Furosemida MK

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Furosemida MK

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Furosemida MK

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Furosemida
Forma Comprimidos orais, solução oral ou solução injetável
Classe farmacológica Diurético da ansa
Uso comum Gestão da retenção de líquidos (edema)
Origem Derivado do ácido antranílico

A Furosemida MK é uma marca comercial específica para o medicamento de prescrição que contém a substância ativa furosemida. A furosemida é classificada como um potente diurético da ansa, um tipo de fármaco frequentemente designado como "comprimido de água" devido ao seu efeito no equilíbrio hídrico. A sua estrutura química central é reconhecida como um derivado do ácido antranílico, com a fórmula C12H11ClN2O5S.

Este medicamento é clinicamente reconhecido pela sua capacidade de reduzir rapidamente a retenção de fluidos excessivos no organismo, uma condição conhecida como edema. O componente furosemida possui um longo historial de utilização clínica, sendo um medicamento aprovado desde 1 de julho de 1966. O seu perfil de eficácia e segurança levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a incluí-lo na sua Lista Modelo de Medicamentos Essenciais, confirmando a sua importância na gestão de desequilíbrios hídricos graves a nível global.

A Furosemida MK está disponível em vários formatos de dosagem, incluindo comprimidos orais e soluções, bem como uma solução injetável reservada para contextos médicos urgentes. Este fármaco é um medicamento de receita obrigatória, o que significa que requer a supervisão de um profissional de saúde licenciado, devido à sua potência e à necessidade de monitorização médica durante o tratamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Furosemida MK?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Secundários

A Furosemida MK (furosemida) é um diurético potente. A preocupação de segurança mais significativa reside no risco de uma diurese profunda que pode levar à desidratação e à depleção de eletrólitos, o que pode resultar num volume sanguíneo baixo (hipovolemia), colapso circulatório e, potencialmente, trombose ou embolia vascular, particularmente em doentes idosos. É necessária a monitorização frequente do estado dos fluidos e dos níveis de eletrólitos (por exemplo, sódio, potássio, cálcio).

Reações Adversas

As reações adversas abrangem várias classes de órgãos e sistemas, sendo o aumento do volume urinário uma reação comum. Reações menos frequentes incluem boca seca, náuseas, vómitos, diarreia, tonturas e perturbações visuais. As reações adversas clinicamente significativas e graves incluem:

Categoria Reações Adversas Graves (Documentação Regulamentar)
Eletrolítica/Metabólica Hipocaliemia, hiponatremia, alcalose hipoclorémica, hiperglicemia, hiperuricemia.
Auditiva/SNC Ototoxicidade (comprometimento auditivo reversível ou irreversível, surdez, zumbidos), frequentemente associada a doses elevadas ou administração rápida. Pode ser desencadeada encefalopatia hepática em doentes com cirrose.
Dermatológica Reações de hipersensibilidade sistémica grave, incluindo Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) e Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), eritema multiforme e fotossensibilidade.
Hematológica Agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia e anemia hemolítica.

Restrições de Segurança e Monitorização

O medicamento é contraindicado em doentes com anúria (incapacidade de urinar) e hipersensibilidade conhecida ao fármaco. A sua utilização requer precaução particular em doentes com cirrose hepática, devido ao risco de precipitação de encefalopatia hepática. Recomenda-se também cautela em doentes com sintomas graves de retenção urinária (por exemplo, devido a problemas na próstata), uma vez que pode causar retenção urinária aguda. Os doentes devem ser monitorizados quanto a sinais de agravamento da função renal e hipersensibilidade sistémica. O risco de ototoxicidade é aumentado pela existência de insuficiência renal grave e pelo uso concomitante de outros medicamentos ototóxicos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil de sobredosagem oficialmente documentado para a Furosemida MK (furosemida) carateriza-se por uma extensão da sua ação diurética, resultando numa depleção grave de líquidos e eletrólitos. É necessária assistência médica imediata caso se suspeite de uma sobredosagem.


Manifestações Documentadas e Resultados Graves

Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Apresentações de Sobredosagem Os sintomas incluem diurese profunda, desidratação, redução do volume sanguíneo (hipovolemia) e hipotensão grave (pressão arterial baixa).
Resultados Laboratoriais A sobredosagem resulta num desequilíbrio eletrolítico grave, incluindo hipocaliemia, hiponatremia e alcalose hipoclorémica.
Consequências Graves Os desfechos com risco de vida podem incluir colapso circulatório, insuficiência renal aguda e o potencial para trombose e embolia vascular. Em doentes com cirrose hepática, alterações súbitas podem precipitar encefalopatia hepática e coma.

Ações de Emergência Necessárias

As orientações oficiais estabelecem que o medicamento deve ser interrompido imediatamente perante a suspeita de sobredosagem. Não se conhece um antídoto específico para a furosemida. O tratamento é definido como de suporte, centrando-se na reposição das perdas excessivas de líquidos e eletrólitos. A gravidade das alterações fisiológicas esperadas exige uma monitorização frequente dos eletrólitos séricos e da pressão arterial.

Usos terapêuticos de Furosemida MK

A Furosemida MK (furosemida) é prescrita para gerir situações clínicas que envolvam um excesso significativo de retenção de líquidos e sais, sendo utilizada para ajudar a aliviar sintomas em domínios centrais onde o desequilíbrio hídrico cria manifestações angustiantes. De acordo com a informação farmacológica de referência, o medicamento é habitualmente utilizado para tratar a retenção de líquidos e a hipertensão arterial.


Abordagem do Inchaço Sintomático e Sobrecarga de Líquidos (Edema)

Este medicamento é aplicado na abordagem do inchaço pronunciado (edema) nos tecidos corporais, particularmente nas pernas, tornozelos e abdómen (ascite). É vulgarmente utilizado em condições caraterizadas por períodos de sintomas acentuados, incluindo Insuficiência Cardíaca Congestiva, Cirrose Hepática e certas Doenças Renais. O principal benefício terapêutico é fornecer um apoio que ajude a aliviar a carga sintomática global.

Facto Rápido: Alívio para a Retenção de Líquidos Categoria da Condição Foco na Gestão de Sintomas
Doenças crónicas Desequilíbrio sistémico e esforço fisiológico
Episódios agudos Esforço funcional temporário e desconforto

Alívio da Congestão Cardiopulmonar e Apoio na Hipertensão

A Furosemida MK também desempenha um papel na gestão da Hipertensão Arterial, especialmente nos casos em que a elevação da pressão é exacerbada pelo volume excessivo de líquido em circulação, e é utilizada para ajudar a aliviar sintomas associados a líquido nos pulmões em situações como o Edema Agudo do Pulmão. Esta ação contribui para um melhor conforto durante períodos de sintomas intensificados e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.

“Este medicamento é considerado relevante em contextos que envolvem uma elevada carga sistémica, onde é necessária assistência sintomática de suporte.”

Esta aplicação ajuda a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores, tais como a falta de ar e a dificuldade respiratória, auxiliando na manutenção de uma sensação de estabilidade e contribuindo para a redução da carga sintomática total sobre o sistema cardiovascular.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar a Furosemida MK?

A Furosemida MK (furosemida) está oficialmente autorizada para utilização em adultos no tratamento da retenção de líquidos (edema) associada à insuficiência cardíaca, cirrose hepática e doença renal, bem como para a hipertensão arterial. Os doentes pediátricos também são elegíveis para o tratamento do edema. No entanto, os documentos regulamentares estabelecem restrições populacionais específicas e proibições absolutas.

Inelegibilidade (Contraindicações) Uso Condicional (Requer Precaução)
Anúria (incapacidade de urinar) Doença Renal Progressiva Grave (deve interromper-se se a azotemia e a oligúria aumentarem)
Alergia conhecida à furosemida ou a derivados das sulfonamidas Cirrose Hepática e Ascite (a terapia inicial deve ser supervisionada clinicamente)
Hipovolemia Grave ou Desidratação Idosos (requer cautela devido ao maior risco de depleção de líquidos)
Hipocaliemia ou Hiponatremia Graves Bebés Prematuros (não deve ser excedida a dosagem máxima específica)
Coma hepático ou estados pré-comatosos Sintomas de Retenção Urinária (requer monitorização cuidadosa)

Relativamente à gravidez, a FDA classifica a utilização deste fármaco na Categoria C, permitindo a sua administração apenas quando o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. O medicamento, de uma forma geral, não é recomendado para mulheres que estejam a amamentar.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação da Furosemida MK baseia-se no potencial de toxicidade aditiva, potenciação farmacodinâmica e alteração da depuração ou absorção dos fármacos. Estas interações podem exigir que se evite a coadministração, que se realizem ajustes na dosagem de medicamentos concomitantes ou que se estabeleçam intervalos específicos na administração.


Categorias de Interações Documentadas

Tipo de Interação Exemplos de Medicamentos ou Produtos
Risco de Toxicidade Aditiva Agentes ototóxicos (ex.: antibióticos aminoglicosídeos, cisplatina, ácido etacrínico) ou agentes nefrotóxicos (ex.: ciclosporina, metotrexato).
Efeitos Farmacodinâmicos Anti-hipertensores (ex.: inibidores da ECA, ARA II), que podem levar a hipotensão grave, e agentes depletores de potássio (ex.: corticosteroides).
Eficácia Alterada AINEs (Anti-inflamatórios Não Esteroides), que podem reduzir o efeito diurético da furosemida, e a Fenitoína, que pode diminuir a sua eficácia.
Interferência na Depuração Lítio, cuja depuração renal é reduzida pela furosemida, resultando num elevado risco de toxicidade pelo lítio.
Interferência na Absorção Sucralfato e sequestrantes de ácidos biliares (ex.: colestiramina).

Restrições Procedimentais e Populacionais

As informações regulamentares exigem o espaçamento temporal para alguns fármacos; por exemplo, a administração de sucralfato deve ser separada da toma de Furosemida MK por, pelo menos, duas horas. Estão documentadas considerações específicas para certas populações, como o aumento do risco de mortalidade quando a furosemida é utilizada concomitantemente com a risperidona em doentes idosos com demência. A combinação da furosemida com determinados agentes é explicitamente contraindicada ou não recomendada, incluindo a coadministração com lítio ou ácido etacrínico, devido aos graves riscos de toxicidade.

Mecanismo de ação

Bloqueio Direcionado do Transporte de Eletrólitos no Rim

A furosemida, o princípio ativo da Furosemida MK, é um diurético da ansa que atua através de mecanismos de transporte específicos no rim para alterar rapidamente a excreção de líquidos e eletrólitos. A furosemida atua como um inibidor competitivo do cotransportador Na^+- K^+-2 Cl^- (NKCC2) localizado no Ramo Ascendente Espesso da Ansa de Henle. Este bloqueio molecular impede a reabsorção de até 25% do sódio e cloreto filtrados, iniciando uma cascata de perda de solutos e fluidos.


Alteração da Homeostase Osmótica e Modulação Vascular

A reabsorção bloqueada de eletrólitos prejudica a capacidade do rim de concentrar a urina ao desativar funcionalmente o Mecanismo de Multiplicação por Contracorrente. Esta ação deixa uma elevada carga osmótica na urina em formação, resultando numa diurese significativa (aumento do volume urinário) e natriurese (aumento da excreção de sódio), que constitui a principal consequência do fluxo de fluidos e solutos. Além disso, o mecanismo inclui a modulação da síntese local de PGE2, o que afeta o tónus vascular.


Limitações do Mecanismo e Feedback Adaptativo

A atividade do fármaco é condicionada pela necessidade da sua secreção ativa para o lúmen do túbulo renal; uma função renal reduzida limita o acesso do medicamento, diminuindo assim o efeito inibitório sobre o NKCC2. A atividade crónica também ativa respostas adaptativas, tais como a hipertrofia do nefrónio distal, em que os segmentos a jusante do nefrónio compensam o bloqueio, estabelecendo o Fenómeno de Travagem (Braking Phenomenon) que limita funcionalmente a extensão da perda contínua de eletrólitos e líquidos.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar a Furosemida MK: Diretrizes Oficiais de Administração

A Furosemida MK, que contém o princípio ativo furosemida, deve ser administrada estritamente de acordo com as informações oficiais de prescrição, que detalham as vias aprovadas, os intervalos posológicos e as restrições procedimentais. Estas instruções definem o protocolo padronizado e não interpretativo para a utilização do medicamento.


Vias de Administração e Formas Farmacêuticas

O medicamento está disponível em diversas formas para diferentes necessidades de administração:

  • Oral: Comprimidos (ex.: 20 mg, 40 mg) e solução oral para utilização rotineira e crónica.
  • Parenteral: Solução injetável (10 mg/mL) para utilização intravenosa (IV) quando é necessário um efeito rápido, ou para utilização intramuscular (IM) em circunstâncias excecionais.

Regras Padrão de Dosagem e Administração

Aspeto da Administração Instrução Oficial Rotulada
Horário da Toma Oral Geralmente administrado uma vez por dia, de manhã ou ao início da tarde, para minimizar a necessidade de urinar durante a noite. Algumas bulas aconselham a toma em jejum para maximizar a absorção.
Dose Oral Inicial (Adultos) 20 mg a 80 mg como dose única. As doses podem ser aumentadas (tituladas) num intervalo não inferior a 6 a 8 horas após a dose anterior.
Velocidade de Administração IV A injeção IV direta deve ser administrada lentamente, ao longo de 1 a 2 minutos. Perfusões IV de doses elevadas não devem exceder a velocidade de 4 mg/minuto.
Adultos de Idade Avançada O tratamento deve iniciar-se no limite inferior do intervalo posológico (ex.: dose inicial de 20 mg) e ser ajustado com precaução devido à eliminação mais lenta.
Dosagem Pediátrica Baseada no peso corporal, começando tipicamente com 1 mg/kg (IV/IM) ou 2 mg/kg (Oral). A dose diária total não deve, geralmente, exceder os 6 mg/kg/dia.

Contexto Procedimental

Estas diretrizes estabelecem os passos necessários, tais como a inspeção da solução injetável antes da utilização e a adesão a intervalos de tempo específicos para o ajuste da dose. A dose oral máxima é, geralmente, limitada a 600 mg por dia em casos graves e refratários. A administração IM é explicitamente restrita e não é recomendada para situações agudas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre a Furosemida MK


Evidência na Gestão da Retenção de Líquidos (Edema)

Esta secção sintetiza a estrutura da investigação clínica relativa à Furosemida MK (furosemida), especificamente em estudos que avaliam os efeitos do medicamento na acumulação acentuada de líquidos, ou edema, associada a condições como Insuficiência Cardíaca Congestiva, Cirrose Hepática e Doença Renal Crónica. Os investigadores basearam-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e Revisões Sistemáticas para explorar a sua avaliação clínica. Estes estudos monitorizaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional causado pelo excesso de fluidos, incluindo alterações observáveis no inchaço periférico, monitorização do débito urinário e registo de dados sobre eventos clínicos significativos.

Os resultados descrevem padrões observados em ambiente de estudo, onde o medicamento reportou mudanças medidas no peso corporal a curto prazo e aumentos documentados na excreção de líquidos. A investigação destaca alterações medidas nos sintomas relatados pelos doentes em intervalos de tempo definidos. No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes quando avaliados em comparação com outros agentes diuréticos a longo prazo. O que permanece incerto é o quadro completo dos efeitos do fármaco ao longo de muitos anos; os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos no que diz respeito a alterações sustentadas em eventos clínicos.


Evidência em Casos de Acumulação Aguda de Líquidos nos Pulmões

A investigação explorou a utilização da furosemida durante episódios de acumulação grave e rápida de líquidos nos pulmões, que ocorrem frequentemente com o agravamento súbito da insuficiência cardíaca. Estes estudos, incluindo Estudos Intervencionais Prospetivos e ECCA, monitorizaram medidas sintomáticas imediatas, como alterações na frequência respiratória e relatos de dificuldade respiratória pelos doentes, bem como o esforço fisiológico. Neste contexto agudo, os estudos reportaram um rápido início da excreção de líquidos e observações relacionadas com alterações nos padrões respiratórios dos doentes poucos minutos ou horas após a administração.

O que ainda é incerto é se um método de administração específico (como a injeção rápida versus a perfusão mais lenta) se revela consistentemente eficaz em todos os grupos de doentes durante este cenário agudo específico. Existe informação limitada para definir as abordagens de administração específicas avaliadas na investigação em todos os contextos de cuidados urgentes.


O Que Ainda é Incerto Sobre a Furosemida MK

A investigação disponível destaca o que é conhecido e o que permanece por esclarecer. A força da evidência permanece inconsistente entre os estudos e uma lacuna fundamental é a falta de evidência comparativa conclusiva relativa à sua influência, face a diuréticos mais recentes, no que diz respeito a certos resultados a longo prazo (como a redução de hospitalizações) em todas as populações. Os resultados foram mistos quanto ao melhor método e momento de administração em contextos agudos. Além disso, embora o medicamento tenha sido observado em vários cenários clínicos, a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante, uma vez que os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Furosemida MK (FAQ)


P: Qual é a rapidez com que a Furosemida MK começa a fazer efeito após a toma?

De acordo com as informações oficiais do produto, o início da diurese (aumento da produção de urina) ocorre, geralmente, dentro de 1 hora após a ingestão de uma dose oral de Furosemida MK. Esta caraterística é definida como um início de ação relativamente rápido.


P: É necessário beber água extra ao tomar Furosemida MK?

As orientações regulamentares descrevem que os doentes devem consultar o seu profissional de saúde sobre a quantidade adequada de líquidos a consumir. A ingestão necessária de líquidos pode variar significativamente consoante a condição médica a tratar, sendo este tipo de orientação determinada por um profissional de saúde.


P: Preciso de alterar o meu regime alimentar enquanto tomar Furosemida MK?

As informações oficiais indicam que as pessoas que tomam este medicamento podem necessitar de ajustar a sua dieta. Frequentemente, isto envolve seguir um regime alimentar com baixo teor de sal ou sódio. Adicionalmente, alguns doentes podem ser instruídos a consumir quantidades elevadas de alimentos ricos em potássio, sendo que este tipo de orientação deve ser determinado por um profissional de saúde.


P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Furosemida MK?

Perante o esquecimento de uma dose, os documentos oficiais aconselham geralmente a toma assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, as orientações oficiais recomendam ignorar completamente a dose esquecida. As informações oficiais desaconselham a toma de uma dose dupla para compensar uma dose em falta.


P: Quanto tempo dura o efeito de uma dose de Furosemida MK?

O efeito diurético, ou o período de aumento do débito urinário, dura tipicamente entre 6 a 8 horas após uma dose oral de Furosemida MK, de acordo com os dados de farmacologia clínica oficial. Esta duração é um fator importante para determinar o horário das tomas.


P: A Furosemida MK é conhecida por outros nomes?

Sim, Furosemida MK é um nome comercial específico. A substância ativa do medicamento, a furosemida, é o nome genérico e é comercializada sob várias outras marcas a nível internacional, como o Lasix, que também são utilizadas para tratar a retenção de líquidos.


P: Quais são os sinais de desidratação relacionados com o uso de Furosemida MK?

Tal como acontece com diuréticos potentes, o risco de desequilíbrio de fluidos e eletrólitos está descrito nas informações de segurança. Os documentos oficiais listam sinais que devem ser monitorizados, incluindo boca seca, sede excessiva, fraqueza, sonolência, letargia e agitação.


P: Quais são as interações conhecidas entre a Furosemida MK e o álcool?

A rotulagem oficial observa que pode ocorrer hipotensão ortostática (uma queda súbita da pressão arterial ao levantar-se) com a Furosemida MK. Os documentos oficiais indicam que este efeito pode ser intensificado pelo uso concomitante de álcool.


P: A Furosemida MK causa fadiga?

Embora a fadiga em si não esteja especificamente listada, os documentos oficiais afirmam que a fraqueza e a letargia (falta de energia) são sintomas associados a desequilíbrios de fluidos e eletrólitos. Estes desequilíbrios são descritos como um potencial efeito adverso.


P: A Furosemida MK pode interagir com chás de ervas ou remédios naturais?

As orientações oficiais alertam que a Furosemida MK não deve ser utilizada com alcaçuz em grandes quantidades, porque esta planta específica pode promover a hipocaliemia (níveis baixos de potássio). Recomenda-se geralmente que os doentes discutam todos os produtos, incluindo remédios à base de plantas, com um profissional de saúde.


P: A Furosemida MK pode causar cãibras musculares?

Sim, os documentos regulamentares listam explicitamente as dores ou cãibras musculares como sintomas potenciais. Estes sintomas encontram-se documentados nas informações de segurança.


P: A Furosemida MK pode afetar os resultados de exames laboratoriais?

As informações oficiais confirmam que a Furosemida MK pode afetar certos valores laboratoriais. Pode causar elevações temporárias do BUN (azoto ureico no sangue) e da creatinina (indicadores da função renal) e pode também aumentar os níveis de glicose no sangue. Além disso, pode reduzir os níveis séricos de cálcio e magnésio. Esta informação está documentada nas secções de segurança do rótulo do produto.


P: A Furosemida MK pode interagir com certos alimentos, como o alcaçuz ou a toranja?

As informações oficiais de prescrição oficiais aconselham cautela relativamente a certos itens alimentares. Especificamente, a ingestão do fármaco com grandes quantidades de alcaçuz pode aumentar o risco de potássio baixo. A toranja não é geralmente citada como uma preocupação regulamentar na rotulagem oficial da furosemida.


P: A Furosemida MK é tomada todos os dias ou apenas quando necessário?

O medicamento é geralmente prescrito para ser tomado uma ou duas vezes por dia, como parte de um esquema fixo para a gestão de condições crónicas. As informações de prescrição oficiais descrevem o seu uso como sendo tipicamente programado para situações crónicas, em vez de ser tomado apenas quando necessário.

Como Furosemida MK deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

A conservação e a eliminação da Furosemida MK devem seguir rigorosamente as normas regulamentares para manter a sua qualidade e evitar danos ambientais. O rótulo oficial exige que o medicamento seja conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20 °C e 25 °C, devendo estar protegido da luz, do calor e da humidade. É estritamente exigido que o produto não seja congelado.

Para garantir a integridade do produto, a Furosemida MK deve ser mantida na sua embalagem original, bem fechada, e guardada fora da vista e do alcance das crianças. Relativamente à eliminação, não deve deitar o medicamento na sanita nem libertá-lo no meio ambiente. Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados através de um programa de recolha de medicamentos ou de acordo com os requisitos regulamentares locais.

Restrição de Conservação Resumo dos Requisitos
Temperatura Temperatura Ambiente Controlada (20 °C–25 °C)
Recipiente Embalagem original, bem fechada, protegida da luz
Conservação Proibida Congelamento, calor ou humidade excessivos
Método de Eliminação Programa de recolha ou regulamentação local; Não deitar no esgoto

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Furosemida MK encontrado em:

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