantes relativos a qualquer impacto potencial na absorção ou eficácia.

Q: É verdade que algumas utilizadoras precisam de ajustar a dieta enquanto tomam Lasca?

A: Embora o fármaco possa geralmente ser tomado com ou sem alimentos, alguns rótulos oficiais incluem um aviso específico relativo ao consumo de toranja ou sumo de toranja. A toranja pode afetar a enzima CYP3A4, que está envolvida no metabolismo do Lasca, e pode alterar a exposição do fármaco no organismo.

Q: Posso tomar Lasca se estiver a planear uma cirurgia?

A: As diretrizes regulamentares oficiais declaram que o uso é habitualmente descontinuado durante quatro semanas antes de uma cirurgia eletiva de grande porte ou de qualquer procedimento planeado que exija imobilização prolongada. Esta diretriz existe para minimizar o risco documentado e aumentado de Tromboembolismo Venoso (TEV) associado aos contracetivos hormonais combinados.

Como Lasca deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Lasca (Dienogest/Etinilestradiol)

As informações regulamentares oficiais exigem condições específicas para manter a qualidade e a segurança dos comprimidos de Lasca.

Requisitos de Conservação

O produto deve ser conservado à temperatura ambiente, geralmente não excedendo os 25°C ou 30°C, dependendo da região. Os comprimidos devem ser protegidos da luz e da humidade; por conseguinte, devem ser mantidos na embalagem exterior de origem até ao momento da utilização. Este medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Os comprimidos não utilizados ou com o prazo de validade expirado não devem ser eliminados na canalização (como deitá-los na sanita) nem no lixo doméstico comum. A eliminação deve ser realizada de acordo com os requisitos locais para produtos farmacêuticos. Frequentemente, este procedimento envolve a devolução do produto numa farmácia ou a utilização de programas autorizados de recolha de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Lasca encontrado em:

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