Amaryl

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Amaryl

Forma selecionada

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Amaryl

O Amaryl é um medicamento de base utilizado no controlo da diabetes tipo 2, definido pela sua substância ativa principal e pela sua classe farmacológica.

Propriedade Descrição
Princípio ativo Glimepirida
Forma farmacêutica Comprimido oral
Classe farmacológica Sulfonilureia (Hipoglicemiante oral)
Uso comum Controlo glicémico na Diabetes Tipo 2
Origem Composto sintético

Amaryl: Classificação e Identidade como Sulfonilureia de Segunda Geração

O Amaryl é um medicamento sintético sujeito a receita médica cujo princípio ativo é a glimepirida, indicado essencialmente para o controlo de níveis elevados de açúcar no sangue em adultos. A glimepirida é classificada como um fármaco hipoglicemiante oral pertencente à classe das sulfonilureias, um grupo de agentes antidiabéticos. Esta classificação posiciona o medicamento no grupo de compostos desenvolvidos para tratar deficiências de insulina. Como fármaco estabelecido, a sua eficácia é reconhecida clinicamente pela capacidade de reduzir o açúcar no sangue de forma eficaz quando associado a alterações no estilo de vida.


Composição, Forma e Objetivo Geral na Diabetes Tipo 2

O Amaryl é disponibilizado como um produto de agente único na forma de um comprimido oral, a preparação padrão para administração por via oral. O produto contém a glimepirida como única substância terapêutica. O objetivo fundamental deste medicamento é servir como complemento à dieta e ao exercício para alcançar um melhor controlo glicémico em adultos diagnosticados com diabetes mellitus tipo 2. O perfil estabelecido da glimepirida na redução da glicose plasmática e dos níveis de hemoglobina glicada (HbA1c) confirma a sua eficácia na regulação da glicose.


A Ação Fundamental: Estímulo da Libertação de Insulina e Reforço da Sensibilidade

O mecanismo central da glimepirida envolve uma dupla ação fisiológica: funciona como um secretagogo de insulina e apresenta efeitos extrapancreáticos benéficos. A glimepirida atua principalmente através do estímulo das células beta nas ilhotas pancreáticas, promovendo a libertação da insulina armazenada para a corrente sanguínea. Além disso, a sua ação secundária melhora a forma como os tecidos periféricos do corpo, tais como o músculo e a gordura, utilizam a glicose, ao aumentar a sua sensibilidade à insulina. Esta ação combinada ajuda a baixar os níveis elevados de glicose no sangue de forma eficiente, abordando os dois problemas metabólicos: a produção insuficiente de insulina e a resistência dos tecidos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Amaryl?

Perfil de Segurança Oficial e Reações Adversas

O perfil de segurança oficial do Amaryl (glimepirida) é estruturado com base em documentos regulamentares governamentais, detalhando as reações adversas por frequência e sistema fisiológico. A preocupação principal e mais frequente associada a esta sulfonilureia é a hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue), que está oficialmente classificada na documentação regulamentar como um efeito secundário frequente.

Os eventos adversos estão formalmente agrupados em várias Classes de Sistemas de Órgãos, conforme listado na rotulagem oficial. Estes incluem efeitos documentados em:

Doenças do Sangue e do Sistema Linfático, como a trombocitopenia e a leucopenia. Afeções Hepatobiliares, incluindo a elevação das enzimas hepáticas e o risco de hepatite ou insuficiência hepática. Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos, como o prurido, a fotossensibilidade e o risco raro de reações graves como a Síndrome de Stevens-Johnson. Doenças Gastrointestinais, que abrangem náuseas, vómitos e dor abdominal.

Outros efeitos classificados como frequentes incluem perturbações visuais transitórias, observadas muitas vezes no início do tratamento devido a alterações nos níveis de glicose no sangue. Reações adversas graves, embora muito raras, incluem reações alérgicas severas e insuficiência hepática aguda. Outras patologias sanguíneas graves, como a anemia aplástica, estão documentadas como possíveis, mas com uma frequência desconhecida.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

A rotulagem oficial aborda riscos específicos para certas populações. É assinalado que adultos mais velhos e doentes com compromisso renal ou hepático estabelecido apresentam uma maior suscetibilidade à hipoglicemia. Além disso, a informação oficial inclui uma advertência relativa ao aumento do risco de mortalidade cardiovascular associado a fármacos hipoglicemiantes orais da classe das sulfonilureias. A glimepirida é, geralmente, contraindicada em casos de compromisso grave ou cetoacidose diabética.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A manifestação clínica documentada de uma sobredosagem de Amaryl (glimepirida) é a hipoglicemia profunda e prolongada (açúcar no sangue muito baixo). Uma vez que a glimepirida é um fármaco oral redutor da glicose no sangue, uma quantidade excessiva pode esgotar as reservas de glicose do organismo.

Sinais e Manifestações Documentados

Os sintomas de sobredosagem apresentam-se tipicamente como uma resposta em duas partes. Os sintomas adrenérgicos podem incluir sudação, pele fria e húmida, ansiedade e batimento cardíaco acelerado (taquicardia). Os sinais neuroglicopénicos incluem cefaleias, confusão, sonolência, perturbações visuais e da fala, ou tremores.

Ações de Emergência Obrigatórias

É necessário tratamento médico imediato para qualquer caso que envolva hipoglicemia grave ou prolongada. Se a pessoa afetada estiver consciente, a orientação oficial inicial é o consumo de fontes imediatas de hidratos de carbono (açúcar).

Resultados Graves e Potencialmente Fatais

O desfecho potencial é classificado como fatal devido ao risco de danos neurológicos. Se não for corrigida, a hipoglicemia grave pode levar ao agravamento de condições, tais como convulsões, estupor ou coma. O potencial para danos cerebrais permanentes ou morte existe caso os níveis baixos de açúcar no sangue não sejam corrigidos rapidamente.

Monitorização e Riscos Específicos

Os doentes necessitam de observação médica profissional e, frequentemente, de hospitalização por 24 horas ou mais, devido ao risco reconhecido de hipoglicemia tardia ou recorrente. As informações oficiais observam que as crianças, os doentes idosos e aqueles com disfunção hepática ou renal grave apresentam um risco acrescido de hipoglicemia grave ou prolongada após uma sobredosagem.

Usos terapêuticos de Amaryl

O Amaryl é geralmente utilizado em adultos para a gestão a longo prazo da diabetes mellitus tipo 2, uma doença caracterizada por sintomas relacionados com um desequilíbrio sistémico devido à incapacidade de controlar adequadamente o açúcar no sangue. O medicamento é indicado como um complemento à dieta e ao exercício físico para melhorar o controlo glicémico em adultos com esta condição.

O foco terapêutico principal consiste em ajudar a gerir os padrões sintomáticos relacionados com níveis elevados de glicose no sangue e níveis cronicamente altos de hemoglobina glicada (HbA1c). Esta abordagem é considerada relevante para atenuar o impacto da doença crónica quando os ajustes fundamentais no estilo de vida não são suficientes por si só, ou quando se integra num regime de combinação terapêutica para casos de maior complexidade. É aplicado em situações em que os pacientes apresentam hiperglicemia não controlada e a condição pode necessitar de intervenção farmacológica.

Um benefício terapêutico fundamental é o facto de contribuir para alcançar e manter um melhor controlo glicémico global, o que geralmente apoia o paciente durante episódios difíceis e ajuda a aliviar o fardo geral dos sintomas.

“Este medicamento é aplicado em domínios terapêuticos onde é necessário apoio adicional para abordar sintomas relacionados com a persistência de níveis elevados de açúcar no sangue.”

Facto Rápido: Apoio na Gestão do Açúcar no Sangue Persistentemente Elevado O Amaryl apoia o paciente ao auxiliar na gestão sustentada da hiperglicemia e ajuda a reduzir a carga sintomática associada à disfunção metabólica crónica.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Amaryl (Glimepirida)

Os documentos regulamentares oficiais definem critérios de elegibilidade populacional rigorosos para o Amaryl, baseando-se prioritariamente no tipo de diabetes, idade e função dos órgãos. O medicamento está formalmente indicado apenas para adultos (com idade igual ou superior a 18 anos) com Diabetes Mellitus Tipo 2 para melhorar o controlo glicémico.


Contraindicações Absolutas

Os seguintes grupos estão explicitamente contraindicados e não devem utilizar glimepirida:

  • Doentes com Diabetes Mellitus Tipo 1 ou condições que requeiram insulina, tais como a cetoacidose diabética ou o coma diabético.
  • Indivíduos com hipersensibilidade conhecida à glimepirida, a outras sulfonilureias ou a derivados das sulfonamidas.
  • Doentes que apresentem compromisso grave da função renal ou compromisso grave da função hepática, situações que exigem a transição para a terapêutica com insulina.

Restrições Populacionais e Precauções

  • Doentes Pediátricos: O uso em crianças e adolescentes (com idade inferior a 18 anos) não é recomendado, uma vez que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas para este grupo.
  • Gravidez e Aleitamento: O uso durante a gravidez é contraindicado e a sua utilização não é recomendada durante o aleitamento, devido aos riscos citados na rotulagem oficial.
  • Compromisso de Órgãos: É necessária precaução e a monitorização da dose em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada ou condições específicas, como a deficiência de G6PD, dado que estes podem ser mais suscetíveis aos efeitos do fármaco.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do Amaryl é definido por combinações que podem alterar significativamente a eficácia do medicamento no controlo glicémico. Uma restrição fundamental documentada na informação regulamentar é a proibição da coadministração com miconazol oral, devido ao risco associado de hipoglicemia grave.

O medicamento está sujeito a interações farmacocinéticas, principalmente através da via enzimática CYP2C9. A coadministração com inibidores da CYP2C9, como o fluconazol, está documentada como aumentando as concentrações plasmáticas e a exposição sistémica da glimepirida. Inversamente, indutores da CYP2C9, como a rifampicina, podem diminuir essa exposição, o que pode reduzir o efeito de abaixamento da glicose no sangue.

É necessária uma regra específica de administração baseada no tempo para o sequestrante de ácidos biliares colesevelam; a glimepirida deve ser administrada pelo menos quatro horas antes da dose de colesevelam para mitigar a redução da absorção da glimepirida.

Adicionalmente, inúmeras classes de produtos estão listadas sob interações farmacodinâmicas. Agentes como a insulina, os bloqueadores beta e os salicilatos estão documentados por potenciarem a ação hipoglicemiante da glimepirida, aumentando o risco de hipoglicemia. Por outro lado, agentes como os corticosteroides, os diuréticos tiazídicos e as hormonas da tiroide podem atenuar este efeito. A informação regulamentar refere ainda que o consumo de álcool pode potenciar a ação hipoglicemiante de forma imprevisível. Os riscos de interação podem ser acentuados em populações específicas, incluindo os idosos e doentes com compromisso renal grave.

Mecanismo de ação

O mecanismo da glimepirida opera através de uma ação biológica direta focada no estímulo da produção hormonal e no reforço da capacidade de resposta dos tecidos periféricos. A glimepirida atua como um bloqueador de canais iónicos, ligando-se à subunidade do Recetor de Sulfonilureia 1 (SUR1) no canal de potássio sensível ao ATP (K ATP) da célula beta pancreática. O fecho deste canal induz a despolarização celular, o que despoleta a libertação da insulina armazenada através de exocitose. Este mecanismo resulta diretamente num aumento consequente da concentração de insulina sistémica.

Separadamente, a glimepirida modula a eficiência de tecidos periféricos, tais como o músculo e a gordura, ao promover a deslocação dos transportadores de glicose tipo 4 (GLUT4) para a membrana celular. Esta ação leva a uma taxa superior de transporte de glicose e à sua utilização subsequente por estes tecidos, resultando num aumento da depuração da glicose sistémica. A função do fármaco está inteiramente dependente da presença de células beta viáveis e funcionais. A glimepirida apresenta uma distinção mecânica ao exibir um efeito de bloqueio relativamente reduzido nos canais K ATP cardíacos sob condições de stresse metabólico, o que determina a seletividade tecidular do fármaco para a isoforma do K ATP pancreático.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Amaryl (Glimepirida)

A administração do Amaryl baseia-se nas informações oficiais de prescrição, que detalham a sua via, frequência e o processo de ajuste de dose para a gestão a longo prazo da diabetes tipo 2. O medicamento é preparado sob a forma de comprimido oral e deve ser tomado uma vez por dia.


Diretrizes Oficiais de Administração

Categoria Princípio de Utilização
Via de Administração Oral
Esquema Posológico Padrão As doses iniciais são de 1 mg ou 2 mg, uma vez por dia. A manutenção situa-se habitualmente entre 1 mg e 4 mg diários. A dose máxima recomendada é de 8 mg, uma vez por dia.
Momento da Toma em Relação às Refeições Deve ser administrado com o pequeno-almoço ou com a primeira refeição principal do dia.
Titulação da Dose Os ajustes de dose são efetuados lentamente, em incrementos não superiores a 1 mg ou 2 mg, e não devem ocorrer com uma frequência superior a cada 1 ou 2 semanas.

Utilização em Populações Específicas e Restrições de Procedimento

O protocolo de utilização especifica modificações para certas populações e passos procedimentais para uma ingestão correta. Para adultos mais velhos, a dose inicial é limitada a 1 mg, uma vez por dia, refletindo a necessidade de uma dosagem inicial cautelosa. Da mesma forma, doentes com insuficiência renal são instruídos a iniciar com uma dose de 1 mg e a submeter-se a uma titulação muito lenta e cuidadosa.

Cada comprimido deve ser engolido inteiro com líquido. Se uma dose completa for esquecida, as orientações regulamentares estabelecem explicitamente que o utilizador não deve tomar uma dose dupla para compensar. Adicionalmente, quando coadministrado com o sequestrante de ácidos biliares colesevelam, o Amaryl deve ser tomado pelo menos 4 horas antes da dose de colesevelam para garantir a absorção adequada. Estas instruções de rotulagem definem o procedimento padronizado sobre como o fármaco é incorporado na rotina diária do doente.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

A investigação fundamental sobre a glimepirida foi realizada através de ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA). Estes estudos, de curta a média duração, foram utilizados para avaliar o papel da glimepirida como terapia única (monoterapia) e quando examinada em combinação com outros medicamentos orais. Os investigadores monitorizaram prioritariamente resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como alterações no marcador de açúcar no sangue a longo prazo, a hemoglobina glicada (HbA1c), e na glicemia plasmática em jejum (GPJ). Estes ensaios incluíram adultos com diagnóstico recente de diabetes Tipo 2 ou aqueles que necessitavam de apoio adicional para além das alterações no estilo de vida.

Os estudos analisaram o desempenho da glimepirida em ensaios comparativamente a um comprimido inativo (placebo) ou a outros medicamentos comuns utilizados na gestão dos marcadores de açúcar no sangue. A evidência destaca o que foi observado até agora quando a glimepirida foi estudada quanto ao seu impacto nos marcadores de açúcar no sangue em conjunto com, ou em substituição de, outros agentes orais. No entanto, a evidência disponível oferece uma perspetiva limitada sobre a manutenção sustentada destas alterações comunicadas na HbA1c e na GPJ, uma vez que as durações de acompanhamento nos estudos principais foram frequentemente limitadas.

A investigação tem explorado se padrões de complicações de saúde a longo prazo estão associados à utilização de glimepirida. Estes estudos de larga escala são tipicamente observacionais, acompanhando os doentes ao longo do tempo em contextos reais, em vez de atribuírem o tratamento de forma aleatória. Os investigadores examinaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, analisando especificamente eventos cardiovasculares adversos major (como enfartes do miocárdio ou acidentes vasculares cerebrais) e a mortalidade por todas as causas. Uma vez que esta evidência deriva frequentemente de contextos observacionais, os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados individuais, e não estabelecem uma relação de causalidade.

A investigação também explorou a glimepirida em populações específicas onde os dados disponíveis são frequentemente menos extensos. Por exemplo, os estudos analisaram a sua utilização num número limitado de doentes pediátricos (adolescentes) com diabetes Tipo 2. Estes estudos são limitados pelo reduzido tamanho das amostras e pelos curtos períodos de acompanhamento. Em última análise, a evidência sublinha o que é conhecido — que a glimepirida foi avaliada quanto ao seu impacto nos marcadores de açúcar no sangue — e o que ainda permanece incerto — o quadro completo do seu impacto a longo prazo nos principais resultados de saúde em todos os grupos de doentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Amaryl (FAQ)

P: O Amaryl é o mesmo que a metformina?

R: O Amaryl (glimepirida) e a metformina não são o mesmo medicamento. Pertencem a classes farmacológicas diferentes e atuam de formas distintas para afetar o açúcar no sangue. O Amaryl é classificado como uma sulfonilureia, enquanto a metformina é classificada como uma biguanida. Os documentos oficiais indicam que o Amaryl pode ser utilizado isoladamente ou em combinação com a metformina.

P: O Amaryl está disponível numa versão genérica?

R: Sim, a substância ativa do Amaryl é a glimepirida, que está disponível como medicamento genérico em comprimidos orais. A glimepirida genérica é classificada como tendo a mesma substância ativa que o medicamento de marca Amaryl. A informação oficial sobre o fármaco confirma a disponibilidade da glimepirida tanto em formas genéricas como de marca.

P: O Amaryl pode causar aumento de peso?

R: A informação de segurança regulamentar lista o aumento de peso como um possível efeito secundário relatado. Esta é uma possibilidade frequentemente associada à classe de medicamentos das sulfonilureias. As preocupações com alterações no peso corporal são tipicamente abordadas por um profissional de saúde.

P: Com que rapidez é que o Amaryl começa a atuar?

R: Estudos farmacológicos indicam que o medicamento é absorvido rapidamente. A informação oficial do produto refere que o tempo necessário para atingir o efeito máximo de redução da glicose no sangue é de aproximadamente 2 a 3 horas após uma dose única.

P: O Amaryl é geralmente considerado um tratamento de primeira linha para a diabetes Tipo 2?

R: De acordo com os documentos regulamentares oficiais, o Amaryl está formalmente aprovado para utilização como complemento à dieta e ao exercício para melhorar o controlo do açúcar no sangue em adultos com diabetes Tipo 2. A sua utilização como terapia única (monoterapia) ou em combinação com outros fármacos orais está definida nas informações de prescrição.

P: O que acontece se eu tomar Amaryl mas me esquecer de uma refeição?

R: As instruções regulamentares estabelecem que o comprimido é administrado com o pequeno-almoço ou com a primeira refeição principal do dia. Tomar o medicamento com alimentos é uma condição necessária para reduzir o risco de níveis baixos de açúcar no sangue, uma situação designada por hipoglicemia.

P: É comum sentir tonturas ao iniciar o Amaryl?

R: A informação oficial de prescrição lista as tonturas como um dos efeitos secundários comummente relatados, observados em ensaios clínicos. As tonturas são também um sintoma associado à hipoglicemia, ou açúcar baixo no sangue, que constitui um risco primário desta classe de fármacos.

P: Qual é o principal objetivo da utilização do Amaryl?

R: O objetivo principal, conforme definido na indicação oficial, é servir como complemento à dieta e ao exercício para melhorar o controlo glicémico (controlo do açúcar no sangue) em adultos com diabetes Tipo 2. Isto ajuda a alcançar uma melhor regulação dos níveis de glicose no sangue ao longo do tempo.

P: O Amaryl pode afetar o fígado?

R: Os dados oficiais de segurança documentam efeitos no fígado sob a categoria de afeções hepatobiliares. Estes efeitos documentados incluem o risco de elevação das enzimas hepáticas e a possibilidade rara de hepatite ou insuficiência hepática aguda.

P: Pessoas com problemas cardíacos utilizam frequentemente o Amaryl?

R: A rotulagem oficial do produto para a classe das sulfonilureias inclui uma restrição específica relativa a um potencial aumento do risco de mortalidade cardiovascular. Este risco é assinalado em associação com fármacos hipoglicemiantes orais em comparação com o tratamento apenas com dieta ou dieta associada a insulina.

P: O que significa o termo 'hipoglicemia' em relação ao Amaryl?

R: O termo hipoglicemia significa simplesmente açúcar baixo no sangue. Sendo um fármaco que atua na redução do açúcar no sangue, a hipoglicemia é classificada como a reação adversa potencial mais comum. A informação regulamentar para o doente lista sintomas que podem acompanhar a hipoglicemia, tais como sudação, dor de cabeça, tonturas, fraqueza ou tremores.

P: Qual é o papel do pâncreas ao tomar Amaryl?

R: A ação central do Amaryl é estimular as células beta no pâncreas. Ao fazê-lo, promove a libertação da insulina armazenada para a corrente sanguínea, o que ajuda a baixar o açúcar no sangue. A ação do fármaco está dependente da presença de células beta funcionais e viáveis.

P: O que acontece se eu parar de tomar Amaryl subitamente?

R: A informação regulamentar para o doente descreve que o medicamento não deve ser interrompido subitamente. Uma vez que o fármaco atua no controlo do açúcar no sangue, interrompê-lo sem orientação pode levar à perda desse controlo, resultando potencialmente em hiperglicemia (açúcar elevado no sangue).

P: Existem restrições alimentares durante a toma de Amaryl?

R: A principal substância referida nos documentos oficiais que interage com este medicamento é o álcool. O consumo de álcool pode potenciar de forma imprevisível o efeito de redução do açúcar no sangue, aumentando o risco de hipoglicemia. Não existem outros tipos de alimentos especificamente listados como restrições generalizadas.

P: O Amaryl é indicado para a pré-diabetes?

R: O medicamento está formalmente indicado apenas para a gestão da Diabetes Mellitus Tipo 2 em adultos. A sua rotulagem e indicação oficiais são específicas para esta condição e não incluem o uso do fármaco para pré-diabetes.

P: O Amaryl pode ser utilizado por pessoas com problemas de tiroide?

R: Os avisos oficiais referem que condições como doenças da tiroide podem interferir com o controlo do açúcar no sangue. Se uma pessoa tiver uma condição da tiroide, a documentação indica que é necessária uma monitorização rigorosa do controlo glicémico durante a toma deste medicamento.

P: O Amaryl está disponível sem receita médica?

R: Não, o Amaryl e a sua forma genérica, glimepirida, estão classificados como medicamentos de receita médica obrigatória. Não podem ser adquiridos livremente e exigem uma prescrição de um profissional de saúde habilitado.

P: Os efeitos secundários do Amaryl são permanentes?

R: Espera-se que a maioria dos efeitos secundários comuns seja temporária e desapareça. No entanto, a documentação oficial de segurança observa que eventos adversos muito graves, como a hipoglicemia extrema (hipoglicemia grave), estão documentados como tendo o potencial de resultar em compromisso temporário ou mesmo permanente da função cerebral.

P: É normal o meu açúcar no sangue continuar elevado após alguns dias a tomar Amaryl?

R: O esquema oficial de ajuste de dose é normalmente definido em intervalos não superiores a 1 a 2 semanas, com base na resposta da glicose no sangue. Isto sugere que o efeito terapêutico total e a avaliação final da eficácia podem levar várias semanas a ser alcançados.

P: Outros países utilizam o Amaryl para as mesmas condições?

R: Sim, uma comparação de documentos regulamentares de diferentes regiões, como os dos EUA (FDA) e da Europa (EMA), confirma que o medicamento é indicado para a mesma condição fundamental: a melhoria do controlo do açúcar no sangue em adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2.

Como Amaryl deve ser armazenado e descartado?

Os comprimidos de Amaryl (glimepirida) devem ser conservados de acordo com as condições regulamentares oficiais para manter a estabilidade do produto.

Requisitos de Armazenamento

Item Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F e 77 °F).
Proteção Manter os comprimidos protegidos da humidade e da luz.
Regra do Recipiente Conservar o medicamento no recipiente original.
Segurança Infantil Manter o Amaryl e todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

Não elimine comprimidos não utilizados ou fora do prazo de validade deitando-os na sanita ou num ralo, a menos que tal seja especificamente autorizado. O método preferencial para descartar o produto é através de um programa de recolha de medicamentos autorizado. Se não estiver disponível um programa de recolha, siga os procedimentos estabelecidos para a eliminação adequada no lixo doméstico, o que envolve misturar o medicamento com uma substância indesejável e selá-lo num saco. Consulte os recursos locais para obter diretrizes específicas sobre resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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