Asinar

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Asinar

O Asinar é um medicamento cuja substância terapêutica central é o cloridrato de ranitidina, um composto químico de origem sintética. É classificado fundamentalmente como um antagonista dos recetores H2 da histamina (ou bloqueador H2) e pertence à categoria mais abrangente dos agentes gastrointestinais. Esta definição confirma a sua origem como um composto químico manufaturado, concebido para uma administração sistémica no organismo.


Identidade: Que tipo de medicamento é o Asinar e qual a sua classe farmacológica?

O Asinar é um antagonista dos recetores H2 da histamina que atua sobre os mecanismos responsáveis pela produção de ácido no estômago. A substância ativa, o cloridrato de ranitidina, é o único ingrediente responsável pelo efeito do fármaco, tratando-se, portanto, de um produto monocomponente. Esta classe farmacológica específica é clinicamente reconhecida pelo seu papel na modulação do pH gástrico, sendo apoiada por estudos farmacológicos publicados ao longo de várias décadas. Este mecanismo de ação específico diferencia-o dos Inibidores da Bomba de Protões (IBP).


Objetivo Geral e Ação Fisiológica

O objetivo geral do Asinar é obter uma diminuição significativa da secreção de ácido gástrico para modular o ambiente corrosivo do estômago. O medicamento atua através do bloqueio seletivo dos recetores de histamina-2 (H2) presentes nas células parietais do estômago. Este mecanismo impede que os estímulos habituais iniciem a libertação de ácido, reduzindo assim tanto o volume total como a concentração de iões de hidrogénio no suco gástrico. O benefício essencial para o doente é o alívio e a mitigação do desconforto associado à acidez gástrica excessiva.


Formas Disponíveis e Tipo de Administração

O Asinar está disponível em múltiplas apresentações, incluindo formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos, e formas líquidas estéreis, como a solução injetável e a solução oral. A disponibilidade tanto das formas orais padrão como da solução injetável parentérica torna-o versátil para um vasto grupo de doentes, abrangendo desde doentes em regime de ambulatório até àqueles que necessitam de cuidados hospitalares. O medicamento destina-se a uma administração sistémica, o que significa que atua em todo o organismo e não apenas localmente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Asinar?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

As informações oficiais de segurança do Asinar (Cloridrato de Ranitidina) classificam as reações adversas com base na sua frequência e nas classes de sistemas de órgãos afetadas, conforme definido nos documentos regulamentares.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados de acordo com a probabilidade observada na prática clínica:

As reações adversas classificadas como frequentes incluem cefaleia (dor de cabeça), diarreia, obstipação (prisão de ventre), náuseas, vómitos e dor abdominal.

Efeitos como a alopecia (queda de cabelo), vasculite, eritema multiforme (reação cutânea), certas arritmias (como bradicardia ou taquicardia) e reações de hipersensibilidade grave (anafilaxia ou edema angioneurótico) são considerados raros.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Os documentos regulamentares de rotulagem listam efeitos clinicamente significativos que afetam vários sistemas do organismo:

No sistema hepatobiliar, existem relatos raros de efeitos hepáticos graves, tais como hepatite, icterícia e insuficiência hepática. Relativamente ao sistema hemolinfático, foram documentadas reações como a trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue). No âmbito das infeções, o uso de ranitidina tem sido associado a um risco acrescido de desenvolvimento de pneumonia.

Além disso, foi assinalada uma condicionante de segurança crítica relacionada com a presença confirmada da impureza N-nitrosodimetilamina (NDMA), um provável carcinogéneo humano, o que levou à suspensão ou retirada de produtos com ranitidina do mercado. A utilização deste medicamento requer também a consideração de que a resposta sintomática à terapia não exclui a possibilidade de um tumor gástrico maligno subjacente.

Notas de Segurança para Populações Específicas

Os dados de segurança contêm considerações específicas para certos grupos de doentes. Está oficialmente documentada a necessidade de precaução em indivíduos com disfunção hepática e naqueles com insuficiência renal grave, devido à redução da eliminação do fármaco pelo organismo. O uso é, geralmente, evitado em doentes com historial de porfíria aguda intermitente.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com este medicamento pode causar lesões hepáticas graves e potencialmente fatais (hepatotoxicidade). O risco de danos sérios está diretamente ligado à quantidade total ingerida e aumenta quando o máximo terapêutico é ultrapassado. Isto é válido tanto para um excesso tomado numa única ingestão como para múltiplas exposições ao longo de um período de 24 horas, especialmente quando se combinam vários produtos que contenham a mesma substância ativa.

Manifestações Clínicas de Sobredosagem

Os sinais iniciais de sobredosagem são frequentemente inespecíficos e podem incluir náuseas, vómitos e dor abdominal. É importante sublinhar que o sintoma mais grave — a evidência de lesão no fígado — é muitas vezes tardio, surgindo 12 horas ou mais, ou mesmo vários dias após a ingestão. Uma pessoa pode parecer estar bem nas horas imediatas a uma sobredosagem, o que pode mascarar lesões internas fatais. Outras manifestações clínicas relatadas incluem sudação (suores) e palidez.

Ação de Emergência Necessária

É necessária assistência médica imediata para qualquer sobredosagem conhecida ou suspeita, independentemente de estarem ou não presentes sintomas.

Não aguarde pelo aparecimento ou pelo agravamento dos sintomas antes de procurar ajuda. Os serviços de emergência devem ser contactados de imediato. A gestão rápida em ambiente clínico é fundamental, uma vez que existe um antídoto cujo efeito depende do tempo, a N-acetilcisteína, cuja eficácia na prevenção de danos hepáticos irreversíveis diminui significativamente quanto mais o tratamento for adiado após a ingestão. Os doentes que tenham sofrido uma sobredosagem requerem observação prolongada e tratamento clínico para gerir e prevenir a progressão para uma insuficiência hepática aguda.

Usos terapêuticos de Asinar

As utilizações do Asinar aplicam-se a domínios terapêuticos onde é necessário um suporte sintomático adicional, abordando sintomas relacionados com o desconforto físico ou sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos. A sua utilização é pertinente quando a gestão sintomática de suporte é considerada adequada, sendo relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica acrescida, tais como sintomas associados a alterações agudas ou episódicas. O panorama geral desta área terapêutica é comparável ao domínio de atuação descrito para o ácido acetilsalicílico.

O Asinar é frequentemente utilizado para auxiliar numa série de condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado, incluindo sintomas de dores de cabeça (cefaleias) e outras formas de dor ligeira a moderada. Além disso, o seu uso estende-se a domínios que envolvem certas medidas de suporte para a estabilidade funcional de natureza vascular. Este alívio de suporte pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas. De uma forma geral, o medicamento é aplicado em áreas que contribuem para atenuar a carga sintomática global. Isto revela-se relevante em condições onde a estabilidade funcional é afetada, apoiando o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

É habitualmente utilizado em diversas condições que apresentam episódios agudos, sendo aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis.

Facto rápido: Alívio para sintomas relacionados com o desconforto físico

Critérios de utilização e restrições

Indicações e Contra-indicações do Asinar

O Asinar é indicado para o tratamento de adultos com determinadas formas de cancro do pulmão de células não pequenas que apresentam mutações específicas no recetor do fator de crescimento epidérmico. O seu uso deve ser determinado por um profissional de saúde após a confirmação destas mutações genéticas através de testes laboratoriais validados.

Quem não deve utilizar este medicamento

O Asinar não deve ser utilizado por indivíduos que tenham demonstrado hipersensibilidade ou reações alérgicas graves ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes presentes na formulação do medicamento. Se ocorrerem sinais de uma reação alérgica, como dificuldade em respirar, inchaço da face ou erupções cutâneas graves, o tratamento deve ser interrompido imediatamente.

Precauções e Grupos Específicos

Existem grupos de doentes que requerem uma avaliação clínica rigorosa antes de iniciar ou durante a utilização do Asinar:

  • Doença Pulmonar Intersticial: Doentes com antecedentes de inflamação pulmonar ou cicatrizes nos pulmões devem informar o médico, uma vez que o medicamento pode agravar estas condições.
  • Problemas Cardíacos: Indivíduos com anomalias no ritmo cardíaco, especificamente o prolongamento do intervalo QT, ou com insuficiência cardíaca devem ser monitorizados com frequência.
  • Saúde Ocular: Se surgirem sintomas como inflamação ocular, dor ou alterações na visão, é necessária uma consulta especializada, pois o tratamento pode afetar a córnea.
  • Gravidez e Amamentação: O Asinar não é recomendado durante a gravidez, uma vez que pode causar danos ao feto. Mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e por um período após a última dose. A amamentação deve ser interrompida durante a administração deste medicamento.

O uso em crianças e adolescentes não é recomendado, uma vez que a segurança e a eficácia do medicamento não foram estabelecidas nesta faixa etária. É fundamental que os doentes informem o seu médico sobre todos os outros medicamentos, suplementos ou produtos fitoterápicos que estejam a tomar, de modo a evitar interações medicamentosas que possam comprometer a segurança do tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Mapa de Interações: Interações com outros medicamentos e produtos

Âmbito das Interações

Classificação Substâncias / Condições Afetadas Ação Necessária
Contraindicado / Evitar Porfíria Aguda, Delavirdina Crónica, Lonafarnibe, Sotorasibe Oral Evitar a coadministração
Requer Vigilância Estreita Anticoagulantes Coumarínicos (ex: Varfarina), Procainamida / N-acetilprocainamida Monitorizar o Tempo de Protrombina / Níveis Plasmáticos
Requer Separação Temporal Sucralfato, Erlotinibe, Rilzabrutinibe Administrar com intervalo ≥ 2 horas, ou conforme instrução específica

Padrões de Interação Oficialmente Documentados

O mecanismo mais comum de interação documentado é a alteração do pH gástrico, em que a redução do ácido no estômago pode diminuir a absorção (ex: Cetoconazol, Atazanavir, Gefitinibe) ou aumentar a exposição (ex: Triazolam, Glipizida) de medicamentos administrados em simultâneo.

Outro mecanismo oficial é a competição pelo sistema de transporte renal de catiões orgânicos, o que pode levar a uma redução da excreção renal e ao aumento das concentrações plasmáticas de substâncias como a Procainamida e o seu metabolito, particularmente quando o Asinar é utilizado em doses elevadas. Relatos de alteração do tempo de protrombina com a Varfarina tornam necessária uma monitorização contínua, devido ao estreito índice terapêutico deste anticoagulante. Embora os alimentos não prejudiquem significativamente a absorção da ranitidina, o tempo de administração deve ser separado para substâncias como o Sucralfato em doses elevadas e certos Inibidores da Tirosina Quinase.

Notas Específicas para Populações

A eliminação da ranitidina encontra-se reduzida em doentes com insuficiência renal grave (Depuração da Creatinina inferior a 50 mL/min), resultando em concentrações plasmáticas elevadas do próprio fármaco. Recomenda-se também precaução em doentes com doença hepática.

Ligação ao perfil geral de interações

A estrutura de interações do produto é definida primariamente através do seu efeito no pH gástrico e do seu envolvimento nos sistemas de transporte de eliminação renal. Estes efeitos farmacocinéticos documentados estabelecem as restrições oficiais, os requisitos de intervalo entre tomas e a classificação das interações, que variam desde a recomendação firme de evitar a utilização conjunta até à necessidade de monitorização clínica para diversas substâncias.

Mecanismo de ação

O Asinar atua como um inibidor não seletivo das isoformas da enzima ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2), exercendo a sua função principalmente nos tecidos periféricos. Esta interação molecular envolve a acetilação irreversível de um resíduo de serina específico dentro do centro catalítico de ambas as isozimas COX.

Esta ação inibitória bloqueia o passo inicial da cascata do ácido araquidónico, impedindo a conversão enzimática deste em prostaglandina G2 (PGG2) e a consequente produção de prostanoides derivados, tais como as prostaglandinas, a prostaciclina e o tromboxano A2 (TXA2). As consequências a nível celular incluem uma redução significativa na síntese local e na libertação destes mediadores lipídicos de sinalização.

Ao nível sistémico, as consequências fisiológicas envolvem a diminuição da vasodilatação periférica mediada pelos prostanoides e uma alteração na função plaquetária. Esta última ocorre devido à redução da síntese de TXA2 no interior das plaquetas, que, por serem células anucleadas (sem núcleo), são incapazes de sintetizar novas enzimas COX-1 para substituir as que foram inativadas pelo fármaco.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração e Posologia

A administração do Asinar (Ranitidina) é regida pelo formato específico utilizado, estando as formas Orais (comprimidos ou solução) destinadas ao uso rotineiro, enquanto as formas Parentéricas (injeção intravenosa ou intramuscular) são tipicamente reservadas para contextos onde a ingestão por via oral não é viável.

O esquema de administração padrão define tanto regimes agudos como de manutenção. Para condições agudas, o regime oral padrão é geralmente de 150 mg tomados duas vezes ao dia, ou 300 mg tomados uma vez ao dia. A terapia de manutenção, para prevenir a recorrência, utiliza uma dose inferior de 150 mg uma vez ao dia, frequentemente administrada ao deitar. A duração do tratamento varia, abrangendo desde um período agudo de curto prazo de 4 a 8 semanas até um protocolo de manutenção de longo prazo.

Devem observar-se várias condições de procedimento. As doses orais podem ser tomadas independentemente das refeições. A solução injetável requer diluição num fluido intravenoso compatível e deve ser infundida lentamente, durante um período de 15 a 20 minutos, para administração intermitente. Uma instrução fundamental de rotulagem determina uma redução da dose para 150 mg a cada 24 horas em doentes adultos que apresentem insuficiência renal grave documentada (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min), de forma a garantir uma exposição sistémica adequada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

A investigação sobre este composto é abrangente. Os estudos investigaram o composto no contexto de uma via inflamatória específica. A investigação examinou esta abordagem no contexto da dor inflamatória crónica.


Estudos Principais de Eficácia (Fases I-III)

A investigação derivou principalmente de três ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo (RCTs). Os ensaios focaram-se sobretudo em adultos diagnosticados com uma condição inflamatória específica.

Estudo 1: Descobertas Iniciais

Os estudos iniciais de Fase II observaram alterações em biomarcadores inflamatórios fundamentais. Estes resultados preliminares foram utilizados para investigar o tempo necessário para o início do potencial efeito e a duração do mesmo. O objetivo principal desta investigação foi estabelecer parâmetros de dosagem para ensaios subsequentes.

Estudo 2 e 3: RCTs de Dupla Ocultação

Estes estudos de Fase III avaliaram se ocorreu uma alteração tanto na frequência como na gravidade dos sintomas nos participantes. A investigação incluiu uma coorte maior de participantes e avaliou os resultados ao longo de um período de 12 semanas.

A análise dos dados centrou-se na alteração das pontuações dos sintomas em relação ao estado inicial (baseline). Os resultados principais incluíram a avaliação das pontuações de dor e indicadores de qualidade de vida. Os objetivos secundários incluíram avaliar se os participantes comunicaram uma melhoria significativa na função.


Farmacodinâmica e Mecanismo de Ação

Diversos estudos investigaram este mecanismo de ação. A investigação analisou a potencial atividade biológica em modelos pré-clínicos. Encontram-se em curso investigações adicionais relativamente aos potenciais efeitos em participantes humanos.


Ensaios de Terapia Combinada

A investigação explorou a utilização do composto em combinação com um medicamento que constitui o padrão de cuidados atual. A investigação comparou a terapia combinada com a monoterapia.

As descobertas destes ensaios foram utilizadas para avaliar potenciais diferenças na taxa de alteração dos sintomas e nos resultados comunicados pelos participantes entre os dois grupos de tratamento.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

O perfil de efeitos secundários foi examinado em estudos de utilização a longo prazo. A investigação incluiu a revisão e avaliação de eventos adversos graves.

Os estudos investigaram o efeito deste tratamento quando combinado com alterações no estilo de vida.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Asinar (FAQ)

P: Para que condições ou sintomas o Asinar está aprovado?

A informação oficial do produto indica que o Asinar está aprovado para o tratamento e prevenção de úlceras localizadas no estômago e nos intestinos. É também utilizado para gerir condições em que o estômago produz ácido em excesso, tais como a Doença do Refluxo Gastroesofágico (GERD) ou a síndrome de Zollinger-Ellison.

P: De que forma o funcionamento do Asinar difere de outros medicamentos semelhantes?

O Asinar é oficialmente classificado como um antagonista dos recetores H2 da histamina, ou bloqueador H2. Isto significa que atua bloqueando os sinais da histamina que estimulam o estômago a produzir ácido. Este mecanismo é descrito em documentos regulamentares como sendo distinto dos Inibidores da Bomba de Protões (IBP), que bloqueiam a etapa final da produção de ácido.

P: O Asinar é um medicamento novo ou tem sido utilizado há muito tempo?

O princípio ativo do Asinar, a Ranitidina, tem estado clinicamente disponível e é reconhecido pela sua utilização há várias décadas, de acordo com os registos médicos oficiais.

P: Como é que o Asinar é classificado pelas entidades reguladoras?

A classificação regulamentar do produto pode variar dependendo do país. Em algumas jurisdições, o medicamento está disponível tanto em dosagens sujeitas a receita médica como em produtos de dose inferior de venda livre (não sujeitos a receita médica).

P: O Asinar tem uma versão genérica disponível?

Sim, os registos oficiais de medicamentos confirmam que o princípio ativo do Asinar, a Ranitidina, está disponível em formulações genéricas.

P: Qual é o período de tempo típico até que os efeitos do Asinar sejam notados?

Estudos e dados farmacológicos oficiais indicam que, após uma única dose oral, o efeito de redução da secreção de ácido gástrico começa no período de uma hora.

P: O Asinar precisa de ser tomado a uma hora específica do dia para obter resultados ideais?

As orientações oficiais de administração referem que as doses orais podem, geralmente, ser tomadas independentemente das refeições. No entanto, quando utilizado em terapia de manutenção (para prevenir a recorrência), a dose diária é frequentemente recomendada para ser administrada ao deitar.

P: O que deve um doente fazer, de uma forma geral, se se esquecer de utilizar o Asinar?

A informação oficial para o doente descreve frequentemente um protocolo para doses esquecidas: tomar a dose assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da próxima utilização agendada; nesse caso, a dose esquecida deve ser saltada. É especificamente aconselhado que a quantidade tomada não deve ser duplicada.

P: O Asinar causa sonolência ou afeta a capacidade de operar máquinas?

Os documentos oficiais observam que o Asinar pode, em casos raros, causar efeitos secundários como tonturas ou fadiga. Devido ao potencial para estes efeitos, a capacidade de conduzir ou operar máquinas poderá ser afetada.

P: Quais são os riscos de combinar o Asinar com álcool?

Documentos oficiais referem que não foi documentada qualquer interação clinicamente significativa entre a Ranitidina e o álcool em determinados contextos. No entanto, nota-se que o próprio álcool pode atuar como um irritante gástrico, o que pode contrariar os efeitos pretendidos do medicamento.

P: Quanto tempo permanece o Asinar no corpo após a última utilização?

Os dados farmacocinéticos descrevem a semivida de eliminação do fármaco como sendo de aproximadamente 2,5 a 3 horas em adultos com função renal normal.

P: Indivíduos com antecedentes de problemas cardíacos podem utilizar o Asinar?

As advertências oficiais aconselham precaução em doentes com distúrbios cardíacos pré-existentes (problemas de ritmo cardíaco). Isto deve-se ao facto de o fármaco estar raramente associado a pequenas alterações na frequência cardíaca, tais como bradicardia ou taquicardia.

P: Quais são os resultados dos principais ensaios clínicos realizados para o Asinar?

Os estudos indicam que, comparado com o placebo, o composto foi associado a uma melhoria estatisticamente significativa na avaliação dos sintomas. Os estudos clínicos também observaram uma redução na gravidade da dor inflamatória dentro do período de estudo de 12 semanas.

P: Onde posso encontrar documentação disponível publicamente sobre a evidência de investigação do Asinar?

Os protocolos e resultados de estudos oficiais para medicamentos autorizados são frequentemente disponibilizados através de recursos governamentais. Estes incluem bases de dados como o ClinicalTrials.gov e secções específicas de informação pública nos websites das agências reguladoras.

P: Existe alguma evidência que sugira um risco de dependência ou sintomas de abstinência com o Asinar?

As advertências oficiais relacionadas com a descontinuação abrupta referem-se geralmente à possibilidade de um efeito de recuo (rebound) da secreção de ácido. Trata-se de um agravamento temporário da condição subjacente, não sendo um sinal de dependência física ou vício.

P: O Asinar tem impacto no humor ou na função cognitiva do doente?

A informação oficial de segurança inclui relatos raros de efeitos no sistema nervoso. Estes podem incluir confusão mental reversível, depressão e alucinações, predominantemente em doentes gravemente doentes ou idosos.

P: O Asinar interage com contracetivos hormonais?

De acordo com documentos oficiais, a Ranitidina, quando utilizada em doses padrão, não inibe significativamente o metabolismo de contracetivos orais.

P: Que tipo de testes de monitorização são habitualmente necessários para doentes que utilizam Asinar?

A rotulagem oficial exige monitorização específica, como o tempo de protrombina, para doentes que tomam determinados fármacos que interagem, como a Varfarina. Para doentes com disfunção hepática ou renal conhecida, os documentos oficiais referem que o ajuste da dose e a monitorização podem ser necessários.

P: Porque é que é descrito em documentos oficiais que o Asinar não deve ser interrompido subitamente?

Os documentos oficiais advertem contra a descontinuação súbita devido ao potencial de hipersecreção reacional de ácido gástrico. Este aumento temporário na produção de ácido poderia potencialmente agravar a condição subjacente que está a ser gerida.

P: É normal sentir sensações ligeiras ao tomar Asinar pela primeira vez?

Os documentos oficiais listam efeitos secundários comuns que um doente pode notar inicialmente. Estes efeitos comuns incluem cefaleias, diarreia, obstipação e náuseas.

P: O Asinar foi estudado em populações de adultos idosos?

Sim, a segurança e a eficácia foram avaliadas em adultos idosos (doentes geriátricos). Os documentos oficiais observam que o ajuste da dose pode ser necessário devido à redução da função renal, que é frequentemente observada nesta população.

P: O Asinar pode ser utilizado por pessoas que têm diabetes?

Os documentos oficiais observam que o Asinar pode afetar a absorção de certos outros medicamentos. Isto inclui o tratamento para a diabetes Glipizida, podendo afetar o nível plasmático de tais medicamentos.

P: O Asinar possui algum aviso de segurança específico ("boxed warning") de uma grande agência reguladora?

Ações regulamentares oficiais, incluindo a retirada do mercado, foram tomadas no passado devido à presença da impureza NDMA. No entanto, o produto não apresenta tipicamente um "Black Box Warning" (BBW) tradicional baseado nos seus efeitos farmacológicos adversos.

Como Asinar deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Asinar

A conservação do Asinar (Ranitidina) deve ser efetuada seguindo rigorosamente as orientações oficiais, devido a preocupações de estabilidade relacionadas com a formação da impureza NDMA. O medicamento deve ser armazenado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C, devendo ser evitado o calor excessivo.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Temperatura ambiente controlada; evitar o calor excessivo.
Embalagem Manter no recipiente original, bem fechado, com o agente desidratante (se fornecido).
Proteção Conservar em local seco, afastado de humidade excessiva e da luz.
Estabilidade Eliminar os comprimidos não utilizados (para produtos reformulados) após 3 meses da primeira abertura.

Eliminação

Mantenha o Asinar fora da vista e do alcance das crianças. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado corretamente, seguindo instruções específicas. Este processo envolve frequentemente a mistura do medicamento com uma substância indesejável num saco selado antes de o colocar no lixo doméstico. Não deve, em circunstância alguma, deitar o medicamento na canalização ou na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Asinar encontrado em:

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