Volequin

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Volequin

Propriedade Descrição
Substância Ativa Levofloxacina hemi-hidratada
Forma Comprimido, solução oral, solução para perfusão
Classe Farmacológica Antibiótico da classe das Fluoroquinolonas
Uso Comum Tratamento de infeções bacterianas
Origem Sintética (quimicamente sintetizado)

Que Tipo de Medicamento é o Volequin?

O Volequin é uma preparação antimicrobiana sujeita a receita médica cujo princípio ativo é a levofloxacina. Este medicamento pertence à classe potente das fluoroquinolonas, um grupo de antibióticos utilizados primordialmente para combater infeções bacterianas sistémicas. A levofloxacina é clinicamente reconhecida pelo seu espectro de atividade fiável contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, uma característica fundamentada em estudos farmacológicos publicados em revistas médicas de referência.

A levofloxacina é especificamente uma fluoroquinolona de terceira geração, definida quimicamente como o isómero L purificado do fármaco mais antigo ofloxacina. Esta purificação resulta num produto de entidade única, estereocimicamente estável. A sua classificação como uma carboxiquinolona fluorada quiral realça o design químico moderno do fármaco, que proporciona uma maior penetração celular em comparação com classes mais antigas. Esta capacidade torna-o uma opção preferencial para o tratamento de infeções graves, uma utilidade confirmada pela sua inclusão na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde.

Composição, Formas e Objetivo Geral

O componente principal do Volequin é a levofloxacina hemi-hidratada. O fármaco é disponibilizado em várias formas farmacêuticas versáteis para responder às diferentes necessidades dos doentes e métodos de administração. Estas formas incluem o comprimido revestido por película convencional e a solução oral para toma por via oral, bem como uma solução especializada para perfusão intravenosa, destinada a uma administração sistémica mais imediata em contextos agudos.

O objetivo terapêutico geral do medicamento é a erradicação da doença bacteriana através de um efeito bactericida, o que significa que elimina ativamente os microrganismos patogénicos. O fármaco atinge este objetivo ao interromper seletivamente enzimas bacterianas essenciais, tais como a ADN-girase e a ADN-topoisomerase IV. Esta ação direcionada impede as bactérias de replicarem o seu material genético, sendo este o mecanismo fundamental utilizado para debelar infeções bacterianas persistentes e proporcionar um caminho para a recuperação.

Quais efeitos secundários são possíveis com Volequin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Os documentos regulatórios oficiais classificam as potenciais reações adversas do Volequin (levofloxacina) de acordo com o sistema de órgãos afetado e a sua frequência de ocorrência na prática clínica. Estas classificações estabelecem o perfil de risco documentado do medicamento.


Frequência e Classes de Sistemas de Órgãos

As reações adversas listadas oficialmente como Frequentes, que podem afetar mais de 1 em cada 100 pessoas, envolvem tipicamente Doenças Gastrointestinais (como náuseas e diarreia) e Doenças do Sistema Nervoso (como cefaleias e insónia). As reações classificadas como Pouco Frequentes incluem vómitos, obstipação, tendinite e hipoglicemia. Eventos raros, que afetam menos de 1 em cada 1.000 pessoas, incluem efeitos cardíacos graves, tais como o prolongamento do intervalo QT e Torsade de Pointes.


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

A rotulagem oficial destaca certas reações adversas graves e raras. Estas incluem a rutura de tendão grave, que ocorre mais frequentemente no tendão de Aquiles, podendo surgir durante o tratamento ou até vários meses após a sua interrupção. Outros riscos graves e documentados incluem a neuropatia periférica potencialmente permanente, hepatotoxicidade grave (lesão no fígado) e o risco de aneurisma ou disseção da aorta.

A utilização de Volequin está sujeita a restrições regulatórias específicas. O medicamento é geralmente contraindicado em indivíduos com antecedentes de hipersensibilidade às fluoroquinolonas ou com historial de distúrbios nos tendões associados à utilização desta classe de antibióticos. Existem também considerações de segurança específicas para determinadas populações, incluindo um risco aumentado de eventos tendinosos e cardíacos em idosos e a obrigatoriedade de redução da dose em doentes com insuficiência renal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com Volequin (levofloxacina) está formalmente documentada na rotulagem regulamentar e exige atenção imediata devido ao risco de efeitos sistémicos graves. As manifestações clínicas mais frequentemente relatadas envolvem o Sistema Nervoso Central (SNC), apresentando-se como convulsões, tremores, alucinações, confusão e tonturas. Podem também ocorrer sinais gastrointestinais, tais como náuseas e erosões das mucosas. Um achado fisiológico crítico é o potencial para cristalúria, o que torna necessária uma monitorização renal rigorosa.

Procurar assistência médica imediata é a conduta preconizada após qualquer suspeita de sobredosagem, especialmente se estiverem presentes sintomas cardíacos ou do SNC graves.

Os resultados graves ou potencialmente fatais incluem a possibilidade de prolongamento do intervalo QT, o que exige uma gestão urgente devido ao risco de arritmia cardíaca grave. A Insuficiência Renal Aguda é também uma complicação documentada. Observa-se que os doentes com insuficiência renal pré-existente apresentam um risco acrescido de toxicidade grave.

A gestão da sobredosagem é definida como sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Os documentos regulatórios descrevem etapas procedimentais médicas, tais como o esvaziamento gástrico e a utilização de carvão ativado para limitar a absorção. Devido ao risco cardíaco, é necessária a observação com monitorização contínua por ECG.

Usos terapêuticos de Volequin

Para que serve o Volequin: Principais Utilizações e Benefícios

O Volequin (levofloxacina) é um antibiótico de largo espectro aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis causados por infeções bacterianas. É utilizado para gerir sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos e esforço funcional localizado. De acordo com a rotulagem oficial da levofloxacina, este medicamento é indicado para uma vasta gama de condições bacterianas em que é necessário um apoio sintomático adicional.


O medicamento é considerado relevante para infeções específicas e graves, incluindo a Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC), infeções do trato urinário (ITU) complicadas e agudas, pielonefrite aguda, prostatite bacteriana crónica e infeções graves da pele e tecidos moles. É também aplicado em cenários de alto risco, tais como a gestão do Carbúnculo (Anthrax) por inalação e da Peste. Isto proporciona um alívio de suporte quando os sintomas se tornam temporariamente esmagadores, auxiliando na estabilização dos sintomas.

“Este medicamento é aplicado em diversas áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos.”

O Volequin contribui para atenuar a carga sintomática global ao tratar o processo infecioso, o que ajuda a gerir manifestações pronunciadas como febre alta persistente, mal-estar acompanhante, dificuldade respiratória e dor localizada grave. Isto apoia o doente durante episódios difíceis e auxilia na manutenção da estabilidade funcional nestas condições frequentemente desafiantes.


Facto Rápido: Relevante para a Gestão de Sintomas de Desconforto Sistémico e Localizado


Infeções Sistémicas Agudas e Graves

Este antibiótico é vulgarmente utilizado em condições que apresentam episódios agudos, como a PAC grave e exacerbações agudas de bronquite crónica. A sua aplicação pode auxiliar na gestão da carga global de sintomas sistémicos e febris, contribuindo para o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Condições Complicadas de Tecidos Profundos e do Trato Urinário

O Volequin é relevante em contextos marcados por condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado decorrente de infeções complicadas dos rins ou da próstata. Ajuda a tratar sintomas relacionados com estados inflamarórios ou irritativos, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional nestas condições frequentemente complexas.

Critérios de utilização e restrições

O Volequin (levofloxacina) é um antibiótico cuja utilização é rigorosamente regida por restrições populacionais obrigatórias, detalhadas nos documentos regulamentares oficiais.

Âmbito de Elegibilidade

Âmbito Declaração Regulamentar
Populações para as quais o uso é contraindicado Hipersensibilidade a qualquer quinolona, antecedentes de distúrbios nos tendões devido ao uso prévio de fluoroquinolonas, epilepsia, gravidez e amamentação.
Elegibilidade por Faixa Etária Os adultos (geralmente com idade igual ou superior a 18 anos) constituem a principal população elegível. O uso rotineiro é contraindicado em crianças e adolescentes em fase de crescimento. O uso pediátrico (em crianças com 6 ou mais meses) está reservado apenas para infeções específicas potencialmente fatais, como o Carbúnculo (Anthrax) ou a Peste.
Utilização Condicional Requerida Doentes com função renal diminuída (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min) são elegíveis, mas requerem monitorização condicional. Idosos (geralmente com idade igual ou superior a 60 anos) e doentes a tomar corticosteroides sistémicos devem utilizar o Volequin com precaução especial devido ao aumento de riscos. O uso deve também ser evitado em doentes com historial de Miastenia Gravis.

Ligação ao Perfil de Elegibilidade Global

O perfil regulamentar define a não-elegibilidade absoluta com base no estado fisiológico e em condições pré-existentes que apresentam riscos específicos associados à classe das fluoroquinolonas. A utilização está estritamente limitada a populações de doentes onde o benefício estabelecido supera os riscos definidos pelas autoridades, sendo obrigatória a precaução na presença de comorbilidades específicas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Volequin com outros medicamentos e produtos

As informações regulatórias oficiais descrevem diversas interações clinicamente significativas com o Volequin (levofloxacina), ocorrendo através de mecanismos farmacocinéticos e farmacodinâmicos.


Declarações Oficiais sobre Interações

Classificação Substâncias Interativas Restrição Regulatória Oficial
Redução da Absorção Catiões multivalentes (Antiácidos, sais de Ferro, sais de Zinco, Sucralfato, Didanosina com tampões) Devem ser separados por, pelo menos, 2 horas (antes ou depois) para evitar uma redução significativa da exposição sistémica ao fármaco.
Redução da Depuração Probenecida, Cimetidina Estas substâncias reduzem a depuração renal do Volequin, aumentando oficialmente os níveis do fármaco na corrente sanguínea.
Risco Farmacodinâmico Varfarina (Antagonistas da Vitamina K) O efeito anticoagulante pode ser potenciado, exigindo uma monitorização rigorosa dos parâmetros de coagulação.
Risco Aditivo Teofilina, certos AINEs (ex.: fenbufeno) Potencial documentado para um efeito aditivo que pode baixar o limiar convulsivo cerebral.
Risco Cardíaco Outros medicamentos que prolongam o intervalo QT (ex.: Antiarrítmicos das Classes IA e III) Risco de prolongamento aditivo do intervalo QT e eventos cardíacos associados.
Combinação Contraindicada Medicamentos antiperistálticos Proibidos quando existe suspeita ou confirmação de doença associada a Clostridium difficile (DACD).

Notas de Interação para Populações Específicas

A administração conjunta com corticosteroides é assinalada por aumentar ainda mais o risco de tendinopatia (como a rutura do tendão), especificamente em doentes idosos (geralmente com mais de 60 anos). A precaução relativa à redução da depuração renal (com Probenecida ou Cimetidina) é reforçada em doentes com insuficiência renal pré-existente.

Mecanismo de ação

Direcionamento às Enzimas Genómicas Bacterianas Essenciais

O mecanismo de ação do Volequin define-se pela sua capacidade de inibir com precisão duas enzimas bacterianas fundamentais: a ADN-girase (Topoisomerase II bacteriana) e a ADN-topoisomerase IV. Estes alvos são cruciais para a manutenção física e para a replicação do cromossoma bacteriano. A interação é caracterizada por um processo de envenenamento enzimático, no qual o fármaco estabiliza o complexo enzima-ADN após o ADN ter sido cortado, impedindo a sua reparação.

Mecanismo de Morte Celular Irreversível

A inibição destas enzimas-alvo inicia uma cascata mecanística. A acumulação resultante de quebras letais na cadeia dupla do ADN e o bloqueio físico da separação cromossómica desencadeiam a via de morte da célula bacteriana. Este efeito bactericida é a consequência fisiológica central do mecanismo, conduzindo a uma morte celular rápida e dependente da concentração nos microrganismos suscetíveis.

Limitações e Mecanismos de Resistência

A atividade bactericida deste mecanismo é limitada por contra-estratégias bacterianas, nomeadamente mutações cromossómicas que alteram a estrutura das enzimas-alvo e a regulação positiva de sistemas de bombas de efluxo. Estas limitações comprometem a ação bactericida principal, quer pela redução da afinidade de ligação do fármaco, quer pela diminuição ativa da concentração intracelular necessária.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Volequin é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

Na prática clínica, a utilização do Volequin (levofloxacina) segue protocolos rigorosos de administração e dosagem, estabelecidos pelas autoridades reguladoras.


Posologia e Vias de Administração

O medicamento está aprovado para duas vias principais: a via oral (comprimidos e solução) e a perfusão intravenosa (IV). A frequência de administração padrão para todas as indicações em adultos é de uma vez por dia (a cada 24 horas). A dosagem varia entre 250 mg e 750 mg diários, sendo que a dose e a duração total do tratamento (que pode oscilar entre 3 e 60 dias) são determinadas previamente com base na condição específica a tratar. Devido à elevada biodisponibilidade do fármaco, a terapia sequencial — em que o doente transita da via intravenosa para a via oral — utiliza a mesma dose em miligramas (proporção de 1:1).


Restrições de Procedimento e Instruções Especiais

O modo como o Volequin é administrado depende da forma farmacêutica específica:

Restrição de Administração Instrução Oficial
Ingestão de Comprimidos Orais Podem ser tomados independentemente da ingestão de alimentos.
Ingestão de Solução Oral Deve ser tomada 1 hora antes ou 2 horas após as refeições.
Agentes Quelantes (Interações) As formas orais devem ser tomadas, pelo menos, duas horas antes ou duas horas depois de antiácidos ou suplementos de ferro ou zinco.
Velocidade de Perfusão IV Deve ser administrada lentamente; por exemplo, uma dose de 500 mg requer um tempo de perfusão de pelo menos 60 minutos para prevenir efeitos relacionados com a administração.

Regras de Dosagem para Populações Específicas

As informações oficiais de rotulagem determinam um ajuste posológico para doentes adultos com insuficiência renal (depuração da creatinina igual ou inferior a 50 mL/min), visando manter os níveis adequados do fármaco no organismo. Embora a idade isoladamente não exija alterações na dose, esta é sempre ajustada se a função renal do doente estiver reduzida. Para certas infeções graves, como o Carbúnculo (Anthrax) por inalação, aplicam-se dosagens específicas baseadas no peso para doentes pediátricos a partir dos seis meses de idade.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

O Volequin (levofloxacina) é um antibiótico pertencente à classe das fluoroquinolonas. A investigação clínica tem-se focado primordialmente na sua utilização no tratamento de infeções bacterianas em diversos sistemas do organismo, incluindo o trato respiratório, o trato urinário e a estrutura da pele.

Eficácia em Indicações Comuns

Evidências de múltiplos ensaios clínicos randomizados (ECR) sugerem que o Volequin demonstra taxas de sucesso clínico e microbiológico comparáveis a outros antibióticos que constituem o padrão de cuidados para a pneumonia adquirida na comunidade (PAC) e infeções complicadas do trato urinário (ITUc). Numa meta-análise de quatro ensaios clínicos de Fase III, observou-se que a levofloxacina foi eficaz no tratamento da PAC em adultos causada por certos isolados de S. pneumoniae resistentes aos macrólidos.

Relativamente à otimização da dose para a PAC, verificou-se que um regime de curta duração de 5 dias com 750 mg, uma vez ao dia, foi não inferior na eficácia clínica a um regime convencional de 7 a 14 dias com 500 mg, uma vez ao dia, em algumas populações de doentes com quadros ligeiros a moderados. Esta descoberta sugere uma opção potencial para reduzir a exposição total a antibióticos, mantendo um resultado terapêutico semelhante.

Investigação Recente em Tuberculose (TB) Resistente a Fármacos

Estudos internacionais recentes, como o ensaio VQUIN, exploraram o papel do Volequin na prevenção da tuberculose multirresistente (TB-MDR) em contactos domiciliários de indivíduos infetados. A investigação indicou que um curso de 6 meses de Volequin foi associado a um risco reduzido de desenvolver TB-MDR em comparação com o placebo, tanto em adultos como em crianças, uma área onde a evidência para o tratamento preventivo era anteriormente limitada. Outro ensaio que investigou regimes de doses elevadas para a TB-MDR ativa observou que, embora doses superiores a 1.000 mg/dia resultassem numa maior exposição ao fármaco, estas não levaram a um tempo mais rápido para a conversão da cultura da expetoração, sugerindo que uma dose de 1.000 mg/dia pode atingir a exposição pretendida, sendo geralmente bem tolerada.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Volequin (FAQ)

P: O que acontece se houver o esquecimento de uma dose de Volequin?

R: Se uma dose for esquecida, a informação oficial para o doente descreve como proceder. Geralmente, aconselha-se que a dose esquecida seja ignorada e que se siga o horário regular se a próxima dose agendada estiver próxima. É referido nas instruções que os doentes não devem tomar uma dose dupla.

P: O Volequin interage com o álcool?

R: As orientações oficiais descrevem a necessidade de limitar ou evitar o consumo de álcool durante a utilização de Volequin. Isto é geralmente recomendado porque o álcool pode aumentar o risco de certas reações adversas, tais como tonturas ou aumento da sobrecarga hepática, e pode potencialmente reduzir a eficácia do medicamento.

P: Quanto tempo permanece o Volequin no organismo?

R: A semivida de eliminação do Volequin é tipicamente descrita nos dados farmacocinéticos oficiais como sendo entre 6 e 8 horas em adultos com função renal normal. A semivida refere-se ao tempo que a concentração do medicamento no corpo demora a ser reduzida para metade.

P: Existem alimentos que devam ser evitados durante a toma de Volequin?

R: As instruções oficiais indicam que as formas orais de Volequin são descritas como necessitando de ser separadas de produtos que contenham certos catiões multivalentes por, pelo menos, duas horas, para evitar uma redução significativa da absorção. Esta precaução inclui a toma do medicamento separadamente de certos alimentos enriquecidos com minerais e produtos lácteos.

P: O Volequin interage com a toranja?

R: Embora não esteja detalhado nas principais tabelas de interações, a informação sugere geralmente evitar o consumo de sumo de toranja durante o tratamento. Isto baseia-se no potencial do sumo de toranja para afetar a forma como o organismo processa o Volequin.

P: A toma de Volequin requer análises ao sangue regulares?

R: Geralmente, não é necessária a realização de análises ao sangue de rotina para todos os doentes que tomam Volequin. No entanto, uma monitorização específica, que pode envolver análises ao sangue, pode ser considerada necessária para doentes com compromisso renal grave ou para aqueles que tomam certos medicamentos que interagem, como a varfarina.

P: O que acontece se eu tomar Volequin fora do prazo de validade?

R: A data de validade é a última data em que o fabricante pode garantir a total potência e segurança do medicamento. O uso de doses fora de validade é geralmente desaconselhado, pois o medicamento pode perder a sua eficácia e poderá aumentar o risco de desenvolver resistência a antibióticos.

P: Existem horas específicas do dia em que o Volequin deve ser tomado?

R: O Volequin é prescrito para ser tomado uma vez ao dia. Para ajudar a manter um nível consistente e constante do medicamento no organismo, a informação sugere a sua toma à mesma hora todos os dias.

P: Os efeitos secundários do Volequin desaparecem com o tempo?

R: Embora muitas reações adversas comuns possam ser temporárias, os avisos de segurança regulamentares referem que alguns efeitos secundários graves associados a esta classe de medicamentos podem ser duradouros, incapacitantes ou potencialmente irreversíveis. Os doentes devem estar cientes deste perfil de risco.

P: Porque é que os documentos oficiais mencionam considerações especiais para doentes com diabetes que tomam Volequin?

R: Os avisos oficiais descrevem uma associação porque os antibióticos quinolonas têm sido ligados a perturbações na homeostase da glicose no sangue. Isto pode potencialmente causar tanto hipoglicemia (açúcar baixo no sangue) como hiperglicemia (açúcar elevado no sangue), particularmente em doentes com diabetes pré-existente.

P: O Volequin causa aumento de peso?

R: O aumento de peso não está listado como uma reação adversa comum, frequente ou grave nos documentos regulamentares oficiais do Volequin. As reações adversas são classificadas com base nos resultados de ensaios clínicos.

P: O Volequin afeta o sono?

R: Sim, a documentação oficial lista a insónia (dificuldade em dormir) como uma reação adversa comum que pode ocorrer com o uso de Volequin. Isto é referido sob a classificação de Doenças do Sistema Nervoso.

P: O Volequin é um antibiótico?

R: Sim, o Volequin é classificado como um antibiótico fluoroquinolona. O seu propósito terapêutico geral é eliminar bactérias, o que é alcançado através de um efeito bactericida nos microrganismos patogénicos.

P: O Volequin pode causar problemas no fígado?

R: Os avisos oficiais afirmam que o Volequin tem sido associado a hepatotoxicidade (lesão hepática) grave e, por vezes, fatal. Os doentes que sintam sinais de hepatite são oficialmente aconselhados a descontinuar o medicamento imediatamente.

P: Qual é o risco de interromper o Volequin subitamente?

R: Embora completar o curso total seja tipicamente um objetivo para os antibióticos, as instruções oficiais indicam que o medicamento deve ser descontinuado imediatamente se um doente experienciar certas reações adversas graves. Estas reações incluem sintomas de tendinopatia, neuropatia periférica ou efeitos graves no sistema nervoso central.

P: O Volequin causa habituação ou é viciante?

R: O Volequin é um antibiótico e não existem relatórios oficiais ou classificações regulamentares que indiquem que o medicamento cause habituação ou tenha potencial para dependência ou abuso.

P: Os idosos precisam de uma dose diferente de Volequin?

R: A idade por si só não exige uma alteração da dose. No entanto, a rotulagem oficial indica que a dosagem requer ajuste se o doente tiver função renal diminuída. A função renal reduzida é uma condição que é mais comum em adultos mais velhos.

P: O que deve ser feito se houver suspeita de uma reação alérgica com o Volequin?

R: Se um doente suspeitar que está a ter uma reação alérgica ao Volequin, a orientação geral fornecida aos doentes é notificar imediatamente o seu profissional de saúde ou procurar cuidados médicos de emergência. A hipersensibilidade às quinolonas é uma contraindicação para o uso.

P: Como é que o Volequin se enquadra no plano geral de tratamento para a condição que aborda?

R: Devido ao risco de reações adversas graves, os organismos reguladores aconselham que o Volequin deve ser reservado para uso em doentes que não tenham opções alternativas de tratamento para certas indicações menos graves, como a infeção do trato urinário não complicada.

P: O Volequin é afetado por alterações no peso corporal?

R: Para uso geral em adultos, a dosagem baseia-se na infeção a ser tratada. No entanto, a orientação oficial indica que em populações específicas, como doentes pediátricos para certas infeções potencialmente fatais, a dosagem pode ser calculada com base ou guiada pelo peso corporal do doente.

P: O Volequin é seguro para pessoas com problemas cardíacos?

R: Os avisos oficiais afirmam que o Volequin está associado a um risco de prolongamento do intervalo QT, o que pode levar a um problema grave do ritmo cardíaco. O uso deste medicamento é geralmente restrito ou requer cautela em doentes com um historial conhecido de prolongamento do intervalo QT ou níveis baixos de potássio (hypokalemia).

P: O Volequin pode ser usado por pessoas que têm um historial de convulsões?

R: O rótulo oficial refere que o Volequin pode baixar o limiar convulsivo. Doentes com um historial de convulsões ou epilepsia são identificados como tendo um risco acrescido e requerem cautela e monitorização especiais durante o tratamento.

P: O que deve ser dizer ao meu dentista antes de um procedimento se estiver a tomar Volequin?

R: Devido ao potencial de interações (como com anticoagulantes como a varfarina) e riscos conhecidos (como efeitos nos tendões ou cardíacos), é geralmente reconhecido que os doentes devem informar o seu dentista ou cirurgião de que estão a tomar Volequin antes de serem submetidos a qualquer procedimento médico.

Como Volequin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Volequin?

O Volequin (levofloxacina) deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações pontuais até aos 30°C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original devidamente fechada.

Restrição de Conservação Aplica-se a
Não congelar e proteger da luz Solução Oral e Formas Injetáveis
Estabilidade após abertura (6 meses) Apenas Solução Oral

Todos os produtos Volequin devem ser guardados fora do alcance e da vista das crianças. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa autorizado de recolha de medicamentos. Caso não esteja disponível um programa deste tipo, siga as orientações regulamentares para misturar o fármaco com uma substância indesejável e feche-o hermeticamente antes de o colocar no lixo doméstico. Não deite o Volequin na sanita nem no lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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