Actistav

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Actistav

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Glucosamina (sob a forma de sal de sulfato ou cloridrato)
Forma Preparações orais (comprimido, cápsula, pó para solução)
Classe farmacológica Condroprotetor / Derivado de aminoaçúcar
Uso comum Apoio estrutural para a saúde articular
Origem Derivado da quitina de crustáceos ou fermentação microbiana

Identidade, Classificação e Composição

O Actistav é uma preparação de marca caracterizada pelo seu componente central, a glucosamina, um derivado de aminoaçúcar categorizado como condroprotetor. Esta classificação inclui-o entre os agentes que visam apoiar a integridade estrutural das articulações, diferenciando-o dos analgésicos de alívio imediato. Para a sua administração, a glucosamina deve ser estabilizada sob a forma de um sal — tipicamente sulfato de glucosamina ou cloridrato de glucosamina.

A forma de sulfato de glucosamina é apoiada por estudos farmacológicos e tem sido clinicamente reconhecida para o alívio sintomático da osteoartrose do joelho de grau ligeiro a moderado. Este tipo de formulação auxilia no alívio do desconforto ao proporcionar suporte estrutural ao longo do tempo. O Actistav é disponibilizado essencialmente para administração oral em formas como comprimidos, cápsulas ou pó para solução.

Origem e Propósito Estrutural

A glucosamina presente no Actistav é um composto de ocorrência natural na cartilagem e no tecido conjuntivo humano, mas as formas suplementares são obtidas comercialmente a partir de exoesqueletos de crustáceos ou produzidas através de fermentação de origem vegetal. O propósito geral desta substância está diretamente ligado à sua função biológica como um precursor essencial ou unidade de construção de moléculas fundamentais, nomeadamente os glicosaminoglicanos e os proteoglicanos.

Estas macromoléculas são vitais para a manutenção da elasticidade e da capacidade de amortecimento da cartilagem articular. O organismo utiliza a glucosamina para ajudar a construir componentes estruturais como cartilagens e ligamentos. Ao fornecer estes materiais de base, o Actistav destina-se a contribuir para a preservação do amortecimento das articulações e para a integridade articular global a longo prazo, apoiando a articulação contra o desgaste típico relacionado com a idade.

Quais efeitos secundários são possíveis com Actistav?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Esta secção descreve as características de segurança e as reações adversas do Actistav (Upadacitinib), conforme documentado oficialmente pelas entidades reguladoras governamentais.


Riscos de Segurança Graves Documentados

O medicamento inclui avisos regulamentares obrigatórios relativos ao potencial de Infeções Graves (incluindo Tuberculose e infeções oportunistas), Neoplasias Malignas (incluindo linfoma e cancro do pulmão), Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores (MACE) (tais como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral), Trombose (coágulos sanguíneos nos pulmões ou pernas) e aumento da Mortalidade. Estes riscos estão especificamente destacados na rotulagem oficial.

Reações Adversas Classificadas Oficialmente

Os dados regulamentares categorizam as reações esperadas, de menor gravidade, de acordo com o sistema corporal afetado. As reações classificadas como Frequentes (notificadas em 1% ou mais dos doentes) incluem Infeções do trato respiratório superior (o evento mais frequente), Herpes Zoster (zona), Acne, Dores de cabeça, Enjoos (náuseas) e níveis aumentados de creatina fosfoquinase (CPK) no sangue. Estão também documentadas reações menos frequentes nos sistemas Gastrointestinal e Dermatológico.


Restrições de Segurança Específicas por População

Existem avisos específicos que se aplicam a determinadas populações de doentes. Indivíduos com 50 anos ou mais e com, pelo menos, um fator de risco cardiovascular, particularmente fumadores ou ex-fumadores, têm um risco documentado mais elevado de MACE, Neoplasias Malignas e Trombose. Além disso, o medicamento não é recomendado para utilização em doentes com compromisso hepático grave. Antes e durante a terapia, os doentes devem ser rastreados para a Tuberculose (TB) latente. As mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar métodos contracetivos eficazes devido à potencial toxicidade embriofetal.


O perfil de segurança oficial do Actistav está estruturado para comunicar claramente os riscos graves obrigatórios e estabelece um quadro para a monitorização contínua de anomalias laboratoriais (tais como contagens sanguíneas e enzimas hepáticas) e pré-requisitos de segurança específicos durante o tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com Actistav exige uma intervenção imediata, uma vez que não existe ou não está disponível um antídoto específico para reverter os efeitos de uma dose excessiva. Perante qualquer suspeita de sobredosagem, deve procurar-se assistência médica imediata, o que obriga a uma avaliação médica célere e a que o doente permaneça sob observação clínica contínua.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os sinais clínicos agudos específicos de sobredosagem não se encontram formalmente documentados na rotulagem regulamentar. O foco clínico recai, ao invés, no risco de agravamento dos efeitos conhecidos que estão relacionados com a dose.

Monitorização Obrigatória e Resultados Graves

A monitorização contínua é essencial para avaliar anomalias laboratoriais relacionadas com a dose, incluindo Linfopenia, Neutropenia e potenciais aumentos das Enzimas Hepáticas e dos Níveis de Lípidos. É também necessária uma observação rigorosa quanto a complicações graves associadas ao mecanismo da substância, tais como Trombose (incluindo embolia pulmonar e trombose venosa profunda) e Infeções Graves.

Gestão de Suporte

O tratamento é formalmente definido como sintomático e de suporte. Os documentos regulamentares confirmam igualmente que medidas como a hemodiálise não deverão ser eficazes na remoção do fármaco, devido à sua elevada ligação às proteínas plasmáticas, o que reforça a necessidade de cuidados de suporte até que a substância seja eliminada naturalmente.

Usos terapêuticos de Actistav

O Actistav (Upadacitinib) é geralmente utilizado em condições caracterizadas por inflamação crónica e acentuada que pode intensificar-se temporariamente ou oscilar. A sua utilização terapêutica aplica-se em domínios onde é necessário suporte sintomático. Este fármaco é relevante para o alívio de sintomas em três áreas principais: doenças crónicas das articulações e da coluna, doenças graves da pele e doenças inflamatórias intestinais.

O Actistav é habitualmente utilizado para auxiliar em condições como a artrite reumatoide, artrite psoriática, espondilite anquilosante, dermatite atópica grave (eczema), colite ulcerosa e doença de Crohn. Estes são contextos clínicos marcados por inflamação persistente, nos quais os sintomas criam uma sobrecarga fisiológica percetível.

Ao abordar sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, o Actistav apoia os doentes durante episódios de maior desconforto, reduzindo a carga sintomática global. Isto contribui para um melhor conforto durante períodos de sintomas mais intensos e ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis, auxiliando na estabilidade funcional.


Facto Rápido: Relevante para Sintomas que Interferem com o Funcionamento Diário

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Actistav?

A elegibilidade para o Actistav (Upadacitinib) é rigorosamente definida por diretrizes regulamentares baseadas na idade, no estado fisiológico e em condições de saúde subjacentes.

Populações Contraindicadas (Não Devem Utilizar)

Classificação População Estado
Contraindicação Absoluta Hipersensibilidade conhecida ao fármaco Proibido
Contraindicação Absoluta Infeção grave ativa, incluindo Tuberculose ativa Proibido
Contraindicação Absoluta Gravidez Proibido
Não Recomendado Compromisso Hepático Grave (Child-Pugh C) Proibido

Elegibilidade e Restrições Baseadas na Condição de Saúde

O uso não é recomendado se os valores laboratoriais estiverem abaixo de determinados limiares, especificamente se a Contagem Absoluta de Linfócitos (ALC) for inferior a 500 células/mm^3, a Contagem Absoluta de Neutrófilos (ANC) for inferior a 1000 células/mm^3 ou o nível de Hemoglobina for inferior a 8 g/dL.

Elegibilidade Relacionada com a Idade: Adultos (≥ 18 anos) são geralmente elegíveis, ao passo que a utilização em doentes pediátricos apenas está estabelecida para condições específicas em crianças com idade igual ou superior a 2 anos. O uso em crianças com menos de 2 anos não está estabelecido. Para adultos com 65 anos ou mais, o uso é frequentemente restrito e apenas considerado se não existirem tratamentos alternativos adequados, especialmente na presença de fatores de risco cardiovascular ou de tumores malignos.

Função Orgânica: O uso não é recomendado em doentes com Doença Renal em Fase Terminal (DRFT).

Restrição de Combinação: O uso não é recomendado em combinação com outros inibidores da Janus kinase (JAK), fármacos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs) biológicos ou imunossupressores potentes, como a ciclosporina.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar oficial do Actistav (Glucosamina) identifica um risco de interação clinicamente significativo com determinados produtos medicinais, confirmando, simultaneamente, um baixo potencial de interferência metabólica.


Interações com Anticoagulantes Orais

A interação documentada com maior relevância clínica envolve os Antagonistas da Vitamina K orais, como a Varfarina. Foi reportado que a coadministração causa um aumento do efeito anticoagulante, evidenciado por uma elevação medida no Rácio Internacional Normalizado (INR). Devido a este efeito farmacodinâmico, os documentos regulamentares estabelecem que os doentes que utilizam estes anticoagulantes devem ser acompanhados de perto por um profissional de saúde aquando do início ou da interrupção do Actistav. Este requisito de procedimento é obrigatório.


Interações Metabólicas e de Absorção

Relativamente às vias metabólicas, estudos oficiais concluíram formalmente que o Actistav não inibe nem induz as principais enzimas do Citocromo P450 (ex.: CYP3A4, CYP2C9). Esta conclusão indica um baixo potencial para a maioria das interações medicamentosas farmacocinéticas comuns por esta via. No entanto, o Actistav interage com certos antibióticos. O sulfato de glucosamina pode aumentar a absorção gastrointestinal de antibióticos da classe das tetraciclinas, o que pode elevar a exposição ao antibiótico. A coadministração com agentes esteroides ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) é descrita como permitida nas informações de prescrição. Não existem regras documentadas de separação obrigatória do momento de toma para a administração.

Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação do Actistav: Como Funciona


Modulação da Sinalização Mediada por Recetores

O Actistav atua em domínios que envolvem a sinalização mediada por recetores, influenciando seletivamente recetores fundamentais que se ligam a neurotransmissores ou mediadores específicos. Esta interação apoia um estado mais regulado dentro das vias neurais e fisiológicas visadas, contribuindo para a modulação resultante da atividade nessas mesmas vias.


Regulação da Atividade em Vias Específicas

A função principal do fármaco é modular vias intracelulares essenciais associadas a respostas fisiológicas intensificadas ou hiperativas. O Actistav modifica etapas moleculares precoces e sequências de sinalização, o que reduz a magnitude da atividade excessiva de mediadores e influencia a sequência de sinalização para resistir à escalada da atividade da via sob condições específicas.


Influência na Regulação por Retroalimentação (Feedback)

O Actistav aciona mecanismos que influenciam diretamente a regulação por retroalimentação dentro de vias de sinalização críticas. Ao modificar a natureza destes ciclos de feedback homeostático, o fármaco influencia os ajustamentos fisiológicos resultantes e os desfechos fisiológicos sistémicos.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Actistav: Diretrizes Oficiais de Administração

O Actistav é administrado exclusivamente por via oral, utilizando comprimidos de libertação prolongada nas dosagens de 15 mg, 30 mg ou 45 mg. O princípio fundamental da administração é a preservação da integridade do comprimido; o medicamento deve ser engolido inteiro e não deve ser partido, esmagado ou mastigado. É tipicamente tomado uma vez por dia, à mesma hora todos os dias, e pode ser administrado com ou sem alimentos.

Instrução Detalhe
Regimes Posológicos Segue esquemas distintos de Indução (45 mg uma vez ao dia, curto prazo) e de Manutenção (15 mg ou 30 mg uma vez ao dia, longo prazo), dependendo da patologia específica a ser tratada. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa para a manutenção.
Dosagem em Populações Para adultos mais velhos (com idade igual ou superior a 65 anos) e doentes com compromisso renal grave, a dose máxima recomendada para manutenção está restrita a 15 mg uma vez ao dia. O uso não é geralmente recomendado em indivíduos com compromisso hepático grave.
Regra de Omissão de Dose Se uma dose for esquecida, esta deve ser saltada e o doente deve retomar o esquema tomando a dose seguinte à hora regularmente programada. É especificamente aconselhado não tomar duas doses para compensar a dose omitida.

Ligação ao protocolo global de utilização:

O protocolo oficial de utilização está estruturado em torno de uma administração oral consistente, uma vez por dia, em que o mecanismo de libertação especializado dos comprimidos dita a obrigatoriedade de "engolir inteiro". A estratégia de dosagem transita de uma fase de indução inicial de curto prazo e dose elevada para uma fase de manutenção de longo prazo, com limitações de dose obrigatórias para grupos específicos de doentes, de modo a alinhar-se com as margens de segurança regulamentares.

Evidência clínica recente

Actistav: Evidência Clínica Recente


Ensaios de Fase 3: Escopo de Eficácia e Segurança

A investigação científica tem explorado a potencial relação entre o tratamento e as medidas de qualidade de vida a longo prazo em doentes adultos com a patologia indicada. Esta nova abordagem terapêutica foi investigada relativamente ao seu efeito nos sintomas crónicos em contextos controlados e aleatorizados.

Estudos fundamentais avaliaram se o fármaco afeta marcadores inflamatórios específicos associados à progressão da doença. A investigação também examinou os efeitos da terapia combinada numa coorte definida de adultos, onde um estudo observou alterações mensuráveis na gravidade dos sintomas após a fase inicial do tratamento. Estudos comparativos avaliaram se o fármaco estava associado a mudanças em parâmetros como a dor e a mobilidade, em relação aos protocolos de tratamento padrão. Os protocolos de ensaios para estudos de fase inicial começaram, tipicamente, com uma dose inicial baixa com escalonamento progressivo.


Dados Observacionais e de Subgrupos

Foram recolhidos dados a longo prazo de estudos observacionais ao longo de vários anos para documentar os resultados nos doentes ao longo do tempo. Nestes estudos, os protocolos de investigação excluíram sistematicamente participantes com compromisso hepático grave pré-existente. Um estudo reportou uma taxa de remissão de 12 meses entre os participantes, e a análise dos dados recolhidos indicou uma correlação entre a adesão consistente ao tratamento e alterações na frequência de surtos da doença.

A análise de subgrupos focou-se em doentes com a doença em fase inicial. No entanto, os resultados foram mistos quanto ao impacto diferencial do tratamento com base em fatores como a idade e o sexo. Como resultado, ainda não é claro se os efeitos observados na população geral do estudo são totalmente replicados em todos os subgrupos definidos. É necessária mais investigação para esclarecer os dados a longo prazo do tratamento em populações mais amplas e em contexto real.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Actistav (FAQ)

Q: O Actistav é um medicamento de aprovação recente?

A substância ativa do Actistav (Upadacitinib) foi aprovada inicialmente pelas entidades reguladoras nos Estados Unidos e na Europa no final de 2019. Desde então, a sua utilização oficial foi alargada a outras condições inflamatórias. A informação oficial do produto descreve as utilizações aprovadas e o respetivo perfil de segurança.

Q: De que forma o Actistav se distingue de outros tratamentos semelhantes?

Segundo a informação oficial do produto, o Actistav é classificado como um inibidor da Janus kinase (JAK). Isto significa que atua visando vias de sinalização específicas dentro das células para ajudar a reduzir a inflamação e modular a resposta do sistema imunitário. Este mecanismo é descrito nos documentos regulamentares como sendo distinto dos agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e de outras classes de tratamento.

Q: O Actistav é utilizado para condições além das indicações aprovadas?

O Actistav possui utilizações aprovadas específicas para doenças inflamatórias, conforme definido pelas entidades reguladoras. A investigação continua em curso e o fabricante está a estudar o medicamento para outras utilizações em ensaios clínicos formais, tais como para a alopecia areata ou o lúpus eritematoso sistémico. A lista oficial de utilizações aprovadas é o guia regulamentar estabelecido para o medicamento.

Q: O que acontece se eu interromper subitamente a toma de Actistav?

A informação oficial para o doente indica que não se conhece potencial de dependência ou sintomas típicos de privação caso o tratamento seja interrompido. No entanto, os sintomas da patologia tratada, como a inflamação ou a dor articular, podem reaparecer rapidamente após a suspensão. Qualquer decisão sobre interromper este medicamento deve ser tomada em conjunto com um profissional de saúde.

Q: É comum sentir cansaço ao iniciar o Actistav?

A fadiga consta na lista de reações adversas reportadas em estudos clínicos. A informação de segurança oficial refere também que sintomas como fraqueza ou fadiga invulgar podem, por vezes, ser um sinal de níveis baixos de glóbulos vermelhos, condição conhecida como anemia, o que constitui uma alteração que deve ser discutida com um profissional de saúde.

Q: O Actistav apresenta risco de adição ou dependência?

Os documentos regulamentares e a informação de prescrição afirmam que o Actistav não é conhecido por causar dependência ou adição. O fármaco não pertence a uma classe de medicamentos que habitualmente apresente risco de abuso.

Q: O Actistav pode ser tomado a longo prazo?

O medicamento é frequentemente prescrito num esquema de manutenção a longo prazo para certas patologias crónicas. A orientação oficial indica que o tratamento deve ser continuado com a dose mínima eficaz necessária para manter a resposta terapêutica.

Q: É seguro utilizar o Actistav com suplementos à base de plantas?

A informação oficial de aconselhamento ao doente recomenda que os indivíduos informem o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos que tomam, incluindo suplementos à base de plantas ou produtos de venda livre, antes de iniciarem o Actistav. Esta informação auxilia o profissional na revisão de potenciais interações.

Q: Em quanto tempo se pode esperar que o Actistav comece a atuar?

Estudos indicam que alguns doentes podem começar a sentir alguma melhoria nos sintomas nas primeiras semanas após o início do tratamento. Isto baseia-se na observação clínica durante as fases iniciais da terapia.

Q: Qual é o prazo habitual para se observar o efeito total do Actistav?

De acordo com os resumos de estudos clínicos oficiais, pode demorar vários meses até se observar o efeito terapêutico completo do medicamento. Para algumas condições, a rotulagem orienta os profissionais de saúde a avaliar a resposta após um período definido, como 12 a 16 semanas.

Q: Quais são os sinais de uma reação alérgica ao Actistav?

A informação de segurança oficial destaca que os sinais de uma reação alérgica grave podem incluir erupção cutânea ou urticária, dificuldade em respirar ou inchaço dos lábios, língua ou garganta. A orientação regulamentar aconselha a procura imediata de ajuda médica de emergência caso surja algum destes sintomas.

Q: O Actistav causa aumento ou perda de peso?

Os dados regulamentares oficiais listam o aumento de peso como uma das reações adversas reportadas frequentemente em ensaios clínicos. É igualmente importante notar que a perda de peso pode, por vezes, ser um sintoma de uma infeção grave, que é um risco conhecido associado a esta classe de medicamentos.

Q: O Actistav pode afetar a fertilidade?

A informação de prescrição inclui avisos específicos e orientações para mulheres e homens com potencial reprodutivo. Esta secção aborda os efeitos potenciais na saúde reprodutiva e sublinha a necessidade de contraceção eficaz durante o tratamento.

Q: Existe uma versão genérica do Actistav disponível?

A substância ativa do Actistav, o upadacitinib, está atualmente disponível apenas sob a sua marca comercial. Ainda não existe uma versão genérica disponível no mercado.

Q: Existem outros nomes comerciais para o mesmo medicamento que o Actistav?

Sim. O medicamento que contém a substância ativa upadacitinib é comercializado sob, pelo menos, dois nomes comerciais oficiais: Rinvoq e Rinvoq LQ.

Q: Quais são os efeitos do Actistav durante a amamentação?

A orientação regulamentar oficial, presente na informação de prescrição, recomenda que as doentes não amamentem enquanto estiverem a ser submetidas a tratamento com Actistav.

Q: O Actistav é conhecido por causar alterações de humor?

Embora as alterações de humor não constem como um efeito secundário comum, a informação de segurança aconselha os doentes a contactarem o médico se sentirem quaisquer mudanças no estado mental ou sintomas neurológicos súbitos.

Q: O Actistav é utilizado para tratar a ansiedade?

Não. Os documentos regulamentares indicam que o Actistav está aprovado apenas para o tratamento de várias doenças inflamatórias, como a artrite reumatoide e a artrite psoriática. Não está indicado para o tratamento da ansiedade ou de outras condições de saúde mental.

Q: Quais as condições que devem ser monitorizadas durante a toma de Actistav?

Os avisos e precauções oficiais referem que os doentes devem ser monitorizados antes e durante a terapia para várias condições. Isto inclui o rastreio de tuberculose ativa e latente, hepatite viral e a monitorização de hemogramas, função hepática e níveis de lípidos no sangue (colesterol/triglicéridos).

Q: O Actistav é considerado um medicamento de alto risco?

Sim. De acordo com as entidades reguladoras, o medicamento possui um Aviso de Advertência em destaque (Boxed Warning) que sublinha o risco aumentado de eventos adversos graves. Estes eventos incluem Infeções Graves, aumento da Mortalidade, Neoplasias Malignas (cancros), Eventos Cardiovasculares Adversos Maiores (MACE) e Trombose (coágulos sanguíneos).

Q: Existe um período máximo recomendado para o uso de Actistav?

Actistav é pretendido para uso a longo prazo. No entanto, a rotulagem fornece orientações para que os profissionais de saúde considerem a descontinuação do tratamento se não houver evidência de benefício terapêutico após um período definido, como 12 a 16 semanas, dependendo da patologia específica.

Q: E se o Actistav parecer não estar a resultar?

Para condições específicas, a rotulagem regulamentar aconselha que o profissional de saúde deve suspender o medicamento se não for alcançada uma resposta terapêutica adequada após uma duração definida de tratamento. O passo apropriado é discutir a resposta ao fármaco com um profissional de saúde.

Q: É necessário um tipo especial de receita para o Actistav?

Sim. O medicamento é classificado como medicamento sujeito a receita médica (MSRM) pelas autoridades reguladoras. Esta classificação significa que o medicamento requer uma prescrição válida antes de poder ser dispensado.

Q: O Actistav pode ser tomado com vitaminas comuns?

A informação oficial de aconselhamento ao doente recomenda que os doentes informem o seu profissional de saúde sobre todos os produtos que tomam, incluindo medicamentos de venda livre e vitaminas comuns, antes de iniciarem o tratamento com Actistav.

Q: É normal sentir tonturas ao tomar Actistav?

As tonturas não estão listadas como um efeito secundário comum e não grave. Contudo, os documentos de segurança oficiais mencionam tonturas como um sintoma que pode ocorrer associado a eventos graves, como um AVC ou uma diminuição significativa dos níveis de glóbulos vermelhos (anemia).

Q: O Actistav afeta a pressão arterial ou o açúcar no sangue?

A rotulagem regulamentar adverte que condições como a hipertensão e a diabetes podem aumentar o risco de eventos cardiovasculares durante a utilização deste medicamento. Além disso, as diretrizes de monitorização oficiais referem que o fármaco é conhecido por causar aumentos nos níveis de lípidos no sangue (colesterol e triglicéridos).

Como Actistav deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Actistav

O Actistav (Upadacitinib) deve ser conservado de acordo com as especificações regulamentares oficiais para garantir a manutenção da sua estabilidade e eficácia.

Condições de Armazenamento

Requisito Especificação
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, entre 20 °C e 25 °C (68 °F a 77 °F).
Proteção Manter o medicamento no frasco original e garantir que a tampa está bem fechada. A saqueta dessecante não deve ser removida.
Segurança Infantil Manter o Actistav fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Não deite o Actistav na sanita nem o verta em canos de esgoto. O medicamento não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos (como os pontos de recolha existentes nas farmácias). Caso não esteja disponível um programa de recolha, siga as orientações oficiais para misturar o produto com uma substância indesejável antes de o depositar no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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