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Cleocin HCl

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Cleocin HCl

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Cleocin HCl

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Clindamicina (cloridrato)
Forma Cápsula oral, solução oral
Classe farmacológica Antibiótico lincosamida
Uso comum Anti-infecioso sistémico
Origem Semissintético (derivado da lincomicina)

Que tipo de antibiótico é o Cleocin HCl?

O Cleocin HCl é a marca comercial, sujeita a receita médica, do composto semissintético clindamicina na sua forma de sal de cloridrato, sendo quimicamente classificado como um antibiótico lincosamida. Esta substância atua como um agente anti-infecioso sistémico destinado a combater a proliferação bacteriana em todo o organismo. A clindamicina é clinicamente reconhecida pela sua atividade direcionada contra certas estirpes de bactérias, incluindo tipos anaeróbios e Gram-positivos suscetíveis. Esta classificação indica que o medicamento é quimicamente distinto de compostos como a penicilina, proporcionando uma opção terapêutica especializada.

A clindamicina deriva da lincomicina, um antibiótico de origem natural, que é refinado quimicamente através de um processo que resulta num composto semissintético otimizado para uso terapêutico. O Cleocin HCl representa especificamente a forma em cápsula oral ou solução, distinguindo-se de outras formulações destinadas às vias tópica ou injetável.


Composição e Objetivo Geral

O princípio ativo é o cloridrato de clindamicina, que é a forma de sal específica preparada para administração oral. Esta preparação é fabricada de modo a permitir que o fármaco seja eficazmente absorvido através do trato digestivo. É fundamental distinguir o sal de cloridrato, destinado à distribuição sistémica, do fosfato de clindamicina, um sal diferente tipicamente utilizado em formulações tópicas ou injetáveis.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui a clindamicina na sua Lista de Medicamentos Essenciais devido à sua eficácia confirmada contra infeções bacterianas graves. Este estatuto médico global de autoridade sublinha a sua importância como composto antibacteriano. O objetivo principal da clindamicina é impedir eficazmente o crescimento de bactérias suscetíveis, interferindo com a sua síntese proteica, o que evita a sua multiplicação e permite que o sistema imunitário do organismo elimine a infeção.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Cleocin HCl?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Os documentos regulamentares oficiais classificam as reações adversas à clindamicina (Cleocin HCl) de acordo com a sua frequência e os sistemas orgânicos afetados. As reações adversas mais comuns identificadas na rotulagem estão maioritariamente relacionadas com o sistema gastrointestinal, incluindo diarreia e dor abdominal. Outras reações frequentemente documentadas incluem anomalias nos testes de função hepática.


Frequência e Classes de Sistemas e Órgãos

O espetro completo de efeitos adversos, desde os comuns aos raros, envolve diversas Classes de Sistemas e Órgãos (SOCs):

Categoria de Frequência Principais SOCs Envolvidas Exemplos de Reações Adversas
Comuns Gastrointestinal Diarreia, Dor abdominal, Esofagite
Pouco Frequentes Pele, Gastrointestinal Erupção cutânea, Urticária, Vómitos
Raros Sangue e Sistema Linfático Agranulocitose, Neutropenia, Trombocitopenia
Frequência Desconhecida Sistema Imunitário, Pele, Gastrointestinal Choque Anafilático, Reações Cutâneas Graves, Colite por C. difficile

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

A rotulagem destaca o potencial para a ocorrência de diarreia associada a Clostridium difficile (DACD), uma forma grave de colite que constitui uma reação adversa séria. Esta condição pode manifestar-se durante o tratamento ou até várias semanas após a conclusão do tratamento, um padrão de segurança temporal explicitamente referido nos documentos regulamentares. Outras reações graves, embora raras, documentadas incluem Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs), como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET).

As condicionantes de segurança incluem as propriedades intrínsecas de bloqueio neuromuscular do fármaco, que exigem precaução em contextos específicos. Além disso, em doentes com insuficiência hepática ou renal grave, recomenda-se cautela devido ao risco de acumulação do medicamento, o que pode exigir monitorização clínica.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Clindamicina HCl (Cleocin HCl) define-se pelas suas manifestações conhecidas em níveis de exposição elevados e pelos critérios para solicitar assistência médica de emergência imediata.


Âmbito da Sobredosagem

Característica Declaração Regulamentar
Manifestações de sobredosagem documentadas Incidência aumentada de efeitos secundários gastrointestinais.
Fatores relacionados com a dose ou exposição Aumento de efeitos secundários observados em níveis de exposição elevados, tais como 2 gramas por dia durante 14 dias.
Quando é necessária ajuda médica imediata Contactar imediatamente os serviços de emergência (112) se a pessoa tiver sofrido um colapso, uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não conseguir acordar.

Classificações de Sobredosagem (Nível Superior)

Característica de Classificação Declaração Regulamentar
Classificação de gravidade Estados como convulsões, colapso e dificuldade respiratória são classificados como condições críticas ou potencialmente fatais, que exigem intervenção médica profissional imediata.
Limitações no contexto de sobredosagem Não existe um antídoto específico documentado; a hemodiálise e a diálise peritoneal não são eficazes na remoção do fármaco.

Estrutura Resultante em Caso de Sobredosagem

As declarações oficiais sobre sobredosagem indicam que a exposição a doses elevadas está associada a uma maior incidência de efeitos secundários gastrointestinais. Nestes casos, estão indicadas medidas gerais sintomáticas e de suporte para a gestão da situação. É importante notar que a hemodiálise e a diálise peritoneal não são procedimentos eficazes para a remoção do fármaco do organismo. O contacto imediato com os serviços de emergência é obrigatório caso ocorram estados clínicos graves.

Os documentos oficiais definem o perfil de sobredosagem ao documentar a manifestação específica do agravamento de efeitos gastrointestinais em níveis de exposição elevados. O perfil foca-se primordialmente nas ações de emergência obrigatórias, orientando explicitamente os utilizadores a contactar os serviços de socorro se forem observados resultados graves e fatais, como convulsões ou colapso. Além disso, a rotulagem define limites na gestão médica ao declarar que os procedimentos padrão de remoção de fármacos, como a hemodiálise, não têm eficácia neste contexto.

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Usos terapêuticos de Cleocin HCl

Para que serve o Cleocin HCl: principais utilizações e benefícios

A clindamicina oral é utilizada para tratar certas infeções bacterianas graves, incluindo as dos pulmões, pele, sangue, órgãos reprodutores femininos e órgãos internos. Esta aplicação é relevante para atenuar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, ajudando a gerir manifestações agudas associadas a bactérias suscetíveis.


Foco Terapêutico e Benefícios Principais

O Cleocin HCl é comummente aplicado para tratar infeções graves da pele e tecidos moles (como a celulite infecciosa) e manifestações complexas detetadas no abdómen, pulmões ou ossos. O benefício terapêutico é relevante em contextos clínicos caracterizados por um aumento do desconforto, o que pode auxiliar no alívio de sintomas locais intensos como dor, inchaço, vermelhidão e formação de pus, apoiando uma experiência mais tolerável durante os períodos sintomáticos. É também uma opção alternativa relevante para doentes com alergias à penicilina.

Este medicamento é geralmente utilizado quando uma infeção causa sintomas pronunciados relacionados com um desequilíbrio sistémico, tais como febre alta, mal-estar generalizado e calafrios. Ao auxiliar na gestão da carga bacteriana suscetível, o Cleocin HCl apoia o doente durante episódios difíceis e ajuda a reduzir a carga global de sintomas agudos e disruptivos que interferem com o funcionamento diário.


Bloco de Factos Rápidos

Facto Rápido: Gestão de Suporte do Desconforto Agudo Descrição
Objetivo Principal Relevante em situações onde a gestão de suporte dos sintomas é adequada.
Gestão de Sintomas É utilizado para gerir sintomas relacionados com febre, dor e inchaço localizado.
Uso Contextual Aplicado durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis devido a uma infeção grave.
Benefício para o Doente Contribui para um melhor conforto e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.
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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Cleocin HCl?

A elegibilidade para a utilização de Cleocin HCl (cloridrato de clindamicina) é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares, tendo como base o historial do doente e condições clínicas específicas.


Contraindicações (Uso Proibido)

O Cleocin HCl está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com historial de hipersensibilidade à clindamicina ou à lincomicina. O medicamento é também estritamente excluído para doentes com meningite infeciosa, uma vez que não atinge concentrações eficazes no sistema nervoso central. A sua utilização também não é adequada para infeções não bacterianas.


Idade e Uso Condicional

A utilização está estabelecida para adultos, idosos e doentes pediátricos, embora a forma em cápsula não seja adequada para crianças incapazes de as engolir inteiras. É obrigatória precaução em doentes com historial de doença gastrointestinal, particularmente colite, e naqueles com insuficiência hepática grave, o que requer monitorização periódica.


Elegibilidade Reprodutiva

Para mulheres grávidas, a utilização durante o primeiro trimestre não é, geralmente, recomendada, a menos que seja claramente necessária. A clindamicina é excretada no leite materno; as mães em período de aleitamento necessitam de cautela e devem monitorizar o bebé quanto a potenciais efeitos gastrointestinais adversos.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Cleocin HCl (clindamicina) com base em padrões farmacodinâmicos e farmacocinéticos específicos.

Interações Farmacodinâmicas e Antagónicas

A administração concomitante com a eritromicina ou macrólidos relacionados é oficialmente restrita e deve ser evitada devido ao antagonismo demonstrado. A clindamicina possui propriedades de bloqueio neuromuscular formalmente documentadas que podem potenciar a ação de outros agentes bloqueadores neuromusculares. O uso combinado com antagonistas da vitamina K (por exemplo, varfarina) está oficialmente associado a relatos de aumento nos resultados dos testes de coagulação (PT/INR) e/ou hemorragia. Além disso, a coadministração com vacinas orais vivas (por exemplo, vacina contra a febre tifoide) deve ser evitada devido ao risco de inativação da vacina.


Modificação Farmacocinética e da Exposição

A clindamicina é metabolizada predominantemente pelo sistema enzimático CYP3A4 e CYP3A5. Os inibidores fortes destas enzimas reduzem oficialmente a depuração (clearance) da clindamicina, levando a um aumento da exposição ao fármaco. Inversamente, os indutores fortes (como a rifampicina ou o produto à base de plantas Erva de São João) aumentam oficialmente a depuração, o que pode resultar numa diminuição da exposição. A rotulagem oficial observa que a coadministração com alimentos não modifica de forma apreciável as concentrações séricas. Para doentes com insuficiência hepática ou renal grave, os documentos oficiais estipulam que é necessária a monitorização das concentrações plasmáticas devido à eliminação alterada do fármaco, o que pode influenciar a relevância das interações.

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Mecanismo de ação

Inibição da Linha de Montagem Proteica Bacteriana

A clindamicina atua como um inibidor ao ligar-se direta e reversivelmente à subunidade ribossomal 50S bacteriana, especificamente no centro da peptidil-transferase. Esta interação molecular impede fisicamente a formação de ligações peptídicas, interrompendo a fase de tradução da via de síntese proteica e resultando na terminação prematura das cadeias proteicas em crescimento. Este mecanismo trava o crescimento e a multiplicação de bactérias suscetíveis, resultando num estado bacteriostático que limita a expansão da carga bacteriana.

Modulação da Virulência Bacteriana e da Produção de Toxinas

Uma consequência do bloqueio da síntese proteica é a supressão simultânea de fatores de virulência baseados em proteínas, tais como as toxinas produzidas por certos agentes patogénicos suscetíveis. Esta ação resulta numa redução da libertação destes mediadores inflamatórios para o meio circundante. Ao limitar a síntese de toxinas, o fármaco modula a capacidade do agente patogénico de produzir fatores de virulência, resultando numa diminuição da carga de fatores de virulência bacterianos.

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Informações sobre dosagem e administração

Como o Cleocin HCl é Utilizado

A administração do Cloridrato de Clindamicina (Cleocin HCl) é definida por diretrizes regulamentares específicas relativas à posologia, frequência e condições de ingestão. Esta preparação destina-se à administração oral, utilizando cápsulas ou formas de solução oral. O padrão de utilização é determinado pela gravidade da infeção que está a ser tratada.


Dosagem e Frequência

As instruções oficiais especificam uma dosagem padrão para adultos em infeções graves que varia entre 150 mg e 300 mg por dose. Para infeções mais severas, a dose pode ser aumentada para um intervalo entre 300 mg e 450 mg por dose. A dosagem diária total é administrada em doses fracionadas, tipicamente tomadas a cada 6 horas ou a cada 8 horas. Esta cadência garante que o composto seja mantido em níveis consistentes durante todo o curso do tratamento.

Condições de Administração e Duração

Para minimizar o risco de irritação localizada no esófago, os rótulos regulamentares exigem que a cápsula seja engolida com um copo cheio de água (aprox. 180-250 mL). O doente deve também permanecer numa posição vertical ou ereta (sentado ou em pé) durante, pelo menos, 30 minutos após tomar o medicamento. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos, uma vez que a absorção não é significativamente afetada pelas refeições.

A duração do tratamento é específica para o tipo de infeção; por exemplo, as infeções causadas por estreptococos beta-hemolíticos devem ser tratadas durante um mínimo de 10 dias. Não é necessário um ajuste de dose rotineiro para adultos mais velhos ou em casos de insuficiência renal ligeira a moderada; no entanto, aconselha-se a monitorização em casos de insuficiência renal ou hepática grave, o que pode exigir ajustes na dose ou o aumento dos intervalos entre as administrações.


Resumo de Utilização

Característica Diretriz Regulamentar Oficial
Via de Administração Oral (Cápsula ou Solução)
Frequência A cada 6 horas ou a cada 8 horas (Doses fracionadas)
Duração Mínima 10 dias (para infeções estreptocócicas)
Posição Pós-Toma Permanecer em posição vertical durante ≥ 30 minutos
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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Cleocin HCl

Evidência em Infeções Bacterianas Anaeróbias e Mistas Graves

A investigação que explora a utilização da clindamicina em infeções graves, tais como as que ocorrem nos pulmões (pneumonia por anaeróbios) ou no interior do abdómen, baseia-se tanto em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) como em literatura extensa que contribui para a compreensão das utilizações aprovadas do medicamento. Estes estudos monitorizaram as taxas de cura clínica, avaliando especificamente se os sinais e sintomas da infeção desapareceram por completo. Os estudos reportaram medições que sugerem que o fármaco atingiu a concentração necessária no sangue e nos tecidos afetados para os resultados relacionados com a eliminação de organismos anaeróbios suscetíveis.

É importante notar que a investigação de base para algumas destas utilizações aprovadas iniciais é histórica. Os períodos de acompanhamento foram limitados em muitos dos estudos fundamentais, o que significa que os resultados a longo prazo, como a probabilidade de recorrência após vários meses, não estão consistentemente caracterizados nos ensaios publicados.

Investigação em Infeções da Pele, Tecidos Moles e Ósseas

A investigação sobre a utilização deste medicamento em relação a infeções localizadas graves, tais como a celulite e certas infeções dos ossos e articulações (osteomielite), envolve uma combinação de ECA, estudos de coorte observacionais e relatórios microbiológicos detalhados. Os estudos examinaram resultados relacionados com o desconforto físico, como a resolução de edema (inchaço), dor e vermelhidão localizados. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo e contribui para a compreensão da classificação da clindamicina, particularmente em doentes que possam ter alergias à penicilina.

A qualidade da evidência para estas indicações deriva de uma mistura de tipos de estudos. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo e a investigação descreve que o perfil clínico em relação a infeções causadas por estirpes bacterianas resistentes está sujeito à variabilidade descrita nos relatórios microbiológicos; por conseguinte, os resultados em subgrupos são incertos.

Evidência em Populações Especiais e Processamento do Fármaco

A investigação especializada inclui estudos de Farmacocinética (PK) para examinar a forma como o corpo absorve, processa e elimina a cápsula oral em populações que incluem idosos e crianças. Foram realizados ensaios de bioequivalência para verificar se as versões genéricas atingiam um nível comparável de exposição total ao fármaco. A investigação descreve que se observou uma absorção rápida do medicamento. No entanto, os dados relativos à utilização do fármaco durante o primeiro trimestre da gravidez permanecem insuficientes devido à ausência de estudos adequados e bem controlados para esse período específico.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Cleocin HCl (FAQ)


P: É normal sentir um sabor metálico após tomar Cleocin HCl?

R: De acordo com a informação regulamentar oficial, o relato de um sabor desagradável ou metálico foi registado como uma reação adversa após a administração de clindamicina. Este efeito está assinalado no perfil de segurança documentado do medicamento.


P: O Cleocin HCl possui um "Aviso de Caixa Preta" (Black Box Warning) na informação oficial dos EUA?

R: Sim, a informação regulamentar oficial dos EUA inclui um Aviso de Caixa (Boxed Warning) relativo ao risco de diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD). Esta condição é uma forma grave de colite, tratando-se de uma reação adversa séria que tem sido associada à utilização de clindamicina.


P: O Cleocin HCl é utilizado no tratamento de infeções na boca ou em procedimentos dentários?

R: A rotulagem oficial do produto fornece orientações específicas de dosagem e administração para o uso da clindamicina no tratamento de certas infeções dentárias. Embora as indicações principais se refiram a infeções sistémicas, a sua utilização nesta área específica é abordada nos documentos oficiais de prescrição.


P: O Cleocin HCl é conhecido por causar infeções fúngicas (por leveduras)?

R: A informação oficial indica que o uso de fármacos antibacterianos, incluindo a clindamicina, pode levar ao crescimento excessivo de organismos não suscetíveis no corpo. Em estudos clínicos, a Candida albicans, um tipo de levedura, foi detetada em alguns doentes que utilizaram formulações de clindamicina.


P: Tomar Cleocin HCl torna a pessoa mais sensível ao sol?

R: A rotulagem oficial para a cápsula oral de Cleocin HCl não lista o aumento da sensibilidade solar (fotossensibilidade) como um efeito secundário. No entanto, existe uma advertência para minimizar a exposição solar na rotulagem oficial de alguns produtos de clindamicina de aplicação tópica.


P: Quanto tempo é que o Cleocin HCl permanece no corpo após a última dose?

R: Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que a semivida de eliminação média da clindamicina após administração oral é de aproximadamente 3,2 horas em adultos jovens. Este é o tempo necessário para que a quantidade de fármaco no organismo diminua para metade.


P: Diferentes dosagens das cápsulas de Cleocin HCl tratam condições diferentes?

R: Os documentos oficiais do medicamento descrevem que a secção de dosagem especifica que doses mais elevadas (até 450 mg) são recomendadas para o tratamento de infeções mais graves, e não para diferentes tipos de doenças ou condições. A dosagem prescrita está, portanto, ligada à gravidade da infeção a ser tratada.


P: As cápsulas de Cleocin HCl podem ser esmagadas ou abertas para facilitar a ingestão?

R: A rotulagem oficial especifica que a cápsula deve ser administrada com um copo cheio de água. É referido que a cápsula não é adequada para doentes pediátricos incapazes de a deglutir inteira, focando-se na necessidade da forma intacta para uma administração correta.


P: O Cleocin HCl interage com o álcool, segundo os avisos oficiais?

R: A rotulagem oficial da FDA dos EUA para o Cleocin HCl não lista uma interação medicamentosa específica com o álcool. Orientações específicas sobre a utilização individual devem ser obtidas junto de um profissional de saúde.


P: O que deve ser feito em caso de suspeita de reação alérgica durante o tratamento?

R: Os documentos regulamentares advertem que são possíveis reações alérgicas graves, como anafilaxia e DRESS. A orientação oficial para estas reações sérias determina a interrupção do medicamento e a procura de assistência médica de emergência.


P: O Cleocin HCl pode causar alterações nos padrões de sono?

R: As alterações nos padrões de sono não estão explicitamente listadas na tabela de Reações Adversas dos documentos oficiais. A rotulagem menciona efeitos relacionados com o sistema nervoso, como tonturas e confusão, principalmente no contexto de reações alérgicas graves.


P: Qual é a função do componente de ácido clorídrico no Cleocin HCl?

R: O fármaco é formulado como sal de cloridrato para garantir a sua estabilidade e para que possa ser eficazmente administrado e absorvido pela via oral. Esta forma específica de sal foi desenhada para facilitar a entrega sistémica do componente clindamicina.


P: Existem avisos sobre o uso de Cleocin HCl em pessoas com historial de asma ou alergias?

R: Os documentos regulamentares oficiais aconselham os doentes a informar o seu profissional de saúde sobre um historial de asma, alergias ou eczema, além de qualquer hipersensibilidade prévia à clindamicina ou lincomicina. Isto é necessário para a precaução e monitorização adequadas.


P: O corpo desenvolve resistência ao Cleocin HCl ao longo do tempo?

R: A informação oficial refere que o uso de qualquer fármaco antibacteriano pode levar ao desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos. A orientação enfatiza que a clindamicina apenas deve ser utilizada para tratar infeções comprovadas ou com forte suspeita de serem causadas por bactérias suscetíveis.


P: O que deve um doente dizer ao seu profissional de saúde antes de iniciar o Cleocin HCl?

R: Os avisos oficiais indicam que os doentes devem informar o seu profissional de saúde sobre o historial de doenças gastrointestinais (especialmente colite), problemas graves de fígado ou rins, asma, alergias ou eczema. O fornecimento desta informação auxilia o profissional de saúde na avaliação do uso adequado do medicamento.


P: É obrigatório terminar o ciclo completo de Cleocin HCl?

R: A informação oficial para o doente sublinha que interromper a clindamicina prematuramente ou saltar doses pode resultar numa infeção não totalmente tratada. Os documentos oficiais afirmam que isto pode levar a que as bactérias se tornem potencialmente resistentes e mais difíceis de tratar.

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Como Cleocin HCl deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Eliminação

As cápsulas de Cleocin HCl (cloridrato de clindamicina) devem ser conservadas a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20°C e os 25°C. O medicamento deve ser mantido no seu recipiente de origem, devidamente fechado de forma hermética, e guardado num local protegido do calor excessivo e da humidade.

Manuseamento e Segurança

É obrigatório manter este medicamento fora do alcance e da vista das crianças, assegurando que o recipiente está protegido com um fecho de segurança. De acordo com as orientações oficiais, o produto deve ser protegido da luz e do congelamento. No caso da solução oral reconstituída (se aplicável), esta não deve ser refrigerada e deve ser eliminada duas semanas após a sua preparação.

Mandato de Eliminação

O Cleocin HCl não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa de recolha de resíduos de medicamentos ou seguindo as instruções específicas de um profissional de saúde ou dos serviços de gestão de resíduos locais. O medicamento não deve ser deitado no ralo nem na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Cleocin HCl encontrado em:

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