Viatim

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Viatim

Forma selecionada

Método de ação: Vaccine

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Viatim

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Antigénio do vírus da hepatite A inativado e Polissacárido capsular Vi
Forma farmacêutica Suspensão e solução para suspensão injetável
Classe farmacológica Vacina / Medicamento Biológico
Objetivo Geral Imunização ativa contra a Febre Tifoide e a Hepatite A
Origem Biológica (derivados virais e bacterianos)

Que Tipo de Vacina Combinada é o Viatim?

O Viatim é classificado como uma vacina combinada, um tipo específico de medicamento biológico que atua como agente imunizante destinado à profilaxia. Foi concebido para proporcionar imunização ativa simultânea contra duas doenças infeciosas distintas: a febre tifoide e a infeção pelo vírus da hepatite A. Esta capacidade de dupla ação é um fator diferenciador fundamental, simplificando o processo de imunização primária em comparação com a administração de preparações monovalentes separadas. O Viatim é clinicamente reconhecido por conferir proteção contra ambos os agentes patogénicos em indivíduos a partir dos 16 anos de idade, uma característica específica do seu grupo de doentes alvo.

Qual é a Composição do Viatim e Como se Apresenta?

A composição base do Viatim envolve duas substâncias ativas essenciais de origem biológica. A primeira é o antigénio do vírus da hepatite A inativado (estirpe GBM), que é adsorvido em hidróxido de alumínio, um adjuvante utilizado para reforçar a resposta imunitária. A segunda é o polissacárido capsular Vi purificado, extraído da bactéria Salmonella typhi. O produto apresenta-se fisicamente como uma suspensão e solução para suspensão injetável contida numa seringa pré-cheia com dois compartimentos. Esta forma farmacêutica única foi desenhada para manter a suspensão esbranquiçada e turva (componente da Hepatite A) e a solução límpida e incolor (componente da Tifoide) separadas, garantindo a estabilidade ideal até ao momento em que são combinadas, imediatamente antes da administração por injeção.

Objetivo Geral do Viatim: Imunização Ativa

O objetivo geral do Viatim é utilizar os princípios da imunização ativa para alcançar a seroproteção contra a febre tifoide e a infeção por hepatite A. Ao introduzir conteúdo antigénico não infecioso proveniente dos agentes patogénicos, o produto estimula as defesas do organismo a gerarem anticorpos específicos. Estudos farmacológicos confirmam que as concentrações de anticorpos resultantes são tipicamente protetoras contra as infeções visadas. Esta resposta imunitária intencional assegura que, caso o indivíduo seja exposto futuramente aos agentes patogénicos reais que causam a febre tifoide ou a infeção pelo vírus da hepatite A, o sistema de defesa já se encontra preparado para neutralizar a ameaça.

Quais efeitos secundários são possíveis com Viatim?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança documentado de Viatim reflete os padrões típicos de uma vacina combinada administrada por via injetável, estando as reações adversas organizadas por frequência, conforme especificado na documentação regulamentar.

Reações adversas classificadas por frequência

Os efeitos secundários são categorizados com base na sua incidência em ensaios clínicos e na vigilância pós-comercialização:

Muito frequentes (podem afetar mais de 1 em cada 10 pessoas): Dor, edema (inchaço), eritema (vermelhidão) ou induração no local da injeção; cefaleias (dores de cabeça); mialgia (dores musculares); fadiga e mal-estar geral. Estas reações pertencem geralmente às classes de doenças do sistema nervoso, musculoesqueléticas ou perturbações gerais no local de administração.

Frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas): Febre; artralgia (dores nas articulações); náuseas; diarreia e vómitos. Estas reações estão associadas a perturbações gastrointestinais, musculoesqueléticas e do estado geral.

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em cada 100 pessoas): Prurido (comichão); urticária; tonturas e linfadenopatia (inflamação dos gânglios linfáticos). Estas afetam predominantemente a pele, o sistema nervoso e o sistema linfático.

Frequência desconhecida: Reações anafiláticas (incluindo choque); doença do soro e síncope (resposta vasovagal/desmaio). Estas reações estão relacionadas com o sistema imunitário e o sistema nervoso.

As reações locais e os sintomas sistémicos gerais surgem tipicamente nas 48 horas seguintes à administração e são frequentemente transitórios, resolvendo-se num período de um a dois dias.

Considerações regulamentares de segurança

A vacina é contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas, a qualquer um dos excipientes ou à neomicina. A administração deve também ser adiada em indivíduos que apresentem uma doença febril grave aguda (febre alta).

O perfil de segurança está definido para indivíduos a partir dos 16 anos de idade. Recomenda-se precaução em indivíduos com trombocitopenia ou distúrbios de coagulação, devido ao risco potencial de hemorragia ou hematomas após a injeção intramuscular.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial desta vacina combinada define a sobredosagem como a administração de uma dose em excesso. A documentação regulamentar relata que as manifestações são geralmente inespecíficas, não existindo reações adversas específicas que sejam exclusivas de uma situação de sobredosagem. As apresentações clínicas são tipicamente semelhantes às esperadas após a utilização padrão, tais como cefaleias ou reações locais no local da injeção.

As autoridades regulamentares determinam ações específicas a tomar em caso de sobredosagem ou perante o aparecimento de sintomas graves. As informações oficiais de prescrição recomendam o contacto com o centro de informação antivenenos local para obter orientações sobre como gerir uma suspeita de sobredosagem da vacina. Deve procurar-se assistência médica imediata perante qualquer sinal de uma reação sistémica grave, como anafilaxia ou choque, uma vez que estas situações constituem um cenário de risco de vida.

Os procedimentos de gestão centram-se inteiramente em cuidados de suporte. O tratamento sintomático e de suporte é o passo procedimental oficialmente descrito para abordar quaisquer efeitos adversos observados. Em conformidade com a natureza deste produto biológico, não é conhecido qualquer antídoto específico para uma sobredosagem com Viatim. Esta abordagem de suporte é reforçada pela exigência de que a injeção de Epinefrina (1:1000) esteja prontamente disponível para utilização imediata em caso de reações alérgicas graves.

Usos terapêuticos de Viatim

O Viatim é habitualmente utilizado para a imunização ativa, auxiliando na prevenção da febre tifoide e da infeção pelo vírus da Hepatite A. Esta característica torna-o um elemento relevante nos cuidados profiláticos em contextos que envolvam uma elevada carga sistémica. A vacina é considerada pertinente para indivíduos a partir dos 16 anos de idade.

O Viatim pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos, incluindo aqueles associados a febres altas, desconforto gastrointestinal e inflamação hepática aguda. É aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional. Esta vacina combinada é frequentemente utilizada em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis e é considerada relevante para viajantes internacionais que se desloquem para zonas onde ambos os agentes patogénicos são endémicos. A abordagem combinada é habitualmente utilizada para ajudar na proteção contra a febre tifoide e a infeção pelo vírus da Hepatite A, apoiando o doente durante episódios difíceis através da redução do mal-estar.

Facto Rápido: Suporte no Desconforto Sistémico

O Viatim ajuda a melhorar o conforto quotidiano durante períodos sintomáticos e auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando as condições clínicas se apresentam com desconforto sistémico ou localizado.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Viatim? — Informação Regulamentar Oficial

Esta secção descreve os critérios de elegibilidade específicos para a população relativos a Viatim, baseando-se estritamente nos documentos regulamentares aprovados.

Âmbito de elegibilidade Declaração Regulamentar
Populações para as quais o uso é permitido (conforme o rótulo): Indivíduos a partir dos 16 anos de idade (adolescentes e adultos).
Populações para as quais o uso não é recomendado (se aplicável): Indivíduos grávidos, a menos que os benefícios superem claramente os riscos potenciais e a necessidade seja urgente.
Populações para as quais o uso é contraindicado: Indivíduos com hipersensibilidade conhecida ou antecedentes de reação anafilática às substâncias ativas da vacina ou a qualquer excipiente (ex: neomicina).
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade: A idade mínima para utilização é de 16 anos. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas na população abaixo desta idade.
Regras de elegibilidade para condições específicas: O uso é contraindicado em indivíduos com uma doença febril grave aguda (a vacinação deve ser adiada).
Restrições relacionadas com a elegibilidade: Indivíduos imunossuprimidos podem ter uma resposta imunitária comprometida; pode ser aconselhado o adiamento da vacinação. Doentes com distúrbios de coagulação podem necessitar da via de administração subcutânea condicional.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Classificações de elegibilidade (nível geral) Declaração Regulamentar
Classificação de gravidade da elegibilidade (conforme definido nos documentos oficiais): Contraindicação Absoluta (Hipersensibilidade, Doença Febril Aguda); Uso Não Estabelecido (Abaixo dos 16 anos); Uso Condicional/Restrito (Gravidez, Imunossupressão).

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Declarações oficiais de elegibilidade:

  • Viatim está explicitamente indicada para utilização em indivíduos a partir dos 16 anos de idade.
  • A vacina é contraindicada se existir hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas ou a qualquer componente residual.
  • A administração deve ser adiada em caso de doença febril grave aguda.

Ligação ao perfil geral de elegibilidade:

Os documentos regulamentares oficiais definem a elegibilidade de Viatim através de parâmetros rigorosos, limitando principalmente a utilização padrão a indivíduos com idade igual ou superior a 16 anos. A não elegibilidade é estabelecida por contraindicações absolutas, como doenças agudas, enquanto certos grupos, como indivíduos imunossuprimidos ou mulheres grávidas, enquadram-se num estatuto classificado de utilização restrita.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações de Viatim com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial de Viatim, um medicamento biológico para imunização ativa, define as suas interações baseando-se principalmente no potencial de outras substâncias ou condições afetarem a resposta imunitária esperada, em vez de se focar no metabolismo de pequenas moléculas.

Interação farmacodinâmica com agentes imunossupressores

A principal interação documentada envolve a categoria de medicamentos dos agentes imunossupressores. Esta categoria inclui corticosteroides sistémicos em doses elevadas, fármacos citotóxicos e outras terapêuticas que suprimem a imunidade do hospedeiro. A coadministração com estes agentes está oficialmente documentada como interferindo com a resposta imunitária ativa esperada. Esta interação farmacodinâmica pode levar a uma diminuição do efeito protetor, resultando potencialmente numa seroproteção inadequada contra a Hepatite A e a Febre Tifoide. Este resultado documentado é classificado como uma interação clinicamente significativa devido à potencial perda de imunidade protetora. A documentação regulamentar observa ainda que a resposta imunitária protetora pode ser igualmente diminuída em indivíduos imunocomprometidos devido ao seu estado de saúde subjacente. Não são listados nomes de fármacos específicos nesta classificação, uma vez que a interação depende do efeito da categoria do medicamento no hospedeiro.

Restrição de procedimento para vacinas concomitantes

Existe uma restrição de procedimento específica quando Viatim é administrado simultaneamente com outras vacinas. A documentação regulamentar exige que, se ocorrer coadministração, deve ser utilizado um local de injeção anatómico diferente para cada produto vacinal distinto. Não estão explicitamente documentadas outras interações específicas com alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou suplementos.

Mecanismo de ação

O Viatim exerce os seus efeitos farmacodinâmicos atuando como um agonista do Recetor da Vitamina D (VDR). O seu metabolito ativo liga-se ao VDR, originando um complexo que forma um heterodímero com o Recetor de Retinoide X (RXR). Este complexo VDR/RXR desloca-se para o núcleo celular, onde se liga a Elementos de Resposta à Vitamina D (VDREs) específicos no ADN alvo, modulando, desta forma, a transcrição de inúmeros genes. Esta cascata de sinalização genómica regula primordialmente a síntese de proteínas envolvidas no transporte de minerais.

Especificamente, este mecanismo reforça a capacidade do intestino e dos rins para absorverem e reabsorverem cálcio e fosfato, respetivamente. O aumento resultante nos níveis de minerais em circulação contribui para a mineralização da matriz óssea e para a modulação do equilíbrio fisiológico sistémico. Além disso, o Viatim interage com os recetores VDR presentes em várias células imunitárias e células da pele, influenciando a expressão de citocinas e as vias de diferenciação celular.

Informações sobre dosagem e administração

A administração de Viatim deve ser realizada por um profissional de saúde devidamente qualificado. Esta vacina é administrada através de uma injeção no músculo, geralmente na parte superior do braço. Em casos específicos, como em doentes com distúrbios de coagulação, o profissional de saúde poderá optar pela administração por baixo da pele.

O esquema de vacinação consiste numa dose única de 0,5 ml. Para garantir a proteção contra a febre tifoide, a vacina deve ser administrada pelo menos duas semanas antes da exposição potencial ao risco. Uma vez que a proteção contra a hepatite A pode não ser imediata após a primeira dose, é fundamental seguir as orientações médicas relativas ao planeamento da viagem.

Para obter uma proteção a longo prazo contra a hepatite A, é necessária uma segunda dose (reforço) de uma vacina monovalente contra a hepatite A. Esta dose de reforço deve ser administrada entre 6 a 12 meses após a primeira injeção, embora possa ser administrada até 36 meses depois em circunstâncias específicas. Esta segunda dose assegura uma imunidade prolongada contra o vírus da hepatite A. A proteção contra a febre tifoide conferida por esta vacina dura cerca de três anos; após este período, se o risco de exposição persistir, deve ser considerada a revacinação com uma vacina específica contra a febre tifoide.

Esta vacina não deve ser injetada em vasos sanguíneos. No caso de o paciente apresentar uma doença febril grave ou uma infeção aguda, o profissional de saúde poderá decidir adiar a vacinação até à recuperação total do indivíduo. Uma infeção ligeira, como um resfriado comum, normalmente não constitui motivo para adiar a administração, mas deve ser sempre avaliada pelo médico.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Viatim


Evidência sobre a Imunização Ativa Simultânea contra a Hepatite A e a Febre Tifoide

A investigação primária sobre Viatim foi realizada sob a forma de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e em contextos observacionais de suporte. Estes estudos examinaram a reação mensurável do sistema imunitário quando os componentes para a Hepatite A e a Febre Tifoide são administrados em conjunto. Estes ensaios não foram utilizados em investigação que explorasse como os sintomas se alteram ao longo do tempo, mas sim aplicados em estudos que avaliaram a geração de anticorpos específicos (marcadores serológicos) no sangue.

Nestes estudos, os investigadores monitorizaram principalmente dois resultados fundamentais: a concentração de anticorpos contra a Hepatite A (anti-VHA) e a concentração de anticorpos contra a Febre Tifoide (anti-Vi) no sangue. Estes níveis de anticorpos são utilizados como marcadores serológicos e avaliados como os resultados primários nestes estudos. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde as concentrações de anticorpos foram relatadas após a administração da vacina. Os desenhos dos estudos incluíram frequentemente comparações com recetores de vacinas individuais separadas.

Embora estes ensaios forneçam conclusões que contribuem para a compreensão dos padrões de anticorpos a curto prazo, a certeza da evidência permanece menor relativamente ao resultado clínico direto a longo prazo na prevenção da infeção real. Os resultados aplicam-se principalmente às populações estudadas, maioritariamente adultos saudáveis com 16 ou mais anos de idade.


Investigação sobre o Papel de Viatim nos Esquemas de Vacinação (Intermutabilidade)

Viatim foi também avaliada em investigação comparativa que explorou as alterações a curto prazo nos marcadores serológicos quando a vacina é utilizada como primeira dose, seguida de uma vacina monovalente contra a Hepatite A diferente e licenciada, como reforço, num momento posterior. Os estudos exploraram a utilização destes produtos numa sequência intermutável. A investigação descreve padrões observados nas concentrações de anticorpos contra a Hepatite A após a administração da dose de reforço, comparando as concentrações de anticorpos resultantes com esquemas padrão de duas doses utilizando uma única marca de vacina.

Crucialmente, estes estudos forneceram documentação muito limitada sobre a persistência dos níveis de anticorpos anti-Vi para o componente da Tifoide quando Viatim é utilizada desta forma sequencial específica. As durações do acompanhamento foram limitadas nesta área de investigação, o que significa que a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais para o estado a longo prazo desta intermutabilidade.


Monitorização da Persistência: Acompanhamento a Longo Prazo e Durabilidade dos Anticorpos

Os estudos exploraram a persistência dos níveis de anticorpos em intervalos de tempo definidos, com durações de acompanhamento tipicamente limitadas a alguns anos. A investigação descreve padrões observados na forma como os níveis de anticorpos se alteram ao longo do prazo intermédio, incluindo observações relatadas de diminuição dos níveis de anticorpos anti-Vi durante os períodos de acompanhamento intermédio. Os dados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos relativamente à redução sustentada do risco de infeção ao longo de muitos anos.

A investigação continua em curso, mas, atualmente, os dados que comparam vários cenários sequenciais são limitados e a informação para certos subgrupos (incluindo aqueles com limitações funcionais ou comorbilidades) permanece insuficiente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Viatim (FAQ)

P: Os efeitos secundários de Viatim costumam ser graves?

R: Os documentos regulamentares indicam que os efeitos secundários mais comuns são reações locais ligeiras ou moderadas, tais como dor ou inchaço no local da injeção, e sintomas gerais como cefaleias ou fadiga. Estes sintomas são tipicamente transitórios e resolvem-se num período de um a dois dias. Reações alérgicas graves e raras, como a anafilaxia, fazem parte do perfil de segurança documentado, mas são listadas com uma frequência "Desconhecida" na informação oficial do produto.


P: Viatim pode causar alterações no apetite ou no peso?

R: A informação oficial de segurança do produto não lista alterações no apetite ou alterações no peso corporal como efeitos secundários documentados muito frequentes, frequentes ou pouco frequentes para Viatim.


P: Viatim pode afetar os padrões de sono?

R: Embora não existam alterações específicas nos padrões de sono explicitamente listadas, a documentação confirma que podem ocorrer certos efeitos sistémicos, tais como cefaleias e fadiga.


P: Viatim está disponível em dosagens diferentes?

R: Viatim é apresentado oficialmente como uma dose única padronizada (1 ml) para injeção. Os documentos regulamentares não listam nem definem dosagens alternativas para as substâncias ativas.


P: Viatim pode causar tonturas ou afetar a condução?

R: A informação oficial de segurança lista as tonturas como um efeito secundário pouco frequente. A informação de segurança relativa a produtos que podem causar tonturas observa que a capacidade de um indivíduo para conduzir ou utilizar máquinas pode ficar comprometida.


P: Viatim pode ser triturado ou dividido?

R: Viatim é uma combinação de uma suspensão e uma solução acondicionada numa seringa pré-cheia destinada a injeção intramuscular. Devido à sua forma farmacêutica e via de administração, este produto não pode ser manipulado fisicamente através de trituração ou divisão.


P: É normal Viatim causar um sabor metálico?

R: O sabor metálico não está listado nas reações adversas oficialmente documentadas que são classificadas como muito frequentes, frequentes ou pouco frequentes para Viatim.


P: Os ensaios clínicos de Viatim incluíram populações diversificadas?

R: Os estudos utilizados para a aprovação da vacina foram realizados principalmente em adultos saudáveis com idade igual ou superior a 16 anos. Os documentos regulamentares indicam que os dados relativos à utilização e ao efeito de Viatim em certos subgrupos específicos (como indivíduos com condições de saúde subjacentes) permanecem limitados.


P: Viatim está disponível no Reino Unido?

R: Os documentos regulamentares das autoridades de saúde do Reino Unido (MHRA) confirmam que Viatim está licenciado para utilização e classificado como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM) no Reino Unido.


P: Qual é a classificação oficial de Viatim (ex.: substância controlada, apenas com receita médica)?

R: Viatim está legalmente classificado como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM) na documentação regulamentar. Como produto medicinal biológico, não está classificado como uma substância controlada.


P: Sabe-se se Viatim causa dependência ou adição?

R: Como vacina e produto medicinal biológico, o perfil de segurança oficial de Viatim não contém quaisquer avisos ou relatos relacionados com dependência de fármacos, utilização indevida ou adição.


P: Os documentos oficiais mencionam quaisquer efeitos secundários de saúde mental associados a Viatim?

R: A lista oficial de reações adversas inclui Doenças do Sistema Nervoso, tais como cefaleias e tonturas. No entanto, não estão listados efeitos secundários psiquiátricos ou de saúde mental específicos, como depressão ou ansiedade, entre as reações documentadas como muito frequentes, frequentes ou pouco frequentes.


P: Com que rapidez se espera geralmente que Viatim comece a atuar?

R: O efeito pretendido de Viatim é estabelecer uma resposta imunitária protetora chamada seroproteção. Os documentos regulamentares indicam que os níveis protetores de anticorpos podem não ser totalmente atingidos até aproximadamente 14 dias após a vacina ser administrada, que é o período necessário antes de uma potencial exposição.


P: Que tipos de alimentos devem ser evitados ao tomar Viatim?

R: Os documentos regulamentares oficiais declaram explicitamente que não existem interações documentadas específicas entre Viatim e alimentos, álcool ou suplementos à base de ervas.


P: É seguro beber álcool enquanto se toma Viatim?

R: A documentação regulamentar declara explicitamente que não existem interações documentadas específicas entre Viatim e o álcool. As principais interações documentadas relacionam-se com outras vacinas e agentes imunossupressores.


P: Viatim interage com analgésicos comuns de venda livre?

R: Os documentos regulamentares oficiais listam interações principalmente com agentes imunossupressores e vacinas coadministradas. Não estão oficialmente documentadas interações específicas com analgésicos comuns de venda livre para Viatim.


P: Viatim interage com algum suplemento à base de ervas?

R: A documentação regulamentar declara explicitamente que não existem interações documentadas específicas entre Viatim e suplementos à base de ervas. O foco principal das interações documentadas reside em substâncias que possam interferir com a resposta imunitária pretendida.


P: Viatim pode ser tomado com medicação para a pressão arterial?

R: A documentação regulamentar de Viatim lista interações principalmente com outras vacinas e agentes imunossupressores. Não estão oficialmente documentadas interações negativas específicas com medicamentos para a pressão arterial.


P: E se eu tiver uma reação alérgica a Viatim?

R: A hipersensibilidade conhecida aos componentes de Viatim está listada como uma contraindicação absoluta, e as reações alérgicas graves (choque anafilático) estão documentadas como um evento adverso potencial, embora raro. Os documentos regulamentares observam que, se houver suspeita de uma reação alérgica, é justificada assistência médica profissional imediata.


P: O que acontece quando alguém para de tomar Viatim?

R: Viatim é uma vacina que fornece imunidade ativa por uma duração definida. A falha em receber a dose de reforço recomendada para o componente da tifoide está associada a um declínio documentado nos níveis de anticorpos, indicando uma perda potencial de proteção ao longo do tempo.


P: Qual é a duração da ação de Viatim no organismo?

R: A duração da proteção está ligada ao requisito de revacinação contra a febre tifoide a cada três anos. Os estudos indicam que os anticorpos do componente da Hepatite A demonstraram persistir por muitos anos após o esquema completo.


P: O que distingue o mecanismo de Viatim de medicamentos semelhantes, conforme descrito nos documentos oficiais?

R: Viatim é distinguido oficialmente como uma vacina combinada que fornece imunização ativa simultânea contra a Hepatite A e a Febre Tifoide. A sua forma farmacêutica única envolve uma seringa pré-cheia com dois compartimentos, concebida para manter os seus dois componentes ativos separados até ao momento da injeção.


P: Porque é que Viatim é por vezes prescrito juntamente com outros medicamentos?

R: Os documentos regulamentares fornecem contexto para a coadministração com outras vacinas injetáveis, afirmando que, se Viatim for administrado simultaneamente, é necessário um local de injeção anatómico separado para cada produto. Estudos examinaram esta coadministração para determinar se a resposta imunitária esperada permanece eficaz.


P: Porque existem avisos sobre a toranja com alguns medicamentos, e isto aplica-se a Viatim?

R: Os avisos sobre a toranja relacionam-se com a sua capacidade de interferir na forma como o fígado processa certos medicamentos. Viatim é uma vacina e a sua documentação regulamentar declara explicitamente que não estão documentadas interações específicas com alimentos, incluindo a toranja.


P: Quais são os sinais de que Viatim está a funcionar para a sua utilização pretendida?

R: O objetivo pretendido de Viatim é alcançar a seroproteção (imunidade protetora). Este efeito é confirmado por medições laboratoriais que mostram a geração de níveis específicos de anticorpos no sangue, que são os marcadores serológicos avaliados nos estudos oficiais.

Como Viatim deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Viatim?

A conservação e a eliminação de Viatim, uma vacina combinada, devem seguir rigorosamente os requisitos regulamentares para manter a integridade dos seus componentes ativos.


Condições de conservação

Item Requisito
Temperatura Conservar no frigorífico entre 2°C e 8°C.
Congelação Não congelar. O produto deve ser eliminado caso tenha sido congelado.
Proteção Manter a seringa pré-cheia na embalagem exterior de cartão original para proteger da luz.

Manuseamento e eliminação

O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Qualquer unidade de Viatim não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser eliminada de acordo com os requisitos locais para produtos medicinais e não através das águas residuais ou do lixo doméstico. As seringas e agulhas utilizadas devem ser colocadas imediatamente num contentor para objetos cortantes.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Viatim encontrado em:

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