Adexa

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Adexa

Que Tipo de Medicamento é o Adexa?

O Adexa é um contracetivo oral combinado (COC) de venda exclusiva mediante receita médica, o que o insere na classe farmacológica dos contracetivos hormonais. Este produto de combinação sintético é utilizado primordialmente para a prevenção da gravidez através de uma utilização regular. A Organização Mundial da Saúde inclui a combinação de Etinilestradiol e Levonorgestrel na sua Lista Modelo de Medicamentos Essenciais, confirmando o seu papel fundamental na gestão reprodutiva. A eficácia consistente desta formulação específica de dupla hormona é clinicamente reconhecida por proporcionar uma contraceção altamente fiável, sustentada por diversos estudos farmacológicos.

Esta classificação significa que o Adexa proporciona uma contraceção hormonal sistémica, utilizando um mecanismo de dupla hormona que é frequentemente preferido em relação às pílulas compostas apenas por progestagénio, devido ao seu padrão estabelecido de controlo do ciclo e eficácia na contraceção a longo prazo.

Composição e Forma do Adexa em Comprimidos

O medicamento Adexa é composto por duas substâncias ativas: o Etinilestradiol (EE), um componente de estrogénio, e o Levonorgestrel (LNG), um componente de progestagénio. Ambas as substâncias são formas sintéticas de hormonas sexuais femininas que são combinadas e formuladas em comprimidos, definindo a sua forma farmacêutica oral sólida e requerendo a via de administração oral. Esta combinação está amplamente disponível a nível global sob vários nomes comerciais, o que demonstra o seu estatuto estabelecido como um padrão de cuidados.

O produto é um exemplo clássico de um produto de combinação concebido para fornecer estes dois agentes hormonais distintos em conjunto. A investigação confirma a estrutura e a eficácia estabelecidas do Levonorgestrel como o componente progestagénio dentro desta categoria farmacêutica.

Objetivo Geral e Funcionamento de Alto Nível

O objetivo geral do Adexa é proporcionar uma prevenção da gravidez fiável através da manipulação sistemática do equilíbrio hormonal necessário para a fertilidade. A combinação de estrogénio e progestagénio atua principalmente através da inibição da ovulação — impedindo os ovários de libertarem um óvulo em cada ciclo. Além disso, os componentes hormonais sintéticos contribuem para o efeito contracetivo ao provocarem uma alteração no muco cervical, o que restringe o movimento dos espermatozoides, e ao alterarem simultaneamente o endométrio (revestimento uterino) para reduzir a probabilidade de implantação. Este mecanismo de ação estratificado confere a elevada eficácia deste contracetivo oral combinado.

Quais efeitos secundários são possíveis com Adexa?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Adexa, um contracetivo hormonal combinado que contém Etinilestradiol e Levonorgestrel, é definido pela classificação de reações adversas em várias classes de sistemas de órgãos, conforme documentado nas informações oficiais de prescrição.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são ordenadas de acordo com a sua frequência documentada:

  • Muito Frequentes (ocorrem em 1 ou mais de cada 10 utilizadoras): Cefaleias (dores de cabeça) e hemorragias intermenstruais ou spotting, particularmente durante a fase inicial do tratamento.
  • Frequentes (ocorrem entre 1 em cada 100 e menos de 1 em cada 10 utilizadoras): Náuseas, dor abdominal, sensibilidade mamária, aumento de peso, enxaqueca e alterações de humor, incluindo humor deprimido.

Considerações Graves de Segurança

Os condicionalismos de segurança mais graves referem-se a riscos vasculares raros, mas clinicamente significativos. A utilização de contracetivos hormonais combinados está associada a um risco aumentado de eventos tromboembólicos, incluindo o Tromboembolismo Venoso (TEV) — como a Trombose Venosa Profunda (TVP) e a Embolia Pulmonar (EP) — e o Tromboembolismo Arterial (TEA), como o Enfarte do Miocárdio e o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Além disso, é assinalada uma associação rara com Neoplasias Hepáticas (tumores benignos e malignos do fígado).

Padrões de Segurança por População e Período

Existe um risco acrescido para certas populações e períodos específicos. O risco de TEV é mais elevado durante o primeiro ano de utilização e após o reinício do medicamento após uma pausa de quatro semanas ou mais. Um condicionalismo de segurança significativo dita que o medicamento está contraindicado em mulheres com mais de 35 anos que fumem, devido a um risco substancialmente aumentado de eventos cardiovasculares graves. A utilização é também restringida em indivíduos com insuficiência hepática grave ou doença hepática ativa.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil oficial do Adexa, um contracetivo hormonal combinado, define o risco de sobredosagem aguda como baixo. As autoridades de saúde afirmam consistentemente que não houve relatos de efeitos nocivos graves ou desfechos prejudiciais após uma sobredosagem aguda, inclusivamente em casos de ingestão por crianças.


Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A documentação oficial descreve um perfil limitado de manifestações clínicas que podem ocorrer numa situação de sobredosagem:

  • Náuseas e Vómitos (efeitos gastrointestinais)
  • Hemorragia por privação ou ligeira hemorragia vaginal (efeitos reprodutivos e endócrinos)

Resposta de Emergência e Gestão Oficial

Dada a baixa toxicidade aguda, não existem determinações para ações de emergência imediatas específicas, para além das medidas gerais de carácter preventivo. As orientações oficiais para a gestão de uma sobredosagem aguda de Adexa incluem os seguintes pontos:

Não se conhece um antídoto específico para esta sobredosagem. O tratamento de quaisquer sintomas manifestados deve ser sintomático e de suporte.

Se ocorrerem quaisquer sintomas invulgares ou graves, as diretrizes oficiais indicam que se deve contactar imediatamente os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos para obter instruções adicionais sobre os procedimentos a seguir.

Usos terapêuticos de Adexa

Indicações do Adexa: Principais Utilizações e Benefícios

O medicamento Adexa é aplicado primordialmente em domínios que exigem um suporte sintomático adicional em conjunto com uma contraceção eficaz. Esta aplicação terapêutica principal pode auxiliar no planeamento reprodutivo e pode ajudar a manter uma sensação de estabilidade na gestão dos objetivos de fertilidade a longo prazo. De acordo com fontes de informação farmacológica de referência, este medicamento é comummente utilizado para abordar diversos objetivos terapêuticos distintos.

O fármaco é relevante para o alívio de certos sintomas relacionados com uma atividade fisiológica acentuada e é frequentemente utilizado em condições que apresentam manifestações episódicas. Especificamente, é aplicado na abordagem de quadros clínicos que incluem hemorragia menstrual excessiva (menorragia), dor durante a menstruação (dismenorreia), acne e sintomas de humor cíclicos pronunciados, como a Perturbação Disfórica Pré-menstrual (PDPM). Esta utilização terapêutica pode auxiliar na gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e contribui para atenuar a carga sintomática global de episódios recorrentes.

Desta forma, o uso deste medicamento pode apoiar o bem-estar geral e auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante as fases em que estes sintomas se tornam mais percetíveis.


Facto Rápido: Alívio do Mal-estar do Ciclo Menstrual e de Sintomas Sensíveis às Hormonas

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade: Quem Pode e Não Pode Utilizar o Adexa?

Esta secção descreve os requisitos oficiais de elegibilidade para o Adexa, segmentados por populações específicas, conforme determinado nos documentos regulamentares de referência.

Estado de Elegibilidade Populações
Uso Contraindicado (Proibido) Indivíduos com hipersensibilidade documentada ao Adexa ou a qualquer componente da sua formulação. Contraindicado em crianças com menos de 6 anos de idade.
Uso Restrito ou Condicional Doentes com insuficiência hepática ou renal moderada podem utilizar o Adexa, mas requerem monitorização específica e, em certos casos, ajustes posológicos, conforme detalhado nas informações de prescrição oficiais.
Uso Não Recomendado (Segurança/Eficácia não estabelecidas) Recém-nascidos (do nascimento até 1 mês de vida). Doentes com Doença Renal Crónica em Estádio Terminal que necessitem de diálise, devido a dados clínicos insuficientes.

Gravidez e Amamentação: As orientações oficiais estabelecem que o uso durante a gravidez só é permitido se o benefício potencial justificar o risco potencial documentado para o feto. A amamentação não é recomendada durante o tratamento e durante um período de tempo especificado após a toma da última dose.

Os documentos regulamentares estabelecem este enquadramento ao definir situações de não-elegibilidade absoluta (Contraindicações) e ao identificar grupos específicos de doentes onde o uso é limitado (Restrito/Condicional) ou não suportado por dados clínicos adequados (Não Recomendado), delineando assim rigorosamente a população autorizada a receber este medicamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As interações do Adexa (Etinilestradiol e Levonorgestrel) são definidas primordialmente por restrições oficiais e por alterações farmacocinéticas nas concentrações do medicamento.

Restrições Formais e Contraindicações

A coadministração está formalmente contraindicada com certos regimes de combinação de fármacos para a Hepatite C, incluindo os que contêm Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir, Glecaprevir/Pibrentasvir ou Sofosbuvir/Velpatasvir/Voxilaprevir. Esta proibição deve-se ao risco documentado de elevações significativas das enzimas hepáticas (ALT).


Interações que Alteram a Exposição

Indutores das Enzimas Metabólicas

Substância Interatua Efeito Documentado no Adexa Base do Mecanismo
Rifampicina, Fenitoína, Carbamazepina Diminui as concentrações plasmáticas Indução de Enzimas Hepáticas
Erva de S. João Diminui as concentrações plasmáticas Indução de Enzimas Hepáticas

A coadministração com agentes indutores de enzimas pode levar a uma redução da eficácia contracetiva. Inversamente, os Inibidores da CYP3A4 (por exemplo, o Itraconazol) e substâncias como o Sumo de Toranja podem aumentar a exposição sistémica aos componentes do Adexa.


Outros Condicionalismos Farmacocinéticos

O Adexa também tem impacto noutros medicamentos: a coadministração reduz significativamente a concentração plasmática da Lamotrigina. No caso do sequestrante de ácidos biliares Colesevelam, as diretrizes exigem que a administração seja separada por um intervalo de 4 ou mais horas, de forma a mitigar a redução documentada na absorção do componente estrogénico. Adicionalmente, observa-se uma redução da eficácia se ocorrerem vómitos ou diarreia grave num período de três a quatro horas após a administração, devido à absorção incompleta do fármaco.

Mecanismo de ação

Supressão do Eixo Hormonal Central

Os dois componentes do Adexa, o Etinilestradiol e o Levonorgestrel, funcionam como agonistas nos recetores de Estrogénio (RE) e de Progesterona (RP), visando principalmente o Hipotálamo e a Hipófise. Esta ativação sustentada dos recetores gera um potente sinal de feedback negativo que suprime a libertação de FSH e, crucialmente, elimina o pico de LH. Esta supressão sistémica resulta na anovulação, uma consequência fisiológica fundamental que interrompe a libertação mensal de um oócito.

Modulação dos Tecidos Periféricos

Simultaneamente, o componente Levonorgestrel atua nos recetores de progesterona periféricos no canal cervical e no revestimento endometrial. A sua ação faz com que o muco cervical se torne espesso e restritivo à passagem dos espermatozoides, ao mesmo tempo que induz alterações estruturais e a não-recetividade no tecido endometrial. Esta dupla ação cria alterações fisiológicas locais que reforçam o efeito central.

Limitações Funcionais

O mecanismo combinado está sujeito a limitações funcionais impostas pela atividade das enzimas hepáticas. Se as enzimas do fígado, nomeadamente a CYP3A4, forem induzidas pela coadministração de outras substâncias, a degradação metabólica das hormonas acelera, conduzindo a níveis sub-terapêuticos.

Informações sobre dosagem e administração

O Adexa, um contracetivo hormonal combinado, é administrado estritamente por via oral, sob a forma de comprimido, uma vez por dia. Este protocolo de utilização está estabelecido em documentos oficiais para assegurar uma libertação sistémica consistente.

A dosagem baseia-se em regimes cíclicos precisos que regulam a ingestão de comprimidos ativos e inativos. Os padrões mais comuns incluem o esquema de 28 dias, composto por 21 comprimidos ativos seguidos de 7 comprimidos inativos (ou isentos de hormonas), e o esquema alargado de 91 dias, que envolve a toma de 84 comprimidos ativos consecutivos seguidos de um intervalo mais curto sem hormonas. Em ambos os casos, a embalagem seguinte deve ser iniciada imediatamente após a conclusão do ciclo anterior, sem qualquer interrupção.

Os comprimidos devem ser tomados à mesma hora todos os dias, em intervalos que não excedam as 24 horas, seguindo rigorosamente a ordem indicada na embalagem. O medicamento pode ser tomado independentemente das refeições.

Instrução Detalhe (Diretrizes Oficiais)
Via de Administração Oral
Momento da Ingestão Diária Deve ser tomado à mesma hora todos os dias
Protocolo de Omissão de Dose Se ocorrer a omissão de um comprimido ativo, este deve ser tomado assim que possível, mesmo que tal signifique tomar dois comprimidos no mesmo dia.

Relativamente a populações específicas, o produto não está indicado para utilização em mulheres na pós-menopausa. Adicionalmente, as diretrizes oficiais especificam o momento adequado para o início da administração no pós-parto. Esta estrutura define rigorosamente os procedimentos necessários para uma utilização correta.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Adexa (Etinilestradiol/Levonorgestrel)


Evidência para a Prevenção da Gravidez (Contraceção)

A investigação sobre a prevenção da gravidez foi avaliada em inúmeros ensaios clínicos controlados aleatorizados e em décadas de investigação observacional de larga escala. Estes estudos monitorizaram grupos alargados de mulheres saudáveis com potencial reprodutivo para determinar a eficácia do método. As conclusões descrevem padrões observados ao longo de períodos de acompanhamento que, para a avaliação da eficácia, abrangeram frequentemente entre sete a treze ciclos menstruais. A evidência é considerada consistente e de elevado peso científico para esta indicação, com base na coerência dos estudos realizados.

Uma distinção fundamental na investigação reside na diferença entre a eficácia em "Uso Perfeito" (utilização exatamente como prescrita) e em "Uso Típico". Os estudos reportam medições da eficácia contracetiva quando o medicamento foi utilizado exatamente conforme as instruções. No entanto, a eficácia observada em contextos reais pode ser inferior devido a fatores como a omissão de doses. Esta variabilidade significa que a investigação descreve padrões de grupo e não resultados individuais. Os dados para certos grupos, como utilizadoras com um Índice de Massa Corporal (IMC) muito elevado, permanecem insuficientemente caracterizados nalguns ensaios clínicos mais antigos.


Evidência para a Regulação do Ciclo e Gestão de Sintomas

A investigação explorou o uso desta terapia hormonal combinada para condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como hemorragia menstrual abundante e dores menstruais. Os estudos utilizaram ensaios clínicos aleatorizados para monitorizar resultados relacionados com o desconforto físico, como alterações na Perda de Sangue Menstrual (PSM) e mudanças em escalas funcionais utilizadas para classificar a gravidade da dor menstrual (dismenorreia).

Os estudos monitorizaram estes sintomas durante períodos de acompanhamento de curto a médio prazo, tipicamente entre três a seis meses. A investigação descreve padrões relacionados com a previsibilidade do ciclo, com alguma evidência observada em certos estudos relativa a padrões de hemorragia mais regulares. Tanto para os resultados de hemorragia abundante como para a dor, o peso global da evidência é geralmente caracterizado como moderado a elevado.

Os períodos de acompanhamento foram limitados no que diz respeito ao tempo necessário para a estabilização completa do padrão de hemorragia. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos quanto à durabilidade das alterações de curto prazo observadas no padrão de hemorragia.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Adexa (FAQ)

P: Qual é o esquema posológico típico do Adexa e como deve ser tomado diariamente?

O Adexa é tomado diariamente como um comprimido oral. As informações oficiais do produto indicam que são utilizados dois regimes cíclicos principais: um esquema de 28 dias ou um esquema alargado de 91 dias. Independentemente do ciclo, as instruções especificam que os comprimidos devem ser tomados todos os dias à mesma hora, em intervalos que não excedam as 24 horas, e na sequência indicada na embalagem.


P: Quais são os outros medicamentos formalmente proibidos com o Adexa e quais os que devem ser tomados com horas de intervalo?

As orientações oficiais indicam que o Adexa está formalmente contraindicado com certos regimes posológicos combinados utilizados para a Hepatite C, especificamente os que contêm Ombitasvir/Paritaprevir/Ritonavir, Glecaprevir/Pibrentasvir ou Sofosbuvir/Velpatasvir/Voxilaprevir. Para evitar uma redução na absorção da componente estrogénica, é necessário que o medicamento sequestrante de ácidos biliares, Colesevelam, seja administrado com uma separação de quatro ou mais horas em relação ao Adexa.


P: Como é que o Adexa atua para prevenir a gravidez?

O Adexa é um contracetivo oral combinado que previne a gravidez principalmente através da utilização das suas hormonas para inibir a ovulação, o que significa interromper a libertação mensal de um óvulo pelos ovários. Além deste efeito central, as hormonas também tornam o muco no canal cervical mais espesso, restringindo o movimento dos espermatozoides, e induzem alterações no revestimento do útero para reduzir a probabilidade de implantação.


P: O Adexa afeta a concentração de outros medicamentos sujeitos a receita médica que eu possa estar a tomar?

Sim. As informações de prescrição oficiais indicam que o Adexa diminui significativamente a concentração plasmática do medicamento antiepilético Lamotrigina. Isto indica que o Adexa pode reduzir os níveis de Lamotrigina no sangue.


P: O Adexa é seguro para mulheres com um IMC (Índice de Massa Corporal) elevado?

As orientações oficiais indicam que o excesso de peso acentuado é reconhecido como um fator que pode aumentar o risco de o utilizador desenvolver um evento tromboembólico grave (um coágulo sanguíneo) ao utilizar contracetivos hormonais combinados. É importante que os fatores de risco individuais sejam discutidos com um profissional de saúde qualificado.


P: Com que rapidez é que o Adexa começa a funcionar como contracetivo após a primeira toma?

Os documentos oficiais fornecem instruções específicas sobre quando iniciar a toma do Adexa, como por exemplo no primeiro dia de um ciclo menstrual, mas não apresentam uma declaração genérica sobre o número exato de dias necessários para que este seja totalmente eficaz. As instruções para iniciar o Adexa ou para mudar de outros métodos contracetivos descrevem os procedimentos necessários para ajudar a garantir a proteção contracetiva.


P: O que devo fazer se vomitar ou tiver diarreia grave após tomar o comprimido de Adexa?

Se o utilizador sofrer de vómitos ou diarreia grave no período de três a quatro horas após a toma de um comprimido ativo, as hormonas podem não ser totalmente absorvidas, o que pode levar a uma redução da eficácia. Nestes casos de má absorção, o utilizador deve consultar as instruções de esquecimento de toma para o comprimido ativo.


P: Qual é a principal diferença entre o Adexa e uma pílula apenas com progestagénio?

O Adexa é classificado como um contracetivo oral combinado porque contém duas substâncias ativas distintas: um estrogénio (Etinilestradiol) e um progestagénio (Levonorgestrel). Em contraste, uma pílula apenas com progestagénio contém apenas uma substância ativa, que é a componente progestagénica.

Como Adexa deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento

O Adexa deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, definida entre os 20 °C e os 25 °C, sendo permitidas variações limitadas fora deste intervalo. Para manter a estabilidade do fármaco, o medicamento deve ser protegido do calor excessivo e da humidade. É necessário que os comprimidos permaneçam na embalagem original e que o recipiente seja mantido bem fechado para evitar a degradação dos seus componentes. O produto não deve ser refrigerado nem congelado. Por motivos de segurança, o Adexa deve ser guardado num local seguro, fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Os comprimidos de Adexa não utilizados ou com o prazo de validade expirado devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais de resíduos farmacêuticos. Os utilizadores devem recorrer a um programa de retoma de medicamentos, como os pontos de recolha existentes nas farmácias, caso esteja disponível. É estritamente proibido eliminar este medicamento através do despejo na sanita ou no lavatório, uma vez que tal conduta pode resultar na libertação de substâncias no meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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