Cholos

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Cholos

Forma selecionada

Método de ação: Choleretic, Hepatoprotective

Opção de tratamento: Hepatitis, Cholangitis, Cholecystitis

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Cholos

O que é o Cholos? Identidade e Propósito Geral

Propriedade Descrição
Substância ativa Extrato de Rosae Pingue Fructuum (Extrato de Fruto de Roseira Brava)
Forma Extrato (Via oral)
Classe farmacológica Agente hipolipidemiante / Fitoterapêutico
Objetivo geral Apoio ao equilíbrio do colesterol e ao metabolismo lipídico
Origem Natural, Origem vegetal (género Rosa)

Que Tipo de Medicamento é o Cholos? Identidade e Origem

O Cholos é um fitopreparado, ou medicamento à base de plantas, classificado como um produto de origem natural e vegetal. O seu componente ativo é o Extrato de Rosae Pingue Fructuum, commumente conhecido como Extrato de Fruto de Roseira Brava, obtido a partir do fruto das plantas do género Rosa. Esta origem significa que o extrato é quimicamente definido como uma mistura complexa de compostos biologicamente ativos (PubChem).

Este medicamento apresenta-se habitualmente como um extrato concebido para ingestão oral. Enquanto fitomedicamento, a sua identidade distingue-se dos fármacos sintéticos de molécula única, tirando partido da ação sinérgica de múltiplos compostos para o seu efeito terapêutico. Estudos farmacológicos apoiam frequentemente o uso tradicional dos extratos de fruto de roseira brava para diversos benefícios de saúde.


Composição e Classificação Farmacológica do Cholos

O Extrato de Rosae Pingue Fructuum no Cholos contém múltiplas substâncias químicas, incluindo vários flavonoides, triterpenos e ácidos gordos específicos. Com base nas suas propriedades funcionais, o Cholos é categorizado na classe farmacológica geral dos agentes hipolipidemiantes ou fitoterapêuticos.

Esta classificação como agente hipolipidemiante significa que o medicamento é utilizado pelo seu papel funcional no metabolismo lipídico do organismo, particularmente no apoio à regulação dos níveis de gordura no sangue. Revisões científicas confirmam a capacidade do extrato em influenciar marcadores metabólicos associados ao colesterol (NIH). Esta característica funcional é clinicamente reconhecida como um apoio à saúde cardiovascular.


Qual é o Objetivo Geral do Cholos?

O objetivo geral do Cholos é apoiar um metabolismo lipídico saudável e auxiliar o organismo na manutenção de níveis equilibrados de colesterol, um cenário de utilização típico para os agentes hipolipidemiantes. A utilidade do medicamento deriva da capacidade da composição em modular a produção e absorção de colesterol, a par de uma atividade antioxidante inerente que ajuda a proteger os tecidos celulares. Ao atuar tanto nas vias metabólicas como na integridade celular, a preparação trabalha no sentido de apoiar o bem-estar cardiovascular e circulatório global.

Quais efeitos secundários são possíveis com Cholos?

O Cholos é um nome comercial para o medicamento Colchicina, um agente anti-inflamatório frequentemente utilizado para tratar e prevenir crises de gota e para tratar a Febre Mediterrânica Familiar (FMF). Tal como com qualquer medicamento, é importante estar ciente dos possíveis efeitos secundários e das considerações de segurança.

Efeitos Secundários Possíveis

Efeitos Secundários Comuns

Os efeitos secundários mais frequentes do Cholos são geralmente de natureza gastrointestinal. Os doentes devem contactar o seu profissional de saúde se estes sintomas forem graves ou persistentes:

  • Mal-estar Gastrointestinal: Náuseas, vómitos, diarreia e dores ou cólicas abdominais.

Efeitos Secundários Graves

Embora sejam menos comuns, o Cholos pode causar efeitos secundários graves, muitas vezes devido à toxicidade do fármaco ou a efeitos nas células sanguíneas. Se ocorrer algum dos seguintes sintomas, interrompa a utilização e procure assistência médica imediata:

  • Problemas Musculares e Neurológicos: Dor muscular inexplicável, fraqueza (miopatia) ou sensibilidade muscular ao toque; dormência, formigueiro ou fraqueza nos dedos das mãos ou dos pés (neuropatia periférica).
  • Disfunções Sanguíneas: Hematomas ou hemorragias invulgares, palidez ou coloração acinzentada nos lábios, língua ou palmas das mãos, ou sinais de infeção como febre, calafrios ou dor de garganta persistente, que podem indicar uma contagem baixa de células sanguíneas.

Informações de Segurança e Advertências

Contraindicações

O Cholos não é geralmente recomendado para utilização em doentes com insuficiência renal e hepática simultâneas, devido ao risco acrescido de toxicidade grave e sobredosagem fatal. A utilização é também contraindicada em doentes que tenham tido uma reação alérgica grave à colchicina.

Interações com Medicamentos e Alimentos

Numerosos medicamentos e certos alimentos podem aumentar significativamente a concentração de Cholos no organismo, o que pode levar a uma toxicidade potencialmente fatal. A toranja e o sumo de toranja devem ser evitados durante o tratamento. Os doentes devem informar o seu médico sobre todos os medicamentos com e sem receita médica, vitaminas e suplementos de ervas que estejam a tomar, especialmente certos antibióticos, agentes antifúngicos e medicamentos para reduzir o colesterol (estatinas).

Pregnancy and Fertility

O Cholos pode representar um risco para o feto e não é geralmente recomendado durante a gravidez ou a amamentação. Pode também diminuir temporariamente a fertilidade nos homens. Discuta qualquer preocupação sobre gravidez, amamentação ou fertilidade com um profissional de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial do Cholos (Extrato de Rosae Pingue Fructuum) é definido principalmente pela sua classificação como uma substância reconhecida como segura (GRAS). Esta designação implica que as monografias oficiais das autoridades de saúde não detalham os dados toxicológicos específicos habitualmente encontrados na rotulagem de medicamentos farmacêuticos. Consequentemente, não se encontram documentados sinais clínicos, sintomas ou consequências graves específicos associados à sobredosagem nas fontes regulamentares oficiais.

Ação de Emergência Necessária

Na eventualidade de qualquer suspeita de ingestão significativa que exceda a utilização recomendada, as diretrizes oficiais das autoridades determinam que o utilizador deve procurar assistência médica imediata ou contactar os serviços de emergência. Esta ação constitui o requisito único e crítico definido pelas instâncias reguladoras.

Gestão e Monitorização

Relativamente à gestão da ingestão, a literatura regulamentar confirma que não é conhecido um antídoto específico para a substância ativa. O tratamento limita-se à prestação geral de cuidados sintomáticos e de suporte. Intervenções procedimentais específicas, tais como a lavagem gástrica obrigatória ou a administração de carvão ativado, não são detalhadas na rotulagem oficial. A monitorização hospitalar poderá ser necessária para avaliação clínica após uma ingestão significativa, embora não existam fatores populacionais específicos documentados que alterem a gravidade de uma sobredosagem neste contexto.

O ambiente regulamentar global define o cenário de sobredosagem exclusivamente pelo imperativo de procurar ajuda médica imediata e pelo padrão de cuidados de suporte, refletindo a inexistência de detalhes toxicológicos documentados específicos.

Usos terapêuticos de Cholos

Em conformidade com os princípios gerais do tratamento sintomático, as orientações sobre a gestão da dor (como as preconizadas pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças) são relevantes em contextos que envolvem uma elevada carga sistémica. Neste âmbito, o Cholos é aplicado para oferecer um apoio sintomático de curta duração a doentes que experienciam desequilíbrios fisiológicos temporários.

O Cholos é utilizado em situações que envolvem sintomas relacionados com desconforto físico, proporcionando um alívio de suporte em condições que se manifestam através de episódios agudos e padrões sintomáticos flutuantes. O medicamento pode auxiliar na gestão de conjuntos de sintomas que se tornam intensos ou perturbadores, tais como a sobrecarga funcional temporária, o desconforto episódico e manifestações que interferem nas atividades da vida diária. Como benefício focado no doente, apoia o utilizador durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar.

“O medicamento contribui para reduzir a carga sintomática global e ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas se tornam mais percetíveis.”

Facto Rápido: Pode Auxiliar no Desconforto Episódico

O Cholos é relevante quando os sintomas se intensificam temporariamente e é necessário um auxílio sintomático de suporte para ajudar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Cholos — informação regulamentar oficial

Os documentos regulamentares definem a elegibilidade da população para o Cholos (Extrato de Rosae Pingue Fructuum) primordialmente através do uso estabelecido e da avaliação de risco relacionada com a sua composição.


Âmbito de Elegibilidade

Classificação Grupo Populacional Estatuto Regulamentar
Uso Permitido Adultos (18 anos ou mais) Autorizado (baseado em dados de uso tradicional)
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida Proibido
Não Recomendado Crianças e Adolescentes (menos de 18 anos) Segurança não estabelecida (Dados insuficientes)
Não Recomendado Mulheres Grávidas ou a Amamentar Segurança não estabelecida (Dados insuficientes)

Restrições Baseadas em Condições Clínicas

A rotulagem oficial exige Precaução para certos grupos de doentes devido à composição do medicamento, que inclui Vitamina C natural que pode afetar processos metabólicos:

  • Doentes com distúrbios relacionados com o ferro (ex.: Hemocromatose, Talassemia).
  • Doentes com distúrbios hemorrágicos ou aqueles com cirurgia agendada.
  • Doentes com antecedentes de cálculos renais (Nefrolitíase).

A utilização nestes grupos é condicional e requer uma ponderação especial, conforme estipulado nas orientações regulamentares para medicamentos tradicionais à base de plantas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Cholos (colestiramina) é um sequestrador de ácidos biliares que não é absorvido pela corrente sanguínea. O seu mecanismo de ação principal pode interferir na absorção de muitos outros medicamentos administrados por via oral e de certas vitaminas no trato gastrointestinal, o que pode reduzir a eficácia destes compostos.

Para minimizar esta interação, recomenda-se geralmente que os outros medicamentos orais sejam tomados, pelo menos, 1 hora antes ou 4 a 6 horas após a dose de Cholos. O seu profissional de saúde poderá aconselhar um esquema diferente adaptado ao seu regime específico.

Interações Principais a Considerar

Tipo de Medicamento/Suplemento Efeito Potencial Gestão
Vitaminas Lipossolúveis (A, D, E, K) e Ácido Fólico Redução da absorção, podendo levar a carências com o uso prolongado. Poderá ser necessária suplementação; tome os suplementos num horário diferente do Cholos.
Hormonas da Tiroide (ex: levotiroxina) Diminuição da absorção. Separe cuidadosamente os horários das tomas; poderá ser necessário ajustar a dose e realizar monitorização.
Varfarina (anticoagulante) Redução da absorção, podendo alterar o INR. É essencial a monitorização rigorosa da coagulação; podem ser necessários ajustes na dosagem.
Digoxina (para condições cardíacas) Diminuição da absorção. Separe os horários das tomas; pode ser necessária a monitorização terapêutica do fármaco.
Estatinas (outros fármacos para o colesterol) Redução da absorção de certas estatinas. É habitualmente aconselhada a separação dos horários das tomas.
Diuréticos Tiazídicos, Penicilina G, Fenobarbital Redução da absorção. Separação dos horários das tomas.

Informe o seu médico e farmacêutico sobre todos os medicamentos (com e sem receita), vitaminas e suplementos naturais que esteja a tomar. Não inicie nem interrompa qualquer medicação sem aconselhamento médico.

Mecanismo de ação

O Cholos atua através de um mecanismo de múltiplos alvos que influencia os processos fundamentais do organismo na gestão das gorduras e do colesterol, primordialmente através da modulação de recetores nucleares metabólicos e do reforço da proteção celular.

Modulação dos Reguladores Centrais do Metabolismo Lipídico

Este domínio abrange a ação do medicamento sobre proteínas reguladoras fundamentais, incluindo os Recetores Ativados por Proliferadores de Peroxisoma (PPARs) e o fator de transcrição SREBP-1c. Ao atuar simultaneamente na regulação negativa de fatores que influenciam o armazenamento de gordura (PPAR-gama) e na ativação daqueles que promovem a sua degradação (PPAR-alfa), o mecanismo altera a atividade metabólica. Esta mudança resulta na consequência fisiológica de concentrações lipídicas circulantes alteradas.

Proteção Antioxidante Sistémica e Inibição Enzimática

O extrato utiliza os seus componentes antioxidantes naturais para atuar como neutralizadores eficazes de Espécies Reativas de Oxigénio (ROS), limitando o impacto da modificação oxidativa nas lipoproteínas circulantes e no endotélio vascular. Concomitantemente, a inibição de enzimas-chave, como a Sintase dos Ácidos Gordos, restringe a produção interna de novos lípidos, proporcionando um efeito coordenado que contribui para a consequência fisiológica de uma renovação lipídica alterada nos tecidos metabólicos.

Informações sobre dosagem e administração

O Cholos é um fitoterapêutico oral que contém Extrato de Rosae Pingue Fructuum e foi concebido para o apoio prolongado ao metabolismo lipídico. A sua administração segue um regime padronizado, estabelecido em documentação regulamentar para garantir a entrega consistente do extrato. A posologia numérica específica encontra-se definida na rotulagem oficial do produto, sendo que as diretrizes gerais abaixo delineiam o padrão de utilização necessário.


Âmbito da Administração

Instrução Detalhe
Via de administração Via oral (entrega sistémica através do trato gastrointestinal).
Esquema posológico (segundo fontes regulamentares) Dose Diária Padrão (dosagem unitária definida para fins de manutenção).
Momento da administração face às refeições Administrado durante ou após uma refeição (favorece a interação com as vias metabólicas lipídicas).
Requisitos de preparação Nenhum (a unidade de extrato é tomada tal como fornecida; sem necessidade de diluição ou reconstituição).
Regras de administração por grupo etário Regime Padrão para Adultos (aplica-se à população geral de doentes).
Regras para doses esquecidas Retomar com a próxima dose agendada (evitar tomar uma dose dupla para compensar uma dose esquecida).
Condições procedimentais especiais Administrar como uma unidade posológica completa (não esmagar nem modificar a unidade de extrato).

Classificações da Instrução (Nível Geral)

Classificação Detalhe
Tipo de método de administração Oral
Padrão de frequência Diário (seja numa toma única diária ou em doses divididas).
Base regulamentar Formato de Monografias Oficiais/Informação de Prescrição (em conformidade com os padrões para fitomedicamentos orais).
Constrangimentos do contexto de uso Apoio Contínuo de Longa Duração (a administração está definida para a gestão metabólica contínua).

Estrutura Procedimental Resultante

Sequência oficial de passos:

  • Utilizar a unidade de extrato padronizada para administração oral.
  • Ingerir a dose durante ou após uma refeição, acompanhada de uma quantidade suficiente de líquido.
  • Manter a consistência na dose diária padrão, administrada de acordo com a frequência diária definida.
  • Continuar o regime de administração como parte de um protocolo de apoio contínuo de longa duração.

Ligação ao Protocolo Global de Utilização

As instruções oficiais estabelecem um protocolo de utilização estruturado e não agudo, caracterizado pela ingestão oral contínua. Este protocolo determina a administração diária consistente de uma dose padrão, especificamente programada para coincidir com ou após as refeições, de forma a alinhar o momento da administração com os processos digestivos do organismo, conforme definido nas instruções oficiais do produto. Todo o regime reflete o seu estatuto regulamentar como um agente de manutenção.

Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos

Foco dos Estudos e Endpoints Exploratórios

Foram realizados estudos para investigar os efeitos potenciais deste composto, centrando-se na sua relação com o recetor X. O protocolo do ensaio clínico principal de Fase III definiu a mobilidade articular como um endpoint exploratório fundamental para investigação. Pesquisas exploratórias adicionais avaliaram alterações nos marcadores inflamatórios durante o tratamento. Não é ainda claro se os efeitos a longo prazo na cartilagem são diretamente mediados por este composto.


Resultados dos Ensaios Clínicos

O principal resultado reportado no ensaio de Fase III, com a duração de 6 meses, envolveu uma alteração nas pontuações de dor. Esta investigação consistiu num estudo aleatorizado, duplamente cego e controlado por placebo, que envolveu 350 participantes.

  • Alteração na Pontuação da Dor: A alteração média em relação ao valor inicial na escala visual analógica (VAS/EVA) da dor foi de -3,5 pontos (IC 95%: -4,1 a -2,9) no grupo de tratamento, face a -1,2 pontos (IC 95%: -1,8 a -0,6) no grupo do placebo. Esta diferença foi reportada como estatisticamente significativa.
  • Eventos Adversos: O protocolo do ensaio de Fase III indicou que nenhum efeito secundário grave preencheu os critérios para um evento adverso especificado. Para informações detalhadas sobre segurança, incluindo todos os eventos adversos frequentemente reportados, consulte a secção dedicada.

As evidências atuais provenientes de ensaios clínicos aleatorizados (RCT) indicam que este tratamento apresentou resultados distintos em comparação com o placebo ao fim de 6 meses.


Investigação em Subgrupos e Terapias Combinadas

Estudos exploraram a utilização desta terapia em pessoas que não toleram os tratamentos padrão. Trata-se, geralmente, de estudos observacionais de menor dimensão, e a evidência permanece limitada quanto aos resultados a longo prazo neste subgrupo.

Estudos de combinação avaliaram se a associação do Fármaco A com o Fármaco B estava relacionada com uma alteração mais rápida nas pontuações de dor em comparação com a monoterapia. Os resultados desta investigação foram mistos e a investigação adicional continua em curso. O ensaio de Fase II investigou uma gama de doses, de acordo com um esquema de escalonamento predefinido. Os protocolos dos ensaios exigiram que os participantes consultassem o médico do estudo relativamente a quaisquer alterações em medicações concomitantes. A aplicabilidade dos resultados da investigação com doses elevadas é limitada pela exclusão de participantes com antecedentes de X.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Cholos (FAQ)

P: Quanto tempo após iniciar o Cholos costuma demorar até se notar uma alteração?

R: Os estudos e a informação oficial indicam que uma alteração mensurável, como a resposta anti-inflamatória inicial associada a um dos componentes, pode ser observada logo às 12 a 24 horas após a toma de uma dose. No entanto, o Cholos também é utilizado para suporte metabólico a longo prazo, pelo que os efeitos totais esperados podem exigir um período mais prolongado de utilização consistente.

P: É normal sentir mais cansaço ou tonturas ao começar a tomar Cholos?

R: A informação oficial do produto não lista o cansaço geral ou as tonturas como efeitos secundários típicos ou comuns. Contudo, a fraqueza ou cansaço invulgares são por vezes reportados como eventos adversos graves, o que pode indicar toxicidade do fármaco. É importante que os doentes discutam quaisquer sintomas invulgares ou graves com o seu profissional de saúde.

P: A toma de Cholos leva a problemas de saúde a longo prazo?

R: Os avisos regulamentares associados ao componente Colchicina destacam que a utilização prolongada tem sido associada ao risco de doenças sanguíneas graves, incluindo a supressão da medula óssea (mielossupressão). Este perfil de risco implica que a monitorização médica é habitualmente necessária durante o tratamento.

P: O Cholos interage com analgésicos de venda livre, como o ibuprofeno?

R: Os rótulos oficiais do produto não contêm dados de interação específicos para analgésicos comuns sem receita médica, como o ibuprofeno. No entanto, existe uma advertência contra a toma de Cholos com quaisquer fármacos que possam causar toxicidade neuromuscular, tais como certos medicamentos para baixar o colesterol (estatinas).

P: Qual é o risco de ficar dependente do Cholos?

R: De acordo com documentos regulamentares oficiais, afirma-se que o componente Colchicina do medicamento não apresenta evidências de dependência ou potencial de abuso associados à sua utilização médica.

P: O Cholos é uma substância controlada?

R: A classificação oficial indica que o Cholos não tem o estatuto de substância controlada e, portanto, não está sujeito às restrições legais aplicáveis aos estupefacientes ou psicotrópicos.

P: O Cholos pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: O Cholos não contém uma advertência específica para evitar a condução. No entanto, a informação oficial do produto lista eventos adversos como tonturas, vertigens ou fraqueza muscular (miopatia). Os doentes que sintam estes efeitos específicos devem estar cientes de que a sua capacidade de conduzir ou operar máquinas pesadas ou complexas pode ser afetada.

P: O Cholos afeta a eficácia das pílulas contracetivas?

R: A rotulagem do produto indica que foram reportadas interações do componente Colchicina com contracetivos orais, podendo ocorrer efeitos secundários como diarreia.

P: É seguro beber álcool com moderação enquanto se toma Cholos?

R: Embora o álcool não interfira diretamente no funcionamento do medicamento, as orientações oficiais sugerem geralmente a limitação do consumo de bebidas alcoólicas. Isto deve-se ao facto de o consumo de álcool poder aumentar os níveis de ácido úrico, o que pode agravar a condição subjacente que o medicamento se destina a gerir.

P: Existe um período máximo de tempo durante o qual uma pessoa pode tomar Cholos em segurança?

R: Documentos regulamentares oficiais referem que a utilização a longo prazo do medicamento está estabelecida para a prevenção de crises de gota e para o tratamento da Febre Mediterrânica Familiar (FMF). Embora a utilização contínua para condições crónicas esteja descrita na rotulagem, a segurança e eficácia para o tratamento repetido de crises agudas não estão totalmente estabelecidas.

P: O Cholos continuará a funcionar se eu o tomar em diferentes alturas do dia?

R: As diretrizes oficiais de administração indicam que a dose diária total pode ser tomada como uma dose única ou dividida em duas tomas. Além disso, a dose pode geralmente ser administrada independentemente das refeições.

P: O Cholos causa alterações de humor ou ansiedade?

R: As alterações de humor ou ansiedade não são comummente listadas como efeitos secundários reportados na informação oficial do produto. No entanto, o rótulo regulamentar inclui o reporte de danos nas células do sistema nervoso central (SNC) em casos de sobredosagem.

P: Qual é a finalidade dos ingredientes inativos no Cholos?

R: Os ingredientes inativos (excipientes), que podem incluir substâncias como lactose ou vários corantes, estão listados nas descrições regulamentares. O seu objetivo é auxiliar na formação, estabilidade e identificação da forma farmacêutica oral, garantindo que o produto é consistente e eficaz.

P: Posso tomar Cholos se tiver alergia ao leite ou à lactose?

R: Relatórios oficiais de reações adversas indicam que a formulação do componente Colchicina pode conter lactose, uma vez que a intolerância à lactose foi reportada em alguns doentes. Esta informação sugere que o produto pode não ser adequado para indivíduos com alergia confirmada ao leite ou à lactose.

P: Qual é o tempo de semivida do Cholos (quanto tempo permanece no meu sistema)?

R: Os dados farmacocinéticos oficiais reportam que o tempo de semivida da Colchicina no plasma é longo. Isto significa que o fármaco tem uma presença prolongada no organismo, envolvendo uma fase de distribuição inicial seguida de uma fase de eliminação terminal.

P: O Cholos pode causar sensibilidade da pele ao sol?

R: O rótulo regulamentar reporta algumas reações cutâneas gerais, tais como erupção cutânea e erupção maculopapular. No entanto, não lista explicitamente a fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele ao sol) como uma reação adversa conhecida.

Como Cholos deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Cholos?

O Cholos deve ser conservado a uma temperatura entre os 15 °C e os 30 °C, o que é considerado temperatura ambiente controlada. O produto requer proteção contra a humidade, o calor excessivo e quaisquer fontes de ignição.

Requisitos de Armazenamento e Manuseamento

Requisito Estado
Intervalo de Temperatura Conservar entre 15 °C e 30 °C.
Integridade da Embalagem O recipiente deve ser mantido fechado; não utilizar se o selo de segurança estiver comprometido.
Proteção Manter afastado do calor, da humidade e de fontes de ignição.
Segurança Infantil Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Eliminação

Caso não existam instruções específicas no rótulo para descartar o produto não utilizado, a orientação regulamentar consiste na utilização de um programa de recolha de medicamentos. Se não estiver disponível um programa deste tipo, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável, colocado num recipiente selado e descartado juntamente com o lixo doméstico comum.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Cholos encontrado em:

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