Civar

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Civar

Propriedade Descrição
Substância ativa Aciclovir
Forma Comprimido, cápsula, solução IV, creme, pomada
Classe farmacológica Agente Antiviral (Anti-herpético)
Objetivo geral Limitar a replicação viral
Origem Composto sintético (Análogo nucleosídeo)

Identidade e Classificação Farmacológica do Civar

O Civar é uma preparação farmacêutica que contém a substância ativa Aciclovir, a qual é classificada como um Agente Antiviral estabelecido. O Aciclovir é um análogo nucleosídeo sintético — um composto fabricado que é estruturalmente relacionado com as unidades fundamentais do material genético que ocorrem naturalmente. A classe farmacológica precisa desta substância é a de um Agente Anti-herpético, focando-se em patógenos virais dentro da família dos herpesvírus. A utilização deste análogo específico é clinicamente reconhecida em diversas diretrizes de tratamento internacionais, apoiando o seu papel na abordagem de desafios virais agudos.

Composição, Formas e Origem

O medicamento é fabricado como um produto de substância única, contendo apenas a substância ativa Aciclovir, que é de origem sintética. Para permitir uma administração sistémica e direcionada, é formulado em várias formas farmacêuticas comuns, incluindo o comprimido, a cápsula e a suspensão oral para administração por via oral, bem como uma solução estéril para perfusão intravenosa e preparações como o creme tópico e a pomada. A disponibilidade de formas sistémicas e locais é um fator diferenciador fundamental, oferecendo versatilidade para as várias vias de administração (oral, tópica, intravenosa) necessárias para a gestão da infeção.

Objetivo Geral deste Agente Antiviral

O objetivo global deste tipo de medicamento é reduzir a carga viral ao interromper o ciclo de vida do patógeno. Como um inibidor da polimerase do ADN, o benefício geral do Civar é a sua capacidade de travar a replicação viral dentro das células do corpo, impedindo que o patógeno se prolifere de forma descontrolada. O seu mecanismo de ação seletiva tem sido amplamente apoiado por estudos farmacológicos, confirmando a sua capacidade de atingir as enzimas virais enquanto preserva as células do hospedeiro, uma característica crítica para uma terapia antiviral eficaz.

Quais efeitos secundários são possíveis com Civar?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Aciclovir (Civar) possui um perfil de segurança documentado oficialmente, com potenciais reações adversas classificadas por frequência e por sistema corporal nos textos regulamentares. A ocorrência de efeitos secundários é categorizada utilizando intervalos de frequência padrão, que definem a amplitude desde eventos comuns até eventos raros.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Quanto às reações muito frequentes, as ocorrências documentadas com maior regularidade incluem cefaleias (dores de cabeça) e tonturas, particularmente com as formas sistémicas do medicamento.

No que respeita às reações frequentes, as observações incluem habitualmente sintomas gastrointestinais como náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal, juntamente com reações cutâneas como prurido e erupções, fadiga e febre.

Relativamente aos eventos raros e muito raros, os relatos menos frequentes incluem reações adversas graves, tais como insuficiência renal aguda, anafilaxia, angioedema e efeitos neurológicos clinicamente significativos, como confusão, alucinações e convulsões. Estes eventos estão documentados principalmente nas classificações de raro e muito raro na rotulagem oficial.

Considerações de Segurança Sistémica

As reações adversas são categorizadas em várias Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo os sistemas gastrointestinal, nervoso, renal e urinário, e os sistemas sanguíneo e linfático. Os documentos oficiais de segurança referem que doentes com compromisso da função renal pré-existente ou idosos podem apresentar um risco elevado de desenvolver certos efeitos adversos neurológicos devido à potencial acumulação do fármaco. Além disso, um requisito de segurança essencial definido nos rótulos regulamentares exige a manutenção de uma hidratação adequada durante a administração sistémica oral ou intravenosa de doses elevadas, a fim de mitigar o risco de toxicidade renal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de Sobredosagem e Consequências Graves

A sobredosagem com Civar (Aciclovir) pode apresentar-se através de sintomas neurológicos documentados, incluindo agitação, confusão, tonturas, sonolência, letargia e alucinações. Em contextos regulamentares, foram também relatadas manifestações graves, tais como convulsões e estado de coma.

Um risco primário documentado envolve o sistema renal, derivado da precipitação de cristais de Aciclovir nos túbulos renais, o que pode levar a uma insuficiência renal aguda. Os achados clínicos ou laboratoriais associados a este possível desfecho incluem a diminuição da produção de urina, o inchaço dos membros inferiores e a elevação da creatinina e de outras enzimas essenciais. Os doentes idosos e os indivíduos com condições renais pré-existentes enfrentam um risco acrescido de reações neurológicas graves.

Quando Procurar Ajuda Médica Urgente

As orientações governamentais determinam estritamente a procura imediata de assistência médica em todos os casos de suspeita de sobredosagem. Deve contactar-se os serviços de emergência imediatamente se a pessoa sofrer um colapso, tiver uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não puder ser acordada. Não se conhece nenhum antídoto específico para este cenário de sobredosagem. A gestão descrita nos documentos oficiais consiste em tratamento sintomático e de suporte. A hemodiálise está documentada como um procedimento que pode remover eficazmente a substância do organismo em casos graves.

Usos terapêuticos de Civar

Indicações Terapêuticas e Benefícios do Civar

O Civar é um medicamento indicado para o tratamento de episódios depressivos major. A sua utilização foca-se no alívio dos sintomas psicológicos e físicos associados à depressão, visando a estabilização do humor e a recuperação do bem-estar emocional do doente.

Além do tratamento da depressão, este medicamento é utilizado na gestão da perturbação de pânico, com ou sem agorafobia. O objetivo terapêutico nestes casos é reduzir a frequência e a intensidade dos ataques de pânico, bem como diminuir a ansiedade antecipatória associada a estas crises.

O Civar é também indicado para o tratamento da perturbação de ansiedade social, anteriormente designada como fobia social. A sua administração ajuda a atenuar o medo persistente e excessivo de situações de interação social ou de desempenho, permitindo ao indivíduo uma melhor funcionalidade nas suas atividades quotidianas.

Outras aplicações clínicas incluem o tratamento da perturbação de ansiedade generalizada e da perturbação obsessivo-compulsiva. Nestas condições, o medicamento atua no controlo da ansiedade crónica e persistente, bem como na redução de pensamentos intrusivos e comportamentos repetitivos que caracterizam estas patologias.

Os principais benefícios do Civar prendem-se com a melhoria clínica dos sintomas a longo prazo e com a prevenção da recorrência de novos episódios. Ao atuar sobre o equilíbrio químico no sistema nervoso, o tratamento contribui para uma melhoria significativa na qualidade de vida, facilitando a reintegração social e profissional do doente.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Civar — Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para o Civar (Aciclovir) é definida pelas autoridades regulamentares com base no estado de saúde do doente, na idade e na função renal.

Populações Contraindicadas

O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade clinicamente significativa ao aciclovir, ao seu pró-fármaco valaciclovir ou a qualquer um dos excipientes da formulação. Indivíduos com histórico de Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs) ao fármaco não devem utilizá-lo.

Populações que Requerem Uso Condicional

No que respeita ao compromisso renal, a utilização é restrita e requer uma consideração cuidadosa. Dado que o fármaco é eliminado por via renal, a função renal diminuída pode levar à acumulação do medicamento, necessitando de ajustes.

Relativamente aos idosos (geriatria), recomenda-se precaução, uma vez que os doentes idosos têm maior probabilidade de apresentar uma função renal reduzida, o que exige uma monitorização próxima.

Quanto à gravidez e aleitamento, o uso durante a gravidez é condicional e é autorizado apenas quando os benefícios potenciais superam claramente a possibilidade de riscos desconhecidos. Recomenda-se também precaução durante o aleitamento, uma vez que se sabe que a substância ativa passa para o leite materno.

Existem ainda outras restrições onde se recomenda precaução, nomeadamente em doentes com anomalias neurológicas subjacentes, desidratação significativa ou naqueles que estejam a receber outros agentes nefrotóxicos. O medicamento está, de um modo geral, aprovado para utilização em adultos e na população pediátrica.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações oficial do Civar (Aciclovir) caracteriza-se por efeitos farmacocinéticos que alteram a exposição sistémica ao fármaco, principalmente devido à sua via de eliminação. Uma vez que o Aciclovir é eliminado em grande parte por secreção tubular renal ativa, as interações centram-se em substâncias que interferem com este processo.

Informações Oficiais sobre Interações

A administração conjunta com certos medicamentos está documentada como aumentando a concentração sistémica de Aciclovir através da redução da sua eliminação renal. Os produtos medicinais com interação explicitamente listados na informação regulamentar incluem a Probenecida e a Cimetidina. Demonstrou-se que a combinação de Aciclovir e Probenecida aumenta a área média sob a curva (AUC) e a semivida do Aciclovir.

Outra interação documentada significativa ocorre com o Micofenolato de Mofetil (MMF). Os rótulos regulamentares observam que a coadministração do metabolito ativo do MMF, o Ácido Micofenólico (MPA), e do Aciclovir leva ao aumento das concentrações plasmáticas de ambos os compostos, devido à competição documentada pela secreção tubular renal.

Existem também preocupações farmacodinâmicas, uma vez que a coadministração com outros medicamentos nefrotóxicos pode aumentar o risco documentado de disfunção renal. Além disso, o perfil regulamentar refere que as concentrações plasmáticas são geralmente mais elevadas em doentes idosos, em parte devido a alterações na função renal relacionadas com a idade, o que constitui uma consideração de interação específica para esta população. Não existem combinações fármaco-fármaco formais listadas como contraindicadas no róculo, nem regras obrigatórias de separação temporal das tomas ou interações documentadas com alimentos ou álcool.

Mecanismo de ação

Ativação Seletiva pela Enzima Viral

O mecanismo de ação deste fármaco inicia-se com um requisito único: este deve ser fosforilado na sua forma ativa, o Trifosfato de Aciclovir, através de uma enzima do próprio vírus, a Timidina Quinase Viral. Esta dependência biológica da enzima viral assegura que a atividade do medicamento esteja quase inteiramente limitada às células infetadas, confinando a ação do fármaco às células onde o vírus está presente.


Interrupção Irreversível da Síntese Genética Viral

Uma vez ativado, o Trifosfato de Aciclovir atua como um falso bloco de construção para o genoma viral, visando de forma competitiva a Polimerase do ADN Viral. A sua incorporação na cadeia de ADN viral em crescimento provoca uma terminação obrigatória da cadeia — uma paragem permanente na replicação. Esta falha molecular crítica suprime funcionalmente a proliferação viral ativa.


Limitação Mecanística em Estados Latentes

O mecanismo está intrinsecamente limitado ao ciclo de vida ativo do vírus. Uma vez que o vírus não produz a enzima de ativação essencial (Timidina Quinase Viral) durante o seu estado latente (dormitante), o fármaco não pode ser ativado e permanece inerte. Esta restrição significa que o mecanismo funciona exclusivamente para suprimir a proliferação viral ativa, não podendo atuar sobre o reservatório viral latente.

Informações sobre dosagem e administração

O Civar é administrado através de várias vias oficialmente aprovadas, incluindo preparações orais, soluções intravenosas, produtos tópicos e comprimidos bucais, dependendo da ação sistémica ou local pretendida. As formas orais, tais como cápsulas de 200 mg e comprimidos de 400 mg ou 800 mg, são habitualmente tomadas de acordo com um horário fixo, variando entre duas vezes ao dia para terapia de supressão e cinco vezes ao dia para ciclos de tratamento agudo. Os ciclos agudos duram geralmente de 5 a 10 dias, devendo a administração começar o mais cedo possível após o início do episódio. O medicamento pode ser administrado independentemente das refeições, mas a ingestão com um copo cheio de água é rotineiramente recomendada.

As instruções oficiais estabelecem requisitos procedimentais específicos para formas especializadas. Para a solução intravenosa, a dose calculada deve ser administrada por infusão lenta durante um período mínimo de uma hora, sendo esta uma condição essencial de utilização. Além disso, as informações do medicamento especificam que doentes com função renal comprometida, incluindo idosos, requerem uma modificação da dose com base no seu grau de função renal, o que resulta numa redução da frequência de administração. Se uma dose oral for esquecida, a orientação regulamentar aconselha a sua toma o mais rapidamente possível; no entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser saltada para retomar o esquema regular, sem duplicar a quantidade.

Evidência clínica recente

Civar: Evidência Clínica Recente

A base de investigação para o Civar (aciclovir) consiste primordialmente em Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas que exploram o seu papel na gestão de infeções causadas pela família dos herpesvírus, incluindo o Vírus Herpes Simplex e o Vírus Varicela-Zoster. A evidência é avaliada com base na forma como os estudos medem os padrões da doença e os sintomas, e não em garantias terapêuticas.

Evidência para Uso em Episódios Agudos de Herpes Genital e Oral

A investigação examinou condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como o herpes labial e o herpes genital. Estes estudos monitorizaram medições relacionadas com resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado e métricas como o tempo de cicatrização das lesões e a duração dos sintomas locais. Para o uso agudo, as conclusões descrevem padrões observados nos estudos relacionados com as métricas de evolução temporal das lesões. A base de evidência sugere que os resultados se aplicam principalmente às populações estudadas.

Evidência para Uso na Gestão de Zona (Herpes Zoster)

A investigação explorou a Zona, envolvendo ECA e Revisões Sistemáticas abrangentes. Estes estudos monitorizaram múltiplos resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado, incluindo o tempo até alterações na erupção cutânea e a duração da dor associada ao zoster (DAZ). Um foco crítico da investigação foi observado em estudos que acompanharam a Nevralgia Pós-Herpética (NPH), uma condição de dor a longo prazo. A investigação destaca padrões onde as métricas de dor (DAZ e NPH) foram associadas ao momento da intervenção no estudo.

O que Ainda é Incerto na Investigação sobre o Civar

Existe uma lacuna de evidência comparativa em estudos de larga escala que comparem diretamente as formulações orais e tópicas mais atuais. Para infeções raras e graves, as dimensões das amostras foram modestas, levando à dependência do consenso clínico. A qualidade da evidência varia entre estudos para as aplicações tópicas, onde os resultados foram mistos relativamente a alterações substanciais nos desfechos clínicos. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para muitos aspetos, incluindo o impacto do uso contínuo por períodos superiores a um ano para terapia de supressão.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Civar (FAQ)

O Civar começa a fazer efeito imediatamente ou demora algum tempo?

Os documentos de investigação regulamentar indicam que o efeito do Civar está estreitamente ligado ao momento da administração. Os estudos monitorizaram métricas de evolução temporal, tais como o tempo necessário para a cicatrização das lesões ou para a diminuição dos sintomas. A informação oficial estabelece que, em episódios agudos, a administração deve ser iniciada o mais cedo possível após o início do episódio.

Quanto tempo dura normalmente o efeito do Civar?

O Civar é, geralmente, eliminado do organismo de forma relativamente rápida. Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que a semivida média (o tempo necessário para que metade do fármaco seja eliminada) situa-se, normalmente, num intervalo de poucas horas. A semivida relativamente curta do fármaco reflete-se na frequência de dosagem prescrita.

Quais são os efeitos secundários mais frequentemente comunicados com o Civar?

Os documentos regulamentares oficiais de segurança classificam as potenciais reações adversas por frequência. As reações documentadas com maior frequência, designadas como "Muito Frequentes", incluem dores de cabeça e tonturas. As reações adversas documentadas como "Frequentes" listadas nos documentos oficiais incluem sintomas gastrointestinais e certas reações cutâneas.

O Civar pode causar sonolência ou tonturas?

Sim, as tonturas estão explicitamente documentadas como um efeito secundário "Muito Frequente" do Civar. O perfil de segurança oficial também inclui efeitos relacionados com o sistema nervoso central, tais como sonolência e fadiga. Estes eventos são observados nos documentos oficiais principalmente ao descrever populações com risco elevado, como idosos ou pessoas com função renal comprometida.

Preciso de evitar o álcool completamente enquanto estiver a tomar Civar?

Os documentos regulamentares que detalham o perfil de interações do medicamento não listam o álcool como uma substância documentada que afete o funcionamento do medicamento no organismo. Os documentos regulamentares focam-se em interações farmacológicas específicas.

É verdade que o Civar tem de ser tomado com alimentos?

A informação oficial confirma que o Civar pode ser tomado independentemente das refeições. Os estudos indicaram que a presença ou ausência de alimentos não afeta significativamente a forma como o medicamento é absorvido pelo organismo.

Porque é que o Civar é por vezes prescrito em combinação com outros medicamentos?

A documentação oficial estabelece que a coadministração com certos medicamentos, tais como a probenecida ou o MMF, pode levar a alterações na concentração de Civar devido à competição documentada pela depuração renal.

Porque é que os documentos oficiais descrevem a utilização do Civar com tanta cautela?

A ênfase na precaução nos documentos oficiais decorre da forma como o fármaco é eliminado. Uma vez que o Civar é depurado principalmente através dos rins, as instruções oficiais exigem uma hidratação adequada e uma consideração cuidadosa em indivíduos com função renal comprometida ou em idosos, dado que a acumulação do fármaco pode aumentar o potencial de efeitos adversos.

O Civar é uma substância controlada?

A informação oficial indica que o Civar não está classificado como uma substância controlada e não é classificado como tendo potencial de abuso nos calendários oficiais de substâncias controladas.

O Civar afeta o foco mental ou a clareza?

Estão documentadas reações adversas que afetam o sistema nervoso, incluindo tonturas (Muito Frequente) e, menos frequentemente, confusão, alucinações e encefalopatia. Estes eventos são observados principalmente em populações com risco elevado, como idosos ou pessoas com função renal comprometida.

O Civar é considerado seguro para crianças?

O Civar está, de um modo geral, aprovado para utilização na população pediátrica. Os rótulos oficiais fornecem dosagens específicas baseadas no peso e indicações para crianças a partir dos 2 anos de idade para condições como a varicela. O seu uso nesta população é definido por diretrizes específicas na rotulagem oficial.

Existem restrições alimentares comuns durante a toma de Civar?

Os documentos regulamentares oficiais não listam quaisquer restrições alimentares ou dietéticas específicas que afetem a forma como o medicamento atua no organismo.

O Civar pode tornar a pele mais sensível ao sol?

O perfil de segurança oficial do Civar inclui a documentação de uma "erupção cutânea fotossensível" como reação adversa. A documentação de uma "erupção cutânea fotossensível" indica que este tipo de reação cutânea é oficialmente reconhecido.

Vou precisar de fazer análises ao sangue de acompanhamento enquanto usar Civar?

As diretrizes oficiais de segurança aconselham que os doentes com função renal comprometida podem necessitar de monitorização próxima. A monitorização pode incluir a avaliação da função renal, com base nas diretrizes oficiais de segurança.

É aceitável esmagar ou mastigar o comprimido de Civar?

Para certas formas especializadas do medicamento, como o comprimido bucal, as instruções oficiais estabelecem explicitamente que o produto não deve ser esmagado nem mastigado. As instruções oficiais especificam como as várias formulações devem ser administradas.

Existem efeitos a longo prazo associados à utilização do Civar?

A revisão regulamentar da evidência científica indica que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para muitos aspetos da utilização do fármaco. Isto inclui a utilização contínua para terapia de supressão que dure além de um ano.

O Civar pode ser tomado a longo prazo?

Sim, o Civar está oficialmente indicado para utilização a longo prazo. Isto baseia-se em indicações específicas, tais como o controlo supressivo, conforme delineado nos documentos oficiais.

Qual é o papel do Civar na prevenção de uma condição, em vez de apenas no seu tratamento?

O Civar está oficialmente indicado tanto para o tratamento agudo como para a prevenção de recorrências de certas infeções pelo vírus herpes simplex, tais como o herpes genital. O seu uso é, portanto, reconhecido tanto para gerir uma infeção ativa como para ajudar a suprimir episódios futuros.

Porque é que o Civar não é recomendado para pessoas com certas condições pré-existentes?

Os rótulos regulamentares oficiais contraindicam o medicamento em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao fármaco. Recomenda-se também precaução para aqueles com certas condições, tais como compromisso renal ou alterações neurológicas subjacentes, principalmente devido ao risco de acumulação do fármaco e potencial toxicity.

O Civar causa dependência?

A documentação regulamentar oficial não classifica o Civar como uma substância controlada e não indica que possua potencial de abuso.

O Civar é geralmente bem tolerado?

A documentação oficial detalha que, embora os efeitos secundários "Muito Frequentes", como dor de cabeça e tonturas, sejam observados com frequência, os eventos adversos graves (tais como insuficiência renal aguda ou efeitos neurológicos) são geralmente classificados como "Raros" ou "Muito Raros". O perfil de tolerabilidade geral baseia-se nestas classificações oficiais de frequência.

O Civar funciona para todos os tipos da condição que trata?

A atividade do fármaco é especificamente observada contra os agentes patogénicos listados nas suas indicações oficiais. Isto inclui o Vírus Herpes Simplex tipos 1 e 2 (HSV-1, HSV-2) e o Vírus Varicela-Zoster (VZV).

O Civar tem uma versão genérica disponível?

Sim, a substância ativa do Civar está amplamente disponível como uma formulação genérica, de acordo com a informação oficial sobre produtos farmacêuticos.

É normal sentir náuseas após começar a tomar Civar?

A náusea é classificada nos documentos regulamentares como uma reação adversa "Frequente". Esta classificação de frequência significa que é documentada frequentemente em doentes que tomam o medicamento.

O Civar pode causar dores de cabeça?

Sim, a dor de cabeça é a reação adversa documentada com maior frequência nos textos regulamentares oficiais, classificada como "Muito Frequente".

O Civar pode causar febre?

A febre é classificada nos documentos regulamentares como uma reação adversa "Frequente", o que significa que é documentada frequentemente em doentes que tomam o medicamento.

Como Civar deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Civar

O Civar (Aciclovir) deve ser conservado e manuseado de acordo com requisitos regulamentares específicos para manter a integridade e a segurança do produto.

Condições de Conservação

No que respeita à temperatura, armazene a maioria das formas orais à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 15 °C e 25 °C. O concentrado para solução intravenosa (IV) não deve ser conservado acima de 25 °C. Para garantir a proteção adequada, mantenha todas as formas farmacêuticas protegidas da luz e da humidade, sendo importante notar que a solução IV e o creme não devem ser refrigerados.

Quanto ao acondicionamento, conserve o medicamento na sua embalagem original, bem fechada e afastada de fontes de calor excessivo. Por razões de segurança infantil, todas as preparações de Civar devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Civar não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado seguindo as diretrizes oficiais, como a utilização de pontos de recolha de resíduos de medicamentos em farmácias. Se estes serviços não estiverem disponíveis, a eliminação doméstica deve envolver a mistura do medicamento com uma substância pouco atrativa, como borras de café ou areia de gato, selando a mistura num saco ou recipiente antes de o colocar no lixo comum. A eliminação de todos os resíduos deve cumprir os requisitos regulamentares locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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