Febrofen

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Febrofen

O que é o Febrofen?

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Cetoprofeno (DCI)
Classe Farmacológica Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE)
Subclasse Derivado do Ácido Arilpropiónico
Formas Principais Cápsula, Comprimido, Gel
Origem Sintética
Objetivo Geral Alívio da dor, inflamação e febre

O Febrofen é uma preparação medicinal sintética que contém como único princípio ativo o Cetoprofeno, o qual está oficialmente categorizado como um Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE). O seu propósito fundamental consiste na mitigação simultânea de sintomas de dor, inflamação e febre, atuando sobre os processos biológicos subjacentes. Funciona como um agente potente e não narcótico no âmbito do controlo da dor.


Que Tipo de Medicamento é o Febrofen (Cetoprofeno)?

O Febrofen é uma formulação baseada no Cetoprofeno, um composto derivado do ácido propiónico que pertence especificamente à subclasse dos derivados do ácido arilpropiónico dos AINEs. Esta classificação estabelece a substância como sintética e não esteroide, distinguindo-a quimicamente de outros agentes analgésicos como o paracetamol. Estudos farmacológicos têm apoiado consistentemente a eficácia do Cetoprofeno no tratamento de sintomas de dor moderada. Ao contrário de alguns outros AINEs, o Cetoprofeno é clinicamente reconhecido por apresentar um início de ação relativamente rápido quando administrado por via oral.


Composição e Formas Disponíveis

A composição do Febrofen centra-se na substância ativa única, o Cetoprofeno, disponibilizada através de diversas preparações farmacêuticas estabelecidas. Estas preparações incluem variedades para administração oral, tais como cápsulas de libertação imediata padrão e comprimidos diferenciados (incluindo tipos de libertação prolongada e com revestimento entérico), bem como preparações para uso cutâneo ou tópico, habitualmente formuladas em gel. Esta variedade de formas garante que o Cetoprofeno possa ser administrado de forma sistémica, para um efeito generalizado, ou de forma localizada, para um alívio direcionado, como na gestão de uma entorse. Estudos confirmam a eficácia das preparações orais e tópicas de cetoprofeno na redução da dor musculoesquelética. Isto confirma que o fármaco pode ser absorvido através da pele para uma ação local ou tomado por via oral para um efeito mais abrangente.


O Objetivo Geral do Cetoprofeno

O objetivo geral do Cetoprofeno é proporcionar simultaneamente os seus três principais efeitos terapêuticos: a sua propriedade analgésica (alívio da dor), a sua propriedade anti-inflamatória (redução do inchaço e da vermelhidão) e a sua propriedade antipirética (redução da febre). Estas três propriedades derivam do seu mecanismo central como inibidor da ciclo-oxigenase, suprimindo a produção interna de prostaglandinas por parte do organismo — os sinais químicos que iniciam e mantêm estes sintomas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Febrofen?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O Febrofen (cetoprofeno) está associado a avisos graves relativos a riscos cardiovasculares e gastrointestinais, conforme destacado na rotulagem regulamentar oficial.

Reações Adversas Graves e Avisos de Segurança

Os documentos regulamentares oficiais enfatizam o potencial para a ocorrência de acontecimentos adversos graves. Estes eventos podem surgir sem aviso prévio e incluem:

  • Eventos Trombóticos Cardiovasculares (CV) Graves: Este risco abrange ocorrências potencialmente fatais, tais como o enfarte do miocárdio (ataque cardíaco) e o acidente vascular cerebral (AVC). O risco pode manifestar-se logo no início do tratamento e pode aumentar com a duração da utilização e com doses mais elevadas.
  • Eventos Gastrointestinais (GI) Graves: Incluem hemorragia, ulceração e perfuração do estômago ou dos intestinos, situações que podem ter um desfecho fatal.
  • Hepatotoxicidade e Toxicidade Renal: Lesões graves no fígado ou nos rins, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda.
  • Reações Alérgicas/Hipersensibilidade Graves: Incluindo anafilaxia e reações cutâneas graves.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As seguintes reações são classificadas pelas autoridades reguladoras com base no sistema orgânico e na frequência de ocorrência:

Classe de Sistema de Órgãos Reações Adversas Comuns (ex: >3%)
Perturbações Gastrointestinais Dispepsia (a mais comum), náuseas, dor abdominal, diarreia, flatulência, obstipação (prisão de ventre).
Perturbações do Sistema Nervoso Cefaleias (dores de cabeça), tonturas, sonolência.

Contraindicações e Restrições de Segurança

O Febrofen é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) em determinadas circunstâncias, de acordo com as normas regulamentares:

  • Para o tratamento da dor imediatamente antes ou após uma cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário ou CABG).
  • Durante o último trimestre de gravidez (a partir das 30 semanas de gestação), devido ao risco de danos para o feto.
  • Em doentes com uma reação alérgica conhecida (ex: asma, urticária) ao cetoprofeno, à aspirina ou a outros AINEs.

É necessária precaução e monitorização em grupos específicos de doentes, incluindo idosos (devido ao maior risco gastrointestinal) e doentes com condições preexistentes, como hipertensão arterial, insuficiência cardíaca ou historial de úlceras gástricas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Ação Imediata Necessária

Em caso de suspeita de sobredosagem com Febrofen, deve procurar-se assistência médica de emergência imediata. É obrigatório contactar os serviços de urgência ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), mesmo que o indivíduo pareça estar bem ou que os sintomas ainda não se tenham desenvolvido.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A sobredosagem com produtos como o Febrofen (um anti-inflamatório não esteroide) está oficialmente documentada como causadora de uma variedade de efeitos, que dependem frequentemente da quantidade ingerida. As manifestações comuns incluem mal-estar gastrointestinal, tais como náuseas, vómitos e dor na parte superior do abdómen. Os efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC) podem manifestar-se sob a forma de sonolência, confusão ou tonturas.

Consequências Graves

Em casos de ingestão de grandes quantidades ou em crianças, podem ocorrer desfechos graves ou que colocam a vida em risco. Estes incluem manifestações profundas como acidose metabólica, hipotensão grave, coma e convulsões. Em instâncias raras, foram reportadas complicações sérias como insuficiência renal aguda e depressão respiratória.

Gestão e Intervenção Médica

Oficialmente, não existe um antídoto específico disponível para a sobredosagem por Febrofen. A gestão clínica foca-se nos cuidados de suporte e no tratamento dos sintomas. As medidas podem incluir esforços para reduzir a absorção sistémica (como a administração de carvão ativado, se apropriado) e o tratamento de complicações, como convulsões ou tensão arterial gravemente baixa, à medida que estas surjam. É frequentemente necessária a monitorização hospitalar da função renal, da pressão arterial e do estado ácido-base para gerir uma eventual toxicidade orgânica.

Usos terapêuticos de Febrofen

Alívio do Desconforto Sintomático e Episódios Agudos

O Febrofen é habitualmente utilizado em situações onde se justifica uma ajuda sintomática de curta duração, abordando grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores. De acordo com informações de referência sobre este tipo de fármacos, o seu uso pode auxiliar na abordagem de sintomas relacionados com o desconforto físico. Proporciona um suporte sintomático quando os sintomas se intensificam, o que ajuda a atenuar o fardo sintomático global de episódios agudos.


Apoio à Estabilidade em Condições Flutuantes

É comummente utilizado em condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas ou naquelas que envolvem manifestações episódicas, tais como dores associadas a doenças artríticas e sintomas de desequilíbrio sistémico (febre). Aplica-se em contextos onde é necessário um suporte sintomático adicional para gerir sintomas que interfiram com o conforto diário. Esta ação contribui para a melhoria do bem-estar quotidiano durante as fases sintomáticas.

O apoio prestado ajuda o paciente a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis, auxiliando na estabilidade funcional.

Facto Rápido: Suporte para Sintomas de Desconforto Físico


Assistência Temporária em Situações de Esforço Funcional

O Febrofen é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou tensão, sendo aplicado durante fases em que o paciente experiencia um esforço fisiológico notório. É geralmente utilizado quando uma gestão sintomática de suporte é considerada adequada, ajudando a controlar sintomas que se agrupam em padrões que requerem uma gestão de apoio a curto prazo. Este cuidado apoia os pacientes durante episódios difíceis, aliviando o sofrimento, e é utilizado quando a estabilização de sintomas a curto prazo é importante.

Critérios de utilização e restrições

Populações que Não Devem Utilizar Febrofen (Contraindicações)

A utilização do Febrofen (Cetoprofeno) é estritamente determinada pela documentação regulamentar oficial, que define as populações específicas que podem ou não tomar o medicamento. O Febrofen é absolutamente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao cetoprofeno ou a qualquer outro Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), incluindo aqueles em que a aspirina ou outros AINEs provoquem asma, urticária ou reações alérgicas. O uso está também proibido em doentes que tenham sido submetidos recentemente a uma cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário ou CABG), ou naqueles que apresentem úlceras pépticas ativas, hemorragia gastrointestinal, insuficiência cardíaca grave não controlada ou insuficiência renal grave. Além disso, a sua utilização é estritamente contraindicada durante o terceiro trimestre de gravidez.

Restrições de Elegibilidade e Uso Condicional

A segurança e a eficácia deste medicamento não estão estabelecidas para a população pediátrica (menores de 18 anos). Os idosos (65+) são elegíveis, mas a sua utilização requer precaução e uma monitorização rigorosa devido ao risco acrescido de complicações. O uso não é recomendado em mulheres que estejam a amamentar ou naquelas que estejam a tentar engravidar. Doentes com compromisso da função renal ou hepática, história de hipertensão ou doença cardiovascular estabelecida devem utilizar a dose mínima eficaz durante o período mais curto possível, conforme definido na rotulagem oficial.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros Medicamentos e Produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Febrofen (Cetoprofeno) através de restrições farmacocinéticas e farmacodinâmicas específicas. A coadministração com outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) e salicilatos em doses elevadas é oficialmente proibida ou deve ser evitada, devido ao risco aditivo de ulceração gastrointestinal e hemorragia.

Interações Farmacodinâmicas e de Eliminação

Classe ou Substância de Interação Resultado Documentado Oficialmente
Anticoagulantes (ex: Varfarina, Heparina) Aumento do risco de efeitos hemorrágicos ou hemorragia.
Lítio e Metotrexato (doses elevadas) Concentrações sanguíneas elevadas destas substâncias devido à redução da depuração renal.
ISRS e Corticosteroides Orais Maior risco de ulceração gastrointestinal ou hemorragia.

No caso do Metotrexato em doses elevadas, a rotulagem regulamentar especifica uma regra de tempo obrigatória: este não deve ser administrado menos de 12 horas antes do início ou após o fim do tratamento com Cetoprofeno. O perfil de interações observa que o Álcool (Etanol) aumenta o risco de hemorragia gástrica. Além disso, está documentado que uma refeição rica em gordura atrasa as concentrações plasmáticas máximas das formulações de libertação prolongada. No contexto perioperatório de uma cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário ou CABG), o Cetoprofeno é formalmente contraindicado para a gestão da dor.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Febrofen

O Febrofen (cetoprofeno) atua como um anti-inflamatório não esteroide (AINE), operando essencialmente através de vias de sinalização mediadas por enzimas para alterar cascatas bioquímicas específicas. A sua ação fundamental envolve a inibição não seletiva das enzimas ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2). Esta interação interrompe a cascata metabólica responsável pela produção de prostaglandinas, que são mediadores lipídicos potentes derivados do ácido araquidónico. Esta modificação molecular resulta na supressão da produção de eicosanoides pró-inflamatórios e na subsequente alteração da sinalização nociceptiva ao nível periférico.

Para além da inibição da COX, o fármaco modula outros processos inflamatórios, influenciando potencialmente a via da lipo-oxigenase e afetando sistemas regulados por mediadores como a bradicinina. Adicionalmente, o cetoprofeno apresenta efeitos no sistema nervoso central (SNC), envolvendo provavelmente mecanismos serotonérgicos. Esta ação influencia o processamento dos sinais nociceptivos aos níveis espinal e supraespinal, contribuindo para uma modulação fisiológica sistémica.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Febrofen: Diretrizes Oficiais de Administração

A utilização do Febrofen (Cetoprofeno) é definida pelas suas formas aprovadas, vias de administração e instruções posológicas específicas, conforme estruturado pelas autoridades reguladoras. O princípio geral para todas as apresentações consiste na utilização da dose mínima eficaz durante o período de tratamento mais curto possível.


Vias de Administração e Formas Farmacêuticas

O Febrofen é administrado através de duas vias principais: a via oral, para um efeito sistémico, utilizando cápsulas de libertação imediata, comprimidos de libertação prolongada ou comprimidos com revestimento entérico; e a via tópica ou cutânea, através de um gel para aplicação localizada.


Regimes Posológicos e Frequência Padrão

Contexto de Utilização Dose e Frequência Padrão no Adulto
Condições Crónicas (ex: Artrite) Formas de Libertação Imediata: 150 a 200 mg diários, habitualmente divididos em 3 ou 4 doses. A dose máxima diária é de 300 mg. Formas de Libertação Prolongada: 200 mg tomados uma vez por dia.
Dor Aguda / Dismenorreia Formas de Libertação Imediata: 25 mg a 50 mg a cada 6 ou 8 horas, conforme necessário.
Gel Tópico Aplicado 2 a 4 vezes por dia na área afetada; o tratamento, geralmente, não deve exceder uma semana.

Requisitos de Administração e Ajustes de Dose

As formas orais podem ser tomadas com alimentos, leite ou antácidos para minimizar um eventual desconforto gastrointestinal. Os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não devem ser partidos, esmagados ou mastigados. São necessários ajustes posológicos em populações específicas: os idosos e os doentes com compromisso renal ou hepático conhecido devem iniciar o tratamento com uma dose mais baixa e ter a sua ingestão diária total restrita (por exemplo, a dose máxima pode ser limitada a 100 mg/day em caso de compromisso renal grave). A segurança e a eficácia das formas orais sujeitas a receita médica não estão estabelecidas em pacientes pediátricos.

Evidência clínica recente

Febrofen: Evidência Clínica Recente


Evidência para Condições Inflamatórias Crónicas e Articulares

A base de investigação que analisa o Febrofen em patologias inflamatórias crónicas, tais como a Osteoartrite e a Artrite Reumatoide, inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e Revisões Sistemáticas. Estes estudos exploraram a evolução dos sintomas em populações adultas, monitorizando desfechos comunicados pelos doentes relativos à rigidez articular, atividade funcional e desconforto físico, ao longo de períodos que variam entre várias semanas e alguns meses. A investigação indica que a evidência comparativa que contraste diretamente todas as formas disponíveis de cetoprofeno (oral vs. tópica) para todas as condições articulares crónicas poderá ser insuficiente no conjunto global de dados.


Evidência para Dor Aguda e Condições Traumáticas

O Febrofen foi estudado para padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos associados a condições agudas, como a dor após cirurgia dentária ou ortopédica e lesões traumáticas. A investigação envolveu principalmente ECCA de dose única em populações adultas. Estes estudos exploraram resultados que descrevem alterações episódicas, monitorizando o tempo decorrido até se observarem as alterações iniciais na intensidade da dor e a necessidade de medicação analgésica suplementar. Os resultados indicam que foram observados efeitos relacionados com o desconforto físico nestes ensaios de curta duração.


Evidência para a Gestão de Sintomas Sistémicos (Febre)

As propriedades do cetoprofeno relevantes para resultados associados a desequilíbrios sistémicos ou funcionais (febre) foram estudadas em ensaios comparativos com outros agentes utilizados para tratar a temperatura corporal elevada e sintomas sistémicos associados. A investigação analisou a alteração da temperatura corporal em intervalos de tempo definidos. Comparativamente à extensa investigação sobre a dor, o volume de evidência derivado de contextos focados especificamente e apenas na febre, como desfecho primário, é menos substancial.


Lacunas na Evidência e Incerteza na Investigação

Uma limitação frequentemente citada na investigação é a informação limitada quanto a resultados a longo prazo que se estendam por vários anos de utilização contínua, uma vez que as durações de acompanhamento em muitos ensaios fundamentais foram limitadas a períodos intermédios. A maioria da investigação de elevada qualidade foi avaliada na população adulta geral. Os dados para determinados grupos específicos — tais como grávidas, crianças abaixo de uma certa idade ou doentes com condições médicas complexas coexistentes — continuam a ser insuficientes ou estão ainda a emergir.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Febrofen (FAQ)

P: O que é o Febrofen e como funciona?

O Febrofen é o nome comercial do ibuprofeno, um anti-inflamatório não esteroide (AINE). Atua bloqueando a produção de certas substâncias naturais no organismo que causam inflamação, dor e febre.

P: Para que é utilizado o Febrofen?

O Febrofen é utilizado para o alívio temporário da dor e redução da febre causadas por diversas condições, incluindo:

  • Dores de cabeça
  • Dor de dentes
  • Dores menstruais
  • Dores musculares
  • Dores ligeiras de artrite
  • Constipação comum ou gripe

P: Quanto tempo demora o Febrofen a começar a fazer efeito?

Geralmente, os efeitos do Febrofen começam a ser percetíveis decorridos 20 a 30 minutos após a toma da dose oral. Para o alívio da dor, o efeito total é frequentemente sentido no prazo de 1 a 2 horas.

P: O Febrofen pode ser tomado com o estômago vazio?

Não, recomenda-se geralmente que o Febrofen seja tomado com alimentos ou leite. Este procedimento pode ajudar a prevenir o mal-estar estomacal e reduzir o risco de efeitos secundários digestivos, tais como a irritação gástrica.

P: O Febrofen pode ser tomado com outros analgésicos?

O Febrofen (ibuprofeno) não deve ser tomado em simultâneo com outros AINEs, tais como o naproxeno, o celecoxib ou a aspirina em doses elevadas, pois isto aumenta o risco de efeitos secundários graves, especialmente hemorragias estomacais. Deve também evitar a combinação com produtos que já contenham ibuprofeno na sua composição.

Contudo, pode geralmente ser tomado com paracetamol (um tipo diferente de analgésico), uma vez que estes atuam de forma distinta e não aumentam o risco de hemorragia da mesma forma. Consulte sempre um profissional de saúde ou farmacêutico se tiver dúvidas.

P: Quais são os efeitos secundários comuns do Febrofen?

Os efeitos secundários comuns do Febrofen podem incluir:

  • Mal-estar estomacal ou náuseas
  • Azia
  • Tonturas
  • Dor de cabeça
  • Dor ou desconforto abdominal ligeiro

Estes efeitos secundários são frequentemente ligeiros e podem diminuir à medida que o organismo se adapta à medicação. Se estes persistirem ou piorarem, contacte o seu prestador de cuidados de saúde.

P: Quem não deve tomar Febrofen?

O Febrofen não é adequado para todas as pessoas. Não tome Febrofen se tiver:

  • Uma alergia conhecida ao ibuprofeno, à aspirina ou a outros AINEs.
  • Antecedentes de asma, urticária ou reações alérgicas após a toma de aspirina ou outros AINEs.
  • Antecedentes de úlceras gástricas ou hemorragia no estômago ou intestinos causada por AINEs.
  • Insuficiência cardíaca grave.
  • Estiver nos últimos três meses de gravidez.

É essencial discutir a sua história clínica com um profissional de saúde antes de iniciar o Febrofen.

Como Febrofen deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Febrofen (Cetoprofeno)

O Febrofen (Cetoprofeno) deve ser conservado de acordo com as especificações regulamentares oficiais para garantir a manutenção da sua estabilidade.

Requisitos de Conservação

Requisito Condição
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, entre os 20 °C e os 25 °C.
Proteção Não permitir o congelamento e evitar o calor excessivo. Proteger da luz e da humidade.
Embalagem Manter o recipiente bem fechado e utilizar um fecho de segurança para crianças.

Manuseamento e Eliminação

Todos os produtos medicinais devem ser guardados fora do alcance e da vista das crianças. Não conserve medicamentos fora do prazo de validade ou que já não sejam necessários. Os doentes devem consultar um profissional de saúde ou o farmacêutico para obter orientações sobre o método adequado para rejeitar qualquer porção não utilizada, assegurando que a eliminação cumpre os regulamentos ambientais locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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