Androzen

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Androzen

O Androzen é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa acetato de ciproterona. Este fármaco pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como antiandrogénios, que atuam bloqueando os efeitos das hormonas sexuais masculinas, designadas por androgénios, no organismo.

Em pacientes do sexo masculino, o Androzen é utilizado principalmente no tratamento do cancro da próstata avançado, especificamente para reduzir os níveis de testosterona e controlar o crescimento de tumores que dependem desta hormona. Pode também ser prescrito para reduzir o impulso sexual em casos de desvios sexuais, quando outras intervenções são consideradas inadequadas.

Nas mulheres, este medicamento é habitualmente indicado para tratar condições graves resultantes de níveis elevados de androgénios ou de uma sensibilidade aumentada a estas hormonas. Estas condições podem incluir o crescimento excessivo de pelos faciais e corporais (hirsutismo), queda de cabelo grave de padrão masculino (alopecia androgenética) e formas graves de acne ou seborreia.

O tratamento com Androzen deve ser rigorosamente monitorizado por um profissional de saúde, uma vez que a sua utilização requer uma avaliação clínica contínua para ajustar as dosagens e vigiar a função hepática e outros parâmetros fisiológicos importantes.

Quais efeitos secundários são possíveis com Androzen?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Androzen (Prasterona/DHEA) deriva da sua função como precursor de hormonas esteroides endógenas. Como tal, as reações adversas documentadas são tipicamente classificadas com base na sua frequência e nos sistemas fisiológicos afetados pela atividade hormonal resultante.

Classificação das Reações Adversas

Os efeitos comunicados com maior frequência, classificados oficialmente como Frequentes, incluem sintomas localizados como prurido vulvovaginal (comichão) e corrimento vaginal. Os efeitos classificados como Pouco Frequentes incluem tensão mamária e dor mamária, bem como o espessamento endometrial, que é um componente do perfil de reações adversas graves.

As reações adversas encontram-se agrupadas por Classes de Sistemas de Órgãos, refletindo efeitos em:

  • Doenças do sistema reprodutor e da mama
  • Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos (por exemplo, efeitos androgénicos como acne e hirsutismo)
  • Afeções hepatobiliares (por exemplo, elevação das enzimas hepáticas)
  • Perturbações psiquiátricas (por exemplo, alterações de humor, hipomania)

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

A rotulagem regulamentar documenta reações adversas graves, destacando-se o risco de Hiperplasia endometrial, o qual requer uma monitorização adequada em populações de doentes suscetíveis. Além disso, o medicamento está sujeito a restrições rigorosas de utilização em indivíduos com tumores malignos dependentes de estrogénios (conhecidos ou suspeitos) ou hemorragia genital anormal não diagnosticada, situações em que é contraindicado. Os documentos regulamentares oficiais referem ainda uma preocupação de segurança relativa a potenciais efeitos aditivos quando a Prasterona é utilizada simultaneamente com outras terapêuticas hormonais, tais como androgénios ou estrogénios.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A descrição regulamentar oficial de uma sobredosagem com Androzen (Prasterona/DHEA) é altamente específica e define-se pela sua baixa toxicidade aguda expectável. Com base nas informações de prescrição da substância ativa, não se prevê que uma sobredosagem aguda de evento único seja perigosa. Consequentemente, os documentos regulamentares não listam sintomas agudos específicos, sinais clínicos ou complicações graves que coloquem a vida em risco como manifestações clínicas esperadas de um evento de sobredosagem.

Ação de Emergência Necessária

Apesar da baixa toxicidade prevista, as agências regulamentares fornecem orientações explícitas e obrigatórias sobre quando deve ser procurada ajuda médica urgente. Procurar assistência médica de emergência ou contactar o Centro de Informação Antivenenos é a ação exigida caso o medicamento seja engolido acidentalmente. Esta instrução específica de procura de ajuda foca-se prioritariamente na circunstância de ingestão oral acidental do produto, particularmente quando este não está formulado para a via oral.

Gestão Oficial da Sobredosagem

A rotulagem oficial não documenta a existência de um antídoto específico ou de um agente de reversão para a sobredosagem por Prasterona. Por conseguinte, a gestão é fundamentalmente considerada sintomática e de suporte. Além disso, os documentos regulamentares não listam intervenções procedimentais específicas, tais como lavagem gástrica ou requisitos de monitorização hospitalar obrigatória, como procedimento padrão após uma sobredosagem. Todas as ações devem limitar-se estritamente ao requisito oficial de contactar os serviços de emergência perante qualquer exposição não pretendida.

Usos terapêuticos de Androzen

O que o Androzen trata: principais utilizações e benefícios

O Androzen (Prasterona/DHEA) pode ser aplicado para proporcionar uma gestão de suporte em contextos clínicos caracterizados pela deficiência de precursores hormonais, visando principalmente os sintomas em mulheres na pós-menopausa e indivíduos com distúrbios endócrinos específicos. O medicamento é utilizado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional para manifestações da menopausa, incluindo a atrofia vulvar e vaginal, a dor durante a relação sexual (dispareunia) e estados de deficiência clínica de DHEA.

O fármaco é habitualmente utilizado para auxiliar em grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como secura vaginal persistente, irritação e sensações de ardor, que criam um esforço fisiológico percetível. O tratamento contribui para a melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados. Além disso, uma aplicação fundamental é a gestão da dispareunia, relevante para controlar sintomas que interferem com o conforto diário e a estabilidade funcional. O medicamento proporciona um alívio de suporte nestes cenários, ajudando a atenuar a carga global dos sintomas.

“Este tratamento de suporte é comummente utilizado quando os sintomas interferem de forma notória no conforto diário, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.”

Para pacientes com insuficiência adrenal confirmada, a reposição de DHEA pode auxiliar na gestão sintomática global e pode apoiar o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Domínios de Alívio Sintomático
O medicamento é aplicado principalmente em cenários onde o desconforto físico e a estabilidade funcional são afetados, focando-se em condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos onde é necessário um alívio de suporte.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Androzen?

A elegibilidade para a utilização do Androzen é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares com base nos antecedentes de saúde, idade e estado fisiológico de cada doente.

Populações Contraindicadas

A utilização do medicamento é formalmente proibida se o doente apresentar um diagnóstico conhecido, suspeito ou antecedentes de cancro da mama ou de outros tumores malignos dependentes de estrogénios. É também contraindicado em indivíduos com hemorragia genital anormal não diagnosticada ou com antecedentes de doença tromboembólica venosa ou arterial (por exemplo, trombose venosa profunda ou AVC).

Exclusões por Idade e Fisiologia

O Androzen não está indicado nem é recomendado para a população pediátrica. A sua utilização está geralmente reservada a mulheres adultas e idosas. O medicamento é contraindicado tanto durante a gravidez como durante a amamentação.

Limitações Específicas por Condição Clínica

A forma sistémica (oral) do medicamento é especificamente contraindicada em doentes com insuficiência hepática ou renal, cardiopatia isquémica ou antecedentes de perturbações psiquiátricas. Para todas as formas do fármaco, é necessária uma supervisão médica estreita em doentes com certas condições pré-existentes, incluindo hipertensão, diabetes mellitus e endometriose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais classificam o perfil de interações do Androzen (Prasterona/DHEA) principalmente através de alterações farmacocinéticas que afetam a exposição ao fármaco e de riscos farmacodinâmicos associados a efeitos hormonais aditivos.

Interações Farmacocinéticas (Modificação da Exposição)

Classificação Substâncias/Categorias de Interação Resultado da Interação
Inibição Inibidores potentes do CYP3A4 (ex: Cetoconazol, Ritonavir) Aumenta a concentração plasmática (Cmax e AUC) da substância ativa.
Indução Indutores potentes do CYP3A4 (ex: Rifampicina, Fenitoína) Reduz a exposição sistémica da substância ativa.
Efeito no Transporte Substratos da Glicoproteína-P (gp-P) A substância ativa atua como inibidor da gp-P, o que pode aumentar a exposição de substratos da gp-P coadministrados.

Interações Farmacodinâmicas e Outras Restrições

  • Outras Terapias Hormonais: A coadministração com outros androgénios ou estrogénios acarreta um risco formalmente documentado de efeitos aditivos ou de reforço nos tecidos sensíveis às hormonas.
  • Alimentos e Produtos Herbais: O consumo de sumo de toranja está documentado como fator que aumenta a exposição sistémica devido ao seu efeito inibitório sobre o CYP3A4. O produto herbal Erva de São João (Hipericão) reduz as concentrações plasmáticas devido à sua indução documentada do CYP3A4.

Ligação ao perfil global de interações: A estrutura regulamentar foca-se na necessidade de consciencialização sobre substâncias que alteram significativamente a exposição ao fármaco via metabolismo pelo CYP3A4 ou transporte pela gp-P. Este perfil formal estabelece que a coadministração com outros produtos hormonais esteroides pode resultar numa interação farmacodinâmica caracterizada por efeitos aditivos, conforme observado pelas autoridades governamentais.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Androzen define-se por uma abordagem dupla: atua como um precursor hormonal para a síntese interna e exerce efeitos não genómicos diretos no sistema nervoso e no metabolismo celular.

Síntese Intracrina Local e Ativação de Recetores

A substância ativa, a Desidroepiandrosterona (DHEA)/Prasterona, funciona como uma pró-hormona, fornecendo a matéria-prima para a síntese local de esteroides potentes nos tecidos-alvo através de enzimas como a 3beta-HSD e a Aromatase. Estes metabolitos (por exemplo, Testosterona e Estradiol) ligam-se, posteriormente, aos recetores nucleares de Androgénios (AR) e de Estrogénios (ER), resultando na regulação da expressão genética de proteínas envolvidas na manutenção e diferenciação de células sensíveis às hormonas.

Modulação Neuroesteroide e Metabólica Direta

A DHEA/Prasterona também atua como um neuroesteroide, modulando diretamente os sistemas de recetores inibitórios GABA A e excitatórios NMDA no sistema nervoso central (SNC). Esta ação não genómica modula o fluxo de iões e a transdução de sinais através das membranas das células neuronais. Independentemente deste processo, o fármaco atua como um inibidor da enzima Glucose-6-Fosfato Desidrogenase (G6PDH), o que influencia a produção celular de NADPH e as subsequentes vias metabólicas oxidativas.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Androzen (Prasterona) é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Androzen, que contém a substância ativa Prasterona, é administrado de acordo com instruções específicas e padronizadas definidas na rotulagem regulamentar. O método, a dose e a frequência de utilização variam consoante a formulação farmacêutica e a via de administração.


Regras de Dosagem e Administração

A Prasterona está disponível para uso intravaginal, sob a forma de um óvulo de 6,5 mg, e para uso oral em várias dosagens, dependendo da indicação aprovada e do produto regional.

Parâmetro Óvulo Intravaginal (6,5 mg) Comprimido Oral (ex: dose de substituição de 10 mg)
Via de Administração Intravaginal Oral
Esquema Posológico Um óvulo de 6,5 mg, uma vez ao dia Dose inicial de 10 mg, uma vez ao dia
Momento e Frequência Uma vez ao dia, ao deitar Uma vez ao dia, preferencialmente de manhã
Requisito Alimentar Não aplicável Deve ser tomado com alimentos para facilitar a absorção
Regra de Dose Esquecida Aplicar logo que se lembre, mas saltar se a dose seguinte for devida em menos de 8 horas. Não utilizar duas doses. Tomar logo que se lembre; caso contrário, saltar e tomar a dose seguinte à hora habitual.

Condições Específicas de Uso e Procedimentos

  • Método de Administração: O óvulo vaginal de 6,5 mg é administrado utilizando o aplicador fornecido, que deve ser inserido o mais profundamente possível, desde que seja confortável e sem exercer força.
  • Cuidados com o Aplicador: O aplicador intravaginal deve ser enxaguado, remontado após a utilização e eliminado após uma semana de uso.
  • Ajuste de Dose (Oral): A dose oral de 10 mg pode ser aumentada gradualmente após duas semanas, até um máximo de 20 mg diários; qualquer aumento requer consulta prévia com um profissional de saúde.
  • Regras de População: Para o óvulo intravaginal, não é necessário ajuste de dose em mulheres idosas (com mais de 65 anos). O uso da forma oral não é geralmente recomendado em doentes com insuficiência hepática ou renal.
  • Duração: A utilização contínua por via intravaginal requer uma reavaliação clínica dos riscos e benefícios pelo menos a cada seis meses, conforme orientado pela rotulagem regulamentar.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos do Androzen

Evidência para utilização no Cancro da Próstata Metastático Hormonossensível (mHSPC)

A investigação sobre os grupos específicos de doentes e o desenho dos estudos que envolvem o Androzen em indivíduos com cancro da próstata metastático hormonossensível baseou-se, principalmente, em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) de grande escala. Estes estudos compararam habitualmente doentes que receberam Androzen em conjunto com a terapêutica hormonal padrão (Terapêutica de Deprivação Androgénica ou ADT) com doentes que receberam um placebo associado à ADT. A investigação analisou indicadores importantes, tais como a Sobrevivência Global (SG) — uma medida do tempo decorrido desde o início do estudo durante o qual os doentes foram observados — e a Sobrevivência Livre de Progressão Radiográfica, que monitoriza o tempo até se observar a progressão da doença ou a ocorrência de óbito. Estes ensaios monitorizaram o estado dos doentes ao longo de intervalos de tempo definidos.

Os estudos descrevem as medições efetuadas relativas tanto à Sobrevivência Global como à Sobrevivência Livre de Progressão Radiográfica nas populações estudadas. Os ensaios monitorizaram padrões relacionados com o período de tempo decorrido até os doentes necessitarem de iniciar tratamentos subsequentes, como a quimioterapia. A investigação descreve ainda os padrões observados nas medições do Antigénio Específico da Próstata (PSA).

Evidência para utilização no Cancro da Próstata Resistente à Castração Não Metastático (nmCRPC)

Foram também realizados estudos com o Androzen em doentes com cancro da próstata que é resistente à terapêutica hormonal inicial (resistente à castração), mas em que o cancro ainda não se tinha disseminado para outras partes do corpo (não metastático). Estes estudos foram igualmente, na sua maioria, Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA). A investigação focou-se em resultados que refletem o funcionamento diário e visou monitorizar o tempo até o cancro ser detetado fora da área da próstata, uma medida conhecida como Sobrevivência Livre de Metástases (SLM).

Compreender os Estudos de Longo Prazo e os Dados de Acompanhamento

A investigação tem explorado a monitorização contínua dos resultados ao longo de períodos alargados. Embora os ensaios principais se foquem prioritariamente em resultados de curto a médio prazo, alguns estudos realizaram um acompanhamento a longo prazo para fornecer contexto sobre a observação contínua das medições estudadas. No entanto, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. A evidência existente ajuda a contextualizar os padrões de sintomas, mas baseia-se frequentemente em ambientes observacionais menos controlados ou em dados recolhidos após a conclusão da fase inicial do ensaio.

O que ainda é Incerto na Investigação sobre o Androzen

Apesar do panorama de evidências, continuam a surgir dados e a certeza permanece baixa em diversas áreas. As principais limitações incluem o facto de o tamanho das amostras ser reduzido para certos subgrupos raros, o que significa que a qualidade da evidência varia entre estudos ao analisar estas populações específicas. Existe informação limitada quanto aos resultados a longo prazo, particularmente no que diz respeito à evolução do funcionamento diário ou do nível de atividade após muitos anos. As lacunas de evidência aqui descritas indicam que a investigação prossegue para dar resposta a estas áreas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Androzen (FAQ)

P: Quanto tempo demora normalmente a sentir-se os efeitos do Androzen?

R: Os ensaios clínicos revistos pelas autoridades regulamentares descrevem efeitos medidos ao longo de várias semanas. No caso da forma intravaginal, benefícios fundamentais, como a redução da dor durante a atividade sexual, foram tipicamente avaliados após 12 semanas (três meses) de utilização diária; a monitorização contínua demonstrou que os efeitos se mantiveram ou melhoraram até às 52 semanas.

P: É necessário fazer análises ao sangue regularmente enquanto se usa Androzen?

R: Uma vez que a substância ativa do Androzen é uma pró-hormona, a sua utilização pode levar a níveis séricos elevados de outras hormonas, como a testosterona e os estrogénios. Por conseguinte, a medição periódica dos níveis hormonais no soro, que pode envolver análises ao sangue, é mencionada em algumas informações de prescrição como parte da gestão clínica contínua.

P: O que devo fazer se achar que o Androzen não está a fazer efeito?

R: Caso surjam preocupações sobre a eficácia, os rótulos regulamentares enfatizam que o tratamento requer uma reavaliação clínica. Esta revisão profissional determina se a continuação da utilização é adequada, conforme especificado pelas diretrizes oficiais. Para a forma intravaginal, a reavaliação dos riscos e benefícios é obrigatória, pelo menos, de seis em seis meses.

P: O Androzen pode causar ganho ou perda de peso?

R: Flutuações de peso ou aumento de peso foram observados em estudos ou documentos regulamentares que discutem os efeitos adversos do produto. A documentação oficial refere que o aumento ou a flutuação de peso foram eventos adversos registados em estudos clínicos.

P: A eficácia do Androzen diminui com o tempo?

R: A investigação documentou a utilização da substância ativa por períodos de um ano ou mais. Outros estudos que monitorizaram os resultados por períodos mais longos observaram que os benefícios medidos podem persistir ou continuar a aumentar, sugerindo uma observação sustentada dos efeitos ao longo desse tempo.

P: São necessários exames laboratoriais específicos antes de iniciar o Androzen?

R: As autoridades regulamentares exigem a exclusão de doentes com certas contraindicações baseadas nos seus antecedentes de saúde. No entanto, a documentação oficial não obriga a um único teste de rastreio laboratorial universal para todos os doentes antes de iniciarem o tratamento.

P: Qual é a principal diferença entre o Androzen e outros tratamentos semelhantes?

R: As revisões oficiais do fármaco descrevem a substância ativa, Prasterona, como funcionalmente única por atuar como uma pró-hormona. Esta fornece o componente base (DHEA) para a síntese local de androgénios e estrogénios nos tecidos-alvo, o que é um mecanismo diferente dos medicamentos que introduzem hormonas totalmente ativas diretamente no corpo.

P: Qual é o risco de dependência ou adição relatado com o Androzen?

R: A substância ativa, Prasterona, está listada em algumas tabelas regulamentares relativas a esteroides anabolizantes. Contudo, os documentos regulamentares oficiais e os dados de segurança do medicamento em si não fornecem avisos específicos nem mencionam instâncias de risco de dependência ou adição.

P: Os efeitos secundários do Androzen são permanentes?

R: Os materiais oficiais para o doente referem que alguns efeitos secundários são categorizados como temporários, podendo ocorrer enquanto o corpo se ajusta ao medicamento. Embora a duração de efeitos específicos não seja totalmente detalhada em todos os documentos, alguns materiais referem que os efeitos comuns podem diminuir à medida que o organismo se adapta.

P: O Androzen pode afetar os padrões de sono?

R: Os padrões de sono não estão listados diretamente como um efeito secundário comum em todos os documentos oficiais. No entanto, são mencionados efeitos no sistema nervoso nas informações de prescrição oficiais, incluindo o potencial para alterações de humor. Estes efeitos documentados podem fornecer contexto para a compreensão de sintomas relacionados com o sono.

P: Como é que o Androzen se compara com opções não farmacológicas ou alternativas?

R: As avaliações regulamentares oficiais indicam que o medicamento foi comparado principalmente com um placebo nos ensaios clínicos principais, e não com outros tratamentos farmacológicos ativos. As revisões discutem frequentemente a sua utilização como uma opção quando outras terapias não hormonais ou padrão não são utilizadas.

P: Qual é o período mais longo documentado de utilização do Androzen?

R: Estudos de investigação acompanharam certas populações a utilizar a substância ativa, Prasterona, por períodos de até dois anos para avaliar resultados a longo prazo. Outros estudos abertos de segurança e eficácia incluem frequentemente dados de acompanhamento de 52 semanas (um ano).

P: O Androzen afeta a fertilidade ou a saúde reprodutiva?

R: A rotulagem oficial indica que o medicamento é formalmente contraindicado, ou não recomendado, durante a gravidez e a amamentação. É também referida a falta de dados de segurança para a utilização na população pediátrica.

P: É seguro beber uma pequena quantidade de álcool enquanto se toma Androzen?

R: Algumas informações de prescrição mencionam um risco potencial de interação. Especificamente, o uso simultâneo com álcool pode aumentar o risco de efeitos adversos relacionados com o humor, como a mania, especialmente em indivíduos com antecedentes de perturbações do humor.

P: As cápsulas de Androzen podem ser divididas ou esmagadas se tiver dificuldade em engolir?

R: Para a forma em cápsula oral, as instruções do fabricante geralmente indicam que as mesmas devem ser engolidas inteiras. A orientação oficial para esta formulação descreve que as cápsulas não devem ser divididas, esmagadas ou mastigadas.

P: A que sinais devo estar atento se estiver preocupado com um efeito secundário grave?

R: Os materiais oficiais para o doente descrevem que sintomas graves, como uma reação alérgica (erupção cutânea, urticária, inchaço ou dificuldade em respirar), devem ser alvo de assistência médica imediata. Hemorragias vaginais inexplicadas ou inesperadas são também sintomas referidos na informação de segurança que requerem avaliação clínica.

P: Como é que o efeito do Androzen difere entre homens e mulheres?

R: O foco regulamentar do medicamento difere entre os sexos. A forma intravaginal está aprovada apenas para mulheres na pós-menopausa. Embora a forma oral tenha indicações específicas, alguns rótulos afirmam que geralmente não é recomendada para homens devido a dados de segurança limitados. Sabe-se que o efeito nos níveis hormonais circulantes difere entre a fisiologia masculina e feminina.

P: O tabagismo afeta a forma como o Androzen é processado pelo corpo?

R: A informação de segurança regulamentar para a substância ativa ou tratamentos relacionados refere frequentemente que o tabagismo, particularmente em indivíduos com mais de 35 anos, está documentado como um fator de risco pré-existente para eventos cardiovasculares e formação de coágulos sanguíneos.

Como Androzen deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

As informações oficiais do Androzen (Prasterona/DHEA) especificam condições precisas para garantir a integridade do produto e a segurança pública.

Classificação de Conservação Instruções
Limites de Temperatura Conservar à temperatura ambiente ou no frigorífico, entre 5 °C e 30 °C (41 °F e 86 °F).
Condições de Proteção Deve ser mantido protegido do calor excessivo, da humidade e da luz direta.
Ambiente Proibido Não congelar o medicamento.
Embalagem e Segurança Conservar na embalagem de origem, mantida bem fechada e fora do alcance e da vista das crianças.

No que diz respeito à eliminação, qualquer medicamento fora de validade ou desnecessário deve ser descartado de forma segura. Os doentes devem consultar um profissional de saúde ou farmacêutico para obter instruções sobre a eliminação correta de medicamentos não utilizados, recorrendo frequentemente a programas de recolha (como o sistema VALORMED). O aplicador de utilização única fornecido com a forma de óvulo vaginal deve ser eliminado após a administração.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Androzen encontrado em:

ÍNDICE A-Z: