Duplot

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Duplot

Opção de tratamento: Diabetes Mellitus, Type 2 Diabetes

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Duplot

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de Pioglitazona
Forma farmacêutica Comprimido (oral)
Classe farmacológica Agente Antidiabético - Tiazolidinediona (TZD)
Ação principal Sensibilizador de insulina
Origem Composto sintético

Qual é a Identidade e Classificação do Duplot?

O Duplot é uma formulação de marca específica, sujeita a receita médica, que utiliza a substância ativa Cloridrato de Pioglitazona, classificando-se como um Agente Antidiabético. Este composto pertence à classe farmacológica conhecida como as tiazolidinedionas ou TZDs, um grupo reconhecido por atuar no controlo da glicémia a nível celular. O Duplot é apresentado sob a forma de comprimido, uma forma farmacêutica sólida destinada à administração sistémica por via oral, refletindo uma abordagem comum para terapêuticas crónicas.

Esta formulação é clinicamente reconhecida pela sua eficácia na melhoria da homeostase global da glicose. Enquanto composto sintético, a Pioglitazona oferece um perfil terapêutico padronizado e consistente, o que apoia a sua utilização em diversas populações de doentes adultos que necessitem de gerir desequilíbrios metabólicos crónicos.

Pioglitazona: Mecanismo e Finalidade

A função central da Pioglitazona é atuar como um sensibilizador de insulina, um mecanismo sustentado por estudos farmacológicos de referência. Esta ação significa que o medicamento melhora a capacidade de resposta dos tecidos à insulina já presente no organismo, em vez de estimular a libertação de insulina adicional.

O objetivo principal da Pioglitazona é direcionado para o controlo de níveis elevados de açúcar no sangue derivados da resistência à insulina. Este mecanismo, que modula recetores celulares fundamentais, distingue a sua função de outros agentes. A terapia é utilizada num cenário típico onde um doente adulto necessita de medicação de manutenção para alcançar um controlo glicémico sustentado, sendo aplicada quer em monoterapia, quer em terapêutica combinada juntamente com outros agentes antidiabéticos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Duplot?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança do Duplot

O perfil de segurança do Duplot é definido por reações adversas formalmente documentadas, que são categorizadas de acordo com a sua frequência e a classe de sistemas de órgãos afetada. A informação de segurança baseia-se em textos regulamentares governamentais, detalhando os riscos para garantir uma utilização informada.

Perfil das Principais Reações Adversas

As reações adversas envolvem frequentemente o Sistema Nervoso (ex.: dores de cabeça, tonturas, sonolência), o Sistema Gastrointestinal (ex.: náuseas, boca seca, prisão de ventre, diarreia) e a Pele e Tecidos Subcutâneos (ex.: hiperidrose ou sudação excessiva). Os eventos adversos são classificados utilizando as categorias internacionais padrão de frequência:

  • Muito Frequentes (igual ou superior a 1/10)
  • Frequentes (igual ou superior a 1/100 a menos de 1/10)
  • Pouco Frequentes (igual ou superior a 1/1.000 a menos de 1/100)
  • Raros (igual ou superior a 1/10.000 a menos de 1/1.000)

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Os documentos regulamentares oficiais identificam certos eventos como graves ou clinicamente significativos, exigindo uma monitorização cuidadosa. Estes riscos graves documentados podem incluir:

  • Reações de Hipersensibilidade: Incluindo reações alérgicas graves, tais como angioedema ou anafilaxia.
  • Eventos Hepáticos: Risco de lesão no fígado, caracterizada por sintomas como icterícia ou elevação das enzimas hepáticas.
  • Efeitos Cardiovasculares: Potencial para hipertensão (aumento da pressão arterial) ou hipotensão ortostática (queda súbita da pressão arterial ao levantar-se).
  • Efeitos Neuropsiquiátricos: Certas populações, particularmente adultos jovens, podem registar um risco acrescido de pensamentos e comportamentos suicidas.
  • Síndrome Serotoninérgica: Uma condição potencialmente fatal associada a níveis excessivos de serotonina, especialmente quando coadministrado com outros agentes serotoninérgicos.

Restrições de Segurança e Monitorização

O rótulo regulamentar especifica Contraindicações (situações em que o fármaco não deve ser utilizado) e Advertências e Precauções de utilização. O uso é habitualmente restrito em doentes com comprometimento hepático ou renal grave, ou hipersensibilidade conhecida ao medicamento. É necessária precaução específica em doentes com antecedentes de perturbações convulsivas ou glaucoma de ângulo fechado, podendo ser necessários ajustes na dose com base na função renal ou hepática. A monitorização rigorosa de alterações de humor e de comportamento é mandatória para todos os indivíduos que iniciam a terapêutica.

Considerações de Segurança Específicas para Populações

Os dados de segurança podem variar entre grupos etários. A revisão regulamentar nota frequentemente a necessidade de vigilância acrescida na população pediátrica e adolescente relativamente à ideação suicida, e na população geriátrica para riscos como a hiponatremia e quedas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações oficiais sobre a sobredosagem deste produto baseiam-se na experiência de ensaios clínicos, nos quais foram administradas doses superiores à dosagem máxima recomendada. Não foram identificadas toxicidades específicas limitantes da dose em estudos clínicos, mesmo quando foram analisadas doses até 600 mg por semana durante 16 semanas ou 300 mg diários durante 7 semanas. Esta exposição a doses elevadas não resultou num conjunto definido de sintomas de sobredosagem graves ou agudos.

Contexto de Sobredosagem Declaração Regulamentar
Apresentações Documentadas Foram administradas doses superiores à máxima recomendada sem evidência de toxicidade limitante da dose.
Resposta de Emergência No caso de uma sobredosagem, o doente deve ser monitorizado quanto a quaisquer sinais ou sintomas de reações adversas.
Ação Necessária Instituir imediatamente o tratamento sintomático adequado.

Com base nos dados dos ensaios, não existe um tratamento específico estabelecido para uma sobredosagem de Duplot além das medidas de suporte. É necessária ajuda médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem, para permitir que um profissional de saúde monitorize o doente relativamente a quaisquer reações adversas e institua prontamente o tratamento sintomático conforme necessário. Os doentes que suspeitem de ter recebido uma sobredosagem devem contactar de imediato os serviços de urgência ou o Centro de Informação Antivenenos da sua região.

Usos terapêuticos de Duplot

Factos Rápidos: Utilização do Duplot

Condição
Trombocitopenia imunitária crónica (para ajudar a aumentar a contagem de plaquetas)

O Duplot é um medicamento aprovado e utilizado no tratamento da trombocitopenia imunitária crónica (PTI) em doentes adultos que não apresentaram uma resposta adequada a tratamentos prévios.

A PTI é uma condição caracterizada por uma contagem baixa de plaquetas, que são fundamentais para a normal coagulação do sangue. O objetivo principal da utilização do Duplot é apoiar o organismo a atingir e a manter níveis de plaquetas suficientes, o que pode ajudar a minimizar o risco de episódios hemorrágicos associados a esta patologia.

Este medicamento é administrado sob a forma de comprimido oral e integra uma abordagem terapêutica que visa oferecer uma alternativa a procedimentos de emergência, tais como as transfusões de plaquetas. Proporciona uma via estruturada para abordar a contagem baixa de plaquetas em indivíduos com PTI persistente. Para informações detalhadas sobre as utilizações aprovadas do fármaco e dados de segurança, deverá consultar as informações oficiais de prescrição.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Duplot — Informação Regulamentar Oficial

O Duplot (Eltrombopag) é um medicamento com regras de elegibilidade estritamente definidas por organismos reguladores para assegurar a sua utilização adequada.

Âmbito de Elegibilidade

Classificação População ou Condição
Utilização Autorizada Adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a 1 ano com Trombocitopenia Imunitária (PTI) crónica que tenham apresentado uma resposta insuficiente a tratamentos anteriores (ex.: corticosteroides, imunoglobulinas).
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Eltrombopag ou a qualquer componente da formulação.
Exclusão/Não Indicado Doentes com Síndromes Mielodisplásicas (SMD) devido ao risco de progressão para Leucemia Mieloide Aguda (LMA).
Utilização Condicionada Doentes com qualquer grau de compromisso hepático (Classes Child-Pugh A, B, C) ou com ascendência do Leste/Sudeste Asiático.

Restrições Etárias e Fisiológicas

A segurança e eficácia do Duplot não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 1 ano para a indicação de PTI. Adicionalmente, doentes com fatores de risco conhecidos para tromboembolismo (formação de coágulos sanguíneos) devem ser tratados com precaução.

No que respeita ao estado reprodutivo, a informação regulamentar indica que o fármaco pode causar danos no feto. É aconselhado que as doentes considerem a interrupção do medicamento ou a suspensão da amamentação durante o período de lactação.

Ligação ao Perfil de Elegibilidade Global

O perfil regulamentar limita estritamente o uso do Duplot a populações específicas com base na idade, estádio da doença e condições pré-existentes. As informações oficiais proíbem a utilização quando existe uma contraindicação formal e designam vários grupos — como indivíduos com compromisso hepático ou de ascendências específicas — como elegíveis apenas sob condições restritas. O medicamento não deve ser utilizado com o intuito de normalizar as contagens de plaquetas, o que reflete uma limitação de uso específica definida pelas autoridades regulamentares.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações oficialmente documentado para o Duplot é definido, em grande parte, pela sua eliminação metabólica e pelos requisitos necessários para a sua absorção.

Interações Farmacocinéticas

O medicamento é metabolizado principalmente através dos sistemas enzimáticos CYP2C9 e CYP3A4. A administração conjunta com certos produtos pode resultar numa alteração significativa da concentração do Duplot no organismo.

Categoria do Produto de Interação Descrição do Resultado Oficial
Inibidores Duplos (Moderados ou Fortes) do CYP2C9 e CYP3A4 Aumentam a exposição ao Duplot, o que está oficialmente associado a um risco de efeitos tóxicos. Exemplos incluem o Fluconazol.
Indutores Duplos (Moderados ou Fortes) do CYP2C9 e CYP3A4 Diminuem a exposição ao Duplot, o que está oficialmente associado a um risco de redução da eficácia. Exemplos incluem a Rifampicina.

Outros Condicionalismos Documentados

O perfil de interações inclui condicionantes que ultrapassam os efeitos metabólicos entre fármacos. A rotulagem oficial descreve a capacidade do medicamento em inibir, in vitro, transportadores específicos, incluindo o OAT3 e o BCRP. Produtos que inibam estes transportadores constituem uma base formal para a ocorrência de interações. Adicionalmente, as informações oficiais indicam que o medicamento deve ser tomado com alimentos para garantir uma absorção consistente e manter a exposição farmacológica esperada.

Notas Específicas para Populações

Está documentado um fator farmacogenómico específico: indivíduos com polimorfismos de perda de função do CYP2C9 (denominados metabolizadores intermédios ou pobres) apresentam uma associação a concentrações sistémicas mais elevadas do medicamento.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Duplot

O mecanismo do Duplot define-se pela sua ação altamente direcionada em recetores nucleares, levando a alterações fundamentais na forma como o organismo gere a glicose. O mecanismo opera através da sensibilização à insulina, em vez de estimular a secreção de insulina.


Ativação do PPAR-gamma e Modulação Génica

O Duplot atua como um agonista seletivo do Recetor gama Ativado por Proliferadores de Peroxisoma (PPAR-gamma), um recetor nuclear que funciona como um fator de transcrição. Esta interação modula a transcrição de genes fundamentais, resultando em componentes celulares que aumentam a capacidade de resposta dos tecidos-alvo à insulina já existente no organismo, em tecidos que incluem o adiposo e o músculo esquelético.


Homeostase da Glicose de Dupla Ação

As alterações moleculares iniciadas pela ativação do PPAR-gamma produzem duas consequências fisiológicas simultâneas: o aumento da sensibilidade periférica à insulina e a redução da produção hepática de glicose (gluconeogénese). O aumento da sensibilidade permite que as células musculares e adiposas eliminem mais glicose do sangue, enquanto a redução da produção pelo fígado limita a adição de nova glicose ao sistema. Este mecanismo combinado resulta numa diminuição líquida da concentração de glicose plasmática em circulação.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

A administração do Duplot (Pioglitazona) é definida por um protocolo estruturado, descrito na documentação regulamentar oficial para o tratamento da Diabetes Mellitus Tipo 2. A via de administração aprovada é a oral, estando os comprimidos formulados para serem tomados uma vez por dia.

Padrão Posológico Especificação (Base Regulamentar)
Dose Diária Inicial Geralmente 15 mg ou 30 mg uma vez por dia, administrados independentemente das refeições.
Dose Diária Máxima Pode ser ajustada em aumentos progressivos de 15 mg dependendo da resposta, não devendo ultrapassar os 45 mg diários.
Manutenção do Esquema No caso de omissão de uma dose, o protocolo estabelece que esta não deve ser duplicada no dia seguinte.
Revisão do Tratamento É formalmente recomendado que a eficácia da terapêutica seja avaliada após três a seis meses para validar a continuidade do tratamento.

Regras de Utilização para Populações Específicas

As instruções oficiais estabelecem restrições para grupos específicos de doentes. Para os adultos seniores, o tratamento é geralmente iniciado com a dose mínima disponível (15 mg). Este limite de dose inicial de 15 mg também se aplica a doentes com determinadas patologias cardíacas (Classe NYHA I ou II). É mandatória uma dose máxima diária de 15 mg quando a Pioglitazona é coadministrada com inibidores fortes do CYP2C8. Este protocolo estruturado define o âmbito completo dos padrões de utilização adequados, desde a fase de iniciação e titulação até às restrições de coadministração e revisão da duração do tratamento.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Duplot

Evidência de Utilização na Trombocitopenia Imunitária (PTI) Crónica

A investigação que sustenta a avaliação do Duplot para a trombocitopenia imunitária (PTI) crónica baseia-se em ensaios clínicos aleatorizados e controlados (ECAC). Estes estudos fundamentais foram realizados em contextos de investigação que envolviam sintomas de PTI flutuantes ou instáveis. Os investigadores analisaram a eficácia da substância em comparação com um placebo (uma substância inativa) em doentes adultos cuja PTI não tinha sido controlada adequadamente por terapêuticas anteriores. Estes ensaios focaram-se em resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, monitorizando especificamente a resposta plaquetária — que consiste em atingir um valor alvo de contagem de plaquetas — e também a frequência e gravidade de episódios hemorrágicos.

Estudos Comparativos e Resultados de Resposta Primária

Os estudos realizados para compreender o perfil de investigação do Duplot foram concebidos prioritariamente para monitorizar os níveis de plaquetas ao longo de um intervalo de tempo definido, comparando doentes que receberam o medicamento com aqueles que receberam placebo. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, focando-se em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional. Especificamente, os estudos monitorizaram a proporção de doentes que atingiram um alvo de contagem de plaquetas pré-especificado. A investigação descreveu também os padrões observados quanto à necessidade de terapêuticas de resgate, tais como transfusões de plaquetas de emergência. Os achados descrevem padrões observados nos estudos a curto e médio prazo, refletindo a evolução dos sintomas nas populações observadas durante a duração do ensaio.


Acompanhamento a Longo Prazo e Durabilidade da Resposta

Embora os ensaios clínicos principais iniciais tenham fornecido dados ao longo de vários meses, não estavam disponíveis períodos de acompanhamento mais longos nesses estudos primários. Por conseguinte, os dados relativos a resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Os investigadores utilizaram estudos de extensão de rótulo aberto e contextos observacionais de avaliação do funcionamento na vida quotidiana para monitorizar dados a mais longo prazo, além do período inicial do ensaio. No entanto, existe informação limitada para resultados a longo prazo relativamente aos padrões de estabilidade da contagem de plaquetas, o que significa que o panorama da evidência depende de dados menos controlados para períodos de acompanhamento muito prolongados.


O Que Ainda Permanece Incerto Sobre a Evidência do Duplot

O que permanece incerto inclui dados sobre a duração ideal da terapêutica para manter as contagens de plaquetas, uma vez que os estudos que exploram alterações de sintomas a curto prazo não abordam totalmente esta questão. Investigação comparativa direta (head-to-head) entre o Duplot e todas as outras terapêuticas alternativas aprovadas para a PTI não está amplamente disponível. Adicionalmente, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, particularmente o que ocorre após o doente interromper a toma do medicamento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Duplot (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Duplot a fazer efeito?

Embora a substância ativa do Duplot seja absorvida poucas horas após a toma do comprimido, o efeito terapêutico total no controlo do açúcar no sangue não é imediato. Os estudos indicam que poderá ser necessário um período de 2 a 3 meses de utilização consistente para observar todos os benefícios do medicamento.

P: O Duplot tem um tempo de semivida longo?

A informação regulamentar indica que a pioglitazona, substância ativa do Duplot, tem um tempo de semivida relativamente curto, de 3 a 7 horas. No entanto, quando se consideram os seus produtos de degradação ativos (metabolitos) no organismo, o tempo de semivida total é mais longo, variando entre 16 a 24 horas.

P: O que acontece se me esquecer de tomar uma dose de Duplot?

Caso se esqueça de uma dose de Duplot, não deve tentar tomar medicação extra para compensar. As informações oficiais de prescrição aconselham os doentes a simplesmente tomar a próxima dose conforme planeado, da forma habitual. Recomenda-se que os doentes discutam qualquer esquecimento com o seu profissional de saúde.

P: O Duplot precisa de ser tomado com alimentos?

De acordo com as diretrizes oficiais de administração, o Duplot está aprovado para ser tomado uma vez por dia e não requer um horário específico em relação às refeições. Pode ser tomado independentemente da ingestão de alimentos.

P: É seguro beber álcool enquanto estiver a tomar Duplot?

A rotulagem oficial não lista o álcool como uma interação direta com o Duplot. No entanto, dado que o álcool pode afetar os níveis de açúcar no sangue e o Duplot é um medicamento para o controlo da glicemia, recomenda-se geralmente limitar o consumo de álcool. Os doentes que pretendam consumir álcool devem consultar um profissional de saúde para obter orientações personalizadas, uma vez que o álcool pode impactar o controlo glicémico.

P: O Duplot afeta as pílulas contracetivas?

Sim, os documentos regulamentares indicam uma interação farmacocinética. Quando tomado com contracetivos orais que contenham certas hormonas (etinilestradiol e noretisterona), o Duplot pode reduzir a concentração destas hormonas no sangue. Esta redução pode resultar numa perda de proteção contracetiva.

P: Quais são as preocupações sobre o Duplot durante a gravidez?

A informação oficial refere que o Duplot só deve ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. O açúcar no sangue elevado e não controlado (diabetes) durante a gravidez está associado a riscos tanto para a mãe como para o bebé. O uso de Duplot durante a gravidez é uma decisão que requer uma avaliação cuidadosa por um profissional médico, considerando os riscos do fármaco e da diabetes não controlada.

P: O Duplot é seguro durante a amamentação?

Não se sabe se a substância ativa do Duplot passa para o leite materno. Devido a esta incerteza, as informações oficiais aconselham que a decisão de continuar a amamentação ou interromper o medicamento requer uma discussão com um profissional de saúde, que avaliará a importância do fármaco para a mãe face aos potenciais riscos desconhecidos para o lactante.

P: Existe uma versão genérica do Duplot disponível?

Sim, a substância ativa do Duplot é o cloridrato de pioglitazona. As autoridades regulamentares aprovaram versões genéricas da pioglitazona em várias dosagens.

P: Durante quanto tempo posso tomar Duplot com segurança?

As informações oficiais de prescrição aconselham precaução quanto à utilização a longo prazo. Estudos demonstraram que o uso de Duplot por mais de um ano pode estar associado a um aumento do risco de cancro da bexiga. A monitorização médica regular e as consultas de revisão são fundamentais para gerir a utilização deste medicamento ao longo do tempo.

P: Vou precisar de fazer análises ao sangue regularmente enquanto tomar Duplot?

Os documentos regulamentares indicam que o médico deve realizar análises ao sangue para verificar a função hepática antes de iniciar a terapêutica com Duplot. A monitorização periódica rotineira das provas hepáticas não é geralmente exigida para doentes sem doença hepática pré-existente; contudo, todas as decisões clínicas relativas a exames são tomadas pelo médico assistente.

P: Porque é que algumas pessoas dizem que se sentiram pior quando começaram a tomar Duplot?

Os avisos oficiais referem que o Duplot pode causar retenção de líquidos no organismo. Esta retenção de líquidos pode, por vezes, levar ao aparecimento ou ao agravamento de insuficiência cardíaca congestiva, o que pode causar sintomas como aumento rápido de peso e falta de ar. Os doentes são habitualmente monitorizados de perto pela sua equipa de saúde quanto a sintomas relacionados com a retenção de líquidos, especialmente ao iniciar a medicação.

P: O que devo fazer se os meus sintomas não melhorarem com o Duplot?

Se o controlo do açúcar no sangue permanecer inadequado, as diretrizes oficiais permitem ajustes no plano de tratamento. Modificações no plano, incluindo a alteração da dose, são tipicamente decididas pelo médico assistente após avaliar a resposta do doente ao tratamento.

P: O Duplot pode ser utilizado em crianças?

Para o tratamento da Diabetes Mellitus Tipo 2, a informação regulamentar oficial estabelece que o Duplot não é recomendado para utilização em doentes pediátricos.

P: O gosto metálico na boca é um efeito secundário conhecido do Duplot?

O gosto metálico na boca não está listado como um efeito secundário comum do Duplot (pioglitazona) quando utilizado isoladamente, de acordo com a rotulagem oficial. Esta reação específica foi observada em estudos quando a pioglitazona é utilizada em combinação com outro medicamento específico para a diabetes (metformina).

P: O Duplot pode afetar o meu ciclo de sono?

Embora a documentação oficial não utilize o termo 'ciclo de sono', efeitos secundários listados como comuns, tais como cefaleias (dores de cabeça) e sonolência, são conhecidos por poderem potencialmente interferir com a qualidade do sono de uma pessoa.

Como Duplot deve ser armazenado e descartado?

Esta secção resume os requisitos oficiais de conservação e eliminação para as cápsulas de Duplot (Duloxetina), tal como definidos na rotulagem regulamentar.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito (Declaração Oficial)
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (20°C a 25°C), sendo permitidas variações pontuais.
Proteção Não congelar e manter afastado de calor excessivo e humidade.
Acondicionamento Manter na embalagem de origem fechada. Não mastigar, esmagar ou abrir a cápsula, uma vez que tal afeta o seu revestimento entérico.
Segurança Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

As normas oficiais de eliminação exigem que os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade sejam descartados corretamente. Não deve deitar o medicamento na sanita ou no esgoto, a menos que receba uma instrução específica de um profissional de saúde ou que o fármaco conste de uma lista aprovada de medicamentos elimináveis por essa via.

Para proceder à eliminação, siga as diretrizes oficiais: utilize um sistema de recolha de medicamentos (como os contentores VALORMED disponíveis nas farmácias) ou, em alternativa, misture o medicamento com uma substância desagradável, coloque-o num recipiente vedado e deposite-o no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Duplot encontrado em:

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