Funzela

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Funzela

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Fluconazol
Classe farmacológica Antifúngico Triazólico
Origem Sintética
Formas Disponíveis Cápsula, Comprimido, Suspensão Oral, Solução Injetável
Estatuto Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM)
Objetivo Geral Gestão de Infeções Fúngicas Sistémicas

Definição e Classificação Farmacológica

O Funzela é um medicamento sujeito a receita médica cujo componente ativo é o Fluconazol, o que o classifica como um agente antifúngico triazólico sintético (antimicótico). Este fármaco é amplamente utilizado na gestão sistémica de diversos agentes patogénicos fúngicos, abrangendo infeções causadas por fungos e leveduras prejudiciais.

A classificação do Fluconazol como um antifúngico triazólico insere-o no grupo mais abrangente dos fármacos antimicóticos azólicos. A investigação científica confirma que o mecanismo de ação do Fluconazol envolve a inibição altamente seletiva das enzimas citocromo P450 do fungo, que são vitais para a sobrevivência do organismo fúngico. O objetivo geral do Funzela é intervir na proliferação destes organismos, oferecendo um meio interno para resolver a infeção subjacente.

Composição e Formas Disponíveis

O Funzela é um produto de substância ativa única, contendo apenas o Fluconazol como componente farmacologicamente ativo. Sendo um composto sintético, a sua produção assegura uma pureza consistente para uso terapêutico. O medicamento é disponibilizado em múltiplas preparações farmacêuticas para se adaptar a diversas necessidades clínicas.

Estas formas de dosagem incluem preparações para administração oral, tais como cápsulas e comprimidos, bem como uma suspensão oral líquida e uma solução aquosa estéril para administração intravenosa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui o Fluconazol na sua lista de medicamentos essenciais devido à sua eficácia comprovada contra infeções fúngicas sistémicas. Isto demonstra a importância estabelecida e o reconhecimento clínico do fármaco na saúde global para o tratamento de infeções graves.

Quais efeitos secundários são possíveis com Funzela?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Funzela (Fluconazol) está organizado de modo a classificar as reações adversas documentadas segundo a sua frequência e o sistema orgânico afetado. Estas classificações oficiais estabelecem o espectro de efeitos potenciais, variando entre episódios comuns e menos graves até eventos adversos raros e sérios.

Classificações por Frequência e Sistema de Órgãos

As reações adversas classificadas como Frequentes (ocorrendo em 1% a 10% dos doentes) envolvem habitualmente Doenças do Sistema Nervoso (como dores de cabeça) e Doenças Gastrointestinais (incluindo náuseas, vómitos, dor abdominal e diarreia). O aumento dos níveis das enzimas hepáticas (Alanina aminotransferase, Aspartato aminotransferase) e a erupção cutânea são também documentados com frequência. As reações categorizadas como Pouco Frequentes incluem anemia, tonturas, convulsões e aumentos da bilirrubina.

Reações Adversas Graves Documentadas

Estão documentadas explicitamente reações adversas raras, mas clinicamente significativas. Estas incluem Toxicidade Hepática Grave, como necrose hepatocelular e insuficiência hepática, que foram notificadas principalmente em doentes com condições médicas subjacentes graves. Reações dermatológicas sérias, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson e a Necrólise Epidérmica Tóxica, encontram-se igualmente listadas. Além disso, existe um risco raro e documentado de prolongamento do intervalo QT e Torsade de pointes, que afeta o ritmo cardíaco.

Notas de Segurança para Populações Específicas

Existem considerações de segurança específicas para determinados grupos. Por exemplo, o risco de toxicidade hepática grave é superior em indivíduos com condições médicas graves pré-existentes. A utilização durante a gravidez, particularmente a administração crónica de doses elevadas no primeiro trimestre, tem sido associada a um padrão raro e específico de malformações congénitas. O medicamento está Contraindicado para utilização com outros fármacos que, simultaneamente, prolonguem o intervalo QT e sejam metabolizados pela enzima CYP3A4.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

Propriedade Descrição
Manifestações de Sobredosagem Documentadas Os relatos de sobredosagem foram acompanhados por alucinações e comportamento paranoide. A exposição excessiva grave tem sido associada a convulsões.
Sistemas Fisiológicos Afetados Sistema Nervoso Central (alucinações, comportamento paranoide, convulsões) e Sistema Cardiovascular (prolongamento do intervalo QT, risco de Torsade de Pointes).
Notas para Populações Específicas Uma vez que a eliminação depende da função renal, a redução da depuração em doentes idosos ou em pessoas com insuficiência renal pode aumentar os riscos de toxicidade durante uma exposição excessiva.
Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata Contacte imediatamente um centro de informação antivenenos ou um serviço de urgência após a suspeita de uma sobredosagem. Os serviços de emergência devem ser chamados de imediato se a pessoa tiver um colapso, uma convulsão, dificuldade em respirar ou se não conseguir acordar.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Tipo de Classificação Declaração / Constatação
Classificação de Gravidade A sobredosagem pode resultar em arritmias ventriculares potencialmente fatais, como a Torsade de Pointes, e em efeitos graves no sistema nervoso central.
Condições no Contexto de Sobredosagem Não se conhece um antídoto específico. O fármaco é maioritariamente excretado pelos rins e pode ser removido através de hemodiálise, que reduz os níveis plasmáticos em aproximadamente 50% ao longo de três horas.

Declarações Oficiais sobre Sobredosagem

O perfil regulamentar do Funzela define manifestações neurológicas e cardíacas graves e específicas, incluindo convulsões e Torsade de Pointes. Estes resultados graves estabelecem a necessidade obrigatória de procurar assistência médica imediata em caso de suspeita de exposição excessiva. Os protocolos de gestão especificam que são necessários tratamento sintomático e medidas de suporte, salientando que a hemodiálise é uma opção para a remoção do fármaco em casos graves, dado que não existe um antídoto específico.

Usos terapêuticos de Funzela

O que o Funzela trata: principais utilizações e benefícios

O Funzela é considerado relevante para a gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico em condições onde os sintomas se podem intensificar temporariamente. Este medicamento é aplicado quando apropriado em diversos contextos terapêuticos que envolvam fungos e leveduras patogénicas. A informação terapêutica está alinhada com dados de recursos de referência sobre as utilizações do Fluconazol, confirmando a sua relevância na abordagem de condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado.

Domínios Terapêuticos Centrais

O Funzela pode fazer parte da gestão sintomática utilizada em situações que envolvam certos sintomas angustiantes associados a desequilíbrios sistémicos, tais como a candidemia (fungos na corrente sanguínea) e a meningite criptocócica. É também considerado relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados, incluindo infeções localizadas como a candidíase oral (sapinho) ou a candidíase vaginal. Além disso, pode integrar a gestão sintomática utilizada para tratar manifestações recorrentes ou episódicas em indivíduos imunocomprometidos. O medicamento pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, tais como dor, ardor e dor ao engolir.

Facto Rápido: Alívio de Sintomas

Propriedade Descrição
Foco Primário Gestão de sintomas decorrentes da proliferação fúngica sistémica e localizada.
Exemplos de Sintomas Dor/sensibilidade, ardor, dificuldade em engolir e febre sistémica persistente.
Benefício para o Doente Contribui para um maior conforto e ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade da População e Restrições

O Funzela (Fluconazol) está indicado para utilização em adultos e em doentes pediátricos (geralmente com idade igual ou superior a 4 semanas) nas suas indicações aprovadas. Os adultos seniores podem utilizar o medicamento, desde que a sua função renal não apresente compromisso significativo. A utilização em recém-nascidos (com menos de 4 semanas) é considerada uma prática altamente especializada devido à lenta depuração do fármaco nesta faixa etária.


Inelegibilidade Absoluta (Contraindicações)

Os doentes não devem utilizar o Funzela se tiverem uma hipersensibilidade conhecida ao fluconazol, a compostos azólicos relacionados ou a qualquer um dos excipientes que compõem o produto. As informações regulamentares proíbem também a administração conjunta com medicamentos específicos que prolongam o intervalo QT, tais como a Cisaprida e a Terfenadina (em doses iguais ou superiores a 400 mg/dia), devido ao risco de anomalias graves no ritmo cardíaco.


Utilização Condicional e Restrições

População/Condição Requisito Regulamentar
Insuficiência Renal (Disfunção dos rins) Requer ajuste da dose em esquemas de terapêutica com doses múltiplas.
Disfunção Hepática (Compromisso do fígado) Deve ser administrado com precaução; é necessária uma monitorização clínica rigorosa.
Gravidez Deve ser evitado; a utilização está restrita a infeções potencialmente fatais onde os benefícios superam os riscos.
Lactação (Aleitamento materno) Recomenda-se precaução, uma vez que o fluconazol é excretado no leite materno.
Uso Pediátrico (Candidíase Genital) Não recomendado em crianças com menos de 16 anos, uma vez que a eficácia não está estabelecida nesta faixa etária.

Os doentes que sofram de síndromes hereditárias raras de malabsorção (por exemplo, intolerância à lactose ou frutose) estão igualmente limitados quanto à utilização de formulações específicas que contenham estes açúcares.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Funzela (Fluconazol) é definido pelo seu efeito inibidor sobre enzimas hepáticas específicas. O Funzela está documentado como um inibidor potente do Citocromo P450 (CYP) 2C9 e um inibidor moderado do CYP3A4 e do CYP2C19. Esta inibição metabólica leva frequentemente a uma redução da depuração e a um aumento da exposição sistémica de diversos medicamentos coadministrados, o que pode intensificar os seus efeitos farmacológicos.

As restrições formais incluem combinações classificadas como contraindicadas pelas autoridades reguladoras. Estas proibições aplicam-se a vários agentes que representam um risco cardíaco grave quando administrados em conjunto com o Funzela, especificamente aqueles que podem causar o prolongamento do intervalo QTc e Torsades de pointes, tais como o astemizol, a cisaprida, a pimozida e a quinidina. Esta restrição aplica-se igualmente à terfenadina quando o Funzela é administrado em doses de 400 mg/dia ou superiores.

As interações clinicamente significativas documentadas nas informações oficiais incluem o aumento das concentrações plasmáticas de anticoagulantes orais (ex: varfarina), imunossupressores (ex: tacrolimus e ciclosporina), certas estatinas e agentes antidiabéticos específicos (sulfonilureias). Inversamente, está documentado que agentes como a rifampicina reduzem a própria exposição sistémica do Funzela, enquanto a hidroclorotiazida demonstrou aumentá-la. As informações reguladoras confirmam que a absorção oral do Funzela não é clinicamente afetada pela ingestão de alimentos.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Funzela

O mecanismo de ação do Fluconazol baseia-se na interrupção da estrutura celular e da integridade metabólica dos agentes patogénicos fúngicos. Através de uma cascata molecular específica, o fármaco promove a inibição do crescimento fúngico.

Inibição Seletiva da Enzima Fúngica CYP51

A ação principal do medicamento envolve a inibição altamente seletiva da lanosterol 14-alfa-desmetilase (ou CYP51), uma enzima vital para a manutenção da estrutura celular do fungo. Esta interação bloqueia de forma imediata a via de biossíntese do ergosterol. Ao atuar sobre esta enzima, o Fluconazol impede que o fungo complete os processos metabólicos fundamentais para o seu desenvolvimento estrutural e para a sua replicação.

Desestabilização e Paragem do Crescimento do Agente Patogénico

A carência de ergosterol essencial que daí resulta compromete a integridade estrutural da membrana celular do fungo, tornando-a anormalmente porosa e osmoticamente instável. Simultaneamente, verifica-se a acumulação de intermediários de esterol tóxicos no interior da célula, o que potencia os danos celulares. Este efeito molecular duplo traduz-se numa atividade fungistática, limitando a capacidade do agente patogénico de proliferar e de se estabelecer nos tecidos do hospedeiro.

Informações sobre dosagem e administração

O Funzela (Fluconazol) é administrado através de duas vias principais oficialmente autorizadas: a via oral, que utiliza cápsulas, comprimidos ou suspensão líquida, e a via intravenosa (IV), que recorre a uma solução injetável. A dose diária recomendada permanece inalterada quando se procede à transição de um doente entre estas duas vias de administração.

O regime posológico é habitualmente estruturado com uma dose de carga mais elevada no primeiro dia, que é frequentemente o dobro da dose de manutenção diária subsequente. As doses de manutenção para adultos situam-se geralmente entre 50 mg e 400 mg por dia, embora possam atingir os 800 mg diários em determinados casos de infeções sistémicas graves. Por outro lado, condições localizadas específicas, como a candidíase vaginal não complicada, são tratadas com uma dose oral única de 150 mg.

Os protocolos de administração indicam que as formas orais podem ser tomadas com ou sem alimentos. No caso da utilização da suspensão oral, o frasco deve ser bem agitado antes de cada medição. Ao administrar a solução intravenosa, esta deve ser aplicada através de uma perfusão lenta a um ritmo controlado, que geralmente não deve exceder os 10 mL por minuto.

A utilização oficial prevê também ajustes obrigatórios na dosagem para doentes com função renal comprometida. A dose diária de manutenção deve ser reduzida (por exemplo, para 50% da dose recomendada) em indivíduos com uma diminuição da depuração da creatinina. A duração do tratamento varia significativamente, podendo ir de uma dose única em situações agudas até um regime de manutenção diária prolongado ou indefinido para a supressão de recaídas em condições sistémicas de alto risco.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

A eficácia do fluconazol, o princípio ativo do Funzela, tem sido extensivamente documentada em diversos contextos clínicos, consolidando o seu papel como uma terapia fundamental no tratamento de infeções fúngicas. Estudos recentes e análises retrospectivas continuam a validar a sua utilidade, especialmente no tratamento de candidíase e outras micoses sistémicas ou superficiais.

No tratamento da candidíase vaginal, ensaios clínicos demonstraram que uma dose única de 150 mg apresenta elevadas taxas de cura clínica. Avaliações de curto prazo indicam que a grande maioria das doentes atinge a erradicação do fungo e o alívio dos sintomas poucos dias após a administração. Embora existam casos de recorrência a longo prazo em algumas populações, a conveniência da dose única permanece uma vantagem terapêutica significativa para a adesão ao tratamento.

Para infeções mais graves, como a meningite criptocócica e a candidíase esofágica, a evidência clínica sustenta o uso de regimes de dosagem mais elevados e prolongados. Em doentes imunocomprometidos, os estudos indicam que o fluconazol é eficaz tanto na fase de indução como na manutenção, ajudando a prevenir recaídas de infeções oportunistas. A investigação também destaca a sua eficácia em infeções de tecidos moles e pulmonares causadas por fungos endémicos, onde o fármaco demonstrou uma capacidade de absorção previsível e um perfil de segurança favorável em comparação com outros agentes da mesma classe.

Em termos de dermatofitoses, como as tinhas do corpo e do pé, meta-análises recentes de ensaios controlados confirmam que regimes semanais ou diários são eficazes na redução da carga fúngica e na resolução das lesões cutâneas. Os resultados apontam para uma taxa de cura micológica elevada após quatro a oito semanas de tratamento, dependendo da gravidade da infeção.

Monitorizações recentes de resistência fúngica sublinham a importância da utilização adequada do fármaco. Embora a resistência em certas estirpes de Candida esteja a aumentar em algumas regiões geográficas, o fluconazol continua a ser uma escolha de primeira linha em muitas diretrizes clínicas devido ao seu histórico estabelecido de segurança e eficácia comprovada em diversos grupos demográficos, incluindo pediatria e geriatria, desde que ajustado à função renal do paciente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Funzela (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Funzela a fazer efeito?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, o Funzela atinge habitualmente a sua concentração máxima estável na corrente sanguínea, conhecida como estado de equilíbrio, num período de 5 a 10 dias após o início de um regime de uma toma diária. No entanto, se for utilizada uma "dose de carga" inicial mais elevada no primeiro dia de tratamento, as concentrações próximas do estado de equilíbrio são alcançadas muito mais rapidamente, frequentemente logo ao segundo dia.

P: Quanto tempo permanece o Funzela no organismo após a interrupção da toma?

R: O Funzela tem uma semivida de eliminação plasmática terminal de aproximadamente 30 horas, o que significa que o organismo demora cerca de 30 horas a eliminar metade do fármaco. Com base nesta semivida, prevê-se que o medicamento seja amplamente eliminado do sistema após aproximadamente seis dias, embora este período possa variar entre indivíduos.

P: Qual é a duração habitual de um tratamento com Funzela?

R: A duração necessária do tratamento com Funzela está altamente dependente do tipo e da gravidade da infeção que está a ser tratada. Pode variar entre uma dose oral única para condições não complicadas até um regime diário prolongado, ou mesmo indefinido, para a supressão de recaídas em infeções sistémicas graves.

P: O Funzela interage com o álcool? Qual é a gravidade do risco?

R: Os rótulos regulamentares oficiais não listam uma interação direta e específica entre o Funzela e o álcool. No entanto, uma vez que o Funzela pode potencialmente afetar o fígado, as orientações oficiais referem que o consumo de álcool durante o tratamento deve ser discutido com um profissional de saúde.

P: É possível ser alérgico ao Funzela? Quais são os sinais?

R: Sim, o Funzela está contraindicado e não deve ser utilizado se uma pessoa tiver uma hipersensibilidade ou alergia conhecida ao fluconazol ou a outros medicamentos antifúngicos semelhantes. Reações alérgicas graves, incluindo reações cutâneas severas e anafilaxia, estão documentadas como potenciais reações adversas.

P: O Funzela pode ser utilizado por mulheres grávidas ou a amamentar?

R: Os documentos regulamentares indicam que o uso de Funzela durante a gravidez é geralmente evitado, sendo restrito apenas ao tratamento de infeções que coloquem a vida em risco, quando os benefícios potenciais são considerados superiores aos riscos. É recomendada precaução durante a lactação (amamentação), uma vez que a informação oficial confirma que o fluconazol é excretado no leite materno.

P: O que acontece se eu tomar acidentalmente mais Funzela do que o prescrito?

R: Informações associadas aos registos regulamentares referem que exceder a dose prescrita pode levar a efeitos graves no sistema nervoso central. Os sintomas relatados incluíram distúrbios como alucinações e paranoia.

P: Tomar Funzela causa cansaço ou afeta os níveis de energia?

R: A informação oficial do produto lista alguns efeitos no sistema nervoso central. Efeitos secundários pouco frequentes documentados incluem a sensação de tontura e a experiência de fadiga, que é um tipo de cansaço que pode afetar os níveis de energia e o estado de alerta.

P: É normal ter sonhos vívidos ou perturbações do sono ao tomar Funzela?

R: Sim, a rotulagem regulamentar documenta que foram relatados alguns problemas relacionados com o sono. Efeitos secundários pouco frequentes incluem tanto a sonolência como a insónia, que são formas de perturbação do sono.

P: O Funzela pode ser prescrito a crianças ou adolescentes?

R: O Funzela está oficialmente licenciado para uso em doentes pediátricos nas suas indicações aprovadas, geralmente a partir das 4 semanas de idade. No entanto, para certas condições específicas, como a candidíase genital, o medicamento não é geralmente recomendado para jovens com menos de 16 anos de idade.

P: O Funzela afeta o humor ou causa alterações emocionais?

R: Reações adversas pouco frequentes documentadas na rotulagem oficial incluem a ansiedade. Mais raramente, os doentes relataram sentir alucinações e medo, que são tipos de alterações emocionais ou mentais.

P: Que exames são habitualmente feitos antes de um médico prescrever Funzela?

R: A informação oficial do produto enfatiza que é necessária uma monitorização rigorosa dos níveis de enzimas hepáticas em doentes que recebem Funzela. Isto indica que a monitorização das enzimas hepáticas é uma parte fundamental do protocolo de avaliação e acompanhamento do doente durante o tratamento.

P: Quanto tempo após parar o Funzela posso começar a tomar medicamentos que tenham uma potencial interação?

R: O Funzela tem uma semivida de cerca de 30 horas, o que significa que demora cerca de seis dias para que o fármaco seja amplamente eliminado do corpo. Um profissional de saúde considera este tempo de eliminação relativamente longo ao avaliar quando iniciar outros medicamentos que possam ter potenciais interações com o Funzela.

P: Porque é que os médicos ajustam frequentemente a dosagem de Funzela nas primeiras semanas?

R: O regime posológico típico é desenhado para atingir níveis terapêuticos rapidamente. Isto envolve começar com uma dose de carga mais elevada no primeiro dia, que é frequentemente o dobro da dose de manutenção subsequente de toma única diária utilizada durante o resto do curso do tratamento.

P: O Funzela pode afetar a minha visão ou causar dores de cabeça?

R: A dor de cabeça está listada na documentação oficial como um efeito secundário frequente do Funzela. Reações adversas pouco frequentes incluem defeitos no campo visual e vertigem, que é uma sensação de movimento rotativo que pode afetar o equilíbrio e a perceção.

P: A eficácia do Funzela é apoiada por ensaios clínicos de grande escala?

R: Sim, os documentos regulamentares confirmam que o Funzela é um medicamento oficialmente licenciado. A sua aprovação e as indicações declaradas baseiam-se nos dados e no perfil de segurança estabelecidos através de estudos clínicos apoiados por entidades reguladoras.

P: O Funzela interage com medicamentos para a tensão arterial?

R: Devido ao facto de o Funzela inibir certas enzimas hepáticas, possui o potencial de aumentar os níveis sanguíneos de medicamentos administrados em simultâneo. Isto inclui certos tipos de medicamentos cardíacos, tais como os bloqueadores dos canais de cálcio, que são por vezes utilizados para controlar a tensão arterial.

P: Os homens podem utilizar o Funzela com segurança ou o medicamento é principalmente para questões de saúde feminina?

R: A rotulagem oficial do Funzela não restringe o seu uso com base no género. Está indicado e é utilizado para a gestão sistémica de várias infeções fúngicas em populações adultas, tanto masculinas como femininas.

P: É normal o Funzela causar mal-estar digestivo temporário ao iniciar o tratamento?

R: Problemas gastrointestinais estão entre os efeitos secundários mais frequentemente relatados. Náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal estão todos listados nos documentos regulamentares como ocorrências frequentes, o que significa que são sentidos por 1% a 10% dos doentes.

Como Funzela deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Funzela

A conservação do Funzela (fluconazol) deve cumprir rigorosamente as condições definidas para cada uma das suas formas farmacêuticas.


Requisitos de Conservação

Relativamente às formas orais, como comprimidos ou pó, estas devem ser conservadas à temperatura ambiente controlada, geralmente abaixo dos 30°C. É fundamental manter o produto na embalagem original para garantir a proteção contra a humidade.

No que respeita à solução intravenosa (IV), a solução injetável deve ser conservada entre os 20°C e os 25°C. É importante notar que tanto a solução intravenosa como a suspensão oral reconstituída não devem ser congeladas. Quanto à estabilidade do pó para suspensão oral, após a mistura, o produto deve ser eliminado 14 dias após a data da sua reconstituição.


Segurança e Eliminação

O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças. Para eliminar o Funzela não utilizado ou que se encontre fora do prazo de validade, o produto deve ser descartado de acordo com os requisitos locais em vigor. O medicamento não deve ser deitado no lixo doméstico, nem eliminado através das águas residuais ou dos esgotos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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