Ixiaro

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Ixiaro

Forma selecionada

Método de ação: Vacciness

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ixiaro

Propriedade Descrição
Substância Ativa Antigénio do Vírus da Encefalite Japonesa (estirpe SA14-14-2 inativada)
Forma Suspensão injetável para administração intramuscular
Classe Farmacológica Vacina Viral, Agente Imunizante Ativo
Utilização Comum Prevenção da Encefalite Japonesa
Fabricante Valneva Austria GmbH
Idade Alvo Indivíduos com 2 meses de idade ou mais

Que Tipo de Vacina é a Ixiaro?

A Ixiaro é uma vacina contra a Encefalite Japonesa inativada e adsorvida, classificada como um agente imunizante ativo. Isto significa que o produto contém componentes purificados e não vivos do vírus, tendo como objetivo estimular a resposta protetora do organismo. Trata-se de uma vacina específica apoiada por estudos farmacológicos abrangentes que confirmam a sua capacidade de induzir uma resposta imunitária robusta. A vacina é fornecida como uma suspensão injetável, distinguindo-se como um produto biológico destinado à administração muscular.

Qual é a Composição da Ixiaro?

O componente ativo da Ixiaro é o antigénio do Vírus da Encefalite Japonesa (estirpe SA14-14-2), produzido em células Vero e tornado seguro através de um processo de inativação química. A formulação final caracteriza-se por ser preparada sem conservantes ou antibióticos, utilizando o hidróxido de alumínio como adjuvante para auxiliar o sistema imunitário na manutenção da sua resposta protetora. A investigação estabeleceu que esta vacina inativada oferece uma alternativa fiável aos tipos de vacinas mais antigos, focando-se exclusivamente nos componentes antigénicos necessários para a imunização.

Qual é o Objetivo Geral da Ixiaro?

O propósito fundamental da Ixiaro é proporcionar imunização ativa para a prevenção da doença causada pelo Vírus da Encefalite Japonesa. Está especificamente aprovada para utilização em indivíduos a partir dos 2 meses de idade, um fator de diferenciação essencial que permite a proteção de lactentes e crianças jovens. O benefício geral é o estabelecimento de uma memória imunitária eficaz contra o vírus, o que é clinicamente reconhecido como o meio mais eficaz de prevenir esta doença em áreas de risco. Isto permite que viajantes e residentes em regiões endémicas construam uma defesa preventiva contra a patologia viral.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ixiaro ?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Ixiaro está oficialmente documentado, classificando as reações adversas observadas de acordo com a sua frequência e o sistema de órgãos afetado. As reações ocorrem tipicamente nos primeiros três dias após a administração e, geralmente, resolvem-se em poucos dias.

Reações Adversas Muito Comuns (Afetam 1 ou mais em cada 10 indivíduos):

Nos adultos, estas incluem frequentemente Cefaleia (dor de cabeça), Mialgia (dor muscular), Fadiga e reações no local da injeção, tais como Dor e Sensibilidade ao toque.

Nas crianças (dos 2 meses a menos de 12 anos), as reações incluem habitualmente Febre, Irritabilidade, Diarreia e reações locais no local da injeção, como Vermelhidão.

Agrupamentos por Classes de Sistemas de Órgãos

As reações são formalmente categorizadas pelo sistema corporal afetado, o qual inclui Perturbações Gerais e Alterações no Local de Administração, Doenças do Sistema Nervoso, Afeções Musculoesqueléticas e dos Tecidos Conjuntivos e Doenças Gastrointestinais.

Reações Adversas Graves e Restrições

Eventos raros e clinicamente significativos foram relatados na vigilância pós-comercialização, incluindo reações neurológicas graves, tais como a Encefalomielite Disseminada Aguda (ADEM) e a Síndrome de Guillain-Barré (SGB).

O Ixiaro é contraindicado em indivíduos com antecedentes conhecidos de reação alérgica grave (por exemplo, anafilaxia) a uma dose anterior ou a qualquer componente, incluindo o sulfato de protamina. Indivíduos com distúrbios hemorrágicos não devem receber a administração por via intramuscular devido ao risco de hemorragia. Além disso, observa-se que indivíduos imunocomprometidos podem ter uma resposta imunitária diminuída à vacina.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem com Ixiaro e quando procurar ajuda

O perfil oficial do Ixiaro, uma vacina viral inativada, caracteriza-se pelo facto de não descrever formalmente um conjunto clássico de sinais ou sintomas clínicos relacionados com uma sobredosagem dependente da dose. O foco fisiológico centra-se, em vez disso, na gestão de complicações graves, com risco de vida, que requerem intervenção de emergência imediata. Não é citado qualquer nível de dose tóxica específico como fator de sobredosagem na documentação oficial.

Existem orientações claras sobre quando deve ser procurada ajuda urgente. Em caso de suspeita de sobredosagem, deve ser contactado imediatamente um centro de informação antivenenos, um profissional de saúde ou o serviço de urgência de um hospital, mesmo que ainda não existam sintomas específicos.

O desfecho mais grave detalhado é o choque anafilático (uma reação alérgica grave), que é classificado como um evento que exige supervisão médica imediata. As manifestações que requerem esta ação urgente incluem o edema (inchaço) da face ou da garganta, dificuldade em respirar ou o aparecimento de um batimento cardíaco irregular. A gestão clínica está restrita ao tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece nenhum antídoto específico para esta vacina.

Usos terapêuticos de Ixiaro

A Ixiaro é habitualmente utilizada para a imunização ativa contra o Vírus da Encefalite Japonesa (VEJ), conforme detalhado nas orientações oficiais sobre a vacinação contra esta patologia. Este suporte profilático é relevante para condições caracterizadas por períodos de sintomas intensos e resultados graves, incluindo a inflamação cerebral aguda e severa, bem como o risco subsequente de comprometimento funcional ou défices neurológicos.

A administração da vacina ajuda os pacientes a evitar sequelas sintomáticas profundas, como o estado de coma e convulsões generalizadas. É aplicável a indivíduos em risco, tais como viajantes internacionais e residentes em áreas endémicas, incluindo lactentes e crianças a partir dos 2 meses de idade. Um benefício terapêutico relevante desempenha um papel na gestão da ameaça desta doença viral grave. "A utilização da vacina apoia os pacientes durante episódios de maior desconforto resultantes de uma potencial exposição."


Facto Rápido: Relevante para Sintomas Neuroinvasivos Graves

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Ixiaro?

O Ixiaro está oficialmente aprovado para utilização em indivíduos com 2 meses de idade ou mais. Esta definição estabelece a população elegível padrão, conforme documentado pelas autoridades competentes. A utilização em crianças com menos de 2 meses de idade não está estabelecida, uma vez que não existem dados de segurança e eficácia disponíveis para esse grupo específico.

A vacina é estritamente contraindicada em pessoas com antecedentes de reação alérgica grave (anafilaxia) a uma dose anterior de Ixiaro, a qualquer outra vacina contra a Encefalite Japonesa ou a qualquer componente da formulação, incluindo o sulfato de protamina.

Condições específicas impõem limitações ou uma utilização precaucional. A administração deve ser adiada em pessoas com uma doença febril aguda grave (febre alta). Indivíduos com distúrbios hemorrágicos (como a hemofilia) não devem receber a aplicação através da via intramuscular padrão. Além disso, os indivíduos imunocomprometidos podem apresentar uma resposta imunitária diminuída à vacina.

Em mulheres que estejam grávidas ou a amamentar, a utilização deve ser evitada como medida de precaução, devido à quantidade limitada de dados disponíveis em seres humanos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interação do Ixiaro é definido essencialmente pela sua função enquanto agente de imunização ativa. A principal interação documentada consiste numa interferência farmacodinâmica que afeta o resultado esperado da vacina.

A coadministração com terapias imunossupressoras, incluindo corticosteroides sistémicos e determinados medicamentos antineoplásicos, pode resultar numa resposta imunitária inadequada à vacina. Esta interação pode diminuir o efeito protetor pretendido, constituindo uma consideração específica documentada para indivíduos com imunodeficiência ou imunocompetência alterada. Observa-se o risco de eficácia reduzida nestes contextos específicos em que o sistema imunitário já se encontra suprimido.

Existe também uma restrição procedimental crucial para a administração em conjunto com outros produtos. Quando o Ixiaro é administrado concomitantemente com outras vacinas injetáveis, estas devem ser aplicadas utilizando seringas separadas e em locais de injeção opostos para evitar interações físicas. Estudos confirmaram que a coadministração com a vacina inativada contra a Hepatite A ou com a vacina inativada contra a Raiva não interfere com a resposta imunitária ao Ixiaro.

Não existem interações farmacocinéticas documentadas com enzimas metabólicas comuns ou transportadores de fármacos, e a informação oficial não indica interações com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

A Ixiaro é uma vacina de vírus inativado que contém o antigénio do vírus da encefalite japonesa (VEJ), estirpe SA14-14-2, adsorvido em hidróxido de alumínio. O hidróxido de alumínio funciona como um adjuvante, promovendo a acumulação seletiva do antigénio no local da injeção e potenciando a resposta imunitária subsequente.

Após a administração, o antigénio do VEJ é reconhecido por células apresentadoras de antigénio (APCs), como as células dendríticas, que internalizam e processam as proteínas virais. As APCs migram posteriormente para os nódulos linfáticos regionais e apresentam os epítopos virais processados, através de moléculas do Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC), aos linfócitos T e linfócitos B — os principais alvos biológicos. Esta interação inicia a expansão clonal e a diferenciação de linfócitos B específicos para o antigénio em plasmócitos. Estes plasmócitos sintetizam e secretam anticorpos neutralizantes (Imunoglobulina G), que visam principalmente a proteína do invólucro viral do VEJ. Esta cascata sistémica resulta na circulação de anticorpos específicos contra o agente patogénico, conferindo imunidade humoral. A consequência fisiológica é o estabelecimento de um estado de memória imunitária contra o antigénio do vírus da encefalite japonesa.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Ixiaro é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Ixiaro, uma vacina inativada contra a Encefalite Japonesa, é administrado de acordo com protocolos normalizados estabelecidos para garantir a sua utilização correta. A vacina é fornecida como uma suspensão para injeção e deve ser bem agitada antes da administração para assegurar que a dose é homogénea.

O método padrão de utilização é através de injeção intramuscular (IM). Para indivíduos com distúrbios hemorrágicos, como a trombocitopenia, as diretrizes permitem a utilização da via subcutânea (SC) como uma exceção.


Dosagem e Calendário

O volume de administração é estritamente dependente da idade. Indivíduos com idade igual ou superior a 3 anos recebem uma dose de 0,5 mL. Crianças com idades compreendidas entre os 2 meses e menos de 3 anos recebem uma dose de 0,25 mL, o que requer a eliminação de metade do volume da seringa. A série de imunização primária consiste em duas doses.

População Intervalo da Série Primária
Adultos (dos 18 aos 65 anos) 7 dias ou 28 dias de intervalo
Crianças e Idosos (>65 anos) 28 dias de intervalo apenas

Restrições de Tempo e Doses de Reforço

A conclusão da série primária completa de duas doses é necessária pelo menos uma semana antes da potencial exposição ao Vírus da Encefalite Japonesa. Caso uma dose programada seja omitida, a orientação oficial indica que a série deve ser retomada com a segunda dose administrada o mais cedo possível, em vez de reiniciar todo o regime. Uma dose única de reforço é geralmente indicada entre 12 a 24 meses após a série primária para aqueles com risco de exposição contínua, com alguns calendários a permitirem um segundo reforço até 10 anos após o primeiro.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Ixiaro

Evidência na Prevenção da Encefalite Japonesa

O foco principal da investigação realizada com o Ixiaro foi avaliar a sua capacidade de induzir uma resposta imunitária para a imunização ativa contra o Vírus da Encefalite Japonesa (VEJ). Estes estudos incluíram Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (RCTs) e estudos de Fase 3 abertos de grande dimensão.

Uma vez que a medição direta da prevenção da doença clínica (eficácia) não foi o foco destes ensaios, a investigação mediu, em vez disso, um critério de avaliação de substituição (surrogate endpoint) — a resposta imunitária do organismo. O principal resultado estudado foi a taxa de seroproteção, definida como a proporção de participantes que atingiram um nível específico de anticorpos neutralizantes, que a investigação estabeleceu como o correlato imunológico de proteção para o VEJ. Estudos que analisaram a resposta a curto prazo reportaram níveis elevados desta seroproteção na maioria dos indivíduos após a conclusão da série primária de duas doses. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos relacionados com a resposta imunitária, em vez de fornecerem evidência direta de prevenção da doença.


Durabilidade da Resposta Imunitária: Estudos de Longo Prazo e Acompanhamento

A investigação explorou a duração da resposta imunitária medida após a série primária inicial. Em adultos saudáveis, a persistência da resposta imunitária medida foi reportada por períodos de até 60 meses (5 anos) após a série primária ou após uma dose de reforço. Para a população pediátrica, os períodos de acompanhamento que avaliam a persistência da resposta de anticorpos têm sido mais curtos, com observações reportadas que se estendem até aos 36 meses (3 anos) após uma dose de reforço em alguns grupos.


Evidência em Grupos Etários Específicos

A vacina foi avaliada em crianças a partir dos 2 meses de idade, incluindo participantes que constituem a faixa mais jovem da população-alvo. Ao examinar os dados relativos a adultos mais velhos, alguns estudos que monitorizaram a resposta imunitária em indivíduos com 65 ou mais anos reportaram que as taxas de seroproteção medidas foram inferiores em comparação com a resposta observada em participantes adultos mais jovens. A investigação descreve padrões onde a resposta imunitária pode variar com a idade.


Compreender as Lacunas e Limitações da Investigação

A limitação mais significativa documentada na base de evidência é a dependência de um critério de avaliação de substituição (nível de anticorpos) em vez de dados de eficácia clínica direta, o que significa que a prevenção da doença por VEJ em indivíduos é uma inferência baseada nas medições imunitárias. Adicionalmente, a duração do acompanhamento foi limitada para certos grupos, particularmente no que diz respeito à persistência da resposta imunitária a muito longo prazo em crianças. Os dados para grupos com problemas de saúde subjacentes ou que são imunocomprometidos permanecem insuficientes, uma vez que a investigação não avaliou especificamente estes indivíduos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Ixiaro (FAQ)

P: Qual é a percentagem de pessoas que desenvolvem anticorpos protetores após a série completa?

Os estudos e as informações oficiais indicam que aproximadamente 98% dos indivíduos atingem o nível definido de anticorpos neutralizantes protetores no prazo de um mês após a conclusão da série primária de duas doses. Esta medição, conhecida como seroproteção, é o correlato imunológico utilizado para determinar o efeito protetor da vacina.

P: Qual é a duração estimada do efeito protetor da série primária de Ixiaro?

A investigação centrou-se na persistência de anticorpos após a vacinação. Estudos realizados em indivíduos em áreas endémicas que não receberam uma dose de reforço demonstraram que a resposta de anticorpos protetores medida persistiu na maioria dos indivíduos por um período de até três anos após a série primária de duas doses. Geralmente, recomenda-se uma dose de reforço para manter os níveis de anticorpos protetores em pessoas que enfrentam um risco contínuo.

P: Em que partes do mundo é mais comum a doença contra a qual o Ixiaro protege?

O Vírus da Encefalite Japonesa (VEJ) encontra-se principalmente na região da Ásia-Pacífico. Segundo as autoridades de saúde pública, o VEJ é mais comum na Ásia, no Sudeste Asiático e em partes do Pacífico Ocidental, existindo países específicos nestas regiões designados como áreas de risco.

P: O Ixiaro é uma vacina recomendada de rotina para o público em geral?

As recomendações oficiais indicam, de um modo geral, que o Ixiaro não é uma vacina de rotina para toda a população. As orientações indicam que a sua utilização se destina a indivíduos com um risco acrescido de exposição, tais como viajantes ou residentes em áreas endémicas, em vez de uma utilização populacional alargada e rotineira.

P: O Ixiaro destina-se principalmente a viajantes que se deslocam para áreas rurais ou agrícolas?

Observa-se que o risco de exposição ao Vírus da Encefalite Japonesa aumenta para viajantes ou residentes que passam períodos substanciais ao ar livre em ambientes rurais ou agrícolas, especialmente ao entardecer ou à noite. No entanto, a informação oficial também refere que a transmissão do VEJ pode ocorrer em áreas urbanas.

P: O Ixiaro é recomendado para viagens curtas a regiões endémicas?

A vacinação não é, geralmente, recomendada para viajantes de curto prazo cuja visita se limite estritamente a áreas urbanas. Contudo, a vacinação é habitualmente considerada para viajantes de curta duração que apresentem um risco de exposição acrescido com base no seu itinerário de viagem, atividades ou época da viagem.

P: Que tipos específicos de viagem estão geralmente associados à necessidade de utilizar o Ixiaro?

As diretrizes oficiais estabelecem que os fatores que aumentam o risco de infeção e a necessidade de vacinação incluem períodos de viagem mais longos, viagens durante a época de transmissão do VEJ e a participação em atividades intensas ao ar livre, como campismo ou caminhadas. A estadia em alojamentos básicos sem ar condicionado, redes mosquiteiras ou redes de cama também aumenta o risco.

P: É possível a ocorrência de sintomas semelhantes aos da gripe após receber o Ixiaro?

Sim, a informação oficial de prescrição indica que a síndrome gripal (sintomas do tipo gripe) é um efeito secundário relatado. Esta reação é listada como uma ocorrência muito comum em adultos e uma ocorrência comum em crianças após a administração.

P: Quais são alguns dos efeitos secundários menos comuns que foram relatados?

A documentação regulamentar lista efeitos secundários pouco frequentes (que afetam entre 1 em cada 100 e 1 em cada 1.000 indivíduos). Estes incluem eventos como enxaqueca, tonturas, erupções cutâneas, vertigens e dores articulares.

P: O Ixiaro é a única vacina contra a Encefalite Japonesa disponível em todos os países?

Não. A literatura médica e regulamentar indica que existem vários tipos de vacinas contra a Encefalite Japonesa utilizadas a nível mundial. O Ixiaro é a única vacina contra a Encefalite Japonesa do seu tipo específico disponível nos Estados Unidos, mas não é a única disponível em todo o mundo.

P: Qual é a principal diferença entre o Ixiaro e uma vacina 'viva atenuada' contra a Encefalite Japonesa?

O Ixiaro é oficialmente classificado como uma vacina inativada, o que significa que contém um componente viral purificado não vivo. Isto distingue-a de outras vacinas que podem utilizar uma forma do vírus viva atenuada (enfraquecida).

P: O Ixiaro pode ser utilizado de forma intercambiável com outras vacinas contra a Encefalite Japonesa?

A informação sobre o produto refere que os indivíduos que iniciam o curso de vacinação primária de duas doses com Ixiaro devem completar a série com Ixiaro. A intercambialidade com outras vacinas contra a Encefalite Japonesa não é uma recomendação padrão na rotulagem regulamentar.

P: O Ixiaro contém ingredientes como potássio ou sódio?

Sim, a formulação da vacina inclui cloreto de sódio, di-hidrogenofosfato de potássio e hidrogenofosfato de dissódio como componentes inativos. No entanto, a rotulagem oficial observa que as quantidades de potássio e sódio são muito baixas, classificando a vacina como sendo essencialmente isenta destes elementos.

P: Qual é o objetivo da dose de reforço do Ixiaro?

O objetivo da dose de reforço é ajudar a manter um nível elevado de seroproteção (anticorpos protetores) contra o vírus da Encefalite Japonesa. A dose de reforço é tipicamente administrada a indivíduos que enfrentam risco contínuo ou reexposição, uma vez que a resposta imunitária inicial pode diminuir naturalmente com o tempo.

Como Ixiaro deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação do IXIARO

A estabilidade e a integridade da vacina IXIARO são mantidas apenas através do cumprimento rigoroso das condições de conservação estabelecidas.

Requisito Instrução Oficial
Temperatura de Conservação Conservar no frigorífico entre 2 °C e 8 °C.
Restrição de Congelamento Não congelar. Se a vacina tiver sido congelada, deve ser eliminada e não deve ser utilizada.
Condições de Proteção Conservar na embalagem exterior para proteger da luz.
Prazo de Validade Não utilizar o medicamento após o prazo de validade (VAL) indicado no recipiente e na embalagem exterior.
Segurança Infantil Manter o produto fora da vista e do alcance das crianças.

Requisitos de Eliminação

As diretrizes oficiais determinam que o IXIARO não utilizado e os materiais residuais devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais. O produto não deve ser eliminado na canalização ou através das águas residuais, nem no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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