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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Clast

O que é o Clast? (Montelukast)

Propriedade Descrição
Substância ativa Montelukast sódico
Forma Comprimido, comprimido mastigável, grânulos orais
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT)
Objetivo geral Controlo a longo prazo da inflamação das vias respiratórias
Origem Composto sintético

Clast: Definição e Classe Farmacológica

O Clast é um medicamento sujeito a receita médica cujo princípio ativo é o Montelukast sódico, um composto sintético de administração oral e elevada seletividade. É reconhecido globalmente como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT) e categorizado como um modificador de leucotrienos. Esta classe de medicamentos está, geralmente, reservada para uso sob prescrição médica.

O Clast é um produto de substância única concebido para a via de administração oral. As suas diversas formas — incluindo comprimidos revestidos por película, comprimidos mastigáveis e grânulos orais — são características distintivas, uma vez que estas opções facilitam uma administração diária consistente. A eficácia dos ARLT ao oferecerem uma opção terapêutica não-corticosteroide é fundamentada por estudos farmacológicos e diretrizes clínicas publicadas por importantes organizações de saúde.


Como funciona o Montelukast e qual o seu Objetivo Geral

A função principal do Montelukast é uma ação direcionada para bloquear os efeitos de mensageiros inflamatórios potentes chamados leucotrienos. Estas substâncias são libertadas naturalmente pelo organismo e podem causar o estreitamento das vias respiratórias e a inflamação dos tecidos no sistema respiratório. Observa-se que os ARLT visam especificamente a via envolvida nas respostas inflamatórias nos pulmões.

Ao ligar-se ao recetor CysLT1, o medicamento ajuda a evitar que os leucotrienos causem o seu efeito negativo total. O objetivo geral do Clast é proporcionar uma terapia de manutenção para o controlo a longo prazo; o medicamento é tomado diariamente para manter uma função estável das vias respiratórias e reduzir a reatividade das mesmas ao longo do tempo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Clast?

O perfil oficial de segurança do Clast (Montelukast) descreve as reações adversas classificadas por frequência e pelo Sistema de Classificação de Órgãos, baseando-se em normas regulamentares autoritárias.

Classificações das Reações Adversas

Os eventos adversos documentados com maior frequência incluem a infeção das vias respiratórias superiores (classificada como muito frequente) e a cefaleia, dor abdominal e febre (classificadas como frequentes). Outras reações comuns que afetam o sistema gastrointestinal incluem a diarreia e as náuseas.

Os efeitos secundários pouco frequentes, que podem afetar até 1 em cada 100 pessoas, incluem tonturas, insónia, boca seca e diversas reações de hipersensibilidade, como a urticária. Estão também documentados eventos raros e muito raros, abrangendo condições como palpitações, convulsões e aumento da tendência hemorrágica.

Considerações Graves de Segurança

Existem alertas sobre o potencial para eventos neuropsiquiátricos graves em todos os grupos etários. Estes relatos incluem alterações de humor e de comportamento, tais como agitação, ansiedade, depressão, anomalias nos sonhos (incluindo pesadelos), alucinações, deterioração da memória e pensamentos e comportamentos suicidas. Foi reportado que alguns destes sintomas podem persistir mesmo após a interrupção da toma do medicamento.

As informações de segurança descrevem também o potencial para reações sistémicas graves, incluindo o desenvolvimento de eosinofilia sistémica, que por vezes se apresenta com características da Síndrome de Churg-Strauss (uma forma de inflamação dos vasos sanguíneos), e formas raras de hepatite.

Restrições Regulamentares Específicas

O Clast não está indicado para a reversão de crises agudas de asma. O medicamento não deve ser utilizado para substituir abruptamente os corticosteroides inalados ou orais. Os doentes com sensibilidade conhecida à aspirina devem continuar a evitar a aspirina e outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Não é necessário qualquer ajuste posológico para doentes com insuficiência hepática ou renal ligeira a moderada; no entanto, os dados são insuficientes para casos de insuficiência hepática grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação oficial sobre a sobredosagem de Clast (Montelukast) descreve manifestações clínicas específicas e estabelece um protocolo de gestão rigoroso. Perante a suspeita de uma sobredosagem, é necessária assistência médica imediata para garantir a aplicação dos cuidados de suporte adequados.

As experiências adversas relatadas com maior frequência em casos de dose excessiva, tanto em doentes adultos como pediátricos, incluíram um conjunto de sintomas como dor abdominal, sonolência, sede, cefaleia e vómitos. Outras manifestações documentadas incluem a hiperatividade psicomotora. Os relatos de sobredosagem aguda envolvem doses até 1000 mg em adultos, apresentando resultados clínicos que são, geralmente, consistentes com o perfil de segurança global estabelecido para o medicamento.

Gestão e Resposta de Emergência

Componente da Resposta Declaração Oficial
Quando Procurar Ajuda Procure assistência médica imediata e contacte um profissional de saúde ou o Centro de Informação Antivenenos se suspeitar de sobredosagem.
Disponibilidade de Antídoto Não é conhecido um antídoto específico para a sobredosagem de Montelukast; o tratamento é puramente de suporte.
Procedimentos Obrigatórios A gestão requer o recurso a monitorização clínica e às medidas de suporte habituais. Podem ser realizados procedimentos como a remoção de material não absorvido do trato gastrointestinal.

As orientações definem o perfil de sobredosagem com base nestes sintomas documentados e na necessidade crítica de supervisão médica profissional. Uma vez que não existe um agente de reversão específico, o foco da gestão centra-se inteiramente em medidas de suporte sintomático e na vigilância clínica contínua.

Usos terapêuticos de Clast

Para que serve o Clast: principais utilizações e benefícios

O Clast é geralmente utilizado em domínios terapêuticos que envolvem determinados sintomas perturbadores de condições alérgicas e respiratórias crónicas. É habitualmente aplicado em quadros que apresentam desconforto sistémico ou localizado, incluindo especificamente o apoio na gestão a longo prazo da asma persistente, o alívio sintomático da rinite alérgica sazonal e perene, e a profilaxia contra a broncocontrição induzida pelo exercício.


O medicamento é geralmente aplicado como uma terapia de manutenção para abordar grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como sibilância recorrente, episódios de tosse, congestão nasal e comichão nos olhos.

“O Clast é relevante quando a gestão sintomática de suporte é adequada, ajudando os doentes a lidar de forma mais constante com episódios exigentes.”

Este apoio terapêutico contribui para atenuar a carga sintomática global e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante períodos sintomáticos, o que apoia o bem-estar geral.


Facto Rápido: Alívio para Sintomas Crónicos e Episódicos

O Clast é considerado relevante em contextos clínicos que envolvem manifestações recorrentes ou episódicas, ajudando a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis e a suavizar o desconforto associado à intensificação dos sintomas alérgicos. Isto proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Clast?

Esta secção detalha as normas oficiais de elegibilidade e não-elegibilidade para o Clast (Montelukast), conforme documentado nas informações regulamentares de prescrição. A elegibilidade é estritamente definida pela idade, indicação, condições de saúde existentes e sensibilidades conhecidas.


Contraindicações e Restrições

Classificação População/Condição Situação Regulamentar Oficial
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Montelukast ou a qualquer um dos excipientes. Não deve ser utilizado
Exclusão por Condição Aguda Doentes com crises agudas de asma ou estado asmático. Não indicado (Não é um medicamento de resgate)
Restrição de Formulação Doentes com Fenilcetonúria (PKU). Uso condicional (Os comprimidos mastigáveis contêm aspartame)

Elegibilidade por Faixa Etária

A elegibilidade começa logo aos 6 meses de idade para condições específicas, como a rinite alérgica perene, aumentando para os 6 anos para a prevenção da broncocontrição induzida pelo exercício. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em bebés com menos de 6 meses de idade. Não é recomendado qualquer ajuste posológico específico para idosos.

Utilização em Populações Especiais

O Clast apenas deve ser utilizado durante a gravidez se for determinado que o benefício potencial justifica claramente o risco potencial para o feto. A utilização durante a lactação requer precaução, uma vez que se sabe que o fármaco é excretado no leite humano em pequenas quantidades. Doentes com insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira a moderada geralmente não necessitam de ajuste de dose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados do Clast (Montelukast) com outros produtos medicinais e substâncias, conforme assinalado na rotulagem regulamentar oficial.


Modificação Farmacocinética

As interações farmacocinéticas, que alteram a forma como o organismo é exposto ao fármaco, baseiam-se principalmente na modulação das enzimas do Citocromo P450 (CYP). A administração concomitante com medicamentos específicos está documentada como capaz de alterar a concentração plasmática do Montelukast:

O Gemfibrozil (um inibidor da CYP2C8) resulta numa interação substancial, documentada como um aumento de aproximadamente 4,3 vezes na exposição plasmática do Montelukast. O Fenobarbital (um indutor enzimático potente) resulta numa interação farmacocinética que diminui a concentração plasmática do Montelukast, estando documentada uma redução da exposição em cerca de 40%. Outros indutores enzimáticos potentes, como a Rifampicina, podem diminuir de forma semelhante as concentrações de Montelukast.

Outras Restrições Relacionadas com Interações

Aspirina e AINEs: Os doentes com uma sensibilidade conhecida à aspirina devem continuar a evitar a aspirina e outros agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Esta recomendação deve-se à restrição que observa que o Montelukast não demonstrou prevenir a resposta de broncocontrição nestes indivíduos sensíveis.

Corticosteroides: O Montelukast não deve ser utilizado para substituir abruptamente a terapia com corticosteroides inalados ou orais. Esta é uma norma oficial de procedimento relativa à transição de utilização.

Alimentos: A absorção oral do Montelukast não é clinicamente afetada pela administração conjunta com alimentos, incluindo refeições com elevado teor de gordura. Estudos formais de interação documentaram também a inexistência de efeitos clinicamente importantes na farmacocinética da Teofilina, Varfarina, Digoxina ou Prednisona/Prednisolona quando administradas concomitantemente.

Mecanismo de ação

Como funciona o Clast

O clascoterona, um inibidor dos recetores de androgénios, atua de forma seletiva nos recetores de androgénios (RA) localizados nas unidades pilossebáceas da pele. O fármaco, que é o propionato de cortexolona-17alfa, funciona como um antagonista competitivo ao ligar-se aos recetores de androgénios.

Esta interação bloqueia a ligação dos androgénios endógenos ao recetor, visando principalmente a di-hidrotestosterona (DHT). Após o bloqueio dos RA, as vias intracelulares típicas mediadas por androgénios são interrompidas. Isto resulta na supressão da transcrição genética dependente de androgénios e na subsequente síntese proteica. As principais consequências intracelulares incluem a inibição da síntese de lípidos (produção de sebo) e a redução da produção de citocinas inflamatórias no interior da glândula sebácea e nos tecidos circundantes.

A consequência fisiológica ao nível sistémico é uma modulação da sinalização androgénica localizada e específica do tecido, limitada primordialmente à pele, minimizando os efeitos noutros tecidos que expressam recetores de androgénios.

Informações sobre dosagem e administração

O Clast (montelukast) está estritamente definido como um medicamento para administração oral contínua e a longo prazo, orientado por normas específicas relativas à dosagem, frequência e horário. A via aprovada para todas as formas disponíveis — incluindo os comprimidos revestidos por película, os comprimidos mastigáveis e os grânulos orais — é a via oral. O medicamento é administrado uma vez por dia, o que reflete o seu propósito como terapia de manutenção para assegurar um controlo consistente.

Posologia e Administração Oficial

Grupo Etário Dose Diária Padrão Forma Farmacêutica
Adultos e Adolescentes (a partir dos 15 anos) 10 mg Comprimido Revestido
Crianças (6–14 anos) 5 mg Comprimido Mastigável
Crianças (6 meses–5 anos) 4 mg Comprimido Mastigável ou Grânulos Orais

Para condições crónicas como a asma, a dose está indicada para ser administrada à noite. Para a profilaxia da broncocontrição induzida pelo exercício, a dose deve ser tomada pelo menos duas horas antes do esforço físico.

A administração em relação aos alimentos depende da formulação: o comprimido revestido pode, geralmente, ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, os grânulos orais devem ser consumidos no período de 15 minutos após a abertura da saqueta e só devem ser misturados com alimentos moles ou líquidos permitidos, frios ou à temperatura ambiente, tais como leite de fórmula ou leite materno. O protocolo de utilização global enfatiza que o tratamento se destina ao uso crónico e deve ser continuado diariamente sem interrupção, mesmo durante os períodos em que os sintomas estejam bem controlados.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos para o Clast

Evidência para utilização em Claudicação Intermitente (Doença Arterial Periférica)

A investigação que explora a utilização do Clast na claudicação intermitente — uma condição caracterizada por resultados relacionados com o desconforto físico e limitações funcionais ao caminhar — baseia-se essencialmente em ensaios controlados e aleatorizados de curto prazo. Estes estudos foram utilizados para analisar a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo, medindo resultados como a alteração na distância que os participantes conseguiam percorrer sem dor. Os resultados descrevem padrões observados onde os participantes que receberam o fármaco foram avaliados quanto a mudanças na sua distância de caminhada por comparação com o grupo placebo. A investigação examinou também as taxas de eventos cardiovasculares graves em ambos os grupos durante o período de curto prazo.

Evidência para utilização em Esclerose Múltipla (EM) Recidivante

A evidência que sustenta o uso do Clast em formas recidivantes de Esclerose Múltipla deriva de ensaios iniciais de Fase 3 de curto prazo e subsequentes estudos de coorte observacionais de longo prazo que acompanharam os participantes originais dos ensaios. Esta investigação analisou resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como a frequência de exacerbações e a taxa de progressão da incapacidade. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos onde os doentes medicados foram monitorizados quanto a alterações episódicas ou agudas e à taxa de progressão da incapacidade, sendo os dados comparados com o grupo placebo durante o período principal do estudo.

Durabilidade do Efeito e Acompanhamento a Longo Prazo

A investigação tem explorado a durabilidade do efeito do Clast muito após o término do período de tratamento inicial. Para a EM Recidivante, estão disponíveis dados de acompanhamento a longo prazo que se estendem por quase uma década. Esta investigação destaca alterações medidas ao longo de anos, com resultados que descrevem padrões onde os resultados reportados pelos doentes pareceram manter-se em alguns indivíduos. Relativamente à claudicação intermitente, a duração do acompanhamento foi limitada nos principais ensaios de eficácia. Um estudo pós-comercialização mais longo foi interrompido precocemente; este facto, aliado à baixa adesão dos doentes, faz com que os efeitos a longo prazo não estejam totalmente estabelecidos.

O que permanece incerto na Investigação sobre o Clast

Apesar dos dados disponíveis, subsistem várias áreas de incerteza. Existem investigações em curso para caracterizar totalmente o perfil de longo prazo do Clast, particularmente para eventos que podem levar muitos anos a manifestar-se. Os métodos de investigação utilizados para o acompanhamento a longo prazo são menos controlados do que os ensaios clínicos iniciais, o que significa que o nível de certeza permanece baixo quando se tenta excluir resultados raros ou tardios. Além disso, falta evidência comparativa em muitos aspetos. Esta evidência sublinha o que é conhecido — e o que permanece incerto — e a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais sobre resultados pessoais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Clast (FAQ)


Q: Qual é a principal diferença entre o Clast e outros medicamentos para a mesma condição?

Os documentos oficiais descrevem o Clast (Montelukast) como pertencente a uma classe de medicamentos designada Antagonistas dos Recetores dos Leucotrienos. Esta ação direcionada torna-o uma opção terapêutica não corticosteroide utilizada na gestão a longo prazo de certas condições.


Q: Com que rapidez é que o Clast começa geralmente a fazer efeito?

De acordo com a informação oficial do fármaco, o medicamento demonstrou causar broncodilatação (abertura das vias aéreas) num período de até 2 horas após a administração. O medicamento destina-se ao controlo contínuo a longo prazo e não ao alívio imediato.


Q: É seguro tomar o Clast todos os dias durante muito tempo?

Segundo as informações oficiais do produto, este medicamento está aprovado para tratamento crónico. Os documentos regulamentares referem que se destina a uma utilização prolongada como terapia de manutenção.


Q: O Clast pode causar efeitos secundários ou problemas de saúde a longo prazo?

As autoridades regulamentares assinalaram que foram reportados eventos neuropsiquiátricos graves, como alterações de humor e comportamento, em dados pós-comercialização. Foi relatado que alguns destes sintomas podem permanecer mesmo após a interrupção do medicamento.


Q: O Clast interage com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno ou o paracetamol?

A informação oficial indica que os doentes com uma sensibilidade conhecida à aspirina são aconselhados a continuar a evitar a aspirina e outros agentes anti-inflamatórios não esteroides. Isto deve-se a uma restrição que refere que o medicamento não demonstrou prevenir a resposta de broncocontrição nestes indivíduos sensíveis.


Q: É seguro utilizar o Clast se eu também tomar suplementos vitamínicos ou remédios à base de plantas?

A informação regulamentar indica que o Clast pode interagir com certos suplementos à base de plantas, como o indutor enzimático Erva de São João (Hipericão). Estas interações podem diminuir a concentração plasmática do medicamento e, potencialmente, reduzir a sua eficácia pretendida. Os doentes devem informar o seu profissional de saúde sobre todos os suplementos tomados.


Q: O Clast interage com o álcool?

A informação oficial não indica uma interação clínica conhecida com o álcool. No entanto, o consumo de álcool tem sido apontado como um potencial fator de confusão em alguns relatórios pós-comercialização relacionados com a função hepática.


Q: O Clast pode afetar a minha pressão arterial ou o ritmo cardíaco?

O perfil de segurança oficial lista as palpitações, descritas como alterações no ritmo ou frequência cardíaca, como uma reação adversa rara. No entanto, as alterações na pressão arterial não constam diretamente dos eventos adversos oficialmente classificados para este medicamento.


Q: Existem razões conhecidas para um doente ter de parar de tomar Clast?

As autoridades regulamentares aconselham que os riscos e benefícios da continuação do tratamento devem ser avaliados se ocorrerem eventos neuropsiquiátricos graves durante a terapia. Além disso, o protocolo oficial de utilização estabelece que o medicamento não deve ser substituído abruptamente por corticosteroides inalados ou orais.


Q: Existe uma versão genérica do Clast disponível?

A substância ativa do Clast é o Montelukast sódico. Esta substância está amplamente disponível tanto sob o nome comercial como na forma de medicamento genérico sujeito a receita médica.


Q: Qual é o intervalo de tempo típico para observar o benefício total do Clast?

O medicamento é classificado como uma terapia de manutenção para controlo a longo prazo. Embora a eficácia tenha sido documentada em ensaios clínicos, um intervalo de tempo único e universal para observar o benefício total não está explicitamente definido na rotulagem regulamentar oficial.


Q: É normal sentir cansaço ou tonturas ao iniciar o Clast?

Os rótulos de segurança oficiais reportam eventos adversos que incluem tonturas, classificadas como pouco frequentes, bem como cefaleias e fadiga, classificadas como comuns. Este perfil é relatado em doentes que utilizam o medicamento.


Q: O Clast pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

As orientações oficiais alertam que, uma vez que o medicamento está associado a reações adversas como tonturas e convulsões, os doentes devem estar cientes dos potenciais riscos relacionados com a operação de máquinas.


Q: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Clast?

De acordo com as instruções oficiais de administração, se uma dose for esquecida, o doente deve tomar a dose seguinte à hora habitual. As instruções regulamentares determinam que os doentes devem evitar tomar duas doses para compensar a dose esquecida.


Q: O Clast continuará a funcionar se eu esmagar ou partir o comprimido?

O medicamento é fabricado em formas distintas, incluindo comprimidos revestidos por película e comprimidos mastigáveis. As instruções para alteração da forma, tais como a mistura com alimentos ou líquidos, aplicam-se apenas aos grânulos orais.


Q: É verdade que o Clast é frequentemente prescrito para outras condições além da principal listada?

Os documentos regulamentares listam investigações que examinaram a utilização do Clast para condições fora das suas indicações primárias aprovadas. Estudos exploraram o seu papel em áreas como a Claudicação Intermitente e a Esclerose Múltipla Recidivante.


Q: O Clast tem perfis de segurança diferentes consoante o género?

A informação oficial do produto refere que a farmacocinética do Montelukast, que descreve como o fármaco é processado pelo organismo, é geralmente semelhante em homens e mulheres.


Q: O Clast é considerado um medicamento novo ou já existe há muito tempo?

O Montelukast é descrito pelas autoridades regulamentares como uma terapia de longa data que tem sido utilizada há muitos anos. Possui um historial estabelecido, com dados disponíveis que abrangem décadas de utilização.


Q: Que tipo de testes ou monitorização são habitualmente necessários ao tomar Clast?

Os documentos regulamentares descrevem o potencial para reações graves, incluindo eosinofilia sistémica e características da Síndrome de Churg-Strauss. A informação oficial indica que os doentes que recebem o medicamento podem necessitar de monitorização para estas condições graves.


Q: Posso tomar Clast se tiver antecedentes de alergias a outros medicamentos?

A contraindicação absoluta oficial é a hipersensibilidade conhecida ao Montelukast ou a qualquer um dos seus ingredientes inativos. O texto regulamentar não fornece instruções gerais relativas ao historial de alergias de um doente a outros medicamentos não relacionados.


Q: Quão fiável é a evidência científica que apoia a utilização do Clast?

A evidência central da investigação baseia-se tipicamente em ensaios controlados e aleatorizados de curto prazo. A documentação oficial também realça que o nível de certeza permanece baixo quando se tenta excluir resultados raros ou tardios a longo prazo.


Q: Que informação está disponível sobre a interrupção segura do Clast?

O protocolo oficial estabelece que o medicamento não deve ser substituído abruptamente por terapia com corticosteroides inalados ou orais. Não é detalhado qualquer outro procedimento geral de interrupção na informação de segurança.


Q: É necessário interromper outros medicamentos antes de iniciar o Clast?

O protocolo de utilização inclui a restrição de que o medicamento não deve ser substituído abruptamente por terapia com corticosteroides inalados ou orais. Não é obrigatória a cessação de qualquer outro medicamento específico antes do início do tratamento.


Q: O que acontece se eu tomar Clast durante algum tempo e parecer não estar a funcionar?

Os rótulos oficiais aconselham que, para algumas condições, o medicamento deve ser reservado para doentes não tratados eficazmente com alternativas. Se o medicamento parecer não estar a funcionar, os rótulos regulamentares aconselham que os profissionais de saúde devem avaliar os riscos e benefícios de continuar o tratamento.


Q: Como é que a segurança do Clast é monitorizada pelos organismos oficiais de saúde após a aprovação?

As agências regulamentares monitorizam continuamente a segurança do medicamento através da revisão de dados clínicos disponíveis e de relatórios pós-comercialização. Este processo de monitorização pode resultar em atualizações dos rótulos oficiais, tais como a adição de avisos de segurança, com base na avaliação contínua da segurança.


Q: Qual é a diferença entre uma alergia ao Clast e um efeito secundário comum?

Os documentos oficiais classificam a hipersensibilidade ao fármaco ou aos seus excipientes como uma contraindicação absoluta, o que significa que o medicamento não deve ser utilizado. Os efeitos secundários comuns, como dores de cabeça ou infeções das vias respiratórias superiores, são reações adversas separadas listadas no perfil geral de segurança.


Q: O Clast foi testado para interações com suplementos naturais como a Erva de São João?

As informações oficiais referem que foi examinada a administração concomitante com indutores enzimáticos à base de plantas, como a Erva de São João ou Hipericão. A informação oficial indica que estas substâncias podem reduzir a concentração plasmática e a eficácia do medicamento.

Como Clast deve ser armazenado e descartado?

O Clast (montelukast sódico) deve ser conservado e eliminado de acordo com diretrizes regulamentares oficiais rigorosas para manter a sua integridade e potência.

Condições de Conservação

Item Requisito Regulamentar Oficial
Temperatura Conservar entre 20 °C e 25 °C; são permitidas excursões entre 15 °C e 30 °C.
Proteção Deve ser protegido da humidade e da luz; manter no recipiente original ou na embalagem (blister).
Estabilidade Os grânulos orais devem ser administrados dentro de 15 minutos após a abertura da saqueta ou da mistura com alimentos/líquidos; não devem ser guardados para uso posterior.
Segurança Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

O produto não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser descartado em conformidade com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos. A eliminação em esgotos, como deitar na sanita, é proibida, a menos que seja especificamente recomendado pelas orientações governamentais oficiais de eliminação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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