Dulsevia

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dulsevia

O que é o Dulsevia?

Propriedade Descrição
Substância ativa Duloxetina (sob a forma de cloridrato)
Forma farmacêutica Cápsulas duras gastrorresistentes para via oral
Classe farmacológica Inibidor da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina (IRSN)
Uso comum Modulação do humor e de sinais de dor crónica
Origem Composto de síntese

Dulsevia: Identificação e Classificação Farmacológica

O Dulsevia é um medicamento de síntese que contém a substância ativa duloxetina, a qual é classificada farmacologicamente como um Inibidor da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina (IRSN). Este medicamento, comercializado sob a marca Dulsevia, é um produto sujeito a receita médica e pertence ao grupo mais abrangente de agentes do Sistema Nervoso Central (SNC). A categoria dos IRSN é distinta por exercer uma ação dupla, influenciando simultaneamente a recaptação da serotonina e da noradrenalina. Esta dupla ação inibitória é clinicamente reconhecida pelo seu impacto terapêutico na regulação do sistema nervoso central, distinguindo-se de classes mais antigas de agentes neuroquímicos.


Composição e Especificidade da Forma Farmacêutica

O Dulsevia é administrado por via oral sob a forma de cápsulas duras gastrorresistentes. A preparação apresenta um revestimento entérico que a torna resistente ao ambiente altamente ácido do estômago. Este design gastrorresistente é um elemento funcional crítico que garante que a duloxetina permanece intacta à medida que atravessa o estômago, permitindo que seja libertada de forma fiável e absorvida na corrente sanguínea a partir do intestino delgado. Ao contrário das cápsulas convencionais, este revestimento especializado assegura um local de libertação alvo, otimizando assim a biodisponibilidade da substância ativa para o efeito sistémico.


Objetivo Geral de um Agente de Ação Dual

O propósito geral deste medicamento é modular a comunicação entre as células nervosas, alterando os níveis de mensageiros químicos essenciais no sistema nervoso central. A presença neuroquímica sustentada, alcançada pelo mecanismo IRSN, é geralmente utilizada para estabilizar o processamento emocional, como em casos de preocupação excessiva, e para modificar a forma como o sistema nervoso central processa e regista sinais de desconforto e dor crónica. Estudos farmacológicos sustentam a conclusão de que este mecanismo dual único contribui para a utilidade do fármaco ao influenciar tanto as vias do humor como as da dor crónica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dulsevia?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Dulsevia (duloxetina) está documentado através de classificações regulamentares formais que detalham potenciais reações adversas por frequência e pelo sistema de órgãos afetado. Esta informação deriva da rotulagem regulamentar oficial, abrangendo dados consolidados sobre a segurança do fármaco.

Classificação de Reações Adversas

As reações adversas estão agrupadas em Classes de Sistemas de Órgãos (SOC), incluindo Doenças Gastrointestinais, Doenças do Sistema Nervoso e Perturbações Psiquiátricas. As reações adversas comunicadas com maior frequência, listadas como Muito Frequentes (ocorrendo em 10% ou mais dos doentes) nos documentos regulamentares, incluem náuseas, cefaleias (dor de cabeça), boca seca e sonolência. As reações Frequentes (ocorrendo em 1% a menos de 10% dos doentes) incluem tonturas, insónia, fadiga e obstipação (prisão de ventre).


Considerações de Segurança Graves

A rotulagem oficial destaca várias reações adversas raras, mas clinicamente significativas. Estas incluem o risco de insuficiência hepática (lesão hepática grave) e um aviso documentado relativo a um aumento do risco de pensamentos e comportamentos suicidas em crianças, adolescentes e jovens adultos (com menos de 25 anos), particularmente no início do tratamento ou após alterações na dose. A Síndrome Serotoninérgica, uma condição potencialmente fatal, também está listada como uma reação adversa grave rara.


Restrições de População e de Utilização

Restrições de segurança específicas são obrigatórias nos documentos oficiais. O Dulsevia é contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave (CrCl < 30 mL/min). Está também formalmente contraindicado para utilização com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) não seletivos e irreversíveis, devido ao risco de Síndrome Serotoninérgica grave. A descontinuação do medicamento pode resultar em sintomas de uma síndrome de descontinuação, conforme registado oficialmente.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Dulsevia está oficialmente documentada como podendo manifestar-se através de uma gama de sintomas agudos que afetam os sistemas nervosos central e autónomo. As manifestações relatadas na rotulagem regulamentar incluem sonolência, agitação, desorientação e episódios de síncope (desmaio). Quadros mais graves envolvem convulsões, coma e perturbações autonómicas significativas, tais como taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e alterações rápidas da pressão arterial (hipertensão ou hipotensão lábil). Estão também documentados sinais gastrointestinais como vómitos e diarreia.

Os desfechos mais graves descritos no perfil oficial incluem o desenvolvimento de Síndrome Serotoninérgica e de reações semelhantes à Síndrome Maligna dos Neurolépticos (SMN), ambas exigindo intervenção médica imediata devido ao risco de desfechos fatais.

Sempre que se suspeite de uma sobredosagem, é necessária assistência médica imediata. As orientações governamentais determinam que os serviços de emergência (por exemplo, o 112) devem ser contactados imediatamente se a pessoa colapsar, sofrer uma convulsão ou não conseguir ser despertada. Oficialmente, não existe um antídoto específico conhecido para a sobredosagem de Dulsevia. A gestão baseia-se nas medidas gerais aplicadas em casos de sobredosagem de fármacos, focando-se no tratamento sintomático e de suporte, garantindo a proteção adequada das vias respiratórias e a monitorização contínua do ritmo cardíaco e dos sinais vitais. Procedimentos como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado podem ser considerados por profissionais de saúde como parte dos cuidados de suporte iniciais.

Usos terapêuticos de Dulsevia

Para que é utilizado o Dulsevia: principais utilizações e benefícios

O Dulsevia (duloxetina) é relevante para o alívio de sintomas em diversos domínios clínicos, ajudando a modular sintomas desgastantes que interferem na estabilidade e no funcionamento diário. O benefício terapêutico contribui para atenuar a carga sintomática global em manifestações emocionais crónicas, neuropáticas e físicas específicas.

De acordo com a rotulagem oficial publicada no DailyMed, um serviço dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), o medicamento é utilizado em múltiplos domínios terapêuticos.

Esta medicação é habitualmente utilizada para ajudar a gerir condições como a Perturbação Depressiva Major, a Perturbação de Ansiedade Generalizada, a Dor Neuropática Diabética Periférica, a Fibromialgia e o desconforto crónico provocado pela osteoartrite ou dor lombar.

“Este tipo de terapia de suporte pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional, especialmente durante episódios de maior sofrimento crónico.”


Gestão do Sofrimento Emocional e da Dor Crónica

O Dulsevia é aplicado para atenuar sintomas centrais como a tristeza persistente, a preocupação excessiva e a tensão, que frequentemente se agrupam em padrões que requerem uma gestão de apoio. Também ajuda a gerir sintomas acentuados como a dor tipo pontada, a sensação de queimadura e o desconforto musculoesquelético generalizado associados a síndromes de dor prolongada. Ao proporcionar alívio sintomático neste domínio duplo, o fármaco contribui para diminuir o desconforto durante os períodos sintomáticos e apoia os doentes durante episódios crónicos difíceis.


Facto Rápido: Alívio para Sintomas Crónicos e Multidimensionais

O Dulsevia é comummente utilizado em cenários clínicos nos quais os doentes experienciam, em simultâneo, dor prolongada e sofrimento emocional, sendo relevante para aliviar sintomas relacionados com uma atividade fisiológica elevada.

Critérios de utilização e restrições

Regras Oficiais de Elegibilidade Populacional para a Dulsevia

As autoridades regulamentares definem populações específicas de doentes que são elegíveis, sujeitas a restrições ou proibidas de utilizar a Dulsevia (Duloxetina). O uso do medicamento está estabelecido primordialmente em adultos para todas as condições indicadas na rotulagem.

Populações Contraindicadas Utilização Restrita ou Condicional Elegibilidade por Grupo Etário
Compromisso renal grave (clearance da creatinina < 30 mL/min) É permitida a utilização em caso de disfunção renal ligeira a moderada. Adultos (com idade igual ou superior a 18 anos) são elegíveis.
Compromisso hepático ou doença hepática crónica Doentes idosos (com idade igual ou superior a 65 anos) requerem precaução. A utilização pediátrica é restrita: idade igual ou superior a 7 anos para Perturbação de Ansiedade Generalizada; idade igual ou superior a 13 anos para Fibromialgia.
Uso concomitante com IMAOs não seletivos e irreversíveis Doentes com antecedentes de convulsões requerem cuidados. Não recomendado para crianças e adolescentes com menos de 18 anos na Perturbação Depressiva Maior.
Hipertensão não controlada ou glaucoma de ângulo fechado não controlado A gravidez e a amamentação são permitidas condicionalmente apenas se o benefício documentado a nível regulamentar superar o risco potencial. O uso não está estabelecido abaixo das idades mínimas pediátricas aprovadas.

Estas diretrizes estabelecem proibições absolutas baseadas na função orgânica (fígado, compromisso renal grave) e em condições clínicas específicas (pressão arterial ou glaucoma não controlados), definindo em simultâneo regras condicionais para grupos vulneráveis, o que constitui a base regulamentar para a elegibilidade.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial da Duloxetina (Dulsevia) está estruturado em torno de dois tipos principais de interação: combinações contraindicadas e efeitos farmacodinâmicos aditivos.

Combinações Contraindicadas e Restritas

A coadministração de Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) é formalmente proibida devido ao risco elevado e documentado de Síndrome Serotoninérgica. Esta proibição inclui IMAOs farmacológicos como o Linezolida e o Azul de Metileno Intravenoso, e exige um intervalo rigoroso: deve decorrer um período de, pelo menos, 14 dias após a interrupção de um IMAO antes de iniciar a Dulsevia. A combinação com inibidores potentes do CYP1A2, como a Fluvoxamina, também é contraindicada, uma vez que estes agentes causam formalmente um aumento farmacocinético significativo na concentração plasmática da Duloxetina (aumento da AUC de aproximadamente 460%).

Efeitos Farmacodinâmicos e Metabólicos Documentados

A Duloxetina está oficialmente documentada como um inibidor moderado do CYP2D6, uma interação farmacocinética que eleva a exposição a medicamentos coadministrados que sejam metabolizados por essa enzima (por exemplo, a Tioridazina). Os riscos farmacodinâmicos incluem a combinação da Dulsevia com outros agentes serotoninérgicos ou depressores do SNC, que acarretam um risco acrescido de Síndrome Serotoninérgica ou depressão do Sistema Nervoso Central, respetivamente. As informações oficiais observam que a coadministração com fármacos que afetam a hemostase (como os anti-inflamatórios não esteroides ou anticoagulantes) aumenta o risco documentado de eventos hemorrágicos anormais. Além disso, a Dulsevia normalmente não deve ser administrada a doentes com consumo substancial de álcool ou com compromisso hepático ou renal grave.

Mecanismo de ação

Inibição Dual da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina

O Dulsevia, que contém duloxetina, atua através da modulação de sistemas neuroquímicos fundamentais no sistema nervoso central (SNC). O seu funcionamento é definido pela capacidade de intervir em dois domínios mecânicos principais, o que conduz a consequências fisiológicas distintas.

O fármaco atua como um inibidor seletivo do transportador de serotonina (SERT / SLC6A4) e do transportador de noradrenalina (NET / SLC6A2). Ao bloquear estas estruturas, o medicamento impede a reabsorção da serotonina (5-HT) e da noradrenalina (NE) para o neurónio pré-sináptico, aumentando assim a concentração e a duração da sua presença na fenda sináptica. Este reforço da sinalização das monoaminas no SNC constitui a base para os efeitos fisiológicos resultantes do fármaco.


Modulação das Vias Reguladoras Centrais

O aumento da sinalização das monoaminas influencia várias vias reguladoras a jusante. Em primeiro lugar, no corno dorsal da medula espinhal, o aumento da atividade da noradrenalina e da serotonina modula as vias inibitórias descendentes, influenciando assim a transmissão de sinais nociceptivos aferentes (sinais de dor). Em segundo lugar, o mecanismo aumenta a excitabilidade dos neurónios motores somáticos na medula sagrada, o que resulta na modulação do tónus muscular do esfíncter uretral externo através do reforço do débito do neurónio motor. Estas modulações da sinalização neural são os efeitos fisiológicos produzidos por este mecanismo de ação.

Informações sobre dosagem e administração

Administração Oral e Formulação

O Dulsevia (duloxetina) é administrado exclusivamente por via oral, apresentando-se sob a forma de cápsulas duras gastrorresistentes. Esta formulação específica foi concebida com um revestimento entérico para evitar a libertação da substância ativa no estômago. Consequentemente, a cápsula deve ser engolida inteira com água e não deve ser esmagada, aberta ou mastigada. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos, proporcionando flexibilidade no horário diário de administração.


Posologia Normalizada e Frequência

Os regimes posológicos oficiais para adultos estão estruturados em torno de uma fase de iniciação. A dose inicial típica é de 30 mg uma vez por dia ou 30 mg duas vezes por dia, variando consoante a condição clínica a ser tratada. A dose de manutenção mais comummente utilizada é de 60 mg uma vez por dia. A frequência da toma é, portanto, definida como uma ou duas vezes ao dia, determinada pela dose total prescrita. A dose diária máxima formalmente estabelecida pelas autoridades regulamentares é de 120 mg por dia, que pode ser administrada em doses divididas.


Duração do Tratamento e Restrições Procedimentais

O Dulsevia é geralmente utilizado como um componente de um plano de gestão a longo prazo para as principais indicações aprovadas. O protocolo oficial para terminar o tratamento exige um passo procedimental específico para a descontinuação: a dose deve ser reduzida gradualmente, uma vez que a interrupção súbita não é aconselhada. Para certos grupos de doentes, aplicam-se modificações. Uma dose inicial de 30 mg uma vez por dia pode ser aconselhada para adultos mais velhos com síndromes de dor específicas. Além disso, a rotulagem oficial restringe a utilização de Dulsevia em doentes com insuficiência hepática grave ou com insuficiência renal grave (CrCl < 30 mL/min).

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama dos Estudos da Dulsevia

Evidência de Estudos sobre a Perturbação Depressiva Maior (PDM) e a Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG)

A base de evidência para estas utilizações provém essencialmente de Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) de curto prazo, em dupla ocultação e controlados por placebo. Estes estudos avaliaram os resultados em populações adultas, incluindo idosos, onde foram feitas comparações com uma substância inativa. A investigação explorou a forma como os sintomas se alteram ao longo do tempo, monitorizando resultados relacionados com o prejuízo funcional em períodos que duraram, tipicamente, entre 8 a 16 semanas. Os estudos descrevem padrões observados na obtenção de alteração dos sintomas e, em ensaios dedicados à manutenção, padrões relacionados com a recorrência de sintomas durante períodos de observação alargados. Apesar destes achados, os resultados a longo prazo e o padrão sustentado de medições além dos períodos especificados nos ensaios não estão totalmente estabelecidos.


Estudos em Condições de Dor Crónica

A investigação examinou a duloxetina em ECA controlados por placebo para condições como a Dor Neuropática Periférica Diabética (DNPD) e a Fibromialgia (FM). Estes estudos focaram-se em resultados comunicados pelos próprios doentes, descrevendo o desconforto percecionado e as limitações funcionais. Para a DNPD, a investigação monitorizou a alteração na gravidade média da dor diária ao longo de um período de estudo típico de 12 semanas. Nos estudos de FM, os resultados descreveram um certo grau de variabilidade na consistência dos dados entre os parâmetros primários de avaliação medidos (dor e função).

Na maioria das indicações de dor crónica, as durações do acompanhamento foram limitadas. Consequentemente, os desfechos a longo prazo para padrões de sintomas crónicos não estão totalmente estabelecidos, o que limita a informação disponível para padrões de medição sustentada.


Evidência em Populações Especiais e Incerteza

Foram realizados estudos que avaliaram os resultados em adultos idosos (65 anos) e em adolescentes e crianças (dos 7 aos 17 anos) para a PAG, com dados que mostram os padrões observados nestes grupos etários específicos. No entanto, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e as conclusões sobre subgrupos são incertas quando extrapoladas de forma abrangente. Os dados para grupos com condições médicas coexistentes graves permanecem insuficientes nos estudos de eficácia primários. Globalmente, uma limitação fundamental em toda a base de evidência é a falta de evidência comparativa face a todas as opções terapêuticas disponíveis para algumas indicações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Dulsevia (FAQ)

Q: A Dulsevia é aprovada pelas autoridades de saúde competentes (como a FDA)?

A: Sim, a substância ativa da Dulsevia está aprovada pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA. As informações oficiais do produto confirmam a sua autorização de comercialização e utilização no tratamento de várias condições distintas.

Q: Existem suplementos à base de plantas que devam ser evitados durante a toma de Dulsevia?

A: Os avisos oficiais indicam que a utilização de Dulsevia com certos produtos herbais, como a erva de São João (Hipericão), pode aumentar o risco de uma complicação grave denominada síndrome serotoninérgica. Esta é uma condição potencialmente severa relacionada com níveis elevados de mensageiros químicos no organismo.

Q: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao uso de Dulsevia?

A: A segurança e eficácia da substância ativa foram analisadas em ensaios de manutenção a longo prazo para indicações específicas. A lista completa de potenciais reações adversas da Dulsevia está documentada nas informações oficiais de prescrição regulamentar.

Q: A Dulsevia afeta a capacidade de conduzir ou operar máquinas?

A: Uma vez que a Dulsevia pode causar efeitos secundários como tonturas ou sonolência, as informações oficiais do medicamento contêm avisos sobre a alteração da capacidade de discernimento. As advertências regulamentares indicam que os doentes devem avaliar como o medicamento os afeta antes de conduzirem ou utilizarem maquinaria.

Q: A Dulsevia pode causar pressão arterial elevada?

A: A rotulagem oficial indica que este medicamento pode provocar aumentos na pressão arterial. Devido a este risco, as normas regulamentares especificam que é necessária a monitorização da pressão arterial antes de iniciar o tratamento e periodicamente durante o mesmo.

Q: Existe o risco de a Dulsevia causar nódoas negras ou hemorragias invulgares?

A: Os documentos regulamentares observam que a Dulsevia pode aumentar o risco de hemorragias ou hematomas em alguns doentes. Este risco está especificamente documentado como sendo superior quando o fármaco é utilizado em conjunto com outros medicamentos que afetam a coagulação sanguínea.

Q: A Dulsevia pode causar alterações no peso corporal?

A: Foram relatadas alterações no peso corporal, incluindo tanto a perda de peso como o ganho de peso, em doentes que utilizam Dulsevia. Os documentos oficiais também listam a diminuição do apetite como uma reação adversa comum.

Q: Com que rapidez é que a Dulsevia começa habitualmente a fazer efeito?

A: As informações oficiais de prescrição descrevem que o tempo para uma resposta percetível pode variar dependendo da condição tratada. Para a perturbação depressiva maior, observa-se tipicamente uma resposta inicial entre duas a quatro semanas. Para a dor neuropática, nota-se frequentemente alguma melhoria em duas semanas.

Q: Qual é o tempo previsto para sentir os efeitos totais da Dulsevia?

A: O tempo necessário para atingir o padrão completo de efeitos terapêuticos pode prolongar-se por várias semanas. Por exemplo, dados de ensaios clínicos sugerem que o benefício total para certos sintomas de depressão pode demorar até oito semanas a estabelecer-se completamente.

Q: É normal sentir alguns efeitos secundários iniciais antes de notar os benefícios da Dulsevia?

A: Os efeitos secundários comuns começam frequentemente pouco depois de o doente iniciar a toma do medicamento. Devido a esta diferença no tempo de início, os efeitos secundários podem tornar-se percetíveis mais cedo do que os benefícios terapêuticos.

Q: A Dulsevia perde eficácia quanto mais tempo for tomada?

A: A eficácia é sustentada por ensaios de manutenção oficiais para condições específicas. No entanto, os documentos regulamentares referem que um profissional de saúde deve reavaliar periodicamente a necessidade contínua do tratamento com Dulsevia.

Q: O que se sabe sobre o risco de a Dulsevia causar dependência ou vício?

A: A documentação oficial afirma que a substância ativa não está associada a vício ou abuso. Contudo, interromper abruptamente o medicamento pode resultar em sintomas de abstinência, o que é oficialmente designado como síndrome de descontinuação.

Q: A Dulsevia é considerada uma substância controlada?

A: No, a substância ativa da Dulsevia não é designada como uma substância controlada pelas autoridades regulamentares.

Q: As alterações na função sexual são um problema conhecido com a Dulsevia?

A: As informações oficiais do produto documentam reações adversas sexuais tanto em homens como em mulheres. Estes efeitos conhecidos podem incluir diminuição do desejo sexual, dificuldade em atingir o orgasmo e problemas de ejaculação.

Q: É normal ter sonhos vívidos ou pesadelos com a Dulsevia?

A: A lista de potenciais reações adversas inclui o termo 'sonhos anormais'. Este tipo de alterações na experiência do sono é um efeito secundário reconhecido e relatado em documentos oficiais.

Q: Que tipo de monitorização médica é habitualmente necessária ao tomar Dulsevia?

A: Os documentos regulamentares descrevem que a monitorização necessária inclui a verificação de alterações na pressão arterial e no estado clínico geral, tanto antes como periodicamente durante o tratamento. Esta monitorização inclui também a observação de um possível agravamento clínico ou do surgimento de pensamentos suicidas.

Q: A Dulsevia tem efeito no apetite?

A: Sim, as informações oficiais do produto listam a perda de apetite (anorexia) como uma reação adversa comum associada ao medicamento.

Q: Qual é o risco de uma reação alérgica grave à Dulsevia?

A: Foram relatadas em documentos regulamentares reações cutâneas graves, incluindo condições potencialmente fatais como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ). Também foram observadas outras reações de hipersensibilidade, como inchaço da face, garganta ou língua.

Como Dulsevia deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar a Dulsevia?

Esta secção descreve os requisitos obrigatórios estipulados na rotulagem para a conservação e eliminação das cápsulas duras gastrorresistentes de Dulsevia (Duloxetina), conforme especificado na documentação regulamentar.

Requisito de Conservação Instrução Oficial
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C.
Ambiente Manter afastado do calor excessivo e da humidade; o produto não deve ser congelado.
Recipiente O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, bem fechada, para proteger o revestimento especializado da cápsula.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças, em local seguro e elevado.

Instruções Oficiais de Eliminação:

A Dulsevia fora de prazo ou não utilizada deve ser eliminada através de um programa de retoma de medicamentos (como os pontos de recolha em farmácias) ou seguindo instruções específicas para a eliminação no lixo doméstico (misturando o conteúdo com uma substância indesejável num saco selado). As orientações regulamentares estabelecem explicitamente que este medicamento não deve ser deitado na sanita nem no ralo.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Dulsevia encontrado em:

ÍNDICE A-Z: