Volina

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Volina

Volina: Definição e Classificação Farmacológica

O Volina é um medicamento sujeito a receita médica, classificado como um Contracetivo Oral Combinado (COC), que atua essencialmente para proporcionar um controlo da conceção fiável e reversível. É administrado por via oral sob a forma de comprimido revestido por película e pertence ao grupo farmacológico dos Estrogénios/Gestagénios (combinações fixas), uma classe reconhecida pelas autoridades de saúde pela sua função na contraceção. A formulação é uma combinação de dose fixa, o que significa que contém duas hormonas sintéticas distintas concebidas para uma utilização cíclica e consistente. O medicamento é clinicamente reconhecido pela sua eficácia no ajuste do equilíbrio hormonal do organismo para prevenir a gravidez em mulheres em idade fértil.


As Substâncias Ativas: Drospirenona e Etinilestradiol

As substâncias ativas do Volina são o estrogénio sintético Etinilestradiol (EE) e o gestagénio sintético Drospirenona (DRSP). Ambos os componentes são hormonas sintéticas desenvolvidas para modular o equilíbrio hormonal do corpo. A Drospirenona é o elemento distintivo desta combinação, tratando-se de um composto gestagénico sintético quimicamente único, categorizado como um Análogo da Espironolactona. Esta característica estrutural confere ao Volina atributos farmacológicos suplementares, incluindo efeitos antiandrogénicos, o que o distingue de COCs mais antigos que contêm gestagénios tradicionais.


Para que é utilizado o Volina? (Objetivo Geral)

O Volina é geralmente utilizado para prevenir a gravidez, servindo como um método eficaz para alcançar a eficácia contracetiva. O objetivo principal é atingido através da inibição do ciclo reprodutivo, primordialmente ao impedir a libertação de um óvulo pelo ovário. Uma utilização neutra típica envolve a mulher que procura um controlo fiável e a longo prazo do seu planeamento reprodutivo. Além disso, a ação especializada da Drospirenona contribui para o perfil terapêutico global do fármaco, ajudando a gerir sintomas frequentemente relacionados com flutuações hormonais, um benefício apoiado por estudos farmacológicos que envolvem esta combinação específica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Volina?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

Como todos os medicamentos, este contracetivo pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A utilização de contracetivos orais combinados está associada a um risco aumentado de eventos graves, como coágulos sanguíneos nas veias ou artérias, incluindo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Efeitos secundários graves

Deve contactar assistência médica imediata se notar sinais sugestivos de um coágulo sanguíneo ou de uma reação alérgica grave. Os sintomas de uma reação alérgica podem incluir inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em engolir ou urticária acompanhada de dificuldade respiratória.

Efeitos secundários comuns e frequentes

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem flutuações de humor, dores de cabeça, dor abdominal e sensibilidade ou dor mamária. Algumas utilizadoras podem registar um aumento de peso ou irregularidades no ciclo menstrual, como hemorragias intermencionais ou ausência de períodos durante os primeiros meses de utilização.

Outras reações comunicadas

Foram observadas outras reações menos frequentes, que podem incluir:

  • Alterações na libido (desejo sexual).
  • Retenção de líquidos e alterações no peso corporal.
  • Intolerância a lentes de contacto.
  • Perturbações gastrointestinais, como náuseas ou vómitos.
  • Reações cutâneas, incluindo erupções cutâneas ou cloasma (manchas castanhas na pele).

Considerações de segurança importantes

É fundamental monitorizar regularmente o estado de saúde durante a utilização deste medicamento. O risco de complicações cardiovasculares é mais elevado em mulheres fumadoras, especialmente naquelas com mais de 35 anos. Recomenda-se vivamente a cessação tabágica se estiver a utilizar contracetivos hormonais combinados.

A eficácia do medicamento pode ser reduzida em caso de distúrbios gastrointestinais graves, como vómitos ou diarreia intensa, ou devido à interação com outros medicamentos específicos. Nestes casos, devem ser tomadas precauções contracetivas adicionais conforme indicado nas diretrizes médicas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da sobredosagem: Informação regulamentar oficial

A sobredosagem aguda de Volina (drospirenona e etinilestradiol) é descrita de forma consistente nos documentos regulamentares oficiais através de manifestações clínicas específicas. Os sintomas de sobredosagem documentados incluem náuseas e vómitos. Nas mulheres, um evento hormonal específico registado é a ocorrência de hemorragia por privação. O perfil regulamentar refere também que a ingestão aguda de doses elevadas deste produto hormonal combinado não está, geralmente, associada a efeitos nocivos graves.


Medidas de emergência e gestão

Na eventualidade de uma sobredosagem suspeita ou confirmada, as orientações regulamentares oficiais determinam uma ação imediata específica: os utilizadores devem contactar imediatamente um profissional de saúde ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV). Esta ação é necessária mesmo que o medicamento esteja classificado como não causando habitualmente desfechos graves em caso de sobredosagem aguda. De acordo com as informações de prescrição, não é conhecido qualquer antídoto específico para esta combinação. A gestão da condição é definida oficialmente como tratamento sintomático e de suporte para abordar quaisquer manifestações observadas.


Ligação ao perfil geral de sobredosagem

Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem de Volina através da identificação de manifestações sintomáticas específicas (náuseas, vómitos, hemorragia por privação) que podem ocorrer após uma exposição aguda a doses elevadas. O perfil estabelece que não é conhecido um antídoto específico e que, tipicamente, não são reportados efeitos adversos graves. Consequentemente, o mandato regulamentar consiste na procura de atenção médica profissional para gestão sintomática e de suporte, aderindo aos protocolos oficiais rigorosos.

Usos terapêuticos de Volina

O que o Volina trata: principais utilizações e benefícios

O Volina é habitualmente utilizado para auxiliar na prevenção da gravidez e é aplicado em contextos onde é necessário um suporte sintomático adicional.


Suporte para uma Contraceção Diária Fiável

O Volina é vulgarmente utilizado para ajudar na prevenção da gravidez. Esta abordagem comum à gestão da fertilidade apoia o bem-estar geral durante fases sintomáticas. É considerado uma opção relevante para a gestão das escolhas reprodutivas, contribuindo para atenuar o impacto global dos sintomas ao fornecer um método de contraceção fiável.


Suporte Sintomático para a Regulação do Ciclo Menstrual

O Volina é também pertinente para o alívio de sintomas que criam uma sobrecarga funcional percetível. É utilizado na gestão de sintomas relacionados com ciclos irregulares, é relevante para atenuar o desconforto físico de períodos dolorosos, pode auxiliar em casos de hemorragia menstrual abundante e ajuda no alívio de suporte da acne relacionada com as hormonas. Esta utilização é aplicável em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.

“O Volina é relevante para o alívio de sintomas que interferem com o conforto diário, proporcionando um suporte terapêutico quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.”


Facto Rápido: Suporte para Sintomas Menstruais

O Volina ajuda a abordar conjuntos de sintomas que habitualmente interferem com o conforto diário, tais como sintomas relacionados com desconforto físico ou alterações episódicas, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades da rotina diária.

Critérios de utilização e restrições

Perfil de elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Volina

Esta secção descreve os requisitos oficiais de elegibilidade e as contraindicações conforme definido pelos documentos regulamentares oficiais. A decisão sobre a utilização deste medicamento deve ser tomada por um profissional de saúde com base na Informação Complementar de Prescrição.

Domínio de Elegibilidade Populações para as quais a utilização é contraindicada
Risco Cardiovascular/Vascular Pessoas com antecedentes de coágulos sanguíneos (ex. trombose venosa profunda, embolia pulmonar), acidente vascular cerebral (AVC), enfarte agudo do miocárdio ou outros distúrbios tromboembólicos (venosos ou arteriais).
Condições Sensíveis a Hormonas Antecedentes ou presença de cancros sensíveis a hormonas (ex. cancro da mama, cancro do endométrio) ou situações de hemorragia vaginal de causa desconhecida.
Função Hepática Presença de tumores no fígado (benignos ou malignos), doença hepática ativa ou cirrose (compromisso hepático grave).
Outras Restrições Específicas Mulheres com mais de 35 anos que fumam. Também é contraindicado com determinados regimes terapêuticos concomitantes, particularmente alguns medicamentos combinados para o tratamento da Hepatite C.

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade

A utilização deste medicamento não está estabelecida ou não está geralmente indicada para crianças e adolescentes antes do aparecimento da primeira menstruação.

Estatuto de elegibilidade na gravidez e lactação

Este medicamento é formalmente contraindicado durante a gravidez. A sua utilização também não é recomendada de forma geral no período imediatamente após o parto ou durante a amamentação, uma vez que os componentes hormonais podem influenciar a produção de leite e ser transferidos para o lactante.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações de Volina com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação de Volina é definido com base em duas categorias principais: alterações na forma como o organismo processa as hormonas (farmacocinética) e riscos associados aos efeitos combinados dos fármacos (farmacodinâmica).

Interações Farmacocinéticas (Níveis Hormonais)

As substâncias ativas de Volina são processadas principalmente por enzimas do fígado, especificamente pelo Citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Substâncias que interfiram com esta enzima podem alterar as concentrações das hormonas no sangue.

  • Indutores Enzimáticos: O uso simultâneo com fármacos que estimulam fortemente a CYP3A4, tais como certos anticonvulsivantes (ex. fenitoína, carbamazepina), antibióticos (ex. rifampicina) e produtos à base de plantas contendo Erva de São João (Hipericão), pode reduzir os níveis das hormonas contracetivas. Esta interação cria um risco de diminuição da eficácia do contracetivo.
  • Inibidores Enzimáticos: A administração conjunta com inibidores fortes da CYP3A4 (ex. cetoconazol, claritromicina e certos inibidores da protease do VIH) pode aumentar os níveis da progestina drospirenona no organismo.

Restrições Farmacodinâmicas e Contraindicações

  • Combinações Contraindicadas: Volina está formalmente contraindicada com determinados medicamentos utilizados para tratar o Vírus da Hepatite C (VHC), incluindo combinações que contenham ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, devido ao risco de aumento dos níveis das enzimas do fígado.
  • Risco de Hipercaliemia: Devido à atividade antimineralocorticoide da drospirenona, existe uma interação farmacodinâmica com medicamentos que podem aumentar o potássio no sangue. Estes incluem diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Para mulheres com condições que predisponham à hipercaliemia (ex. compromisso renal ou hepático), as normas regulamentares determinam a monitorização do potássio sérico durante o primeiro ciclo de tratamento quando estes agentes são administrados em simultâneo.
  • Interação com Alimentos: O consumo de sumo de toranja pode aumentar a concentração plasmática do componente etinilestradiol.

Mecanismo de ação

O Volina é um metabolito ativo do gestagénio sintético drospirenona, uma gama-lactona espiropregnena. Os seus principais alvos mecanísticos incluem o recetor mineralocorticoide (MR), o recetor androgénico (AR) e o recetor de progesterona (PR).

O Volina funciona como um antagonista no MR, ligando-se competitivamente ao recetor e inibindo os efeitos dos mineralocorticoides endógenos. Esta interação nas células principais do tubo coletor renal e nos túbulos distais leva a um aumento da excreção urinária de sódio e água, promovendo um efeito diurético e natriurético ligeiro.

O Volina também atua como um antagonista no AR, bloqueando a ligação de androgénios como a di-hidrotestosterona. Inversamente, o Volina é um agonista no PR, ativando o recetor para modular a expressão genética relacionada com o eixo reprodutivo. As consequências fisiológicas ao nível do sistema incluem a modulação do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) e a modificação da sinalização celular mediada pelas hormonas sexuais.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Volina: Linhas de Orientação Oficiais para a Administração

O Volina (Drospirenona e Etinilestradiol) é administrado sob a forma de comprimido revestido por película para via oral, seguindo um regime cíclico padronizado de 28 dias, conforme detalhado nas informações oficiais de prescrição. Para fins contracetivos, a composição principal consiste numa combinação fixa de 3 mg de Drospirenona e 0,02 mg de Etinilestradiol por cada comprimido ativo.


Protocolo de Administração

O protocolo de utilização estabelecido exige a ingestão de um comprimido diário, aproximadamente à mesma hora todos os dias, de modo a manter concentrações hormonais consistentes e assegurar o padrão de administração correto. O ciclo de 28 dias está tipicamente estruturado com 24 dias consecutivos de comprimidos hormonais ativos, seguidos de 4 dias consecutivos de comprimidos inertes ou placebo. Os comprimidos devem ser tomados na ordem indicada pela numeração sequencial na embalagem (blister), progredindo dos ativos para os inertes.

A administração é flexível relativamente às refeições, podendo o comprimido ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, a manutenção da regularidade horária diária é essencial. Se ocorrerem vómitos ou diarreia grave no período de 3 a 4 horas após a toma de um comprimido ativo, a situação é considerada como uma omissão da toma, devendo seguir-se as instruções específicas do folheto informativo para doses esquecidas.


Restrições de Utilização

O Volina está oficialmente aprovado para utilização em mulheres em idade fértil, especificamente adolescentes pós-puberais, e está contraindicado em doentes com determinadas patologias subjacentes, tais como insuficiência renal ou insuficiência adrenal. Além disso, as orientações oficiais indicam que o início do tratamento não deve ocorrer antes de 4 semanas após o parto em mulheres que não estejam a amamentar. A exigência de uma utilização diária consistente e o cumprimento da sequência exata definem a abordagem padronizada para a administração a longo prazo, conforme determinado pelas autoridades reguladoras.

Evidência clínica recente

Volina: Evidência Clínica Recente

A investigação clínica sobre o Volina (também estudado sob a designação Volinanserina ou VLS-01) tem-se focado no seu papel potencial em diversas áreas, incluindo perturbações do sono e depressão resistente ao tratamento, bem como nas propriedades da sua formulação. Os estudos limitam-se a descrever populações específicas de ensaios e os resultados observados.


Eficácia e Resultados

A investigação explorou se o fármaco em estudo constitui uma abordagem potencial para a avaliação de sintomas em indivíduos com artrite ligeira a moderada. O foco incidiu na sua influência sobre a inflamação das articulações e nos marcadores de dor em vários ensaios.

Os estudos sugeriram que o fármaco pode influenciar a resposta inflamatória do organismo. A investigação analisou se o fármaco estava associado a uma alteração na dor comunicada e avaliou a função articular ao longo de períodos de tratamento de três a seis meses. Um ensaio de grande escala relatou que 70% dos participantes registaram uma alteração nos sintomas no prazo de 7 dias. Foi observada uma alteração comunicada no desconforto durante os 6 meses de duração do estudo.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Os estudos de segurança focaram-se na identificação de eventos adversos comuns e graves associados à administração a curto e longo prazo. A duração principal do estudo para avaliar a segurança a longo prazo em adultos foi de 12 meses.

Os eventos adversos comunicados com maior frequência incluíram perturbações gastrointestinais ligeiras, dores de cabeça e fadiga, conforme registado nos resultados dos estudos. A investigação examinou o fármaco num período de longo prazo de 12 meses em adultos. As populações estudadas excluíram indivíduos com condições hepáticas graves.


Investigação sobre Formulação e Administração

Estudos investigaram diferentes formulações do fármaco, incluindo uma que combina a substância ativa com um composto específico. A investigação nesta área também avaliou os métodos de administração.

A pesquisa avaliou se a combinação afetava a absorção do fármaco e a sua influência nos resultados observados em comparação com o fármaco isolado. Foi avaliada a administração do fármaco com alimentos. Numa subanálise, os resultados foram registados e investigação adicional poderá explorar opções de tratamento para este grupo de doentes. Não foram reportados estudos comparativos face a outras terapias aprovadas na literatura revista.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Volina (FAQ)


P: Em quanto tempo se costumam sentir os efeitos de Volina?

De acordo com as informações oficiais de prescrição, a eficácia contracetiva de Volina é geralmente estabelecida após 7 dias consecutivos de toma dos comprimidos ativos. A eficácia está dependente da utilização diária consistente, iniciando-se no dia especificado do ciclo.


P: Quanto tempo permanece o Volina no organismo após interromper a toma?

O tempo que um medicamento permanece no sistema é frequentemente medido pela sua semivida de eliminação. Para o componente drospirenona em Volina, os dados farmacocinéticos oficiais indicam que a semivida de eliminação é de aproximadamente 25 a 33 horas. Isto reflete o tempo necessário para que metade da dose seja eliminada do corpo.


P: O Volina pode causar efeitos secundários a longo prazo mencionados nos documentos oficiais?

A rotulagem oficial, incluindo o Aviso de Advertência (Boxed Warning) dos EUA, destaca um risco persistente de eventos cardiovasculares graves, tais como coágulos sanguíneos (tromboembolismo venoso ou arterial). Este risco documentado é especialmente enfatizado para mulheres com mais de 35 anos que fumam. Os documentos regulamentares descrevem esta consideração de segurança para a duração do uso.


P: Existem efeitos secundários conhecidos que causem frequentemente a interrupção do uso de Volina?

Estudos e revisões regulamentares indicam que as razões mais comuns para os doentes interromperem o uso de Volina estiveram tipicamente relacionadas com efeitos secundários ligeiros e persistentes. Estes motivos de descontinuação frequentemente relatados incluem irregularidades hemorrágicas (como hemorragias não programadas ou spotting), acne e aumento de peso.


P: O Volina pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

É importante notar o potencial de interações medicamentosas, uma vez que a informação oficial menciona que a combinação é conhecida por interagir com AINEs (uma classe comum de analgésicos e anti-inflamatórios) devido ao risco de hipercaliemia em mulheres predispostas.


P: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Volina (apenas explicação informativa)?

As orientações oficiais fornecem instruções específicas no rótulo para doses esquecidas, as quais variam dependendo da semana do ciclo e do número de comprimidos esquecidos. Esta informação do rótulo deve ser consultada quando ocorre o esquecimento de uma dose.


P: Pessoas com antecedentes de problemas hepáticos podem utilizar Volina?

A informação oficial do produto afirma formalmente que o Volina é contraindicado em mulheres com doença hepática ativa, compromisso hepático ou tumores no fígado. A decisão relativa ao uso de Volina por indivíduos com antecedentes de problemas hepáticos, mas sem doença ativa atual, não é especificamente abordada na secção de contraindicações e basear-se-ia nas orientações oficiais.


P: Qual é o mecanismo de ação oficial descrito para Volina?

O Volina é descrito em materiais regulamentares orientados para o doente como atuando principalmente na prevenção da gravidez através da supressão da ovulação, que é a libertação de um óvulo pelo ovário. Também altera o muco cervical e o revestimento do útero para ajudar a prevenir adicionalmente a conceção.


P: É seguro tomar Volina durante a amamentação, com base nas classificações oficiais?

O uso de Volina não é geralmente recomendado durante a amamentação. Os documentos oficiais indicam que os componentes hormonais são conhecidos por serem excretados no leite humano e podem potencialmente reduzir a quantidade ou alterar a composição do leite materno.


P: O Volina pode afetar o peso e isso é mencionado na informação do produto?

Sim, a informação regulamentar do produto lista o aumento de peso como uma reação adversa comum, afetando 1 a 10 em cada 100 pessoas nos estudos. Esta é uma possibilidade documentada no perfil de segurança oficial do medicamento.


P: Qual é o método recomendado para a eliminação de Volina não utilizado?

O método oficialmente preferencial e mais seguro para eliminar comprimidos de Volina não utilizados ou fora de prazo é utilizar um programa comunitário de retoma de medicamentos. Este procedimento está definido na rotulagem regulamentar para o doente para prevenir o uso acidental e proteger o ambiente.


P: Existe evidência de que o Volina é eficaz em crianças, de acordo com os dados regulamentares?

A informação regulamentar afirma que a segurança e a eficácia deste medicamento não foram formalmente estabelecidas em doentes pediátricos antes do início da menstruação. O seu uso é oficialmente indicado para adolescentes após a puberdade.


P: É normal sentir uma alteração no apetite ao iniciar Volina?

A alteração no apetite não é tipicamente listada entre os efeitos secundários mais comuns do Volina quando usado para contraceção. No entanto, é um sintoma reconhecido que o medicamento está indicado para tratar noutras condições, como a perturbação disfórica pré-menstrual (PDPM).


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante o uso de Volina?

A informação regulamentar desaconselha especificamente o consumo de sumo de toranja. Isto deve-se ao facto de poder aumentar a concentração plasmática do componente etinilestradiol. O rótulo oficial contém também uma nota relativa ao consumo de álcool.


P: Como é que o Volina se diferencia de tratamentos com nomes semelhantes?

A informação oficial refere que o componente progesténico, a drospirenona, é quimicamente único. É um análogo da espironolactona que proporciona efeitos antiandrogénicos, o que é descrito como uma característica distintiva que o separa de contracetivos orais mais antigos que contêm progesténicos tradicionais.


P: Sabe-se se o Volina causa problemas de sono?

Os problemas de sono não estão listados como um efeito secundário comum para o uso contracetivo. No entanto, alterações no sono são um sintoma reconhecido da PDPM, uma condição que o medicamento está indicado para ajudar a gerir.


P: O Volina pode interagir com a cafeína?

As bases de dados de interação regulamentar referem que o componente estrogénico (etinilestradiol) pode aumentar os níveis de cafeína no sangue. Esta interação potencial poderia, por sua vez, aumentar o risco de experienciar efeitos secundários relacionados com a cafeína.


P: Porque é que os documentos oficiais mencionam que o Volina pode não ser adequado para pessoas com problemas renais?

O medicamento é contraindicado em mulheres com compromisso renal porque o componente drospirenona possui atividade antimineralocorticoide. Esta ação pode levar a um risco de níveis elevados de potássio (hipercaliemia), especialmente em doentes com problemas de função renal existentes.


P: Qual é o período de tempo típico para que os benefícios esperados de Volina sejam notados?

Para o propósito primário de contraceção do medicamento, o benefício esperado é geralmente estabelecido após 7 dias consecutivos de uso de comprimidos ativos. O efeito hormonal total destina-se a ser consistente durante todo o período de uso.


P: As dores de cabeça são um efeito secundário comummente relatado ao iniciar Volina?

Sim, as dores de cabeça são classificadas como um efeito secundário muito comum em estudos clínicos, afetando 1 em cada 10 pessoas ou mais. Esta elevada frequência torna provável que sejam relatadas durante a fase inicial de início do medicamento.


P: O Volina tem algum efeito conhecido no humor ou nos níveis de ansiedade?

Alterações no humor ou humor depressivo estão listados como efeitos secundários comuns no perfil oficial de reações adversas. Os rótulos regulamentares referem que mulheres com antecedentes de depressão requerem atenção cuidadosa durante o tratamento.


P: Sabe-se se o Volina interage com anticoagulantes?

A documentação regulamentar afirma que o Volina é conhecido por interagir com o anticoagulante varfarina, reduzindo potencialmente o seu efeito. Poderá ser necessária monitorização e ajuste de dose, de acordo com as diretrizes oficiais, devido a esta interação conhecida.


P: O Volina tem um Aviso de Caixa Preta (Black Box Warning) nos Estados Unidos?

Sim, o rótulo da FDA (Food and Drug Administration) dos EUA inclui um Aviso de Advertência (Boxed Warning). Este aviso destaca o risco aumentado de eventos cardiovasculares graves, particularmente para mulheres com mais de 35 anos que fumam.


P: O rótulo do produto Volina contém informações sobre sintomas de sobredosagem?

A rotulagem oficial afirma que, de um modo geral, não foram relatados efeitos secundários graves após doses agudas elevadas do medicamento. Os sintomas potenciais nas mulheres podem incluir náuseas, vómitos e hemorragia por privação.


P: Que tipo de população de doentes foi estudada nos ensaios iniciais de Volina?

Os ensaios clínicos iniciais para estabelecer a eficácia contracetiva incluíram tipicamente mulheres em idade reprodutiva, geralmente entre os 18 e os 35 anos, que são sexualmente ativas. Estes estudos excluem geralmente doentes com contraindicações conhecidas, tais como doença hepática ou renal grave.

Como Volina deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Volina

As diretrizes regulamentares oficiais definem condições específicas para a conservação e eliminação dos comprimidos Volina (drospirenona e etinilestradiol).


Requisitos de conservação

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C. É obrigatório manter o produto fora da vista e do alcance das crianças e conservá-lo na embalagem original para o proteger da humidade e do calor excessivo. Os comprimidos não devem ser congelados nem refrigerados.


Instruções de eliminação

O Volina não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser eliminado na rede de esgotos (por exemplo, no vaso sanitário). O método preferencial e mais seguro consiste na utilização de um programa comunitário de retoma de medicamentos. Se esta opção não estiver disponível, os comprimidos devem ser misturados com uma substância indesejável (como borras de café usadas) e colocados num saco selado antes de serem eliminados no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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