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Guselkumab

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Guselkumab

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Guselkumab

Que Tipo de Medicamento é o Guselkumab?

O guselkumab é um medicamento biológico especializado e está classificado no grupo farmacológico dos inibidores das interleucinas, atuando especificamente como um antagonista da IL-23. A substância é um anticorpo monoclonal totalmente humano (IgG1lambda), uma proteína terapêutica complexa produzida através de tecnologia de ADN recombinante. Esta classificação indica uma terapia dirigida e avançada, concebida para interagir com um componente único e específico do sistema imunitário. Esta abordagem seletiva é reconhecida clinicamente pelo seu potencial em proporcionar um controlo sustentado de processos inflamatórios crónicos.

Composição e Objetivo Geral

Este medicamento consiste numa solução de substância única, onde o único princípio ativo é o guselkumab, apresentado num dispositivo pré-cheio ou frasco para administração através de injeção subcutânea. O seu objetivo global é a gestão sistémica da atividade inflamatória, visando os mecanismos subjacentes a patologias crónicas, como a artrite psoriática. Consequentemente, o guselkumab é categorizado como um Fármaco Antirreumático Modificador da Doença (DMARD) de alvo específico, que atua na inibição da progressão dos danos estruturais nas articulações dos doentes afetados.

A Abordagem de Alvo Único do Guselkumab

A diferenciação do guselkumab reside na sua elevada especificidade para a subunidade p19 da citocina Interleucina-23 (IL-23), uma proteína que funciona como um mensageiro fundamental no processo inflamatório. Ao bloquear a via de sinalização da IL-23, o fármaco interrompe a cascata inflamatória crítica responsável por impulsionar a inflamação persistente. Esta intervenção seletiva foi concebida para neutralizar um dos principais motores da patologia, oferecendo um método focado para contribuir para a remissão de longo prazo dos sintomas sistémicos.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Guselkumab?

Âmbito das Reações Adversas

As informações oficiais de segurança do guselkumab documentam as reações adversas com base na sua frequência em ensaios clínicos, utilizando as classificações regulamentares padrão.

Classificação de Frequência

Classificação Exemplos de Reações Adversas Listadas Oficialmente
Muito Frequentes (≥ 1/10) Infeções do trato respiratório superior
Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Cefaleias, artralgia (dor articular), diarreia, reações no local da injeção, infeções fúngicas da pele (Tinea), gastroenterite
Pouco Frequentes (≥ 1/1.000 a < 1/100) Reações de hipersensibilidade, neutropenia (diminuição da contagem de neutrófilos)

Estes efeitos são categorizados em diversas classes de sistemas de órgãos, incluindo infeções e infestações, doenças do sistema nervoso, afeções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntos, bem como alterações no local de administração.


Restrições de Segurança e Reações Graves

O guselkumab pode aumentar o risco de infeções graves. O tratamento não deve ser iniciado em indivíduos com uma infeção ativa clinicamente relevante, como a tuberculose ativa. É obrigatório realizar o rastreio de infeção por tuberculose, tanto latente como ativa, antes de se iniciar a terapia.

Outros eventos graves comunicados em contexto pós-comercialização incluem reações de hipersensibilidade graves, tais como a anafilaxia.

Limitações de Segurança: Desaconselha-se a utilização de vacinas vivas durante o tratamento. Adicionalmente, para certas indicações, a monitorização das enzimas hepáticas pode ser avaliada no início e periodicamente durante o tratamento. O perfil de segurança observado em doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos, tratados para a psoríase em placas, foi consistente com o perfil observado em adultos.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem com Guselcumab e Quando Procurar Ajuda

Os dados de estudos clínicos sobre a sobredosagem com guselcumab são limitados. Em estudos, foram administradas doses intravenosas únicas até 750 mg e doses subcutâneas únicas até 300 mg sem que resultasse em toxicidade limitante da dose. A dose subcutânea recomendada típica é de 100 mg. Na eventualidade de uma sobredosagem, o doente deve ser monitorizado de perto quanto a quaisquer sinais ou sintomas de reações adversas, devendo ser administrado imediatamente o tratamento sintomático adequado.

Uma vez que o guselcumab é um modelador do sistema imunitário, as preocupações mais críticas relacionam-se com infeções graves e reações de hipersensibilidade graves. Embora uma sobredosagem possa não apresentar sintomas imediatos e reconhecíveis além das reações adversas típicas, é possível um desfecho potencialmente grave devido ao mecanismo de ação do fármaco.

Quando procurar ajuda médica imediata:

Se houver suspeita de sobredosagem ou se tiver sido administrada uma dose significativamente superior à prescrita, ou se ocorrer algum dos seguintes sintomas, procure assistência médica de emergência de imediato:

  • Sinais de uma Reação Alérgica Grave (Anafilaxia): Dificuldade em respirar ou aperto na garganta, inchaço do rosto, lábios, boca ou língua, erupção cutânea grave ou urticária, e tonturas ou desmaio.
  • Sinais de uma Infeção Grave: Febre, tosse persistente, calafrios, suores noturnos, fadiga, perda de peso inexplicada, diarreia persistente ou dor abdominal, ou lesões na pele quentes, vermelhas ou dolorosas que não sejam de psoríase.
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Usos terapêuticos de Guselkumab

O guselkumab é aplicado em diversos domínios terapêuticos para gerir patologias caracterizadas por uma inflamação crónica e persistente. Este fármaco é habitualmente utilizado para a psoríase em placas moderada a grave, a artrite psoriática ativa, a colite ulcerosa moderada a gravemente ativa e a doença de Crohn moderada a gravemente ativa.

Este tratamento pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com placas cutâneas, dor articular e rigidez. É relevante quando os sintomas se tornam difíceis de tolerar, apoiando os esforços no sentido de uma melhoria significativa na aparência e na mobilidade, podendo ainda ajudar a abordar o potencial de alterações articulares a longo prazo. É frequentemente utilizado em cenários clínicos que envolvem inflamação sistémica crónica que não respondeu adequadamente a terapias convencionais anteriores.

"Esta terapia apoia o doente durante episódios difíceis, aliviando o mal-estar e ajudando a manter um sentimento de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis."

O objetivo em todos os contextos é apoiar os esforços para alcançar e manter uma atividade reduzida da doença.


Facto Rápido: Gestão de sintomas para a inflamação crónica da pele e das articulações.

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Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para o guselcumab é rigorosamente definida por diretrizes regulamentares, centrando-se em exclusões absolutas e critérios específicos do doente.

Contraindicações (Não Deve Utilizar)

  • Hipersensibilidade Grave: Indivíduos com antecedentes de uma reação alérgica grave ao guselcumab ou a qualquer um dos seus excipientes estão contraindicados de utilizar o medicamento.
  • Infeção Ativa: O tratamento não deve ser iniciado em doentes com qualquer infeção ativa clinicamente importante (por exemplo, tuberculose ativa) até que a infeção esteja completamente resolvida ou adequadamente tratada.

Restrições Baseadas na Idade e na Condição

Grupo de População Estado de Elegibilidade (Terminologia Regulamentar)
Adultos (18+ anos) Aprovado para todas as indicações aprovadas.
Doentes Pediátricos Aprovado para psoríase em placas e artrite psoriática com idade igual ou superior a 6 anos e peso igual ou superior a 40 kg; a utilização não está estabelecida para a colite ulcerosa ou doença de Crohn em menores de 18 anos.
Tuberculose (TB) Os doentes devem ser avaliados quanto à infeção por TB antes de iniciar; a TB latente deve ser tratada antes do início do tratamento. Não administrar a doentes com TB ativa.
Vacinas Vivas O uso concomitante de vacinas vivas é proibido durante o tratamento.
Gravidez/Amamentação O uso não é recomendado; os dados em humanos são insuficientes para informar sobre o risco associado ao medicamento.

A utilização em doentes com compromisso renal ou hepático não foi formalmente estudada, embora não sejam recomendados atualmente ajustes na dose para estas condições.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Guselkumab com outros medicamentos e produtos


Âmbito das interações

Domínio da Interação Medicamentos/Categorias Relevantes Restrição/Condição Relacionada com a Interação
Vacinas Vivas Vacinas virais ou bacterianas vivas Evitar a utilização concomitante. Concluir todas as imunizações adequadas à idade antes de iniciar a terapia.
Substratos do CYP450 Substratos de CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP1A2 (ex.: Midazolam, S-varfarina, Omeprazol, Dextrometorfano, Cafeína) Não é necessário ajuste posológico para os substratos do CYP450, uma vez que se considera improvável que as interações sejam clinicamente relevantes.
Imunossupressores Concomitantes Outros imunossupressores, incluindo biológicos, ou fototerapia A segurança e a eficácia não foram avaliadas em combinação com estes tratamentos em estudos clínicos de psoríase.

Declarações Oficiais sobre Interações

As diretrizes oficiais estabelecem que as vacinas vivas não devem ser administradas a doentes que estejam a receber terapia com guselkumab, devido ao risco de infeção. Antes do início do tratamento, devem ser concluídas todas as imunizações apropriadas. Relativamente às interações farmacocinéticas, não se espera que o fármaco cause alterações clinicamente relevantes em medicamentos metabolizados pelas principais enzimas do citocromo P450 (CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP1A2). Por conseguinte, geralmente não são necessários ajustes de dose para substratos destas enzimas administrados em simultâneo. Adicionalmente, a segurança e a eficácia do guselkumab, quando utilizado com outros agentes imunossupressores sistémicos ou fototerapia, não foram formalmente avaliadas em ensaios clínicos de psoríase.

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Mecanismo de ação

O guselkumab é um anticorpo monoclonal totalmente humano que atua como um antagonista altamente seletivo, ligando-se à subunidade p19 da citocina Interleucina-23 (IL-23). Esta ligação molecular de alta afinidade neutraliza fisicamente a IL-23 solúvel, impedindo que esta se ligue ao recetor da IL-23 (IL-23R) presente nas células imunitárias alvo. Esta ação é específica para o eixo da IL-23 e regula a ativação de sinais inflamatórios associados a processos imunitários crónicos.

O bloqueio da interação IL-23/IL-23R interrompe diretamente a sinalização celular a jusante, inibindo especificamente a fosforilação e a ativação do fator de transcrição STAT3. Este evento molecular compromete a diferenciação, a expansão e a sobrevivência das células T-helper 17 (Th17) patogénicas. Ao interromper esta cascata numa fase inicial, o mecanismo resulta numa diminuição da produção de citocinas efetoras pró-inflamatórias, tais como a IL-17A e a IL-22.

A redução da função das células Th17 patogénicas e da subsequente libertação de citocinas resulta na regulação negativa da inflamação tecidual local e dos marcadores inflamatórios sistémicos. Esta modulação fisiológica traduz-se numa diminuição da densidade de células inflamatórias nos tecidos e numa redução das proteínas de fase aguda circulantes, como a proteína C-reativa (PCR). Este estado regulado constitui um ajuste fisiológico que se opõe à atividade imunitária desregulada.

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Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Guselkumab

A administração do guselkumab é padronizada por diretrizes regulamentares e utiliza duas vias aprovadas: a injeção subcutânea (SC) e a perfusão intravenosa (IV). A via e a dose específicas são determinadas pela patologia a ser tratada.

Âmbito da Administração Detalhe
Vias Injeção SC (Psoríase/Artrite Psoriática, manutenção de Colite Ulcerosa/Doença de Crohn); Perfusão IV (indução de Colite Ulcerosa/Doença de Crohn).
Preparação A via SC exige que o medicamento atinja a temperatura ambiente. A via IV requer diluição profissional.
Condição Especial A perfusão IV deve ser administrada ao longo de pelo menos uma hora.

Esquema Posológico e Regimes

O tratamento segue um protocolo dividido em duas partes: uma Fase de Indução intensiva seguida de uma Fase de Manutenção menos frequente.

No caso da Psoríase em Placas e da Artrite Psoriática, a dose padrão é de 100 mg SC, administrada na Semana 0, na Semana 4 e, posteriormente, a cada 8 semanas.

Para a Colite Ulcerosa e a Doença de Crohn, a Fase de Indução envolve 200 mg IV ou 400 mg SC (duas injeções consecutivas) nas Semanas 0, 4 e 8. A manutenção envolve 100 mg SC a cada 8 semanas, com uma opção alternativa de 200 mg SC a cada 4 semanas. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, esta deve ser administrada logo que possível, sendo o calendário ajustado para retomar a partir dessa nova data.


Regras para Populações Específicas

Não é necessário ajuste posológico para adultos com idade igual ou superior a 65 anos. O regime de 100 mg SC está aprovado para doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos e peso igual ou superior a 40 kg. As instruções oficiais estabelecem um protocolo estruturado em duas partes que padroniza a entrega inicial do agente e realiza a transição para um esquema de manutenção a longo prazo, assegurando uma abordagem procedimental regulada e consistente.

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Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama dos Estudos sobre o Guselcumab


Evidência para a Utilização na Psoríase em Placas Moderada a Grave

A investigação fundamental para o guselcumab envolveu ensaios de Fase III de grande escala, aleatorizados e controlados, realizados em doentes adultos com diagnóstico de psoríase em placas crónica, moderada a grave. A investigação examinou resultados relacionados com o branqueamento da pele, utilizando medidas estabelecidas, bem como resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado e o funcionamento diário.

As comparações a curto prazo com grupos placebo reportaram padrões relacionados com os resultados medidos nas populações observadas. Os estudos de extensão a longo prazo reportaram pontuações de branqueamento da pele medidas ao longo do tempo nas populações observadas, o que ajuda a demonstrar o que foi observado até agora em termos da evolução dos sintomas cutâneos.

Evidência para a Utilização na Artrite Psoriática Ativa

A investigação que explorou a utilização do guselcumab na Artrite Psoriática (APs) ativa foi conduzida através de ensaios de Fase III, aleatorizados e controlados, em doentes adultos. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com sintomas físicos e medidas funcionais, acompanhando especificamente os sintomas articulares, a função física e características específicas como a dactilite e a entesite.

Avaliações radiográficas em doentes virgens de tratamento biológico reportaram medições que foram comparadas com o grupo placebo no contexto de pontuações de alteração estrutural das articulações. Estas descobertas descrevem padrões de grupo observados nos estudos. No entanto, a evidência comparativa é geralmente escassa em termos de comparações diretas ("head-to-head") com todas as outras terapias biológicas estabelecidas para a APs.

Evidência para a Utilização na Doença Inflamatória Intestinal

A investigação que explora o guselcumab para a doença inflamatória intestinal (DII) foi avaliada em programas de Fase II e Fase III de larga escala para a Colite Ulcerosa (CU) e a Doença de Crohn (DC) moderada a gravemente ativa. Os estudos monitorizaram resultados como a remissão clínica, resultados reportados pelos doentes e o estado de cicatrização dos tecidos internos (melhoria endoscópica e histológica).

Para a CU, ensaios de indução a curto prazo reportaram comparações de resultados de remissão clínica medida em relação ao placebo. Os estudos de manutenção subsequentes descreveram que a remissão clínica foi observada através de um período intermédio e reportada através de um acompanhamento mais longo em estudos de extensão. A duração total dos resultados sustentados em indicações mais recentes, como a CU e a DC, ainda não está totalmente estabelecida, uma vez que a recolha de dados continua em curso.


Áreas de Investigação Contínua e Incerteza

A investigação clínica inclui estudos dedicados a explorar a durabilidade das observações ao longo do tempo em estudos de extensão a longo prazo. Os dados a longo prazo mostram padrões relacionados com a evolução dos resultados sintomáticos medidos ao longo do tempo nas populações observadas. No entanto, existe informação limitada para resultados a muito longo prazo, tais como os que se estendem para além dos cinco anos, em todas as indicações. Os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados e as descobertas descrevem padrões de grupo, não resultados individuais.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Guselcumab (FAQ)

P: O que é o Guselcumab?

R: O guselcumab é um medicamento sujeito a receita médica administrado por injeção. É classificado como um antagonista da interleucina-23 (IL-23), um tipo de terapia dirigida. Está indicado para o tratamento de condições autoimunes ou inflamatórias específicas, conforme aprovado pelas entidades reguladoras.

P: Como é administrado o Guselcumab?

R: O guselcumab é administrado através de uma injeção subcutânea. O momento e a frequência específicos são determinados por um profissional de saúde, com base na utilização aprovada e nas necessidades individuais do doente. Os doentes ou cuidadores podem receber formação para administrar a injeção em casa, após instruções detalhadas.

P: Quais são os potenciais efeitos secundários do Guselcumab?

R: Tal como acontece com muitos medicamentos, o guselcumab pode estar associado a efeitos secundários. Os efeitos secundários comunicados com frequência em estudos clínicos incluem infeções das vias respiratórias superiores (como a constipação comum), cefaleias e reações no local da injeção. Deve consultar-se um profissional de saúde para uma revisão completa dos potenciais efeitos secundários e riscos.

P: O Guselcumab é seguro durante a gravidez ou amamentação?

R: Os dados específicos sobre a utilização de guselcumab durante a gravidez são limitados. É importante discutir toda a informação disponível e os potenciais riscos com um profissional de saúde em caso de gravidez, planeamento de gravidez ou amamentação. As decisões relativas ao tratamento durante estes períodos são tomadas individualmente, mediante orientação médica.

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Como Guselkumab deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação de Guselcumab

O guselcumab (TREMFYA®) é um medicamento biológico sensível à temperatura que requer conservação e manuseamento específicos, conforme exigido pela rotulagem regulamentar oficial.


Condições Oficiais de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar no frigorífico entre 2 °C e 8 °C.
Proteção Manter na embalagem de cartão original para proteger a solução da luz.
Proibições O produto não deve ser congelado, não deve ser agitado nem aquecido artificialmente.

Manuseamento e Eliminação

O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças. Se estiver refrigerado, deixe o injetor atingir naturalmente a temperatura ambiente durante 30 minutos antes da utilização, sem retirar a tampa do dispositivo.

Por ser um produto de dose única, qualquer parte não utilizada deve ser eliminada. As seringas e os injetores usados devem ser colocados imediatamente num recipiente para eliminação de objetos cortantes adequado e eliminados de acordo com as diretrizes regulamentares e ambientais locais. Não elimine o dispositivo no lixo doméstico comum.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Guselkumab encontrado em:

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