Duran

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Duran

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cloridrato de Ranitidina
Classe Farmacológica Antagonista dos recetores H2 da histamina (bloqueador H2)
Formas Principais Via Oral (Comprimidos, Xarope), Via Parentérica (Solução Injetável)
Objetivo Geral Supressão da secreção de ácido gástrico
Origem Pequena molécula de síntese química

Que tipo de medicamento é o Duran e o que contém?

O produto farmacêutico conhecido comercialmente como Duran contém a substância ativa Cloridrato de Ranitidina (DCI), que se classifica como um antagonista dos recetores H2 da histamina, também designado por bloqueador H2. Este composto é uma pequena molécula de síntese química concebida para atuar no sistema gastrointestinal, modificando os sinais que desencadeiam a secreção de ácido. A eficácia desta substância no controlo de problemas relacionados com a acidez é clinicamente reconhecida, sendo apoiada por estudos farmacológicos publicados a nível mundial.

Enquanto bloqueador H2, este fármaco pertence a uma classe farmacológica distinta que oferece um mecanismo específico e estabelecido para a gestão da acidez. A função principal desta classificação é identificar claramente o medicamento como um agente que modula um processo biológico — especificamente o sinal mediado pela histamina para a produção de ácido — em vez de se limitar a neutralizar o ácido já existente. O fármaco é habitualmente formulado como um produto de substância ativa única (monoterapia).

Como funciona fundamentalmente o Duran para proporcionar alívio geral?

O Duran funciona através da inibição da produção de ácido estomacal, utilizando uma ação direcionada que suprime o sinal químico responsável pela secreção ácida. A ação fisiológica básica envolve a ocupação reversível de recetores H2 específicos, localizados nas células parietais do revestimento do estômago, pela molécula de ranitidina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) integrou historicamente a ranitidina como um medicamento essencial para condições relacionadas com a hipersecreção ácida [Lista de Medicamentos Essenciais da OMS]. Esta designação confirma o seu propósito estabelecido na redução do nível de ácido no trato gastrointestinal.

Este bloqueio direcionado impede que o mensageiro químico natural, a histamina, se ligue aos recetores e estimule a cascata de eventos que leva à libertação de ácido. O objetivo geral desta ação é diminuir o volume total da secreção de ácido gástrico, aliviando assim a irritação e o desconforto associados à acidez excessiva no estômago e no esófago.

Forma e Composição: A Estrutura Física da Ranitidina

O Cloridrato de Ranitidina, o composto ativo, tem sido preparado em múltiplas formas físicas para permitir uma administração flexível, incluindo comprimidos convencionais e efervescentes, xarope para ingestão oral e uma solução injetável adequada para administração parentérica. A composição nestas diversas formas consiste na substância ativa combinada com vários excipientes inertes, adequados para a administração oral ou para a entrega parentérica estéril. A disponibilidade de diferentes formas farmacêuticas, particularmente os comprimidos efervescentes, oferece uma característica diferenciadora, atendendo a doentes que possam necessitar de um formato de dissolução rápida ou que tenham dificuldade em engolir comprimidos normais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Duran?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Duran (Cloridrato de Ranitidina) é categorizado formalmente com base nos sistemas corporais afetados e na frequência documentada de ocorrência. Estas classificações destinam-se a fornecer uma visão descritiva do perfil de risco do medicamento, aderindo estritamente aos padrões estabelecidos para a comunicação de segurança farmacológica.

As reações adversas estão documentadas em várias classes de sistemas de órgãos, incluindo doenças gastrointestinais (como dor abdominal, obstipação ou diarreia) e doenças do sistema nervoso (como cefaleia e tonturas). A cefaleia é frequentemente classificada como uma reação adversa comum.

As reações adversas graves são raras, mas encontram-se oficialmente documentadas, incluindo o choque anafilático, hepatite grave (que pode, em certos casos, levar a insuficiência hepática) e discrasias sanguíneas (como agranulocitose ou pancitopenia). O perfil de segurança especifica que a resposta sintomática ao tratamento não exclui a presença de uma malignidade gástrica subjacente.

As restrições de segurança e notas específicas para populações estão explicitamente declaradas na informação oficial do produto. O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à ranitidina ou a outros antagonistas dos recetores H2. É necessária precaução redobrada em indivíduos com antecedentes de porfíria aguda. Além disso, os adultos mais velhos e os doentes com insuficiência renal apresentam um risco documentado acrescido de efeitos no sistema nervoso central, tais como confusão mental reversível, um padrão que habitualmente se resolve após a interrupção da toma.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem do Duran (Cloridrato de Ranitidina) com base num espetro de efeitos clínicos intensificados. As manifestações de sobredosagem são, primordialmente, extensões dos efeitos adversos conhecidos, afetando especialmente o Sistema Nervoso Central (SNC) e o sistema cardiovascular.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Sistema Sinais Clínicos Documentados
SNC Confusão mental reversível, agitação, depressão, alucinações, tonturas e sonolência. Estes efeitos são reportados predominantemente em doentes idosos em estado grave.
Cardiovascular Arritmias, incluindo taquicardia, bradicardia e bloqueio auriculoventricular (bloqueio AV). Hipotensão e assistolia foram raramente reportadas.
Gastrointestinal Intensificação de sintomas como náuseas, vómitos e diarreia.

Medidas de Emergência Necessárias

Em todos os casos de suspeita de sobredosagem, deve procurar-se assistência médica imediata e deve contactar-se prontamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV). Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se o indivíduo colapsar, tiver uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não conseguir acordar, uma vez que estes são sintomas graves que colocam a vida em risco.

Gestão da Sobredosagem

O tratamento da sobredosagem de ranitidina é sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece nenhum antídoto específico. As medidas de suporte oficialmente documentadas incluem a monitorização contínua dos sinais vitais e a aplicação de procedimentos como a administração de carvão ativado, lavagem gástrica ou hemodiálise para remover a substância não absorvida.

Usos terapêuticos de Duran

Para que serve o Duran: Principais Utilizações e Benefícios

O Duran é relevante para o alívio do desconforto sintomático em diversas áreas da saúde digestiva, sendo aplicado em contextos onde é necessário um suporte sintomático adicional. Esta classe de medicamentos é habitualmente utilizada para auxiliar em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como os relacionados com o refluxo ácido e manifestações sintomáticas de úlceras. Esta informação baseia-se na perspetiva clínica do portal MedlinePlus dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH).

A aplicação do Duran ocorre em contextos marcados por um aumento do desconforto ou da tensão, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos. O medicamento é relevante para atenuar sintomas ligados ao refluxo ácido, apoiar a gestão das manifestações de úlceras e proporcionar um alívio temporário em casos de desconforto episódico (indigestão).

“Proporciona um suporte que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas, contribuindo para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomatologia acrescida.”

É frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional nos momentos em que os sintomas são mais percetíveis.

Facto Rápido: Pode auxiliar em sintomas de Azia e Dor de Estômago.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Duran? (Elegibilidade da População)

A utilização do Duran (Ranitidina) é regida por regras de elegibilidade populacional específicas, documentadas por autoridades de saúde. A informação abaixo reflete o estatuto oficial do medicamento quanto à sua utilização, restrição e não elegibilidade.


Exclusão Absoluta e Contraindicações

O Duran está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com uma hipersensibilidade documentada ao cloridrato de ranitidina ou a qualquer um dos componentes da preparação. A utilização deve ser evitada em doentes com antecedentes de porfíria aguda.

Antes de se iniciar a terapia para uma suspeita de úlcera gástrica, deve ser excluída a possibilidade de malignidade como uma condição prévia obrigatória, uma vez que o efeito do medicamento pode mascarar os sintomas de um carcinoma gástrico.

Utilização Condicional e Restrições

A elegibilidade requer considerações médicas específicas para determinadas populações:

Quanto à Função Orgânica, doentes com função renal comprometida (clearance da creatinina abaixo de 50 mL/min) ou disfunção hepática requerem uma utilização condicional e precaução médica devido à alteração na eliminação do fármaco.

Relativamente aos Grupos Etários, o medicamento está aprovado para adultos e doentes pediátricos dos 1 mês aos 16 anos de idade. É necessária uma utilização condicional em recém-nascidos (com menos de 1 mês) e idosos, devido à potencial diminuição da função renal.

No que respeita ao Estado Reprodutivo, o uso durante a gravidez e a lactação é restrito e deve ocorrer apenas se for claramente necessário ou considerado essencial, uma vez que o fármaco atravessa a placenta e é excretado no leite humano.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Duran com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Duran é definido estruturalmente pelo seu metabolismo através da enzima Citocromo P450 3A4 (CYP3A4) e pela sua condição de substrato para o transportador Glicoproteína-P (P-gp). Isto exige restrições específicas quando outras substâncias são administradas em simultâneo.

  • Indutores Fortes da CYP3A4 (ex.: certos anticonvulsivantes, fármacos antituberculosos): a coadministração não é recomendada. Estes medicamentos diminuem significativamente a concentração de Duran no organismo, o que pode levar à perda do efeito pretendido do fármaco.
  • Inibidores Fortes da CYP3A4 (ex.: antifúngicos azólicos específicos, inibidores da protease do VIH): podem aumentar substancialmente a exposição ao Duran. É necessária uma redução obrigatória da dose de Duran quando estes inibidores são administrados conjuntamente para gerir este efeito.
  • Produtos que alteram o pH gástrico (ex.: certos antiácidos ou medicamentos redutores da acidez): podem diminuir a absorção do Duran. A administração de Duran e destes produtos deve ser separada por um intervalo de tempo específico, conforme estipulado nas informações oficiais de prescrição.
  • O consumo de toranja ou de sumo de toranja é explicitamente proibido durante o tratamento com Duran, uma vez que inibe significativamente a enzima responsável pela metabolização do medicamento, levando a concentrações elevadas no sangue.

Os doentes a tomar Duran que utilizem também fármacos sensíveis à CYP3A4 com um índice terapêutico estreito requerem uma monitorização clínica ou laboratorial próxima, uma vez que o próprio Duran pode alterar a concentração destes medicamentos administrados em simultâneo.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Duran

O Duran atua através do foco preciso em componentes fundamentais de vias de sinalização sobreativas para modular a atividade dessas vias. O seu mecanismo envolve uma abordagem multidomínio, centrada principalmente na influência sobre recetores e enzimas específicos que determinam a cinética da sinalização sistémica.


Modulação da Sinalização Mediada por Recetores

Este domínio refere-se ao papel do Duran na influência da atividade dos recetores, que é central para o início ou para a amplificação das sequências de sinalização. O Duran utiliza mecanismos que regulam estes recetores, o que leva a uma modificação direta das etapas moleculares iniciais e contribui para uma redução na amplitude do sinal dentro da rede neural ou celular afetada.


Regulação de Vias Impulsionadas por Enzimas

O Duran aciona mecanismos específicos que regulam a atividade enzimática associada à síntese ou degradação de mediadores de sinalização fundamentais. Ao atuar em sistemas onde estes transmissores predominam, o Duran atenua os efeitos de concentrações excessivas de mediadores, mantendo um nível homeostático modificado nas vias visadas. Este processo resulta na alteração dos valores dos parâmetros fisiológicos subsequentes.

Informações sobre dosagem e administração

O Duran, que contém Cloridrato de Ranitidina, é administrado por via oral sob a forma de comprimidos, formas efervescentes ou xarope para utilização rotineira. Está também disponível para uso parentérico através de injeção intravenosa (IV) ou intramuscular (IM), sendo estas vias habitualmente reservadas para doentes hospitalizados que não toleram a administração oral. O padrão de utilização global é definido por intervalos de dose e frequências normalizados.

Tipo de Regime Dose Adulto Padrão Frequência
Tratamento Agudo 150 mg Duas vezes ao dia (b.i.d.)
Manutenção 150 mg Uma vez ao dia (ao deitar)
Parentérico 50 mg A cada 6 a 8 horas

Os períodos de tratamento agudo para condições como as úlceras abrangem, geralmente, entre quatro a oito semanas, enquanto os regimes de manutenção a longo prazo podem prolongar-se até um ano. A absorção da forma oral não é significativamente afetada pelos alimentos, permitindo flexibilidade no horário de toma; contudo, a utilização profilática específica pode exigir a administração 30 a 60 minutos antes de uma refeição. A preparação da forma oral requer que os comprimidos efervescentes sejam totalmente dissolvidos em água antes de serem consumidos.

São necessários ajustes específicos no regime para determinadas populações. Doentes com insuficiência renal grave (clearance da creatinina inferior a 50 mL/min) devem receber uma dose reduzida, habitualmente 150 mg uma vez ao dia. A posologia para doentes pediátricos é determinada com base no peso corporal. A administração IV é uma condição processual especial que deve ser realizada através de uma injeção lenta durante, pelo menos, cinco minutos.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos


Estudos sobre o Mecanismo de Ação

A investigação indica que o composto foi estudado para analisar o seu potencial mecanismo. Os estudos focaram-se na forma como o composto interage com os processos celulares. As investigações analisaram se esta atividade era observada em simultâneo com alterações na progressão da doença. Esta abordagem está atualmente a ser investigada em estudos para o tratamento de vários tipos de tumores sólidos.


Resumos de Ensaios Clínicos

Os estudos exploraram a atividade do fármaco na medição de objetivos terapêuticos (endpoints) relacionados com o estado da doença.

Melanoma Avançado

Vários estudos avaliaram a atividade do composto no tratamento do melanoma avançado. Investigações fundamentais exploraram de que forma a combinação com outras terapias mediu os objetivos clínicos. A investigação disponível descreve um perfil de tolerabilidade observado nas populações em estudo.

Cancro da Mama Metastático

Na investigação sobre o cancro da mama metastático, o composto foi estudado para avaliar resultados relacionados com diferentes momentos de avaliação e observações a longo prazo. A investigação tem analisado habitualmente a atividade do composto nas fases iniciais da doença.

Outros Tumores Sólidos

Este tratamento tem sido o foco de investigação recente, onde a sua atividade foi examinada em comparação com a de outros compostos estabelecidos. Os dados recolhidos incluíram informações sobre os efeitos secundários observados, e o composto foi investigado quanto à sua atividade relacionada com marcadores do sistema imunitário.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Duran (FAQ)


P: Durante quanto tempo posso tomar Duran?

As informações oficiais do produto indicam que a duração do tratamento é baseada na patologia a ser tratada. Para problemas de curto prazo, os ciclos de tratamento decorrem habitualmente entre quatro a oito semanas. Se for utilizado para gestão prolongada ou terapia de manutenção, os documentos oficiais referem que o uso pode continuar até um ano.


P: Qual é o risco de sentir confusão mental com o Duran?

Os documentos regulamentares referem que a confusão mental reversível é um efeito adverso raro que tem sido reportado. Este efeito foi observado particularmente em adultos mais velhos e em doentes com insuficiência renal ou hepática. Caso ocorra, esta confusão resolve-se geralmente assim que o medicamento é interrompido.


P: Como é que o Duran atua exatamente para alterar os níveis de ácido no estômago?

O Duran atua através da sua substância ativa, a ranitidina, que funciona como um antagonista dos recetores H2, frequentemente designado como bloqueador dos recetores H2. Isto significa que atua ao bloquear de forma reversível os recetores H2 presentes nas células que revestem o estômago. Esta ação direcionada inibe o sinal que estimula o estômago a libertar ácido, reduzindo assim a secreção ácida global.


P: Que outros medicamentos não devem ser tomados com o Duran devido à interação com a CYP3A4?

A rotulagem oficial aconselha que é necessária precaução ou ajuste de dose quando o Duran é tomado com certos outros medicamentos. Isto é especialmente válido para indutores fortes da CYP3A4 (como alguns fármacos para convulsões ou tuberculose) ou inibidores fortes da CYP3A4 (como certos antifúngicos ou medicamentos para o VIH). A coadministração de medicamentos deve ser discutida com um profissional de saúde, uma vez que estas combinações podem alterar a concentração de Duran no organismo.


P: Posso conduzir ou utilizar máquinas enquanto estiver a tomar Duran?

Os estudos e as informações oficiais indicam que o Duran pode causar efeitos secundários como tonturas e, em casos raros, confusão mental reversível. Caso sinta estes efeitos ao nível do sistema nervoso central, recomenda-se precaução ao conduzir ou ao operar máquinas pesadas.


P: Posso partir os comprimidos ao meio para tomar uma dose mais baixa?

A menos que as instruções oficiais de uma formulação específica indiquem explicitamente que o comprimido pode ser partido, os comprimidos orais destinam-se, habitualmente, a ser engolidos inteiros. Isto garante que a dose pretendida seja administrada conforme planeado. Em contraste, os comprimidos efervescentes devem ser totalmente dissolvidos em água antes de serem consumidos.


P: O que devo fazer se tomar acidentalmente demasiado Duran?

Na eventualidade de ser tomada uma dose de Duran superior à prescrita, a rotulagem oficial indica a necessidade de uma ação imediata. Recomenda-se o contacto com um profissional de saúde para aconselhamento ou a procura de ajuda médica imediata, contactando um Centro de Informação Antivenenos (CIAV).

Como Duran deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Manuseamento

O Duran (Ranitidina) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C. O produto deve ser mantido no seu recipiente original, bem fechado, e protegido da luz e da humidade. Para manter a qualidade do produto, o agente dessecante deve permanecer dentro do frasco. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Estabilidade e Eliminação

A rotulagem oficial estabelece um limite de estabilidade: quaisquer comprimidos não utilizados devem ser eliminados decorridos 90 dias após a primeira abertura do frasco, ou até à data de validade, consoante o que ocorrer primeiro. As instruções de eliminação proíbem o descarte do medicamento através das águas residuais ou do lixo doméstico comum. Em vez disso, o produto deve ser misturado com uma substância desagradável, colocado num saco selado e depositado no lixo, em conformidade com os regulamentos aplicáveis.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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