Calmivet

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Calmivet

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Maleato de acepromazina
Formas Comprimidos orais, Solução injetável
Classe farmacológica Agente neuroléptico (Derivado da fenotiazina)
Uso comum Sedação e Tranquilização (Pré-anestésico)
Origem Composto sintético

O Calmivet é uma preparação veterinária sujeita a receita médica cuja identidade central assenta num único princípio ativo, o maleato de acepromazina. Este composto é um derivado sintético da estrutura química da fenotiazina, o que o classifica como um agente neuroléptico concebido para produzir um efeito depressor previsível no sistema nervoso central em cães, gatos e cavalos. O produto é fabricado pela Vetoquinol e está reconhecido em múltiplas regiões para utilização veterinária.

Classificação Farmacológica e Composição

O Calmivet está formalmente classificado como um agente neuroléptico e um depressor do sistema nervoso central. O seu princípio ativo, a acepromazina, pertence à classe farmacológica dos derivados da fenotiazina. Esta substância é clinicamente reconhecida pela sua ação como antagonista dos recetores da dopamina, o que modula a atividade neurológica para suprimir a excitação e a inquietação motora. Esta característica fundamenta o seu papel como um composto sedativo fiável na prática veterinária.

Para responder a diversas necessidades clínicas, o produto é fornecido em múltiplas formas farmacêuticas. Estas incluem comprimidos orais e uma solução injetável — esta última utiliza uma base de solução aquosa, permitindo uma entrega precisa através de várias vias de administração. Ambas as formas fornecem ao paciente o mesmo maleato de acepromazina potente.

Finalidade Geral: Sedação e Tranquilização

O uso terapêutico abrangente do Calmivet visa induzir uma sedação controlada e uma tranquilização substancial em animais, o que ajuda a mitigar o medo agudo e a agitação. Este efeito calmante profundo é rotineiramente utilizado como medicação pré-anestésica, um método apoiado por estudos farmacológicos que ajuda os pacientes a relaxar antes de a anestesia geral ser iniciada, podendo suavizar o processo de indução. Além disso, a tranquilização é benéfica para a gestão da ansiedade e para o controlo de pacientes difíceis ou inquietos durante procedimentos necessários, tais como exames ou transporte, tornando o paciente menos reativo a estímulos ambientais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Calmivet?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Calmivet (maleato de acepromazina) caracteriza-se oficialmente pelos seus efeitos nos sistemas cardiovascular e nervoso, conforme documentado na informação regulamentar de prescrição. A preocupação de segurança mais significativa listada nos rótulos e folhetos informativos do produto refere-se a Perturbações Vasculares, primordialmente a hipotensão (pressão arterial baixa), que pode ser profunda, especialmente quando a administração é rápida ou realizada em pacientes debilitados.

Os documentos regulamentares classificam as reações adversas por classe de sistemas de órgãos e frequência, incluindo:

Classe de Sistema de Órgãos Reações Adversas Comuns Reações Adversas Graves
Vascular / Cardíaca Hipotensão, Aumento do baço (esplenomegalia) Hipotensão grave, Colapso
Sistema Nervoso Sedação prolongada, Ataxia Excitação paradoxal, Sinais extrapiramidais
Outros Sistemas Vómitos, Protrusão da terceira pálpebra Paralisia peniana irreversível (em cavalos)

A rotulagem do medicamento especifica também várias Considerações de Segurança Específicas por População. O uso de Calmivet é restrito ou requer cuidados particulares em animais com condições pré-existentes, tais como choque, desidratação grave ou insuficiência hepática. Certas raças, como os Boxers, são oficialmente assinaladas como sendo altamente sensíveis aos efeitos cardiovasculares desta medicação. Adicionalmente, as informações oficiais restringem o seu uso em combinação com outros compostos específicos, nomeadamente certos agentes organofosforados, devido ao risco de potenciação de efeitos adversos. A administração de epinefrina (adrenalina) para tratar a hipotensão induzida pelo fármaco está explicitamente contraindicada nas informações oficiais de segurança.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação regulamentar oficial do maleato de acepromazina (Calmivet) especifica os sinais clínicos e as ações de emergência imediatas necessárias após uma suspeita de sobredosagem.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Sistema Sinais Clínicos
Sistema Nervoso Central Sedação excessiva, depressão prolongada, incoordenação e potencial de convulsões.
Sistema Cardiovascular Hipotensão profunda (pressão arterial baixa), bradicardia (ritmo cardíaco lento) e risco de colapso cardiovascular.
Sistema Respiratório Depressão respiratória (respiração superficial ou lenta).

A sobredosagem é classificada como um evento grave e potencialmente fatal. Deve procurar-se assistência médico-veterinária imediata ao observar qualquer sinal de toxicidade ou suspeita de ingestão acidental, uma vez que os desfechos graves podem incluir o colapso cardiovascular e a morte.

O maneio clínico é estritamente sintomático e de suporte. As orientações regulamentares destacam uma restrição crítica no tratamento: a epinefrina (adrenalina) está contraindicada para gerir a hipotensão induzida por fenotiazinas. Agentes pressores alternativos, como a norepinefrina (noradrenalina) ou a fenilefrina, são os indicados para esta complicação.

Aplicam-se certas considerações populacionais: pacientes com insuficiência hepática podem apresentar uma depressão mais prolongada, e algumas raças, como os Boxers, podem enfrentar uma maior suscetibilidade a hipotensão grave. É obrigatória a monitorização contínua do estado cardiovascular e neurológico até que o paciente estabilize.

Usos terapêuticos de Calmivet

O Calmivet é um medicamento sedativo utilizado primordialmente para proporcionar um benefício terapêutico de suporte em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis em cães, gatos e cavalos. De acordo com a rotulagem aprovada para a acepromazina injetável, o seu uso é comum em diversas condições que apresentam episódios agudos onde a assistência sintomática de curto prazo é adequada.

O benefício central reside na abordagem de conjuntos de sintomas que criam uma tensão funcional percetível, tais como a agitação, a inquietação e a resistência ao maneio durante cuidados veterinários necessários, tosquias e procedimentos menores. É também aplicado como um agente pré-anestésico para gerir o nervosismo pré-operatório e ajuda a aliviar sintomas associados ao stresse de viagem, incluindo a náusea e o vómito. Em condições equinas específicas, pode ser relevante para o alívio de sintomas ligados ao stresse funcional de órgãos específicos.


Facto Rápido: Alívio da Agitação Comportamental

Domínio do Sintoma Benefício Primário Cenário Comum
Excitação Comportamental Aguda Tranquilização Controlada Gestão de fobias a trovoadas ou fogo de artifício
Intratabilidade em Procedimentos Contenção Química Facilitação de exames e tosquias
Stresse de Viagem Alívio Sintomático Abordagem do enjoo de movimento e ansiedade de transporte

A utilização deste medicamento contribui para a melhoria do conforto durante períodos sintomáticos, apoiando os pacientes durante episódios de desconforto acentuado.

Critérios de utilização e restrições

Critérios de Elegibilidade e Contraindicações

A elegibilidade para o uso de Calmivet (maleato de acepromazina) é regida por documentos regulamentares veterinários oficiais, que estabelecem critérios claros de utilização com base na espécie animal, na saúde subjacente e no estado fisiológico do paciente.

Âmbito de Elegibilidade

Classificação Populações / Condições
Espécies Autorizadas Cães, Gatos e Cavalos são as espécies com utilização aprovada.
Contraindicado Animais em estado de choque ou hipovolémia, com doença cardíaca grave ou coagulopatias, ou aqueles com histórico de convulsões ou epilepsia. O uso é também contraindicado em garanhões.
Não Recomendado A utilização não é recomendada em animais durante a gestação ou a lactação.
Uso Condicional É necessária precaução em animais muito jovens, muito idosos ou debilitados, devido ao risco de efeitos prolongados. Animais com disfunção hepática ou mutações genéticas específicas (ex: mutação MDR1 em certas raças de pastoreio) devem receber o fármaco com especial cuidado.
Sensibilidade Racial As raças Boxer e as raças braquicefálicas (focinho curto) são particularmente sensíveis aos efeitos cardiovasculares do medicamento, exigindo uma monitorização rigorosa e doses reduzidas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do maleato de acepromazina (Calmivet) especifica restrições centradas primordialmente nos efeitos farmacodinâmicos e no risco de potenciação da toxicidade. Este medicamento está formalmente contraindicado para administração conjunta com diversas substâncias devido aos riscos documentados.

Contraindicações Formais e Separação Obrigatória

Classificação Substância Interatuante Restrição Oficial
Risco de Toxicidade Compostos organofosforados (incluindo desparasitantes internos e externos) Contraindicado; a utilização deve ser separada por, pelo menos, um mês.
Potenciação Cloridrato de Procauína A coadministração é proibida devido à potenciação da atividade.
Procedimental Epinefrina (Adrenalina) Contraindicada para o tratamento da hipotensão resultante de sobredosagem de acepromazina.

Interações Farmacodinâmicas e de Exposição

A acepromazina está documentada pela sua capacidade de potenciar a ação de outros fármacos depressores do sistema nervoso central, tais como anestésicos gerais e narcóticos, resultando num efeito depressor aditivo. A utilização conjunta com agentes hipotensores requer precaução devido ao risco de agravar a tensão arterial baixa.

A rotulagem regulamentar observa igualmente que os antiácidos e certas misturas antidiarreicas podem provocar uma diminuição na absorção gastrointestinal da formulação oral, reduzindo potencialmente a exposição sistémica ao fármaco. Além disso, pacientes com disfunção hepática ou com a mutação genética ABCB1 (MDR1) estão oficialmente assinalados como estando em risco de sofrer um efeito medicamentoso mais prolongado, devido a alterações na depuração ou na sensibilidade.

Mecanismo de ação

As ações fisiológicas da acepromazina, o princípio ativo do Calmivet, são impulsionadas por um mecanismo polifarmacológico centrado no antagonismo de múltiplos recetores de neurotransmissores, o que resulta na depressão do sistema nervoso central e na modulação da atividade autonómica.

Supressão Central da Excitação e Atividade Motora

O mecanismo principal envolve o bloqueio de alta afinidade dos recetores dopaminérgicos D2 pós-sinápticos no Sistema Límbico e no Sistema Ativador Reticular (SAR). Ao impedir a ligação da dopamina, o fármaco suprime a atividade neural nas vias que regulam as respostas emocionais e motoras, iniciando uma cascata que conduz a um estado de depressão central e à redução do movimento espontâneo.

Modulação do Tónus Vascular Autonómico

A acepromazina atua também como antagonista nos recetores adrenérgicos alfa-1 localizados no músculo liso vascular. Este bloqueio alfa-1 inibe o sinal do sistema nervoso simpático para a vasoconstrição, resultando em vasodilatação e numa redução da resistência vascular sistémica. Este mecanismo periférico modula a função cardiovascular ao limitar o efeito fisiológico das descargas de catecolaminas induzidas pelo stresse.

Bloqueio Específico da Via Emética

Um terceiro mecanismo é o antagonismo dos recetores D2 localizados na Zona Gatilho Quimiorrecetora (ZGQ) no tronco cerebral. Este bloqueio localizado interrompe a sinalização química que inicia o reflexo do vómito, resultando na inibição da via emética.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Calmivet: Diretrizes Oficiais de Administração

O Calmivet (maleato de acepromazina) é oficialmente administrado através de múltiplas vias, dependendo do cenário clínico necessário, com toda a dosagem estritamente controlada por um médico veterinário. O produto é utilizado apenas de forma intermitente ou conforme a necessidade, e as informações oficiais de rotulagem declaram explicitamente que não se destina a uma utilização a longo prazo em animais individuais.


Âmbito de Administração e Regimes Posológicos

Categoria Diretriz Oficial de Administração
Via de Administração Aprovado para administração oral, intravenosa (IV), intramuscular (IM) e subcutânea (SC).
Posologia Indicada A dose é calculada estritamente pelo peso do animal. A exigência posológica geralmente diminui à medida que o peso do animal aumenta.
Frequência Utilizado como dose única para procedimentos ou pode ser repetido conforme necessário no caso dos comprimidos orais, não existindo um esquema diário fixo.

Instruções Procedimentais e Situacionais

Ao administrar os comprimidos orais, a dose é geralmente fornecida 45 minutos a uma hora antes do efeito clínico pretendido, e os comprimidos podem ser administrados com ou sem alimentos. A solução injetável requer condições procedimentais específicas: qualquer dose intravenosa deve ser administrada lentamente e deve ser respeitado um mínimo de 15 minutos para que o fármaco atinja o seu efeito total.

Os Ajustes Específicos por População são um componente fundamental das instruções oficiais; as doses devem ser menores e administradas com maior precaução em raças de grande porte, em animais debilitados e naqueles que apresentem stresse ou estejam sob anestesia geral, refletindo a necessidade obrigatória de individualização da dose.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Calmivet


Evidência na Sedação e Tranquilização Controlada

A investigação científica tem focado essencialmente a utilização da acepromazina em cenários agudos, onde a intervenção farmacológica de curta duração se revelou relevante em ensaios que avaliam padrões de sintomas episódicos. Os estudos incluíram populações animais como cães, cavalos e camelos, monitorizando indicadores de funcionalidade diária ou níveis de atividade, especificamente as respostas comportamentais durante procedimentos ou transporte. Os resultados descrevem os padrões observados nos estudos relativamente à profundidade e duração da tranquilização.

Estudos fisiológicos documentaram padrões de hipotensão (redução da pressão arterial sistólica e média) e vasodilatação. A evidência existente oferece uma visão limitada sobre se a resposta sedativa é consistente em animais com ansiedade crónica pré-existente. A investigação nota que a resposta pode variar entre animais individuais e determinadas raças.


Evidência como Agente Pré-anestésico

Diversos estudos exploraram o papel da acepromazina como agente pré-anestésico em cães e cavalos submetidos a procedimentos que requerem anestesia geral. Os dados sugerem que a premedicação com acepromazina pode estar associada a diferenças na dose administrada do agente anestésico principal. Medições comparativas revelaram padrões de pressão arterial média e diastólica que diferiram entre os grupos que receberam combinações com acepromazina e aqueles que utilizaram combinações alternativas. Os resultados foram divergentes quanto à influência do fármaco na incidência de refluxo gastroesofágico (RGE) e regurgitação durante o período anestésico.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A base de investigação apresenta várias limitações conhecidas, uma vez que a maioria dos estudos avaliou alterações de sintomas a curto prazo, com períodos de acompanhamento tipicamente limitados ao momento do procedimento agudo. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, dado que o fármaco foi estudado para o maneio agudo de curta duração.

Embora o efeito na pressão arterial tenha sido monitorizado nalguns estudos, o alcance fisiológico total desta alteração tensional não está completamente esclarecido em todas as populações. Verifica-se uma falta de evidência comparativa em muitos cenários clínicos comuns face a tratamentos alternativos atuais. Adicionalmente, embora a investigação contribua para o panorama global de evidência, os dados permanecem insuficientes para caracterizar totalmente a resposta ao fármaco em todas as populações com variantes genéticas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Calmivet (FAQ)

Pergunta: Qual é o motivo principal para a prescrição de Calmivet?

Resposta: As indicações oficiais descrevem a finalidade do fármaco como um auxílio na tranquilização e como agente pré-anestésico. É também utilizado para facilitar o controlo de animais durante exames ou procedimentos menores que exijam uma redução da mobilidade.


Pergunta: O Calmivet é considerado um sonífero ou um medicamento calmante?

Resposta: O Calmivet (maleato de acepromazina) está oficialmente classificado como um sedativo e tranquilizante fenotiazínico, que exerce um efeito depressor sobre o sistema nervoso central. A documentação oficial observa especificamente que o fármaco não possui um efeito hipnótico (indutor do sono).


Pergunta: Qual é o princípio ativo do Calmivet?

Resposta: A substância farmacêutica ativa do Calmivet, responsável pela sua ação terapêutica, é o maleato de acepromazina.


Pergunta: O Calmivet é quimicamente semelhante a outros medicamentos comuns?

Resposta: O Calmivet é classificado quimicamente como um derivado fenotiazínico. Esta estrutura química é partilhada com outros medicamentos utilizados em diversas áreas da medicina.


Pergunta: Qual é a duração típica da ação do Calmivet?

Resposta: De acordo com a informação regulamentar do produto, os efeitos principais do medicamento duram geralmente cerca de 4 a 8 horas.


Pergunta: Quanto tempo demora normalmente a sentir-se o efeito do Calmivet?

Resposta: Os documentos oficiais para a formulação oral descrevem que o efeito pretendido começa habitualmente entre 10 a 30 minutos após a administração.


Pergunta: Com que rapidez é que o Calmivet abandona o organismo?

Resposta: A rotulagem oficial indica que o fármaco é processado primordialmente pelo fígado. Em situações de função hepática alterada, a depuração (eliminação) do medicamento pode ser prolongada, levando potencialmente a um efeito mais duradouro.


Pergunta: O Calmivet é eficaz para a ansiedade situacional ou apenas para problemas contínuos?

Resposta: A evidência científica indica que a utilização do fármaco é explorada principalmente em cenários agudos e no maneio de curta duração. Os estudos focam-se na sua aplicação durante procedimentos ou transporte, e não para condições crónicas de longo prazo.


Pergunta: Qual é a duração máxima pela qual o Calmivet foi estudado em ensaios clínicos?

Resposta: Os estudos de investigação focaram-se sobretudo no maneio agudo e de curto prazo. A duração do acompanhamento nos ensaios clínicos é tipicamente limitada ao período imediato do procedimento, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos na base de investigação científica.


Pergunta: O Calmivet tem algum efeito no humor?

Resposta: O fármaco atua como um depressor do sistema nervoso central. O seu mecanismo fisiológico principal envolve a supressão da atividade neural nas vias que regulam as respostas emocionais e motoras, o que resulta em sedação e redução da atividade espontânea.


Pergunta: O Calmivet é prescrito para outras condições além do seu uso principal?

Resposta: Além da tranquilização, as indicações oficiais para a formulação injetável listam o seu uso como antiemético para controlar o vómito associado à cinetose (enjoo de movimento). Está também indicado para ajudar a aliviar o prurido (comichão) resultante de irritações cutâneas.


Pergunta: Os estudos sugerem que o Calmivet é eficaz em todos os grupos de pacientes?

Resposta: Os resumos da investigação oficial indicam que a resposta ao fármaco pode variar entre indivíduos. Além disso, certas raças ou populações estão oficialmente assinaladas como sendo altamente sensíveis aos efeitos cardiovasculares do medicamento.


Pergunta: Porque existe um aviso sobre o consumo de álcool com o Calmivet?

Resposta: O rótulo oficial aconselha precaução na coadministração de Calmivet com fármacos depressores do sistema nervoso central. Embora o álcool não seja nomeado explicitamente, o aviso baseia-se no risco de tais substâncias poderem potenciar (aumentar) os efeitos depressores do Calmivet.


Pergunta: O Calmivet pode ser tomado com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

Resposta: A informação oficial do produto especifica que o Calmivet pode interagir com várias substâncias. A coadministração com certos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, está documentada como podendo aumentar potencialmente o risco de efeitos adversos como a hipotensão (pressão arterial baixa).


Pergunta: Que tipos de alimentos ou bebidas devem ser limitados durante a toma de Calmivet?

Resposta: A formulação oral pode ser administrada com ou sem alimentos. No entanto, a rotulagem oficial nota que a toma do medicamento com antiácidos ou certas misturas antidiarreicas pode reduzir a quantidade de fármaco que é absorvida pelo organismo.


Pergunta: Os efeitos secundários comunicados do Calmivet são geralmente ligeiros ou graves?

Resposta: Os documentos regulamentares listam tanto efeitos adversos comuns, como a sedação prolongada, quanto efeitos adversos graves, que incluem hipotensão severa e colapso cardiovascular.


Pergunta: Existem casos documentados de reações alérgicas ao Calmivet?

Resposta: O perfil de segurança derivado dos documentos regulamentares observa que as reações alérgicas são um evento adverso possível. Embora tipicamente raras, o perfil de segurança indica que a monitorização de sinais de uma resposta alérgica é um fator a considerar.


Pergunta: Qual é o risco de sobredosagem descrito para o Calmivet?

Resposta: Os documentos descrevem que, em casos de sobredosagem acidental, pode ocorrer uma descida da pressão arterial (hipotensão) transitória e dependente da dose. As orientações oficiais descrevem os cuidados de suporte e a monitorização como medidas apropriadas.


Pergunta: A toma de Calmivet pode interferir com resultados de exames laboratoriais?

Resposta: A informação oficial de segurança refere que o medicamento pode causar uma ligeira alteração na cor da urina, descrita como rosada a castanho-avermelhada. Os relatórios regulamentares mencionam também que o fármaco pode diminuir temporariamente a contagem de glóbulos vermelhos (eritrócitos).


Pergunta: Como é que os investigadores medem a eficácia do Calmivet?

Resposta: Os investigadores avaliam a eficácia do fármaco monitorizando resultados observados, que incluem o grau de tranquilização, as respostas comportamentais durante os procedimentos e as reduções na dose necessária de outros agentes anestésicos.

Como Calmivet deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Proceder à Eliminação do Calmivet

Os documentos regulamentares oficiais definem condições rigorosas para o armazenamento e a eliminação do Calmivet (maleato de acepromazina), de forma a garantir a estabilidade do produto e a segurança na sua utilização.

Requisitos de Armazenamento

O Calmivet deve ser armazenado e transportado sob refrigeração, mantendo-se num intervalo de temperatura entre 2 °C e 8 °C. O produto não deve ser congelado e requer proteção contra a luz. Deve ser conservado na embalagem original e mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Após a primeira abertura da embalagem primária, o prazo de validade é limitado a 10 horas. Qualquer produto veterinário não utilizado ou resíduos derivados da sua utilização devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais aplicáveis aos resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Calmivet encontrado em:

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