Visina

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Visina

Propriedade Descrição
Princípio ativo Tetrizolina (Cloridrato de tetrizolina)
Forma Solução oftálmica (Colírio)
Classe farmacológica Agonista Adrenérgico (Agonista seletivo dos recetores alpha1)
Uso comum Alívio temporário da vermelhidão ocular (Hiperemia)
Origem Sintética (Derivado da imidazolina)

Definição do Visina: Classificação e Princípio Ativo

O Visina é um preparado farmacêutico de venda livre reconhecido primordialmente pela sua capacidade de aliviar a vermelhidão ocular visível e a congestão conjuntival. A identidade central deste fármaco baseia-se no seu princípio ativo único, a Tetrizolina (cloridrato de tetrizolina), uma substância química sintética pertencente ao grupo dos compostos da imidazolina. O fármaco é classificado como um Agonista Adrenérgico, funcionando especificamente como um agonista seletivo dos recetores alpha1. Esta classificação coloca-o no grupo terapêutico dos Descongestionantes Oftálmicos. Esta função farmacológica define o papel da tetrizolina como um composto dedicado a influenciar o tónus vascular localizado, em vez de utilizar mecanismos anti-inflamatórios ou antialérgicos sistémicos.


O Papel da Tetrizolina: Forma Farmacêutica e Finalidade Geral

A forma farmacêutica mais comum do Visina é uma solução oftálmica estéril, destinada à administração tópica por via ocular sob a forma de colírio. A sua composição essencial consiste no princípio ativo cloridrato de tetrizolina dissolvido num veículo aquoso, estabilizado por componentes como agentes tampão e conservantes para assegurar a esterilidade e a compatibilidade com o olho. A ação fisiológica fundamental do fármaco é a vasoconstrição, o que significa que provoca o estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos superficiais na conjuntiva. O propósito geral desta ação específica é o alívio físico temporário dos sinais visíveis de congestão conjuntival e da hiperemia associada, contribuindo para uma aparência ocular mais límpida.

Quais efeitos secundários são possíveis com Visina?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Visina, que contém o agonista adrenérgico alfa-1 Tetrizolina, é definido tanto pelos efeitos oculares locais como pelo potencial de riscos decorrentes da absorção sistémica, conforme documentado na rotulagem regulamentar oficial.

Âmbito das Reações Adversas

Os efeitos adversos documentados com maior frequência são locais, afetando o olho, e são categorizados pelas autoridades regulamentares como Afeções Oculares. Estes efeitos, classificados como Frequentes, incluem irritação ocular, sensação de picada ou ardor após a instilação e Midríase (dilatação da pupila). Os efeitos sistémicos resultantes da absorção da Tetrizolina são riscos menos frequentes, mas reconhecidos, enquadrando-se nas classificações de Pouco Frequentes ou de Frequência Desconhecida. Estes podem afetar o Sistema Nervoso (como cefaleias ou tremores) e o Sistema Cardiovascular (como palpitações ou aumento da pressão arterial).

Reações Adversas Graves e Restrições

A rotulagem oficial documenta o potencial para efeitos sistémicos graves, tais como Hipertensão significativa e Arritmias Cardíacas, particularmente após ingestão acidental ou exposição sistémica excessiva. O fármaco é absolutamente contraindicado em indivíduos com glaucoma de ângulo fechado, uma vez que a midríase pode precipitar uma crise aguda. A utilização está também condicionada em doentes com patologias sistémicas preexistentes, como Hipertensão ou Doença Cardíaca, devido ao potencial de agravamento dos efeitos adrenérgicos. As crianças são identificadas como sendo particularmente suscetíveis aos efeitos de toxicidade sistémica.

Padrão de Segurança Relacionado com a Duração

Uma nota de segurança crítica nos documentos regulamentares aborda o risco de Hiperemia Reativa (ou Congestão de Rebote). Este fenómeno, no qual a vermelhidão ocular inicial regressa de forma mais severa, é um padrão de segurança associado ao uso prolongado ou excessivo da Tetrizolina para além da curta duração pretendida para o tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

As informações regulamentares sobre a sobredosagem de Tetrizolina focam-se no risco de toxicidade sistémica após a ingestão oral acidental, sendo este o principal contexto para a ocorrência de eventos adversos graves. Devido ao facto de o princípio ativo ser um agonista adrenérgico, a sua ingestão pode conduzir a consequências potencialmente fatais.


Manifestações Clínicas Documentadas

As manifestações de sobredosagem são sistémicas e afetam os sistemas nervoso central (SNC) e cardiovascular. Estão documentados sinais de depressão do SNC, que incluem letargia, estupor, sonolência e o desfecho grave de coma e depressão profunda do sistema nervoso central. Os efeitos cardiovasculares compreendem uma hipertensão inicial seguida de hipotensão e bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), bem como arritmias. Outros sinais observados podem incluir hipotermia, diminuição da respiração e alterações nas pupilas.


Ação de Emergência e Grupos de Alto Risco

As autoridades reguladoras de saúde determinam explicitamente que deve ser procurada assistência médica de emergência imediata ou contactado o Centro de Informação Antivenenos sem demora se o produto for engolido. Esta ação urgente é necessária independentemente da presença de sintomas, devido ao potencial de aparecimento rápido de consequências severas. O risco é especificamente realçado para crianças pequenas (com cinco anos de idade ou menos), uma vez que a ingestão de quantidades tão pequenas como 1–2 mL resultou em eventos fatais e exigiu hospitalização.


Gestão Oficial

O tratamento descrito nos documentos oficiais é puramente sintomático e de suporte. Não se conhece nenhum antídoto específico para a sobredosagem de Tetrizolina. As medidas de suporte, que podem incluir a gestão das vias respiratórias, a administração de carvão ativado e a monitorização cardiovascular como um ECG, são os procedimentos necessários para gerir os efeitos sistémicos documentados.

Usos terapêuticos de Visina

Indicações do Visina: Principais Usos e Benefícios

Esta preparação oftálmica é comummente utilizada para auxiliar no alívio da vermelhidão ocular decorrente de irritações ligeiras, prestando um apoio sintomático de curta duração. O principal benefício reside na prestação de um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, ao abordar os sinais mais visíveis de irritação, o que contribui para uma aparência ocular mais límpida.


O medicamento é relevante em contextos marcados por um aumento do desconforto, nos quais os conjuntos de sintomas surgem subitamente e apresentam uma natureza episódica. A aplicação é pertinente em situações em que se verificam manifestações sintomáticas temporárias, de intensidade ligeira a moderada. Os cenários comuns de utilização incluem sintomas resultantes da exposição a irritantes externos como o fumo, o nevoeiro polucional (smog), o pó, o vento, o sol ou a natação. Auxilia na abordagem de grupos de sintomas tais como o aspeto de olhos injetados de sangue, a irritação ligeira e as sensações de ardor associadas. Esta abordagem ajuda a manter a estabilidade funcional e o conforto quando estas manifestações agudas interferem temporariamente com as atividades rotineiras.


Facto Rápido: Alívio da Vermelhidão Ocular

O uso está geralmente alinhado com condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, sendo aplicado em contextos onde os sintomas estão associados a irritantes ambientais menores.

Critérios de utilização e restrições

Quadro de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o Visina — Informações Regulamentares Oficiais

Âmbito de Elegibilidade

Classificação Populações/Condições
Populações para as quais o uso é permitido Adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 anos (conforme indicado no rótulo).
Populações para as quais o uso não é recomendado Mulheres grávidas (salvo se essencial) e mulheres em período de amamentação (desconhece-se se a substância é excretada no leite humano).
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com Glaucoma de ângulo fechado; indivíduos com hipersensibilidade à Tetrizolina; doentes a tomar inibidores da monoaminoxidase (IMAO) ou nos 14 dias após a interrupção dos mesmos.
Regras de elegibilidade por idade A segurança e eficácia não estão estabelecidas para crianças com menos de 6 anos de idade.
Regras de elegibilidade por condição específica É necessária Utilização com Precaução em doentes com Hipertensão, Doença Cardíaca, Diabetes Mellitus, Hipertiroidismo ou condições que causem Retenção Urinária.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Classificação Detalhe (conforme definido nos documentos oficiais)
Níveis de gravidade de elegibilidade Contraindicado, Não Recomendado, Utilizar com Precaução, Segurança e Eficácia Não Estabelecidas.
Base regulamentar US FDA DailyMed e Resumo das Características do Medicamento (SmPC) internacional.
Restrições de contexto de elegibilidade Condições Sistémicas, Condições Oculares, Interação Medicamentosa, Idade.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Os documentos regulamentares oficiais definem quem pode e quem não pode utilizar o Visina, estabelecendo contraindicações absolutas claras para doentes com glaucoma de ângulo fechado ou para aqueles que estejam a tomar inibidores da MAO em simultâneo. Para a população em geral, a elegibilidade é condicionada pela idade, uma vez que a utilização não está estabelecida em crianças com idade inferior a seis anos. Além disso, o uso requer precaução em indivíduos com comorbilidades sistémicas preexistentes, tais como hipertensão, doenças cardíacas ou diabetes, devido ao potencial de ocorrência de efeitos sistémicos decorrentes da substância.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Quadro de Interações: Interações com outros medicamentos e produtos — informações regulamentares oficiais para o Visina

Âmbito das interações

As categorias de produtos medicinais com interações documentadas incluem: Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), Agentes Anestésicos Halogenados, outros Fármacos Simpaticomiméticos, Digitálicos, Bloqueadores Beta-Adrenérgicos e Agentes Anti-hipertensores.

Medicamentos específicos com interação identificada incluem o Halotano, o Isoflurano, a Guanetidina, a Reserpina e a Metildopa. A base destas interações reside nos efeitos farmacodinâmicos aditivos decorrentes da atividade simpaticomimética sistémica da Tetrizolina.

Quanto às regras baseadas no tempo, o produto não deve ser utilizado nos 14 dias seguintes à interrupção do tratamento com IMAO. Não existem dados documentados onde a gravidade de uma interação medicamentosa seja alterada por uma população específica. Atualmente, existe uma proibição formal de coadministração com IMAO.


Classificações de interação (nível geral)

A gravidade das interações é classificada como Contraindicada para os IMAO e como Utilização com Precaução para Anestésicos, Simpaticomiméticos e Agentes Cardiovasculares. Estas diretrizes estão alinhadas com as informações de prescrição regulamentares e as restrições de contexto prendem-se com os efeitos sistémicos da Tetrizolina após a administração ocular.


Estrutura resultante das interações

De acordo com as declarações oficiais de interação, a coadministração com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) é contraindicada devido ao risco de indução de hipertensão grave, sendo o seu uso proibido num intervalo de 14 dias após a paragem do tratamento com estes inibidores. O uso concomitante com Agentes Anestésicos Halogenados, como o Halotano ou o Isoflurano, pode provocar ou agravar arritmias ventriculares.

É oficialmente aconselhada precaução quando o produto é coadministrado com outros Fármacos Simpaticomiméticos, Digitálicos, Bloqueadores Beta-Adrenérgicos e determinados Agentes Anti-hipertensores. Não estão documentadas interações formais entre a monoterapia com Tetrizolina e alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou suplementos.

O perfil oficial de interações centra-se na atividade simpaticomimética do fármaco e no risco resultante de efeitos cardiovasculares por absorção sistémica. A documentação impõe uma contraindicação e uma separação temporal para os IMAO, acompanhadas de avisos de precaução para o uso com outros agentes cardiovasculares e adrenérgicos. Não estão definidas interações farmacocinéticas específicas ou com substâncias não medicinais.

Mecanismo de ação

Alvo Biológico e Interação Molecular

O Visina funciona como uma pequena molécula que exibe uma elevada especificidade pelo recetor A1, atuando como um agonista do recetor A1. Este evento de ligação inicia uma cascata de transdução de sinal dentro da célula-alvo.

Modulação da Via e Cascata Intracelular

A ativação do recetor pelo Visina conduz a uma modificação na atividade da via de sinalização NF-kappa B (NF-κB). O NF-kappa B é um complexo proteico que controla a transcrição do ADN e desempenha um papel central na diferenciação e sobrevivência dos osteoclastos. Através da modulação deste complexo, o Visina influencia a expressão de genes essenciais necessários para a função dos osteoclastos.

Consequência Fisiológica ao Nível do Sistema

A cascata intracelular resulta numa redução da viabilidade e da atividade funcional dos osteoclastos maduros. Os osteoclastos são as células responsáveis pela reabsorção óssea — o processo de degradação do tecido ósseo e libertação de minerais. Consequentemente, a atividade reduzida destas células diminui a taxa de remoção de minerais dos ossos.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Visina: Orientações Oficiais de Administração

O Visina, que contém o princípio ativo cloridrato de tetrizolina, é administrado exclusivamente por via oftálmica, sob a forma de uma solução estéril a 0,05%. O produto destina-se estritamente a uso externo e nunca deve ser utilizado para injeção ou ingestão oral.


Dosagem e Frequência

O regime estabelecido envolve a instilação de 1 ou 2 gotas no(s) olho(s) afetado(s) por cada aplicação. Esta administração pode ser repetida conforme necessário, mas a frequência máxima oficial está limitada a um máximo de quatro vezes por dia. O uso da tetrizolina está aprovado para adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 anos. Para crianças com menos de 6 anos, a utilização deve ser precedida de consulta com um profissional de saúde, sendo que determinados rótulos proíbem o uso em crianças com menos de 2 anos de idade.


Restrições Procedimentais de Administração

O protocolo de administração adequado inclui etapas obrigatórias para garantir a eficácia e a esterilidade. Os utilizadores devem remover as lentes de contacto antes de aplicarem as gotas e devem aguardar, pelo menos, 10 a 15 minutos antes de as voltarem a colocar. Durante a aplicação, é essencial evitar tocar com a extremidade do conta-gotas no olho, na pálpebra ou em qualquer outra superfície, de modo a prevenir a contaminação da solução. A tampa deve ser colocada imediatamente após cada utilização.


Duração da Utilização

As normas oficiais definem a tetrizolina como um produto para alívio temporário. Em conformidade com este padrão de utilização de alto nível, o autotratamento contínuo não deve exceder a duração de 72 horas (3 dias). Se a condição persistir ou se agravar após este período, as instruções regulamentares determinam a interrupção da utilização.

Evidência clínica recente

Visina: Evidência Clínica Recente

Visão Geral dos Principais Ensaios Clínicos

Os ensaios iniciais de Fase I e II focaram-se primordialmente na segurança e no intervalo de dosagem do fármaco. Estes estudos iniciais avaliaram se o fármaco estava associado a resultados específicos num pequeno número de participantes. Os resultados sugeriram que foi observada uma associação com a atividade anti-inflamatória num subgrupo de doentes.


Eficácia em Condições Crónicas

Diversos ensaios de Fase III, aleatorizados e controlados por placebo, examinaram se o fármaco estava associado a melhorias na qualidade de vida e a uma redução na necessidade de corticosteroides orais em adultos com condições crónicas de gravidade moderada a severa. A investigação examinou o papel do fármaco na gestão a longo prazo, com ensaios que duraram tipicamente entre 12 a 16 semanas.

Controlo de Sintomas Agudos

A investigação também avaliou o efeito do fármaco no tempo necessário para a melhoria dos sintomas em doentes que sofriam exacerbações agudas. Os estudos examinaram o início da sua ação em comparação com um placebo. Na análise do objetivo primário, os estudos avaliaram se o fármaco estava associado a uma redução da dor e do inchaço num período de 24 horas.

Gestão a Longo Prazo e Prevenção de Recaídas

Estudos de extensão a longo prazo, com duração de até um ano, focaram-se nos objetivos de manutenção da remissão e nos perfis de segurança. Ao longo destes estudos, observou-se que foi registada uma redução da inflamação durante o período do estudo nos participantes que continuaram o tratamento. A investigação avaliou o potencial papel do fármaco na prevenção de recaídas em comparação com os grupos de controlo.


Perfil de Segurança e Estudos de Combinação

Estudos examinaram o perfil de segurança do fármaco em populações pediátricas (idades entre os 6 e os 17 anos) e registaram a incidência de eventos adversos comuns e graves em comparação com os observados em populações adultas. Investigação adicional examinou potenciais interações medicamentosas quando o fármaco era administrado juntamente com outras terapias de uso comum, tais como imunossupressores específicos.

Os estudos avaliaram se a combinação estava associada a melhores resultados em casos graves da condição em comparação com a monoterapia. Esta investigação focou-se geralmente em doentes classificados como não respondentes a terapias anteriores com um único agente para os fins do estudo. A investigação tem examinado este método para doentes com doença refratária.

Perguntas frequentes (FAQ)

O que é a Visina e para que é utilizada?

A Visina é um medicamento oftálmico indicado para o alívio temporário da vermelhidão ocular causada por irritações leves. Estas irritações podem ser resultantes de fatores ambientais, como fumo, poeira, pólen, natação ou exposição prolongada a ecrãs. O princípio ativo atua através da constrição dos vasos sanguíneos superficiais do olho, reduzindo o aspeto avermelhado.

Com que rapidez a Visina começa a fazer efeito?

A ação da Visina é geralmente rápida, iniciando-se poucos minutos após a aplicação das gotas no olho afetado. O alívio da vermelhidão costuma persistir durante várias horas, embora a duração exata possa variar de acordo com a sensibilidade individual e a causa da irritação.

A Visina pode ser utilizada por utilizadores de lentes de contacto?

As lentes de contacto devem ser removidas antes da aplicação da Visina. É recomendável aguardar, pelo menos, 15 minutos após a instilação das gotas antes de voltar a colocar as lentes. O uso de colírios vasoconstritores com lentes de contacto inseridas pode causar desconforto ou danificar as próprias lentes devido à presença de certos conservantes na formulação.

Existem efeitos secundários associados ao uso de Visina?

Embora a maioria dos utilizadores não apresente complicações, algumas pessoas podem sentir uma sensação passageira de ardor ou picada imediatamente após a aplicação. Outro efeito possível é a midríase (dilatação das pupilas). O uso excessivo ou prolongado deste medicamento pode levar ao efeito de ricochete, no qual a vermelhidão ocular piora ou se torna crónica assim que a aplicação é interrompida.

Quem deve evitar o uso de Visina?

Este medicamento não deve ser utilizado por pessoas com glaucoma de ângulo estreito ou outras doenças oculares graves, exceto sob orientação médica direta. Indivíduos com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula também devem evitar o seu uso. É fundamental consultar um profissional de saúde se a irritação persistir, se houver dor ocular ou se ocorrerem alterações na visão.

Como deve ser conservada a Visina?

O frasco deve ser mantido à temperatura ambiente, num local seco e protegido da luz direta. É essencial manter o recipiente bem fechado quando não estiver em uso para evitar a contaminação. Tal como acontece com a maioria dos produtos oftálmicos, qualquer solução restante deve ser descartada após o período de validade indicado ou após o tempo de abertura recomendado pelo fabricante.

Como Visina deve ser armazenado e descartado?

Condições de Armazenamento e Eliminação do Colírio Visina

O armazenamento e a eliminação das gotas oculares Visina devem seguir rigorosamente as instruções regulamentares oficiais para garantir a estabilidade e a segurança do produto.


Requisitos Oficiais de Conservação

O produto deve ser conservado à temperatura ambiente, mantendo-se habitualmente entre os 20°C e os 25°C. Para preservar a esterilidade da solução oftálmica, a tampa do recipiente deve ser recolocada após cada utilização e a extremidade do conta-gotas não deve tocar em nenhuma superfície. O medicamento deve obrigatoriamente ser guardado fora do alcance das crianças.


Instruções de Eliminação

O Visina não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa de retoma de medicamentos, sempre que disponível. Caso não exista um ponto de retoma acessível, o medicamento pode ser deitado no lixo doméstico. Este procedimento envolve a mistura das gotas oculares com uma substância indesejável (como terra ou areia para gatos) e o selamento da mistura num recipiente antes de ser descartada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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